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por @viciodeumaestudante
Doutor Por Excelencia - doutoresexcelencia@gmail.com - CPF: 056.701.862-81
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Atualizado para o 42º Exame de Ordem
Ana Clara Fernandes@viciodeumaestudante
Material de uso individual. Proibido o repasse!
1
SEMANA 01
CONTROLE DE HÁBITOS SEMANAIS Meta
finalizada
Meta meio
finalizada
Meta não feita
Dia 1
Dia 2
Dia 3
Dia 4
Dia 5
Dia 6
Dia 7
Ficou algum conteúdo pendente nesta semana?
Vai ser difícil? Sim.
Você vai acreditar que não sabe de nada? Sim.
Mas ACREDITA e segue o plano,
porque vale a pena!
Aaaaah se vale!
@viciodeumaestudante
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2
SUMÁRIO
DIA 01: 3
DIREITO CONSTITUCIONAL 3
DIA 02: 8
DIREITO DO TRABALHO 8
DIA 03: 15
DIREITO CIVIL 15
DIA 04: 23
DIREITO TRIBUTÁRIO 23
DIA 05: 26
DIREITO PENAL 26
DIA 06 e 07: 31
DIAS OFF 31
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3
DIA 00: ___/____
SIMULADO DIAGNÓSTICO (SIMULADO 01 - OAB 29)
→ Simulado teste para saber como você está ANTES de iniciar os estudos pelo QLR.
→ É apenas um diagnóstico.. não se preocupe com a nota!
DIA 01: ___/____
DIREITO CONSTITUCIONAL
Tema 1:
TEMA
RENDIMENTO %
(divida o número de acertos pelo total de
questões feitas e multiplique por 100)
REVISÕES
TEORIA DA
CONSTITUIÇÃO
TOTAL DE ACERTOS: ______
TOTAL DE ERROS: ______
_____%
REVISÃO 1: ___ /___
REVISÃO 2: ___ /___
1º PASSO: LEITURA DO RESUMO SOBRE O TEMA (SOMENTE O QUE É ESSENCIAL)
1) PODER CONSTITUINTE:
→ PODER CONSTITUINTE ORIGINÁRIO:
- É aquele que INSTAURA uma nova ordem jurídica.
- É tido como inicial, autônomo, ilimitado e incondicionado.
- Não guarda qualquer espécie de subordinação com o ordenamento jurídico anterior. 
- Implica na revogação de todas as normas jurídicas inseridas na Constituição anterior, ainda
que compatíveis com a Constituição ora vigente. Porém, pode importar na RECEPÇÃO das
normas infraconstitucionais anteriores à vigência da nova Constituição, desde que sejam
materialmente compatíveis com ela, mediante o fundamento imediato de validade.
ATENÇÃO!! As normas da CF decorrente do poder constituinte originário possuem presunção
absoluta de constitucionalidade. Portanto, não podem ser alvo de ação de controle de
constitucionalidade. Já as normas constitucionais decorrentes de emenda constitucional, podem
ser ser objeto de controle, já que foram criadas pelo poder derivado reformador.
→ PODER CONSTITUINTE DERIVADO:
- É aquele que REFORMA a Constituição Federal.
- É tido como poder secundário, limitado e condicionado.
Pode ser:
a) DECORRENTE: *CAIU NA OAB 35*
- Poder que cria e modifica a Constituição dos ESTADOS MEMBROS;
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4
- É um poder limitado e condicionado, pois deve observar as condições/limites impostos pelo
poder constituinte originário.
- O poder decorrente precisa ter cuidado com as normas de reprodução obrigatória, aquelas
normas que estão inseridas compulsoriamente na Constituição dos Estados, como
consequência a sua subordinação à Constituição Federal (princípio da simetria) (art. 25 CF)
*CAIU NA OAB 27*
b) REFORMADOR:
- Aquele que ALTERA as normas da constituição federal, ou seja, criando as emendas à
constituição, obedecendo ao procedimento das emendas constitucionais (art. 60 CF);
- Limitações FORMAIS do Poder Reformador (procedimento): *CAIU NA OAB 37*
→ Iniciativa: A Constituição poderá ser emendada mediante proposta:
● De 1/3, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal;
● Do Presidente da República
● De mais da metade das Assembleias Legislativas das unidades da Federação,
manifestando-se, cada uma delas, pelamaioria relativa de seus membros.
ATENÇÃO!! PEGADINHA DA BANCA: Observa-se que no procedimento de emendas
constitucionais, o Presidente somente tem poder de INICIATIVA de projeto. Não tem poder de
veto. O Presidente somente possui poder de veto no procedimento de criação de leis
ordinárias e complementares.
→ Procedimento:
● A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos,
considerando-se aprovada se obtiver, em ambos, 3/5 dos votos dos respectivos membros
● A emenda à Constituição será promulgada pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do
Senado Federal, com o respectivo número de ordem. (a sequência deve ser respeitada)
● Matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode
ser objeto de nova proposta namesma sessão legislativa (ou seja, no mesmo ano).
ATENÇÃO!! A emenda NÃO DEPENDE de sanção presidencial. *CAIU NA OAB 25*
TABELA PARA DIFERENCIAÇÃO!
POSSIBILIDADE DE REEDIÇÃO OU REAPRECIAÇÃO
Projeto de emenda
constitucional
Projeto de lei Medida provisória
Só pode ser analisada na
PRÓXIMA sessão legislativa
(art 60, § 5 CF)
Pode ser analisada naMESMA
sessão legislativa, desde que haja
proposta da maioria absoluta
dos membros de uma das casas
do Congresso (art 67 CF).
Só pode ser analisada na
PRÓXIMA sessão legislativa.
(art 62, § 10 CF)
*guarda essa tabela que quando formos estudar o processo legislativo, ela ficará mais clara!
- Limitações materiais do Poder Reformador (cláusulas pétreas):
Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:
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● a forma federativa de Estado:
OBS: Forma Federativa se caracteriza pela descentralização no exercício do poder político,
inviabilizando a existência de um poder central único, gerando, consequentemente, uma partição
constitucional de competências.
● o voto direto, secreto, universal e periódico;
ATENÇÃO!! O voto obrigatório não é cláusula pétrea. Assim, o voto facultativo é possível no Brasil,
através de uma emenda. *CAIU NA OAB 25*
● a separação dos Poderes;
OBS: Esse princípio preconiza que as funções estatais sejam repartidas e distribuídas a diferentes
órgãos, de modo a evitar a centralização do poder e eventuais abusos.
● os direitos e garantias individuais. *CAIU NA OAB 33 E 34*
OBS: Os direitos e garantias não são previstos somente no art. 5 da CF, de forma taxativa. Exemplo:
STF já decidiu que o princípio da anterioridade tributária (art 150, III, b, CF) é uma garantia
individual do contribuinte. Além disso, em outra decisão, já foi firmado que o princípio da
anterioridade eleitoral (art 16 CF) também é uma garantia individual do eleitor.
ATENÇÃO!! As cláusulas pétreas poderão ser objeto de emendas constitucionais SOMENTE se o
objetivo for de AMPLIAR os assuntos relacionados no 60, §4 CF. Nunca pode para diminuir ou
eliminar os direitos garantidos pelas cláusulas pétreas!
ATENÇÃO!! Caso venha a existir uma PEC (projeto de emenda constitucional) que viole
claramente as cláusulas pétreas, visando impedir que tal projeto seja aprovado e se transforme em
lei, os parlamentares têm legitimidade para impetrar mandado de segurança preventivo para
assegurar o respeito ao devido processo legislativo. (CONTROLE PREVENTIVO DE
CONSTITUCIONALIDADE). Agora, se o projeto for aprovado e virar lei, só poderá ser derrubado
mediante controle REPRESSIVO de constitucionalidade, mediante a interposição de ADI no STF.
*CAIU NA OAB 40*
RESUMO:
● Projeto de lei que afronta às cláusulas pétreas → cabe MS para o STF (controle
preventivo)● Lei aprovada que afronta às cláusulas pétreas → cabe ADI para o STF (controle
repressivo)
ATENÇÃO!! Não há hierarquia entre as normas constitucionais originárias, porque são todas
constitucionais, elaboradas pelo Poder Constituinte e possuem o mesmo "status" normativo. Ou
seja, as cláusulas pétreas não possuem uma hierarquia superior.
