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Conteudista: Prof.ª M.ª Rossana Soares de Almeida
Revisão Textual: Prof.ª Esp. Lorena Garcia Aragão de Souza
 
Objetivos da Unidade:
Compreender sobre as atribuições do farmacêutico;
Entender sobre a regulamentação e as funções dos Conselhos Regionais e Federais;
Estabelecer as prioridades relacionadas ao âmbito farmacêutico;
Conhecer sobre as resoluções referentes ao âmbito profissional;
Correlacionar os princípios da ética e as atribuições dos Conselho Federal de Farmácia (CFF) e Conselho Regional de Farmácia (CRF).
˨ Material Teórico
˨ Material Complementar
˨ Referências
Atribuições do Farmacêutico
Introdução
A Ética profissional:
A Lei 3.820/1960 estabelece a criação dos Conselhos com a função de “zelar pela fiel observância dos princípios da ética e da disciplina da classe
dos que exercem atividades profissionais farmacêuticas do país” (BRASIL, 1960, n. p.).
Através dessa Lei fica estabelecido o compromisso dos Conselhos em “zelar pela saúde pública, promovendo a assistência farmacêutica”
(BRASIL, 1960, n. p.), apontando algumas das responsabilidades para os profissionais farmacêuticos:
Poder Disciplinar
O poder disciplinar é considerado a justificativa legal para que o CRF possa repreender e punir formal e disciplinarmente todos os profissionais
registrados e que cometam alguma penalidade diante de suas atividades profissionais; a Lei 3.820/1960 regulamenta todo esse processo.
Além da repreensão e do julgamento, os Conselhos estão autorizados, a partir da Lei 3.820/1960 a indicar os recursos cabíveis, com forma, prazo
e efeito.
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˨ Material Teórico
Indispensável a inscrição no CRF para que o profissional desempenhe regularmente a
profissão;
As empresas que atuam em atividades relacionadas à Farmácia precisam ser registradas;
Precisarão, impreterivelmente, ser registrados tanto os profissionais responsáveis técnicos por essas empresas, quanto
aqueles que forem, eventualmente, contratados.
- BRASIL, 1960
“Artigo 28 – O poder de punir disciplinarmente compete, com exclusividade, ao Conselho Regional em que o faltoso estiver
inscrito ao tempo do fato punível em que incorreu.
Artigo 29 – A jurisdição disciplinar, estabelecida no artigo anterior, não derroga a jurisdição comum, quando o fato
constitua crime punido em lei.”
A Responsabilidade Solidária
Resolução 711/2021 do CFF – Capítulo I: 
“Art. 4º –Todos os inscritos respondem individualmente ou, de forma solidária (responsabilidade solidária), na forma da lei, ainda que por
omissão, pelos atos que praticarem, autorizarem ou delegarem no exercício da profissão” (BRASIL, 2021, n. p).
A História do Ensino Farmacêutico
Começa com o curso superior, nos dias atuais mais conhecido como graduação, em Ciências Farmacêuticas. Terminado o curso, o profissional
deve se inscrever como farmacêutico no Conselho Regional de Farmácia, instituição essa que atribui o título aos futuros profissionais
farmacêuticos. Segue-se então a busca por uma especialização, que é uma formação complementar, dentro da área que seja de interesse. A
duração das especializações são variáveis, sendo de no mínimo quatro anos. A especialização é feita em uma área de intercessão, em sequência à
busca de uma formação continuada e é monitorada por um farmacêutico especialista. Ao final, um título é obtido, com agregação no Colégio
dessas especialidades, na Ordem dos Farmacêuticos. As especialidades, atualmente, oferecidas são: Análises Clínicas, Farmácia Hospitalar,
Indústria Farmacêutica, Farmácia Comunitária e Assuntos Regulamentares. No decorrer da vida profissional, para que o título seja mantido, o
farmacêutico precisa, além do diploma regularizado, executar cursos de formação contínua que o atualizem diante do cenário da área. Tais
atualizações permitirão a revalidação da carteira profissional.
O Ensino Farmacêutico no Brasil
- BRASIL, 1960
Lei 3820/1960;
Código de Ética Farmacêutica, Código de Processo Ético – Resolução 711/2021 do CFF;
Infrações e regras de aplicação das sanções disciplinares – Resolução 711/2021 do CFF;
Comissão de ética do CRF-ES.
“Artigo 30 – As penalidades disciplinares serão as seguintes:
I – ADVERTÊNCIA ou CENSURA;
II – MULTA de 1 (um) a 3 (três) salários-mínimos regionais (elevados ao dobro no caso de reincidência);
III – SUSPENSÃO de 3 (três) meses a 1(um) ano;
IV – ELIMINAÇÃO.
§ 1º – A deliberação do Conselho precederá, sempre, audiência do acusado, sendo-lhe dado defensor, se não for encontrado
ou se deixar o processo à revelia.
§ 2º – Da imposição de qualquer penalidade caberá recurso, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da ciência, para o
Conselho Federal, sem efeito suspensivo, salvo nos casos dos números III e IV deste artigo, em que o efeito será
suspensivo.”
O ensino teve início em 1832, pela Faculdade de Medicina e Cirurgia. Em 1956, o farmacêutico Júlio Fernando Flávio é nomeado responsável
técnico de seu laboratório de análises clínicas. Entre 1962 e 1969 surgem as modificações mais importantes referentes às grades curriculares do
curso; o CFF aprovou o Parecer 268/1962, fixando um novo currículo de Farmácia, que em uma primeira etapa formava o farmacêutico e em uma
segunda, formava o farmacêutico-bioquímico.
