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UNIDADE DE TERAPIA
INTENSIVA
Especialização Técnica de Enfermagem em
ENFª MARJORY LIMA
ESPECIALIZAÇÃO
TÉCNICA DE
ENFERMAGEM EM Eixo tecnológico: Ambiente e
Saúde Segmento: Saúde
Carga horária: 300h
UNIDADE DE
TERAPIA
INTENSIVA
OBJETIVO
Formar profissionais com competência
para atuar e intervir em seu campo de
trabalho, com foco em resultados. GERAL
Promover o desenvolvimento do aluno por meio de ações
que articulem e mobilizem conhecimentos, habilidades,
valores e atitudes de forma potencialmente criativa,
estimulando o aprimoramento contínuo.
Estimular nos aluno, por meio de situações de aprendizagem,
atitudes empreendedoras, sustentáveis e colaborativas.
Articular as competências do perfil profissional com projetos
integradores e outras atividades laborais que estimulem a
visão crítica e a tomada de decisão para resolução de
problemas.
OBJETIVOS
ESPECIFICOS
Promover uma avaliação processual e formativa com
base em indicadores das competências que possibilitem a
todos os envolvidos no processo educativo a verificação
da aprendizagem.
Incentivar a pesquisa como princípio pedagógico e para
consolidação do domínio técnico-científico, utilizando
recursos didáticos e bibliográficos
OBJETIVOS
ESPECIFICOS
UC1 - Executar assistência de enfermagem sistematizada ao cliente em estado crítico
UC2 - Prestar assistência de enfermagem a clientes críticos em situações de urgência e
emergência
UC3 - Participar de programas de qualidade da assistência nas UTIs
UC4 - Projeto integrador especialização técnica de Enfermagem em unidade de terapia
intensiva.
1
2
4
3
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
UC1: EXECUTAR ASSISTÊNCIA DE
ENFERMAGEM SISTEMATIZADA AO
CLIENTE EM ESTADO CRÍTICO
Evolução histórica das UTIs
ENFª MARJORY LIMA
COMO A
ASSISTÊNCIA
INTENSIVA
SALVOU VIDAS E
EVOLUIU PARA
ENFRENTAR
NOVOS DESAFIOS
NA MEDICINA
MODERNA?
OBJETIVOS
DA AULA
Entender as origens das UTIs:
Como e por que surgiram.
Explorar os principais marcos na evolução das UTIs:
Equipamentos, técnicas e especializações.
Compreender a importância das UTIs na
medicina atual.
Identificar os desafios e inovações atuais das
UTIs.
CONTEXTO
PRÉ-UTIS -
INÍCIO DO
SÉCULO 20
Atendimento de Pacientes Críticos:
No início do século 20, pacientes graves eram
tratados em enfermarias comuns.
Falta de Equipamentos Especializados:
Não havia monitores ou ventiladores mecânicos,
e muitos tratamentos eram manuais e
improvisados.
Limitações na Sobrevivência:
Alta mortalidade de pacientes com problemas
respiratórios ou cardíacos graves.
EXPANSÃO E
CONSOLIDAÇÃO
DAS UTIS
Avanços Tecnológicos:
Monitores Multiparamétricos: Equipamentos que possibilitam
a medição contínua de sinais vitais.
Ventiladores Modernos: Mais controle e precisão no suporte
respiratório.
Protocolos Padronizados: Criação de normas específicas para
tratamento e monitoramento de pacientes críticos.
Equipe Multidisciplinar: Médicos intensivistas, enfermeiros
especializados, fisioterapeutas e nutricionistas, possibilitando
um atendimento mais completo e individualizado.
(ANOS 1970 E 1980)
EVOLUÇÃO DAS
UTIS NA DECADA
DE 1990
UTIs Especializadas:
Unidades dedicadas a áreas específicas da medicina, como:
UTIs Cardiológicas: Cuidados intensivos para problemas
cardíacos graves.
UTIs Neurológicas: Tratamento intensivo para traumas e
problemas neurológicos.
UTIs Pediátricas e Neonatais: Especializadas para atender
crianças e recém-nascidos.
Humanização e Cuidado Integral:
Início de práticas de humanização, como permitir visitas
familiares e proporcionar ambientes acolhedores para
pacientes.
A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é conceituada como uma
“Unidade complexa dotada de sistema de monitorização contínua
que admite pacientes potencialmente graves ou com
descompensação de um ou mais sistemas orgânicos e que com o
suporte e tratamento intensivos tenham possibilidade de se
recuperar”
CONCEITO DE UTI
Assim a UTI tem como objetivo prestar assistência a pacientes
graves e de risco que exijam assistência médica e de enfermagem
ininterruptas, além de equipamento e recursos humanos
especializados.
OBJETIVO
COMPROMETIMENTO
DE UM OU MAIS
ORGAOS
CONDIÇÃO INSTÁVEL
SITUAÇÃO GRAVE
CONCEITO E CARACTERÍSTICAS DO CLIENTE CRÍTICO
Quem é o Cliente Crítico?
Paciente com risco iminente de vida, exigindo
monitoramento e intervenções constantes.
Características:
Condição instável, requer suporte de vida,
como ventilação mecânica ou hemodiálise.
Alta suscetibilidade a complicações devido à
sua condição frágil.
Exemplos de casos: Choque séptico, infarto grave,
falência de múltiplos órgãos.