- Limitações circunstanciais do Poder Reformador:
A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção FEDERAL, de estado de
DEFESA ou de estado de SÍTIO.
c) REVISOR: responsável por fazer alterações na Constituição por via extraordinária (art. 3 ADCT). O
STF entende que esse artigo já teve sua aplicabilidade esgotada e eficácia exaurida, de modo que
não é mais possível a manifestação desse poder revisor no nosso ordenamento.
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2) O QUE ACONTECE COM AS NORMAS CONSTITUCIONAIS ANTERIORES COM A
PROMULGAÇÃO DE UMA NOVA CONSTITUIÇÃO? *CAIU NA OAB 26*
Quando surge uma nova Constituição, a pretérita é, em regra, revogada por completo tacitamente,
ocasionando a perda da sua validade.
Entretanto, se for promulgada uma nova Constituição e esta possuir lacunas, só irá recepcionar
como leis ordinárias ou infra-legais normas da Constituição anterior se a nova EXPRESSAMENTE
dispuser assim (fenômeno de desconstitucionalização). Ou seja, quando a nova Constituição
recebe disposições da Constituição anterior, porém com status de lei ordinária (lei
infraconstitucional). É uma exceção!!!
Se a nova Constituição ficar SILENTE, mesmo que haja lacunas, há revogação tácita, completa e
integral da Constituição anterior.
Aqui estamos falando de nova constituição x normas da Constituição anterior!
3) RECEPÇÃO:
É o fenômeno que ocorre quando a nova constituição aceita/mantém a validade das normas
infraconstitucionais anteriores, ou seja, há compatibilidade material (a análise é meramente
material, não importando a forma).
Se a lei não for compatível materialmente com a nova constituição, a norma não será
recepcionada (“não recepção”) *CAIU NA OAB 25*
Ou seja, aqui estamos falando de nova constituição x normas infraconstitucionais anteriores.
4) TEORIA DA INCONSTITUCIONALIDADE SUPERVENIENTE:
É a possibilidade de reconhecer a inconstitucionalidade de uma norma preexistente após a nova
Constituição entrar em vigor. O Brasil não adota essa teoria, nesse caso opera-se a não recepção!
É possível apenas a inconstitucionalidade originária, ou seja, a inconstitucionalidade de normas
editadas posteriormente à nova Constituição.   *CAIU NA OAB 25*
5) MUTAÇÃO CONSTITUCIONAL:
Mudança informal da Constituição, ou seja, sem alterar o texto, mudando apenas a interpretação/o
sentido. *CAIU NA OAB 26*
TABELA PARA FIXAÇÃO!
MUTAÇÃO CONSTITUCIONAL EMENDA CONSTITUCIONAL
Processo informal de mudança da constituição Processo formal de mudança da constituição
Não muda o texto do artigo, mas somente o
sentido (a interpretação)
Muda o texto do artigo!
Feito pelo Poder Judiciário, após uma decisão
de efeito erga omnes.
Feito pelo Poder Legislativo, obedecendo os
requisitos do art 60 CF.
6) EFICÁCIA DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS (José Afonso da Silva): *CAIU NA OAB 24*
a) Plena: aplicabilidade direta, imediata e integral. Não necessitam de lei infraconstitucional; ou
seja, desde a sua promulgação, estão aptas a produzir todos os seus efeitos.
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b) Contida: são de eficácia direta, imediata, mas não tem aplicabilidade integral, podendo ser
restringidas por normas infraconstitucionais. Ou seja, são aptas e produzem efeito, mas podem
sofrer restrições posteriores.
Exemplo: Art 5, XIII CF
c) Limitada: são de eficácia mediata, pois exigem norma infraconstitucional para se
concretizarem na prática. Aqui, a norma só tem eficácia se tiver regulamentação de outra lei.
Asseguram o direito, mas não poderá ser exercido enquanto não for regulamentado.
Ex: art 33 CF, art 88 CF
2º PASSO: RESOLVER QUESTÕES SOBRE O TEMA (CADERNO DE QUESTÕES OU KIT DE LIVROS)
META DE QUESTÕES: RESOLVER 10 QUESTÕES
Páginas do conteúdo:
1ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 87 - 88
1ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 105 - 108
2ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 61 - 62
2ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 107 - 110
3ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 65- 66
3ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 107-110
4ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 67- 68
4ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 113 -115
5ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 51 - 52
5ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 109 - 111
6ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 65 - 66
6ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 141 - 143
3º PASSO: LEITURA DA LEGISLAÇÃO (USAR O CADERNO LEGISLATIVO)
(LEIA CONCOMITANTEMENTE COM A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES)
Art. 60 CF
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DIA 02: ___/____
DIREITO DO TRABALHO
Tema 1:
TEMA
RENDIMENTO %
(divida o número de acertos pelo total de
questões feitas e multiplique por 100)
REVISÕES
RELAÇÃO DE
TRABALHO
TOTAL DE ACERTOS: ______
TOTAL DE ERROS: ______
_____%
REVISÃO 1: ___ /___
REVISÃO 2: ___ /___
1º PASSO: LEITURA DO RESUMO SOBRE O TEMA (SOMENTE O QUE É ESSENCIAL)
1) É a relação que existe quando não se verifica algum dos requisitos do art. 3º CLT (que são
cumulativos).
Art 3 CLT
Todas as características
precisam existir
SIMULTANEAMENTE!
Subordinação
Habitualidade
Onerosidade
Pessoalidade
Pessoa Física
PRA DECORAR: SHOPP
Obs: Se faltar alguma característica, haverá apenas uma RELAÇÃO DE TRABALHO (autônomo,
avulso, eventual, voluntário…)
Alguns exemplos são:
1) Trabalhador autônomo: aquele que presta serviço de maneira habitual, porém por conta
própria, assumindo todos os riscos.
2) Trabalhador eventual: aquele que presta serviços de maneira eventual a uma ou mais
empresas.
3) Trabalhador avulso: pessoa física que presta serviço com interferência obrigatória do sindicato
da categoria profissional ou do órgão gestor de mão de obra.
4) Trabalhador voluntário: pessoa que presta serviço de maneira não remunerada à entidade
pública de qualquer natureza ou à instituição privada sem fins lucrativos.
5) Estagiário: relação trilateral entre a instituição de ensino, o estagiário e a instituição concedente
do estágio.
2º PASSO: RESOLVER QUESTÕES SOBRE O TEMA (KIT DE LIVROS OU QUESTÕES ONLINE)
META DE QUESTÕES: RESOLVER 5 QUESTÕES
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9
Páginas do conteúdo:
1ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 529 - 530
1ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 879 – 880
2ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 535 – 536
2ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 901 - 902
3ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 599 - 600
3ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 915 – 916
4ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 651 - 653
4ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 919 - 921
5ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 563 - 564
5ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 921 - 923
6ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 581 - 582
6ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 1001 - 1003
3º PASSO: LEITURA DA LEGISLAÇÃO (USAR O CADERNO LEGISLATIVO)
(LEIA CONCOMITANTEMENTE COM A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES)
Lei 6.019/74
Arts. 10
Art. 16
Tema2:
TEMA
RENDIMENTO %
(divida o número de acertos pelo total de
questões feitas e multiplique por 100)
REVISÕES
CONTRATO DE
EMPREGO/TRABALHO
TOTAL DE ACERTOS: ______
TOTAL DE ERROS: ______
_____%
REVISÃO 1: ___ /___
REVISÃO 2: ___ /___
1º PASSO: LEITURA DO RESUMO SOBRE O TEMA (SOMENTE O QUE É ESSENCIAL)
1) REQUISITOS PARA A CARACTERIZAÇÃO DA RELAÇÃO EMPREGATÍCIA (art. 3 CLT):
Pessoa física, pessoalidade, habitualidade, subordinação, onerosidade e alteridade.
TABELA DE FIXAÇÃO!
Art 3 CLT
Todas as características
precisam existir
SIMULTANEAMENTE!
Subordinação
Habitualidade
Onerosidade
Pessoalidade
Pessoa Física
PRA DECORAR: SHOPP
Obs: Se faltar alguma característica, haverá apenas uma RELAÇÃO DE TRABALHO (autônomo,
avulso, eventual, voluntário…)
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10
2) CONTRATO POR PRAZO DETERMINADO:
A regra é que o contrato seja por prazo indeterminado. A EXCEÇÃO é ser por prazo determinado,
sendo cabível somente em:
a) serviços cuja natureza ou transitoriedade justifiquem a predeterminação do prazo;
b) atividades empresariais transitórias;
c) contrato de experiência.
→ PRAZO DO CONTRATO DETERMINADO: 2 anos, prorrogável uma única vez dentro do período de
2 anos.
