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Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 1 Elementos da Climatologia • Climatologia à Ciência que trata do clima (conjunto de condições atmosféricas que caracterizam uma região, país etc …) Os tipos de clima das regiões brasileiras decorrem das movimentações das massa de ar provenientes do Equador tanto Continental como Atlânticas, dos Trópicos, também Continental e Atlântica e Polar Atlântica, proporcionando as diferenciações climáticas segundo o Anuário Estatístico do Brasil, do IBGE. • Meteorologia à Ciência que trata dos fenômenos atmosféricos como variações de temperatura, pressão, etc … • Tempo à Estado meteorológico da atmosfera à temperatura, pressão, vento, etc … Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 2 Climatologia Meteorologia Leis da física clássica Técnicas estatísticas Tempo Clima O tempo é o estado da atmosfera em um determinado instante e lugar ou é o estado da atmosfera com relação aos seus efeitos sobre a vida e as atividades humanas. O clima, se refere as características da atmosfera inferidas de observações contínuas durante um longo período, como por exemplo 30 anos (normal climatológica). É a descrição da média das condições temporais predominantes. Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior ! O clima abrange um maior número de dados que as condições do tempo para uma determinada área. ! O clima representa uma generalização, enquanto o tempo lida com eventos específicos. 3 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 4 Atmosfera É uma camada fina de gás (comparada com o tamanho, raio, do planeta), que envolve todo o planeta, sendo mantido em volta do mesmo pela atração gravitacional. 99% da massa da atmosfera está contida numa camada de ~0,25% do diâmetro da Terra (~32 km). Atua como: § sede dos fenômenos meteorológicos e § determinante da qualidade e quantidade da radiação solar que atinge a superfície. Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 5 Composição da Atmosfera ar seco, ar úmido e partículas/gotículas (nuvem, precipitação e aerossóis) Composição do ar seco em pressão parcial de seus componentes: • nitrogênio.(N2)...................78,09% • oxigênio.(O2).....................20,95% • argônio.(Ar).........................0,93% • dióxido de carbono.(CO2)...0,03% + outros gases Características da atmosfera: o comportamento e estrutura observados na atmosfera são relacionados com as leis físicas e químicas. As principais grandezas que caracterizam a atmosfera são os gradientes de temperatura e pressão. A energia que alimenta o movimento da atmosfera é proveniente do sol. Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 6 Máxima Concentração da Camada de ozônio Raios cósmicos Ondas de radio Ônibus espaciais Temperaturas aproximadas Camada de ozônio Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 7 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 8 Elementos são grandezas (variáveis) que caracterizam o estado da atmosfera em um dado local e instante: radiação solar, temperatura, umidade relativa, pressão, velocidade e direção do vento. Variam no tempo e no espaço e são influenciados por certos fatores. Por exemplo, quanto maior a altitude (fator), menor a temperatura e a pressão atmosférica (elementos). Elementos Meteorológicos / Climatológicos: Fatores Meteorológicos / Climatológicos: Fatores são agentes causais que condicionam os elementos climáticos. Fatores geográficos como latitude, altitude e continentabilidade/oceanidade afetam os elementos. Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 9 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 10 • Flutuação na quantidade de energia solar emitida; • Aumento ou diminuição do dióxido de carbono atmosférico; • Variação na quantidade de poeiras atmosféricas; • Modificações nas características da superfície dos continentes e dos oceanos. Cálculo emissão de CO2: http://www.idec.org.br/climaeconsumo/ Fatores físicos externos capazes de modificar o clima: Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 11 Escala Espacial dos Fenômenos Atmosféricos: • Fenômenos em escala local, em que a topografia condiciona o clima pelas condições do relevo local. • A exposição N, S, E ou W, a configuração (fundo de vale, espigão) e o grau de inclinação do terreno determinam o clima regional, fundamental sobretudo a agricultura. • Pequena escala (microclima), sendo função do tipo de cobertura (solo exposto, gramado, floresta, cultura rasteira, represa, etc), que