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Então, os anticorpos começaram a ser utilizados em humanos para tratar, por exemplo, o câncer. Assim havia o anticorpo -omab (anticorpo de rato), e foi feito um anticorpo denominado de quimera (- ximab) com uma parte de reconhecimento proveniente do anticorpo de animal. Assim, a indústria farmacêutica conseguiu diminuir a porção não humana (o que era considerado estranho para o organismo humano), já que os anticorpos com parte animal eram destruídos pelo sistema imune, pois não eram reconhecidos, e isso causava efeitos colaterais. Assim, foi criado o humanizado (-zumab) que apresentava trechos de anticorpo animal na região de reconhecimento, isso contribuiu para menos efeitos colaterais e uma melhor resposta de tratamento, isto é, atacando a célula tumoral. Nos dias atuais, já existe os anticorpos humanos (-umab), tornando os efeitos colaterais menor ainda e um tratamento eficiente. A melhor construção desses anticorpos permitiu que houvesse um menor efeito HAHA (efeito contra o anticorpo anti-humanizado). Há receptores do tipo HER (HER 1, 2, 3 e 4 - estão relacionados com a proliferação celular) e VEGFR. Assim os medicamentos atuam na inibição desses receptores. Por exemplo, há o câncer de mama do tipo HER2 em que é bastante agressivo mas o medicamento age de forma específica com o receptor. Nesse caso, o trastuzumab inibe o HER2, isto é, a sua dimerização. Porém, esse medicamento pode ser utilizado juntamente com o emtansine, que apesar de já ter a estrutura dimerizada para sinalizar a cascata intracelular, o dímero será endocitado e essa estrutura torna-se importante pois irá liberar o emtansine no meio intracelular, o que irá inibir a formação de microtúbulos. Ou seja, haverá a inibição da duplicação celular pois haverá a inibição dos microtúbulos. Pele: uma barreira física que impede que qualquer organismo microscópico invada o corpo. Há também: microbiota natural, muco e cílios (trato digestório e respiratório). Há barreiras fisiológicas como a temperatura, pH, mediadores químicos. RECEPTORES DO SISTEMA IMUNE INATO As células da imunidade inata atual identificando e fagoctiando os antígenos ou ativando a resposta inflamatória. Essas células reconhecem os antígenos através da ligação de alguns de seus receptores com estruturas características de patógenos. Que estruturas são essas? Podem ser componente da parede celular, componente de membrana, algum carboidrato, ácidos nucleicos ou proteína que seja diferente do que nosso organismo está acostumado. Ou seja, pode ser qualquer coisa que não seja comum ao nosso corpo. O interessante é que essas estruturas geralmente são essenciais para a sobrevivência desse de patógenos. Ou seja, elas tem que estar presentes para que o microorganismo seja capaz de sobreviver. São chamadas de Padrões Moleculares Associados a Patógenos (PAMPs). Sendo os receptores que se ligam a essas estruturas denominados de Receptores de Reconhecimento de Padrões (RPR). Os PAMPs não sabem que molécula é aquela que chegou a seu receptor mas sabe que não é uma molécula padrão. Assim, o nosso sistema imune inato utiliza de padrões para reconhecer o que não é próprio, e que quando não é próprio haverá a ativação da cascata intracelular para que o nosso organismo consiga reconhecer aquele componente não próprio de forma específica, levando a uma imunidade adquirida. Ácidos nucléicos microbianos (DNA - CpG não metilados, dsRNA, ssRNA, etc.) • Lipoproteína • Glicoproteínas de superfície • Componentes de membrana (peptideoglicanos, ácido lipoteicóico - LTA, lipopolissacarídeos - • LPS, glicosilfosfatidilinositol) Os DAMPs são padrões moleculares associados ao dano e esse dano pode ser proveniente de trauma, isquemia, câncer, e outros tipos de danos teciduais na ausência de infecção por patógenos. Eles são expressos