Tabela 1 – Grade curricular do curso de Farmácia de 1832
Período Disciplinas
1º Física médica, botânica médica e princípios elementares de zoologia.
2° 
Botânica médica e princípios elementares de zoologia, química médica e princípios
elementares de mineralogia.
3° 
Botânica médica e princípios elementares de zoologia; matéria médica,
especialmente a brasileira; farmácia e arte de formular. 
Reformas dos Anos 1920
O ensino foi remodelado através de três grandes mudanças: 1901 – Reforma de Epitácio Pessoa, reduzindo o tempo do curso de Farmácia para
dois anos; 1911 – Reforma de Rivadávia Correa, estendeu a duração do curso para três anos; 1925 – Reforma de Rocha Vaz, o curso passou a ter
quatro anos, com uma variação maior de conteúdos e linhas de pesquisa, disciplinas com temas direcionados para a produção industrial de
medicamentos, análises microbiológicas e a legislação farmacêutica. A Segunda Guerra Mundial trouxe uma maior comercialização de
medicamentos industrializados e, consequentemente, um maior compromisso do governo com a saúde da sociedade; as fórmulas manipuladas
ganharam destaque e isso possibilitou ao profissional farmacêutico o atendimento individualizado em detrimento ao arcaico boticário.
Figura 1 – Uma botica 
Fonte: Wikimedia Commons
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ACESSE
Tabela 2 – Currículo do curso de Farmácia em 1925
Período Disciplinas
Leitura 
Da Botica para a Farmácia: Entenda a Evolução da Área Farmacêutica 
O artigo conta a história da evolução do espaço utilizado pelos farmacêuticos, desde a botica.
https://multivix.edu.br/blog/entenda-a-evolucao-da-area-farmaceutica/
Período Disciplinas
1°
Física, química geral e mineral; botânica geral e sistemática aplicada à
farmácia.
2° 
Química orgânica e biológica; zoologia geral e parasitologia; farmácia
galênica.
3º Microbiologia; química analítica, e farmacognosia. 
4º 
Biologia geral e fisiologia; química toxicológica e bromatológica, higiene e
legislação farmacêutica, e farmácia química. 
A Lei 4.024, de 20 de dezembro de 1961, define as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Em 1962, uma nova reformulação foi feita, e o
currículo foi reestruturado para formação de um profissional habilitado para exames laboratoriais e indústria farmacêutica. 
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ACESSE
Em 1965, O então ministro da educação propôs ao CFE a extinção do curso de Farmácia, e sugeriu que este fosse feito em escolas de Química, pois
concluiu que tantas vertentes dentro do mesmo curso, evidenciadas na reforma de 1962, acabaram por fracionar o conhecimento.
- BRASIL, 1962
Leitura 
Diretrizes Curriculares: mais uma Reforma? 
Uma breve discussão sobre as reformas curriculares e a influência das diretrizes em todos os processos.
“Não basta ao
Brasil de nossos dias a figura tradicional do farmacêutico encarregado da Farmácia comercial. Torna-se
imperioso preparar os cientistas e os técnicos capazes de dirigir e fazer prosperar uma indústria farmacêutica que faturou
cinquenta bilhões de cruzeiros em 1961.”
https://cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/88/artigo.pdf
Figura 2 – Formação dos farmacêuticos bioquímicos de 1969
Mesmo assim, esse currículo continuou até o fim dos anos 1960. O Parecer 287/1969 foi uma nova reformulação curricular, que criou ciclos
dentro do curso, que seriam finalizados em duas habilitações, bioquímica ou industrial.
Tabela 3 – Currículo de 1969
Objetivo Ano Disciplinas
Tronco comum 1º e 2º
Química Analítica, Química orgânica,
Bioquímica, Física, Botânica
Anatomia, Fisiologia, Parasitologia,
Microbiologia, Farmacognosia.
Conclusão do curso de
farmacêutico
3º
Farmacotécnica, Química Farmacêutica, Economia
Farmacêutica, Higiene e Saúde Pública e
Deontologia e Legislação.
Farmacêutico-bioquímico
Matemática e Estatística, Físico-Química, Química
Orgânica, Química Analítica, Radioquímica e
Bioquímica.
Objetivo Ano Disciplinas
Indústria de alimentos e
farmacêutica/Controle de
medicamentos e análise de
alimentos; 
Química terapêutica; 
Laboratório de saúde pública.
4º
Tecnologia Geral, Bromatologia, Tecnologia dos
Alimentos;
Tecnologia Farmacêutica, Economia
Farmacêutica e Microbiologia e Enzimologia
Industriais;
Análise Bromatológica Controle Químico e
Biológico de Medicamentos;
Química Farmacêutica, Fitoquímica,
Farmacodinâmica, Quimioterapia experimental
e Toxicologia;
Química Legal e Toxicológica, Química
Bromatológica, Exames Parasitológicos,
Microbiológicos e Hematológicos.