1 UTI Geral: Essas UTIs são projetadas para tratar uma ampla variedade de condições médicas
críticas, como insuficiência respiratória, insuficiência cardíaca, sepse, traumatismo, cirurgias
complexas e outras emergências médicas. Elas são equipadas com uma variedade de
equipamentos médicos para fornecer cuidados intensivos.
TIPOS DE UNIDADES DE
TERAPIA INTENSIVA (UTIS)
Existem vários tipos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) projetadas para atender às
necessidades de pacientes com diferentes condições médicas ou necessidades específicas.
Alguns dos tipos mais comuns de UTIs incluem:
2 UTI Neonatal: As UTIs neonatais são projetadas para cuidar de recém-nascidos prematuros
ou com problemas médicos graves. Elas são equipadas com incubadoras, ventiladores
neonatais e monitoramento especializado para atender às necessidades específicas dos
bebês.
3 UTI Pediátrica: Essas unidades se concentram no atendimento de crianças e adolescentes com
doenças graves ou lesões. Elas são equipadas com equipamentos e equipes especializadas em
pediatria.
TIPOS DE UNIDADES DE
TERAPIA INTENSIVA (UTIS)
Existem vários tipos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) projetadas para atender às
necessidades de pacientes com diferentes condições médicas ou necessidades específicas.
Alguns dos tipos mais comuns de UTIs incluem:
4 UTI Cardíaca: UTIs cardíacas são especializadas no tratamento de pacientes com doenças
cardíacas graves, incluindo aqueles que passaram por cirurgias cardíacas. Elas são equipadas
com monitoramento cardíaco avançado, ventiladores e outros equipamentos relacionados ao
sistema cardiovascular.
https://gestaoemsaude.net/principais-exames-cardiologicos-nao-invasivos-saiba-como-diagnosticar-doencas-cardiovasculares/
https://gestaoemsaude.net/ventilacao-mecanica-tudo-o-que-voce-precisa-saber-em-um-resumo-completo/
5 UTI Neurológica: Essas UTIs são voltadas para pacientes com distúrbios neurológicos graves,
como derrames, traumatismos cranianos e outras condições cerebrais. Elas geralmente
incluem monitoramento neurológico avançado e equipamentos de imagem, como tomografia
computadorizada e ressonância magnética.
TIPOS DE UNIDADES DE
TERAPIA INTENSIVA (UTIS)
Existem vários tipos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) projetadas para atender às
necessidades de pacientes com diferentes condições médicas ou necessidades específicas.
Alguns dos tipos mais comuns de UTIs incluem:
6 UTI de Queimados: Essas unidades são especializadas no tratamento de pacientes com
queimaduras graves. Elas contam com cuidados intensivos, incluindo procedimentos
cirúrgicos e curativos especiais.
7 UTI de Transplante: UTIs de transplante são destinadas a pacientes que passaram por
transplantes de órgãos, como coração, fígado ou rim. Elas fornecem cuidados especializados
para pacientes que passaram por procedimentos cirúrgicos complexos.
TIPOS DE UNIDADES DE
TERAPIA INTENSIVA (UTIS)
Existem vários tipos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) projetadas para atender às
necessidades de pacientes com diferentes condições médicas ou necessidades específicas.
Alguns dos tipos mais comuns de UTIs incluem:
8 UTI de Oncologia: Essas unidades se concentram no tratamento de pacientes com câncer que
requerem cuidados intensivos devido a complicações associadas à doença ou ao tratamento.9 UTI de Queimados: Essas unidades são projetadas para cuidar de pacientes que sofreram
queimaduras graves. Elas têm equipes especializadas e equipamentos para tratar e monitorar
essas lesões.
TIPOS DE UNIDADES DE
TERAPIA INTENSIVA (UTIS)
Existem vários tipos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) projetadas para atender às
necessidades de pacientes com diferentes condições médicas ou necessidades específicas.
Alguns dos tipos mais comuns de UTIs incluem:
10 UTI Móvel (Ambulância de Terapia Intensiva): UTIs móveis são ambulâncias equipadas com
equipamentos de UTI para fornecer cuidados intensivos durante o transporte de pacientes de
um local para outro.
É importante observar que a disponibilidade e a especialização das UTIs podem variar de acordo
com o hospital e a região. A escolha do tipo de UTI para um paciente depende de sua condição
médica específica e das necessidades de tratamento.
https://gestaoemsaude.net/queimaduras-primeiros-socorros-e-cuidados/
Telemedicina e Monitoramento à Distância:
Equipamentos permitem que especialistas monitorem
pacientes remotamente.
Inteligência Artificial (IA):
Algoritmos que analisam dados em tempo real para
prever complicações e auxiliar nas decisões médicas.
Medicina de Precisão:
Personalização do tratamento com base no perfil
genético do paciente.
Exemplo: Dosagem personalizada de medicamentos,
protocolos específicos para cada perfil.
Avanços Tecnológicos nas UTIs - 2000 em diante
Ventiladores Avançados:
Com diferentes modos e configurações para se adaptar a
cada paciente.
Monitores Multiparamétricos:
Medem e exibem informações como pressão arterial,
frequência cardíaca e saturação de oxigênio.
Bombas de Infusão e Equipamentos de Hemodiálise:
Administração controlada de medicação e suporte a
pacientes com insuficiência renal.