por células próprias que, por algum motivo, seja diferenciação maligna ou infecção, estão lesionadas, danificadas. HMGB1 (núcleo e citoplasma) • Proteínas S100 (citoplasma) • Proteínas de choque térmico (HSP) • Ácido hialurônico (matrix extracelular) • C3a, C4a e C5a (no plasma) • Espécies reativas de oxigênio (mtROS) - deve estar confinada dentro da célula, se houver a sua • liberação, as células dendríticas reconhecem que essas espécies não estão no local certo. —> DAMPs não-proteicos (ATP, ácido úrico, heparina sulfato, RNA, e DNA). PS: Peptídeos e DNA mitocondrial (que apresentam ilhas CpG) podem ser considerados mimetizadores de DAMPs. PS2: geralmente, os DAMPs ativam os NLRs. Os TLRs estão presentes tanto na membrana celular, virados para o lado de fora da célula, quanto em vesículas endossomais, virados para dentro deste compartimento membranar. Dessa forma, se um antígeno está no meio extracelular ou foi fagocitado e está em alguma vesícula endossomal, ele pode se ligar a um desses receptores. Eles detectam ácidos nucleicos microbianos e, após o reconhecimento, ativam alguns mecanismos intracelulares que culminam na secreção de citocinas e na expressão de moléculas de adesão. As citocinas vão ajudar a recrutar leucócitos para o local onde o microorganismo foi detectado e as moléculas de adesão vão garantir que os leucócitos que estejam passando por perto "grudem”" e sejam capturados para os tecidos infectados. O PAMP ou o patógeno acaba sendo reconhecido pelo receptor do tipo Toll e ativa uma resposta imunológica através da liberação de IL-12 (que é importante na maturação da célula T Naive) e há apresentação do antígeno fazendo com que haja a endocitose do patógeno e isso auxilia na apresentação do antígeno ao receptor da célula T. Os TCRs são os receptores de células T (presente na células T naive) para que, através da apresentação desse patógeno que é através do MHC-II, elas possam identificar a estrutura e ser maturada para que haja a formação de uma memória imunológica e liberação de IL para combater os patógenos. As citocinas ativam a resposta imunológica e isso faz com que haja a maturação das celulas tipo B, T, para que seja possível formar uma memória imunológica. Esse “c” presente no receptor, apresenta repetições ricas em leucinas e forma uma região de domínios de reconhecimento a esses padrões moleculares. A sequência que forma a estrutura vai identificar padrões e vai ter regiões que vão permitir o encaixe delas e, com isso, há formação de um dímero para que tenha uma atuação efetiva. Também vão ter uma região que vai poder se encaixar naquele padrão que ela reconhece do patógeno. Apresenta uma alça transmembrana, o que permite a sua ancoragem. Além de ter uma porção chamada de “domínio TIR”, que através desse domínio será possível desenvolver a cascata intracelular. Os TLRs reconhecem PAMPs e DAMPs, além de fazer parte da imunidade inata e de estarem presentes em macrófagos e células dendríticas. pô n pô pô Tor Na imagem, há um homodímero (dois receptores iguais - TLR4 e TLR4), mas podem ser heterodímeros. Porém, sempre serão receptores do tipo TLR. Quando elas sofrem a dimerização, haverá a porção livre para que o patógeno seja reconhecido. Portanto, os TLRs sao encontrados tanto na membrana quanto em vesículas endossomais. Os receptores endossomais apresentam o “c”voltado para dentro do endossomo, isto é, quando o patógeno é fagocitado para ser degradado, assim vai haver o reconhecimento de estruturas do patógeno e isso é essencial, no geral, para os vírus. Pois eles vão se ligar a uma proteína da membrana e liberar para dentro da célula o seu material genético para multiplicar esse material que precisa ser reconhecido pelo endossomo, e são as TLRs que atuam nesse reconhecimento. O MYD88 (azul claro) é uma proteína de diferenciação mieloide (diferenciação