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TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA BRASILEIRA(APOL II) (1) “Seria razoável esperar que o subdesenvolvimento fosse superado pelo simples impacto das mudanças externas? Este será o desafio político a ser encarado pelo Iseb. Vimos que uma das principais conclusões da Cepal era que o ciclo de substituição de importações iniciado nos anos 1930 havia desencadeado um processo de desenvolvimento industrial”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 141. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, assinale a alternativa que explica o desenvolvimento brasileiro segundo cepalinos e isebianos: R: Enquanto para os cepalinos a saída para o desenvolvimento era planejamento estatal – uma solução política – para os isebianos era necessário forjar uma ideologia. Comentário: essa é alternativa correta pois, cepalinos e isebianos propunham alternativas complementares para o processo de desenvolvimento econômico, político e social do Brasil. Enquanto para os cepalinos “seria retomar o processo de desenvolvimento por meio de ação e planejamento estatal — uma solução política, portanto” (livro base, p. 141), para os isebianos “a superação desse impasse político estava na ideologia. As transformações nas estruturas básicas derivadas do desenvolvimento econômico tinham estabelecido, também, as condições necessárias para 0 surgimento de um pensamento autônomo e nacionalista, o que alguns isebianos chamaram de "consciência crítica" (Toledo, 1997, p. 45)”, livro base, p. 141. (2) “Comentamos anteriormente que 0 modelo de trabalho do Iseb se aproxima dos atuais think tanks. O instituto reunia intelectuais, promovia o debate e a publicação de ideias, buscava aproximar-se dos grupos políticos e oferecia cursos de formação a determinados públicos-alvo”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 142. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, assinale a alternativa que explica a crise do ISEB no final dos anos 1950: R: A divergência entre Hélio Jaguaribe e Guerreiro Ramos sobre a utilização ou não de capital estrangeiro na exploração do petróleo acabou na saída dos dois do ISEB. Comentário: essa é a alternativa correta pois, no final dos anos 1950, o ISEB viveu uma crise ideológica. Enquanto Jaguaribe “defendia a utilização de capital estrangeiro na exploração do petróleo” (livro base, p. 143), alguns isebianos viram na ideia “uma heresia”. Dentre eles, destacou-se Guerreiro Ramos que, na polêmica com Jaguaribe, acabou saindo juntamente com ele do ISEB. Em oposição à ideologia dos isebianos, surge o IPES, criado por empresários com o objetivo de propagar ideias à direita junto à sociedade. (3) “Em 1968, o regime empreendeu uma reforma nesse nível de ensino com um caráter duplo: de um lado, promoveu uma série de modernizações na estrutura e no funcionamento das instituições; de outro, estabeleceu as prerrogativas para a expansão de uma rede privada de ensino superior”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 151. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, assinale a alternativa que explica como os militares lidaram com as questões relacionadas ao ensino superior no Brasil: R:Buscando modernizar o ensino superior, os militares implementaram algumas das antigas reivindicações: a criação de um fundo e de agências de fomento como a CAPES e o CNPq. (4) “É fato que a reforma contribuiu para a institucionalização da disciplina e da carreira de sociólogo no nível superior, tal como ocorreu em outras áreas de conhecimento. Porém, a organização pedagógica do ensino da Sociologia perderia a inspiração no modelo de ensino francês, voltado ao saber clássico”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 155-156. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, assinale a alternativa que explica a relação que os militares estabeleceram com o meio acadêmico brasileiro: A interferência dos militares nas Instituições Federais de Ensino Superior não se restringiu somente às mudanças em suas estruturas administrativas, mas, também, no patrulhamento ideológico principalmente nas ciências humanas. (5) “A primeira questão a ser discutida dizia respeito à exclusividade dos representantes constituintes. Deveriam ser convocadas novas eleições parlamentares, exclusivas para a redação da Carta Magna, ou sua redação seria assumida pelo Congresso eleito?”