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12458
2011
FL-PP-12458
Sistemas agroflorestais na paisagem florestal: desafios científicos,
tecnológicos e de políticas para integrar benefícios locais e globais
Comissão Organizadora
Coordenação Geral
Presidente: Osvaldo Ryohei Kato (EMBRAPA)
Vice-Presidente: Gladys Ferreira de Sousa (SBSAF)
Secretária Executiva: Selma Toyoko Ohashi (UFRA)
Paulo Julius da Silva Neto (CEPLAC)
Coordenação Científica
Roberto Porra (ICRAF)
Milton Kanashiro (EMBRAPA)
Maria do Socorro Gonçalves Ferreira (EMBRAPA)
Leila Sobral Sampaio (UFRA)
Gladys Ferreira de Sousa (SBSAF)
Membros Coordenação Científica
Selma Toyoko Ohashi (UFRA)
Lucieta Guerreiro Martorano (EMBRAPA)
Paulo Július da Silva Neto (CEPLAC)
Alfredo Kingo Oyama Homma (EMBRAPA)
Débora Veiga de Aragão (EMBRAPA)
Luis Mauro Silva (UFPA)
Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo (EMBRAPA)
Maria das Graça Pires Sablayrolles. (UFPA)
Márcia Mascarenhas Grise ( EMBRAPA)
Rosana Quaresma Maneschy (UFPA)
Marcelo Cunha (ICRAF)
Coordenação Executiva
Gladys Ferreira Sousa (SBSAF)
Paulo Julius da Silva Neto ( CEPLAC)
Selma Toyoko Ohashi (UFRA)
Osvaldo Ryohei Kato (EMBRAPA)
Ivan Crespo (UFPR)
Membros Coordenação Executiva
Anna Christina Roffé Borges (EMBRAPA)
Maurício Kadooka Shimizu (EMBRAPA)
Lucieta Guerreiro Marttorano (EMBRAPA)
Amintas de Oliveira Bradão (CEPLAC)
Coordenação Logística
Vinicius Kurumoto (EMBRAPA)
Lucieta Guerreiro Marttorano (EMBRAPA)
Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo (EMBRAPA)
Anna Christina Roffé Borges (EMBRAPA)
Mauricio Kadooka Shimizu (EMBRAPA)
Anna Karina Almeida (EMBRAPA)
Membros Coordenação Logística
Vladimir Bonfim (EMBRAPA)
Gustavo Resque (EMBRAPA)
Jaime Carvalho (EMBRAPA)
Edna Maria Sodré da Silva(EMBRAPA)
Ana Helena Felipe Ribeiro (EMBRAPA)
Grimoaldo Bandeira Matos (EMBRAPA)
Paulo R. Farias (EMBRAPA)
Lucilda Maria Sousa de Matos (EMBRAPA)
Heliana Maria Costa de Souza (EMBRAPA)
Paulo Edson Negrão (EMBRAPA)
Paulo Augusto Lobato (EMATER)
Luciana Mota (Embrapa)
Waldir Silva (UFRA)
Ivanilza de Jesus Oliveira (CEPLAC)
José de Souza Brígido (CEPLAC)
Josie Helen Oliveira Ferreira (ASDCONO)
Henrique Miranda (EMBRAPA)
Francisco Wataru Sakaguchi (CAMTA)
Ivan Saiki (CAMTA)
Michinori Konagano (SEMAGRI - Tomé-Açu)
Pedro Araujo (APEPA)
Hortência Ozaki (Produtora Rural)
Carlos Alberto Corrêa (CEPLAC)
Tecio Nirlando (EMATER - UDB)
Noemi Vianna Martins Leão (EMBRAPA)
Silvio Brienza Junior (EMBRAPA)
Elizabeth Santos Cordeiro Shimizu (EMBRAPA)
Coordenação de Comunicação Social
Ana Laura Lima (EMBRAPA)
Adriane Saturi (UFRA)
José Souza Brígido (CEPLAC)
Paulo Alves (ICRAF)
Ivanilza de Jesus Oliveira (CEPLAC)
Sabrina Gaspar (EMBRAPA)
Coordenação de Captação de Recursos
Lucieta Guerreiro Marttorano (EMBRAPA)
Mauricio Kadooka Shimizu (EMBRAPA)
Anna Christina Roffé Borges (EMBRAPA)
Lucilda Maria Sousa de Matos (EMBRAPA) .
Selma Toyoko Ohashi (UFRA)
Paulo Julius Neto (CEPLAC)
Gladys Ferreira de Sousa (SBSAF)
Osvaldo Ryohei Kato (EMBRAPA)
Coordenação estudantil
Programa de Educação Tutorial da UFRA
PET Florestal: Kênia Samara Mourão Santos
PET Agronomia: Diego Correa Sodré
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Apresentação
o VIII Congresso Brasileiro de Sistemas Agrofiorestais (VIII CBSAF) tem como tema: "Sistemas Agrofiorestais
na Paisagem Florestal: Desafios Científicos, Tecnológicos e de Políticas para Integrar Benefícios Locais e Globais", no
contexto do Ano Internacional de Florestas.
o Estado do Pará foi escolhido pela sua importância estratégica no desenvolvimento de Sistemas Agrofiorestais
(SAFs) para a Amazônia e o país. Serão enfocados temas como: a importância dos SAFs para benefícios locais como
geração de renda e segurança alimentar, para benefícios ambientais globais, assim como a necessidade de integração
de tecnologias, políticas e saberes para a recuperação fiorestal através de SAFs.
o Congresso oportunizará o debate sobre iniciativas que poderão servir como base para o desenvolvimento de es-
tratégias de produção sustentável que atendam às aspirações da sociedade brasileira. Especialistas com notório conhe-
cimento sobre os temas estarão reunidos, sendo certamente esta uma oportunidade ímpar para refiexões, troca de idéias
e disseminação de conhecimentos, buscando melhor estruturar o desenvolvimento e a promoção dos SAFs no país.
A programação científica do VIII CBSAF inclui a apresentação de quatro conferências, nove simpósios, nove ses-
sões temáticas, oito mini cursos, oito sessões para apresentação oral de trabalhos, 187 trabalhos a serem apresentados
em formato de pôster, seis visitas técnicas e lançamento de cinco livros. Esta programação está apresentada em deta-
Ihes neste Guia do Participante.
A comissão do CBSAF agradece especialmente a todos que contribuíram para a realização deste evento.
Osvaldo Ryohei Kato. Embrapa Amazônia Oriental
Presidente VIIICBSAF
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Informações Gerais
Credenciamento
o credenciamento no VIII CBSAF será realizado a partir das 07h30min do dia 21 de Novembro de 2011, no Centro de
Eventos Benedito Nunes. Todos os participantes deverão sempre utilizar o crachá. Não será permitida a entrada de pes-
soas sem identificação, inclusive nas áreas de exposição e circulação dentro do Centro de Eventos Benedito Nunes. A
inscrição no VIII CBSAF proporciona aos participantes:
~ CD dos Anais do evento.
~ Bolsa e pasta do evento, crachá de participação, bloco de anotações e programação impressa.
~ Coquetel de abertura do Congresso (21/11).
~ Tickets para almoço nos dias 22-24/11, no Espaço Recreativo Vadião.
~ Certificado de participação, entregue no dia 24 de Novembro, na secretaria do Evento, a partir das 14h.
~ Participação na programação técnica do VIII CBSAF incluindo conferências, simpósios, sessões temáticas, ses-
sões de apresentações orais de trabalhos.
Apresentações de Pôsteres
Os trabalhos selecionados para apresentação em pôster deverão estar fixados para exposição, do dia 22 ao 24, confor-
me a numeração indicada neste guia. Os autores deverão estar presentes no dia 22 de 16h30min às 18h30min, quando
será realizada a visitação aos pôsteres.
Apresentação Oral
As oito sessões com trabalhos selecionados para apresentação oral ocorrerão no dia 23, das 14h às 16h30min. Os
autores terão 15min para exposição oral seguida de 5min para questionamentos. Ao final das apresentações, serão
destinados 20 min para debate. Os autores deverão apresentar-se ao respectivo auditório com 1h hora de antendência
do início da sessão. A programação e local das sessões de apresentação oral estão descritos neste Guia.
Visitas Técnicas e Mini Cursos
As Visitas Técnicas e Mini cursos possuem inscrição em separado conforme orientações no site do evento. Portanto, o
acesso ao material e ao local destas atividades será restrito aos que se inscreveram nas mesmas. No entanto, havendo
disponibilidade de vagas, será possível adicionar tais atividades na ocasião do credenciamento para o Congresso.
Hotéis Credenciados
~ Hotel 5agres
Avenida Governador José Malcher, 2927 - Tel.: (91) 4005-0005
~ Hotel Regente
José Malcher, 485 -Tel.: (91) 3181-5000
~ Tulip Inn - Batista Campos
Presidente Pernambuco 116 - Tel.: (91) 3342-2121
~ Tulip Inn - Nazaré
Av. Nazeré 569 - Tel.: (91) 3321-7177
~ sott Inn - Batista Campos
Av. Braz de Aguiar, 612 - Tel.: (91) 3323-3400
~ Hotel Grão Pará
Av. Presidente Vargas, 718 - Tel.: (91) 3321-2121
~ Hotel Manacá
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Tv. Ouintino Bocaiúva, 1645 - Tel.: (91) 3222-9224
~ Hotel Formule 1
Av. José Bonifácio, 244 - TeI.: (91) 3202-7600
~ Hotel Danúbio
Tv. 1a Oueluz, 63 - Tel.: (91) 3228-2670
Transporte
Será disponibilizado transporte diário apenas para os palestrantes convidados.4
4
Programação L{)
Dia 2: 22/11
8h30min - 10h
Conferência 1: SAFs e a
provisão de serviços
ecossistêmicos para
alcançar benefícios
ambientais regionais e
globais (P.K. Nair-
Universidade da Florida)
Moderador: Robert P.
Miller (PNUD)
10h30min -13h
Simpósios
1.1: SAFs e geração de renda: perspectivas para
arranjos agroflorestais baseados em cultivos âncora
1.2: Caracterização e Potencial idades de Serviços
Ambientais / EcossistêmicosALTERNATIVAS EM AGRICULTURA SEM QUEIMA
Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo; Lucilda Maria Sousa de Matos; Osvaldo Ryohei Kato; Grimoaldo Ban-
deira de Matos; Maurício Kadooka Shimizu; Josiele Pantoja de Andrade; Anna Christina Monteiro Roffé Borges
40. MONITORAMENTO DE ABELHAS SILVESTRES (HYMENOPTERA: APOIDEA) EM SAFs COM DENDÊ
(E/aeis guineensis JACQ.) NO MUNiCíPIO DE TOMÉ-AÇU, PA
Diego Moreira de Figueiredo; Márcia Motta Maués; Talyanne do Socorro A. de Moura; Carlos Capela
41. MONITORAMENTO NUTRICIONAL DO DENDEZEIRO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Paulo César Teixeira; Wanderlei Antônio Alves Lima; Ronaldo Ribeiro Morais; Debora Cristina Castellani; Andresa
Cristina Silva
42. ANÁLISE DA SERAPILHEIRA EM SISTEMA AGROSSILVIPASTORIL E MONOCULTURA DE PASTO
Eliane Cristina Sampaio de Freitas; Sílvio Nolasco de Oliveira Neto; Dilermando Miranda da Fonseca; Márcia Vitó-
ria Santos; Vitor Diniz Machado; Josiane da Conceição Almeida
43. SISTEMAS AGROFLORESTAIS COMO ALTERNATIVA ECONÔMICA PARA RECUPERAÇÃO DE UMA
MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TURVO SUJO, ViÇOSA, MG.
Mariana Barbosa Vilar; Rodrigo Veríssimo Alves; Sílvio Nolasco de Oliveira Neto; Herly Carlos Teixeira Dias
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44. DESENVOLVIMENTO DE ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS SOB A COPA DE MONOCULTURA EXÓTICA
Carlos Cesar Ronquim; Mariana Gomes da Silva Cola
45. EFEITO DA ARBORIZAÇÃO DE PASTAGEM NA DISTRIBUiÇÃO DAS FEZES DE BOVINOS DE LEITE.
Gabriel Corrêa Kruschewsky; Paul Richard Momsen Miller; Vanderley Porfírio da Silva
46. ALTERAÇÕES OCORRIDAS EM CULTIVOS ARBORIZADOS DE CAFEEIRO CONILON
David Goronci Cocheto Junior; Marta dos Santos Freire Ricci; Fernanda Fátima Delgado de Almeida
47. AVALIAÇÃO DA DESRAMA ARTIFICIAL PRECOCE NO DESENVOLVIMENTO DE EUCALlPTO ESTABE-
LECIDO EM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA
Marcelo Muller; Wadson Rocha; Fausto Sobrinho; Carlos Martins; Alexandre Brighenti; Leonardo Calsavara; Mar-
celo Oliveira; Bruno Costa Oliveira
48. POTENCIAL DO GÊNERO SPONDIAS PARA COMPOR ARRANJOS AGROFLORESTAIS NO SEMIÁRIDO
BRASILEIRO
Marcelo Ribeiro Romano; Walter dos Santos Soares Filho; Rogério Ritzinger; Cristina de Fátima Machado
49. EFEITO DO SOMBREAMENTO NA PRODUTIVIDADE DE MILHO EM SISTEMAS AGROSSILVIPASTORIS
Rogério Perin; Jasiel Nunes Sousa; Ronaldo Ribeiro Moraes; Felipe Tonato; Raimundo Nonato Carvalho da Ro-
cha; José Roberto Antonio Fontes
50. ALTERAÇÕES NA DENSIDADE DO SOLO EM UM SISTEMA AGROSSILVIPASTORIL NA AMAZÔNIA
CENTRAL
Rogério Perin;Felipe Tonato; Jasiel Sousa; Gilvan Martins
51. AVALIAÇÃO DA AVIFAUNA EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS COM DENDÊ (E/aeis guianeensis) NO
MUNiCíPIO DE TOMÉ-AÇU (PA).
Thom, G.; Capela, C.; Kato, O. R.; Takamatsu, J. A.; Sugaya C.T.; Suzuki, E. K
52. DIAGNÓSTICO SÓCIOECONÔMICO E SISTEMAS DE USO DA TERRA DOS AGRICULTORES DA ILHA
DE SANTANA, AMAPÁ, BRASIL
João da Luz Freitas; Raullyan Borja Lima e Silva; Irenildo Costa da Silva
53. PLANEJAMENTO, IMPLANTAÇÃO E MONITORAMENTO DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM PRO-
PRIEDADES FAMILIARES NO RECÔNCAVO BAIANO
Célia M. F. dos S. Tavares; Jorge Raimundo Silva Silveira; Antônio Souza do Nascimento; lidos Parizotto; Gean
Carlos Capinan; Laize Milena de Souza e Souza
54. CONSTRUÇÃO PARTICIPATIVA DE INDICADORES ECOLÓGICOS PARA MONITORAMENTENTO DE
SAFS RECÉM IMPLANTADOS EM ASSENTAMENTOS RURAIS DO PONTAL DO PARANAPANEMA - SP
Otávio Gadiani Ferrarini; João Dagoberto dos Santos; Henrique Ferraz Campos; Germano de Freitas Chagas;
João Portella Sobral; Marcos Freitas Le Moal; lara Jaime de Pina; Ivan Zaros; Paulo Yoshio Kageyama
55. QUINTAIS URBANOS EM PIRACICABA-SP: POTENCIAL PARA A PRODUÇÃO ALIMENTAR
Maria Clara Novais Bernardes; Caio Hamamura; Cristiano Gustavo Vitorino; Frederico Domene; Gabriel Maurílio
Colombo de Freitas; Vanessa Aparecida Macedo Silva; Leonardo Coutinho Magnin; Flavio Bertin Gandara
56. PROPAGAÇÃO VEGETATIVA DE Nectandra sp ROL. EX ROTTB. ATRAVÉS DAS TÉCNICAS DE ESTA-
QUIA E MINIESTAQUIA
Adriana Aparecida de Queiroz Silva; Cláudia Moster; Márcia Aparecida Novaes Gomes
57. BENEFíCIOS GERADOS POR SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM UMA PROPRIEDADE NO NORDESTE
PARAENSE
Luiza A. G. Silva; Roselany Corrêa; Dalva M. Mota; Joenes A. G. Pereira
58. TAXA DE ACÚMULO DE MATÉRIA SECA E PROTEíNA BRUTA DE Brachiaria brizantha EM SISTEMA
SILVIPASTORIL COM SAMANEA TUBULOSA
Samuel Almeida da Luz;Tadário Kamel de Oliveira
59. DINÂMICA DE AMÔNIO E NITRATO NO SOLO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS SOB CULTIVO DE
DENDEZEIRO NA AMAZÔNIA ORIENTAL
Izabela Penha de Oliveira Santos; Steel Silva Vasconcelos; Osvaldo Ryohei Kato; Carlos José Capela Bispo;
Andresa Cristina da Silva
60. QUINTAIS AGROFLORESTAIS E SEGURANÇA ALIMENTAR DE AGRICULTORES FAMILIARES NO BAI-
XO IRITUIA, NORDESTE PARAENSE.
Silviane Batista Miranda; Osvaldo Ryohei Kato; Maria das Graças Pires Sablayrolles
61. DESEMPENHO DE ESPÉCIES ARBÓREAS IMPLANTADAS POR SEMEADURA DIRETA EM SISTEMAS
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AGROFLORESTAIS
Joel Henrique Cardoso; Isaías Costa Insaurriaga; Gustavo Crizel Gomes
62. ESTUDO DE POTENCIALlDADES DE AGROFLORESTA NO ASSENTAMENTO SANTA MARIA, PARANA-
CITV, PARANÁ.
Daniela Bernadete Calza; Priscila Facina Monnerat; Allan Francisco Ferreira
63. DESEMPENHO DE DUAS ESPÉCIES DE EUCALlPTO EM SISTEMA SILVIPASTORIL PLANTADAS NO
DELINEAMENTO DE RODAS DE NELDER
Rafael Pelloso de Carvalho; Alex Mareei Melotto; Valdemir Antônio Laura
64. AVALIAÇÃO DE CERCA VIVA DE GLlRICíDIA EM UNIDADE DE PRODUÇÃO FAMILIAR NO SUDESTE
DO PARÁ
Laura Angélica Ferreira Darnet ; Rosana Quaresma Maneschy Daniele Bastos Primo; Adson Jonnas Rocha Car-
valho; lamilly Ferreira Cunha
65. ESPÉCIES NATIVAS FLORESTAIS COM POTENCIAL PARA USO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS
COM COMPONENTE ANIMAL PARA A REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL
Alex Mareei Melotto; Rafael Pelloso de Carvalho; Valdemir Antônio Laura; Omar Daniel; Thais Cremon
66. ESPÉCIES FLORESTAIS EXÓTICAS INDICADAS PARA SISTEMAS AGROFLORESTAIS COM COMPO-
NENTE ANIMAL NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL
Rafael Pelloso de Carvalho; Alex Mareei Melotto; Valdemir Antônio Laura; Omar Daniel; Laércio Couto
67. DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA PARA EXTRAÇÃO DE BEBIDA DOS FRUTOS DA PALMEIRA
GERIVÁ (Syagrus romanzoffiana (CHAM.)
Flora Goudel ; Paul Richard Momsen Miller ; Clésio Henrique Cardoso; Gabriel Pinheiro
68. ESPÉCIES ADUBADEIRAS COMO FONTE DE NUTRIENTES PARA O CULTIVO DE DENDÊ (E/aeis guine-
ensis) EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS, TOMÉ-AÇU (PA).
