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PAYBACK 
 
O período de payback é o tempo necessário para que os fluxos de caixa positivos cubram os 
investimentos realizados no projeto e, normalmente, é expresso em anos. O payback é calculado 
usando os fluxos de caixa nominais (quando é utilizado o valor presente dos fluxos de caixa, esse 
critério é chamado de payback descontado). 
 
Toda empresa define, previamente, um prazo máximo para que o projeto reponha o custo dos 
investimentos necessários. Esse prazo é chamado de período de corte. A decisão é tomada 
comparando-se o payback do projeto com o período de corte adotado pela empresa, sendo aceitos 
todos aqueles projetos que apresentem um payback menor do que o período de corte. Esse critério já 
foi muito utilizado, mas caiu em desuso devido às inúmeras desvantagens que apresenta em 
comparação ao VPL. Vejamos: 
� o payback ignora todos os fluxos de caixa posteriores ao período de corte; 
� o uso de um mesmo período de corte pode levar uma empresa a aceitar muitos projetos de 
curto prazo, mas que não maximizam a sua riqueza, e 
� a data de corte reflete interesses de curto prazo, e não o aumento de riqueza do acionista. 
 
A principal vantagem do payback está no fato de ser um método simples e de fácil cálculo. Além 
disso, dá uma indicação, mesmo que rudimentar, do risco do projeto. As consequências do uso desse 
critério, no entanto, podem ser um alto grau de investimento no curto prazo e a não maximização do 
valor para o acionista.

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