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1 
 
RESOLUÇÃO N.° 005/2017/CONSUPEX/FPD Aracaju, 26 de junho de 2017. 
 
ESTABELECE NORMAS PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO 
DO CURSO DE PSICOLOGIA. 
 
O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA FACULDADE PIO DÉCIMO, no 
uso de suas atribuições e considerando: 
- A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/96/LDB ; 
- A Resolução No 5, de 15 de março de 2011, do Ministério da Educação, que institui as 
Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia; 
- O Regimento da Faculdade Pio Décimo, de 28 de dezembro de 1998; 
- A Resolução No 002, de 05 de abril de 2012, do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e 
Extensão da Faculdade Pio Décimo, que dispõe sobre a instituição, estrutura e competências do Núcleo 
de Trabalho de Conclusão da Faculdade Pio Décimo; 
- A Resolução No 04, de 3 de setembro de 2007, do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e 
Extensão da Faculdade Pio Décimo, que dispõe sobre o Regulamento Geral dos Trabalhos de Conclusão 
dos Cursos de Graduação. 
 
RESOLVE: 
Estabelecer normas regimentais do Trabalho de Conclusão de Curso, nos termos abaixo: 
Título I 
DEFINIÇÃO BÁSICA 
Capítulo I - Constituição e Objetivos 
 
Art. 1º – A presente Resolução tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas com o 
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), do currículo da Graduação em Psicologia da Faculdade Pio 
Décimo. 
Art. 2º - Os objetivos gerais do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) são os de fomentar, ao aluno do 
Curso de Graduação em Psicologia, o estímulo à produção científica, à consulta de bibliografia 
especializada, ao aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica, à criação de projetos nas 
ênfases empreendedora, acadêmica e técnica. 
Art. 3º - O TCC consiste em trabalho individual orientado, apresentado sob a forma de projeto, sobre 
o tema escolhido pelo aluno e aprovado pelo professor orientador, em qualquer área do conhecimento 
da Psicologia. 
 
2 
 
Art. 4º - Os trabalhos do TCC, no curso de Psicologia, serão acompanhados por um conjunto de 
professores orientadores, designados pela coordenação do curso para tal atividade junto aos alunos 
do 10º período. 
Art. 5º – O Trabalho de Conclusão de Curso é dividido em Trabalho de Conclusão de Curso I e Trabalho 
de Conclusão de Curso II. 
Parágrafo 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso I exige a confecção dos seguintes produtos: 
I. Elaboração de um pré-projeto; 
II. Participação de Role-Playing simulando a defesa do pré-projeto em banca avaliadora; 
Parágrafo 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso II exige a confecção dos seguintes produtos: 
I. Elaboração de um projeto; 
II. Participação em Role-Playing preparatório para apresentação do pôster em evento científico; 
III. Participação em evento científico do curso de Psicologia da Faculdade intitulado “Mostra de TCC: 
Psicologia em Formação”. 
IV. Defesa do projeto final à banca avaliadora. 
Art. 6º - O acadêmico iniciará as atividades referentes ao TCC ao matricular-se na disciplina de Trabalho 
de Conclusão de Curso I. 
Art. 7º - O acadêmico contará, para a realização do seu Trabalho de Conclusão de Curso, com a 
orientação de um professor orientador concomitantemente à disciplina de Trabalho de Conclusão de 
Curso 2 no 10º. período. 
 
Título II 
DA DINÂMICA DAS DISCIPLINAS 
Capítulo I - Da Organização 
 
Art. 8º - A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento didático-pedagógico, é 
de responsabilidade do docente da Faculdade Pio Décimo; 
Art. 9º - Cada professor orientador poderá ter no máximo 9 (nove) orientandos por semestre; 
Parágrafo Único – Esse número poderá ser alterado mediante demanda de alunos matriculados em 
TCC, que devem ser distribuídos equitativamente, a depender do quantitativo de alunos daquele 
semestre, de modo a garantir a manutenção das 3 (três) ênfases existentes na matriz. 
Art. 10o - Cada aluno preenche um formulário de pré-matrícula nas ênfases por ordem decrescente de 
interesse, que deverá ser entregue no semestre letivo em que esteja cursando TCC I, em data 
estipulada pela Coordenação; 
Art. 11 - A manifestação de interesse por uma determinada ênfase cabe ao aluno, devendo ele entregar 
à Coordenação o formulário de pré-matrícula; 
 