Débora Castellani; Andresa Silva; Carlos Capela; Wanderlei Lima; Paulo Teixeira; Osvaldo Kato; Steel Vasconce-
los; Claudio Sugaya; Ernesto Suzuki; Jailson Takamatsu
69. AÇAí, TRANSFERÊNCIAS DE RENDA E MUDANÇA NA ESTRUTURA DE RENDA DAS FAMíLIAS DO
ESTUÁRIO AMAZÔNICO
Oriana de Almeida; Sérgio de Medeiros Rivero; Ellen Amaral; Brenda Cirillo; Angela Carvalho; Thiago Castelo;
Sahji Thomas; Dimitri Queiroz
70. AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO INICIAL DO ABACATEIRO EM SISTEMA AGROFLORESTAL NO AS-
SENTAMENTO BELO HORIZONTE I, SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA, PA
Tatiane Pereira Guimarães; Rosana Quaresma Maneschy ; IImaione Keiza de Souza Oliveira Karolinny Carneiro
Guerra Costa; Albinei Araujo de Castro
71. AVALIAÇÃO DA SOBREVIVÊNCIA E PERFILHAMENTO DE PROGÊNIESDA BACABI (Oenocarpus ma-
pora KASTEN) CULTIVADAS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Antônia Benedita da Silva Bronze; Milton Guilherme da Costa Mota; Meirivalda do Socorro Ferreira Redig; Eleo-
nora Brasil Duarte; Joel Correa de Souza; Allan Klynger da Silva Lobato
72. TEORES DE FÓSFORO E POTÁSSIO NA PARTE AÉREA DE Brachiaria brizantha EM SISTEMA SILVI-
PASTORIL COM SAMANEA TUBULOSA
Samuel Almeida da Luz ;Tadário Kamel de Oliveira
73. PRODUÇÃO DE RAíZES DE MANDIOCA EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS SEQÜENCIAIS SUBMETI-
DOS A DIFERENTES MANEJOS DE ADUBAÇÕES VERDE E FERTILIZANTES NO NORDESTE PARAENSE
Osvaldo Ryohei Kato ; Mauricio Kadooka Shimizu; Anna Christina Monteiro Roffé Borges
74. ANÁLISE DE CRESCIMENTO DE PROGÊNIES DA BACABI (Oenocarpus mapora KASTEN) EM SISTE-
MAS AGROFLORESTAIS
Antônia Benedita da Silva Bronze; Milton Guilherme da Costa Mota; Maria do Socorro Padilha de Oliveira; Meiri-
valda do Socorro Ferreira Redig; Eleonora Brasil Duarte;Alessandra Epifanio Rodrigues
75. AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL PARA O PEQUENO PRODUTOR RURAL
NO ESTADO DO PARÁ
H.T.C. Cunha;O.T Almeida
76. LEVANTAMENTO DE ESPÉCIES POTENCIAIS PARA UTILIZAÇÃO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS
EM UMA FLORESTA SECUNDÁRIA, NO MUNiCíPIO DE MOJU-PA
Lorrana Souza Cardoso; Paulo de Tarso Eremita da Silva; Rodrigo Silva do Vale; Walter Vellasco Duarte Silvestre;
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Rodrigo de Souza Barbosa
tt. PRODUÇÃO DE SERAPILHEIRA FOLlAR E APORTE DE NUTRIENTES POR ESPÉCIE ARBÓREA DA
CAATINGA COM POTENCIAL PARA SISTEMAS AGROFLORESTAIS
José Augusto da Silva Santana
78. CRESCIMENTO DO PAU MULATO (Ca/ycophy/lum spruceanum BENTH) EM SISTEMAS AGROFLORES-
TAIS DE VÁRZEA DO ESTUÁRIO AMAZÔNICO
Núbia Tathiane Furtado Castilho; Marcelino Carneiro Guedes; Danielle Miranda de Souza Rodrigues; Silas Mo-
chiutti
79. DESENVOLVIMENTO DE ARARIBÁ (Centr%bium tomentosum) EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA
REGIÃO CENTRAL DO RIO GRANDE DO SUL
Peter Wimmer; Flávia Durgante
80. PRODUÇÃO DE MUDAS DE Carapaguianensis AUBL. EM DIFERENTES TAMANHOS DE RECIPIENTES,
PARA USO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Aureny Maria Pereira Lunz ; Marcelo Luan Costa Machado; Francisco de Sales; Dayse de Souza Aragão
81. LEVANTAMENTO DE FITONEMATÓIDES ASSOCIADOS A CUPUAÇUZEIRO EM SISTEMAS AGROFLO-
RESTAIS NO IFPA-CAMPUS CASTANHAL
Thais Larissa Soares da Silva; Priscila de Souza Pereira Rollo; Karina de Sousa Leão; Rosana Cardoso Rodrigues
82. ROÇADOS AGROFLORESTAIS SUCESSIONAIS ENTRE POVOS INDíGENAS: OS KULlNA DO ALTO RIO
ENVIRA, ACRE .
Moacir Haverroth Null
83. A PRODUÇÃO DE FORRAGEM EM ÁREAS DE CAíVA COM ERVAIS NATIVOS EM FUNÇÃO DA CORRE-
çÃO DO SOLO COM CINZA CALCíTICA E FOSFATO NATURAL
Antonio Machado; Ana Hanisch; Gilcimar Vogt; Edison Almeida; Alvadi Balbinot Junior
84. DESENVOLVIMENTO DE Eucalipto urograndis EM CULTIVO MISTO COM ACACIA MANGIUM EM SISTE-
MA AGROSSILVIPASTORIL
Vitor Diniz Machado; Márcia Vitória Santos; Matheus Sampaio Carneiro Barreto; Dilermando Miranda da Fonseca
; Sílvio Nolasco Oliveira Neto; Ivan Wendling; Leonardo Gomes Borges
85. COMPOSiÇÃO FLORíSTICA E POTENCIAL DAS ESPÉCIES LENHOSAS DA MATA DE GALERIA DO
CÓRREGO CABEÇA-DE-VEADO (DF) PARA USO EM SAFs
Takumã Machado Scarponi Cruz; José Roberto Rodrigues Pinto; Daniel Rodrigues Oliveira
86. DIVERSIDADE VEGETAL DOS QUINTAIS AGROFLORESTAIS NA AMAZÔNIA
Carolina latesta Domenico ; Débora Cristina Castellani; Carlos Capela
87. ASPECTOS BIOMÉTRICOS DE SEMENTES DE PARICÁ (Schiz%bium parahyba VAR. amazonicum
(HUBER EX DUCKE) BARNEBV.) UTILIZADAS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS (SAFs)
Noemi Leão; Elizabeth Shimizu; Sérgio Felipe; Carina Silva; Lilian Vanessa Barbosa
88. MANEJO SUCESSIONAL AGROFLORESTAL EM UM QUINTAL METROPOLITANO SOMBREADO POR
Cecropia pachystachya TRÉCUL
Marco Túlio da Silva Ferreira ; Luíza Fonseca Amorim de Paula ; Laura Barroso Gomes; Túlio Batittucci Jorge ;
Mariana Augsten
89. ESPÉCIES FLORESTAIS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS DE REFLORESTAMENTO NA COMUNIDA-
DE SANTA LUZIA, TOMÉ-AÇu/PA: POTENCIALlDADE E USO DA MADEIRA
Fabíola de Oliveira da Silva; Rosa Helena Ribeiro dos Santos; Talles Henrique Dias Corecha
90. AVALIAÇÃO FISIOLÓGICA E SANITÁRIA DE DIFERENTES LOTES DE SEMENTES DE PARICÁ (Schizo-
/obium parahyba VAR. amazonicum (HUBER EX DUCKE) BARNEBV) UTILIZADA EM SAF
Noemi Leão; Lilian Vanessa Barbosa; Ruth Benchimol; Carina Silva; Sérgio Felipe; Elizabeth Shimizu
91. PROJETO AGROFLORESTAS NO RIO GRANDE DO SUL: UMA ANÁLISE DO CONTEXTO SOCIOAM-
BIENTAL E DE IMPLANTAÇÃO
Gabriela Coelho-de-Souza; Mateus Mello; Mosés Luz; Moro Simone; Marcos Abrahão; Guilherme Reich; Marcus
Mouzer; Rodrigo Cossio; José Morinico; Ariel Gonçalves; Adroaldo Oliveira; Luis Ramos; Alana Casagrande; Alex
Corrêa; Marcelo Ritter; Guilherme Fuhr; Ricardo Mello; Lisiane Brolese; Gustavo Ayres; Rafaela Printes; Rumi
Kubo; Mario Gerber; Fabio Dai Soglio
92. AVALIAÇÃO DO CAFEEIRO EM MONOCULTIVO E EM SISTEMA AGROFLORESTAL COM AÇAí E ANDI-
ROBA
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Aureny Maria Pereira Lunz ; Francisco de Sales; Ediu Carlos da Silva Junior; Romeu de Carvalho Andrade Neto;
Fernanda M. de Morais; Marcelo Luan Costa Machado
93. DESEMPENHO INICIAL DE TRÊS CLONES DE EUCALlPTO ESTABELECIDOS EM SISTEMA DE INTE-
GRAÇÃO LAVOURA, PECUÁRIA E FLORESTA
Leonardo Calsavara; Marcelo Muller; Alexandre Brighenti dos Santtos; Carlos Martins; Fausto Sobrinho; Wadson
da Rocha
94. CADERNO DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS:
DOIS ESTUDOS DE CASO PARA A CONSTRUÇÃO DE UM MODELO SIMPLIFICADO
Edgar Alves da Costa Jr. ; Terezinha J. F. Franca; Marli D. Mascarenhas Oliveira; Vara M. Chagas de Carvalho
; Ágata Cobos
95. AGRICULTOR FAMILIAR TRANSFORMA MONOCUL TIVO DEPENDENTE DE AGROTÓXICOS EM SISTE-
MA AGROFLORESTAL BIODIVERSIFICADO E ORGÂNICO
Edgar Alves da Costa Junior; Geraldo Xavier Oliveira
96. CRESCIMENTO DE CINCO ESPÉCIES NATIVAS EM SUCCESSÃO NATURAL NA AMAZÔNIA ORIENTAL
Aaron Joslin; Daniel Markewitz; Lawrence Morris; Oswaldo R. Kato; Ricardo Figueiredo; Francisco de Assis Oli-
veira
97. DESEMPENHO ECONÔMICO DO CULTIVO DE MANDIOCA CONSORCIADO COM FEIJÃO-CAUPI NO
SISTEMA DE PREPARO DE ÁREA COM CORTE E TRITURAÇÃO.
Mauricio Kadooka Shimizu ; Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo; Osvaldo Ryohei Kato; Anna Christina Mon-
teiro Roffé Borges
98. AVALIAÇÃO DO ESTILOSANTES EM SISTEMA SILVIPASTORIL EM UNIDADES DE PRODUÇÃO FAMI-
LIARES NO SUDESTE DO PARÁ
Laura Ferreira; Rosana Maneschy; Daniele Primo; Adson Jonnas Carvalho; lamilly Cunha
99. ANÁLISE PRELIMINAR DAS POTENCIALlDADES DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA GERAÇÃO DA
SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA AGRICULTURA FAMILIAR: ESTUDO DE CASO EM TRÊS
ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA DO DF E ENTORNO
Nayara dos Santos Moreira ; Carolina Rizzi Starr; Sabine Ruth Popov Cardoso; Helana Celia de Abreu Freitas;
Luciana Morais de Freitas
100. EFEITO DE DIFERENTES SUBSTRATOS E BENEFICIAMENTO DA SEMENTE NA GERMINAÇÃO DE
SEMENTES E CRESCIMENTO INICIAL DE PLÂNTULAS DE AÇAí (Euterpe oleraceae MART.)
Ediu Carlos da Silva Junior; Aureny Maria Pereira Lunz; Francisco de Sales; Luís Cláudio de Oliveira; Carla Maria
Bandeira Nery
101. AVALIAÇÃO DA INTENSIDADE DE DESRAMA ARTIFICIAL PRECOCE NO DESENVOLVIMENTO DE
EUCALlPTO ESTABELECIDO EM SISTEMA SILVIPASTORIL
M.D. Muller; W.S.D. Rocha; F. Souza Sobrinho; C.E. Martins; A.M. Brighenti; L.H.F.Calsavara; M.H.S. de Oli-
veira; B.L Costa Oliverira
102. CRESCIMENTO INICIAL DE Uncaria tomentosa EM FUNÇÃO DO NíVEL DE SOMBREAMENTO
Aureny Maria Pereira Lunz; Ediu Carlos da Silva Junior; Francisco de Sales; Luís Cláudio de Oliveira; Carla Maria
Bandeira Nery
103. COMPETiÇÃO POR ÁGUA EM UM SISTEMA AGROFLORESTAL DE SERINGUEIRA E CAFEEIRO
Ciro Abbud Righi; Marcos Silveira Bernardes; Aureny Maria Pereira Lunz; Carlos Rodrigues Pereira; Fabiana
Taveira de Camargo
104. PRODUÇÃO DE SERAPILHEIRA EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM TOMÉ-AÇU, AMAZÔNIA
ORIENTAL
T. Brancher; S. S. Vasconcelos; C. Capela; O. R. Kato
105. COMPARAÇÃO ECONÔMICA ENTRE SISTEMAS AGROFLORESTAIS E AGRICULTURA TRADICIONAL
EM ÁREAS ALTERADAS NO LAGO SAPUCUÁ, ORIXIMINÁ, PARÁ.
Alexander Farias Valente
106. CARACTERIZAÇÃO DE AGROFLORESTAS PERIURBANA NO MUNiCíPIO DE PARINTINS-AM
Luis Carlos Castro Roçoda; Silas Garcia A. de Sousa; Gladimir Rosas Hauradou; Eraldo Carvalho de Albuquerque
Eixo B. "SAFs e benefícios ambientais globais: clima, carbono, biodiversidade
e água"
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107. COMPORTAMENTO DE INDICADORES QUíMICOS DO SOLO SOB ALTERNATIVAS DE RECUPERA-
çÃO DA FERTILIDADE DO SOLO NO NORDESTE PARAENSE
Débora Veiga de Aragão; Cláudio José Reis de Carvalho; Osvaldo Ryohei Kato; Moisés Mourão Júnior
108. FAUNA EDÁFICA EM SISTEMA AGROFLORESTAL MULTIESTRATIFICADO EM RONDÔNIA, BRASIL
Fernando Luiz de Oliveira Corrêa; Ana Lucy Caproni; José Rodolfo Granha; Manfred Willy Müller
109. MINERALlZAÇÃO DE FÓSFORO ORGÂNICO EM SOLOS SOB LEGUMINOSAS FLORESTAIS EM SISTE-
MA SILVOPASTORIL NA REGIÃO NORTE FLUMINENSE
Daniele Aparecida Duarte Nunes; Ruthanna Isabelle Oliveira; Francisco Costa laia; Antonio Carlos da Gama-
-Rodrigues; Emanuela Forestieri da Gama-Rodrigues
110. PRODUÇÃO,ACÚMULO E NUTRIENTES DA SERAPILHEIRA DE LEGUMINOSAS ARBÓREAS EM SIS-
TEMA SILVOPASTORIL NA REGIÃO NORTE FLUMINENSE
Marlon Gomes da Costa; Francisco Costa laia; Antônio Carlos da Gama Rodrigues; Emanuela Forestieri da Gama
Rodrigues
111. EFEITO DO FOGO NA DIVERSIDADE E INFESTAÇÃO DA VEGETAÇÃO ESPONTÂNEA EM SISTEMAS
AGROFLORESTAIS DA REGIÃO BRAGANTINA, PARÁ.
Fabrízia de Oliveira Alvino Rayol; Breno Pinto Rayol; Manoela Ferreira Fernandes da Silva
112. SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA RECUPERAÇÃO DA FERTILIDADE DE SOLOS NO VALE DO RIBEI-
RA-SP
Francisca Alcivania de Meio Silva; Eduardo de Quadros; Laís de Oliveira Machado; Danilo Pereira Cáceres
113. ESTOQUES DE SERRAPILHEIRA EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS MULTIESTRATIFICADOS NO
VALE DO RIBEIRA - SP
Eduardo de Quadros; Francisca Alcivania de Meio Silva; Danilo Pereira Cáceres; Laís de Oliveira Machado
114. COMPOSiÇÃO FLORISTICA DE UNIDADES DEMONSTRATIVAS DE PERMACULTURA DE AGROFLO-
RESTAS PRODUTORAS DE ALIMENTO EM MANAUS - AM
Aldenir de Carvalho Caetano; João Araujo Soares; Renato Luiz Grisi Macedo
115. PRODUÇÃO AGROFLORESTAL DO SISTEMA SILVIAGRíCOLA DE EUCALlPTO COM MANDIOCA E
MAMONA
Wagner Massote Magalhães; Renato Luiz Grise Macedo; Nelson Venturin; Stella Vilas Boas Gonçalves; Ygoor
Yvaney Bessa Neves; Iberê Martí Moreira da Silva; Fábio Henrique Silva Floriano de Toledo
116. BIOMASSA EPíGIE E ESTOQUE DE CARBONO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS DE ASSENTADOS
EM ELDORADO DO CARAJÁS, PARÁ.
Loyanne Lima Feitosa; Luis Mauro Santos Silva
117. DIAGNÓSTICO DE ÁREAS DEGRADADAS COM POTENCIAL PARA RECUPERAÇÃO ATRAVÉS SISTE-
MAS AGROFLORESTAIS NA RESEX DO RIO GREGÓRIO
Nelson Felipe de Albuquerque Lins Neto; Michell Richard Blind; Cassiana Santos do Nascimento; Virgilio Mauricio
Viana
118. ATRIBUTOS FíSICOS DO SOLO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS SEQUENCIAIS NO MUNiCíPIO DE
IGARAPÉ AÇÚ, PARÁ.
Cleo Marcelo de Araújo Souza; Fabiano dos Santos Freitas; Claudio José Reis de Carvalho; Steel Silva Vascon-
celos; Osvaldo Ryohei Kato
119. ANÁLISE COMPARATIVA DA ENTOMOFAUNA DE SOLO EM UM MOSAICO DE SISTEMAS AGROFLO-
RESTAIS NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, MG.
João Barcellos Xavier; Daniela Andrade; Daniel Mendonça Torres; Arnaldo Pereira Vieira
120. BIOENERGIA COM BIODIVERSIDADE: ARRANJOS AGROFLORESTAIS PARA PRODUÇÃO DE BIO-
DIESEL COM FRUTICULTURA NA REGIÃO DO PONTAL DO PARANAPANEMA-SP
Henrique Ferraz de Campos; Germano de Freitas Chagas; Ivan Zaros; Otávio Gadiani Ferrarini; Vara Jaime; João
Portella Sobral; Marcos Freitas Le Moal; João Dagoberto dos Santos; Nobuyoshi Narita; Paulo Yoshio kageyama
121. FORMAÇÃO DE BASE DE DADOS PARA IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL DA FIXAÇÃO BIOLÓGICA
DE NITROGÊNIO EM LEGUMINOSAS NATIVAS DA MATA ATLÂNTICA BRASILEIRA.
Gabriela Arruda Canosa; Sérgio Miana de Faria; Luiz Fernando Duarte de Moraes
122. AGROFLORESTA SUCESSIONAL NA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NOS TABULEIROS
COSTEIROS DO NORDESTE DO BRASIL
Edmar Ramos de Siqueira; Henrique de Cerqueira Souza; Marília Fontes; Pedro lucon Ramos de Siqueira
29
123. A UTILIZAÇÃO DE SAFs NA RECUPERAÇÃO DE APPs EM MESOBACIAS HIDROGRÁFICAS NO NOR- .
DESTE PARAENSE: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO GESTABACIAS
Luiz Guilherme Teixeira Silva; Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo; Ademir Roberto Ruschel; Eniel David
Cruz; Márcio Hoffman Mota Soares; Lucilda Maria Sousa de Matos
124. ESTIMATIVA DE BIOMASSA E CARBONO ARBÓREO ACIMA DO SOLO E DIVERSIDADE EM SISTE-
MAS AGROFLORESTAIS COM BANANA E JUÇARA NO LITORAL NORTE DO RIO GRANDE DO SUL
Lúcio de Paula Amaral; Regiane Aparecida Ferreira; André Luiz Rodrigues Gonçalves; Cristiano Motter; Nelson
Bellé; Adroaldo Cardoso; Valdeci Evaldt Steffen
125. POTENCIALlDADES E LIMITAÇÕES DO ESTABELECIMENTO DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ROTA DO SOL, RIO GRANDE DO SUL.