determina o balanço de energia. • Fenômenos em escala regional ou geográfica; • Caracteriza climas de grandes áreas pelos fatores geográficos, como latitude e altitude. • Escala de foco para estudos de mudanças climáticas. Macro Meso Micro Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 12 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Af Am As Aw BWk BWh BSk BSh Cfa Cfb Cfc Csa Csb Csc Cwa Cwb Cwc Dfa Dfb Dfc Dfd Dsa Dsb Dsc Dsd Dwa Dwb Dwc Dwd EF ET World Map of Köppen−Geiger Climate Classification observed using CRU TS 2.1 temperature and GPCC Full v4 precipitation data, period 1976 to 2000 Main climates A: equatorial B: arid C: warm temperate D: snow E: polar Precipitation W: desert S: steppe f: fully humid s: summer dry w: winter dry m: monsoonal Temperature a: hot summer b: warm summer c: cool summer d: extremely continental h: hot arid k: cold arid F: polar frost T: polar tundra −80 −70 −60 −50 −40 −30 −20 −10 0 10 20 30 40 50 60 70 80 −90 −80 −70 −60 −50 −40 −30 −20 −10 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 −160 −140 −120 −100 −80 −60 −40 −20 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 −160 −140 −120 −100 −80 −60 −40 −20 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 Resolution: 0.5 deg lon/lat Version of May 2010 http://koeppen−geiger.vu−wien.ac.at Rubel, F., and M. Kottek, 2010: Observed and projected climate shifts 1901−2100 depicted by world maps of the Köppen−Geiger climate classification, Meteorol. Z., 19, 135− 141. DOI: 10.1127/0941−2948/2010/0430 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 14 Polar Tropical Equatorial - 12°C 27°C 27°C 109mm 1300mm 2479mm Árido ou Desértico 20°C 102mm BRASIL: Tropical Equatorial Semi-árido Temperado Temperado 5°C 575mm Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 15 Climas no Brasil Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 16 Rio de Janeiro • Cwb: clima temperado úmido, sem estação seca, com inverno seco e verão temperado (temperatura média do mês mais quente TEMPERATURA A energia radiante que atinge a superfície terrestre, é destinada a alguns processos físicos e, dentre esses, um (convecção) está relacionado ao aquecimento do ar e outro (condução) ao aquecimento do solo. Estes processos são responsáveis pelas variações de temperatura nesses meios. “A temperatura é um índice que expressa a quantidade de calor sensível de um corpo”. 24 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior O regime térmico de um solo é determinado pelo aquecimento de sua superfície pela radiação solar e pelo transporte de calor sensível ao seu interior, pelo processo de condução. TEMPERATURA DO SOLO A variação da temperatura do solo ao longo do dia e da profundidade pode ser estudada a partir da elaboração de perfis de variação da temperatura (tautócronas). 25 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior A temperatura do ar é um dos efeitos mais importantes da radiação solar. O aquecimento da atmosfera próxima à superfície terrestre ocorre principalmente por transporte de calor, a partir do aquecimento da superfície pelos raios solares. O transporte de calor sensível (H) na atmosfera se dá por 2 processos: 1. condução molecular e 2. difusão turbulenta. TEMPERATURA DO AR 26 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 27 • Processo rápido de troca de energia, em que parcelas de ar aquecidas pela superfície entram em movimento convectivo desordenado, transportando calor (H), vapor, etc, para camadas superiores da atmosfera. • Processo lento de troca de H, ocorrendo pelo contato entre as moléculas de ar. • Esse processo tem extensão espacial limitada, ficando restrito à camada limite superficial. 1. Condução Molecular 2. Difusão Turbulenta Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior VARIAÇÃO DA TEMPERATURA DO AR Variação Diária Variação Mensal 28 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior O padrão para a medida da temperatura do ar visa homogeneizar as condições de medida. As medições são feitas com sensores instalados em um abrigo meteorológico, de 1,5 a 2,0 m de altura e em área plana e gramada. MEDIÇÃO DA TEMPERATURA DO AR 29 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior CÁLCULO DA TEMPERATURA MÉDIA DO AR Estação convencional: INMET: Estação termopluviométrica: Estação automática: 30 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Umidade: conteúdo de água em uma substância ou material. 