3 
 
Art.12 – A Coordenação irá distribuir os alunos nas ênfases por meio da indicação feita no formulário 
de pré-matrícula priorizando a primeira opção declarada pelo discente, havendo excedentes ao 
número de vagas disponível por orientador, o primeiro critério de desempate será a efetivação da 
matrícula no semestre vigente verificada no primeiro dia de aula pela manhã, sendo retirados da lista 
aqueles com pendências. Estes deverão comparecer à Coordenação para o preenchimento de novo 
pedido de inclusão em uma das ênfases disponíveis. Serão deferidos os pedidos de acordo com a 
existência de vagas. 
Art. 13 – Após distribuição prevista no art. 13, havendo ainda excedentes, o segundo critério aplicado 
será o de média, priorizando os alunos com os escores mais altos, redistribuindo os demais segundo a 
ordem de opções bem como a existência de vagas nas outras ênfases. 
Parágrafo Único – As alocações nas ênfases serão comunicadas aos alunos e aos professores pela 
Coordenação, sendo que os discentes só poderão frequentar a ênfase a eles designada após este 
procedimento. 
Art. 14 – A mudança de ênfase na disciplina de TCC II poderá ser feita até o final do primeiro mês de 
aula do semestre corrente; 
Art. 15 - O aluno que não cumprir com o cronograma bem como com as atividades propostas pelo 
orientador não receberá o documento de Autorização para depósito do projeto (10º período) na 
Coordenação do curso, ficando vetada assim a defesa do seu projeto em Banca Examinadora. 
Art. 16 – O aluno deve depositar na coordenação projeto (10º período) contendo o documento de 
Autorização para Depósito assinado pelo orientador, em prazo previamente estipulado e amplamente 
divulgado pelos orientadores e pelo professor da disciplina. 
CAPÍTULO II 
Das Competências 
Art. 17 - Compete ao Professor de TCC I e II: 
I – Instrumentalizar os alunos em sala para cumprirem as solicitações dos orientadores (TCC II); 
II – Explanar o processo de avaliação que circunda o TCC em Psicologia da Faculdade Pio Décimo. 
III – Apresentar o calendário de prazos estabelecidos pelos orientadores de TCC sobre a entrega dos 
produtos em cada período letivo; 
IV – Apresentar os critérios para orientar os alunos na escolha das ênfases dos projetos; 
V – Solicitar, sempre que necessário, aos orientadores para discutir questões relativas à organização, 
planejamento, desenvolvimento e avaliação do TCC; 
VI - Coordenar a criação, alteração e entrega dos documentos que comprovam as Bancas 
Examinadoras, a cada semestre; 
VII - Zelar pelo cumprimento da presente Resolução e convocar a Coordenação, sempre que necessário 
para o efetivo cumprimento deste Regulamento; 
 