→ PRAZO DO CONTRATO DE EXPERIÊNCIA: até 90 dias, prorrogável uma única vez dentro dos 90
dias.
ATENÇÃO!! Se houver ultrapassagem do prazo, o contrato se transforma por prazo
INDETERMINADO, se encaixando na regra geral.
ATENÇÃO!! E se uma das partes quiser extinguir o contrato ANTES do tempo?*
EMPREGADOR (art. 479, CLT) EMPREGADO (art. 480, CLT)
Paga indenização (metade da remuneração
que o empregado teria direito até o fim do
contrato)
Paga indenização (prejuízos causados ao
empregador)
Paga verbas rescisórias Recebe verbas rescisórias
*Os contratos por prazo determinado que contiverem cláusula assecuratória do direito recíproco
de rescisão antes de expirado o termo ajustado, aplicam-se, caso seja exercido tal direito por
qualquer das partes, os princípios que regem a rescisão dos contratos por prazo indeterminado.
(art 481 CLT)
OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
- Não há aviso prévio e nemmulta do FGTS no contrato por prazo determinado.
- Entre um contrato por prazo determinado e outro deve haver um lapso temporal de nomínimo 6
meses.
3) CONTRATO DE TRABALHO INTERMITENTE (art. 452-A CLT):
- A prestação de serviços com subordinação não é contínua, ou seja, alternam-se os períodos de
prestação de serviços, exceto para os aeronautas, que são regidos por legislação própria. *CAIU
NA OAB 35*
- Deve ser celebrado por escrito;
- Deve conter especificamente o valor da hora de trabalho e não pode ser inferior ao valor
horário do salário mínimo ou àquele devido aos demais empregados do estabelecimento que
exerçam amesma função em contrato intermitente ou não;
- O empregador deverá convocar o empregado para a prestação do serviço com antecedência
mínima de 3 dias corridos.
- O prazo para aceitar, será de 1 dia útil.
- O silêncio, nesse caso, significa RECUSA. Além disso, não descaracteriza a subordinação para fins
de contrato.
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- Aceita a oferta e alguma das partes descumprir, sem justo motivo, pagará à outra parte, no
prazo de trinta dias,multa de 50% da remuneração que seria devida, permitida a compensação
em igual prazo.
4) CONTRATO DE APRENDIZAGEM:
- É contrato ESCRITO e por prazo DETERMINADO, em que o empregador se compromete a
assegurar ao maior de 14 e menor de 24 anos inscrito em programa de aprendizagem
formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e
psicológico, e o aprendiz, a executar com zelo e diligência as tarefas necessárias a essa formação.
- Em regra, o prazo NÃO poderá ser estipulado por mais de 2 ANOS, exceto quando se tratar
de aprendiz portador de deficiência (aqui também não se aplica a regra da idade prevista).
TABELA PARA VOCÊ NÃO CONFUNDIR!
CONTRATO POR
PRAZO
INDETERMINADO
CONTRATO POR
PRAZO
DETERMINADO
CONTRATO DE
EXPERIÊNCIA
CONTRATO DE
APRENDIZAGEM
Não há prazo. Prazo de 2 anos,
prorrogável uma
única vez dentro do
período de 2 anos.
Prazo de 90 dias,
prorrogável uma
única vez dentro dos
90 dias.
Em regra, o prazo
NÃO poderá ser
estipulado por mais
de 2 ANOS, exceto
quando se tratar de
aprendiz portador de
deficiência.
5) CONTRATO TEMPORÁRIO (LEI 6.019/74)
- Contrato por prazo determinado que busca atender tanto a necessidade de substituição
transitória de pessoal regular ou demanda complementar de serviços. (arts. 10 e 16 da Lei
6.019/74)
- Acontece, normalmente, em datas sazonais, como Páscoa, Natal e Dia das Crianças. Porém, em
alguns casos, a empresa pode precisar de mais profissionais para determinado projeto, ou
algum contexto no qual é necessário substituir um integrante que esteja de licença.
- O contrato de trabalho temporário, com relação ao mesmo empregador, não poderá exceder
ao prazo de 180 dias, consecutivos ou não. Poderá esse prazo ser prorrogado por até 90
dias, consecutivos ou não, quando comprovada a manutenção das condições que o
ensejaram. (art 10)
- O contrato temporário será, obrigatoriamente, escrito e dele deverão constar, expressamente,
os direitos conferidos aos trabalhadores. Será nula de pleno direito qualquer cláusula de
reserva, proibindo a contratação do trabalhador pela empresa tomadora ou cliente ao fim do
prazo em que tenha sido colocado à sua disposição pela empresa de trabalho temporário. (art
11) *CAIU NA OAB 40*
6) TELETRABALHO: *CAIU NA OAB 34* *CAIU NA OAB 33* *CAIU NA OAB 29* *CAIU NA OAB
28*
- Prestação de serviços preponderantemente fora ou não das dependências do empregador.
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12
- Comparecer nas dependências da empresa, ainda que de forma habitual, não descaracteriza o
teletrabalho; (alteração promovida pela Lei 14.442/22)
- Deve estar expresso no contrato de trabalho (aditivo contratual);
- É permitida a adoção do regime de teletrabalho ou trabalho remoto para estagiários e
aprendizes. (alteração promovida pela Lei 14.442/22)
- O empregado submetido ao regime de teletrabalho ou trabalho remoto poderá prestar
serviços POR JORNADA ou POR PRODUÇÃO ou POR TAREFA.
ATENÇÃO!! PEGADINHA DA BANCA: Caso de serviço por PRODUÇÃO ou TAREFA, NÃO TERÁ
DIREITO AO CONTROLE DE JORNADA, ou seja, não têm direito a horas extras e intervalos.
Como assim, Ana, não entendi…
Na prática: Se a questão lhe trouxer o caso do empregado em regime de teletrabalho por jornada
que pleiteia horas extras, esse terá sim o direito, pois deverá ter o controle de jornada. Somente nos
casos em que o enunciado mencionar que o empregado presta serviço por produção ou tarefa—
situação específica, como por exemplo, o empregado remoto que precisa escrever 20 páginas de
ummaterial por dia — é que você adotará o entendimento de que não há controle de jornada.
TABELINHA PARA FIXAR! *CAIU NA OAB 39*
SERVIÇO POR JORNADA SERVIÇO POR PRODUÇÃO SERVIÇO POR TAREFA
Tem direito ao controle de
jornada e portanto, eventuais
horas extras e direito ao
intervalo.
não tem direito ao controle de
jornada
não tem direito ao controle de
jornada.
- O regime de teletrabalho ou trabalho remoto não se confunde nem se equipara à ocupação de
operador de telemarketing ou de teleatendimento. (alteração promovida pela Lei 14.442/22)
- Se a questão lhe apresentar que o empregado está utilizando algum software fora do horário de
trabalho, sópoderá ser pago horas extras se houver alguma previsão em acordo individual ou em
acordo ou convenção coletiva de trabalho. Se não, cai na regra geral, que NÃO constitui tempo à
disposição, prontidão ou sobreaviso. (alteração promovida pela Lei 14.442/22)
- ATENÇÃO!! Os empregadores deverão conferir prioridade aos empregados com deficiência e aos
empregados e empregadas com filhos ou criança sob guarda judicial até quatro anos de idade
na alocação em vagas para atividades que possam ser efetuadas por meio do teletrabalho ou
trabalho remoto.  (alteração promovida pela Lei 14.442/22)
Na prática: Se a prova lhe trouxer dois empregados, um sem filhos e outro com filhos até 4 anos,
aquele que possuir filhos terá prioridade para ser realocado para uma vaga de teletrabalho. Tal
preferência também será dada para o empregado com deficiência.
OBSERVAÇÃO! A lei não determinou quem tem prioridade caso ao mesmo tempo tenha um
empregado com deficiência e outra que seja mãe de um filho de até 4 anos. Portanto, não se
preocupe quanto a isso.
- ATENÇÃO!! É permitida a adoção do regime de teletrabalho para estagiários e aprendizes (art
75-B, § 6 CLT). *CAIU NA OAB 40*
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ATENÇÃO!! ALTERAÇÃO DO REGIME DE TRABALHO!
*leia primeiro os artigos (art 75-C E art 75-F) e depois venha ver a tabela que resume tudo!