Equipamentos Modernos nas UTIs
Humanização no Atendimento:
Abordagens que buscam preservar a dignidade e o
conforto do paciente.
Inclusão de familiares no processo de cuidados.
Desafios Éticos:
Decisões sobre o uso de suporte vital: quando
começar, intensificar ou interromper o tratamento.
Cuidados paliativos: assistência que foca no alívio de
dor e sofrimento em casos em que a cura não é
possível.
Apoio Psicológico:
Assistência emocional para pacientes, familiares e
profissionais de saúde.
Aspectos Éticos e Humanização nas UTIs
Controle de Infecções: Pacientes críticos são vulneráveis, exigindo medidas
rígidas de controle de infecções.
1
Sustentabilidade Financeira: Custo elevado do atendimento intensivo e a
necessidade de recursos modernos.
2
Capacitação Profissional: Profissionais precisam estar
constantemente atualizados para lidar com novas tecnologias
e técnicas.
3
Desafios Contemporâneos das UTIs
UNIDADE DE TERAPIA
INTENSIVA (UTI)
Atuação da Equipe de Enfermagem na
ENFª MARJORY LIMA
Enfermeiro
Responsável pelo gerenciamento do cuidado do paciente,
coordenação da equipe e implementação de protocolos.
Técnico de Enfermagem
Profissional que executa cuidados diretos e
procedimentos sob a supervisão do enfermeiro.
Auxiliar de Enfermagem
Suporte geral na UTI, realizando atividades de menor
complexidade e apoiando a equipe no atendimento ao
paciente.
ESTRUTURA
DA EQUIPE DE
ENFERMAGEM
NA UTI
1. Enfermeiro na UTI
Planejamento e Execução do Cuidado: Realiza avaliação contínua do estado do paciente,
planejando intervenções com base em diagnósticos de enfermagem e planos
terapêuticos.
Coordenação da Equipe: Gerencia as atividades diárias, distribui tarefas e orienta a
equipe técnica, monitorando o cumprimento dos protocolos.
Comunicação: Atua como intermediário entre a equipe médica, o paciente e a família,
promovendo um cuidado transparente e humanizado.
Gestão de Riscos e Segurança: Avalia potenciais riscos e ajusta planos de cuidado
conforme necessário para prevenir complicações.
Atualização Profissional: Participa de treinamentos e atualizações constantes para
implementar novas práticas e tecnologias.
ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS
2. Técnico de Enfermagem na UTI
Cuidados Diretos: Executa procedimentos como administração de medicamentos, trocas
de curativos, verificação de sinais vitais e preparo de materiais para exames.
Monitoramento Constante: Acompanha continuamente os sinais vitais, notificando o
enfermeiro em caso de alterações críticas.
Registro e Documentação: Realiza anotações detalhadas sobre intervenções e mudanças
no quadro do paciente.
3. Auxiliar de Enfermagem na UTI
Apoio Operacional: Auxilia na preparação de materiais, organiza o ambiente e colabora
na higienização de equipamentos.
Cuidados Básicos: Oferece conforto e suporte básico ao paciente, como alimentação,
higiene e mobilização.
ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS
LIMITES DE ATUAÇÃO
1. Enfermeiro
Tomada de Decisões Clínicas: Avalia e decide as intervenções necessárias dentro do
escopo de enfermagem, sem ultrapassar limites diagnósticos e prescritivos que cabem
ao médico.
Coordenação de Protocolos: Implementa protocolos pré-definidos, mas não realiza
prescrições médicas ou procedimentos invasivos sem respaldo médico.
Autonomia Controlada: Embora tenha autonomia em diversos aspectos, deve seguir os
protocolos e limites impostos pela legislação e pelo ambiente hospitalar.
2. Técnico e Auxiliar de Enfermagem
Atuação Sob Supervisão: Realizam procedimentos com orientação e supervisão,
mantendo o limite de atuação clínica.
Limites Legais: Estão restritos a intervenções não invasivas e a ações de suporte ao
enfermeiro, sempre dentro de um escopo de prática claramente definido pela legislação.
GRUPOS DE DISCUSSÃO (ROUNDS) NA UTI
DEFINIÇÃO DE ROUNDS: REUNIÕES PERIÓDICAS DA EQUIPE
MULTIDISCIPLINAR PARA DISCUTIR O ESTADO CLÍNICO DO
PACIENTE, REVISAR PLANOS TERAPÊUTICOS E AJUSTES NAS
INTERVENÇÕES.
IMPORTÂNCIA PARA A ENFERMAGEM:
INTEGRAÇÃO COM A EQUIPE MULTIDISCIPLINAR:
PARTICIPAÇÃO ATIVA NA DISCUSSÃO SOBRE O ESTADO
DO PACIENTE, GARANTINDO QUE O PLANO DE CUIDADO
SEJA COORDENADO.
APRENDIZADO E ATUALIZAÇÃO: DISCUSSÃO DOS CASOS
PERMITE UMA VISÃO MAIS ABRANGENTE E FOMENTA O
APRENDIZADO COLABORATIVO.
Definição e Objetivo: Garantir o acompanhamento
do paciente após a alta da UTI, observando o
estado geral e prevenindo possíveis complicações.
Atividades Realizadas pelo Enfermeiro na Visita
Domiciliar:
Avaliação do Ambiente: Análise das condições
domiciliares para adaptar o ambiente às
necessidades do paciente.