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 174. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, assinale a alternativa que explica o processo de elaboração da Carta Magna de 1988: R: Embora alguns grupos políticos afirmassem que o Congresso recém eleito não tinha legitimidade para escrever a nova Carta Magna, um acordo entre os partidos majoritários o encarregou dessa tarefa. Comentário: essa é a alternativa correta pois, a Constituição aprovada ao final do processo Constituinte espelha a composição da Assembleia que, no final das contas, representava o que fora o processo de redemocratização: sem rupturas, consensuado e sem nenhum julgamento e punição dos crimes cometidos contra os direitos humanos durante os anos de ditadura. Predominaram as forças que apoiaram e deram sustentação aos militares, e os políticos reformistas, conforme livro base, p. 174: “A Assembleia Constituinte era composta majoritariamente por forças reformistas moderadas e conservadoras”, da mesma forma, “o chamado centro democrático — ou Centrão — arregimentava a esmagadora maioria na Câmara (90,6%)”, enquanto “A oposição de esquerda agregava apenas 9,4% dos representantes do Congresso”. Livro base, p. 175. Embora bastante atuante e muito bem articulada junto à sociedade, os congressistas democráticos e de esquerda não obtiveram muitas vitórias, ainda que tenhamos aprovado uma das constituições mais avançadas para a época. (6) “Publicado em 1970, o livro Dependência e desenvolvimento na América Latina, de Fernando Henrique Cardoso e Enzo Faletto, critica um ponto central da teoria e ideologia desenvolvimentistas: a possibilidade de a burguesia nacional ser o principal agente do desenvolvimento”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 146. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, identifique a alternativa correta sobre o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina": R: Segundo Cardoso e Faletto, a relação de dependência dos países latino-americanos ocorrera pois as classes dominantes eram apenas “gerentes” dessa dominação. (7) “Um de seus principais adversários à direita foi o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes). Criado em 1961 por empresários do Rio de Janeiro e de São Paulo, seguia o mesmo modelo do Iseb”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 144. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, identifique a alternativa correta sobreo IPES: R:O IPES era um think tank nos mesmos moldes do ISEB, porém, com uma linha ideológica oposta e que objetivava combater o pensamento de esquerda. (8) “Em fevereiro de 1987, o Brasil vivia dias politicamente agitados. Na capital nacional, iniciavam-se os trabalhos da Assembleia Constituinte, o primeiro congresso sob o governo civil, formado por parlamentares eleitos, depois de 21 anos de controle da ditadura militar”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 170. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, assinale a alternativa que explica o processo de redemocratização do Brasil: R: Por meio de uma composição entre as forças políticas que apoiavam o regime militar e a oposição, elegeu-se um presidente indiretamente que faria a transição da ditadura para a democracia. Comentário: essa é a alternativa correta pois, o processo de redemocratização brasileiro foi feito por meio de um acordo entre alguns políticos dissidentes que apoiavam o antigo regime e algumas forças de oposição, que redundou na eleição de um presidente civil por meio do colégio eleitoral: “Em janeiro de 1985, Tancredo Neves foi eleito presidente do Brasil de forma indireta, pelos deputados do colégio eleitoral. Egresso da ala moderada do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime civil-militar, Tancredo deveu sua vitória ao pacto conservador com a bancada do Partido da Frente Liberal (PFL). Este era uma dissidência do Partido Democrático Social (PDS) — base do antigo regime”. Livro base, p. 170. Não houve nenhum tipo de julgamento dos militares e dos crimes cometidos pelos mesmos e, da mesma forma, a Assembleia Constituinte não foi exclusiva e, a participação popular foi por meio de propostas e emendas. Porém, o próprio Congresso Nacional promulgou a nova Carta Magna brasileira. (9) “A rixa entre Guerreiro Ramos e Florestan Fernandes tinha sido escancarada no final dos anos 1950, com a publicação de duas obras antagônicas. Em A redução sociológica, lançada pelo Iseb em 1958, Guerreiro Ramos insurgia-se contra o rumo tomado pela sociologia acadêmica no Brasil”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 145. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, identifique a alternativa correta sobre o pensamento de Guerreiro Ramos: R:Guerreiro Ramos foi um crítico dos estudos de comunidade pois, segundo ele, nos EUA, tais estudos serviram à manutenção da ordem social norte-americana. (10) “Fica claro que o esquema de Rangel caminha na direção oposta. Uma de suas conclusões importantes é que 'a economia brasileira tem um setor capitalista e outro pré-capitalista' (Rangel, 1999, p. 24)”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 139. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, assinale a alternativa que explica como Inácio Rangel analisava o Brasil até o final do século XIX: R:De acordo com Inácio Rangel, o senhor de engenho negociava como um comerciante holandês, mas, em sua propriedade, agia de forma arcaica, pré-capitalista. Comentário: essa é a alternativa correta pois, para Inácio Rangel, o Brasil, pelo menos até o final do século XIX, via a dualidade de ser capitalista nas suas relações econômicas internacionais, mas, pré-capitalista na forma, como por exemplo, os senhores de engenho se relacionava com seus familiares, empregados e escravos. Conforme livro base, p. 140: “A plantação escravista talvez seja um dos exemplos mais claros: "O senhor de escravos brasileiro era ao mesmo tempo um 'dominus', no sentido romano, e um comerciante, no sentido holandês do século XVII, ou um industrial, no sentido inglês, dos séculos XVIII e XIX" (Rangel, 1999, p. 30). Travava com sua família e seus trabalhadores relações de tipo arcaico, não capitalistas, baseadas na dominação pessoal apoiada pela violência. Afinal, não existia mercado de trabalho sob o regime escravista. Todavia, visto de fora, do exterior, o senhor de escravos negociava como um empresário capitalista”. (11) “Após um ano e meio de trabalho, a Carta foi finalmente promulgada em 22 de setembro de 1988. Nascia a Constituição Cidadã — uma referência à amplitude dos direitos sociais. De fato, muitas das pautas sociais foram anexadas ao texto legislativo, principalmente pela atuação dos grupos de pressão.” Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 180. R:Por meio de outdoors e da assessoria do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), os movimentos sociais divulgavam como os constituintes votavam. Comentário: essa é a alternativa correta pois, “Era a primeira vez em 21 anos que a sociedade civil se organizava em grupos de pressão, com consequências diretas para a Administração Pública. Os movimentos articulados inovavam, criando novas estratégias de pressão. Um exemplo é a multiplicação de outdoors pelo país indicando como votavam os constituintes. A ação era organizada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)”. Livro base, p. 180. Os grupos de pressão conseguiram incluir 122 emendas populares, apoiadas por cerca de 12 milhões de assinaturas. (12) “Qual foi o papel dos sociólogos no processo constituinte? [...] a sociologia emprestou alguns nomes emblemáticos ao Congresso Nacional, como Fernando Henrique Cardoso [...] Florestan Fernandes [...] A Constituinte também abrigou o Senador Pompeu de Souza [...] e os deputados Paulo Delgado [...] e Augusto Carvalho (PCB/DF), também sociólogos. É importante mencionar, ainda, o papel de Darcy Ribeiro, que, [...] participou das discussões, especialmente na área de educação”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). R : No Parlamento, Florestan Fernandes abriu espaço para o movimento negro e suas reivindicações, embrião da discussão e implantação de cotas sociais nas universidades públicas. Comentário: a participação dos sociólogos na Assembleia Constituinte foi bem distinta. Enquanto FHC teve uma postura mais conciliadora, ainda marca de sua atuação na transição do regime militar para o civil, Florestan Fernandes, a partir de sua formação teórica marxista, buscou levar para o parlamento, além da defesa dos direitos dos trabalhadores e a defesa da escola pública, os