de resposta primária) e é uma das moléculas mais importantes na resposta da TLR. Como é possível notar que a maioria dos TLRs apresentam um MYD88 acopladoa seu domínio TIR, isto é, a maioria das TLRs são dependentes das respostas por MYD88. A TLR4 já apresenta, acoplado a seu domínio TIR, a TRIF (atua tanto com a TRL3 como a TLR4). A TLR3 só funciona com a TRIF (é uma proteína adaptadora do domínio TIR que induz interferon), enquanto que a TLR4 funciona tanto com a MYD88 quanto com a TRIF. A MYD88 pode ativar tanto citocinas pró-inflamatórias quanto interferons, mas isso vai depender de quais TLRs estão induzindo essa reposta. Assim, há moléculas que são recrutadas para causar a reposta imunológica, e há formação de famílias que são cinases responsáveis por fosforilar as moléculas para ativar componentes importante para a memória imunológica. NF-kB: estimula a expressão de genes que codificam moléculas da resposta inata, como citocina • e moléculas de adesão endotelial. ir isso Pró-IL-1Beta é a forma inativa da IL-1Beta, e a sua ativação se dá através da via de sinalização de DAMP. No exemplo, há bactérias patogênicas e ATP extracelular e isso induz o inflamassoma NLRP3, que ativa a caspase 1 que ativa a Pro-IL-1Beta que é transformada em IL-1Beta. Assim, há um efluxo de K+ que estimula a formação do inflamassomas, o que causa uma maior ativação que vai aumentar ainda mais IL-1Beta e IL-18. O lipopolissacarídeo (LPS) ativa a TLR4, que induz NF-kB que ativa a produção da IL-1Beta e IL-18 em suas formas inativas. Com isso, haverá um DAMP que vai ativar a oligomerização, formando o inflamossoma. Assim, a caspase-1 presente no oligomero irá ativar a pro- IL-1Beta e pro-IL-18. Porém, a PGE2 inibe esse processo, através de sua ligação com o receptor EP4 (acoplado a proteína G) que vai ativar AMPc, que ativa a PKA que fosforila a estrutura do NLRP3 fazendo com que não ocorra a formação do inflamossoma e a caspase-1 perde a sua funcionalidade. A NLRP3 apresenta a sua porção de reconhecimento (LRR), enquanto o NACHT é a porção de domínio de oligomerização (pois para formar o inflamossomo, haverá a formação de uma estrutura oligomérica) que vai atuar no reconhecimento proteico. A ASC tem um domínio que se alinha com a NLRP3 e o outro que se alinha a pro-caspase 1. A estrutura beta-amiloide solúvel (DAMP) é identificado por um CD36, que é internalizada e libera estruturas da catepsina B que pode ativar NLRP3. A IL-10 é responsável por atuar nas células Treg que são importantes que vão regular a resposta de TH1, TH17, para que não haja uma resposta exagerada do sistema imunológico. INTEGRAÇÃO METABÓLICA A digestão dos lipídeos ocorre no intestino e são emulsificados pela bile. E nessa emulsificação, há formação de micelas, pois os lipídeos são hidrofóbicos e para que seja possível fazer a quebra da estrutura do lipídeo, é necessário que haja a agregação dos lipídeos (gotículas de gordura) e haverão enzimas atuando na interface dessas micelas degradando os lipídeos. Os triacilgliceróis são os principais lipídeos da dieta, e sofrem quebra devido à ação de lipases que atuam na interface dessa micela, e conseguem quebrar a estrutura o que vai liberar ácidos graxos livres e uma estrutura de glicerol + ácido graxo (monoacilglicerol) e que vão ser absorvidos pelos enterócitos. Nos enterócitos, eles são reesterificados e são formados, novamente, em triacilglicerois. A junção de triacilglicerol e colesterol forma quilomicrons (estrutura de lipoliproteína). O quilomicron é direcionado pelo o sistema linfático e depois pelo sistema sanguíneo, para os tecidos. E um de seus principais alvos é o tecido adiposo e nos adipócitos há essa reserva de lipídeos. No caso de um jejum bastante prolongado ou uma greve de fome, o organismo começa a utilizar o glicogênio, lipídeos já foram consumidos e o que resta são