Farmacêutico Generalista
As novas Diretrizes Curriculares 2002 – DCN (resolução CNE/CES 02/2002) propõem uma revolucionária e atual formação para o novo
profissional farmacêutico, com base em uma formação que direcione o farmacêutico a ser um profissional da saúde e atuante no Sistema Único
de Saúde (SUS). As novas diretrizes propõem a promoção de habilidades mais generalistas, humanistas, com competência crítica para colocar
em prática sua função social, agindo nas áreas da atenção à saúde, com qualidade científica, colaborando, também, com uma Política Nacional de
Assistência Farmacêutica. 
O currículo mínimo, de então vigência, visava garantir a uniformidade de conteúdos presentes nas disciplinas, objetivando sempre a
padronização da formação profissional, o que tornava as grades invariáveis e imutáveis. Com a nova LDB (Leis de Diretrizes Básicas) e o advento
das Diretrizes Curriculares, e a implementação do currículo integrado, que objetivava a formação “generalista”, se extingue a rigidez anterior, e
as IES (Instituição de Ensino Superior) passam a ter um papel decisivo na constituição de seus currículos, na composição da carga horária das
disciplinas e nas unidades de estudos a serem ministrados. Esse estímulo a um currículo mais flexível atende melhor a outras atribuições
desenvolvidas que não estejam vinculadas à sala de aula, mas que são de mesma importância; a implementação das atividades complementares; o
trabalho de conclusão de curso e os estágios, que contemplam 20% da carga horária total. Além disso, a nova estruturação do curso desatrela o
profissional de uma formação totalmente tecnicista, baseada em dados técnicos e teóricos, e traz o profissional para uma formação mais
humanística, mais voltada para a ação social, formando educandos para a vida e não simplesmente para o mercado de trabalho.
Vale relembrar que a aprovação das Diretrizes Curriculares foi antecedida de amplas consultas e aprofundadas discussões. As argumentações que
marcaram os debates se baseiam na necessidade do atendimento ao mercado de trabalho, seguida da busca por um profissional atualizado em
todas as vertentes. As argumentações, dessa vez, foram as mesmas levantadas nas reformas anteriores: um grupo propugnando a permanência
da divisão curricular e outro, postulando a implantação de um currículo único, com enfoque “generalista”, capaz de garantir aos graduandos as
conquistas corporativas alcançadas pela profissão (CECY, 2011). 
As Novas Diretrizes Curriculares obedeceram às recomendações do próprio Conselho Nacional de Educação que, no Parecer 776/1997, diz que:
O currículo integrado gera uma formação básica mais sólida, e esse educando estará preparado para enfrentar os desafios que, certamente, o
acompanharão na busca pela experiência do exercício profissional. A formação generalista objetiva uma formação inteligente e prática que vai
permitir aos futuros profissionais o enfrentamento às rápidas transformações do mundo científico e tecnológico.
Entretanto, as instituições de ensino precisam se manter atentas a essas transformações, para que consigam, de forma coerente, atualizar seus
projetos pedagógicos, seguindo com austeridade as orientações contidas no Parecer CNE 1.300/2001 e na Resolução CNE/CES 2/2002, que
definem o perfil multiprofissional e multidisciplinar, e estabelecem as competências e habilidades necessárias para o exercício da profissão
farmacêutica: atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, e educação permanente (CECY,
2011). 
Algumas das áreas de atuação do farmacêutico generalista:
- BRASIL, 1997 apud CECY, 2011, p. 54 
Acupuntura: depois de realizar o curso específico de formação em acupuntura, adequadamente
habilitado, o profissional poderá atuar e realizar essa prática de acordo com as normas
estabelecidas pela legislação;
Administração de laboratório clínico: nas análises clínicas, o farmacêutico pode gerenciar um laboratório. No Brasil, existem
mais de 5,5 mil laboratórios dos quais os proprietários são farmacêuticos;
Administração farmacêutica: desenvolve o uso correto do medicamento;
Administração hospitalar: no decorrer de sua carreira, esse profissional possui conhecimentos sobre saúde pública,
economia, administração, entre outros, o que o torna apto para administrar um hospital;
Análises clínicas: além de gerenciar laboratórios, o farmacêutico possui conhecimentos em hematologia clínica, bioquímica,
morfologia celular e outros, para o exercício dessa função;
Assistência domiciliar em equipes multidisciplinares: parte da assistência farmacêutica, na qual temos o profissional
realizando serviços de Saúde da Família;
Atendimento pré-hospitalar de urgência e emergência: em serviços de emergência, a atuação do farmacêutico pode evitar
mortes, de forma que esse profissional, devidamente orientado pelo médico, prestará o auxílio medicamentoso necessário;
Auditoria farmacêutica: verifica se a indústria, farmácia, o laboratório etc. estão dentro das normas exigidas pela legislação;
Bacteriologia clínica: detecta bactérias através de meios de cultura, identifica e faz laudos sobre os achados;
Banco de cordão umbilical: utilização das células-tronco do cordão umbilical, importante para pacientes que necessitam de
medula óssea;
Banco de leite humano: o farmacêutico atua nas técnicas de conservação e testes laboratorias em bancos de leite;
Banco de sangue: coleta, transportes e testes realizados no sangue, para sua posterior utilização;
“Devem incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro graduado possa vir a superar os desafios de
renovadas condições do exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo variados tipos de formação e
habilitações diferenciadas em um mesmo programa.”