4 
 
VIII – O professor de TCC II será responsável por lançar as notas finais no Portal do Aluno, baseado no 
portal, após o término das defesas. 
IX - O professor de TCC deve divulgar formalmente para os alunos junto com o plano de aula os critérios 
de avaliação e seus pesos. 
Art. 18 – Compete ao professor orientador: 
I - Atender seus orientandos em horário institucionalmente estabelecido; 
II - Orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as suas fases; 
III - Informar aos orientandos sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação da Nota 
Processual; 
IV - Estabelecer o plano e cronograma do trabalho em conjunto com os orientandos; 
V - Colaborar com o aluno na escolha e definição do tema do projeto objeto do TCC; 
VI - Opinar sobre a viabilidade do projeto e acompanhar sua construção; 
VII – Auxiliar o aluno nas técnicas de levantamento bibliográfico; 
VIII – Orientar e fiscalizar a produção do aluno, para evitar produçõesresultantes de cópia e compra 
de trabalhos acadêmicos; 
IX - Comunicar imediatamente à Coordenação casos que comprovem produções científicas contendo 
plágio e/ou compra de trabalhos científicos por parte do aluno; 
X - Comunicar ao professor de TCC e à Coordenação quando ocorrerem problemas, dificuldades e 
dúvidas relativas ao processo de orientação; 
XI - Informar à Coordenação do Curso, por escrito e por meio do portal, quando o aluno não estiver 
cumprindo o Cronograma de Atividades, em campo específico para tal; 
XII – Autorizar ou vetar o depósito do projeto, a partir do desenvolvimento e cumprimento de seus 
termos obrigatórios; 
XIII – Disponibilizar para os participantes da banca examinadora material necessário para formalização 
do processo e critérios institucionais de avaliação; 
XIV - Presidir a Banca Examinadora do trabalho por ele orientado; 
XV - Assinar, juntamente com os demais membros das Bancas Examinadoras, as fichas de avaliação 
dos Trabalhos de Conclusão de Curso; 
XVI - Comparecer às reuniões convocadas pela Coordenação para discutir questões relativas à 
organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação dos trabalhos; 
XVII - Cumprir e, no que lhe couber, fazer cumprir esta Resolução. 
Parágrafo único. A responsabilidade pela elaboração do TCC é integralmente do aluno, o que não 
exime o professor orientador de desempenhar adequadamente, dentro das normas definidas nesta 
Resolução, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. 
Art. 19 – Compete ao acadêmico: 
 
5 
 
I - Cumprir as disposições deste Regulamento e das normas de procedimento do TCC; 
II - Comparecer a todas as atividades pertinentes à disciplina e às orientações; 
III – Respeitar as normas de produção científica, como cabe a um aluno de graduação em nível superior. 
IV - Assumir o compromisso de absoluto sigilo acerca das atividades e informações obtidas junto às 
organizações concedentes de informações, divulgando nomes e situações somente quando 
autorizado; 
V - Elaborar projeto de conclusão de curso, submetendo-o ao professor orientador da ênfase escolhida 
com frequência estabelecida em cronograma e plano de atividades; 
VI – Entregar o projeto dentro dos prazos estabelecidos pelos orientadores de TCC e divulgados pelo 
professor de TCC; 
VII – Comparecer a Mostra de TCC para apresentação do seu pôster, na data estipulada; 
VIII - Comparecer perante a Banca Examinadora para a defesa de seu projeto, na data estipulada. 
Art. 20 – É vetado ao aluno copiar, parcial ou integralmente, trabalhos de terceiros. 
Parágrafo Único – Sendo comprovada a cópia pelo professor orientador, em qualquer das fases do 
processo de orientação, ou mesmo durante a apreciação pela banca examinadora, deve-se não 
autorizar o depósito ou comunicar imediatamente a coordenação do curso. O aluno será reprovado 
na produção e defesa do TCC com nota zero, além de sofrer as devidas sanções na composição de sua 
Nota Processual. 
Art. 21 – Compete à Coordenação: 
I. Tomar decisões administrativas e acadêmicas necessárias ao desenvolvimento do processo do TCC; 
II. Designar os professores orientadores, ao final de cada semestre letivo, para atuarem na execução, 
acompanhamento e avaliação do processo do TCC do semestre subsequente; 
III. Fazer levantamento de processo de identificação de escolha das ênfases junto aos alunos; 
IV. Distribuir os alunos de cada orientador, emitindo lista com relação de alunos, de acordo com cada 
ênfase; 
V. Planejar e articular junto à equipe de professores orientadores, estratégias pedagógicas inerentes 
ao processo de orientação do TCC, respaldadas pelo NDE; 
VI. Avaliar pedidos e solicitações dos discentes, emitindo parecer junto à equipe de professores 
orientadores e, sendo necessário, junto a uma comissão docente a ser nomeada para tal finalidade. 
Art. 22 – Compete à Banca Examinadora: 
I – Registrar seu aceite de participação em formulário próprio, na data de recebimento do(s) 
trabalho(s), comprometendo-se a comparecer à(s) sessão(ões) de defesa pública para contribuir com 
essa atividade avaliativa; 
 
