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Questões 
Terminalidade 
1. Marque a alternativa que melhor explica a participação da família no processo do adoecimento.
A. É algo inovador implementado na morte contemporânea pelos cuidados paliativos, já que a família precisa participar.
A morte domesticada se caracteriza pela participação da família no percurso do adoecimento até o momento da morte de uma forma mais ativa. Com o advento da institucionalização hospitalar, o lugar da morte se altera, promovendo um distanciamento familiar em relação às situações de terminalidade. Sendo assim, a atenção da equipe médica se restringe à cura, e não ao cuidado. Com a morte na contemporaneidade, surgem os cuidados paliativos, os quais consideram a participação da família nos cuidados. Deste modo, ocorre um resgate da participação familiar no processo de acompanhamento ao paciente, desde o diagnóstico de uma doença incurável até a morte.
B. A participação da família acontece mediante solicitação da equipe médica.
A morte domesticada se caracteriza pela participação da família no percurso do adoecimento até o momento da morte de uma forma mais ativa. Com o advento da institucionalização hospitalar, o lugar da morte se altera, promovendo um distanciamento familiar em relação às situações de terminalidade. Sendo assim, a atenção da equipe médica se restringe à cura, e não ao cuidado. Com a morte na contemporaneidade, surgem os cuidados paliativos, os quais consideram a participação da família nos cuidados. Deste modo, ocorre um resgate da participação familiar no processo de acompanhamento ao paciente, desde o diagnóstico de uma doença incurável até a morte.
C. Tem sido resgatada na morte contemporânea pelos cuidados paliativos, já que essa participação familiar existia na morte domesticada, sendo sua atitude transformada ao longo dos séculos. Resposta correta
A morte domesticada se caracteriza pela participação da família no percurso do adoecimento até o momento da morte de uma forma mais ativa. Com o advento da institucionalização hospitalar, o lugar da morte se altera, promovendo um distanciamento familiar em relação às situações de terminalidade. Sendo assim, a atenção da equipe médica se restringe à cura, e não ao cuidado. Com a morte na contemporaneidade, surgem os cuidados paliativos, os quais consideram a participação da família nos cuidados. Deste modo, ocorre um resgate da participação familiar no processo de acompanhamento ao paciente, desde o diagnóstico de uma doença incurável até a morte.
D. Para a equipe multiprofissional a participação da família não é valorizada, pois o foco do cuidado é o paciente.
A morte domesticada se caracteriza pela participação da família no percurso do adoecimento até o momento da morte de uma forma mais ativa. Com o advento da institucionalização hospitalar, o lugar da morte se altera, promovendo um distanciamento familiar em relação às situações de terminalidade. Sendo assim, a atenção da equipe médica se restringe à cura, e não ao cuidado. Com a morte na contemporaneidade, surgem os cuidados paliativos, os quais consideram a participação da família nos cuidados. Deste modo, ocorre um resgate da participação familiar no processo de acompanhamento ao paciente, desde o diagnóstico de uma doença incurável até a morte.
E. A família só participa em casos de terminalidade do paciente.
A morte domesticada se caracteriza pela participação da família no percurso do adoecimento até o momento da morte de uma forma mais ativa. Com o advento da institucionalização hospitalar, o lugar da morte se altera, promovendo um distanciamento familiar em relação às situações de terminalidade. Sendo assim, a atenção da equipe médica se restringe à cura, e não ao cuidado. Com a morte na contemporaneidade, surgem os cuidados paliativos, os quais consideram a participação da família nos cuidados. Deste modo, ocorre um resgate da participação familiar no processo de acompanhamento ao paciente, desde o diagnóstico de uma doença incurável até a morte.
2. Na abordagem paliativa, a participação da família poderá ser de forma ativa e passiva.
A forma passiva vem a ser:
A. ​​​​​​​a capacidade que o familiar apresenta em estar acompanhando o paciente e não realizar nenhuma atividade no período da visita.
Na abordagem paliativa, a família exerce um papel estruturante na assistência, podendo ser desempenhado de forma ativa, que vem a ser sua participação nos cuidados; ou de forma passiva, que vem a ser o objeto de cuidados da equipe.