Banco de sêmen: conservação e testes da bioquímica do sêmen;
Banco de órgãos: conservação, testes bioquímicos e outras análises;
Biofarmácia: estudos de bioequivalência e correlacionar a farmacocinética com a eficácia terapêutica;
Biologia molecular;
Bioquímica clínica: pode realizar a bioquímica do sangue, hemograma, bioquímica da urina e outros;
Biotecnologia;
Bromatologia: analisa a qualidade dos alimentos e desenvolve produtos mais nutritivos e saudáveis;
Citologia clínica:
estudo das células na clínica; observa se as células apresentam alguma anormalidade morfológica;
Citoquímica: estuda os processos químicos que ocorrem nas células;
Controle de qualidade e tratamento de água, potabilidade e controle ambiental: nas indústrias a qualidade da água é um fator
essencial para a qualidade dos produtos, como exemplo, podemos citar os injetáveis;
Controle de vetores e pragas urbanas: nessa área o farmacêutico estabelece uma rotina para exterminar uma praga urbana;
Engenharia Biomédica;
Engenharia cosmética (cosmetologia): estudo dos cosméticos, formas de preparo, avaliação química, desenvolvimento,
controle de qualidade etc;
Engenharia Farmacêutica;
Exames de DNA;
Farmacêutico na análise físico-química do solo;
Farmácia antroposófica;
Farmácia clínica;
Farmácia comunitária: nos postos de saúde, nas clínicas médicas, entre outros;
Farmácia de dispensação;
Fracionamento de medicamentos: vital para a economia e utilização racional do medicamento;
Farmácia dermatológica: elabora e dispensa cosméticos para serem utilizados na pele;
Farmácia homeopática: dispensa e orienta sobre produtos homeopáticos;
Farmácia hospitalar: é a farmácia com função de atender pacientes internados ou de emergência, em que os cuidados e as
restrições são especiais;
Farmácia industrial: produção de medicamentos, alimentos humanos e animais;
Farmácia magistral: manipulação de fórmulas;
Farmácia nuclear (radiofarmácia): manipulação de radiofármacos utilizados para diagnóstico de câncer ou no seu tratamento;
Farmácia oncológica: produtos específicos para pessoas afetadas pelo câncer;
Farmácia pública: farmácias dos governos federal, estaduais e municipais;
Farmácia veterinária: Produtos específicos para animais;
Farmácia-escola;
Farmacocinética clínica: doseamento de fármacos no plasma humano, sendo ferramenta para avaliar a eficácia ou toxicidade
em pacientes hospitalizados.
Farmacoepidemiologia: controle de pragas e vetores de doenças;
Fitoterapia: manipulação de medicamentos fitoterápicos na cura de doenças;
Gases e misturas de uso terapêutico: manipulação de substâncias gasosas. Alguns desses gases são usados na anestesia;
Genética humana: estudos realizados na maioria das vezes por meio de técnicas moleculares;
Gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde: o farmacêutico cuida dos materiais descartados com atenção especial, para
evitar a contaminação do meio ambiente;
Hematologia clínica: bioquímica do sangue solicitada pelos médicos para auxílio na investigação de doenças;
Hemoterapia: atuação em banco de sangue;
Histoquímica: análise química dos tecidos;
Imunoquímica;
Imunogenética;
Histocompatibilidade;
Imunologia clínica: testes imunológicos reclamados pela clínica médica;
Imunologia;
Meio ambiente, segurança no trabalho, saúde ocupacional e responsabilidade social;
Micologia clínica: diagnóstico laboratorial de fungos e leveduras;
Microbiologia clínica: diagnóstico laboratorial de patógenos;
Nutrição parenteral;
Parasitologia clínica: identifica parasitas em amostras de fezes;
Perfusão Extracorpórea;
No setor público:
Saneantes Domissanitários;
Saúde Estética: constituem-se atividades do farmacêutico em estabelecimentos de saúde estética;
Saúde pública: em farmácias de postos de saúde, hospitais, ambulatórios. Assim como na prevenção de doenças;
Toxicologia clínica;
Toxicologia ambiental: estuda a contaminação tóxica de ambientes;
Toxicologia de alimentos: realiza testes bromatológicos, determina quantidades viáveis de constituintes para alimentos etc;
Toxicologia desportiva: busca desvendar casos de doping ou uso abusivo de substâncias por atletas;
Toxicologia farmacêutica: estuda as relações tóxicas de medicamentos e fármacos no organismo humano ou animal;
Toxicologia forense: investigação de overdoses, mortes por decorrência de produtos químicos, além de diversas outras
análises;
Toxicologia ocupacional: estuda a toxicologia dos trabalhadores e seu lugar de trabalho;
Toxicologia veterinária: estuda as substâncias tóxicas que afetam os animais, assim como sua alimentação;
Vigilância sanitária: fiscalização de estabelecimentos que devem seguir normas da vigilância sanitária do País;
Virologia clínica: detecção e identificação de vírus causadores de doença.
Militar;
Fiscal sanitário;
Auditor em saúde;
Perito criminal;
Universidades Federais e Estatuais;
Hospitais;
Postos de Saúde.