6 
 
II – Proceder à leitura prévia e apreciação técnico-científica do(s) trabalho(s) sob sua avaliação, 
conferindo sua qualidade e o respeito às normas de produção científica vigentes, bem como preparar-
se para arguição junto aos alunos; 
III – Comparecer na data da apresentação do trabalho, contribuindo com questionamentos, reflexões 
e sugestões de aprimoramento do texto e da proposta interventiva, conforme couber; 
IV – Tecer sua avaliação do trabalho e do desempenho do aluno na apresentação e arguição, 
compondo a nota segundo os critérios pré-estabelecidos; 
V – Assinar, juntamente com o orientador que preside a banca, as fichas de avaliação dos Trabalhos 
de Conclusão de Curso 
 
Título III 
DA REALIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 
Capítulo I - Da Avaliação 
 
Art. 23 – Considera-se aprovado na disciplina de TCC o aluno que obtiver nota final mínima igual a 5,0 
(cinco) resultante da média ponderada de todos os produtos solicitados ao longo do semestre, 
previamente estabelecidos, preparados em sala de aula pelo Professor de TCC e orientado pelo 
orientador de TCC, incluindo a Nota Processual. Considera-se reprovado o aluno que tiver seu trabalho 
vetado por seu orientador ou que obtenha, ao final da entrega de todos os produtos, nota inferior a 
5,0 (cinco). Em ambos os casos, o aluno deve matricular-se novamente na disciplina de TCC e proceder 
aos ajustes necessários no novo semestre. 
§ 1º - As notas do TCC I e II serão lançadas no Portal do Aluno ao final do período, sendo 
repetida a nota da primeira avaliação e da segunda; 
§ 2º -As notas do TCC II serão lançadas no Portal do Aluno, à medida que o discente entregar 
a versão final do projeto na coordenação; 
Parágrafo Único: A aprovação na Banca Examinadora (nota 5,0) não aprova o aluno na Disciplina de 
TCC II. O sistema de nota com média ponderada exige que a nota 5,0 (cinco) seja atingida na disciplina 
e não somente em um dos produtos. 
Art. 24 - A avaliação final dos alunos na disciplina será composta dos produtos previstos, conforme 
critérios e cálculo a seguir: 
I. 2 – Role Playing da Mostra de TCC: a nota – que é aplicada pelo professor e resultante da média 
simples das apresentações ou duplicação da nota única, em caso de imprevisto; 
II. 3 – Pôster: a nota – que é aplicada pelos professores e profissionais convidados, seguida do 
cálculo de média simples das notas atribuídas; 
III. 4 – Banca Avaliadora: a nota – que é aplicada pelo trio; 
 