Monitoramento e Cuidados: Verificação de
sinais, cuidados com feridas e ensino de
técnicas aos cuidadores.
Educação em Saúde: Orientação à família
sobre como proceder em casa e como
observar possíveis sinais de alerta.
VISITA DOMICILIAR COMO
CONTINUIDADE DO CUIDADO
Principais Benefícios:
Qualidade e Segurança do Paciente: Monitoramento
contínuo permite intervenções rápidas e reduz riscos.
Cuidado Humanizado e Personalizado: Proximidade com o
paciente e a família aumenta a confiança e melhora a
experiência de internação.
Continuidade do Cuidado: Rounds e visitas domiciliares
garantem um acompanhamento além do leito da UTI,
oferecendo uma visão completa da recuperação.
BENEFÍCIOS DA ATUAÇÃO
COMPLETA DA ENFERMAGEM NA
UTI
ESTRUTURAS FÍSICAS E
INFRAESTRUTURA DA UTI
Enfa Marjory
Lima
CTI: CENTRO DE TRATAMENTO INTENSIVO. CONJUNTO DE
UTIs AGRUPADAS NUM MESMO LOCAL;
UTI: UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA.
Unidade que abriga pacientes que necessitam de assistência
médica, de enfemagem, laboratorial e radiológica ininterrupta.
1.
Unidade específica dentro de uma CTI (coronariana,neonatal,
pediátrica, etc.)
2.
ESTRUTURA
FÍSICA
INTRODUÇÃO
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010
Art. 1º Ficam aprovados os requisitos mínimos para funcionamento de
Unidades de Terapia Intensiva, nos termos desta Resolução.
Art. 2º Esta Resolução possui o objetivo de estabelecer padrões mínimos para
o funcionamento das Unidades de Terapia Intensiva, visando à redução de
riscos aos pacientes, visitantes, profissionais e meio ambiente.
Art. 3º Esta Resolução se aplica a todas as Unidades de Terapia Intensiva
geraisdo país, sejam públicas, privadas ou filantrópicas; civis ou militares.
INTRODUÇÃO
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010
XXVI - Unidade de Terapia Intensiva (UTI): área crítica destinada à internação de
pacientes graves, que requerem atenção profissional especializada de forma
contínua, materiais específicos e tecnologias necessárias ao diagnóstico,
monitorização e terapia.
XXVII - Unidade de Terapia Intensiva - Adulto (UTI-A): UTI destinada à assistência de
pacientes com idade igual ou superior a 18 anos, podendo admitir pacientes de 15 a
17 anos, se definido nas normas da instituição.
XXVIII - Unidade de Terapia Intensiva Especializada: UTI destinada à assistência a
pacientes selecionados por tipo de doença ou intervenção, como cardiopatas,
neurológicos, cirúrgicos, entre outras.
INTRODUÇÃO
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010
XXIX - Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI-N): UTI destinada à assistência a
pacientes admitidos com idade entre 0 e 28 dias.
XXX - Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI-P): UTI destinada à assistência a
pacientes com idade de 29 dias a 14 ou 18 anos, sendo este limite definido de acordo
com as rotinas da instituição.
XXXI - Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica Mista (UTIPm): UTI destinada à
assistência a pacientes recém-nascidos e pediátricos numa mesma sala, porém
havendo separação física entre os ambientes de UTI Pediátrica e UTI Neonatal.
Cada UTI deve ser uma área geográfica distinta dentro do hospital,
quando possível, com acesso controlado, sem trânsito para outros
departamentos. Sua localização deve ter acesso direto e ser
próxima de elevador, serviço de emergência, centro cirurgico (CC),
sala de recuperação pós-anestésica, unidades intermediárias de
terapia e serviço de laboratório e radiologia.
ESTRUTURA FÍSICA - LOCALIZAÇÃO
ESTRUTURA
FÍSICA
A disposição dos leitos de UTI podem ser em área comum (tipo vigilância), quartos
fechados ou mista.
A área comum proporciona observação contínua do paciente, é indicada a
separação dos leitos pôr divisórias laváveis que proporcionam uma relativa
privacidade dos pacientes.
As unidades com leitos dispostos em quartos fechados, devem ser dotados de
painéis de vidro para facilitar a observação dos pacientes. Nesta forma de unidade
é necessário uma central de monitorização no posto de enfermagem, com
transmissão de onda eletrocardiógrafa e frequência cardíaca.
Unidades com quartos fechados proporcionam maior privacidade aos pacientes,
redução do nível de ruído e possibilidade de isolamento dos pacientes infectados e
imunossuprimidos.
A unidade mista combina os dois tipos de forma e tem sido adotada com bons
resultados.
FORMA DA
UNIDADE
INFRAESTRUTURA FÍSICA
ART. 10. DEVEM SER SEGUIDOS OS
REQUISITOS ESTABELECIDOS NA
RDC/ANVISA Nº50, DE 21 DE
FEVEREIRO DE 2002.
PARÁGRAFO ÚNICO. A
INFRAESTRUTURA DEVE
CONTRIBUIR PARA MANUTENÇÃO
DA PRIVACIDADE DO PACIENTE,
SEM, CONTUDO, INTERFERIR NA
SUA MONITORIZAÇÃO.