PRESENCIAL PARA O REMOTO REMOTO PARA O PRESENCIAL
Mútuo acordo Vontade do empregador
Sem prazo de adaptação Adaptação de 15 dias
Registro em aditivo contratual Registro em aditivo contratual
PRIORIDADES:
● empregados com deficiência
● empregados com filho ou criança sob
guarda até 4 anos de idade (art 75-F
CLT)
O empregador não custeia as despesas do
retorno se o empregado tiver optado por
trabalhar fora da localidade prevista no
contrato.
7) CLÁUSULA DEL CREDERE:
Corresponde ao instituto ou previsão da parte contratante descontar os valores de comissões ou
vendas do representante comercial na hipótese da venda ou da transação ser cancelada ou
desfeita, ou seja, um valor maior é pago ao vendedor e se a venda fosse desfeita ou cancelada o
vendedor pagaria uma quantia sobre a transação não efetuada.
É vedada no contrato de representação comercial a inclusão de cláusulas del credere (art. 43 da Lei
n. 4.886/65)
ATENÇÃO À NOVIDADE LEGISLATIVA:
Art. 442 CLT - Contrato individual de trabalho é o acordo tácito ou expresso, correspondente à
relação de emprego.
§ 1º Qualquer que seja o ramo de atividade da sociedade cooperativa, não existe vínculo
empregatício entre ela e seus associados, nem entre estes e os tomadores de serviços
daquela.(Redação dada pela Lei nº 14.647, de 2023)
§ 2º Não existe vínculo empregatício entre entidades religiosas de qualquer denominação ou
natureza ou instituições de ensino vocacional e ministros de confissão religiosa, membros de
instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa, ou quaisquer outros que a
eles se equiparem, ainda que se dediquem parcial ou integralmente a atividades ligadas à
administração da entidade ou instituição a que estejam vinculados ou estejam em formação ou
treinamento. (Incluído pela Lei nº 14.647, de 2023)
§ 3º O disposto no § 2º não se aplica em caso de desvirtuamento da finalidade religiosa e
voluntária. (Incluído pela Lei nº 14.647, de 2023)
2º PASSO: RESOLVER QUESTÕES SOBRE O TEMA (CADERNO DE QUESTÕES OU KIT DE LIVROS)
META DE QUESTÕES: RESOLVER 10 QUESTÕES
Páginas do conteúdo:
1ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 530 – 532 / 533 - 535
1ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 880 - 881
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Lei/L14647.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Lei/L14647.htm#art1
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2ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 536; 541; 542
2ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 902 – 904
3ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 600 - 603
3ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 916 – 919
4ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 653 - 655
4ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 921 - 923
5ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 564-566
5ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 923-926
6ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 582 - 584
6ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 1003 - 1006
3º PASSO: LEITURA DA LEGISLAÇÃO (USAR O CADERNO LEGISLATIVO)
(LEIA CONCOMITANTEMENTE COM A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES)
Art. 6, CLT.
Art. 7, CLT.
Art. 11, CLT.
Art. 11-A, CLT.
Art. 13, CLT.
Contrato de aprendizagem:
Art. 428 CLT
Contrato intermitente:
Art. 452-A, CLT.
Teletrabalho:
Art. 75-B, CLT.
Art. 75-C, CLT.
Art. 75-D, CLT.
Art. 62, III, CLT.
Súmula 12, TST.
Súmula 331, TST.
Súmula 363, TST.
Súmula 386, TST.
Contrato individual do trabalho:
Art. 442, CLT.
Art. 442-A, CLT.
Art. 443, CLT.
Art. 444, CLT.
Art. 445, CLT.
Art. 452, CLT.
Art. 507-A, CLT.
Art. 507-B, CLT.
Contrato temporário:
Arts. 10, 11 e 16 da Lei 6.019/74
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DIA 03: ___/____
DIREITO CIVIL
Tema 1:
TEMA
RENDIMENTO %
(divida o número de acertos pelo total de
questões feitas e multiplique por 100)
REVISÕES
DAS PESSOAS
NATURAIS
TOTAL DE ACERTOS: ______
TOTAL DE ERROS: ______
_____%
REVISÃO 1: ___ /___
REVISÃO 2: ___ /___
1º PASSO: LEITURA DO RESUMO SOBRE O TEMA (SOMENTE O QUE É ESSENCIAL)
1) CAPACIDADE DE DIREITO (DE GOZO): É a capacidade de adquirir direitos e deveres. Todos
possuem!
CAPACIDADE DE FATO (DE EXERCÍCIO): é a capacidade para exercer, por si só, os atos da vida
civil. Nem todos possuem!
CAPACIDADE CIVIL PLENA A capacidade plena da pessoa natural é dada pela soma
da capacidade de direito com a capacidade de fato.
CAPACIDADE DE DIREITO (DE
GOZO)
Capacidade para ser sujeito de direitos e deveres na
ordem privada, que todas as pessoas têm sem distinção.
Não importam questões formais como idade, ausência de
certidão de nascimento ou de documentos.
CAPACIDADE DE FATO (DE
EXERCÍCIO)
Capacidade para exercer direitos, que algumas pessoas
não têm.
São os incapazes, especificados pelos artigos 3o e 4o do
CC/02.
2) ABSOLUTAMENTE INCAPAZES: os menores de 16 anos;
RELATIVAMENTE INCAPAZES:
ATENÇÃO!! Um ato jurídico praticado por uma pessoa relativamente incapaz é ANULÁVEL, sendo
os efeitos ex nunc.
- Os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos;
- Os ébrios habituais e os viciados em tóxico;
- Aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade;
*CAIU NA OAB 35*
- Os pródigos.
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ATENÇÃO!! A deficiência não gera, automaticamente, a perda de capacidade. Em regra, eles
são capazes. É preciso avaliar a deficiência na restrição da prática de determinados atos da vida
civil. *CAIU NA OAB 35*
Não é admitida, pelo ordenamento jurídico, a declaração de incapacidade absoluta às pessoas
com enfermidade ou deficiência mental. STJ. 3ª Turma. REsp 1.927.423/SP, Rel. Min. Marco Aurélio
Bellizze, julgado em 27/04/2021 (Info 694).
TOMADA DE DECISÃO APOIADA (Art. 1.783-A CC): *CAIU NA OAB 35*
● Não visa suprir incapacidade, é um instrumento utilizado pelo portador de algum tipo de
deficiência; os apoiadores vão auxiliá-lo naprática dos atos da vida civil.
● Em caso de celebração de contrato, o contratante poderá exigir que os apoiadores
contra-assinem o contrato. (Art. 1.783-A, §5º)
CURATELA:
Um curador é nomeado para proteger pessoas maiores de 18 anos que, por algum motivo, não
tenham capacidade de tomar decisões. Depende de interdição (declaração judicial de
incapacidade).
Estão sujeitos à curatela:
● Aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade;
● Os ébrios habituais e os viciados em tóxico; *CAIU NA OAB 39*
● Os pródigos.
- O cônjuge ou companheiro, não separado judicialmente ou de fato, é, de direito, curador do outro,
quando interdito.
- Na nomeação de curador para a pessoa com deficiência, o juiz poderá estabelecer curatela
compartilhada a mais de uma pessoa.
- A autoridade do curador estende-se à pessoa e aos bens dos filhos do curatelado. *CAIU NA OAB
39*
3) EMANCIPAÇÃO: é a antecipação da capacidade plena. Ela pode ser:
a) Voluntária: ocorre pela concessão dos pais ou de um deles, na falta do outro, mediante
instrumento público, independente de homologação judicial, desde que o menor possua 16
anos completos. *CAIU NA OAB 31*
b) Judicial: ocorre pela concessão do juiz ao menor com 16 anos completos a pedido do tutor ao
tutelado ou pelos pais quando houver discordância entre eles, mediante decisão judicial.
c) Legal: ocorre automaticamente quando se atinge uma das seguintes hipóteses: casamento,
exercício do emprego público efetivo, colação de grau em curso de ensino superior;
estabelecimento civil ou comercial ou existência de relação de emprego, desde que, em função
deles, o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria.
ATENÇÃO!! A decisão de emancipação deve ser registrada no Cartório do Registro Civil. *CAIU NA
OAB 31*
ATENÇÃO! O divórcio não reverte a emancipação feita no casamento! Ou seja, para aquele que
se casou com menos de 18 anos e se separou, continua plenamente capaz para qualquer ato.
*CAIU NA OAB 30*
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ATENÇÃO!! Tutor não emancipa tutelado. São os PAIS ou o JUIZ. O tutor somente pode REQUERER
a emancipação!