as proteínas. Sendo o músculo a maior fonte de proteínas e por isso que haverá um metabolismo de proteínas provenientes do músculo, assim o transporte dos grupos amino para o fígado também pode ser desempenhado pela alanina, por meio de uma via chamada de ciclo da glicose-alanina. Nesse ciclo, o glutamato formado no músculo e em alguns outros tecidos, na reação de transaminação pode transferir seu grupo amino para o piruvato, produto da glicólise muscular, pela ação da alanina-aminotransferase. A alanina cai na corrente sanguínea e vai até o fígado. No citosol dos hepatócitos, o grupo amino da alanina é transferido para o ∝-cetoglutarato, formando piruvato e glutamato. Assim, esse piruvato, através da gliconeogênese, é convertido a glicose. Essa glicose cai na corrente sanguínea e chega até o músculo, lá ocorre a glicólise, gerando piruvato e assim o ciclo recomeça. Com um maior consumo de carboidratos, haverá uma maior concentração de glicerol-3-fosfato, com isso a glicogênese estará super ativa e produzirá muito triacilglicerol. Um exemplo de hormonio é a epinefrina em que vai causar a produção de 10.000 moléculas de glicose. Estados metabólicos: abundância e escassez • de nutrientes -> Período absortivo (momento em que o corpo está absorvendo nutrientes) -> Período pós-absortivo (momento em que os nutrientes já foram absorvidos e é preciso utilizá-los) -> Jejum (não há absorção de nutrientes e o armazenamento já foi utilizado) PS: a principal forma de regulação dos processos enzimáticos é pela atividade enzimática (via celular) e pela intervenção hormonal (organismos). Nas primeiras 4 horas, a glicose é toda absorvida da dieta, mas antes que essa glicose seja extinta, o glicogênio já começa a ser liberado e o organismo começa a se adaptar liberando moléculas para a gliconeogênese (lipídeos). A insulina é um regulador do metabolismo. Assim, temos aumento do acúmulo de lipídeos, lipogênese, aumento da síntese de glicogênio (maior captação de glicose). No período absortivo (ou pós-pandrial), ha uma absorção de nutrientes no trato gastrointestinal, assim nesse trato a glicose (importante para os processo oxidativos), aminoácidos e triacilglicerois vão ser os principais absorvidos. No período pós-absortivo, o glucagon é estimulado quando ha um baixa quantidade de glicose no sangue e esse período tem como principal atuante o glucagon e por isso que há diminuição dos níveis de insulina. Os ácidos graxos também são importantes para fornecer os corpo cetônicos, então quanto mais a via da beta- oxidação é estimulada, maior será a quantidade de corpos cetônicos e por isso que é possivel que haja uma cetoacidose. Quando o paciente apresenta uma cetoacidose diabética (quando a diabetes não está controlada), pois o organismo não conseguem captar glicose, e pela falta desse o estimulo de glicose vem a partir do glucagon e por isso que há uma maior produção de corpos cetônicos (já que organismo entende que não glicose, pois não conseguirá captar glicose e o organismo depende dos corpo cetônicos). Há mobilização do tecido adiposo, através da liberação dos triacilglicerois, o que libera os ácidos graxos que vao para o tecido hepático e passam pela beta-oxidação. Sendo esses ácidos graxos importantes na formação dos corpos cetônicos. A fome e a saciedade estão associadas às repostas neurológicas, pois há ativacao via resposta hipotalâmica. Assim, há células neurosecretoras que auxiliam na compreensão do organismo se é a hora de se alimentar ou não. A grelina e a leptina são hormônios que agem nos receptores hipotalâmicos, atuam na regulação do apetite. E quando há níveis altos de grelina (liberados pelas células gastrointestinais), há níveis baixos de leptina (liberado pelo tecido adiposo), e vice-versa. A leptina, quando liberada pelos adipócitos, vai sinalizar de que o organismo já está