Everson Elenilton Fleck; Camila Vieira da Silva; Gabriela Coelho de Souza
126. BIOMONITORAMENTO DE ABELHAS COM PAN TRAPS EM UM SISTEMA AGROFLORESTAL EM TO-
MÉ-AÇU, PARÁ
Márcia Motta Maués; Jhuly Themys Alves de Sousa; Talyanne do Socorro Araújo de Moura; Andrea Cristina Silva
dos Santos
127. REQUERIMENTOS DE POLlNIZAÇÃO E BIOLOGIA FLORAL DA CASTANHEIRA-DO-BRASIL (Berthol-
letia excelsa BONPL., LECVTHIDACEAE) EM UM SAF EM TOMÉ-AÇU, PARÁ
Márcia Motta Maués; Andrea C. Silva Santos; Fabrício da Silva Corrêa; Talyanne do Socorro Araújo de Moura
128. ESTOQUE DE CARBONO NA BIOMASSA VIVA ACIMA DO SOLO EM SISTEMAS SILVIPASTORIS DE
REGENERAÇÃO NATURAL EM SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA - PA
IImaione Keiza de Souza Oliveira; Rosana Quaresma Maneschy; Tatiane Pereira Guimarães; Albinei Araujo de
Castro; Karolinny Carneiro Guerra Costa
129. DIVERSIDADE DE PLANTAS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA COMUNIDADE RURAL DE AJÓ,
CAMETÁ-PARÁ.
Ana Caroline Neris Nogueira; Diego Corrêa Furtado; Denilma Santos Figueiredo; Ellen Cristina Souza Pereira;
Joenes Antônio Guimarães Pereira; Maria das Graças Pires Sablayrolles
130. ALTERAÇÕES DE ATRIBUTOS FíSICOS DO SOLO DECORRENTES DA SUBSTITUiÇÃO DA MATA CI-
LlAR POR OUTROS USOS NA REGIÃO SUL DA BAHIA
Tiago de Jesus Lopes; Arlicélio de Queiroz Paiva; Quintino Reis Araujo
131. INFLUÊNCIA CLIMÁTICA SOBRE A DIVERSIDADE DE INIMIGOS NATURAIS COLETADOS COM ARMA-
DILHAS ADESIVAS EM DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO DE PALMA DE ÓLEO (Elaeis guineensis) NO
MUNiCíPIO DE TOMÉ-AÇU, PARÁ
Michelle de Meio Lima; Walkymário de Paulo Lemos; Lorena Nunes do Espírito Santo; Carlos José Capela Bispo
132. POSSIBILIDADES DE CONSORCIAÇÃO ENTRE EUCALlPTO (Eucalyptus citriodora) E ESPÉCIES NA-
TIVAS DO CERRADO PARA SAFs: UM ESTUDO DE CASO DE SUCESSÃO NATURAL EM GOIÂNIA - GO
Magda Beatriz de Almeida Matteucci; Jácomo Divino Borges; Carlos Eduardo Batista de Oliveira
133. ARTROPODOFAUNA DE SOLO COM POTENCIAL DE USO EM PROGRAMAS DE CONTROLE BIOLÓGI-
CO DE PRAGAS EM CULTIVOS ALTERNATIVOS DE PALMA DE ÓLEO (Elaeis guineensis)
Walkymário de Paulo Lemos; Michelle de Meio Lima; Lorena Nunes do Espírito Santo; Carlos José Capela Bispo
134. PADRÃO FENOLÓGICO DE Attalea maripa (AUBL.) MART. (INAJÁ) EM SISTEMA SILVIPASTORIL NO
NORDESTEPARAENSE
Helaine Cristine Gonçalves; Leonilde dos Santos Rosa; Alan Péricles Amaral; Wanessa Menezes Carmo
135. INDICADORES DE SUSTENTABILlDADE PARA O SISTEMA AGROFLORESTAL CACAU CABRUCA
"AMIGÁVEL" À BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA NO SUL DA BAHIA.
Thiago Guedes Viana; Walter Sousa Lima; Augusto Araújo; Adriano Santos; Adriana Reis Ferreira; Dario Ahnert;
Durval Libânio Netto Mello
136. AVALIAÇÃO DO APORTE DE NUTRIENTES DA SERRAPILHEIRA EM UM CORREDOR ECOLÓGICO
AGROFLORESTAL, SEROPÉDICA, RJ.
Tomaz Ribeiro Lanza; Eduardo Francia Carneiro Campello; Alexander Silva de Resende
137. RELAÇÃO ENTRE FATORES ABIÓTICOS E EMISSÃO DE C02 EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS COM
DENDÊ EM TOMÉ-AÇU- PA
Carolina Meio da Silva; Steel Silva Vasconcelos; Edson Marcos Leal Soares Ramos; Carlos Capela
138. ESTOQUE DE NITROGÊNIO EM DIFERENTES MANEJOS DA VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA EM SISTE-
30
MAS AGROFLORESTAL SEQUENCIAL NO NORDESTE PARAENSE
Michel Emerson Martins Pereira; Steel Silva Vasconcelos; Osvaldo Ryohei Kato; Elaine Rodrigues Santos; Cristia-
ne Formigosa Gadelha da Costa; Cleo Marcelo de Araújo Souza; Antonio Kledson Leal Silva
139. APTIDÃO AGROFLORESTAL DO ESTADO DO ACRE: ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL DE USO DOS
SOLOS ACREANOS
Eufran Ferreira do Amaral; Nilson Gomes Bardales; Edson Alves de Araújo; Tadário Kamel de Oliveira; Antonio
Willian Flores de Meio; Emanuel Ferreira do Amaral; João Luiz Lani; Idésio Luís Franke
140. MESOFAUNA EDÁFICA EM UM SISTEMA AGROFLORESTAL BIODIVERSO EM LATOSSOLO VERME-
LHO DISTROFÉRRICO
Débora Menani Heid; Omar Daniel; Milton Parron Padovan; Daniele Fabiana Glaeser; Flávia Araujo Matos; Igor
Murilo Bumbieris Nogueira
141. CARBONO ORGÂNICO E CARBONO DA BIOMASSA MICROBIANA EM UM LATOSSOLO AMARELO
SOB SISTEMAS AGROFLORESTAIS E FLORESTA SECUNDÁRIA EM BRAGANÇA, PARÁ.
Sandra Andréa Santos da Silva; George Rodrigues da Silva; Maria de Lourdes P. Ruivo
142. VARIAÇÃO TEMPORAL DO EFLUXO DE DIÓXIDO DE CARBONO PELO SOLO EM SISTEMAS DE CUL-
TIVO DE DENDÊ CONSORCIADO EM TOMÉ-AÇU, PA
Carolina Meioda Silva; Steel Silva Vasconcelos; Edson Marcos Leal Soares Ramos; Calos Capela
143. A IMPORTÂNCIA DO BANCO DE SEMENTE DO SOLO NO PROCESSO INICIAL DE REGENERAÇÃO EM
AGROECOSSISTEMAS, TOMÉ-AÇU-PA
Fernando da Costa Brito Lacerda; Igor do Vale; Carlos José Capela Bispo; Izildinha Souza Miranda; Tâmara Thaiz
Santana Lima
144. BIOMETRIA E GERMINAÇÃO DE Attalea maripa (AUBL.) MART. (INAJÁ) EM DIFERENTES SUBSTRA-
TOS
Leonilde dos Santos Rosa; Paulo Ricardo Neves Ferreira; Viviane Martins Silva; Glauco André dos Santos Noguei-
ra; Wanessa Menezes Carmo
145. SISTEMAS AGROFLORESTAIS COMO FERRAMENTA PARA A PRODUÇÃO DE BIODIESEL: A EXPERI-
ÊNCIA DO PROJETO: BIOENERGIA COM BIODIVERSIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR
Marcos Freitas Le Moal, Henrique Ferraz de Campos, Germano de Freitas Chagas, Otávio Gandini Ferrarini,
Ivan Zaros, João Portella Sobral, lara Jaime de Pina, João Dagoberto dos Santos, Nobuyoshi Narita, Paulo
Voshio Kageyama
146. CARACTERIZAÇÃO DE TIPOS POLíNICOS TRANSPORTADOS POR ABELHAS EM SISTEMAS AGRO-
FLORESTAIS COM DENDÊ (Elaeis guineensis JACQ. - ARECACEAE)
Léa Maria Medeiros Carreira; Flávia Cristina Araújo Lucas; Márcia Motta Maués; Andreza Stephanie de Souza
Pereira; Kamila Satie Shimomaebara Sato
147. PERFORMANCE E FITOSSOCIOLOGIA DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM UM SISTEMA AGROFLORES-
TAL SOB BASES ECOLÓGICAS NA REGIÃO SUL DE MATO GROSSO DO SUL
Milton Parron Padovan; Zefa Valdivina Pereira; Shaline Séfara Lopes Fernandes; Gisele de Brito Salomão; Gilber-
to Lobtchenko; Sergilaine de Matos da Silva
148. DE QUE FORMA DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO DE PALMA DE ÓLEO E A PRECIPITAÇÃO
AFETAM A DIVERSIDADE DE MORFOESPÉCIES DE ARANHAS?
Michelle de Meio Lima; Walkymário de Paulo Lemos; Lorena Nunes do Espírito Santo; Carlos José Capela Bispo
149. PERFORMANCE DA Attalea maripa (AUBL.) MART. (INAJÁ) EM SISTEMA SILVIPASTORIL NA AMAZÔ-
NIA ORIENTAL
Alan Péricles Amaral; Leonilde dos Santos Rosa; Helaine Cristine Gonçalves Pires; Benedito. S.Cabral; Glauco
André dos Santos Nogueira
150. COMPACTAÇÃO DO SOLO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS COM DENDEZEIRO NA AMAZÔNIA
ORIENTAL
Cleo Marcelo de Araújo Souza; Elaine Rodrigues Santos; Jocélia Maciel Barros; Willen Ramos Santiago; Carlos
José Capela Bispo; Steel Silva Vasconcelos; Osvaldo Ryohei Kato
151. IMPLANTAÇÃO DE ESPÉCIES ARBÓREAS NATIVAS DA MATA ATLÂNTICA EM SISTEMA AGROFLO-
RESTAL E A "CÉU" ABERTO
Hellen Aparecida Arantes dos Santos; Daiane Ramos Cappua; Joyce Graziela Maia Furtado Tigre; Tássio Dresch
Rech
31
152. ATRIBUTOS BIOLÓGICOS DE UM ARGISSOLO SOB SISTEMAS AGROFLORESTAIS E AGRICULTURA
DE CORTE E QUEIMA
Kathleen Mary Lima Silva; Victor Prado Pires; Luiz Fernando Carvalho Leite
Eixo C. "Integrando tecnologias, políticas e saberes para a recuperação florestal através de SAFs"
153. ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE CULTURAS PERENES E SAZONAIS PARA COMPOSiÇÃO DO
SISTEMA AGROFLORESTAL ADOTADA POR DOIS AGRICULTORES DA GRANJA MODELO DO MUNiCíPIO
DE SÃO FRANCISCO DO PARÁ-PA
Rodrigo Aurélio Bruschi Gonçalves; Francisco Samonek; Léo Milanez
154. PRODUÇÃO DE POLPAS DE FRUTAS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS NO VALE DO GUAPORÉlMT,
BRASIL.
Maurício Ferreira Mendes; Benhur da Silva Oliveira; Valvenarg Pereira da Silva; Seyla Poliana Miranda Pessoa;
Sandra Mara Alves da Silva Neves; Ronado José Neves
155. VAMOS FAZER DO CAMPO UM LUGAR BOM PARA VIVER: REFLEXÕES SOBRE O PROCESSO DE
DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO COM SAFS NA PERSPECTIVA AGROECOLÓGICA, NOS MUNiCíPIOS
DE CONCEiÇÃO DO ARAGUAIA E SANTA MARIA DAS BARREIRAS, PARÁ.
Luis Mauro Santos Silva; Claudionísio Souza; Ana de Souza Pinto; Antonio Carlos Pereira; Carlos Batista Freitas;
Rosemayre Lima Araújo Bezerra
156. PAGAMENTO POR SERViÇOS AMBIENTAIS POR MEIO DO USO DE SAFS
Luis Antônio Coimbra Borges; Rachei Hermeto de Pádua Souza; Renato Luiz Grisi Macedo; Mirlaine Rotoly de
Freitas; Samara Borges Macedo
157. SAFs COMO ALTERNATIVA DO USO ANTRÓPICO CONSOLIDADO EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO
PERMANETE (APP) NO ESTADO DE MINAS GERAIS
Luis Antônio Coimbra Borges; Rachei Hermeto de Pádua Souza; Renato Luiz Grisi Macedo; MirlaineRotoly de
Freitas; Ygoor Yvaney Bessa Neves
158. ALTERNATIVA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA AOS AGRICULTORES FAMILIARES NO MUNiCíPIO DE
TOMÉ-AÇU (PA): A EXPERIÊNCIA DA COOPERATIVA AGRíCOLA MISTA DE TOMÉ-AÇU (CAMTA)
Maria Lúcia Bahia Lopes; Fabrício Khoury Rebello; Luiz Benedito Varela
159. A PERCEPÇÃO AGROFLORESTAL COMO FERRAMENTA PARA A CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS
AMBIENTAIS
Mirlaine Rotoly de Freitas; Ygoor Yvaney Bessa Neves; Iberê Marti Moreira da Silva; Rachei Hermeto de Padua
Souza; Renato Luiz Grisi Macedo; Sâmara Borges Macedo
160. A PERCEPÇÃO AMBIENTAL PARA CONSOLIDAR A EXTENSÃO AGROFLORESTAL
Mirlaine Rotoly de Freitas; Ygoor Yvaney Bessa Neves; Iberê Marti Moreira da Silva; Rachei Hermeto de Padua
Souza; Renato Luiz Grisi Macedo; Sâmara Borges Macedo
161. RESULTADOS DA IMPLANTAÇÃO DOS SAFS ATRAVÉS DO PRONAF FLORESTA EM ELDORADO
DOS CARAJÁS, PARÁ.
Ana Caroline Neris Nogueira; Antonio Gabriel Lima Resque; Luis Mauro Santos Silva
162. CARACTERIZAÇÃO DOS SISTEMAS AGROFLORESTAIS IMPLANTADOS A PARTIR DO PRONAF FLO-
RESTA EM ELDORADO DOS CARAJÁS, PARÁ
Ana Caroline Neris Nogueira; Antonio Gabriel Lima Resque; Luis Mauro Santos Silva
163. UM MODELO DE GESTÃO PARA O TIPITAMBA
Alexandre Jorge Gaia Cardoso; Osvaldo Ryohei Kato; Daniel Nascimento e Silva
164. ANÁLISE DE REFERÊNCIAS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS NO PERIODO DE 1980-2009: SISTE-
MAS SILVIAGRíCOLAS
Lindaura Arouck Falesi; Idemê Gomes Amaral; Vera Lúcia Ferreira Rodrigues
165. DIVERSIDADE DE ESPÉCIES EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM ECOSSISTEMAS DE VÁRZEA NO
ASSENTAMENTO AGROEXTRATIVISTA DO ANAUERAPUCU, SANTANA, AMA PÁ, BRASIL
Irenildo Costa da Silva; João da Luz Freitas; Raullyan Borja Lima e Silva
166. IMPLANTAÇÃO, PRODUÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM ÁREAS DE VÁR-
ZEA NO ASSENTAMENTO AGROEXTRATIVISTA DO ANAUERAPUCU, SANTANA, AMAPÁ, BRASIL
Irenildo Costa da Silva; João da Luz Freitas; Raullyan Borja Lima e Silva
167. REDE SOCIAL DE APRENDIZADO COMO DIFUSÃO DA AGROFLORESTA SUCESSIONAL
Edmar Ramos de Siqueira; Henrique de Cerqueira Souza; Marília Fontes; Pedro Zucon Ramos de Siqueira
32
168. ANÁLISE DA INTERAÇÃO DOS RECURSOS FAUNíSTICOS E HUMANOS EM AGROECOSSISTEMAS
AMAZÔNICOS
Ana Sílvia Sardinha Ribeiro; Lucilene Cardoso Franco; Marina Lira Soares; Maria das Dores Correia Palha
169. SISTEMAS AGRO-FLORESTAIS UMA FORMA SAUDÁVEL DE SE CULTIVAR ALIMENTOS
Andréa Gracio Coimbra; Vítor Hugo da Silva Guariento
170. DIFUSÃO E ADOÇÃO DE AGROFLORESTAS SUCESSIONAIS
Edmar Ramos de Siqueir; Genésio Tâmara Ribeiro José Ubiratan Rezende Santana; Jorge Enrique Montalvan
Rabana; Marília Andrade Font;, Pedro Zucon Ramos de Siqueira
171. AVALIAÇÃO DOS ATRIBUTOS QUíMICOS DOS SOLOS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS E FRAG-
MENTOS FLORESTAIS IMPLANTADOS POR PRODUTORES RURAIS NA ILHA DE SANTANA, AMAPÁ, BRA-
SIL .
João da Luz Freitas; Raullyan Borja Lima e Silva; Irenildo Costa da Silva
172. ESTRATÉGIAS DE MANEJO DE SOLOS EM SISTEMA AGROFLORESTAL EM LOTE DA REFORMA
AGRÁR\A
A. L. Carrilli; P. J. de Assis; P. F. C. de Oliveira; N. G. Araujo; A. C. Galvão; J. L. de Queiroga; J. C. Canuto
173. ANÁLISE DE CARGAS POLíNICAS DE ABELHAS POLlNIZADORAS DA CASTANHA-DO-BRASIL (Ser-
tholletia excelsa BONPL.), TOMÉ-AÇU, PARÁ.
Anna Christina Rio Dias; Léa Maria Medeiros Carreira; Flávia Cristina Araujo Lucas; Francisco Placido Magalhães
Oliveira
174. ESTUDO SOBRE A INCIDÊNCIA DA VASSOURA DE BRUXA DO CUPUAÇUZEIRO (Theobroma grandi-
florum (WILLD. EX SPRENG): SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA AMAZÔNIA PARAENSE
M. N. Costa; K. S. Leão; A. P. Costa; R. P. Souza
175. HORTO AGROFLORESTAL SABORES E SABERES
Rozimeiry Gomes Bezerra Gaspar; Fernando André de Castro Alves Victal; Pedro Pisacco Pereira Cordeiro; Pa-
trícia Maria Stasiak; Raul Guilherme Risch; Taynan Filetti G. Cesar; Thais Ferreira Maier; Thaise da Silva Souza;
Tomas de Miranda Edoria; Willian João Tessari; Noemia Carolina R. Sodero
176. MAPEAMENTO DOS SISTEMAS AGROFLORESTAIS (SAFs) NO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL
Guilherme Fuhr; Moisés da Luz; Lisiane GonçalvesBrolese; Alana Casagrande; Gustavo Ayres; Marcos Abrahão;
Marcos Vinícius de S. Mouzer; Gabriela C. de Souza; Fábio Kessler Dai Soglio; Rumi Regina Kubo
177. MANEJO AGROFLORESTAL SUSTENTÁVEL PARA ADEQUAÇÃO AMBIENTAL DE PROPRIEDADES
RURAIS E OS PRODUTOS FLORESTAIS NÃO MADEIREIROS
Camila Brás Costa; Sílvio Nolasco de Oliveira Neto; Vanessa Mendes Lana
178. MAPEAMENTO DE ÁREAS POTENCIAIS PARA O CULTIVO DA PALMEIRA JUÇARA COMO ESPÉCIE
ÂNCORA DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS NO MUNiCíPIO DE GARUVA-SC
Tatiana Reis; Paul Richard Momsen Miller; Paulo Cesar Poliseli; Nelson Mikhail Camargo; Nicolas Zaslawyski
179. LEVANTAMENTO FITOSSOCIOLÓGICO DE FRAGMENTOS FLORESTAIS DE DOIS AGROECOSSISTE-
MAS COM FOCO NA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS SUCESSIONAIS
Patrícia Grinberg; Rogerio Ferrer; Joel Cardoso
180. AVALIAÇÃO CRíTICA DO MANEJO AGROFLORESTAL EM PEQUENAS PROPRIEDADES E ASSENTA-
MENTOS DE REFORMA AGRÁRIA EM REGiÕES DE FORTE CONCENTRAÇÃO DA AGRICULTURA CON-
VENCIONAL INTENSIVA, SOB A INFLUÊNCIA DE GRANDES CENTROS URBANOS
Victor Salek Bosso; Enrique Ortega; Teldes Corrêa Albuquerque
181. DESAFIOS PARA CONSTRUÇÃO DA CULTURA AGROFLORESTAL DA REGIÃO SUDOESTE DO PA-
RANÁ.