4) DIREITOS DE PERSONALIDADE: os direitos previstos no CC são exemplificativos. Classificados
em 2 pilares:
a) Pilar da integridade física: tutela do corpo vivo, do corpo morto e autonomia do paciente.
b) Pilar da integridade psíquica: direito de imagem, privacidade, direito ao nome e etc.
→ DIREITO AO ESQUECIMENTO: É o direito que uma pessoa possui de não permitir que um fato,
ainda que verídico, ocorrido em determinado momento de sua vida, seja exposto ao público em
geral (internet, jornais), causando-lhe sofrimento ou transtornos. O STF entendeu que é
incompatível com a Constituição a ideia do direito ao esquecimento.
"Eventuais excessos ou abusos no exercício da liberdade de expressão e de informação devem ser
analisados caso a caso, a partir dos parâmetros constitucionais – especialmente os relativos à
proteção da honra, da imagem, da privacidade e da personalidade em geral – e as expressas e
específicas previsões legais nos âmbitos penal e cível. STF. Plenário. RE 1010606/RJ, Rel. Min. Dias
Toffoli, julgado em 11/2/2021 (Repercussão Geral – Tema 786) (Info 1005)."
"Agora, Ana, e se a pessoa foi absolvida de um crime, mas todas as notícias e reportagens
sobre o fato retratado são verídicas e continuam rodando na internet. É possível pedir para
excluírem?"
NÃO. O exercício do direito à liberdade de imprensa será considerado legítimo se o conteúdo
transmitido for verdadeiro, de interesse público e não violar os direitos da personalidade do
indivíduo noticiado. Se esses deveres não forem observados e disso resultar ofensa a direito da
personalidade da pessoa objeto da comunicação, surgirá para o ofendido o direito de ser
reparado.
No caso concreto, não há dúvidas acerca da veracidade da informação divulgada. O réu
realmente foi acusado do crime noticiado na reportagem. Por sua vez, em que pese o autor
tenha alegado que a notícia interferiu negativamente na sua vida profissional, é certo que a sua
divulgação pela imprensa não teve o propósito de ofender a sua honra. Desse modo, não houve
abuso no exercício da liberdade de imprensa.
Mas, o direito à liberdade de imprensa não é absoluto, devendo sempre ser alicerçado na ética e
na boa-fé, sob pena de caracterizar-se abusivo. (STJ. 3ª Turma. REsp 1.961.581-MS, Rel. Min. Nancy
Andrighi, julgado em 07/12/2021 (Info 723).
→ LIMITAÇÕES/GARANTIAS DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE:
→ Os direitos da personalidade podem sofrer limitações, ainda que não especificamente previstas
em lei, NÃO podendo ser exercidos com abuso de direito de seu titular, contrariamente à
boa-fé objetiva e aos bons costumes.
→ Os direitos da personalidade, regulados de maneira não-exaustiva pelo Código Civil, são
expressões da cláusula geral de tutela da pessoa humana, contida no art. 1o, inc. III, da
Constituição (princípio da dignidade da pessoa humana). Em caso de colisão entre eles, como
nenhum pode sobrelevar os demais, deve-se aplicar a técnica da ponderação.
→ ATO DE DISPOSIÇÃO DO PRÓPRIO CORPO:
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Art. 13 CC. Salvo por exigência médica, é defeso o ato de disposição do próprio corpo, quando
importar diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os bons costumes.
Parágrafo único. O ato previsto neste artigo será admitido para fins de transplante, na forma
estabelecida em lei especial.
→ O art. 13 do Código Civil, ao permitir a disposição do próprio corpo por exigência médica, autoriza
as cirurgias de transgenitalização, em conformidade com os procedimentos estabelecidos pelo
Conselho Federal de Medicina, e a consequente alteração do prenome e do sexo no Registro Civil.
Art. 14 CC. É válida, com objetivo científico, ou altruístico, a disposição gratuita do próprio
corpo, no todo ou em parte, para depois da morte.
Parágrafo único. O ato de disposição pode ser livremente revogado a qualquer tempo.
→ O art. 14, parágrafo único, do Código Civil, fundado no consentimento informado, não dispensa
o consentimento dos adolescentes para a doação de medula óssea prevista no art. 9o, § 6o, da
Lei n. 9.434/1997 por aplicação analógica dos arts. 28, § 2o (alterado pela Lei n. 12.010/2009), e 45, §
2o, do ECA.
→ O art. 14 do Código Civil, ao afirmar a validade da disposição gratuita do próprio corpo, com
objetivo científico ou altruístico, para depois da morte, determinou que a manifestação expressa
do doador de órgãos em vida prevalece sobre a vontade dos familiares, portanto, a aplicação
do art. 4o da Lei 9.434/94 ficou restrita à hipótese de silêncio do potencial doador.
→ DIREITO AO NOME:
- Art. 56 Lei 6.015/73. A pessoa registrada poderá, após ter atingido a maioridade civil, requerer
pessoalmente e imotivadamente a alteração de seu prenome, independentemente de decisão
judicial, e a alteração será averbada e publicada em meio eletrônico. (Redação dada pela Lei nº
14.382, de 2022) *CAIU NA OAB 38*
§ 1º A alteração imotivada de prenome poderá ser feita na via extrajudicial apenas 1 (uma) vez, e
sua desconstituição dependerá de sentença judicial. (Incluído pela Lei nº 14.382, de 2022)
- "O transgênero tem direito fundamental subjetivo à alteração de seu prenome e de sua
classificação de gênero no registro civil, não sendo exigido, para tanto, nada além da
manifestação da vontade do indivíduo, que poderá ser feita tanto pela via judicial como,
diretamente, pela via administrativa.
Essa alteração deve ser averbada à margem do assento de nascimento, vedada a inclusão do
termo “transgênero”.
Nas certidões do registronão constará nenhuma observação sobre a origem do ato, vedada a
expedição de certidão de inteiro teor, salvo a requerimento do próprio interessado ou por
determinação judicial.
Efetuando-se o procedimento pela via judicial, caberá ao magistrado determinar, de ofício ou a
requerimento do interessado, a expedição de mandados específicos para a alteração dos demais
registros nos órgãos públicos ou privados pertinentes. Estes deverão preservar o sigilo sobre a
origem dos atos." STF. Plenário. RE 670422/RS, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 15/8/2018
(repercussão geral) (Info 911).
5) MORTE PRESUMIDA: *CAIU NA OAB 29*
a) COM decretação de ausência:
- A pessoa está em local incerto ou não sabido.
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14382.htm#art11
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14382.htm#art11
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14382.htm#art11
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- “Sumiu” sem deixar notícias;
- Quando a lei autoriza a abertura de sucessão definitiva
- 10 anos após a abertura da sucessão provisória
- Quando o ausente conta com 80 anos de idade e de 5 anos datam as últimas notícias dele
b) SEM decretação de ausência:
- se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida ou
- se alguém desaparecido em campanha ou feito prisioneiro não for encontrado até dois
anos após o término da guerra.
- A declaração da morte presumida, nesses casos, somente poderá ser requerida depois de
esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença fixar a data provável do
falecimento.
2º PASSO: RESOLVER QUESTÕES SOBRE O TEMA (CADERNO DE QUESTÕES OU KIT DE LIVROS)
META DE QUESTÕES: RESOLVER 10 QUESTÕES
Páginas do conteúdo:
1ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 205 - 208
1ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 409 – 414
2ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 184 - 186
2ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 419 - 424
3ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 219 - 226
3ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 421 – 426
4ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 227-234
4ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 429- 434
5ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 187-193
5ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 415- 424
6ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 206 - 212
6ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 467 - 475
3º PASSO: LEITURA DA LEGISLAÇÃO (USAR O CADERNO LEGISLATIVO)
(LEIA CONCOMITANTEMENTE COM A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES)
Art. 1, CC.
Art. 2, CC.
Art. 4, CC.
Art. 5, CC.
Art. 6, CC.
Art. 7, CC.
Art. 8, CC.
Art. 9, CC.
Art. 11, CC.
Art. 12, CC.
Art. 14, CC.
Art. 17, CC.
Art. 18, CC.
Art. 19, CC.
Art. 20, CC.
Art. 22, CC.
Art. 23, CC.
Art. 25, CC.
Art. 26, CC.
Art. 27, CC.
Art. 30, CC.
Art. 36, CC.
Art. 37, CC.
Art. 38, CC.
Art. 39, CC.
Art. 1.767 CC.
Art. 1775, CC
Art. 1775-A, CC
Art. 1778, CC
Art. 1783, CC
Súmula 227, STJ.
Súmula 403, STJ.