próprios movimentos sociais e suas pautas de reivindicação: Florestan “Manteve, em suas análises e estratégias políticas, o caráter analítico e o receitual marxista percebidos em toda a sua produção teórica”. [...] suas principais pautas estavam relacionadas à manutenção de direitos trabalhistas (direito de greve, jornada de 40 horas semanais e autonomia sindical), à expansão e manutenção da Oferta de educação pública e gratuita. [...] foi um impulsionador do movimento negro e da luta antirracista na Câmara” – livro base, p. 178-179 –, o que resultou nas primeiras discussões para implementação de cotas nas universidades. Da mesma forma, a criação do PSDB deu-se após os trabalhos da Constituinte, bem como, Darcy ribeiro, à época, era vice-governador do Rio de Janeiro. (13) “Apesar do ‘ecletismo teórico’ apontado por alguns críticos, ‘o pensamento de todos parecia razoavelmente coeso. Adotavam o método histórico de conhecimento, partilhavam uma perspectiva de esquerda moderada e eram,sem exceção, nacionalistas, fundamentalmente preocupados com a industrialização e a Revolução Nacional Brasileira’ (Bresser-Pereira, 2004, p. 51)". Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 135. R: Segundo Inácio Rangel, o conceito que melhor define o Brasil é o de dualidade: o atual, em sintonia com o cenário externo e o arcaico, com os mecanismos internos de controle e manutenção da ordem. Comentário: essa é a alternativa correta pois, embora divergissem dos autores cepalinos em alguns aspectos, “Os isebianos incorporaram as ideias fundamentais da Cepal”, Livro base, p. 136. Porém, “acrescentaram conceitos tomados emprestados das ciências humanas e sociais”, Livro base, p. 136. Uma das explicações mais influentes entre os isebianos foi de dualidade formulado por Inácio Rangel: “Ignácio Rangel desenvolveu o conceito de dualidade, uma das propostas de interpretação do Brasil mais influentes desenvolvidas pelo grupo do Iseb. Ela foi descrita a partir de 1953, numa série de conferências, e sistematizada no livro A dualidade básica da economia brasileira, publicado em 1957”, Livro base, p. 137. (14) “A aliança de parte do establishment do antigo regime com as forças que trabalhavam para destituí-lo já indicava que a mudança seria lenta e gradual, sem rupturas políticas. Delineou-se um acordo de forças políticas para uma transição moderada e conciliadora”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 171. R: O processo de redemocratização do Brasil foi feito com base num grande acordo entre os aliados do regime que findava e seus opositores, com anistia ampla. Comentário: essa é a alternativa correta pois, o acordo para pôr fim ao regime militar teve vários capítulos. Um deles foi a promulgação da Lei de Anistia em 1979, onde os “adversários do regime receberam perdão. Vários haviam sido presos, estavam sendo processados ou estavam exilados no exterior. Ao mesmo tempo, os agentes de Estado que tinham praticado graves violações aos direitos humanos, como prisões e tortura dos presos políticos do regime, também foram anistiados”. Livro base, p. 171. (15) “Ignácio Rangel desenvolveu o conceito de dualidade, uma das propostas de interpretação do Brasil mais influentes desenvolvidas pelo grupo do Iseb.” Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: Pinhel, André Marega; ALVES, Brenno Warken. Sociologia brasileira. Curitiba: InterSaberes, 2019. (BV). p. 137. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro base Sociologia brasileira, assinale a alternativa que explica o pensamento de Inácio Rangel em relação ao Brasil: R: A dualidade a que Inácio Rangel se refere para explicar o Brasil está relacionada ao fato de, ao mesmo tempo, mantermos o arcaico alinhado com o cenário externo atual. Comentário: essa é a alternativa correta pois, uma categoria central utilizada por Inácio Rangel para explicar o Brasil é a da dualidade. Conforme livro base, p. 137: “Na fórmula de Rangel, o capitalismo mercantil fundou o Brasil colonial; o industrial estimulou a independência; e o financeiro, a proclamação da república. Internamente, porém, a evolução foi muito mais lenta. Cada mudança das instituições internas permitiu a sobrevivência concomitante das antigas formas. O atual, alinhado ao cenário externo, convive com o arcaico, instrumento de manutenção no contexto interno”.