Valéria Mariano da Silva; Ciro Duarte de Paula Costa; Paulo Henrique Jung; Serinei César Grigolo
182. O USO DA TECNOLOGIA SOCIAL COMO ESTRATÉGIA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
NA AMAZÔNIA
Helber Yanaguibashi Shibata; Dinaldo Antônio dos Santos; Ernesto Katsunori Suzuki; Michinori Konagano; Selma
Toyoko Ohashi
183. PROPOSTA DE MÓDULO PARA SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA REGIÃO SUDOESTE DO PARANÁ
Ciro Duarte de Paula Costa; Serinei César Grigolo; Valéria Mariano da Silva; Sidemar Presotto Nunes
184. AUTOCONSUMO E SEGURANÇA ALIMENTAR EM QUINTAIS AGROFLORESTAIS EM ÁREAS URBA-
NAS NO MUNiCíPIO DE IRATI, CENTRO SUL DO PARANÁ
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Gabriela Schmitz Gomes; Ivan Crespo Silva; Mariangela Lurdes Borba
185. CARACTERIZAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE GUANANDI (Calophy/lum braziliense CAMBESS.)
EM DOIS AMBIENTES VISANDO A CONVERSÃO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Antonio Carlos Pries Devide; Cristina Maria de Castro; Marcos Gervasio Pereira; Raul de Lucena Duarte Ribeiro;
Antônio Carlos de Souza Abboud; Patrick Ayrivie Assumpção; Pedro Melillo de Magalhães
186. SISTEMAS AGROFLORESTAIS COMO FORMA DE PROTEÇÃO A UM FRAGMENTO FLORESTAL:
DIAGNÓSTICO PRÉVIO DA BORDA
Marcele Almeida Silva; Ciro Abbud Righi
187. LEVANTAMENTO DE DADOS SOBRE SAF NO VII CBSAF
Kátia Geórgia Costa Gonçalves; Fabiana M. Peneireiro; Marcos P. Coutinho; Bárbara Fabiana Bezerra; Luiz Ale-
xandre Rodrigues da Paixão
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Mini-Cursos
21/11/2011 (Segunda-feira) 8h30min -17h30min
1 - Tecnologias agrometeorológicas e potencialidades de monitoramento em Sistemas Agroflorestais
Local: Sala Multiuso 1 - CEBN
Ministrantes: Lucietta Guerreiro Martorano/Embrapa Amazônia Oriental; Leila Sampaio/UFRA; Andrea Deho e Davide
Margelli/Campbell Scientific do Brasil
Temas Abordados: Noções básicas sobre variáveis agrometeorológicas; Estações convencionais e automáticas; Sen-
sores e Métodos Computacionais de Recepção, Armazenamento, Transmissão e Disseminação de dados agrometeoro-
lógicos; Noções sobre programação de datalloger ; Aprendendo a programar e instalar uma estação agrometeorológica;
Disponibilização de dados e interpretação de informações agrometeorológicas.
2 - Avaliação de indicadores financeiros de sistemas agroflorestais, apresentando a metodologia e o uso do
programa Amazonsaf
Local: Auditório Básico 1
Ministrante: Marcelo Francia Arco- Verde/EMBRAPA
Temas Abordados: Composição e descrição de um sistema agroflorestal; Importância da Análise Financeira; Etapas
para a realização de uma Análise Financeira; Fluxo de custos e receitas; Coeficientes técnicos; Indicadores Financeiros;
Estudo de caso: utilização da planilha "AMAZONSAF" para avaliar dois modelos agroflorestais, com ênfase nas fruteiras
(agrossilvicultural) e em animais (agrossilvipastoril).
3 - Cooperativismo como ferramenta de desenvolvimento econômico e social
Local: Auditório Básico"
Ministrante: Júnior Serra/SESCOOP-PA
Temas Abordados: Educar para cooperar; Educação formal;Cooperação; Nascimento de uma grande idéia; Primeira
cooperativa; Cooperativismo: Princípios do cooperativismo, símbolo,bandeira e dia do cooperativismo, valores do coope-
rativismo, áreas de ação da cooperativa, definição de cooperativa; Ramos do cooperativismo; Adesão de novos associa-
dos; Estatuto social; Empreendimento cooperativo x empresa mercantil; Direitos e deveres dos associados; Assembléia
geral; Capital social; Envolvimento da família; Movimento cooperativista brasileiro; Representação do cooperativismo;
Órgãos de apoio; Histórico da legislação cooperativista; Classificação das sociedades cooperativas.
4 - Agrossilvicultura do Eucalipto no Brasil
Local: Auditório da Reitoria
Ministrante: Renato Grisi Macedo/UFLA
Temas Abordados: Introdução do Eucalipto no Brasil; Importância econômica e social e ambiental do eucalipto; Po-
tencial de utilização do eucalipto em sistemas agroflorestais; Critérios para escolha de espécies; Eucalipto em sistemas
silviagrícolas, com arroz, feijão, milho, soja, amendoim, mamona, culturas de inverno e outras; Eucalipto em sistemas
silvipastoris, com gado de leite e de corte e com pequenos animais; Eucalipto em sistemas agrossilvipastoris, para usos
múltiplos; Integração lavoura - pecuária - florestas; Análise econômica de sistemas agroflorestais com eucalipto. Fixa-
ção de C02 em SAFs com eucalipto.
5 -A geração participativa de propostas agroflorestais: Caracterização, Diagnóstico, Delineamento e Experimen-
tação na Propriedade
Local: Auditório do IFCH
Ministrante: Johannes Van Leeuwen/INPA
Temas Abordados: A metodologia a apresentar desenvolve propostas agroflorestais de fácil adoção. A proposta é
elaborada em colaboração entre agricultor e pesquisa. A palavra final fica com o produtor, que instala o plantio em seu
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terreno e assume o manejo. A pesquisa fornece as mudas, acompanha o plantio e analisa o manejo com o agricultor.
Conteúdo-Diagnóstico da propriedade: família, atividades e rendas agrícolas e não-agrícolas, nível econômico, usos da
terra, mudanças em curso, planos, problemas e possibilidades, interesse em árvores. Ensaios: seleção dos participan-
tes, opções (produção, enriquecimento, recuperação, espécies novas, leguminosas, teste de progênies), planejamento
(espécies, "carro chefe", fase inicial, área, espaçamentos, onde encaixar), instalação, manejo, acompanhamento (ob-
servações, histórico), avaliação. O Núcleo Agroflorestal do INPA tem usado esta metodologia nos últimos 20 anos. Os
participantes podem escolher o que terá mais ênfase. Haverá muito espaço para discussões e troca de experiências.
6 - Princípios agroflorestais, agroecologia e estratégias de ATER para implantação de SAFs com produtividade
ótima
Local: Auditório do ICEN
Ministrante: Antônio Marchiori e Eliane Maria Ribeiro da Silva/ATER
Temas Abordados: Apresentação dos participantes - dinâmica de grupo Aspectos internos para SAFs produtivos expo-
sitiva/debate alimentação saudável compartilhada - dinâmica de grupo Ferramentas de diagnóstico / planejamento - ex-
positiva/grupos Aspectos externos para SAFs produtivos - expositiva/debate Alimentação saudável compartilhadinâmica
de grupo; Elaboração de projetos para SAFs produtivos - expositiva/grupos.
7 - Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta: conceitos, bases ecológicas, benefícios, imaplantação e
manejo
Local: Auditório do IEMCI
Ministrante: Marcelo Dias Muller/ Embrapa Gado de Leite
Temas Abordados: Quadro da degradação de pastagens no país; Processo de degradação de pastagens; Como rever-
ter este quadro; O que é Integração lavoura-pecuáriafloresta, sistemas silvipastoris e agrossilvipastoris; Quais as bases
ecológicas; Quais são os seus benefícios para o solo;para o sub-bosque; para os animais; para as árvores; Como se faz
diagnóstico, planejamento da propriedade, análise de solo, escolha da espécie florestal, escolha da espécie forrageira
e de lavoura; definição de arranjode plantio da espécie florestal; definição de arranjo de plantio das espécies de sub-
-bosque; preparo da área (práticas mecânicas, fertilização, controle de formigas, controle de plantas daninhas e mato-
competição), plantio, manutenção, manejo; Experiências práticas da Embrapa Gado de Leite.
8 - Economia do Meio Ambiente: linhas de pensamento, metodologias de valoração de serviços ambientais e
vínculo com políticas públicas
Local: Auditório da AEDI
Ministrante: Luciano Mattos/EMBRAPA/CPAC
Temas Abordados: Economia Política: noções básicas sobre as principais linhas de pensamento da economia (clássica,
marxista, kaleckiana, keynesiana, schumpteriana e neoclássica); Macroeconomia: noções básicas sobre o funciona-
mento dos três regimes financeiros internacionais (Regime Padrão Ouro - da Revolução Industrial à Segunda Guerra
Mundial; Regime Bretton Woods - da Segunda Guerra Mundial às Crises do Petróleo; Regime Neoclássico - das Crises
do Petróleo à Crise Econômica Mundial atual) e suas relações com as principais linhas de pensamento da economia;
Economia do Meio Ambiente: principais linhas de pensamento e metodologias de valoração de serviços ambientais da
Economia do Meio Ambiente (Economia Ambiental e Economia Ecológica) e seus vínculos com as noções básicas sobre
Economia Política e Macroeconomia; Políticas Públicas e Economia do Meio Ambiente: tipologias de políticas públicas e
sua relação com políticas públicas ambientais.
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Visitas Técnicas
25/11/2011 (Sexta-feira)
Horário de Saída: 06h
Local da Saída: Embrapa Amazônia Oriental
1- Tomé-Açu: CAMTA
Responsável: Osvaldo Kato
Data do Retorno: 26/11/2011
Descrição: A CAMTA e as suas fabricas de polpa e óleos, em termos sociais, beneficiam diretamente mais de mil fa-
mílias, sendo 130 famílias de produtores associados, 103 famílias de funcionários e aproximadamente 800 famílias de
pequenos agricultores que fornecem matéria prima para a agroindústria, primando pela consciência da importância da
produção em Sistemas Agroflorestais e pelos benefícios deste tipo de cultivo para o uso sustentável da terra gerando
emprego de qualidade e renda a população local, fortalecendo o seu espaço na economia local, com responsabilidade
social, praticando preço justo, fornecendo treinamento e assistência técnica aos cooperados e as comunidades do entor-
no o que tem contribuído para a melhoria da qualidade de vida e educação do município.
2 - São Domingos do Capim: SAFs em áreas de várzea
Responsável: Socorro Ferreira
Descrição: Propriedade de 66 há (agricultura de base familiar) onde a 20 anos atrás teve inicio a experiência com SAF
em área de várzea. Produz Açaí, cupuaçu, cacau, milho, café, taperebá, biriba, cedro, paricarana, banana, castanheira,
teça, manga, mogno, bacaba, paricá, marupá entre outras espécies. Há também um galinheiro agroecológico que-fun-
ciona num sistema de rotação de área e utiliza a produção do sitio para alimentar os animais (sementes de murumuru,
capim e todos os tipos de frutos).
O sistema aqro florestal implantado no Sitio São Pedro é uma alternativa de conservação que reúne três pontos impor-
tantes: subsistência, preservação ambiental e geração de renda.
A diversidade da propriedade, junto com o sucesso das experiências realizadas por essa família, tornou o Sitio um lugar
de visita por técnicos e outros/as agricultores/as, que querem saber sobre essa maneira de conviver com a natureza, sem
uso de agrotóxico ou adubo químico.
O sistema de Seu Pedreco representa um exemplo de conservação para os solos do Nordeste paraense, degradados
por ação humana, e para as famílias agricultoras que insistem nos monocultivos. Cerca de 150 km de Belém, as margens
do Rio Capim.
3 -CEPLAC e Castanhal
Responsável: Gesta Meio
Descrição: (a) Estação Experimental de Recursos Genéticos de Cacau "José Haroldo"(ERJOH), pertencente à CE-
PLAC, localizada no município de Marituba, BR 316, distando 18 Km de Belém. A Estação dispõe das seguintes áreas
para visitas: Campo de Germoplasma de Cacaueiros em SAF; Competição de clones de cacaueiros em SAF; Campo de
Produção de Sementes Híbridas de cacau em SAF com essências florestais madeireiras; Clones de cacaueiros em SAF
com açaizeiros e pupunheiras; Campo de Produção de Propágulos de Cupuaçuzeiros em SAF; Experimento de Cupua-
çuzeiros em diferentes espaçamentos e tamanho de copas em SAF; Laboratórios de Biologia Molecular, de Fitopatologia,
de Cultura de Tecidos, de Mortologia de cacau etc.
(b): Visita à área do agricultor Sr. Shimizu, localizada no município de Castanhal, distando 58 Km de Belém (em frente do
posto da Pol.Bod.Federah. A fazenda dispõe das seguintes áreas para visitas:
SAF de cacaueiros X Açaizeiros;
SAF de cacaueiros X Essências Florestais Madeireiras e Espécies frutíferas;
SAF Sequencial de Pimenteiras-do-reino X cacaueiros X Essências Florestais madeireiras e Frutíferas.
37
4 -Igarapé-Açu: SAFs sucessionais
Responsável: Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo
Descrição: Raízes da Terra é um grupo de 42 famílias de quatro Associações Comunitárias dos municípios de Igarapé-
-Açu e Marapanim, em busca de alternativas à agricultura de derruba e queima, baseados em princípios agroecológicos,
com vistas ao uso sustentado da terra e da melhoria socioeconômica dos agricultores/as familiares, através de práticas
da agricultura sem queima e da diversificação da produção, com fruteiras tropicais em sistemas agroflorestais.
As técnicas de preparo de área sem o uso do fogo desenvolvidas pela Embrapa Amazônia Oriental, através do Projeto
Tipitamba, foram iniciadas em 1991.
Em 2000, as atividades de validação participativa com os agricultores familiares iniciaram-se, primeiramente, com a par-
ticipação de cinco famílias da comunidade São João, no município de Marapanim, com apoio do Projeto SHIFT Capoeira
e também do projeto ''Tecnologias inovadoras na agricultura familiar da Amazônia oriental visando sustentabilidade"
financiado pelo PPG7/FINEP. Essas ações participativas foram ampliadas com o projeto "Adaptação e validação de
alternativa tecnológica de preparo de área sem queima e enriquecimento de capoeira no nordeste paraense", financiado
pelo CNPq (Edital CT Agro), atingindo hoje 42 famílias em 5 comunidades de agricultores familiares, nos municípios de
Igarapé-Açu e Marapanim, PA.
Pela importância e impacto positivo na comunidade, em 2005 foi elaborado os Projetos Demonstrativos pelas Organi-
zações Não Governamentais no Ministério do Meio Ambiente, pela pesquisadora Dra. Maria do Socorro Andrade Kato
(edital PDAlPADEQ). As principais ações do projeto foram à implantação de unidades demonstrativas de preparo de área
sem queima, através do sistema de corte e trituração; sistemas agroflorestais; e utilização de tutor vivo para pimenta do
reino. Foi incentivada a introdução de práticas agroecológicas nos sistemas de uso da terra, de forma a torná-Ios mais
sustentáveis. A capacitação dos agricultores parceiros do projeto em associativismo, cursos práticos de preparo do solo,
controle alternativo de pragas, manejo e tratos culturais de fruteiras, produção de mudas de fruteiras e essências flores-
tais, compostagem de resíduos agrícolas, além de intercâmbios com agricultores com experiências inovadoras, foram à
base de incentivo dos participantes do projeto.
Com apoio do projeto, cada família implantou um hectare de sistema agroflorestal, baseado principalmente, nas cultu-
ras de cupuaçu, açaí, graviola, cacau, pimenta do reino, mogno, paricá, andiroba e ingá. Através do conhecimento de
técnicas de manejo de sistemas agroflorestais utilizadas pelos agricultores de origem japonesa na colônia agrícola de
Tomé-açu, foram implantados campos de multiplicação de gliricidia para uso como tutor vivo para pimenta do reino e
maracujá. Também, foi recuperado áreas degradadas de monocultivos com a introdução de fruteiras e espécies flores-
tais, além do cultivo de mandioca, principal atividade dos agricultores, através do sistema sem queima preconizado pelo
projeto Tipitamba.
Devido ao sucesso das experiências,as áreas dos agricultores parceiros têm sido utilizadas como unidades demonstra-
tivas, onde são realizados dias de campo e visitas técnicas para agricultores, técnicos, estudantes, autoridades e institui-
ções. Atualmente, esse trabalho de parceria entre Raízes da Terra e Tipitamba é referencia no município de Igarapé-Açu,
reconhecido pelo Programa Estadual de Governo "Pará Rural" que também se tornou parceiro.
5 - Embrapa: visita a instalações, laboratórios e projetos
Responsável: Adalberto Nery
Descrição: A Embrapa Amazônia Oriental, com sede em Belém, Estado do Pará, teve sua origem em 1939, com a
criação do Instituto Agronômico do Norte (IAN). É um dos mais antigos centros de pesquisa da região amazônica e uma
das 47 unidades descentralizadas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, empresa vinculada ao Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Presente em praticamente todas as regiões do Pará, o centro de pesquisa tem como foco de atuação a Pesquisa, De-
senvolvimento e Inovação (PD&I) para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Oriental, visando à eficiência e à
competitividade dos segmentos agropecuário, agroindustrial e florestal.
A Embrapa Amazônia Oriental atua em parcerias na geração de tecnologias em consonância com as diferentes realida-
des socioambientais com as quais trabalha, visando garantir avanços em novas fronteiras do conhecimento e oferecer
tecnologias, produtos e serviços de qualidade, preservando e valorizando a biodiversidade e os recursos naturais.
6 - U.D. Bragança e Augusto Corrêa
Responsável: Selma Ohashi
Descrição: Propriedade de 65 ha com diversos sistemas de produção onde a produção agroecológica é utilizada ten-
do como atividades produtivas o Sistema Agroflorestal bacurizeiro (Platonia insignis - Clusiaceae) com ipecacuanha
38
(Psychotria ipecacuanha- Rubiaceae), plantas ornamentais e produção de outras espécies como cupuaçu, açaí e horta-
liças. Há também produção de artesanato e criação de galinhas caipiras que utilizam a produção do sitio para alimentar
os animais (milho, capim e todos os tipos de materiais vegetais retirados da propriedade como frutos e sementes).
O manejo dos sistemas de produção na propriedade permite a geração de renda em todos os meses do ano e permite
a conservação das espécies nativas pelo uso. O sitio foi palco do festival do Bacuri que ocorreu em abril de 2010 e do
Seminário de Capacitação do Manejo do Bacurizeiro, este último com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Florestal.
A comparação deste sítio com outros sítios da região que praticam monocultivo pode ser realizada para verificar a dife-
rença na degradação do solo na região.
O sítio está situado a cerca de 240 km de Belém, no município de Augusto Corrêa Próximo ao oceano Atlântico. Ao en-
tardecer na orla do Município existe a revoada dos guarás.
Lançamento de Livros
22/11/11 (Terça-feira) 18h
Local: Hall do Soyer
1. Livro: Práticas agroecológicas: soluções sustentáveis para a agricultura familiar na região sudeste do pará.
Autor: Andréa Hentz e Rosana Maneschy
Editora: Paco Editorial
Considerações: Na agricultura familiar, as propostas para se alcançar o caminho do desenvolvimento sustentável
abrangem um amplo leque de possibilidades, com destaque para a transição agroecológica e expansão de sistemas
agroflorestais. A obra traz a atual situação dos agricultores familiares da região sudeste do Pará, suas práticas, seus
avanços e perspectivas futuras. São 16 caphtulos com resultados de pesquisas realizadas pela Universidade Federal
do Pará (Faculdade de Ciências Agrárias de Marabá e Núcleo de Ciências Agrárias e Desenvolvimento Rural) em par-
ceira com IFPA (Marabá), Institut de recherche pour le développement (França), Escola Superior de Agricultura Luiz de
Oueiroz/Universidade de São Paulo e Universidade Federal de Santa Catarina. 1 ed. 2011. 360 p.; 17 x 24 cm. ISBN-13:
978-85-64367-41-8.