Leitura 
Os Desafios da Educação Farmacêutica no Brasil 
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ACESSE
Em outubro de 2017, uma reformulação aconteceu, evidenciando a formação do farmacêutico em três eixos:
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ACESSE
A distribuição do tempo de teoria de estudo deverá ser 50% no eixo 1, 40% no eixo 2 e 10% no eixo 3; para o tempo em atividades de estágio,
deverá ser 60% relacionado à assistência farmacêutica, aos fármacos e aos medicamentos, 30% em análises clínicas e 10% em especificidades
regionais. Dessa forma, consagram-se os conceitos de assistência farmacêutica e atenção farmacêutica. A ênfase na assistência farmacêutica
gera profissionais capazes de tratar, com todas as etapas do ciclo do medicamento antes da administração pelo paciente: pesquisa,
desenvolvimento, formulação, qualidade, acondicionamento, deslocamento, disposição e separação, difusão de informações e educação
continuada para profissionais da saúde e pacientes. Já a atenção farmacêutica envolve a relação do farmacêutico com o paciente, visando
informações de utilização medicamentosa racional, incluindo: atendimento farmacêutico (interação farmacêutico-paciente), fornecimento de
medicamentos (dispensação), acompanhamento da farmacoterapia e intervenção farmacoterapêutica (BRASIL, 2017).
O artigo descreve sobre os desafios e a evolução  dos cursos de Farmácia, dentro do cenário brasileiro.
Cuidados com Saúde
Tecnologia e Inovação em Saúde;
Gestão em Saúde. 
Leitura 
Diretrizes Curriculares – Dez Anos 
O texto descreve sobre as principais diretrizes, quais foram, quando aconteceram, e o que mudou.
https://www.cff.org.br/userfiles/file/noticias/Os%20Desafios%20da%20Educa%c3%a7%c3%a3o%20Farmac%c3%aautica%20no%20Brasil.pdf
http://farmaceuticos.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/130/053a060_boletim_abenfarbio.pdf
Figura 3 – Medicamento fora da embalagem 
Fonte: Getty Images
Núcleo das disciplinas específicas que envolvem a formação do profissional farmacêutico, sob as novas diretrizes:
Disciplinas básicas sob as novas Diretrizes Curriculares Nacionais brasileiras:
Prática farmacêutica: assistência farmacêutica e atenção farmacêutica,
farmacoepidemiologia, farmacoeconomia, farmacovigilância;
Compreensão do mecanismo de ação de fármacos: química farmacêutica, química medicinal, farmacognosia e farmacologia;
Tecnologia Farmacêutica: formulação, forma farmacêutica, produção industrial e magistral (manipulação).
Ciências biomédicas básicas a aplicadas: anatomia humana, embriologia humana, histologia,
genética, fisiologia, imunologia geral e clínica, patologia, microbiologia geral e clínica,
micologia, virologia, hematologia clínica, parasitologia geral e clínica, biofísica, botânica,
biologia molecular, contemplando as bases moleculares e celulares, a organização estrutural
de protistas, fungos e vegetais de interesse farmacêutico, os processos fisiológicos, patológicos
e fisiopatológicos da estrutura e da função dos tecidos, dos órgãos, dos sistemas e dos
aparelhos, e o estudo de agentes infecciosos e parasitários, dos fatores de risco e de proteção
para o desenvolvimento de doenças, aplicadas à prática, dentro dos ciclos de vida (CAMPESE,
2005).
A Profissão vai Além do Balcão
Estabelecer quais são as responsabilidades de um farmacêutico no ambiente de trabalho, vai além de pequenas definições, já que as funções
preestabelecidas a esse profissional dentro do sistema de saúde são amplamente diversificadas. O responsável por uma farmácia ou drogaria
exerce diversas funções, desenvolvendo tarefas e
atribuições em demasia, relacionadas a atividades clínicas e não clínicas. De acordo com o
relatório “Perfil do Farmacêutico no Brasil”, publicado pelo Conselho Federal de Farmácia, 64.1% dos profissionais registrados e atuantes estão
no gerenciamento de atribuições que envolvam controle de estoque, gestão e compra de medicamentos; 89.6% na dispensação, e no que se
refere a atribuições em atividades clínicas, 27% prescrevem e 17.8% estão na assistência farmacêutica (SERAFIN; CORREIA JÚNIOR; VARGAS,
2015).
Uma das descrições mais completas e atuais pode ser encontrada nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Farmácia, publicada pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), em 19 de outubro de 2017.
O profissional farmacêutico é um profissional vinculado à saúde, com instrução voltada para os fármacos e na assistência farmacêutica,
complementariamente com formação, também, em análises clínicas e toxicológicas e ênfase em cosméticos e alimentos, contudo,
independentemente da área de atuação, o propósito desse profisisonal é o cuidado com a saúde do indivíduo, da família e da comunidade.
Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS (1997), em publicação “papel do farmacêutico no sistema de atenção à saúde”, as sete
qualidades do farmacêutico são apresentadas a seguir:
Um bom farmacêutico precisa estar com seu registro atualizado e estar, também, devidamente cadastrado na Agência Nacional de Vigilância
Sanitária – ANVISA, Vigilância Sanitária Municipal e no Conselho Regional de Farmácia – CRF.
Ciências da saúde: epidemiologia, higiene social, saúde coletiva, contemplando o campo da saúde coletiva, a organização e a
gestão de pessoas, de serviços e do sistema de saúde, programas e indicadores de qualidade e segurança dos serviços, políticas
de saúde, legislação sanitária, bem como epidemiologia, comunicação, educação em saúde, práticas integrativas e
complementares, que considerem a determinação social do processo saúde-doença (CAMPESE, 2005).