31 Umidade do ar: água misturada de forma homogêna no estado gasoso com o ar. Limite de absorção è saturação (ponto de orvalho) Ar absorve água e atinge ponto de saturação para formar: neblina, chuvisco, gotas de água è Temperatura + Região + Estação do Ano Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior UMIDADE DO AR • A umidade do ar diz respeito à quantidade de vapor de água contido na atmosfera. • Apesar de sua baixa concentração (máximo de 4%), o vapor de água é um constituinte atmosférico importantíssimo por interferir na distribuição da temperatura: - participa ativamente dos processos de absorção e emissão de calor sensível pela atmosfera; - atua como veículo de energia ao transferir calor latente de evaporação, de uma região para outra, o qual é liberado como calor sensível, quando o vapor se condensa. 32 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior ÍNDICES DE UMIDADE DO AR Pressão de vapor de água: • Baseada na Lei de Dalton das pressões parciais. • Pressão exercida pela massa real de vapor de água existente na atmosfera. • Representada pelo símbolo ea 33 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Pressão de saturação de vapor de água: • Baseada na Lei dos Gases Ideais. • A quantidade e a saturação de vapor de água são função da temperatura ambiente. • Pela equação de Tentes: ou Pressão de saturação do vapor da água no ar em função da temperatura do ar. A = 610,8 Pa (p/ resultados em Pa) A = 0,6108 Kpa (p/ resultados em Kpa) A = 4,58 mmHg (p/ resultados em mmHg) Temperatura T dada em °C 34 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Umidade Absoluta (UA): relação entre a massa total de vapor de água (mv) pelo volume de ar que o contém (V). Pela equação dos gases ideais: Mv: massa molar R: constante universal dos gases perfeitos Umidade de Saturação (US): relação entre a massa total de vapor de água (mv) na saturação pelo volume de ar que o contém (V). ÍNDICES DE UMIDADE DO AR 35 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Umidade relativa do ar: razão entre o conteúdo real de umidade de uma amostra de ar e a quantidade de umidade que o mesmo volume pode conservar sob mesma temperatura e pressão quando saturado. (%) 36 Para o vapor de água no ar: Para ea em kPa, MV = 18, 015 g.mol-1, R = 8,31x10-3 kPa.m-3 .mol-1.K-1, T em oC, tem-se: (g.m-3) (g.m-3) Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior ESTIMATIVA DA UMIDADE DO AR Psicrômetro: Constituído de dois termômetros, um com bulbo seco (Ts) e outro com o bulbo envolto em uma gaze sempre umedecida (Tu), que perde água a uma taxa dependente da concentração de vapor de água no ar. Quanto maior a diferença de temperatura entre os termômetros, mais distante a concentração de vapor no ar está da saturação, ou seja, a UR está baixa. 37 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 38 • Com a T do bulbo úmido, pela equação: ESTIMATIVA DA UMIDADE DO AR A = 610,8 Pa (p/ resultados em Pa) A = 0,6108 Kpa (p/ resultados em Kpa) A = 4,58mmHg (p/ resultados em mmHg) Temperatura T dada em °C Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 39 • Pela Equação Psicrométrica ea = esu – γ.P.(TS-TU) (KPa) P é a pressão atm (kPa), Ts e Tu são as temperaturas dos bulbos seco e úmido (oC), esu é a tensão de saturação de vapor (es) para Tu e γ é a constante psicrométrica (0,00067 oC-1 para psicrômetros ventilados e 0,0008 oC-1 para psicrômetros não ventilados). Déficit de Pressão de Vapor (DPV): DPV = es - ea Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Variação da Umidade Atmosférica 40 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior 41 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Sensores Capacitivos • Utilizados em estações meteorológicas automáticas. • Constitui-se de um filme de polímero, que absorve vapor de água do ar alterando a capacitância de um circuito ativo. ESTIMATIVA DA UMIDADE DO AR 42 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior • Denomina-se pressão atmosférica (p) o peso exercido por uma coluna de ar, com secção reta de área unitária, que se encontra acima do observador, em um dado instante e local. • Fisicamente, representa o peso que a atmosfera exerce por unidade de área. • O estudo da pressão atmosférica é muito importante, bastando lembrar que, sendo o ar um fluido, sua tendência é se movimentar em direção às áreas onde há menor pressão atmosférica. PRESSÃO ATMOSFÉRICA 1 mb = 1 hPa = 0,75006 mmHg. 43 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior VENTO • Vento é o movimento do ar em relação à superfície terrestre. • A intensidade e a direção dos ventos são determinados