2. Livro: Economia do meio ambiente e serviços ambientais: estudo aplicado à agricultura familiar, populações
tradicionais e povos indígenas
Autor: Luciano Mattos e Marcelo Hercowitz (organizadores)
Editora: Embrapa
Considerações: Estudo com cinco capítulos teóricos [microeconomia (capítulo 1), macroeconomia (capítulo 2), eco-
nomia do meio ambiente (capítulo 3), políticas públicas (capítulo 4), capital social e participação social na gestão de
políticas públicas (capítulo 5)] e dois capítulos práticos [pontos fundamentais para o desenho de políticas públicas de
serviços ambientais voltadas às populações tradicionais e povos indígenas (capítulo 6), estudos de casos sobre serviços
ambientais (capítulo 7)]
3. Livro: A abordagem sistêmica na formação do agrônomo do século xxi
Autor: Luis Mauro Santos Silva
Editora: APPRIS Editora LTDA
Considerações: Este livro tem como público preferencial os profissionais das ciências agrárias que enxergam nos agro-
ecossistemas familiares alternativas de uma agricultura mais sustentáveis e, portanto, precisam compreendê-Ia melhor.
Longe de ser encarado como um manual de "como fazer", esta obra se propõe a uma reflexão crítica sobre o mito das
certezas na formação agronômica.
4. Livro: Desenvolvimento Agroflorestal no Noroeste de Mato Grosso: dez anos contribuindo para a conservação
e uso das florestas
Autor: Marcos Tito Rugnitz
Editora: Disponível em: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Brasil. EOSW 103/104 Lote 1
Bloco D, Setor Sudoeste, Brasília, DF. Tel.: +55 (61) 3038-9300
Website: http://www.pnud.org.br/publicações/
Considerações: Desenvolvimento Agroflorestal no Noroeste de Mato Grosso: dez anos contribuindo para a conservação
39
e uso das florestas. Resultados do Componente Agroflorestal do Projeto BRAlOO/G31.-- 1. ed. -- Brasfüa, Brasil. Progra-
ma das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Secretaria de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sema!
MT) e Centro Mundial Agroflorestal (Icraf). Projeto Promoção da Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade nas
Florestas de Fronteira do Noroeste de Mato Grosso (BRAlOO/G31).2011. 134 p.; 21 x 30cm. ISBN 978-85-88201-09-5
5. Livro: Políticas públicas e sistemas agroflorestais: lições aprendidas a partir de cinco estudos de caso
Autor: Roberto Porro e Andrew Miccolis (organizadores)
Editora: ICRAF
Considerações: A publicação apresenta e analiza comparativamente cinco estudos de caso em diferentes regiões do
Brasil a fim de extrair lições como subsídios para políticas públicas voltadas para o desenvolvimento de Sistemas Agro-
florestais (SAFs). Os estudos de caso nos biomas Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado, identificaram fatores
que promoveram ou dificultaram o desenvolvimento agroflorestal, principalmente no que tange as políticas públicas. As
análises de contextos específicos, cada qual aprsentada em um capítulo do livro, são de autoria de Martin Meier (CTA-
-Zona da Mata, MG); Jorge Vivan (NW-Mato Grosso); André Gonçalves (Centro Ecológico, RS e Caatinga, CE). A análise
comparativa foi coordenada por Andrew Miccolis (ISSA) e contou com a colaboração de todos os autores.
40
Universidade Federal do Pará - Campus do Guamá
1) Centro de Eventos Benedito Nunes
Sala Multiuso 1-CEBN
2) Auditórios Básico I e 11
3) Auditório da Reitoria
4) Auditório do ICEN
5) Auditório do IFCH
6) Auditório do IEMCI
7) Auditório do AEDI
8) Espaço Recreativo Vadião
(Almoço dos participantes)
o
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- SociedadeBrasileira
de SistemasAgrolloreslals World Agroforestry Centre
GOVERNO FEDERAL
Ministério da Ministério do Ministério do
Ciência e Tecnologia Desenvolvimento Agrário Meio Ambiente
Ministério da
Agricultura, Pecuária
e Abastecimento L
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Sistemas agroflorestais na ...
2011 FL-PP-12458
\ \\\\\\ \\\\\ \\\\11I\\\ \\\\\ \\\\\ \\\\\ \\\\\ \\\\ \\1\\\ \\\\\ \\\\11I\\\ \\\\ \\\\
CPATU- 45441-1Proporcionados por
SAFs
1.3: Políticas públicas para integrar benefícios
econômicos e ecológicos na transição agroflorestal
14h -16h30min
Sessões Temáticas
a) Cooperativismo para a sustentabilidade
econômica e social dos SAFs
b) Cacau em SAFs: independência, renda e
ganhos ambientais sustentáveis
c) Dendê em SAFs na agricultura familiar
d) Expansão do açaí e seu potencial em SAFs
e) Políticas públicas e SAFs: lições aprendidas a
partir de cinco estudos de caso
16h30min -18h30min
Sessão de Visita a Pôsteres
Lançamento de livros (18h)
18h30min - 19h30min
Programação Cultural:
Grupo Charme do Choro
Dia 4: 24/11
8h30min - 10h
Conferência 3:
Sistemas Agroflorestais
e Provisão de Benefí-
cios: Oportunidades e
Desafios (Ivan Crespo -
UFPR). Moderadora:
Elisa Wandelli
(Embrapa)
10h30min -13h
Simpósios
3.1: SAFs e suas contribuições à segurança
alimentar e nutrição para povos indígenas
3.2: SAFs como Estratégia para Adaptação a
Mudanças Climáticas
3.3: Desafios técnicos para o uso de SAFs na
recuperação de áreas degradadas
14h -16h30min
Sessões Temáticas
f) SAFs na perspectiva da Agroecologia
g) Estratégias de políticas públicas para uma
maior adoção de SAFs
h) Indicadores econômicos e ecológicos em
SAFs apoiados pelo PDA-MMA
i) Produção e sustentabilidade da cadeia
produtiva da castanha: desafios e oportunidades
16h30min - 18h30min
Mesa Redonda com gestores
públicos e autoridades
Convidados: MDA, MMA, FAO
Gov. Est. Acre
Gov. Est. Amazonas
Gov. Est. M. Grosso
Gov. Est. Pará
Sessão de Encerramento
18h30min - 19h30min
Programação Cultural:
Grupo de carimbó e danças típicas do Pará
tJ.r"
Conferências
Local: Centro de Eventos Benedito Nunes/UFPA
Conferência de Abertura: Árvores, florestas e uma sociedade saudável: visão para 2030
Anthony Simons (World Agroforesty Centre)
Tony Simons é Diretor Geral do Centro Mundial Agroflorestal (World Agroforestry Ce tre -ICRAF). Possui PhD em Bo-
tânica pela Universidade de Cambridge, Reino Unido. É Professor Honorário em SiMcultura o ical da Universidade de
Copenhague, na Dinamarca, e membro do conselho de Recursos Vegetais da África Tropical e do Painel de Especialis-
tas em Recursos Genéticos Florestais. Antes de assumir a direção geral do ICRAF, em outubro de 2011, Simons liderou
o programa de pesquisa do ICRAF sobre Árvores e Mercados, e atuou como vice-diretor da instituição, desempenhando
há vários anos relevante papel na inserção estratégica do ICRAF no cenário global, posicionando-o de forma eficaz na
reorganização do Grupo Consultivo em Pesquisa Agrícola Internacional (CGIAR).
SAFs e a provisão de serviços ecossistêmicos para alcançar benefícios ambientais regionais e globais
P. K. Ramachandran Nair - Professor Emérito de Sistemas Agroflorestais na Universidade da Florida, EUA
P. K. Nair - Professor Emérito de Sistemas Agroflorestais na Universidade da Florida, EUA
Dr. Nair é pesquisador e educador pioneiro em Sistemas Agroflorestais, referência mundial na área. Estudou na índia,
Inglaterra e Alemanha, e participou da fundação do Centro Mundial Agroflorestal - ICRAF, no Quênia, nos anos 1970. Na
UF, ele ensina a alunos de pós-graduação e cientistas visitantes de diversos países. PK Nair é autor/editor de 14 livros,
40 capítulos de livros, e cerca de 200 artigos científicos, todos relacionados a sistemas agroflorestais. É ainda membro
da Associação Americana para o Avanço da Ciência, e das Sociedades Americana de Agronomia, Ciências Agrícolas, e
de Ciência do Solo. Recebeu o Prêmio Científico IUFRO (International Forestry Research); vários prêmios da Sociedade
Americana de Florestais, quatro diplomas de Doutor Honoris Causa (Kyoto, Japão; Kumasi, Gana; Guelph, no Canadá, e
Santiago de Compostela, Espanha), o prêmio indiano Rattan Hind, além do Prêmio Humboldt, da Alemanha.
o Contexto histórico e jurídico da proteção da cobertura vegetal e a reforma do Código Florestal
José Heder Benatti -Instituto de Ciências Jurídicas, UFPA
É advogado, mestre em Direito e doutor em Ciência e Desenvolvimento Socioambiental (UFPA), professor de Direito da
Universidade Federal do Pará e pesquisador do CNPq. Foi presidente do Instituto de Terra do Pará (Iterpa) para o qua-
driênio 2007 a 2010, membro da Comissão de Direito Ambiental da IUCN e do Instituto o Direito por um Planeta Verde.
Entre outras atividades, foi professor visitante na Universidade da Flórida (EUA) em 2005; presidente da Sociedade Pa-
raense de Defesa dos Direitos Humanos (1992-93); fundador e membro do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia
(1995-2005); representante das Organizações Não-Governamentais do Estado do Pará no Conselho Estadual do Meio
Ambiente (Coema) para o quadriênio 1994 a 1997; representante das Organizações Não-Governamentais da Região
Norte no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para o biênio 1994 a 1995. Foi consultor para as organizações
nacionais e internacionais como a FVA, Governo do Acre, Ford do Brasil, Green Peace, WWF, PNUD, BIR, IUCN. Tem
experiência na área de Direito, com ênfase em Direito de Propriedade e Meio Ambiente, atuando principalmente com os
seguintes temas: Amazônia, populações tradicionais, unidade de conservação, regularização fundiária e posse agroeco-
lógica. Publicou diversos artigos em livros e periódicos nacionais e internacionais.
Sistemas Agroflorestais e Provisão de Benefícios Oportunidades e Desafios
Ivan Crespo, CEPLAC
Ivan Crespo Silva, CEPLAC
Engenheiro florestal formado pela Faculdade de Ciências Agrárias do Pará (FCAP), Mestre e Doutor em Ciências Flo-
6
restais, Pesquisador da CEPLAC, Professor do Curso de Pós-Graduação em Ciências Florestais da Universidade Fe-
deral do Paraná (UFPR); autor de publicações sobre sistemas agroflorestais no Brasil e no exterior; Membro do Grupo
Interministerial que elaborou o Plano Nacional de Silvicultura com Espécies Nativas e Sistemas Agroflorestais; Membro
colaborador da Internation Union of Forestry Research Organization (IUFRO) para América Latina; Vice-presidente da
Sociedade Brasileira de Sistemas Agroflorestais (SBSAF); Coordenador de pesquisas em agrossilvicultura do Progra-
ma de Cooperação Brasil-África no âmbito do Ministério das Relações Exteriores.
7
Simpósios u
22/11/2011 - Terça-feira: 1Oh30min - 13h
1.1.SAFs e geração de renda: perspectivas para arranjos agroflorestais baseados em cultivos âncora
Coordenação: Alfredo Homma (Embrapa Amazônia Oriental)
Local: Auditório do Centro de Convenções Benedito Nunes
Resumo: A implementação dos SAFs exige políticas públicas visando a expansão do uso de espécies com perspectivas
de mercado local, nacional ou externo, visando a substituição de importações, geração de emprego e renda.O Brasil
importa um terço de seu consumo de cacau, implicando evasão de divisas de quase 150 milhões de dólares, 70% das
importações de borracha vegetal com evasão de quase 780 milhões de dólares e dois terços do consumo de óleo de
dendê. Por outro lado, exporta pimenta-do-reino, castanha-do-pará, polpa de açaí, cacau, entre outros. Este Simpósio
visa subsidiar políticas públicas que favoreçam a expansão dos SAFs comerciais na Amazônia, criando alternativas para
ocupação de áreas desmatadas, para a redução de desmatamentos e queimadas e contribuir para a recomposição de
Áreas de Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente. Existe um elenco de plantas perenes sombreadoras e
sombreadas no qual o país é importador líquido de vários de seus produtos (cacau, borracha, óleo de dendê, etc.). Nesse
contexto, é imprescindível discutir políticas públicas para estimular cultivos perenes com perspectivas de mercado para
espécies potenciais para compor os SAFs, como cacaueiro, seringueira, açaizeiro, dendezeiro, castanheira, entre as
principais.
Programação:
1. Alfredo Homma (Embrapa Amazônia Oriental): Os SAFs como indutor do desenvolvimento rural para a Amazônia.
2. Adonias de Castro Virgens Filho (MAPA / CEPLAC): Sistemas Agroflorestais e sustentabilidade: um enfoque na gera-
ção de renda.
3. Jean C. Dubois (REBRAF): Os sistemas agroflorestais como agentescapitalizadores no meio rural.
4. Dan Eric Pitit Lobão (CEPLAC): Conservação Produtiva - solução ou problema para as regiões cacaueiras.
1.2. Caracterização e potencialidades de serviços ambietais/ecossistêmicos proporcionados por SAFs
Coordenação: Jorge Vivan (UFSC)
Local: Auditório Básico 1
Resumo: Os SAF passaram a ser um referencial maior como instrumento para ações de recuperação de passivo arn-
biental e reorientação de uso da terra em ecossistemas florestais em regiões tropicais. É necessário, porém agregar
estratégias de gestão e monitoramento, visando consolidar a avaliação de custo/eficácia frente a outras opções de res-
tauração, bem como para avaliar seu papel complementar à estas opções. Na mesma medida, a provisão de serviços
ecossistêmicos (SE) e a possível remuneração por estes serviços dependerão da confiabilidade, eficiência e eficácia dos
processos de monitoramento e gestão. Este componente em um projeto pode influir fortemente nos custos de transação
e definir a viabilidade de PSA, e mesmo do enfrentamento inevitável sobre alternativas econômicas (como a pecuária)
no campo político. Levando estes aspectos em consideração, o Simpósio visa fornecer aos participantes uma introdu-
ção a métodos e ferramentas que possibilitem maior confiabilidade, eficácia e eficiência na avaliação de desempenho e
funcionalidade de SE em Sistemas Agroflorestais (SAF) no que se refere a (a) levantamento de dados para indicadores
biofísicos de SAF visando SE; (b) análise de dados em foco local e de paisagem; e (c) gestão de projetos que envolvem
SAFs e SE, em termos de implementação de ações, monitoramento e comunicação.
Programação:
1. André Luiz R. Gonçalves (Instituto Federal Catarinense - IFC; Centro Ecológico): Promoção de SAF e serviços
ambientais em ambientes de paisagens antropizadas.
2. Lúcio de Paula Amaral (UFSM/PPGEF): Métodos e procedimentos de levantamento de campo para indicadores fitos-
sociológicos de SAFs com foco em estoques de carbono e diversidade de plantas vasculares.
3. IIdamir Faria (AJOPAM - Juína MT): Sistemas Agroflorestais e serviços ambientais: lições dos projetos demonstrativos
e do Pró-Ambiente em Juína, MT
4. Jorge Vivan (UFSC. Consultor PNUD): Indicadores, métodos e análise dos serviços ecossistêmicos de SAF em nível
8
de paisagem.
1.3. Políticas públicas para integrar benefícios econômicos e ecológicos na transição agroflorestal
Coordenação: Luciano Maltos (Embrapa Amazônia Oriental)
Local: Auditório Básico 2
Resumo: A consolidação de políticas públicas voltadas à agricultura familiar é um fato bastante emblemático no atual
contexto do Brasil rural. O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Programa de Aqui-
sição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) se notabilizam como os principais
instrumentos econômicos para fomentar a consolidação de estabelecimentos familiares rurais. No entanto, apesar de
seus papéis fundamentais como força produtiva, o Pronaf, o PAA e o PNAE ainda guardam um enfoque restrito de pro-
dutos, e não de dinamização de sistemas produtivos. Além da reflexão sobre novos critérios econômicos e sociais dos
dois programas para mitigar problemas inerentes à sua implementação, há de se consolidar critérios ecológicos, como
a integração à uma política nacional de serviços ambientais, numa estratégia de trabalhar a perspectiva de pagamentos
por serviços ambientais (PSA) não somente como renda (muitas vezes temporários e não estruturantes), mas como força
produtiva sustentável. Nesse sentido, o Simpósio visa avaliar a efetividade destas que são as três principais políticas
públicas federais voltadas para a agricultura familiar no fomento à diversificação produtiva agroflorestal. O evento ana-
lisará os enfoques econômico, social e ecológico dos programas e suas capacidades de se integrarem a uma eventual
Política Nacional de Serviços Ambientais, e debaterá como o enfoque de PSA pode se agregar e qualificar o Pronaf, o
PAA e o PNAE.
Programação:
1. Eliziário Toledo (CONTAG): Pronaf: Problematização de suas contradições e ajustes necessários rumo à sustentabili-
dade econômica e ecológica da agricultura familiar.
2. Silvio Porto (CONAB): Programa de Aquisição de Alimentos (PAA): estratégias para fechamento da cadeia produtiva
e formas gradativas de incentivos à produção sustentável.
3. Robert Miller (PNUD): Sociobiodiversidade: potencialidades e entraves para avançar de nichos de mercados à realida-
de do mercado consumidor brasileiro.
4. Luciano Mattos (Embrapa): Políticas públicas e instrumentos econômicos para a promoção da transição agroflorestal
associada ao pagamento indireto de serviços ambientais.
23/11/2011 - Quarta-feira: 10h30min - 13h
2.1. Certificação de sistemas agroflorestais: Modalidades e perspectivas para uma integração mais efetiva ao
mercado
Coordenação: Luis Fernando Guedes Pinto e Eduardo Trevisan Gonçalves (Imaflora)
Local: Auditório Básico 1
Resumo: Os impactos sociais e ambientais da produção agropecuária e florestal e de suas cadeias produtivas são cada
vez mais reconhecidos por diversos atores sociais. Desta forma, tem aumentado significativamente as iniciativas que
procuram oferecer garantias ou diferenciar produtores e produtos por meio de regulamentos, padrões, normas, selos ou
certificados, abordando aspectos de produção, qualidade ou desempenho social ou ambiental de produção. Tais iniciati-
vas podem ser governamentais ou independentes e têm apresentado uma série de oportunidades e ameaças à produção
agroflorestal e ao comércio, da escala local ao internacional. Portanto, a comunidade científica e técnica agroflorestal
devem aprofundar o conhecimento e definir prioridades para a pesquisa, o ensino e a elaboração de políticas sobre este
tema. Nesse sentido, o Simpósio irá: (a) discutir e analisar o contexto político e estratégico de sistemas de certificação
com abordagem socioambiental aplicáveis ou aplicada os aos sistemas agroflorestais no Brasil e no mundo; (b) conhecer
e debater os fundamentos para a construção e a aplicação de sistemas de certificação socioambiental com credibilida-
de e que gerem impactos sócio-econômicos e ecológicos; e (c) conhecer experiências concretas que demonstrem as
oportunidades e desafios de sistemas de certificação socioambiental para produtores rurais e suas cadeias produtivas.
Programação:
1. Ricardo Abramovay (FEA - USP): Certificação e as novas relações sociais com o mercado e sistemas de produção.
2. Masaaki Yamada (Universidade de Tóquio de Agricultura e Tecnologia): Certificação participativa no sistema agroflo-
9
restaI.
