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Craque NetoCraque Neto

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Sócrates e os Deuses Gregos
Questões- Rascunho de Estudo para prova de 
Filosofia II
Como Sócrates conciliava fé e razão?
Então, a parada do Sócrates com a religião grega é uma história 
muito louca! O cara era um filósofo que questionava tudo, mas 
ao mesmo tempo participava numa boa dos rituais religiosos da 
cidade. Não era aquela fé cega não, mas também não era 
descrença total. O diferencial dele é que conseguia fazer os 
dois lados conversarem: a razão e a fé. Tipo, ele ia nos 
festivais, fazia as oferendas pros deuses como todo mundo, 
mas sempre tentando entender o sentido mais profundo das 
coisas. Na cabeça dele, já que os deuses deram pra gente a 
capacidade de pensar, usar essa capacidade era uma forma de 
agradecer o presente, tá ligado? E tem mais: ele tinha aquela 
famosa frase "só sei que nada sei" - que não era só para 
bancar o humilde não. Era um bagulho mais profundo, tipo 
reconhecer que tem coisas que são maiores que nosso 
entendimento, principalmente quando o papo é sobre os 
deuses. Meio que revolucionou tudo, porque antes a galera 
achava que você tinha que escolher entre ser religioso ou ser 
racional. Ele mostrou que dava pra ser os dois, desde que você 
mantivesse aquele respeito e reconhecesse seus limites. No fim 
das contas, o cara era simples e sincero, sempre admitindo 
quando não manjava de algo, e sempre querendo aprender 
mais.
Questões- Rascunho de Estudo para prova de 
Filosofia II
Qual era a visão de Sócrates sobre a relação entre 
os deuses e a moral?
Mano, nessa questão de moral e religião, Sócrates mandava 
muito bem! Ele tinha uma visão que até hoje é super atual: não 
bastava seguir regras só porque os deuses mandaram, tinha 
que entender o porquê das coisas. Imagina só que doido: ele 
achava que os próprios deuses preferiam alguém que 
questionasse e entendesse de verdade, do que alguém que só 
obedecesse por medo. Tipo, ele vivia provocando a galera com 
umas perguntas cabulosas: "Os deuses curtem algo porque é 
bom, ou é bom porque os deuses curtem?" - coisa que até hoje 
dá o que falar! E ele não tava nem aí se isso incomodava os 
poderosos. Na real, ele acreditava que usar a razão pra 
entender a moral era tipo uma missão divina. Pensa só: pra ele, 
fazer o bem só por medo de castigo não era ser virtuoso de 
verdade. Era só ser esperto mesmo! A verdadeira virtude rolava 
quando você entendia no coração porque algo era certo ou 
errado. Essas ideias eram tão revolucionárias que acabaram 
ferrando com ele no final - o povo não tava preparado pra esse 
nível de questionamento. Mas né, olha só como o cara tava 
anos-luz à frente do tempo dele! Até hoje a gente discute essas 
mesmas questões que ele levantou. Tipo, qual é a real: melhor 
ter seguidores que pensam ou que só obedecem? E

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