pela variação espacial do balanço de energia na superfície terrestre, que causa variações no campo de pressão atmosférica, gerando os ventos. • Em adição, o vento auxilia na remoção do vapor de água do ar próximo à superfície para outras regiões 44 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior • A velocidade do vento é uma grandeza vetorial, em que se mede normalmente parâmetros de sua componente horizontal (m.s-1 ou km.h-1). • A direção do vento é o ponto cardeal de onde vem o vento.No Brasil, são adotadas oito direções: N, NE, E, SE, S, SW, W, NW. • Nas estações meteorológicas, a velocidade do vento é medida por anemômetros, a altura padronizada de 10 m. VENTO 45 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior • O sol é a fonte primária de toda a energia disponível aos processos naturais, ocorrentes na superfície da Terra, cerca de 99,97% da energia necessária aos processos físicos no sistema Terra-atmosfera são provenientes do Sol. • Como a fontede energia do ciclo hidrológico também é o Sol, os conhecimentos sobre o balanço energético no sistema Terra-atmosfera é indispensável no estudo do ciclo hidrológico global. RADIAÇÃO SOLAR E BALANÇO DE RADIAÇÃO 46 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Energia Eletromagnética: Energia radiante que se propaga no vácuo à velocidade da luz (3x108m.s-1). Espectro Eletromagnético: Conjunto de comp. de onda/freqüência ordenados de forma seqüencial. RADIAÇÃO SOLAR E BALANÇO DE RADIAÇÃO Intervalos do E.E.M. com características similares. 47 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior MÉDIA GLOBAL DE FLUXOS DE ENERGIA NA ATMOSFERA DA TERRA 48 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior em que, Rn é o saldo de radiação (W.m-2), Q é a radiação global, Qr é a radiação solar refletida, Qa é a radiação emitida pela atmosfera e Qs é a radiação emitida pela superfície. Q Q aQ r Q s SALDO DE RADIAÇÃO À SUPERFÍCIE 49 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Latitude Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 10oN 11,6 11,8 12,1 12,4 12,6 12,7 12,6 12,4 12,2 11,9 11,7 11,5 8oN 11,7 11,9 12,1 12,3 12,5 12,6 12,5 12,4 12,2 12,0 11,8 11,6 6oN 11,8 11,9 12,1 12,3 12,4 12,5 12,4 12,3 12,2 12,0 11,9 11,7 4oN 11,9 12,0 12,1 12,2 12,3 12,4 12,3 12,2 12,0 12,0 11,9 11,9 2oN 12,0 12,0 12,1 12,2 12,2 12,2 12,2 12,2 12,1 12,1 12,0 12,0 Equador 12,1 12,1 12,1 12,1 12,1 12,1 12,1 12,1 12,1 12,1 12,1 12,2 2oS 12,2 12,1 12,1 12,1 12,0 12,0 12,0 12,0 12,1 12,1 12,2 12,2 4oS 12,3 12,2 12,1 12,0 11,9 11,8 11,9 12,0 12,1 12,2 12,3 12,4 6oS 12,4 12,3 12,1 12,0 11,9 11,7 11,8 11,9 12,1 12,2 12,4 12,5 8oS 12,5 12,4 12,1 11,9 11,7 11,6 11,7 11,9 12,1 12,3 12,5 12,6 10oS 12,6 12,4 12,1 11,9 11,7 11,5 11,6 11,8 12,0 12,3 12,6 12,7 12oS 12,7 12,5 12,2 11,8 11,6 11,4 11,5 11,7 12,0 12,1 12,7 12,8 14oS 12,8 12,6 12,2 11,8 11,5 11,3 11,4 11,6 12,0 12,1 12,8 12,9 16oS 13,0 12,7 12,2 11,7 11,4 11,2 11,2 11,6 12,0 12,1 12,9 13,1 18oS 13,1 12,7 12,2 11,7 11,3 11,1 11,1 11,5 12,0 12,5 13,0 13,2 20oS 13,2 12,8 12,2 11,6 11,2 10,9 11,0 11,4 12,0 12,5 13,2 13,3 22oS 13,4 12,8 12,2 11,6 11,1 10,8 10,9 11,3 12,0 12,6 13,2 13,5 24oS 13,5 12,9 12,3 11,5 10,9 10,7 10,8 11,2 11,9 12,6 13,3 13,6 26oS 13,6 12,9 12,3 11,5 10,8 10,5 10,7 11,2 11,9 12,7 13,4 13,8 28oS 13,7 13,0 12,3 11,4 10,7 10,4 10,6 11,1 11,5 12,0 12,5 13,0 30oS 13,9 13,1 12,3 11,4 10,6 10,3 10,4 11,0 11,9 12,8 13,6 14,1 Dados interpolados da Tabela meteorológica de Smithsonian. 6a edição. 1951 - Quadro 171 Tabela 4.6. Duração máxima da insolação diária (N), em horas, nos meses e latitude de 10ºN a 40ºS. Os valores correspondem ao 15º dia de cada mês. Tabela 4.5. Radiação solar diária no topo da atmosfera (cal/cm2dia) Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior Superfície % superfície % superfície % Concreto 22 grama 24 sorgo 20 solo escuro seco 14 batata 20 algodão 21 solo escuro úmido 8 beterraba 26 tomate 23 asfalto 7 cevada 24 abacaxi 15 areia branca 37 trigo 24 floresta conífera 5 - 15 neve recém caída 82 feijão 24 floresta folhosa 10 - 20 neve velha 57 milho 20 campos naturais 3 - 15 Água 5 Fumo 22 Cidades 14 - 18 Tabela 4.7. Albedo de diversas superfícies. SALDO DE RADIAÇÃO À SUPERFÍCIE 51 Hidrologia Prof. Alfredo Akira Ohnuma Júnior ! http://www.caastro.hpg.ig.com.br/composicao.htm ! http://www.inmet.gov.br/html/rede_obs.php ! KOBIYAMA, M. Apostila da disciplina Hidrologia e Climatologia. Florianópolis: UFSC/CTC/ENS/LabHidro. ! Moreira, M. A. 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