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Tema 2:
TEMA
RENDIMENTO %
(divida o número de acertos pelo total de
questões feitas e multiplique por 100)
REVISÕES
DAS PESSOAS - DAS
PESSOAS JURÍDICAS
TOTAL DE ACERTOS: ______
TOTAL DE ERROS: ______
_____%
REVISÃO 1: ___ /___
REVISÃO 2: ___ /___
1º PASSO: LEITURA DO RESUMO SOBRE O TEMA (SOMENTE O QUE É ESSENCIAL)
→ O foco de estudar esse tema é pela Desconsideração da Personalidade Jurídica. Além de ser
um tema importante para direito civil, processo civil e empresarial, sofreu algumas atualizações
legislativas.
1) DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA:
É desconsiderar a personalidade jurídica para atingir o patrimônio dos sócios que foram os
verdadeiros causadores dos danos ou das ilegalidades.
No Código Civil, é necessário se caracterizar o ABUSO de personalidade jurídica:
- Desvio de finalidade: utilização da pessoa jurídica com o propósito de lesar credores e para
a prática de atos ilícitos de qualquer natureza ou
- Confusão patrimonial: ausência de separação de fato entre os patrimônios, caracterizada
por:
a) cumprimento repetitivo pela sociedade de obrigações do sócio ou do administrador ou
vice-versa;
b) transferência de ativos ou de passivos sem efetivas contraprestações, exceto os de valor
proporcionalmente insignificante; e
c) outros atos de descumprimento da autonomia patrimonial.
→ TEORIA MAIOR é aquela adotada pelo Código Civil. Além de detectar o abuso da personalidade,
é necessário o prejuízo ao credor.
→ TEORIA MENOR, adotada pelo Código do Consumidor e pela Lei de Crimes Ambientais, basta o
preenchimento do único requisito: prejuízo ao credor.
TEORIA MAIOR TEORIA MENOR
O Direito Civil brasileiro adotou, como regra
geral, a chamada teoria maior da
desconsideração. Isso porque o art. 50 exige
que se prove o desvio de finalidade (teoria
maior subjetiva) ou a confusão patrimonial
(teoria maior objetiva).
Adotada pelo art. 50 do CC.
No Direito do Consumidor e no Direito
Ambiental, adotou-se a teoria menor da
desconsideração. Isso porque, para que haja a
desconsideração da personalidade jurídica nas
relações jurídicas envolvendo consumo ou
responsabilidade civil ambiental não se exige
desvio de finalidade nem confusão
patrimonial.
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Prevista no art. 4º da Lei nº 9.605/98 (Lei
Ambiental) e no art. 28, § 5º do CDC.
→ A desconsideração da personalidade jurídica INVERSA torna possível responsabilizar a
empresa pelas dívidas contraídas por seus sócios e tem como requisito o abuso da personalidade
jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade ou a confusão patrimonial (CPC, art. 133, § 2º; CC,
art. 50). *CAIU NA OAB 35*
→ A aplicação da teoria da desconsideração, descrita no art. 50 do Código Civil, prescinde (não
necessita) da demonstração de insolvência da pessoa jurídica.
→ O encerramento irregular das atividades da pessoa jurídica, por si só, NÃO basta para caracterizar
abuso da personalidade jurídica.
→A teoria da desconsideração, prevista no art. 50 do Código Civil, PODE SER INVOCADA PELA
PESSOA JURÍDICA, EM SEU FAVOR.
2) ASSOCIAÇÃO: *CAIU NA OAB 37*
- Sociedades civis sem finalidade lucrativa,
- Mas, apesar disso, podem realizar atividades que produzam rendimentos, desde que estes
sejam empregados na própria associação, ou seja, que não sejam revertidos lucros para seus
associados ou diretores. *CAIU NA OAB 36*
- Não há, entre os associados, direitos e obrigações recíprocos.
- A exclusão do associado só é admissível havendo justa causa.
3) FUNDAÇÃO:
- São entidades criadas com bens livres, afetados por uma finalidade específica: “dotação
especial de bens livres” ou “destinação de patrimônio”.
- É a afetação patrimonial dotada de personalidade jurídica, por vontade de seu titular,
mediante escritura pública ou testamento, destinada a uma finalidade específica.
ATENÇÃO!! As pessoas jurídicas de direito privado, sem prejuízo do previsto em legislação especial
e em seus atos constitutivos, poderão realizar suas assembleias gerais por meios eletrônicos,
inclusive para os fins do art. 59 deste Código, respeitados os direitos previstos de participação e
de manifestação. (Atenção para os artigos modificados pela Lei 14.194/2021)
2º PASSO: RESOLVER QUESTÕES SOBRE O TEMA (CADERNO DE QUESTÕES OU KIT DE LIVROS)
META DE QUESTÕES: RESOLVER 5 QUESTÕES
Páginas do conteúdo:
1ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 209 - 212
1ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 414 - 416
2ª edição - Volume 1 (teoriaresumida): 188 - 191
2ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 424 - 427
3ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 226 - 230
3ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 426 – 429
4ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 234 - 238
4ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 435 – 437 (a partir da questão 33)
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5ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 193-197
5ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 422-425 (a partir da questão 37)
6ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 212 - 216
6ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 475 - 477 (a partir da questão 40)
3º PASSO: LEITURA DA LEGISLAÇÃO (USAR O CADERNO LEGISLATIVO)
(LEIA CONCOMITANTEMENTE COM A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES)
Art. 45, CC.
Art. 49-A, CC.
Art. 50, CC.
Art. 51, CC.
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DIA 04: ___/____
DIREITO TRIBUTÁRIO
Tema 1:
TEMA
RENDIMENTO %
(divida o número de acertos pelo total de
questões feitas e multiplique por 100)
REVISÕES
COMPETÊNCIA
TRIBUTÁRIA
TOTAL DE ACERTOS: ______
TOTAL DE ERROS: ______
_____%
REVISÃO 1: ___ /___
REVISÃO 2: ___ /___
1º PASSO: LEITURA DO RESUMO SOBRE O TEMA (SOMENTE O QUE É ESSENCIAL)
1) COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA x COMPETÊNCIA PARA LEGISLAR SOBRE DIREITO TRIBUTÁRIO:
- A competência tributária está relacionada à criação do tributo por meio de lei.
- Características da competência tributária: facultatividade, inalterabilidade,
imprescritibilidade, irrenunciabilidade e indelegabilidade.
- Já a competência para legislar sobre Direito Tributário está relacionada com a criação de
normas para regulamentação que surgem com a instituição do tributo.
- A competência para legislar é concorrente da União, Estados e DF.
2) CAPACIDADE TRIBUTÁRIA ATIVA:
- É a atribuição que o ente federativo possui de arrecadar e fiscalizar tributos ou de
executar atos emmatéria tributária.
- É delegável de um ente público para outra pessoa de direito público e pode ser revogada a
qualquer momento, sem aviso prévio.
RESUMINDO! A competência tributária (instituída por lei) é indelegável, mas a capacidade
tributária ativa pode ser sim delegável.
TABELA PARA NÃO CONFUNDIR!
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CAPACIDADE TRIBUTÁRIA ATIVA
Instituir/criar tributos Fiscalizar/executar/arrecadar tributos
Atribuição legislativa Atribuição executiva ou administrativa
Indelegável Delegável
União, Estados, DF e Municípios Qualquer pessoa jurídica de direito público
que receba delegação do ente competente.
3) QUAL O ENTE COMPETENTE PARA INSTITUIR OS TRIBUTOS? (art. 6º a 8º do CTN):
→ UNIÃO - impostos, taxas, contribuição de melhoria, contribuições sociais, CIDE, contribuições de
interesse de categoria profissional ou econômica e empréstimo compulsório.
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→ ESTADOS – impostos, taxas, contribuição de melhoria e contribuição social previdenciária dos
servidores públicos estaduais;
→ MUNICÍPIOS - impostos, taxas, contribuição de melhoria, contribuição social previdenciária dos
servidores públicos municipais e COSIP.