3. Daniel Berkembrock (Projeto Reca): RECA: Desafio da Certificação em grupo na Amazônia.
4. Volney Fernandes: Cacau e pupunha no Sul da Bahia. Um caso de sucesso na integração da agricultura familiar e
empresarial.
5. Eduardo Trevisan (Imaflora): Contexto estratégico de sistemas de certificação com abordagem socioambiental aplicá-
veis a SAFs e suas perspectivas de mercado.
2.2. Estratégias de mitigação a mudanças climáticas baseadas em SAFs
Coordenação: Steel Vasconcelos (Embrapa Amazônia Oriental)
Local: Auditório do Centro de Convenções Benedito Nunes
Resumo: As mudanças climáticas em curso são atribuídas em grande parte ao aumento da concentração de gases de
efeito estufa decorrente de atividades antropogênicas, nas quais se incluem alterações na cobertura e no uso da terra.
A remoção de florestas nativas para implantação de sistemas de produção agropecuária inevitavelmente reduz os esto-
ques de carbono e aumenta a emissão de gases de efeito estufa. Por outro lado, sistemas agroflorestais são reconhe-
cidos como uma das mais proeminentes opções mitigadoras na agricultura de acordo com o Painellntergovernamental
sobre Mudanças Climáticas. No entanto, existem poucas estimativas de potencial de seqüestro de carbono e de emissão
de gases de efeito estufa nesses sistemas que permitam avaliar de forma consistente o papel de SAFs na mitigação das
mudanças cllimáticas. Nesse sentido, o Simpósiorepresentará um fórum para apresentação e discussão de resultados
de pesquisa científica atuais sobre o papel de SAFs na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Especificamente
devem-se abordar (a) o potencial de SAFs em aumentar o estoque de carbono e reduzir as emissões de gases de efeito
estufa (óxido nitroso e metano) a partir do solo em relação a outros sistemas de uso da terra e (b) a necessidade de estu-
dos/iniciativas de pesquisa para quantificar estoques de carbono e fluxo de gases de efeito estufa de forma a contemplar
a diversidade de SAFs em diferentes situações edafoclimáticas. No simpósio também serão discutidas as implicações
relacionadas ao desenho de SAFs (composição e arranjo das espécies) visando a maximizar seu potencial de mitigação,
considerando potenciais reflexos em aspectos sociais/culturais e econômicos dos agricultores.
Programação:
1.1. Henrique Nascimento (MCTI): O papel de florestas nas estratégias globais de mitigação de mudanças climáti-
cas.
2. Luiz Adriano Maia Cordeiro (Embrapa): O papel dos Sistemas Integrados (iLPF) e dos Sistemas Agroflorestais (SAFs)
no Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) como estratégias de mitigação às mudanças climáticas
3. Paulo César Nunes (Projeto Poço de Carbono Juruena): Projeto Poço de Carbono Juruena: uma experiência de PSA
em Mato Grosso
4. Eduardo Rizzo (IDESAM): Programa Carbono Neutro Idesam: benefício ao clima e às populações tradicionais da Re-
serva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã - AM
2.3. Código Florestal e o papel dos SAFs na recuperação florestal: Reserva Legal e APPs
Coordenação: Socorro Ferreira e Milton Kanashiro (Embrapa Amazônia Oriental)
Local: Auditório Básico 2
Resumo: A legislação ambiental brasileira prevê que todos os biomas brasileiros devem manter áreas de RL e APP. En-
tretanto, de forma geral, essa legislação não é observada e as conseqüências são extensas áreas desmatadas em vias
de degradação produtiva. Os SAFs podem ter um papel importante na recuperação da paisagem em áreas desmatadas,
recuperando a cobertura florestal e ao mesmo tempo promovendo o bem estar social e alimentar das famílias rurais
agricultoras. Além disso, os SAFs prestam serviços ambientais na captura ou seqüestro de carbono. Este Simpósio visa
compreender objetivamente e discutir o que determina a lei quanto às possibilidades de SAFs para cumprir a função de
manutenção ou compensação de áreas de reserva legal e de preservação permanente em propriedades rurais.
Programação:
1. Klinton Senra (MMAlPDA): Sistemas Agroflorestais e Legislação Ambiental: Estratégias para o Desenvolvimento Sus-
tentável.
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2. Mario Luiz Teixeira de Morais (UNESP- Ilha Solteira): Contribuição da pesquisa para a recuperação/restauração de
APPs e RL.
3. Pedro Araújo (Agricultor Familiar, São Domingos do Capim, PA): Uma experiência com SAF na várzea há 20 anos: A
legislação ajudou ou limitou?
4. Carlos Victor Leitão (SEMA-Pará): Licenciamento ambiental e o papel de SAF nas propriedades rurais
24/11/2011 - Quinta-feira: 1Oh30min -13h
3.1. SAFs e suas contribuições à segurança alimentar e nutrição para povos indígenas
Coordenação: Robert Miller (PNUD)
Local: Auditório Básico 1
Resumo: Povos indígenas historicamente têm desenvolvido SAFs com o objetivo de contribuir com várias necessidades
básicas, especialmente as relacionadas à alimentação e à saúde. Estes SAFs são ainda espaços de experimentação,
de sociabilidade e geração de renda. No entanto, as transformações sócio-culturais que vem atingindo as comunidades
indígenas têm afetado os sistemas de produção de uma forma geral, levando, em alguns casos a níveis de desnutrição
e mortalidade elevados se comparados com outros segmentos da população brasileira. O Simpósio visa ser um espaço
de apresentação e discussão de resultados de pesquisas e experiências desenvolvidas por povos indígenas acerca da
importância dos SAFs para a segurança alimentar e nutricional e apontar caminhos para a inclusão dos SAFs em polí-
ticas e programas nacionais integrativos voltados para a saúde, o combate à desigualdade social, à pobreza e a fome,
respeitando a diversidade cultural.
Programação:
1. Eliel Benites (Aldeia Tey Kuê, Caarapó): SAFs e segurança alimentar em aldeias Guarani - MS.
2. Nilson Saboia Tuwe (Agente Agroflorestallndígena, AC): Os Agentes Agroflorestais Indígenas no Acre.
3. Esther Katz (IRD - CDS / UNB): Diversidade alimentar e sistemas agroflorestais no Rio Negro: um olhar critico.
4. Rachei Pinho (Núcleo INPA/RR): Os quintais indígenas no Lavrado de Roraima.
5. Robert Miller (Projeto GATI PNUD): Políticas públicas e sistemas agroflorestais indígenas.
3.2. SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climáticas
Coordenação: Marcos Rugnitz Tito (Centro Mundial Agroflorestal, ICRAF)
Local: Auditório Básico 2
Resumo: O objetivo do Simpósio é proporcionar um espaço para a apresentação e o debate de experiências de campo
e resultados de pesquisas que promovem o aumento da resiliência de produtores e sistemas agroflorestais frente a al-
terações do clima. A sessão será iniciada com uma harmonização dos conceitos básicos relacionados à temática, que
estará a cargo de Marcos Tito - pesquisador do Centro Mundial Agroflorestal (ICRAF). Partindo de uma abordagem
sobre a necessidade de promover um reajuste no comportamento humano frente a mudança do clima, Joelma Vive -
produtora ligada ao centro SABIA de Pernambuco - compartilhará as experiências de sua família e comunidade sobre
como superar as barreiras para a produção agroflorestal em condições semi-áridas. Contribuindo para o debate a uma
escala regional (Amazônia Sul-Ocidental), Foster Brown - pesquisador do Woods Hole Research Center - apresentará
os impactos do aumento na frequência de eventos extremos climatológicos (e incêndios florestais) sobre os sistemas
agroflorestais da região. Por sua parte, dando ênfase ao processo metodológico, Manuel Soudre Zambrano - pesquisa-
dor e extensionista do Instituto de Pesquisas da Amazônia Peruana (IIAP) - apresentará os resultados do trabalho de
predição e avaliação dos impactos de mudanças climáticas sobre três espécies utilizadas em sistemas agroflorestais da
Amazônia central peruana. Espera-se que o Simpósio venha colaborar com o planejamento, transferência e adoção de
tecnologias agroflorestais que possam diminuir a vulnerabilidade e riscos de produtores, reduzir/reverter a degradação
dos recursos naturais, bem como, melhorar a qualidade de vida das comunidades rurais.
Programação:
1. Marcos Rugnitz Tito (ICRAF): Em clima de mudança: Entendendo o significado de adaptação a mudança climática.
2. Joelma Vive (Produtora ligada ao centro SABIA): Produção agroflorestal em áreas com restrição hídrica: Experiências
de Cumarú, Pernambuco.
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3. I. Foster Brown (Woods Hole Research Center): Sistemas agroflorestais na Amazônia Sul-Ocidental no contexto de
mudanças climáticas.
4. Manuel Soudre Zambrano (IIAP - Peru): Predição e avaliação de impactos das mudanças climáticas sobre sistemas
agroflorestais na Amazônia peruana.
3.3. Desafios técnicos para o uso de SAFs na recuperação de áreas degradadas
Coordenação: Selma Ohashi (UFRA)
Local: Auditório do Centro de Convenções Benedito Nunes
Resumo: Sistemas Agroflorestais têm sido recomendados para a recuperação de áreas degradadas por proporcionar
qualidade de vida, geração de emprego e renda, melhor distribuição de mão-de-obra e recursos durante o ano, fixação
no campo, promoção de serviços ambientais com a elevação da biodiversidade e fixação de carbono e outros benefícios
ambientais, em escala local e global. Apesar dessa importância existem ainda problemas para a adoção dos SAFs.
Torna-se necessário superar desafios técnico-científicos na busca de soluções para a recuperação da produtividade
das áreas degradadas. Este Simpósio visa discutir as políticas públicas ou propostas de políticas públicas que tratam da
inserção da questão agroflorestal para recuperação de áreas degradadas, discutir o planejamento e uso da terra para
atendera recuperação produtiva e ambiental destas áreas degradadas, e apresentar a visão do agricultor quanto as
problemas, dificuldades e oportunidades associadas ao uso dos SAFs na recuperação de áreas degradadas.
Programação:
1. Enrique Murgueitio (CIPAV, Colombia): Reabilitação de solos de pecuária com sistemas silvipastoris intensivos.
2. José Nicola Costa (ISA): Desafios na restauração em larga escala: as experiências da campanha Y Ikatu Xingu.
3. Luis Eduardo Dias (Depto. de Solos, UFV): Sistemas agroflorestais e a restauração ecológica de áreas degradadas.
4. Francisco Wararu Sakaguchi (CAMTA): SAFs praticados pela CAMTA na recuperação produtiva e ambiental de áreas
degradadas.
5. Kleber Farias Perotes (IDEFLOR): SAFs, Sustentabilidade & Desenvolvimento: alternativa na condução da restaura-
ção florestal no Pará
Sessões Temáticas
22/11/2011 (Terça-feira): 14h -16h30min
A: Cooperativismo para a sustentabilidade econômica e social dos SAFs
Coordenação: Leila Sobral Sampaio (UFRA)
Local: Auditório do Centro de Convenções Benedito Nunes
Resumo: A proposta do cooperativismo está associada a diversas experiências exitosas de grupos de trabalhadores
rurais com práticas agroflorestais. Organizados em cooperativas, os membros destes grupos estão à frente de empreen-
dimentos comunitários norteados por uma proposta que reconhece e valoriza a cultura local, o meio ambiente e o direito
a um trabalho digno, contribuindo para consolidação dos sistemas agroflorestais produtivos sustentáveis. Organizações
cooperativas que promovem a comercialização dos produtos, aumentam o poder de barganha de seus sócios, além de
viabilizar investimentos coletivos, a certificação de produtos e estimular a troca de experiências entre os trabalhadores
rurais. O cooperativismo é indispensável para a geração de oportunidades equitativas de trabalho, melhoria da qualida-
de de vida e distribuição de benefícios entre aqueles que estão direta ou indiretamente envolvidos na conservação dos
recursos naturais e na busca pela inclusão e transformação social. Neste contexto serão apresentadas nesta Sessão
experiências de cooperativismo em diversas escalas de desenvolvimento, de modo a refletir sobre a prática na efetiva-
ção e consolidação dos sistemas agroflorestais, com a melhoria da qualidade de vida dos produtores e conservação dos
recursos ambientais.
Programação:
1. Júnior Serra (SESCOOP-PA): Cooperativismo como ferramenta de desenvolvimento agrário.
2. Raimundo Ermino Neto (COPPALJ-MA): Cooperativismo e agroextrativismo do babaçu.
3. Moacir Miranda (COOPABEN-PA): Cooperativismo e agricultura familiar.
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4. Francisco Wataru Sakaguchi (CAMTA): 80 anos de cooperativismo na Amazônia e 62 anos de CAMTA.
B: Cacau em SAFs: independência, renda e ganhos ambientais sustentáveis
Coordenação: Fernando Teixeira Mendes (CEPLAC) Local: Auditório Básico 2
Resumo: Desde seus primórdios, a cacauicultura como atividade extrativa mantém o que hoje denominamos de sus-
tentabilidade, em seu tríplice aspecto (ambiental, econômico e social). Motivado por suas características de cultivo é
que, uma fatia importante da Mata Atlântica ainda continua intacta. Com o advento do cultivo industrial, incluindo aqui o
movimento denominado de "Revolução Verde", também a cacauicultura se adaptou. O que se pretende resgatar com a
temática dessa Sessão é que, a despeito do tempo e suas modernidades, o cultivo do cacaueiro aonde quer que seja,
continuará a ser um dos produtos cuja exploração caracteriza-se por múltiplos argumentos para convencer os tomadores
de decisão, quanto à sua opção agroecológica por excelência. Sua adaptação aos modelos agroflorestais atuais, só vie-
ram lhe proporcionar mais ganhos como uma das opções agrícolas em ambientes a ele mais adequados, principalmente
nos seus dois principais refúgios: a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica. Pretende-se como objetivo da sessão, discutir
os fatores relacionados ao cultivo do cacaueiro nesses dois ecossistemas, que realmente tenham agregado informações
suficientes para orientar os tomadores de decisão no que diz respeito ao investimento nessa atividade, dado as suas
possibilidades de criar valor ao meio ambiente natural que ocupam.
Programação:
1. Fernando Teixeira Mendes (CEPLAC): O Sistema Agroflorestal com Cacau e a Recomposição da Reserva Legal.
2. Almir Martins (CEPLAC): Chocolate Fino ou Especial em SAF de Cacau: mercado promissor.
3. José R. Bonadie Marques (CEPLAC): Substituição Sustentável de Eritrina por Seringueira em SAF de Cacau.
C: Dendê em SAFs na agricultura familiar
Coordenação: Kleber Perotes (IDEFLOR)
Local: Auditório Básico 1
Resumo: Considerando a crescente demanda por óleo de palma e que nosso país possui a maior área com aptidão agrí-
cola para o seu cultivo, mas que responde por apenas 0,5% da produção mundial, o Governo federal criou o Programa de
Produção Sustentável de Palma de Óleo no Brasil, lançado em maio de 2010 no município Tomé-Açu, Pará, sendo pre-
vista a expansão na área de plantio em aproximadamente 185.000 ha. O programa proíbe a derrubada da floresta nativa
e busca conciliar a proteção e recuperação do meio ambiente, investimento, inovação tecnológica e geração de renda na
agricultura familiar. Apesar do programa não restringir o implantação de outros cultivos associados à cultura do dendê,
grandes empresas instaladas no Pará têm optado pelo monocultivo, sendo permitido por algumas apenas a utilização da
leguminosa pueraria para cobertura do solo nas entre linhas. Para a agricultura familiar são preconizados módulos de 10
ha em monocultivo na lógica empresarial, o que tem gerado discussões entre os atores, principais envolvidos na cadeia
produtiva. Nessa Sessão será discutida a Política Nacional de Bicombustíveis, a preocupação dos movimentos sociais
com o modelo que está sendo imposto para a agricultura familiar, o posicionamento do Governo do Estado do Pará sobre
o assunto, e os resultados de pesquisa e em especial das experiências de cultivo de dendê associado a cultivos anuais
e perenes praticadas por agricultores familiares.
Programação:
1. Marco A. Viana Leite (MDA - SAF): A inclusão da agricultura familiar na produção de Palma de Óleo.
2. Carlos Augusto Santos Silva (FETAGRI-PA): Preocupação dos agricultores familiares sobre o dendê em monocultivo.
3. Alexandre Galvão (SAGRI- PA): Perspectiva da Palma de Óleo no Estado do Pará.
4. José Roberto Vieira de Meio (CEPLAC/CEPEC): Experiências com intercultivos em dendezais na Bahia.
5. Debora Castelani (Natura): Pesquisa e desenvolvimento de sistemas agroflorestais para a produção sustentável de
dendê (Elaeis guineensis) na Amazônia.
D: Expansão do açaí e seu potencial em SAFs
Coordenação: Marcelo I. Cunha (Centro Mundial Agroflorestal, ICRAF)
Local: Auditório IEMCI
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Resumo: A expansão do cultivo do açaí (Euterpe oleracea Mart.) em todo o Brasil está diretamente relacionada ao
aumento significativo da demanda nacional e internacional pela polpa de seu fruto. Na região Norte do país, é notório o
incremento tanto da demanda, quanto da produção, a qual quando em monocultivo, principalmente nas áreas de várzea
do estuário amazônico, pode resultar em impactos ambientais negativos. Considerando um cenário de aumento de 80
para 200 mil ha de açaí manejado sem estar consorciado com outras espécies em áreas de várzea, severos desafios
socioambientais surgirão caso esta tendência mercadológica seja acompanhada de uma expansão desenfreada que vise
quantidade em detrimento da qualidade, e que não sejam disponibilizados incentivos para o cultivo de açaí em sistemas
agroflorestais (SAFs). A produção de açaí em SAFs tem o potencial de contribuir para a redução da dependência econô-
mica dos produtores através da diversificação de fontes de renda, e para a conservação de ecossistemas, ao aumentar
a quantidade de água disponível no solo. A Sessão apresentará resultados de pesquisa, experiências de representantes
da sociedade civil, do setor privado e produtivo, além de proqramas do governo, com o intuito de discutirdesafios e opor-
tunidades no marco do cultivo do açaí em SAFs, de técnicas para superar a sazonalidade e elevar a produtividade, e a
base legal para processamento e comercialização dos produtos do açaí.
Programação:
1. Silas Mochiutti (Embrapa Amapá): Sistemas agroflorestais com açaizeiros para a recuperação de áreas alteradas de
florestas de várzeas do estuário amazônico.
2. João Tomé de Farias Neto (Embrapa Amazônia Oriental): A cultura do açaizeiro irrigado
3. Ivan Saiki (CAMTA): Manejo, produção e comercialização de açaí oriundo de SAFs.
4. Ana Gabriela Polaro Serra (ADEPARÁlGICVF): Programas do Governo do Estado do Pará relacionados ao açaí.
5. Lourenço Bezerra Lima (FASE Abaetetuba): Expansão do açaí em monocultivo e redução do impacto ambiental atra-
vés de SAFs.
6. Elias Kempner (STIR Abaetetuba): Conquistas e desafios para garantir a sustentabilidade do cultivo de açaí em SAFs.
E: Políticas públicas e SAFs: lições aprendidas a partir de cinco estudos de caso
Coordenação: Roberto Porro (Centro Mundial Agroflorestal, ICRAF)
Local: Auditório da Reitoria
Resumo: Esta Sessão Temática tem como objetivo apresentar os resultados de um estudo conduzido em 2011 para
apoiar o desenvolvimento de diretrizes para políticas nacionais que promovam a prática agroflorestal no Brasil. O es-
tudo global, sob a coordenação da FAO, inclui ICRAF, CIRAD e CATIE como instituições parceiras. Dada a dimensão
do Brasil e a grande variedade de contextos sócio-econômicos, ambientais e de governança, a abordagem utilizada foi
examinar e sistematizar cinco estudos de caso, com foco em quatro grandes biomas, em vez de tentar olhar para o país
como um todo. Após a realização de diagnósticos com dimensão local nos contextos selecionados (Noroeste do Mato
Grosso, Zona da Mata-MG, Torres-RS, e o Semi-Árido/Caatinga), procedeu-se à síntese comparativa. A metodologia
utilizada enfatizou consultas aos principais grupos de interesse envolvidos na prática agroflorestal, incluindo agricultores,
representantes de governos local, estadual e federal, setor privado e representantes da sociedade civil. A Sessão apre-
sentará uma síntese das políticas e programas que afetam o desenvolvimento agroflorestal no Brasil, identificadas a par-
tir do contexto específico de cada estudo de caso. As vulnerabilidades sociais e ambientais associadas às dificuldades
na adoção de SAFs são utilizadas para destacar as principais barreiras e forças motrizes para SAFs que perpassam os
estudos de caso e, possivelmente, aplicam-se para o país como um todo. A sessão discute mudanças necessárias nas
políticas para promover a prática e o desenvolvimento de sistemas agroflorestais, sugerindo abordagens e oportunidades
para implementar essas mudanças no contexto nacional.