7 
 
IV. 5 – Nota Processual: a nota – que é aplicada pelo orientador; 
Art. 25 – Para os alunos do 10º período, matriculados em TCC II, a segunda nota do semestre será 
inserida no Portal do Aluno pela Coordenação do curso, à medida que estes entregarem a versão final 
do projeto constando das correções acatadas pelo orientador, encadernada e com folha de assinaturas 
devidamente preenchida. 
Parágrafo Único – A versão final do projeto é o texto com as correções recomendadas por parte da 
banca examinadora e acatadas pelo orientador. A versão final recebe a folha contendo as assinaturas 
de todos os participantes da banca examinadora. 
Art. 26 - O acadêmico matriculado em TCC será avaliado pela banca examinadora, em defesa pública, 
que lhe atribuirá uma média; 
Art. 27 - A apresentação perante Banca Examinadora ocorrerá na época prevista no calendário do 
semestre, em data acordada previamente entre aluno, orientador e convidados para composição da 
Banca Examinadora. Não haverá segunda convocação, salvo força maior devidamente justificada, em 
solicitação dentro do prazo de 24 horas do cronograma estabelecido ao acadêmico, desde que aceita 
pela Coordenação de Curso; 
Art. 28 - As Bancas Examinadoras do TCC compõem-se pelo professor orientador, que a preside, e por 
outros 2 (dois) membros, indicados e anuídospelo orientador. 
§ 1º - Profissionais e professores da instituição, atuantes no mercado, professores de outras 
instituições, portando diploma de nível superior, assim como profissionais de áreas vinculadas 
ao tema do projeto podem compor a banca; 
§ 2º - A participação de docente de outra instituição ou profissional deve ser aprovada pelo 
orientador responsável pelo projeto, sem ônus para a Instituição; 
§ 3º - Podem fazer parte da Banca Examinadora professores de outros Cursos da Pio Décimo, 
com interesse na área de abrangência do projeto; 
§ 4º - Quando da designação da Banca Examinadora também deve ser indicado um membro 
suplente, encarregado de substituir qualquer dos titulares em caso de impedimento; 
§ 5º - Os orientadores devem alimentar o “Banco de Professores e Profissionais” para 
composição das Bancas Examinadoras, afim de sempre haver profissionais competentes nas 
áreas relacionadas ao tema do projeto criado e defendido; 
Art. 29 - A Banca Examinadora só pode executar seus trabalhos com os 3 (três) membros presentes. 
§ 1º - Não comparecendo algum dos professores designados para a Banca Examinadora, deve 
ser comunicado, por escrito, ao Coordenador do Curso para que sejam tomadas as devidas 
providências. 
 
8 
 
§ 2º - Não havendo o comparecimento de algum dos membros da Banca Examinadora fixado 
neste artigo, deve ser marcada nova data para a defesa, sem prejuízo do cumprimento da 
determinação presente no parágrafo anterior. 
Art. 30 - Todos os professores do Curso de Psicologia podem ser convocados para participar das Bancas 
Examinadoras, mediante autorização e anuência do orientador. 
Art. 31 - Não é permitido realizar segunda chamada nas disciplinas de TCC I e TCC II. 
Art. 32 - Não é permitido realizar exame final nas disciplinas de TCC I e TCC II. 
 
Título IV 
DA DEFESA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 
Capítulo Único – Diretrizes Gerais 
 
Art. 33 – As sessões de defesa dos trabalhos de conclusão de curso são públicas. 
Parágrafo único - Não é permitido aos membros das Bancas Examinadoras tornarem públicos os 
conteúdos dos trabalhos antes de suas defesas. 
Art. 34 – Os orientadores de TCC devem elaborar o calendário, semestralmente e fixar os prazos para 
a entrega dos projetos, assim como a designação das Bancas Examinadoras e realização das defesas e 
da Mostra de TCC. 
§ 1º - Em nenhuma hipótese os produtos de TCC podem ser entregues com atraso. Os alunos 
que não cumprirem o prazo de depósito, terão atribuída, automaticamente, a nota 0 (zero); 
Art. 35 – As cópias dos projetos depositados na coordenação devem ser entregues com o tempo 
mínimo de 10 dias da data de apresentação, para que os membros das Bancas Examinadoras possam 
proceder às leituras. 
Art. 36 - Na defesa, o aluno terá até 10 (dez) minutos para apresentar seu trabalho e cada componente 
da Banca Examinadora até 15 (quinze) minutos para fazer sua arguição e/ou considerações, dispondo 
ainda o discente de outros 5 (cinco) minutos, no total, para responder a cada um dos examinadores. 
Art. 37 - A atribuição das notas dar-se-á após o encerramento da etapa de arguição, obedecendo ao 
sistema de notas individuais por examinador. 
§ 1º - A Banca Examinadora, na avaliação, deve levar em consideração a extensão do trabalho, 
o seu nível de correção e a observância das seguintes diretrizes: 
I - Na sua exposição oral, defesa e arguição pela Banca Examinadora: o domínio do conteúdo do 
trabalho, a clareza, a objetividade, a coerência e a segurança nas respostas, o entendimento das 
perguntas e aspectos correlatos; 
II - Na sua apresentação física: o texto escrito, a relevância do tema, a definição do problema e/ou 
hipóteses, a pesquisa bibliográfica, os objetivos, os métodos e técnicas empregadas, a redação, as 
 