ATENÇÃO!! É vedado à União instituir isenções de tributos da competência dos Estados, do
Distrito Federal ou dos Municípios, ou seja, apenas cada ente pode instituir os tributos e também
as isenções dos tributos que possui competência. *CAIU NA OAB 40*
4) COMPETÊNCIA PARA INSTITUIR OS IMPOSTOS EM ESPÉCIE:
COMPETÊNCIA PARA INSTITUIR IMPOSTOS EM ESPÉCIE
UNIÃO ESTADOS MUNICÍPIOS
● IPI - Imposto sobre
Produtos Industrializados
● IE - Imposto de
Exportação
● IR - Imposto de Renda
● II - Imposto de
Importação
● ITR - Imposto sobre a
Propriedade Territorial
Rural
● IOF - Imposto sobre
Operações Financeiras
● IGF - Imposto sobre
Grandes Fortunas
● Impostos residuais
● IEG -Imposto
Extraordinário de Guerra
● ITCMD - Imposto sobre a
Transmissão Causa Mortis
e Doação
● ICMS - Imposto sobre a
Circulação de Mercadorias
e prestação de Serviços de
transporte interestadual e
intermunicipal e de
comunicação
● IPVA - Imposto sobre a
Propriedade de Veículo
Automotor
● IPTU - Imposto sobre a
Propriedade Predial e
Territorial Urbana
● ITBI - Imposto sobre a
Transmissão de Bens
Imóveis
● ISS - Imposto sobre
Serviços de Qualquer
Natureza
5) COMPETÊNCIA EXTRAORDINÁRIA - IMPOSTOS EXTRAORDINÁRIOS (art. 154, II da CF):
- Competência da UNIÃO.
- É preciso apenas de "lei" para a sua criação, ou seja, lei ordinária federal. *CAIU NA OAB
40*
- Cabível na iminência ou no caso de guerra externa *CAIU NA OAB 32*
- Exceção ao princípio da anterioridade, de modo que é permitida a cobrança imediata, no
mesmo exercício financeiro da lei instituída;
- Única hipótese de bitributação autorizada pela CF. *CAIU NA OAB 40*
- O imposto será suprimido, gradativamente, cessadas as causas de sua criação (temporário)
*CAIU NA OAB 40*
6) EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO (art. 148 CF): *CAIU NA OAB 33* *CAIU NA OAB 39*
- Competência da UNIÃO.
- Mediante lei complementar
- Para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra
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externa ou sua iminência;
- Investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional.
- A aplicação dos recursos provenientes de empréstimo compulsório será vinculada à
despesa que fundamentou sua instituição.
- É uma exceção ao princípio da anterioridade, de modo que é permitida a cobrança
imediata no mesmo exercício financeiro da lei instituída, vide art. 150, §1º, da CF.
7) COMPETÊNCIA CUMULATIVA (art. 147 da CF):
- Cabível em TERRITÓRIO FEDERAL
- Se o Território federal NÃO for dividido em Municípios: A União tem competência nos
impostos estaduais + impostos municipais
ATENÇÃO!!! E se o Território Federal for dividido emMunicípios?
A União tem competência nos impostos estaduais, mas os impostos municipais caberão aos
próprios municípios.
8) COMPETÊNCIA RESIDUAL (art. 154, I): *CAIU NA OAB 28*
- Competência da UNIÃO.
- Mediante lei complementar
- Impostos não previstos, desde que sejam não- cumulativos e não tenham fato gerador ou
base de cálculo próprios dos discriminados nesta Constituição;
Obs: Também há outra hipótese de competência residual, no caso de contribuições residuais.
(art. 195, § 4°, CF)
PARA FIXAR!! O QUE PODE SER CRIADO POR LEI COMPLEMENTAR?
1. Empréstimos Compulsórios (art. 148, I da CF)
2. IGF (Impostos de Grandes Fortunas)
3. Competência Tributária Residual (art. 154, I)
4. Norma Geral (art. 146, III CF)
2º PASSO: RESOLVER QUESTÕES SOBRE O TEMA (CADERNO DE QUESTÕES OU KIT DE LIVROS)
META DE QUESTÕES: RESOLVER 10 QUESTÕES
Páginas do conteúdo:
1ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 141 - 142
1ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 251 – 254
2ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 105
2ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 253 - 256
3ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 115
3ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 255 – 258
4ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 117
4ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 259 - 262
5ª edição - Volume 1 ( teoria resumida): 94
5 edição - Volume 2 ( caderno de questões): 245 - 247
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6ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 111
6ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 285 - 287
3º PASSO: LEITURA DA LEGISLAÇÃO (USAR O CADERNO LEGISLATIVO)
(LEIA CONCOMITANTEMENTE COM A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES)
Art. 6, CTN.
Art. 7, CTN.
Art. 8, CTN.
Art. 146, CF.
Art. 147, CF.
Art. 148, CF.
Art. 149, CF.
Art. 149-A, CF.
Art. 154, CF.
DIA 05: ___/____
DIREITO PENAL
Tema 1:
TEMA
RENDIMENTO %
(divida o número de acertos pelo total de
questões feitas e multiplique por 100)
REVISÕES
EFICÁCIA DA LEI PENAL
NO TEMPO E NO ESPAÇO
TOTAL DE ACERTOS: ______
TOTAL DE ERROS: ______
_____%
REVISÃO 1: ___ /___
REVISÃO 2: ___ /___
1º PASSO: LEITURA DO RESUMO SOBRE O TEMA (SOMENTE O QUE É ESSENCIAL)
1) REGRA GERAL: normal penal que beneficia o réu retroage e norma penal que prejudica o réu
não retroage.
- A lei posterior, que de qualquer modo favorece o agente, aplica-se aos fatos anteriores,
ainda que decididos por sentença condenatória transitada em julgado. *CAIU NA OAB
28*
- OBS: se a sentença tiver transitado em julgado e tiver lei posterior que favoreça o réu, cabe
requerer ao juízo da execução penal a redução da pena imposta. *CAIU NA OAB 28*
2) ABOLITIO CRIMINIS:
- Quando torna-se atípico um fato considerado crime anteriormente. Nesse caso, a lei
retroage para beneficiar o réu.
- Faz desaparecer todos os efeitos penais, principais e secundários. Portanto, a pena será
extinta, não será considerada reincidente e nem terá na ficha de antecedentes. *CAIU NA
OAB 26*
- Entretanto, subsistem os efeitos civis (extrapenais), como uma obrigação de reparar os
danos.
- É causa de extinção da punibilidade.
3) TEMPO DO CRIME:
- Adota-se a TEORIA DA ATIVIDADE. Ou seja, o TEMPO do crime é o momento da ação ou
omissão.
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- Aplica-se a lei penal mais grave nos crimes permanentes e crime continuado, se a sua
vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência. (Súmula 711 STF) *CAIU
NA OAB 35* *CAIU NA OAB 25*
TABELINHA PARA FIXAR!
TEORIAS DO TEMPO DO CRIME
Teoria da ATIVIDADE ou
da AÇÃO
Considera-se praticado o crime no momento da ação ou omissão,
ainda que outro seja o momento do resultado. É a teoria adotada
pelo Código Penal brasileiro.
Teoria do RESULTADO, DO
EVENTO ou DO EFEITO
Considera-se praticado o crime quando da ocorrência do seu
resultado, pouco importando o momento da ação.
Teoria da UBIQUIDADE ou
MISTA
Considera tempo do crime tanto o momento da ação ou omissão
quanto o momento da produção do resultado.
→ CRIME CONTINUADO:
É aquele quando o agente, mediante de mais uma ação ou omissão, pratica 2 ou mais crimes da
mesma espécie e, pelas condições de tempo, lugar, maneira de execução e outras semelhantes,
devem os subsequentes ser havidos como continuação do primeiro, aplicasse-lhe a pena de um só
dos crimes, se idênticas, ou a mais grave, se diversas, aumentada, em qualquer caso, de um sexto a
dois terços.
ATENÇÃO!!! Se alguém praticar dois atos infracionais da mesma espécie (ex.: furto) e outros dois
furtos já quandomaior de 18 anos, as duas primeiras condutas NÃO serão consideradas para fim
de reconhecimento de crime continuado.
→ CRIME PERMANENTE:
É aquele em que a consumação se prolonga no tempo, pela vontade do agente.
Exemplos: extorsão mediante sequestro e tráfico de drogas. *CAIU NA OAB 31* *CAIU NA OAB
29*
ATENÇÃO!!! Os crimes de tráfico de drogas (art. 33) ou de extorsão mediante sequestro são CRIMES
PERMANENTES, portanto, mesmo tendo cometido o ato menor de idade, continuou cometendo o
crime até a maioridade, portanto, sendo imputável (punível), visto que se consumou quando já era
maior de idade. *CAIU NA OAB 31* *CAIU NA OAB 29*
→ Súmula 711 do STF: a lei penal MAIS GRAVE aplica-se ao crime continuado ou ao crime
permanente, se a sua vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência.