Programação:
1. Jorge Vivan (UFSC; Consultor PNUD): O noroeste do Estado do Mato Grosso e a promoção de Sistemas Agroflores-
tais no Arco do Desmatamento da Amazônia Brasileira.
2. André Luiz R. Gonçalves (Instituto Federal Catarinense - IFC; Centro Ecológico): Sistemas Agroflorestais no Litoral
Norte do Rio Grande do Sul: Produção de Alimentos e Conservação da Mata Atlântica.
3. Martin Méier (CTA-Zona da Mata): Sistemas Agroflorestais na Zona da Mata: Experiências, Aprendizados e Propostas
Necessárias para a Sustentabilidade.
4.Andrew Miccolis (ISSA): Políticas Públicas e Sistemas Agroflorestais: Lições Aprendidas a partir de Cinco Estudos de
Caso no Brasil.
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24/11/2011 (Quinta-feira): 14h -16h30min
F: SAFs na perspectiva da Agroecologia
Coordenação: Romier Sousa (IFPA-Castamhal)
Resumo: Os sistemas de produção com predominância de princípios agroecológicos se baseiam no manejo regenerativo
dos recursos naturais (biodiversidade, solos e água). Ao mesmo tempo em que conservam o meio do ambiente, são pou-
co dependentes de insumos externos para manter sua capacidade produtiva. O enfoque agroecológico tem como idéia
central o respeito às diversidades locais e a convivência com os ecossistemas, sendo consolidado através dos métodos
e práticas tradicionais de manejo produtivo dos ecossistemas baseados na valorização dos recursos naturais disponíveis
em cada localidade. Ao se apoiar nos conhecimentos acumulados durante gerações pelos produtores familiares em es-
treita convivência com os meios naturais em que vivem e produzem, a evolução do conhecimento agroecológico exige o
estabelecimento de diálogos entre produtores e cientistas através de processos participativos de experimentação local.
Considera-se que o enfoque agroecológico não é restrito à análise da sustentabilidade sócio-ambiental e econômica dos
sistemas de produção. A ele se incorporam dimensões culturais e de relações sociais, assim como sua aplicabilidade
se estende ao desenvolvimento de práticas sustentáveis de agricultura urbana. Esta Sessão refletirá sobre a construção
de Sistemas Agroflorestais com base nos princípios da Agroecologia. Debaterá como as políticas públicas de ATER e
pesquisa tem tratado este tema e incorporado os conhecimentos produzidos pelas inúmeras experiências desenvolvidas
por organizações da sociedade civil e públicas ao longo dos anos. Debaterá ainda sobre perspectivas de construção do
Plano Nacional de Transição Agroecológica, onde Sistemas Agroflorestais, nas suas inúmeras possibilidades, ocupam
papel de destaque.
Programação:
1. Cassio Trovatto (DATER / SAF / MDA): Extensão rural e SAFs na perspectiva da Agroecologia.
2. Luis Mauro S. Silva (UFPA / NCADR / PPGAA): A pesquisa em SAF's e as possibilidades de aproximação de um.
enfoque Agroecológico.
3. Cláudia Calório (MMA): As políticas públicas de promoção dos SAFs com enfoque agroecológico: o contexto do Plano
Nacional de Apoio à Transição Agroecológica.
G: Estratégias de políticas públicas para uma maior adoção de SAFs
Coordenação: Minelvina Nascimento (PequisadoralConsultora EMBRAPA)
Local: Auditório IEMCI
Resumo: A utilização plena dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) dependia, até o final do ano passado, de um apoio insti-
tucional dos agentes financeiros que não reconheciam nessa tecnologia uma opção de retorno econômico devidamente
comprovado. Tal fato motivou um esforço conjunto da Embrapa, Ministério do Desenvolvimento Agrário, CEPLAC e dos
próprios agentes financeiros para a construção de planilhas de coeficientes técnicos e econômicos capazes de demons-
trar que, além de serem ambientalmente sustentáveis, os SAFs apresentam retorno econômico para os agricultores. A
Sessão terá como objetivos debater a execução de políticas de crédito e assistência técnica, e seu papel no processo
de implementação e consolidação de um modelo sustentável para a produção agropecuária. Relatará a experiência de
sistematização de coeficientes técnicos e econômicos para SAFs, e a atuação dos agentes financeiros e de ATER no
processo de utilização dessa tecnologia. Com base nessa experiência, sugerirá encaminhamentos que contribuam para
que o processo de viabilização da adoção de SAFs no cumprimento de políticas públicas seja ampliado e intensificado,
e que outras tecnologias possam também ser inseridas adequadamente nas políticas públicas vigentes.
Programação:
1. Paulo Guilherme Cabral (MMA): A importância dos SAFs para a viabilização de políticas públicas (Operação Arco
Verde, Programa Mais Ambiente e Plano Nacional de Agroecologia).
2. Marcelo Arco-Verde (Embrapa Roraima): O papel da pesquisa agroflorestal para políticas públicas.
3. João Luiz Guadagnin (MDA): O papel do crédito e da ATER para a adoção e consolidação dos SAFs.
4. Paulo Augusto Lobato da Silva (EMATER-PA): Estratégias de políticas públicas para uma maior adoção de sistemas
agroflorestais.
H: Indicadores econômicos e ecológicos em SAFs apoiados pelo Programa Projetos Demonstrativos
Coordenação: Klinton Vieira Senra (PDAlDEXlSEDRlMMA)
Local: Auditório do Centro de Convenções Benedito Nunes
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Resumo: O Subprograma Projetos Demonstrativos (PDA) do Ministério do Meio Ambiente é pioneiro no apoio a Sis-
temas Agroflorestais inovadores na Amazônia e Mata Atlântica, o que resulta em dezenasde experiências executadas
e um enorme acúmulo de conhecimentos. Considerando o enorme potencial desta técnica para a sustentabilidade so-
cioambiental dos agricultores familiares e agroextrativistas e, ao mesmo tempo, a carência de dados e indicadores que
apontem os resultados destes sistemas, o PDA tem procurado cobrir esta lacuna através do apoio a estudos para fomen-
tar processos de geração de conhecimento através de Redes de Referência. Centrado em estudos de sustentabilidade
socioeconômica de propriedades familiares, com foco nas experiências com Sistemas Agroflorestais e Extrativismo e
considerando variáveis socioeconômicas e ambientais, o objetivo básico é a geração de subsídios para a proposição,
negociação e aperfeiçoamento de políticas públicas. Foram obtidos subsídios e dados/índices técnicos que podem em-
basar a formulação, negociação, implementação e avaliação de Políticas Públicas de apoio, promoção e replicação
destes sistemas de produção familiar. A conclusão dos estudos aponta para a comprovação da sustentabilidade socio-
econômica e ambiental de sistemas de produção familiar rural de beneficiários de Projetos PDA, com base em informa-
ções fundamentadas, mensuráveis e comparáveis .A Sessão tem como objetivo apresentar e debater os resultados de
avaliações de SAFs com foco na funcionalidade econômica e ambiental e nos serviços ambientais gerados por estes
sistemas, assim como apresentar experiências inovadoras de implantação de SAFs apoiadas pelo PDA com foco nas
iniciativas em REDES.
Programação:
1. Zaré Augusto Brum (CONTAG): O papel das Redes de organizações gestoras de conhecimento na implantação de
sistemas de produção inovadores.
2. Alvori Cristo dos Santos (Consultor PDA): Indicadores de Funcionalidade Econômica e Ecológica de SAFs em Redes
Sociais da Amazônia e Mata Atlântica.
3. Jorge Vivan (UFSC,Consultor PNUD): Redes de conhecimento no âmbito do projeto PDA: o papel dos sistemas agro-
florestais para usos da terra sustentáveis e políticas públicas relacionadas.
4. André Gonçalves (Cento Ecológico): O potencial dos sistemas de uso da terra desenvolvidos e implementados com o
apoio do PDA de proporcionar os chamados serviços ambientais
I: Produção e sustentabilidade da cadeia produtiva da castanha: desafios e oportunidades
Coordenação: José Alberto Colares (IDEFLOR)
Local: Auditório Básico 2
Resumo: O Brasil, até 1990, ocupou posição de liderança no mercado mundial de castanha-do-brasil, com 80% do co-
mércio. Com a atual redução da produção brasileira, a Bolívia passou a ser o maior exportador mundial. Tradicionalmente
as atividades relacionadas ao aproveitamento da biodiversidade na Região Amazônica estão vinculadas à exploração
dos recursos naturais com baixa agregação de valor e contribuição para o dinamismo econômico da região. A cadeia da
castanha-do-brasil caracteriza-se pelo extrativismo adaptado às exigências de preservação ambiental, tendo em vista
que os principais fornecedores deste produto são os castanhais, distribuídos de forma ampla mas irregular por todo o
bioma amazônico. Há necessidade de se construírem modelos econômicos endógenos pautados na biodiversidade para
o aproveitamento comercial da castanha em bases equitativas, ambientalmente sustentáveis e economicamente dinâ-
micas. Melhorar a qualidade do produto e verticalizar a produção são dois pontos fundamentais para aumentar a cadeia
de valor. Estes fatores aliados às dificuldades de estruturação de modelos mais equitativos e de inclusão social são os
grandes desafios para a mudança de paradigmas. Nesta Sessão serão discutidas as perspectivas da política e do plano
nacional da sociobiodiversidade, as dificuldades e desafios dos extrativistas e empresários com a lógica de mercado
para produção e comercialização, os resultados de pesquisa frente às mudanças fundamentais na cadeia produtiva da
castanha, e a necessidade de construção dos processos de gestão territorial, do uso sustentável da floresta e do benefi-
ciamento assegurando às economias locais um valor agregado e uma maior dinamização econômica.
Programação:
1. Roberto Vizentin (MMA): Abertura
2. Hétel Leepkaln dos Santos (MDS): A Política Nacional das Sociobiodiverisdade: Instrumento de combate a miséria
rural.
3. Pedro Paulo Vieira (Associação dos Extrativistas Tradicionais de Oriximiná - AETMO): Realidade da Comunidade
Extrativista: Produção e Sustentabilidade.
4. Casemiro Florenzano Filho (Exportadora Florenzano): O Mercado da Castanha: Desafios das Indústrias de Beneficia-
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mento e a Sustentabilidade da Cadeia Produtiva.
5. Ricard Scoles (Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA): A Castanheira: árvore ícone da Amazônia alimento,
renda e restauração ambiental.
6. Cleide Tavares (Associação das Indústrias de Beneficiamento, Comércio e Comunidades Extrativistas de Castanha-
-do-Brasil do Baixo Amazonas, AICOMEX): Um Programa para o Desenvolvimento Sustentável da Cadeia de Castanha.
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Apresentações Orais
23/11/2011 {Quarta-feira} 14h -16h
Sessão 1
Coordenação: Nelcimar Reis Sousa {Embrapa Amazônia Ocidental}
Local: Auditório Multi-uso CEBN
1.1. DESENVOLVIMENTO DE ARO EIRA (Myracrodruon urundeuva) EM QUATRO SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Marcela A. de Moraes, Walter V. V. Filho, Alexandre M. Silva, Selma M. B. de Moraes, Mario Luiz T. de Moraes, Miguel
Luiz M. Freitas, Alexandre M. Sebbenn
1.2. AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE MOGNO BRASILEIRO, CEDRO AUSTRALIANO E SERINGUEIRA
PLANTADOS EM CONSÓRCIO NA REGIÃO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP
Erika P.Guiducci, Marcos S. Bernardes, Guilherme M. V. Guiducci; Ciro A. Righi
1.3. CRESCIMENTO DE CINCO ESPÉCIES NATIVAS EM SUCCESSÃO NATURAL NA AMAZÔNIA ORIENTAL
Aaron Joslin, Daniel Markewitz, Lawrence Morris, Oswaldo R. Kato, Ricardo Figueiredo, Francisco de Assis Oliveira
1.4. EVALUACIÓN DE LA ABUNDANCIA DE CERATOPOGONIDOS (DíPTERA) POLlNIZADORES DE CACAO
(Theobroma cacao L) EN LA HOJARASCA DE SIETE ARBOLES DE SOMBRA EN TALAMANCA, COSTA RICA
K. H. Mavisoy M, S. R. Cabezas M, E. Sousa, A. R. da Piedade, W. Ballesteros P.
Sessão 2
Coordenação: Leila Sobral Sampaio (UFRA)
Local: Auditório da Reitoria da UFPA
2.1. ATRIBUTOS MICROBIOLÓGICOS DO SOLO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS E EM OUTROS AGROECOS-
SISTEMAS SOB MANEJO ORGÂNICO E CONVENCIONAL, EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL
Elaine Reis P. Lourente, Milton P. Padovan, Fábio M. Mercante, Gisele de Brito Saiomão
2.2 CACAO-BASED AGROFORESTRV SVSTEMS CONSERVE SOl L MACROFAUNA FUNCTIONAL DIVERSITV IN
TALAMANCA, COSTA RICA
Guillaume X. Rousseau, Olivier Deheuvels, Ignacio R. Arias, Eduardo Somarriba
2.3. O ENRIQUECIMENTO E A TRITURAÇÃO DA CAPOEIRA PROMOVEM A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSI-
DADE DO SOLO NO MOSAICO DA AGRICULTURA FAMILIAR NA AMAZÔNIA ORIENTAL
Guillaume X. Rousseau, Paulo Rogério Silva, Oswaldo R. Kato, Cláudio José de Carvalho
2.4. VEGETAÇÃO ESPONTÂNEA APÓS O USO DA TRITURAÇÃO MECANIZADA E MANUAL EM SISTEMAS
AGROFLORESTAIS
Igor do Vale, Izildinha S. Miranda, Fernando da Costa B. Lacerda, Carlos J. Capela Bispo, Osvaldo R. Kato
2.5. AVALIAÇÃO DO MEIO BIOFíSICO EM SAFS NO MUNiCíPIO DE ELDORADO DO CARAJÁS, PARÁ
Loyanne Lima Feitosa, Luis Mauro Santos Silva
Sessão 3
Coordenação: Marcelo Inácio Cunha (Centro Mundial Agroflorestal, ICRAF)
Local: Auditório Básico 1
3.1. CÁLCULO DE INDICADORES FINANCEIROS PARA SISTEMAS AGROFLORESTAIS
18
Marcelo Francia Arco-Verde, George Amaro
3.2. AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE FINANCEIRA DA INTRODUÇÃO DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA AMA-
ZÔNIA BRASILEIRA
Toru Sadamori, Masaaki Yamada
3.3. COEFICIENTES TÉCNICOS E CUSTOS DE PRODUÇÃO EM SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁ-
RIA-FLORESTA
Leonardo Calsavara, Marcelo Muller, Alexandre Brighenti dos Santtos, Carlos Martins, Fausto Sobrinho, Wadson da
Rocha, Vanderlei Souza
3.4. AVALIAÇÃO EMERGÉTICA DE SISTEMA AGROFLORESTAL: UM ESTUDO DE CASO
Marilene M. Alves, E. R. Ortega, C.T. Albuquerque
3.5. RELAÇÕES COMERCIAIS ENTRE EMPRESAS DE BIOCOSMÉTICOS E COMUNIDADES RURAIS: UMA ANÁ-
LISE DO CASO DA PRIPRIOCA NO ESTADO DO PARÁ.
Ruth Helena C. Almeida, Manoel MalheirosTourinho
Sessão 4
Coordenação: Rosana Maneschy (UFPA)
Local: Auditório Básico 2
4.1. TEOR DE PROTEíNA BRUTA E CONCENTRAÇÃO DE MINERAIS EM PASTAGEM DE QUICUIO-DA-AMAZÔ-
NIA ARBORIZADA COM IPÊ AMARELO EM SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA, PARÁ
Rosana Quaresma Maneschy, Laura Angélica Ferreira Darnet, Karolinny C. Guerra Costa, IImaione Keiza de Souza
Oliveira,Tatiane Pereira Guimarães
4.2. CARACTERIZAÇÃO DE PASTAGEM DE BRAQUIARÃO SOB INFLUÊNCIA DA COPA DE BORDÃO DE VE-
LHO E MUTAMBA PRETA EM SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA, PARÁ
IImaione K. de Souza Oliveira, Tatiane Guimarães, Rosana Q. Maneschy, Kleverson C.de A. Guará, Karolinny C. Guer-
ra Costa
4.3. DENSIDADE POPULACIONAL DE PERFILHOS DE Brachiaria decumbens SOB SOMBREAMENTO DE ESPÉ-
CIES NATIVAS DA MATA ATLÂNTICA EM PASTO CABRUCA
Érico de Sá Petit Lobão, José Marques Pereira, Alberício P. Andrade, Edson Mauro Santos, João Ricardo Tabosa,
Katia Curvelo, Raul Renné Valle
4.4. ESTABELECIMENTO DO CAPIM-BRAQUIÁRIA EM DIFERENTES ARRANJOS DE PLANTIO DE EUCALlPTO
EM SISTEMA SILVIPASTORIL
Márcia Vitório Santos, Vitor Diniz Machado, Matheus Sampaio Carneiro Barreto, Dilermando Miranda da Fonseca,
Aloízio Soares Ferreira, Sílvio Nolasco Oliveira Neto, Leonardo Gomes Borges
4.5. BENEFíCIOS DE SISTEMAS AGROSSILVIPASTORIS NAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO AGRESTE
MERIDIONAL DE PERNAMBUCO
Ana Erundina de L.M. Leite, Juliana B. Peixoto Silva, Amanda C.P. Zacarias, Luciano P.de Andrade
Sessão 5
Coordenação: Maria do Socorro Ferreira (Embrapa Amazônia Oriental)
Local: Auditório ICEN
5.1. PROJETO DENDÊ EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA AGRICULTURA FAMILIAR
19
Osvaldo R. Kato, Steel S. Vasconcelos, Carlos J. Capela, I. de S. Miranda, Walkimario de P. Lemos, Márcia M. Maués,
R. de Azevedo, Debora C. Castellani, G. Thom.
5.2. MÃO DE OBRA EM SISTEMAS AGROSSILVICULTURAIS PARA PRODUÇÃO DE DENDÊ (Elaeis guianeensis)
EM PROPRIEDADES RURAIS DE TOMÉ-AÇU (PA)
A.C. Silva, Debora C. Castellani, Carlos J. Capela, Jailson A. Takamatsu, C. T. Sugaya, E. K. Suzuki, A. C. T. Tavares
5.3. NITROGÊNIO INORGÂNICO NO SOLO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE PALMA DE ÓLEO EM ARRANJOS
AGROFLORESTAIS NA AMAZÔNIA ORIENTAL
Willen Ramos Santiago, Steel Silva Vasconcelos, Neuza Maria da Silva Ferreira, Cleo Marcelo de Araújo Souza, Elaine
Rodrigues Santos, Ivanildo Alves Trindade, Osvaldo Ryohei Kato, Carlos José Capela
5.4. PROSPECTS OF JAPANESE-BRAZILlAN FARMS IN THE AMAZON AS CATALYSTS FOR AGROFORESTRY
DEVELOPMENT
Masaaki Yamada and Gota Tsutsumi
5.5. AGRICULTORES FAMILIARES E A ADOÇÃO DE SAF EM MEDICILÂNDIA, PARÁ
Miquéias Freitas Calvi, Osvaldo Ryohei Kato
Sessão 6
Sistemas agroflorestais silvipastoris e diversificados no Mato Grosso do Sul
Coordenação: Omar Daniel (UFGD)
Local: Auditório AEDI
6.1. DIVERSIDADE DA MESOFAUNA EDÁFICA EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS COMPARADA A DIFEREN-
TES MANEJOS EM UM NEOSSOLO QUARTZARÊNICO
Débora M. Heid, Omar Daniel, Milton P. Padovan, Daniele F. Glaeser, Shaline S. Lopes Fernandes, Rafael P. de Car-
valho
6.2. PRODUÇÃO E CRESCIMENTO DE Brachiaria decumbens SOB DIFERENTES ESPAÇAMENTOS EM SISTE-
MA SILVIPASTORIL NO MATO GROSSO DO SUL.