ESTRUTURA
FÍSICA FORMA DA
UNIDADE
Unidade Mista
Unidade em
área comum
Unidade com
quartos fechados
ESTRUTURA FÍSICA
FORMA DA UNIDADE
Central de monitorização
A UNIDADE DEVE TER AMPLAS
ABERTURAS DE VIDROS OU
JANELAS (TELADAS), O
REVESTIMENTO FEITO COM
MATERIAIS QUE DEIXEM O
MÍNIMO DE JUNÇÕES E SEJAM
LAVÁVEIS, LISOS E NÃO -
ABSORVENTES.
A DISPOSIÇÃO DOS LEITOS DE UTI
PODE SER EM ÁREA COMUM (TIPO
VIGILÂNCIA ABERTA), QUARTOS
FECHADOS OU MISTA.
ESTRUTURA
FÍSICA FORMA DA
UNIDADE
A área comum proporciona observação contínua do
paciente.
a separação dos leitos por divisórias, proporciona
privacidade aos pacientes.
Unidades com leitos com quartos fechados devem ser
dotados de painéis de vidro, para facilitar a
observação, proporcionam maior privacidade,
redução do nível de ruído e isolamento dos
infectados e imunossuprimidos.
(necessária uma central de monitorização no posto de
enfermagem, com transmissão de onda
eletrocardiográfica e frequência cardíaca).
A unidade mista combina os dois tipos de disposição
e tem sido adotada com bons resultados.
a) Área para recepção do paciente;
B) Área de pacientes;
c) Área de cada leito:
d) Posto de enfermagem;
e) Área de preparo de medicação;
f) Área para estocagem de material e equipamento;
g) Sala de utilidades. (limpeza, esterilização e estocagem);
h) Sanitário para pacientes;
i) Vestiário;
j) Copa para funcionários;
k) Copa de pacientes, destinado ao serviço de nutrição e dietética;
l) Conforto médico, quarto para plantonista;
m) Área de descanso dos funcionários, (deve contar com sanitários masculinos
e femininos, dotados de chuveiro e armários);
n) Sala de reuniões, sala de estudos, sala para aulas;
o) Sala de espera de visitas, (antessala, contendo sanitários: feminino e
masculino);
p) Laboratório;
q) Secretária;
r)Sala de arquivo;
s) Área para higienização de leitos (lavagem dos leitos pós-alta).
ELEMENTOS
DA UNIDADE
Hospital geral
10% da capacidade de leitos para UTI.
Uma UTI deve contar com, no mínimo 05 leitos em hospitais com capacidade
para 100 ou mais leitos.
Os leitos devem ficar o possível isolado um dos outros, contendo canalização de
vácuo, ar comprimido e oxigênio.
O ideal é 8 a 12 leitos por unidade.
Caso se indique maior número de leitos, deve ser dividida em subunidades,
proporcionando maior eficiência de atendimento da equipe de trabalho.
NÚMERO DE LEITOS
Os pacientes devem ficar
localizados de modo que a
visualização direta ou indireta, seja
possível durante todo o tempo,
permitindo a monitorização do
estado dos pacientes, sob as
circunstâncias de rotina e de
emergência.
O projeto preferencial é aquele que
permite uma linha direta de visão,
entre o paciente e o posto de
enfermagem.
ESTRUTURA FÍSICA
ÁREA DE INTERNAÇÃO
ESTRUTURA FÍSICA
POSTO DE ENFERMAGEM
O posto de enfermagem deve ser centralizado, no mínimo um para cada doze leitos
e prover uma área confortável, de tamanho suficiente para acomodar todas as
funções da equipe de trabalho. Cada posto deve ser servido pôr uma área de
serviços destinada ao preparo de medicação. Deve haver iluminação adequada de
teto para tarefas específicas, energia de emergência, instalação de água fria, balcão,
lavabo, um sistema funcional de estocagem de medicamentos, materiais e soluções
e um relógio de parede deve estar presente. Espaço adequado para terminais de
computador e impressoras é essencial quando forem utilizados sistemas
informatizados. Deve ser previsto espaço adequado para se colocar os gráficos de
registros médicos e de enfermagem. Os formulários de registro médicos e
impressos devem estar armazenados em prateleiras ou armários de modo que
possam ser facilmente acessados pôr todas as pessoas que requeiram o seu uso.
ESTRUTURA FÍSICA
POSTO DE ENFERMAGEM
ESTRUTURA FÍSICA
SALA DE UTENSILIOS LIMPOS E SUJOS
As salas de utensílios limpos e sujos devem ser separadas e que não estejam
interligadas.
A sala de utensílios limpos é utilizada para armazenar suprimentos limpos e
esterilizados, podendo também acondicionar roupas limpas. Prateleiras e armários
para armazenagem devem estar em locais acima do solo, facilitando a limpeza do
piso.
A sala de materiais sujos (expurgo), deve ser localizada fora da área de circulação da
unidade. Pode ter uma pia e um tanque, ambos com torneiras misturadoras de água
fria e quente para desinfecção e preparo de materiais. Deve ser projetada para
abrigar roupa suja antes de encaminhar ao destino, dispor de mecanismos para
descartar itens contaminados com substâncias e fluidos corporais. Recipientes
especiais devem ser providenciados para descartar agulhas e outros objetos
perfurocortantes.
ESTRUTURA FÍSICA
DEMAIS ÁREAS
Banheiro de pacientes
Localizado na área de internação da unidade (geral) ou anexo ao
quarto (isolamento); todos os banheiros e sanitários de pacientes
internados devem ter duchas higiênicas e chuveiro.