B. ​​​​​​​a compreensão de que a família poderá demandar atenção, sendo alvo de cuidados. Resposta correta
Na abordagem paliativa, a família exerce um papel estruturante na assistência, podendo ser desempenhado de forma ativa, que vem a ser sua participação nos cuidados; ou de forma passiva, que vem a ser o objeto de cuidados da equipe.
C. a colaboração da família nos cuidados com o paciente.
Na abordagem paliativa, a família exerce um papel estruturante na assistência, podendo ser desempenhado de forma ativa, que vem a ser sua participação nos cuidados; ou de forma passiva, que vem a ser o objeto de cuidados da equipe.
D. o modo do familiar de compreender a doença.
Na abordagem paliativa, a família exerce um papel estruturante na assistência, podendo ser desempenhado de forma ativa, que vem a ser sua participação nos cuidados; ou de forma passiva, que vem a ser o objeto de cuidados da equipe.
E. a reação da família diante da terminalidade.
Na abordagem paliativa, a família exerce um papel estruturante na assistência, podendo ser desempenhado de forma ativa, que vem a ser sua participação nos cuidados; ou de forma passiva, que vem a ser o objeto de cuidados da equipe.
3. Os cuidados paliativos podem ser ministrados no domicílio do paciente ou na instituição hospitalar.Na internação hospitalar, a participação familiar é considerada como:
A. ​​​​​​​um problema a ser evitado, pois a internação é do paciente, independentemente de quem o acompanha.
Nos cuidados paliativos, a participação da família acontece desde o momento da internação até a fase final do ente querido internado. Toda a equipe multiprofissional reconhece sua importância no processo de adaptação do paciente no ambiente hospitalar, além de se preocupar em prestar assistência aos familiares durante todo o percurso do cuidado
B. e​​​​lemento dispensável, já que não irá contribuir para o tratamento paliativo.
Nos cuidados paliativos, a participação da família acontece desde o momento da internação até a fase final do ente querido internado. Toda a equipe multiprofissional reconhece sua importância no processo de adaptação do paciente no ambiente hospitalar, além de se preocupar em prestar assistência aos familiares durante todo o percurso do cuidado
C. elemento de identificação e referência do paciente, já que ele está passando por um processo de transição. Resposta correta
Nos cuidados paliativos, a participação da família acontece desde o momento da internação até a fase final do ente querido internado. Toda a equipe multiprofissional reconhece sua importância no processo de adaptação do paciente no ambiente hospitalar, além de se preocupar em prestar assistência aos familiares durante todo o percurso do cuidado
D. ​​​​​​​algo da responsabilidade da assistente social, não necessitando de muita atenção por parte dos outros profissionais.
Nos cuidados paliativos, a participação da família acontece desde o momento da internação até a fase final do ente querido internado. Toda a equipe multiprofissional reconhece sua importância no processo de adaptação do paciente no ambiente hospitalar, além de se preocupar em prestar assistência aos familiares durante todo o percurso do cuidado
E. um fator dificultador, devido a ações e reações possíveis diante da terminalidade.
Nos cuidados paliativos, a participação da família acontece desde o momento da internação até a fase final do ente querido internado. Toda a equipe multiprofissional reconhece sua importância no processo de adaptação do paciente no ambiente hospitalar, além de se preocupar em prestar assistência aosfamiliares durante todo o percurso do cuidado
4. O processo de comunicação entre paciente, família e equipe é de fundamental importância no tratamento paliativo.Em algumas situações, é possível encontrar a conspiração do silêncio, que vem a ser:
A. ​​​​​​​a combinação entre dois ou mais participantes da família, os quais intencionam em dificultar o planejamento de cuidados da equipe, não se posicionando em nenhum momento ao longo da internação do paciente.
A conspiração do silêncio consiste na tentativa de a família omitir do paciente informações reais, solicitando da equipe de saúde a legitimação para tal comportamento.