Ciências exatas básicas: estatística, química geral, química orgânica, química inorgânica, química analítica qualitativa e
quantitativa, análise orgânica, química farmacêutica, matemática aplicada à farmácia, físico-química, contemplando os
campos das ciências químicas, físicas, matemáticas, estatísticas e de tecnologia de informação, que compreendem seus
domínios teóricos e práticos, aplicados às ciências farmacêuticas (CAMPESE, 2005).
Ciências humanas e sociais aplicadas: administração/economia, deontologia/legislação farmacêutica, gestão de empresas
farmacêuticas, ética e bioética, integrando a compreensão dos determinantes sociais da saúde, que consideram os fatores
sociais, econômicos, políticos, culturais, de gênero e de orientação sexual, étnico-raciais, psicológicos e comportamentais,
ambientais, do processo saúde-doença do indivíduo e da população (CAMPESE, 2005).
Prestador de serviços farmacêuticos em uma equipe de saúde;
Capaz de tomar decisões;
Comunicador;
Líder;
Gerente;
Permanentemente atualizado;
Educador.
Figura 4 – Pílulas azuis 
Fonte: Getty Images
Atividades Destinadas à Profissão Farmacêutica
Não clínicas:
Compra, monitoramento e supervisão, de todo medicamento e demais produtos:
supervisão, controle, orientação na demanda; quantidade, venda e compra de
medicamentos; todas são funções atribuídas ao profissional farmacêutico e precisam ser
documentadas dentro de critérios de qualificação dos fornecedores, para garantia da
qualidade dos produtos manipulados;
Fracionamento de medicamentos: o fracionamento promove o uso racional de
medicamentos, já que facilita a administração, pois o medicamento é vendido na
quantidade exata. O profissional pode fazê-lo, desde que o estabelecimento esteja
licenciado pela Vigilância Sanitária, obedecendo ao disposto na RDC Anvisa 80/2006.
Manipulação;
Intercambialidade: é uma função de exclusividade do farmacêutico, podendo este autorizar
a substituição do medicamento de referência pelo genérico. Quando feita, a
responsabilidade do farmacêutico, além de autorizar, é indicar, prescrever, datar e assinar,
de acordo com a lei vigente;
Realização de exame físico do medicamento: um dos problemas mais comuns relacionados
ao medicamento depois da utilização, é no ato da dispensação. De acordo a OMS, a retirada
do medicamento errado do estoque, rotulagem, ou embalagem inadequada, ou inexistente e
contagem e composição inadequadas são os maiores obstáculos à garantia de qualidade do
medicamento. O farmacêutico também tem essa função de garantir que o medicamento
chegue ao paciente de forma correta e com todas as características químicas e físicas
mantidas;
Manual de boas práticas de dispensação: a elaboração, atualização e revisão desse
documento é de responsabilidade do profissional farmacêutico;
Procedimentos operacionais padrão: também é de responsabilidade do farmacêutico a
elaboração, implantação e supervisão dos POPs;
Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS: documento elaborado
exclusivamente pelo farmacêutico responsável. De acordo a Resolução Conama 358/2005 e
a RDC Anvisa 306/2004, todo estabelecimento deve possuir um PGRSS, pois é responsável
pelo resíduo desde a sua geração até o seu correto descarte;
Treinamento e capacitação de funcionários: todo e qualquer tipo de treinamento feito
dentro da farmácia ou drogaria é de responsabilidade ou supervisão do profissional
farmacêutico. Os treinamentos vão desde os princípios de Boas Práticas Farmacêuticas em
Farmácias e Drogarias, POPs dos estabelecimentos, bem como higiene, saúde, conduta e
elementos básicos em microbiologia, relevantes para a manutenção dos padrões de limpeza
ambiental e da qualidade dos produtos e serviços;
Documentos legais: todos os documentos que regularizam a farmácia ou drogaria devem
ser de conhecimento do farmacêutico, bem como sua atualização e utilização no ato da
inspeção.
Figura 5 – Fracionamento de medicamentos 
Fonte: Getty Images
- BRASIL, 2013
Clínicas (Segundo a Resolução do Conselho Federal de Farmácia – CFF – 585): o Conselho Federal de Farmácia (CFF), no uso
de suas atribuições legais e regimentais previstas na Lei 3.820, de 11 de novembro 1960, e considerando o disposto no artigo
5º, inciso XIII, da Constituição Federal, que outorga liberdade de exercício, trabalho ou profissão, desde que atendidas as
qualificações que a lei estabelecer; considerando que o CFF, no âmbito de sua área específica de atuação e como entidade de
profissão regulamentada, exerce atividade típica de Estado, nos termos do artigo 5º, inciso XIII; artigo 21, inciso XXIV e artigo
22, inciso XVI, todos da Constituição Federal. A resolução 585 de 29 de agosto de 2013, ementa: Regulamenta as atribuições
clínicas do farmacêutico e dá outras providências. A resolução regulamenta as atribuições clínicas que o profissional
“Clínicas (segundo a Resolução do Conselho Federal de Farmácia – CFF – 585): O Conselho Federal de Farmácia (CFF), no
uso de suas atribuições legais e regimentais previstas na Lei 3.820, de 11 de novembro 1960, e considerando o disposto no
artigo 5º, inciso XIII, da Constituição Federal, que outorga liberdade de exercício, trabalho ou profissão, desde que atendidas
as qualificações que a lei estabelecer; considerando que o CFF, no âmbito de sua área específica de atuação e como entidade
de profissão regulamentada, exerce atividade típica de Estado, nos termos do artigo 5º, inciso XIII; artigo 21, inciso XXIV e
artigo 22, inciso XVI, todos da Constituição Federal. A resolução 585 de 29 de agosto de 2013, ementa: Regulamenta as
atribuições clínicas do farmacêutico e dá outras providências. A resolução regulamenta as atribuições clínicas que o
profissional farmacêutico assume, e que constituem os direitos e as responsabilidades desse profissional no que concerne à
sua atuação.”
farmacêutico assume, e que constituem os direitos e as responsabilidades desse profissional no que concerne à sua atuação.