Copa de pacientes
Local destinado ao serviço de nutrição e dietética, sendo receptora e
distribuidora das dietas dos pacientes da unidade. deve ter pia,
geladeirae lixo específico para desprezar restos de alimentos.
Sala de serviços gerais
Sala destinada a guarda de materiais e soluções utilizadas na limpeza
e desinfecção da unidade. deve ser provida de tanque e prateleiras
suspensas.
ESTRUTURA FÍSICA
DEMAIS ÁREAS
Sala de Procedimentos Especiais
Se uma sala de procedimentos especiais é desejada, sua localização deve ser dentro, ou
adjacente à UTI, podendo atender diversas UTIs próximas. Deve ser de fácil acesso, o tamanho
suficiente para acomodar os equipamentos e as pessoas necessárias. As capacidades de
monitorização, equipamentos, serviços de apoio e condições de segurança devem ser
compatíveis com serviços fornecidos pela UTI. As áreas de trabalho e armazenamento devem ser
adequados o suficiente para manter todos os suprimentos necessários e permitir o desempenho
de todos os procedimentos sem que haja a necessidade da saída de pessoas da sala.
Armazenamento de Equipamentos
Uma área para guardar os equipamentos que não estão em uso ativo, deve ser planejada. A
localização deve ser de fácil acesso e espaço adequado para pronta localização e remoção do
equipamento desejado. Deve ser previsto tomadas elétricas aterradas em número suficiente
para permitir a recarga dos equipamentos operados a bateria.
ESTRUTURA FÍSICA
DEMAIS ÁREAS
Laboratório
Todas as UTIs devem ter serviço de laboratório clínico disponível vinte e quatro
horas por dia.
Sala de Reuniões
Uma área distinta ou separada próxima de cada U.T.I. ou de cada grupo de UTIs,
deve ser projetada paraobservar e armazenar as radiografias, estudar e discutir
os casos dos pacientes.
Conforto Médico
Deve ser próximo à área de internação, de fácil acesso, com instalações
sanitárias e chuveiro. A sala deve serligada à UTI por telefone e ou sistema de
intercomunicação.
ESTRUTURA FÍSICA
DEMAIS ÁREAS
Recepção da U.T.I.
Cada UTI ou agrupamento de UTIs devem ter uma área para controlar o acesso de visitantes. Sua
localização deve serplanejada de modo que os visitantes se identifiquem antes de entrar. Pôr ser
uma unidade de acesso restrito é desejável que aentrada para os profissionais de saúde, seja
separada dos visitante.
Sala de Espera de Visitantes
Área indispensável, deve ser localizada próximo de cada UTI ou agrupamento de UTIs destinada aos
familiares de pacientes,enquanto aguardam informações ou são preparados para visita na unidade.
O acesso de visitantes deve ser controlado pelarecepção. Um bebedouro e sanitários devem ser
localizados dentro da área ou próximo a ela.
Rota de Transporte de Pacientes
Os corredores utilizados para transportar os pacientes devem ser separados dos utilizados pelos
visitantes. O transporte dospacientes deve ser rápido e a privacidade preservada. Quando
necessário o uso de elevadores, deve ser previsto um tamanhosuperdimensionado e separado do
acesso público.
ESTRUTURA FÍSICA
DEMAIS ÁREAS
Recepção da U.T.I.
Cada UTI ou agrupamento de UTIs devem ter uma área para controlar o acesso de visitantes. Sua
localização deve serplanejada de modo que os visitantes se identifiquem antes de entrar. Pôr ser
uma unidade de acesso restrito é desejável que aentrada para os profissionais de saúde, seja
separada dos visitante.
Sala de Espera de Visitantes
Área indispensável, deve ser localizada próximo de cada UTI ou agrupamento de UTIs destinada aos
familiares de pacientes,enquanto aguardam informações ou são preparados para visita na unidade.
O acesso de visitantes deve ser controlado pelarecepção. Um bebedouro e sanitários devem ser
localizados dentro da área ou próximo a ela.
Rota de Transporte de Pacientes
Os corredores utilizados para transportar os pacientes devem ser separados dos utilizados pelos
visitantes. O transporte dospacientes deve ser rápido e a privacidade preservada. Quando
necessário o uso de elevadores, deve ser previsto um tamanhosuperdimensionado e separado do
acesso público.
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010
Seção X
Recursos Materiais
Art.50. A UTI deve dispor de materiais e equipamentos de acordo com a
complexidade do serviço e necessários ao atendimento de sua demanda.
Art.51. Os materiais e equipamentos utilizados, nacionais ou importados,
devem estar regularizados junto à ANVISA, de acordo com a legislação
vigente.
Art.52. Devem ser mantidas na unidade instruções escritas referentes à
utilização dos equipamentos e materiais, que podem ser substituídas ou
complementadas por manuais do fabricante em língua portuguesa.
Art.56. Devem estar disponíveis, para uso exclusivo da UTI Adulto, materiais
e equipamentos de acordo com a faixa etária e biotipo do paciente.
RECURSOS MATERIAIS DA UTI.
ESTES DEVEM SER DE FÁCIL
OPERACIONALIDADE, EFICIENTE E
DE UTILIDADE COMPROVADA, QUE
TENHA ASSISTÊNCIA TÉCNICA
CONTÍNUA E EFICAZ, QUE ATINJA
AS FINALIDADES DAS UNIDADES,
OFERECENDO SEGURANÇA NA
ASSISTÊNCIA AO PACIENTE.