B. a omissão ao paciente sobre informações reais do quadro clínico, solicitando aos integrantes da equipe a manutenção de tal conduta. Resposta correta 
A conspiração do silêncio consiste na tentativa de a família omitir do paciente informações reais, solicitando da equipe de saúde a legitimação para tal comportamento.
C. comunicação adequada das informações clínicas para alguns membros da família, mantendo sigilo para outros laços familiares.
A conspiração do silêncio consiste na tentativa de a família omitir do paciente informações reais, solicitando da equipe de saúde a legitimação para tal comportamento.
D. a absoluta falta de informação por parte da equipe para com o paciente e sua família.
A conspiração do silêncio consiste na tentativa de a família omitir do paciente informações reais, solicitando da equipe de saúde a legitimação para tal comportamento.
E. uma solicitação do paciente em relação a sua doença.
A conspiração do silêncio consiste na tentativa de a família omitir do paciente informações reais, solicitando da equipe de saúde a legitimação para tal comportamento.
5. As diretivas antecipadas de vontade consistem em um documento no qual o paciente registra o modo de tratamento médico pelo qual deseja em seu final de vida.Tal situação ocorre:
A. quando o paciente é hospitalizado, sendo uma exigência para o cuidado paliativo.
A diretiva antecipada de vontade é uma manifestação de vontade para o tratamento médico, realizada pelo paciente que apresenta capacidade de responder por si. No Brasil, esse documento ainda se encontra em processo de regulamentação. Logo, trata-se de um registro pessoal do paciente, podendo ser validado pelo médico por meio do registro no prontuário ou por meio de registro em cartório. Até o momento não demanda obrigatoriedade em cuidados paliativos, tratando-se de um ato opcional.
B. em situações que o paciente está em coma e a família precisa decidir com a equipe sobre quais medidas tomar.
A diretiva antecipada de vontade é uma manifestação de vontade para o tratamento médico, realizada pelo paciente que apresenta capacidade de responder por si. No Brasil, esse documento ainda se encontra em processo de regulamentação. Logo, trata-se de um registro pessoal do paciente, podendo ser validado pelo médico por meio do registro no prontuário ou por meio de registro em cartório. Até o momento não demanda obrigatoriedade em cuidados paliativos, tratando-se de um ato opcional.
C. quando a equipe multiprofissional pressiona a família na tomada de decisão, sem a participação do paciente.
A diretiva antecipada de vontade é uma manifestação de vontade para o tratamento médico, realizada pelo paciente que apresenta capacidade de responder por si. No Brasil, esse documento ainda se encontra em processo de regulamentação. Logo, trata-se de um registro pessoal do paciente, podendo ser validado pelo médico por meio do registro no prontuário ou por meio de registro em cartório. Até o momento não demanda obrigatoriedade em cuidados paliativos, tratando-se de um ato opcional.
D. quando o paciente, mesmo em progressão da doença, encontra-se apto cognitivamente em escolher como deseja que seu tratamento médico no final de vida aconteça, caso não possa mais se manifestar. Resposta correta
A diretiva antecipada de vontade é uma manifestação de vontade para o tratamento médico, realizada pelo paciente que apresenta capacidade de responder por si. No Brasil, esse documento ainda se encontra em processo de regulamentação. Logo, trata-se de um registro pessoal do paciente, podendo ser validado pelo médico por meio do registro no prontuário ou por meio de registro em cartório. Até o momento não demanda obrigatoriedade em cuidados paliativos, tratando-se de um ato opcional.
E. em se tratando de cuidados paliativos, as diretivas antecipadas de vontade passam a ser um documento obrigatório a ser apresentado na internação hospitalar.
A diretiva antecipada de vontade é uma manifestação de vontade para o tratamento médico, realizada pelo paciente que apresenta capacidade de responder por si. No Brasil, esse documento ainda se encontra em processo de regulamentação. Logo, trata-se de um registro pessoal do paciente, podendo ser validado pelo médico por meio do registro no prontuário ou por meio de registro em cartório. Até o momento não demanda obrigatoriedade em cuidados paliativos, tratando-se de um ato opcional.
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