O crescimento das atividades clínicas de responsabilidade do farmacêutico aconteceu em
resposta à ocorrência da transição demográfica e epidemiológica sofrida pela sociedade. A
morbimortalidade elevada e relacionada às doenças, os agravos relacionados à transmissão e a
necessidade de uma nova atuação por parte da farmacoterapia repercutiram de forma decisiva
no papel do novo farmacêutico. A sociedade exigia dos profissionais da saúde mais dedicação e
responsabilidades diante do novo cenário que se estabelecia. As novas atribuições vinculadas
ao novo profissional farmacêutico visam à promoção e à reconstituição da saúde,
estabelecendo uma relação de cautela, prevenção e prudência com o paciente. Colaborando
para que o paciente faça a administração do medicamento através das vias e doses adequadas e
de forma segura. São funções e atribuições do farmacêutico clínico:
Estabelecer e conduzir uma relação de cuidado centrada no paciente;
Desenvolver, em colaboração com os demais membros da equipe de saúde, ações para a
promoção, proteção e recuperação da saúde, e a prevenção de doenças e de outros
problemas de saúde;
Participar do planejamento e da avaliação da farmacoterapia, para que o paciente utilize de
forma segura os medicamentos de que necessita, em doses, frequência, horários, vias de
administração e duração adequados, contribuindo para que ele tenha condições de realizar
o tratamento e alcançar os objetivos terapêuticos;
Analisar a prescrição de medicamentos quanto aos aspectos legais e técnicos;
Realizar intervenções farmacêuticas e emitir parecer farmacêutico a outros membros da
equipe de saúde, com o propósito de auxiliar na seleção, adição, substituição, ajuste ou
interrupção da farmacoterapia do paciente;
Prover a consulta farmacêutica em consultório farmacêutico ou em outro ambiente
adequado, que garanta a privacidade do atendimento; 
Fazer a anamnese farmacêutica, bem como verificar sinais e sintomas, com o propósito de
prover cuidado ao paciente;
Prevenir, identificar, avaliar e intervir nos incidentes relacionados aos medicamentos e a
outros problemas relacionados à farmacoterapia;
Identificar, avaliar e intervir nas interações medicamentosas indesejadas e clinicamente
significantes.
Em Síntese 
Os cursos de graduação são o caminho único e legítimo para que um profissional alcance uma carreira de
sucesso. Os cursos de farmácia surgiram em 1832, no Brasil, e a partir daí diversas alterações nas bases
curriculares foram feitas. Hoje, existe um currículo com bases sólidas, passível de atualizações e de
cumprir os pré-requisitos para formar profissionais que atuem em diferentes áreas, mantendo a
qualificação profissional e atendendo ao mercado de trabalho. As Reformas se tornam importantes, pois é
através delas que a curricularização pode ser debatida e atualizada. A reforma dos anos 1920 deu início a
esse processo, em seguida, 1961, com a definição das Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Em 1969, o
Parecer 287/1969 estabelece mais uma reforma. Em 2002, as novas DCNs definem um novo perfil para o
profissional, totalmente voltado para área da saúde e com funções cada vez mais direcionadas para o bem-
estar comunitário. As diretrizes oficialmente publicadas em 2002 trazem duas situações inovadoras,
estabelecem que o diploma a ser conferido ao egresso será de farmacêutico e que a formação terá caráter
“generalista”; resoluções que acabaram por atender antigos anseios da profissão, pois permitiram a
recuperação da denominação original do profissional farmacêutico e simplificaram uma subdivisão
curricular que, nos tempos atuais, já não se justifica mais. A reformulação de 2017, também, deixa marcas
bem direcionais no sentido da concretização do curso e das novas vertentes às quais esse curso atenderá. 
Hoje, a curricularização mais atual tem DCNs atualizadas e voltadas para a formação de um profissional
que se envolva cada vez mais com a comunidade, de um profissional que cumpra seu papel no sistema de
atenção à saúde; prestador de serviços farmacêuticos, comunicador, líder e educador. Um profissional com
competências que conduzam e direcionem a vertentes que se aproximam cada vez mais da relação com o
público. Além da formação, a documentação necessária para a atuação do profissional farmacêutico deve
estar regularizada, os registros devem conter cadastros na Agência Nacional de Vigilância Sanitária –
Anvisa, Vigilância Sanitária Municipal e no Conselho Regional de Farmácia – CRF. A profissão do
farmacêutico tem tomado direcionamentos variados, em que o profissional, após o recebimento do seu
diploma, pode se estabelecer em diversas áreas de atuação, atividades clínicas, como compra, estoque,
fracionamento, manipulação e até a intercambialidade de medicamentos; todas são funções exercidas por
farmacêuticos. Além das atividades não clínicas, existem, também, as clínicas, que competem a esses
profissionais um contato de maior responsabilidade com o paciente. Planejamento farmacológico,
prescrição e intervenções farmacêuticas são algumas das funções dos farmacêuticos com atividades
clínicas.