OS EQUIPAMENTOS DA UTI DEVEM
SER DE USO EXCLUSIVO DA
MESMA, NÃO PODENDO SER
UTILIZADO E DESLOCADO PARA
OUTRAS ÁREAS DO HOSPITAL.
EQUIPAMENTOS
DOS REQUISITOS ESPECÍFICOS PARA UNIDADE
DE TERAPIA INTENSIVA
DOS REQUISITOS ESPECÍFICOS PARA UNIDADE
DE TERAPIA INTENSIVA
BOMBA DE INFUSÃO (BOMBA DE PERFUSÃO)
A bomba de infusão, ou bomba de perfusão, faz referência a um
sistema de administração de fármacos ou nutrientes, nas vias
venosa, arterial ou esofágica. Seu uso em salas de emergência e
unidades de terapia intensiva é fundamental, pois através dela,
podemos administrar de maneira totalmente confiável as drogas,
fármacos mais delicados e de que precisam de mais atenção, de
acordo com as vazões ou dosagem em mg/min ou ml/min. É
indicada para todo paciente com prescrição de infusão de drogas
vasoativas importantes, sedações contínuas, soros de
manutenção e reposição eletrolíticas, nutrição parenteral
prolongada ou nutriçãoparenteraltotal, dietas enterais,
antibioticoterapias rigorosas. Vale lembrar que para uso da
bomba de infusão é necessário um equipo específico para uso em
bomba de infusão, o mesmo vale para o equipo de nutrição.
DOS REQUISITOS ESPECÍFICOS PARA UNIDADE
DE TERAPIA INTENSIVA
Alguns exemplos de drogas utilizadas em UTI que requerem controle rigoroso por bomba de
infusão.
As vasoativas como: Noradrenalina, dobutamina,dopamina,nipride e adrenalina;
As sedativas/analgésicascomo: Propofol, dormonid,fentanil e precedex;
Soros compostosde manutençãoque contenha KCL (Cloretode potássio);
A nutrição parenteral prolongada ou total também vai ser necessário bomba de infusão
contínua, geralmenteuma bomba específica para esse caso e usada.
DOS REQUISITOS ESPECÍFICOS PARA UNIDADE
DE TERAPIA INTENSIVA
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DE TERAPIA INTENSIVA
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Monitor multiparâmetro
É através da monitorização multiparâmetros, que iremos estudar mais sobre o paciente em
que ali se encontra, como paciente está hemodinamicamente no momento.
O monitor multiparâmetro é um monitor amplo, no qual mostra em tempo real a frequência
cardíaca com otraçado de eletrocardiograma, saturação de O2, capnografia, pressão arterial
(não invasiva ou invasiva),temperatura e frequência respiratória.
O monitor pode ser configurado por toda equipe de enfermagem intensiva e médica. É
atribuição do técnico de enfermagem entender as funções deste monitor, para configurar,
instalar os acessórios e alterar os parâmetros conforme a necessidade do paciente que está no
leito.
DOS REQUISITOS ESPECÍFICOS PARA UNIDADE
DE TERAPIA INTENSIVA
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I - materiais para punção lombar;
II - materiais para drenagem liquórica em sistema fechado;
III - oftalmoscópio;
IV - otoscópio;
V - negatoscópio;
VI - máscara facial que permite diferentes concentrações de Oxigênio: 01 (uma)
para cada 02 (dois) leitos;
Art. 58. Cada UTI deve dispor, no mínimo, de:
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VII - materiais para aspiração traqueal em sistemas aberto e fechado;
VIII - aspirador a vácuo portátil;IX - equipamento para mensurar pressão de balonete de tubo/cânula
endotraqueal ("cuffômetro");
X - ventilômetro portátil;
XI - capnógrafo: 01 (um) para cada 10 (dez) leitos;
Art. 58. Cada UTI deve dispor, no mínimo, de:
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XII - ventilador pulmonar mecânico microprocessado: 01 (um) para cada 02 (dois)
leitos, com reserva operacional de 01 (um) equipamento para cada 05 (cinco) leitos,
devendo dispor, cada equipamento de, no mínimo, 02 (dois) circuitos completos,
XIII - equipamento para ventilação pulmonar mecânica não invasiva: 01(um) para
cada 10 (dez) leitos, quando o ventilador pulmonar mecânico microprocessado não
possuir recursos para realizar a modalidade de ventilação não invasiva;
XIV - materiais de interface facial para ventilação pulmonar não invasiva 01 (um)
conjunto para cada 05 (cinco) leitos;
Art. 58. Cada UTI deve dispor, no mínimo, de:
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XV - materiais para drenagem torácica em sistema fechado;
XVI - materiais para traqueostomia;
XVII - foco cirúrgico portátil;
XVIII - materiais para acesso venoso profundo;
XIX - materiais para flebotomia;
XX - materiais para monitorização de pressão venosa central;
XXI - materiais e equipamento para monitorização de pressão arterial invasiva: 01
(um) equipamento para cada 05 (cinco) leitos, com reserva operacional de 01 (um)
equipamento para cada 10 (dez) leitos;
Art. 58. Cada UTI deve dispor, no mínimo, de:
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XXII - materiais para punção pericárdica;
XXIII - monitor de débito cardíaco;
XXIV - eletrocardiógrafo portátil: 01 (um) equipamento para cada 10 (dez) leitos;
XXV - kit ("carrinho") contendo medicamentos e materiais para atendimento às
emergências: 01 (um) para cada 05 (cinco) leitos ou fração;
XXVI - equipamento desfibrilador e cardioversor, com bateria: 01 (um) para cada 05
(cinco) leitos;
XXVII - marcapasso cardíaco temporário, eletrodos e gerador: 01 (um) equipamento
para cada 10 (dez) leitos;
Art. 58. Cada UTI deve dispor, no mínimo, de:
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XXVIII - equipamento para aferição de glicemia capilar, específico para uso
hospitalar: 01 (um) para cada 05 (cinco) leitos;
XXIX - materiais para curativos;
XXX - materiais para cateterismo vesical de demora em sistema fechado;
XXXI - dispositivo para elevar, transpor e pesar o paciente;
XXXII - poltrona com revestimento impermeável, destinadaà assistência aos
pacientes: 01 (uma) para cada 05 leitos ou fração.
