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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS FARMÁCIA - FARMACOGNOSIA ELOAH DOS REIS BUARQUE CAETANO JULIA CAMPOS TAVARES CUNHA IDENTIFICAÇÃO DE ESTRUTURAS VEGETAIS I Belo Horizonte 2024 1. INTRODUÇÃO Atualmente, as plantas têm se mostrado de grande importância nos cuidados primários de saúde. Um estudo aprofundado de sua morfologia macroscópica e microscópica é um passo fundamental para o controle farmacognóstico. O corte a mão livre, embora não exija o uso de equipamentos especiais, é uma técnica de baixo custo e prática de executar. No entanto, requer bastante prática para se obter a padronização adequada dos cortes. 2. OBJETIVO O objetivo desta prática é demonstrar as principais técnicas de preparo em anatomia vegetal, desenvolver habilidades para realizar histologia vegetal e observar a estrutura anatômica da epiderme em espécies de monocotiledôneas e dicotiledôneas, comparando-as. 3. MATERIAIS E MÉTODOS 1. Materiais Droga vegetal: Folha de Sansevieria trifasciata Prain (Espada-de-São-Jorge – monocotiledônea). Equipamentos de uso comum: Vidro de relógio, seringa, suporte de isopor ou cortiça, lâmina de barbear, lâmina e lamínula, pincel, base de esmalte incolor, hipoclorito de sódio 20% e 30%, microscópio e corantes. 2. Métodos Cada grupo ficara com uma planta para trabalhar e devera observar a planta estudada e realizar cortes anatômicos (paradérmicos, longitudinais e transversais) e deveram comparar as estruturas presentes na epiderme da planta com as outras equipes. Os cortes foram realizados com o auxílio de uma lâmina de barbear e para obter bons cortes a lâmina tem que estar bem afiada e com o auxílio de um pincel os cortes foram transferidos para um recipiente com água destilada (os cortes devem ser os mais finos possíveis, a ponto de ver a estrutura do vegetal). Logo após para a classificação do corte foi colocado o corte em uma solução de hipoclorito espera um tempo e transferiu-se novamente para uma solução de água destilada e enxaguou 3-6 vezes. Logo após transferiu para uma solução de ácido acético a 5% enxaguando em água em seguida e adicionou-se o corante (Safranina 1% e Azul de Astra 1%) e observou em microscópio eletrônico. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 1. Corte a mão livre Na anatomia vegetal, as estruturas são observadas por meio de secções delgadas analisadas ao microscópio. Para uma melhor compreensão, é necessário realizar cortes em diversos planos. Para facilitar a observação das estruturas, diversos métodos devem ser empregados, pois é necessário que os tecidos estejam livres de outras cores. Um desses métodos é a utilização de hipoclorito de sódio, solução de ácido acético a 5% e corantes, que auxiliam na visualização das estruturas. 1. Paradérmicos - corte superficial ao órgão. Figura 1- Corte paradérmicos 2. Longitudinal - o corte é paralelo ao maior eixo do órgão Figura 2- Corte longitudinal 3. Transversal o corte é perpendicular ao maior eixo do órgão Figura 3- Corte transversal 5. CONCLUSÃO Os resultados foram satisfatórios e atenderam às expectativas. Foi possível observar que, com diferentes tipos de cortes, é possível visualizar distintas estruturas das folhas, proporcionando uma visão mais ampla.