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
  Site  
Leis, Resoluções e Portarias 
Páginas com as principais leis e resoluções do Conselho Federal de Farmácia e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
  Vídeo  
Lei Nº 3.820/1960 – Conselho Federal e Conselhos Regionais de Farmácia 
Saiba quais são os pontos mais importantes da Lei 3.820/1960, assunto muito cobrado nos concursos do Conselho Federal e Conselhos
Regionais de Farmácia.
2 / 3
˨ Material Complementar
Lei nº 3.820/1960 | Conselho Federal e Conselhos Regionais de Farmácia
https://bit.ly/3CFOwvn
https://www.youtube.com/watch?v=3AJjRUN-o_0
  Leitura  
Atribuições Clínicas do Farmacêutico 
Uma descrição sobre o surgimento das responsabilidades clínicas do farmacêutico, as atribuições, atividades e os serviços.
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
Resolução Nº 711, de 30 Julho de 2021 
Dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica, o Código de Processo Ético e estabelece as infrações e as regras de aplicação das sanções
disciplinares.
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
O Ensino de Farmácia no Sul do Brasil: Preparando Farmacêuticos para o Sistema Único de
Saúde 
Uma descrição sobre a curricularização do curso de farmácia, suas reformas e seus pontos de destaque.
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
Perfil da Assistência Farmacêutica na Atenção Primária do Sistema Único de Saúde 
O artigo a seguir descreve uma análise da assistência farmacêutica como parte do sistema de atenção primária à saúde.
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
https://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/carreira-farmaceutica/1521-atribuicoes-clinicas-do-farmaceutico.html
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-711-de-30-julho-de-2021-337525053
http://old.scielo.br/pdf/tes/v14n1/1981-7746-tes-14-01-0077.pdf
https://bit.ly/3fzotwt
BISSON, M. P. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. 2. ed. Barueri: Manole, 2007.
BRASIL. Decreto nº 20.377, de 8 de setembro de 1931. Aprova a regulamentação do exercício da profissão farmacêutica no Brasil. Diário Oficial da
União, Brasília, DF, 1931. n. p. Disponível em: . Acesso em: 30/05/2022.
________. Lei nº 3.820, de 11 de novembro de 1960. Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia, e dá outras providências.
Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1960. n. p. Disponível em: . Acesso em: 30/05/2022.
________. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. Disponível
em: . Acesso em: 30/05/2022.
________. Parecer nº 776, de 3 de
dezembro de 1997. Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 1997. n. p. Disponível em: . Acesso em: 30/05/2022.
________. Conselho nacional de educação/câmara de educação superior. Resolução CNE/CES 2, de 19 de fevereiro de 2002. Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Farmácia. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2002. n. p. Disponível em:
. Acesso
em: 30/05/2022.
________. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 585 de 29 de agosto de 2013. Regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico e dá
outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2013. n. p. Disponível em: .
Acesso em: 30/05/2022.
________. Ministério da Educação/Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior. Resolução nº 6, de 19 de outubro de 2017.
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Farmácia e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF,
2017. n. p. Disponível em: . Acesso em: 30/05/2022.
________. Resolução nº 711, de 30 de julho de 2021. Dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica, o Código de Processo Ético e estabelece as
infrações e as regras de aplicação das sanções disciplinares. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2021. n. p. Disponível em:
. Acesso em: 30/05/2022.
CAMPESE, M. Ensino Farmacêutico no Brasil: do currículo mínimo às Diretrizes Nacionais Curriculares. 2005. 116f. Monografia Especialização
em Infecção Hospitalar) – Universidade Estadual de Londrina, Paraná, 2005.
CECY, C. Diretrizes curriculares: mais uma reforma? Pharmacia Brasileira, Brasília, n. 38, p. 27, 2003. Disponível em:
. Acesso em: 30/05/2022.
________. Diretrizes curriculares: dez anos. Pharmacia Brasileira, Brasília, n. 80, p. 53-60, 2011. Disponível em:
. Acesso em: 29/05/2022.
3 / 3
˨ Referências
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Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. Departamento de Apoio Técnico e Educação Permanente. Comissão Assessora de
Farmácia Hospitalar. Farmácia Hospitalar. 4. ed. São Paulo: Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo, 2019. Disponível em:
. Acesso em: 27/05/2022.
FERNANDES, Z. F. et al. Os desafios da educação farmacêutica no Brasil. 1. ed. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, 2008. Disponível em:
. Acesso em: 30/05/2022.
ORGANIZATIÓN Mundial de la Salud. Asamblea Mundial de la Salud, 50., 1997.
SERAFIN, C.; CORREIA JÚNIOR, D.; VARGAS, M. Perfil do farmacêutico no Brasil: relatório. 1. ed. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, 2015.
Disponível em: . Acesso em:
30/05/2022.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE FARMÁCIA HOSPITALAR. Padrões mínimos para farmácia hospitalar e serviços de saúde. 3. ed. São Paulo: Sociedade
Brasileira de Farmácia Hospitalar, 2017. Disponível em: . Acesso em: 30/05/2022.

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