CRIME CONTINUADO CRIME PERMANENTE
É aquele quando o agente, mediante de mais
uma ação ou omissão, pratica 2 ou mais
crimes….
● Os crimes devem pertencer à mesma
espécie: crimes enquadrados na mesma
tipificação penal.
É aquele em que a consumação se prolonga no
tempo, pela vontade do agente.
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● Os crimes praticados na sequência devem
ser uma continuação do primeiro crime
praticado.
● Os crimes devem ter em comum:
condições de tempo e lugar e a forma de
execução.
Aplicasse-lhe a pena de um só dos crimes, se
idênticas, ou a mais grave, se diversas,
aumentada, em qualquer caso, de um sexto a
dois terços.
O crime permanente traz algumas
consequências para o agente que o pratica,
entre elas podemos citar:
● A contagem da prescrição só se inicia
quando cessar a permanência (art. 111,
III, do CP).
● No crime permanente o estado de
flagrância permanece enquanto durar
a permanência.
Exemplo: Com o objetivo de furtar um faqueiro
da patroa, uma empregada doméstica
empreende furtos diários para subtrair peça a
peça. 120 dias depois termina de furtar todo o
faqueiro.
Exemplo: extorsão mediante sequestro e tráfico
de drogas.
4) LUGAR DO CRIME:
- Adota-se a TEORIA DA UBIQUIDADE. Ou seja, o LUGAR do crime é onde ocorreu a ação
ou omissão, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado.
TABELINHA PARA FIXAR!
TEORIAS DO LUGAR DO CRIME
Teoria da ATIVIDADE O crime considera-se praticado no lugar da CONDUTA.
Teoria do RESULTADO O crime considera-se praticado no lugar do RESULTADO.
Teoria da UBIQUIDADE O crime considera-se praticado no lugar da CONDUTA ou do
RESULTADO.
É a teoria adotada pelo Código Penal brasileiro.
ATENÇÃO!!! Não se aplica a teoria da ubiquidade nas infrações penais do juizado especial, sendo
aplicado a Teoria da Atividade - “A competência do Juizado será determinada pelo lugar em que foi
praticada a infração penal”. (art. 63 da Lei 9.099/95)
ATENÇÃO!!! Aplica-se a Teoria da Atividade no crime de homicídio.
ATENÇÃO!!! Aplica-se a Teoria do Resultado nos crimes plurilocais (crimes que envolvem duas ou
mais comarcas dentro do Brasil). - "A competência será determinada pelo lugar em que se
consumar a infração ou, no caso de tentativa, pelo local em que for praticado o último ato de
execução." (art. 70 do CPP)
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ATENÇÃO!!! Aplica-se a Teoria da Ubiquidade nos crimes à distância (crimes que envolvem o
território de 2 ou mais países)
ATENÇÃO!! DICA PARA LEMBRAR E NÃO CONFUNDIR AS TEORIAS:
Lembre-se da palavra LUTA!
LU - Lugar o crime: Teoria da Ubiquidade
TA - Tempo do crime: Teoria da Atividade
5) LEI PENAL NO TEMPO:
- Em regra, é aplicado o “tempus regit actum” (no conflito entre leis penais no tempo
aplica-se a lei que estava em vigor na data em que o fato foi praticado).
- EXCEÇÕES: lei penal benéfica (favorável ao réu). Nesse caso, a lei é dotada de retroatividade
ou ultratividade.
6) LEI TEMPORÁRIA:
- Aquela lei que tem vigência predeterminada no tempo, ou seja, tem prazo de validade. Ou seja,
vai começar no dia X e terminar no dia Y.
- Exemplo: lei para regulamentar condutas cometidas durante as olimpíadas ou copa do mundo.
ATENÇÃO PARA ESSA INFORMAÇÃO!! Se o crime tiver sido cometido DURANTE A VIGÊNCIA da lei
temporária, independentemente dela ser mais benéfica ou mais gravosa, é aplicada ao réu, uma
vez que há ultratividade da lei temporária. *CAIU NA OAB 35*
Como assim, Ana? E se posteriormente entrar em vigor uma lei mais benéficaao réu? Em caso de
LEI TEMPORÁRIA NÃO IRÁ SE APLICAR, pois há ultratividade, o que significa que esta será
aplicada mesmo depois que não estiver mais válida, SE O CRIME TIVER SIDO COMETIDO NA
SUA VIGÊNCIA.
7) LEI EXCEPCIONAL:
- Aquela lei que vigora somente diante de uma situação de anormalidade.
- Exemplo: leis que são criadas para serem aplicadas em tempos de guerra, pandemia.. etc.
ATENÇÃO PARA ESSA INFORMAÇÃO!! Possui ultratividade, pois é aplicada mesmo depois de
revogada, uma vez que o fato foi praticado quando tal lei ainda estava em vigor.
"Ana, como funciona na prática?" Vamos lá…
Imagine a seguinte situação: uma lei excepcional considera crime a conduta X. Acabou a situação
de anormalidade, causadora da lei, e aquela conduta X não é mais considerada crime.
O que vai acontecer? o indivíduo que o cometeu continuará a ser processado penalmente, mesmo
que a lei não esteja mais em vigor. Isso trata-se de uma exceção ao princípio da retroatividade da
lei penal mais benéfica, pois os seus efeitos continuarão a se produzir em relação aos fatos
cometidos durante a sua vigência, ainda que venha a surgir uma situação mais favorável. Essa
ultratividade se justifica na necessidade de se garantir a efetividade dos preceitos destas leis, já que
acabariam perdendo força inibitória se as pessoas previamente soubessem que logo mais as
condutas proibidas deixariam de ser consideradas criminosas.
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RESUMINDO! LEI TEMPORÁRIA E LEI EXCEPCIONAL SÃO EXCEÇÕES AO PRINCÍPIO DA
RETROATIVIDADE DA LEI PENAL MAIS BENÉFICA. Nesses casos, não importa se foi criada
posteriormente uma lei mais benéfica ao réu, será aplicada a temporária ou excepcional.
8) LEI PENAL NO ESPAÇO:
ATENÇÃO!! O crime de lesão corporal decorrente da violência doméstica e familiar contra a mulher,
independentemente da extensão dos ferimentos, deve ser processado mediante ação penal
pública incondicionada, podendo o acusado ser processado no Brasil, independentemente de
falta de representação da vítima, que se encontra no exterior. *CAIU NA OAB 32*
ATENÇÃO!! Nos crimes cometidos no estrangeiros, que são INCONDICIONADOS (art. 7, I CP), ou
seja, independe de requisitos para ser processado no Brasil, o agente é punido segundo a lei
brasileira, ainda que absolvido ou condenado no estrangeiro. *CAIU NA OAB 25*
RESUMÃO DAS EXPRESSÕES:
NOVATIO LEGIS IN PEJUS: novo crime que agrava a situação do réu.
(só se aplica a fatos futuros, não retroagindo)
NOVATIO LEGIS
INCRIMINADORA:
nova lei cria um crime até então inexistente.
(só se aplica a fatos futuros, não retroagindo)
NOVATIO LEGIS IN MELIUS: melhora a situação do réu
(nesse caso, não respeita a coisa julgada)
2º PASSO: RESOLVER QUESTÕES SOBRE O TEMA (CADERNO DE QUESTÕES OU KIT DE LIVROS)
META DE QUESTÕES: RESOLVER 10 QUESTÕES
Páginas do conteúdo:
1ª edição - Volume 1 (teoria resumida): -
1ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 726 - 729
2ª edição - Volume 1 (teoria resumida): -
2ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 742 – 745
3ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 447 - 449
3ª edição - Volume 2 (caderno de questões):752 – 756
4ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 457 - 459
4ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 753 - 758
5ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 392 - 394
5ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 743 - 748
6ª edição - Volume 1 (teoria resumida): 410 - 411
6ª edição - Volume 2 (caderno de questões): 813 - 818
3º PASSO: LEITURA DA LEGISLAÇÃO (USAR O CADERNO LEGISLATIVO)
(LEIA CONCOMITANTEMENTE COM A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES)
Art. 2, CP.
Art. 3, CP.
Art. 4, CP.
Art. 5, CP.
Art. 6, CP.
Art. 7, CP.
Súmula 611, STF.
Súmula 711, STF.
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DIA 06 e 07: ___/____
DIAS OFF
Se quiser (e aconselho), você pode pegar algum desses dias para:
● Fazer uma revisão rápida dos conteúdos que foram estudados nesta semana
● Aprofundar algum conteúdo com aulas ou mais questões
● Colocar algum conteúdo em dia
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