9 
 
conclusões e a observância das normas para a apresentação dos trabalhos conforme as normas da 
ABNT ou APA. 
§ 2º - As notas devem ser lançadas em fichas de avaliação individual, onde cada membro da 
Banca Examinadora deve por sua nota. 
§ 3º - A nota final do aluno na defesa do Projeto é o resultado da média aritmética das notas 
atribuídas pelos membros da Banca Examinadora. 
Art. 38 - A Banca Examinadora, após a defesa oral, pode sugerir ao aluno que reformule aspectos de 
seu Trabalho de Conclusão de Curso. 
Parágrafo Único - Quando sugerida a reformulação de aspectos fundamentais do TCC, deve procedê-
las e apresentá-las, no prazo de máximo 10 (dez) dias, para depósito final. 
Art. 39 - O aluno que não entregar o projeto, ou que não se apresentar para a sua defesa oral, sem 
motivo justificado na forma da presente Resolução, estará automaticamente reprovado. 
Art. 40 – Após as correções sugeridas pela banca examinadora, o aluno deverá providenciar uma cópia 
digitalizada e gravada em um CD, nos moldes normativos da Faculdade Pio Décimo, sempre no formato 
.pdf. 
ítulo IV 
DAS ÊNFASES DOS PROJETOS 
Capítulo Único 
Art. 41 – Os Trabalhos de Conclusão de Curso, assim como os Artigos devem ser desenvolvidos de 
acordo com as ênfases estabelecidas para o bom desenvolvimento profissional de um Psicólogo: 1. 
Acadêmica; 2. Técnica; 3. Empreendedora. 
I. A ênfase Acadêmica prevê a elaboração de projeto de pesquisa, que deve demonstrar 
claramente os desafios científicos a serem superados pela pesquisa proposta, detalhamento 
metodológico e a relevância dos resultados esperados. 
II. A ênfase Técnica direciona-se à elaboração de um plano do trabalho que se pretende realizar 
em algum contexto de inserção profissional do psicólogo. Dessa forma, visa a aplicação de 
conhecimento técnico já produzido, válido e confiável, em um ambiente compatível com a 
prática proposta, de modo a atender as demandas nele existentes. Pode responder a um edital 
público, a uma solicitação do próprio espaço de trabalho, ou mesmo partir de um diagnóstico 
da realidade que subsidie uma proposta de serviço a ser oferecida a instituições de interesse. 
III. A ênfase Empreendedora tem por finalidade munir o aluno de conhecimento necessário para 
a criação de um projeto, com foco no empreendedorismo, dentro dos campos da Psicologia. 
Desta forma, o aluno ao término do curso, estará apto para conceber, aplicar e executar uma 
ação empreendedora pronta para implementação e/ou, a criação de um serviço inovador, 
sustentável e rentável na área. Para tal, além dos aspectos acadêmicos, será necessário 
 
10 
 
conhecimento dos aspectos legais do serviço que será proposto; estratégias de marketing e 
divulgação; planejamento e gerenciamento; controle das atividades inovadoras; e cronograma 
de execução do projeto. 
 
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 
Capítulo Único - Disposições Gerais e Transitórias 
 
Art. 42 - Os custos incorridos na pesquisa e elaboração dos produtos exigidos pela disciplina de TCC 
correm por conta do aluno. 
Art. 43 - Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso em conjunto com os 
orientadores de TCC em Psicologia, considerando as demais disposições regimentais da Faculdade Pio 
Décimo, cabendo recurso à Direção Acadêmica e à Direção Geral, instâncias finais de decisão. 
Art. 44 - Esta resolução entra em vigor na presente data, revogando-se as disposições em contrário. 
 
Aracaju (SE), 26 de junho de 2017 
 
 
Prof. José Sebastião dos Santos 
DIRETOR GERAL

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