satisfeito, pois os adipócitos já estão “alimentados”. Quando os níveis de leptina vão abaixando, pois o organismo começaa recrutar as reservas energéticas dos adipócitos, e isso se dá com o aumento de nível de grelina. A grelina atua a nível hipotalâmico, em que há os neurônios pré-sinápticos e que tem em sua superfície o receptor federina (acoplado a proteína G), e quando o hormonio liga-se ao receptor haverá o desencandeamento da reposta intracelular que vai causar a ativação da AMPK , que vai estimular a produção de moléculas (como o peptídeo Y) e essas moléculas que vão levar o estimulo do apetite. Sendo esse feedback positivo e que está associado aos baixos níveis de leptina. A grelina vai ativar as células orexigênicas, e essas células têm receptores de grelina que vão ativar a via que utiliza AMPK e essa ativação vai permitir a produção de NPY e AgRP para estimular o apetite. E o NPY ainda inibe o neuropetídeo POMC (essencial no estimulo de saciedade). E quando há altos níveis de leptina, ela vai se ligar a seu receptor no POMC e há secreção de uma molécula opioide, além de ser reconhecida pelo neurônio pré-sináptico o que inibe a AMPK e com essa inibição vai causar a não expressão dos fatores de transcrição que produzem a NPY e AgRP. maior quantidade de leptina, maior produção de • MSH que causa a saciedade. O receptor da leptina é do tipo JAK-STAT, em que vai dimerizar e fosforilar a STAT que é dimerizada e entra no núcleo que ativa a produção da POMC. POMC = molécula precursora, que pode sofrer diferentes clivagens e, de acordo, com a clivagem, vai liberar moléculas com funções distintas. A alfa-MSH é proveniente da POMC e vai chegar no neurônio pré-sináptico para inibir o NPY, ou seja, inibe a fome. Um fator interessante é que há leptina que pode ser ingerida e quando o paciente toma a leptina, como forma de tentar saciar a fome, é bem possível que esse paciente crie uma resistência a leptina, pois os altos níveis de leptina vão causar essa resistência e isso provoca a fome, isto é, um efeito rebote, o que aumenta o ganho de peso pois não haverá aquele controle de fome e saciedade. Obesidade • O tecido adiposo de pessoas obesas apresenta células grandes em tamanho e número, pois é uma forma do tecido adiposo acomodar mais lipídeos. O excesso de gordura causa um estresse da célula adiposa e isso induz a liberação de fatores relacionados a inflamação (fatores pro- inflamatórios), o que causa a apoptose (obviamente, haverá liberação de moléculas o que ativa os DAMPs) e isso recruta mais macrófagos que são de estado inflamatório (macrófagos M1), e esses macrófagos de estado inflamatório vao liberar outras moléculas pro-inflamatórias, como o TNF-alfa e isso vai potencializar a resposta imune. O interessante é que todo esse mecanismo inflamatório vai poder causar uma resistência a insulina. Há um aumento da quantidade de lipídeos e sua consequente liberação e isso pode causar aterosclerose. Em um tecido adiposo saudável, sendo esses adipócitos responsáveis por liberar adipocinas anti-inflamatórias (como adioponectina). Mas em um caso de uma pessoa que apresenta uma dieta rica em lipídeos, esse paciente vai apresentar uma maior ingestão e absorção de lipídeos, e esse lipídeos provocam o aumento de adipócitos e por conta disso vai haver um processo inflamatório. Vai começar a ter presença dos macrófagos M1 que vão liberar adipocinas pro-inflamatórias (TNF-alfa, IL-6, leptina - lembrando que uma maior quantidade de leptina no organismo, é possível que o paciente apresenta uma resistência a leptina). Sendo que essa situação pode se agravará quando os adipócitos começaram a apresentar uma alta quantidade de macrófagos M1 ao seu redor, pois são recrutadas já que o adipócito está tão grande e inchado que a célula passa a apresentar necrose, por isso que há uma maior quantidade de M1 ali.