XXXIII - maca para transporte, com grades laterais, suporte para soluções
parenterais e suporte para cilindro de oxigênio: 1 (uma) para cada 10 (dez) leitos ou
fração;
Art. 58. Cada UTI deve dispor, no mínimo, de:
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XXXIV - equipamento(s) para monitorização contínua de múltiplos parâmetros
(oximetria de pulso, pressão arterial não-invasiva; cardioscopia; freqüência
respiratória) específico(s) para transporte, com bateria: 1 (um) para cada 10 (dez)
leitos ou fração;
XXXV - ventilador mecânico específico para transporte, com bateria: 1(um) para cada
10 (dez) leitos ou fração;
XXXVI - kit ("maleta") para acompanhar o transporte de pacientes graves, contendo
medicamentos e materiais para atendimentoàs emergências: 01 (um) para cada 10
(dez) leitos ou fração;
Art. 58. Cada UTI deve dispor, no mínimo, de:
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XXXVII - cilindro transportável de oxigênio;
XXXVIII - relógios e calendários posicionados de forma a permitir visualização em
todos os leitos.
XXXIX - refrigerador, com temperatura interna de 2 a 8°C, de uso exclusivo para
guarda de medicamentos, com monitorização e registro de temperatura.
Art. 59. Outros equipamentos ou materiais podem substituir os listados neste
regulamento técnico, desde que tenham comprovada sua eficácia propedêutica e
terapêutica e sejam regularizados pela Anvisa.
§1º Demais materiais e medicamentos a compor estes kits devem seguir protocolos
assistenciais para este fim, padronizados
pela unidade e baseados em evidências científicas.
Art. 58. Cada UTI deve dispor, no mínimo, de:
OS EQUIPAMENTOS DIVIDEM-SE EM GRUPOS:
A) EQUIPAMENTOS ESPECIALIZADOS PARA O ATENDIMENTO DE ALGUMAS
PATOLOGIAS:
MONITORES, CENTRAL DE MONITORIZAÇÃO, ELETROENCEFALÓGRAFO,
ELETROCARDIÓGRAFO,
CARRO DE EMERGÊNCIA, DESFIBRILADOR E CARDIOVERSOR, MARCA-PASSO
CARDÍACO (EXTERNO),
BALÃO INTRA-AÓRTICO, OXÍMETROS, RESPIRADORES CICLADOS A PRESSÃO E
VOLUME, HOLTER, APARELHO PARA MEDIDA DO DEBITO CARDÍACO (PVC).
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B) EQUIPAMENTOS DE APOIO:
INSTRUMENTAL PARA PEQUENA CIRURGIA, PUNÇÃO LOMBAR, DISSECÇÃO DE
VEIA, TRAQUEOTOMIA,
PACOTES DE CURATIVO E CATETERISMO VESICAL, TROCATER,
CAMA-BALANÇA, APARELHO PARA DOSAGEM DE GASES SANGUÍNEOS
(GASOMETRIA), GLICOSÍMETRO, BOMBAS DE INFUSÃO,
NEGATOSCÓPIO, OFTALMOSCÓPIO, OTOSCÓPIO, APARELHO PORTÁTIL DE RX.
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C) EQUIPAMENTO GERAL:
TODO MATERIAL PARA ATENDIMENTO,
CARRO DE BANHO, FOCO PORTÁTIL, UMIDIFICADOR,
FLUXÔMETRO, SUPORTE DE SORO, CADEIRA DE RODAS,
HAMPER, MESA DE CABECEIRA, BOLSA DE ÁGUA QUENTE, ETC...
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D) EQUIPAMENTO OU MATERIAL DE CONSUMO:
ALGODÃO, AGULHAS, EQUIPOS, ALMOTOLIAS,
ALMOFARIZ (“PILÃO PARA DILACERAR COMPRIMIDOS”),
SONDAS, SERINGAS, ESPARADRAPOS, ETC.
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E) SUPRIMENTOS:
TODO MATERIAL EXTRA
AVENTAL PARA ISOLAMENTO, BACIAS INOXIDÁVEL, CADARÇO DE ALGODÃO,
ETC.
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F) ROUPA:
PACIENTE/ROTINA;
FUNCIONÁRIO/PRIVATIVA OU NÃO.
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