Flávia A. Matos, Michele L. Yoshi, Omar Daniel, Thais Cremon, Igor Murilo B. Nogueira e Murilo V. Gomes
6.3. PRODUÇÃO DE SERRAPILHEIRA E TEOR DE MAGNÉSIO NO SOLO DE UM SISTEMA SILVIPASTORIL SOB
DIFERENTES ESPAÇAMENTOS DE EUCALlPTO
Murilo V. Gomes, Igor M. Bumbieris, Flávia A. Matos, Thais Cremon, Michele L. Yoshiy, Omar Daniel,Rafael P. de
Carvalho
6.4. REDESENHO DE AGROECOSSISTEMA SOB BASES AGROECOLÓGICAS NO CONE SUL DE MATOGROS-
SO DO SUL
Milton P. Padovan , Zefa V. Pereira, Ivo de Sá Motta, Mara Regina Moitinho
6.5. PRODUÇÃO DE ALIMENTOS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS DE BASE AGROECOLÓGICA NO CERRA-
DO NA REGIÃO SUL DE MATO GROSSO DO SUL
Sergilaine de Matos da Silva, Milton P. Padovan, Omar Daniel, Débora M. Heid, Zefa V. Pereira
Sessão 7
Coordenação: Milton Kanashiro (Embrapa Amazônia Oriental)
Local: Auditório IFCH
7.1. AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM ÁREAS DE AGRICULTURA FAMI-
20
LlAR NO PORTAL DA AMAZÔNIA: O CASO DO PROJETO SEMENTES DO PORTAL
Alexandre de A. Olival, Camila H. Rodrigues, Renato A. Felito, Valquiria A. Seze, Márcio de Abreu, Hézio S. de Camar-
go, Aparecida M. Sardinha, Vinicius T. Arantes, Daniele Costa, Antônio F. de Souza, Magali Mendonça, Joseane de L.
Petry, Bruna Aparecida S. da Silva
7.2. EXPERIÊNCIAS AGROFLORESTAIS EM DUAS ESCOLAS NA TERRA INDíGENA ARAÇÁ, NO LAVRADO
(SAVANAS) DE RORAIMA
Rachei C. de Pinho, Ostermane S. Braga, Tainara Silva dos Santos, Ana Karoline da Silva, Carla Adrielle P. Lima, Car-
lândio O. Servino, Carlos Alberto A. Marques, Dilson C. de Macedo Neto, Juliana da S. Trajano, Thayná Gomes,Wilson
Lucas de S. Braga, Carla Y. Albuquerque, Sonia S. Alfaia
7.3. A EXPERIÊNCIA AGROFLORESTAL DO GRUPO AGROEXTRATIVISTA DO CERRADO (ASSENTAMENTO
AMERICANA, GRÃO MOGOL-MG)
Igor Simoni Homem de Carvalho
7.4. IMPORTÂNCIA DO MAPEAMENTO, IMPLANTAÇÃO E DIVERSIFICAÇÃO DE SAFs NA AGRICULTURA FAMI-
LIAR DO AGRESTE MERIDIONAL DE PERNAMBUCO
Luciano Pires de Andrade, Jonas de Meio Borges, Karla Danielly da Silva Souza, Deivid Vinícius de Araújo, José Dou-
glas Soares Cordeiro de Souza
7.5. IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS, REDESENHO E ADOÇÃO DE SAFs, INCLUINDO A AGROECOLOGIA NA
AGRICULTURA FAMILIAR DO AGRESTE MERIDIONAL DE PERNAMBUCO
Horasa M.L. da Silva Andrade, Luciano P. de Andrade, Cássia Roberta de M. Leite, Gessyka P. de Araújo Campos,
João L. de Andrade Meio Junior, Lauana S. Muniz, Marília deMoAlmeida, Priscila C.B. Basílio dos Santos, Alana Emília
S. de França Queiroz
Sessão 8
Coordenação: Paulo Július da Silva Neto (CEPLAC)
Local: Auditório IEMCI
8.1. QUINTAIS URBANOS EM PIRACICABA-SP: MANEJO DO QUINTAL E PERFIL SOCIOECONÔMICO
Vanessa Aparecida M. Silva, Leonardo C. Magnin, Caio Hamamura, Frederico Domene, Maria Clara Bernardes, Gabriel
Maurílio C. de Freitas, Flávio Bertin Gandara
8.2. CUSTO DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA AGROFLORESTAL EM APP DE PEQUENA PROPRIEDADE RURAL:
UM ESTUDO DE CASO NO SUDOESTE PAULISTA
Dayse S.Chayamiti, Claudia Barros Moster
8.3. A AGROFLORESTA NA PEQUENA PROPRIEDADE RURAL COMO INCENTIVO PARA RECUPERAÇÃO DE
ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE
Claudia Barros Moster, Gabriela Destro, Caroline Vilela, Simone Nascimento
8.4. O PAPEL DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA, SOCIAL E AMBIENTAL NO DESENHO DE SAFS EM FLORESTA OM-
BRÓFILA MISTA
Milena de Oliveira Werneck de Capistrano
8.5. AGRICULTURA SEM QUEIMA: UM NOVO MODELO NAS PROPRIEDADES RURAIS DO NORDESTE PARA-
ENSE
Elineuza Faria da Silva Trindade, Fabrício Khoury Rebello, Ernildo César da Silva Serafim
21
Sessão de Pôsteres
22/11/2011 (Teça-feira) 16h30min-18h30min
Local: Hall do Soyer
Eixo A."SAFs e benefícios locais para geração de renda, segurança alimentar e
sustentabilidade da propriedade"
1. AVALIAÇÃO DE QUINTAL AGROFLORESTAL NA ÁREA URBANA DE SANTARÉM-PARÁ
Pollyanna Coêlho de Sousa ,João Ricardo Vasconcellos Gama .Larissa Santos de Almeida, Michelliny de Matos
Bentes Gama
2. ANÁLISE DE CRESCIMENTO DE GRAVIOLA (Annona muricata), CUMARU (Dipteryx odorata) E COPAíBA
{Copaifera langsdorffi~ EM CONDiÇÕES DE LUMINOSIDADE
Helton Luis Nina Lameira, Patrícia Chaves Oliveira
3. LEVANTAMENTO FLORíSTICO E FITOSSOCIOLÓGICO EM SISTEMA AGROSSILVIPASTORIL COMO
FONTE DE ALIMENTO PARA A OVINOCUL TURA NO SEMI-ÁRIDO SERGIPANO
Mario Santos,Francielle Santos
4. CONHECIMENTO LOCAL E MANEJO DOS RECURSOS DA SOCIOBIODIVERSIDADE: PESQUISA PARTI-
CIPATIVA EM FLORESTA COMUNITÁRIA
Larissa Santos de Almeida, João Ricardo Vasconcellos Gama; Francisco de Assis Oliveira
5. SUSTENTABILlDADE NUTRICIONAL DO SISTEMA AGROFLORESTAL DE INTERCULTIVO CACAUEIROS
X CAFEEIROS EM RONDÔNIA, BRASIL
Fernando Luíz de Oliveira Corrêa, Ana Carolina Martins Cidin, Manfred Willy Müller
6. DESENVOLVIMENTO DE ANDIROBEIRA (Carapa guianensis) EM SISTEMA AGROFLORESTAL COM 14
ANOS DE IDADE NA REGIÃO DA CONFIANÇA, CANTÁ, RORAIMA
Liane Marise Moreira Ferreira, Dalton Roberto Schwengber , Jane Maria Franco de Oliveira, Silvio Levy Franco
Araujo
7. SISTEMA AGROECOLÓGICO DEROÇA SEM FOGO EM VEGETAÇÃO DE CAPOEIRA PARA PRODUÇÃO
DE MANDIOCA, EM BAlÃO-PARÁ
Moisés de Souza Modesto Júnior; Raimundo Nonato Brabo Alves
8 • IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA AGROFLORESTAL (SAF) COM COMBINAÇÕES DE INSUMOS NA RE-
GIÃO CENTRAL DE MINAS GERAIS
Thomaz Correa e Castro da Costa; Gabriel Avelar Miranda ; Walter José Rodrigues Matrangolo; Érika Regina de
Oliveira Carvalho
9. QUINTAIS URBANOS EM PIRACICABA-SP: CARACTERIZAÇÃO DA VEGETAÇÃO
Caio Hamamura ; Frederico Domene ; Gabriel Maurílio Colombo de Freitas; Vanessa Aparecida Macedo Silva;
Maria Clara Novais Bernardes; Flávio BertinGandara
10. PRODUÇÃO DE BIOMASSA E TEOR DE NUTRIENTES DO FEIJÃO DE PORCO (Canavalia ensiformis (L.)
DC.) CONSORCIADO COM PARICÁ (Schizolobium amazonicum HUBER EX DUCKE)
Breno Pinto Rayol ; Fabrízia de Oliveira Alvino Rayol
11. LIMITAÇÕES DA FERTILIDADE DO SOLO DE ÁREAS COM CAPOEIRA E SISTEMAS AGROFLORESTAIS
NO ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM (MANAUS, AM)
Joanne Régis Costa; Sandra Tapia Coral; Adelaide Mota
12. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ATRAVÉS DA ADOÇÃO DE SISTEMA AGROFLORESTAL
Noemy Yuri Hanawa Konagano
13. CARACTERIZAÇÃO DE QUINTAIS AGROFLORESTAIS SOB A PERSPECTIVA DE AGRICULTORES DO
SETOR NAZARETH, CARLlNDA - MT
Luiz Carlos Spicalski Junior; Anderson Flores; Vander de Freitas Rocha
14. SUCESSO DA INTERINSTITUCIONALlZAÇÃO AMAZÔNICA NA DIFUSÃO DE AGROFLORES
DUTORAS DE ALIMENTO - UM ESTUDO DE CASO
Aldenir de Carvalho Caetano; João Araújo Soares; Renato Luiz Grise Macedo; Rita de cássia M. Meireles
15. PLANTAS EDICI AIS CULTIVADAS EM QUINTAIS AGROFLORESTAIS EM COMUNIDADE RURAL DE
AUÉS-AM
22
Peter Wimmer; Andréia dos Santos Menezes
16. CARACTERIZAÇÃO E IMPORTÂNCIA DO QUINTAL AGROFLORESTAL MULTIESTRATIFICADO NO PE-
RíMETRO URBANO DO MUNiCíPIO DE PORTO ALEGRE DO NORTE- MT, COM 23 ANOS
Iberê Martí Moreira da Silva; Renato Luiz Grisi Macedo; Ygoor Yvaney Bessa Neves; Nelson Venturin; Stella Vilas
Boas Gonçalves; Genilson Fernando da Costa
17. CARACTERIZAÇÃO DOS QUINTAIS AGROFLORESTAIS PERI-URBANOS NA CIDADE DE CRUZEIRO
DO SUL-ACRE
Ygoor Yvaney Bessa Neves; Renato Luiz Grisi Macedo; Nelson Venturin; Josimar Batista Ferreira; Iberê Martí
Moreira da Silva; Leandro Carlos
18. SISTEMA AGROFLORESTAL COM ANCORAGEM EM CACAU, CUPUAÇU E SERINGUEIRA NA CIDADE
DE RIO BRANCO - ACRE
Ygoor Yvaney Bessa Neves; Josimar Batista Ferreira; Nelson Venturin; Renato Luiz Grise Macedo; Gleison de
Oliveira Nascimento; Iberê Martí Moreira da Silva
19. PRODUTIVIDADE DO SISTEMA AGROFLORESTAL CABRUCA DO CACAUEIRO DE AGRICULTORES
FAMILIARES NO LITORAL SUL DA BAHIA
Thiago Guedes Viana; Renato Luiz Grisi Macedo; Nelson Venturin; Ygoor Yvaney Bessa Neves; Iberê Martí Mo-
reira da Silva; Stella Vilas Boas Gonçalves
20. DESEMPENHO SILVICULTURAL DO EUCALlPTO INTRODUZIDO EM SISTEMAS AGROSSILVIPASTO-
RIS EM PARACATU, MINAS GERAIS
Renato Luiz Grisimacedo; Juliana Carneiro Gonçalves; Nelson Venturin; Régis Venturin; Iberê Martí Moreira da
Silva; Stella Vilas Boas Gonçalves
21. COMPORTAMENTO DA ESPÉCIE MOGNO AFRICANO (Khaya ivorensis) EM SISTEMA DE INTEGRA-
çÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA NO MUNíCIPIO DE PARAGOMINAS - PA
Arystides Resende Silva; Carlos Alberto Costa Veloso; Eduardo Jorge Maklouf Carvalho; Luis Wagner Ro-
drigues Alves; Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo; Paulo Campos Christo Fernandes
22. COMPORTAMENTO DA ESPÉCIE PARICÁ (Shizolobium amazonicum) EM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO
LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA NO MUNíCIPIO DE PARAGOMINAS- PA.
Arystides Resende Silva;Carlos Alberto Costa Veloso; Eduardo Jorge Maklouf Carvalho; Luis Wagner Rodrigues
Alves; Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo; Paulo Campos Christo Fernandes
23. DESEMPENHO SILVICULTURAL DE CLONES DE Hevea brasiliensis MUELL ARG. (SERINGUEIRA) EM
SISTEMA AGROFLORESTAL COM CASTANHEIRA DO BRASIL (Bertholletia excelsa HUMB & BOMPL), EM
LAVRAS-MG
Renato Luiz Grisi Macedo; Stella Vilas Boas Gonçalves; Nelson Venturin; Iberê martí Moreira da Silva; Ygoor
Yvaney Bessa Neves; João Faustino Munguambe
24. ASPECTOS ESTRUTURAIS E FUNCIONAIS DE QUINTAIS AGROFLORESTAIS EM PROPRIEDADES DE
AGRICULTORES FAMILIARES NO NORDESTE PARAENSE
Raquel Rodrigues da Poça; Milena Borges Santa Brígida; Silvio Brienza Júnior; Fernanda Zeidan Oliveira
25. SUBSTRATOS COM ADiÇÃO DE LODO DO CALEIRO PARA MUDAS DE AÇAIZEIRO (Euterpe oleracea
MART.) CULTIVAR BRS-PA
Idemê Amaral
26. QUINTAIS AGROFLORESTAIS COMO FONTE DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA COMUNIDADE DO
TUMBIRA - RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO RIO NEGRO - AMAZONAS
Cassiana Santos do Nascimento ;Marciel José Ferreira ; Michell Richard Blind ; Nelson Felipe Albuquerque Lins
Neto ; Virgílio Maurício Viana
27. COMPOSiÇÃO QUíMICA DA PASTAGEM DE BRAQUIARÃO ARBORIZADA COM MUTAMBA PRETA EM
SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA, PARÁ
Karolinny Carneiro Guerra Costa; Rosana Quaresma Maneschy ; IImaioneKeiza de Souza Oliveira; Tatiane Pe-
reira Guimarães; Albinei Araujo de Castra
28. PRODUÇÃO DE FORRAGEM E FRAÇÕES PROTÉICAS DE LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS TROPICAIS
SUBMETIDAS A SOMBREAMENTO
João Carlos de Carvalho Almeida; Pablo Giliard Zanella; Fabio Nunes Lista; Felipe Cipriano da Silva; Pedra Olivei-
ra de Azevedo; Sergio Virginio da Silva
29. CARACTERIZAÇÃO ANATÔMICA DE LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS TROPICAIS SUBMETIDAS A
23
SOMBREAMENTO
João Carlos de Carvalho Almeida; Pablo Giliard Zanella; Fabio Nunes Lista; Felipe Cipriano da Silva; Pedra Olivei-
ra de Azevedo; Sergio Virginio da Silva
30. QUINTAL AGROFLORESTAL DE PRODUÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS DA PASTORAL DA SAÚDE DE
CRUZEIRO DO SUL - ACRE
Ygoor Yvaney Bessa Neves; João Gilberto Peixoto Milanez; Renato Luiz Grisi Macedo; Nelson Venturin; Iberê
Martí Moreira da Silva; Gleisson de Oliveira Nascimento
31. DESEMPENHO DO MOGNO AFRICANO (Khaya ivorensis) E DO MILHO EM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO
LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA NA AMAZÔNIA ORIENTAL
Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo; Arystides Resende Silva;Luis Wagner Rodrigues Alves;Paulo Campos
Christo Fernandes;Eduardo Jorge Maklouf Carvalho; Moisés Cordeiro Mourão de Oliveira Júnior
32. DESEMPENHO DA TECA (Tectonia grandis L.F) E DO MILHO EM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOU-
RA-PECUÁRIA-FLORESTA NA AMAZÔNIA ORIENTAL
Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo; Arystides Resende Silva; Luis Wagner Rodrigues Alves; Paulo Campos
Christo Fernandes;Eduardo Jorge Maklouf Carvalho;Moisés Cordeiro Mourão de Oliveira Júnior
33. BIOMASSA E ESTOQUES DE NUTRIENTES EM VEGETAÇÃO DE POUSIO SOB DIFERENTES MANEJOS
EM SISTEMA AGROFLORESTAL SEQÜENCIAL DE CORTE-E-TRITURAÇÃO NA AMAZÔNIA ORIENTAL
Lívia G. T. Rangel Vasconcelos; Osvaldo R. Kato; Steel S. Vasconcelos; Francisco de A. Oliveira; Aline F. Paim ;
Luiz Thiago B.Greff; Kelen P. Soares; Laíse Barros; Núbia V. dos Santos
34. PRODUÇÃO DE BIOMASSA DE MILHO EM SISTEMAS COM MANEJO DE CAPOEIRA ENRIQUECIDA
Anna Christina Monteiro Roffé Borges ; Osvaldo Ryohei Kato; Hugo Alves Pinheiro; Maurício Kadooka Shimizu;
Lívia GabrigTurbay Rangel Vasconcelos; Moisés Cordeiro Mourão de Oliveira Júnior e Célia Maria Braga Calan-
drini de Azevedo
35. USO MÚLTIPLO DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM UM SISTEMA AGROFLORESTAL SOB BASES AGROE-
COLÓGICAS EM PONTA PORÃ, MATO GROSSO DO SUL
Gisele de Brito Salomão; Milton Parron Padovan; Zefa Valdivina Pereira; Shaline Séfara Lopes Fernandes; Mara
Regina Moitinho; Sergilaine de Matos da Silva
36. ATRIBUTOS MICROBIOLÓGICOS DO SOLO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS E EM OUTROS AGRO-
ECOSSISTEMAS SOB MANEJO ORGÂNICO E CONVENCIONAL, EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL
Elaine Reis Pinheiro Lourente; Milton Parron Padovan; Fábio Martins Mercante; Gisele de Brito Salomão
37. RELAÇÃO DA LEITURA DO CLOROFILÔMETRO COM OS TEORES DE MACRO E MICRONUTRIENTES
EM FOLíOLOS DE DENDEZEIRO EM SISTEMA AGROFLORESTAL
Ronaldo Ribeiro de Morais; Paulo César Teixeira; Wanderlei Antônio Alves de Lima; Raimundo Nonato Carvalho
da Rocha; Débora Cristina Castellani; Andresa Cristina da Silva
38. SISTEMAS AGROFLORESTAIS: PERSPECTIVAS DE USO EM PROPRIEDADES RURAIS NA REGIÃO DE
CACARIA, PIRAí-RJ
T.L.C . Oliveira; H.F. Baylão Junior; L.M.G. Fontes; L.A. Meio
39. RAíZES DA TERRA: SEMEANDO EXPERIÊNCIAS