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Quadro Comparativo dos Projetos do CPC 1973 e 2015

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cujo teor não 
poderá ser utilizado para fim diverso 
daquele previsto por expressa 
deliberação das partes. 
 
§ 1º A confidencialidade estende-se a 
todas as informações produzidas no 
curso do procedimento, cujo teor não 
poderá ser utilizado para fim diverso 
daquele previsto por expressa 
deliberação das partes. 
 
§ 1º A confidencialidade estende-se a 
todas as informações produzidas no 
curso do procedimento, cujo teor não 
poderá ser utilizado para fim diverso 
daquele previsto por expressa 
deliberação das partes. 
 Art. 144. 
 
 
Quadro comparativo do Código de Processo Civil 
Projeto de Lei do Senado nº 166, de 2010 (nº 8.046, de 2010, na Câmara dos Deputados) 
Obs.: A comparação tem como base a última coluna (Texto Consolidado). 
 
Elaborado pelo Serviço de Redação da Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal. • (Elaboração: 16.12.2014 – 20:39) • (Última atualização: 16.12.2014 – 20:39) 
121
Legislação 
Projeto de Lei do Senado nº 166, de 
2010 
(texto aprovado pelo Senado Federal) 
Substitutivo da Câmara dos 
Deputados 
 (nº 8.046, de 2010, na Câmara dos 
Deputados) 
Texto Consolidado 
com os ajustes promovidos pela 
Comissão Temporária do Código de 
Processo Civil 
§ 3o Em virtude do dever de sigilo, 
inerente à sua função, o conciliador e o 
mediador e sua equipe não poderão 
divulgar ou depor acerca de fatos ou 
elementos oriundos da conciliação ou da 
mediação. 
§ 2º Em razão do dever de sigilo, 
inerente às suas funções, o conciliador e 
o mediador, assim como os membros de 
suas equipes, não poderão divulgar ou 
depor acerca de fatos ou elementos 
oriundos da conciliação ou da mediação. 
§ 2º Em razão do dever de sigilo, 
inerente às suas funções, o conciliador e 
o mediador, assim como os membros de 
suas equipes, não poderão divulgar ou 
depor acerca de fatos ou elementos 
oriundos da conciliação ou da mediação. 
 
§ 3º A aplicação de técnicas negociais, 
com o objetivo de proporcionar 
ambiente favorável à autocomposição, 
não ofende o dever de imparcialidade. 
§ 3º Admite-se a aplicação de técnicas 
negociais, com o objetivo de 
proporcionar ambiente favorável à 
autocomposição. 
 
§ 4º A mediação e a conciliação serão 
regidas conforme a livre autonomia dos 
interessados, inclusive no que diz 
respeito à definição das regras 
procedimentais. 
§ 4º A mediação e a conciliação serão 
regidas conforme a livre autonomia dos 
interessados, inclusive no que diz 
respeito à definição das regras 
procedimentais. 
 
Art. 147. Os tribunais manterão um 
registro de conciliadores e mediadores, 
que conterá o cadastro atualizado de 
todos os habilitados por área 
profissional. 
Art. 168. Os conciliadores, os 
mediadores e as câmaras privadas de 
conciliação e mediação serão inscritos 
em cadastro nacional e em cadastro de 
tribunal de justiça ou de tribunal 
regional federal, que manterá registro de 
profissionais habilitados, com indicação 
de sua área profissional. 
Art. 167. Os conciliadores, os 
mediadores e as câmaras privadas de 
conciliação e mediação serão inscritos 
em cadastro nacional e em cadastro de 
tribunal de justiça ou de tribunal 
regional federal, que manterá registro de 
profissionais habilitados, com indicação 
de sua área profissional. 
 
§ 1º Preenchendo os requisitos exigidos 
pelo tribunal, entre os quais, 
necessariamente, a capacitação mínima, 
por meio de curso realizado por entidade 
credenciada, o conciliador ou o 
§ 1º Preenchendo o requisito da 
capacitação mínima, por meio de curso 
realizado por entidade credenciada, 
conforme parâmetro curricular definido 
pelo Conselho Nacional de Justiça em 
§ 1º Preenchendo o requisito da 
capacitação mínima, por meio de curso 
realizado por entidade credenciada, 
conforme parâmetro curricular definido 
pelo Conselho Nacional de Justiça em 
Quadro comparativo do Código de Processo Civil 
Projeto de Lei do Senado nº 166, de 2010 (nº 8.046, de 2010, na Câmara dos Deputados) 
Obs.: A comparação tem como base a última coluna (Texto Consolidado). 
 
Elaborado pelo Serviço de Redação da Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal. • (Elaboração: 16.12.2014 – 20:39) • (Última atualização: 16.12.2014 – 20:39) 
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Legislação 
Projeto de Lei do Senado nº 166, de 
2010 
(texto aprovado pelo Senado Federal) 
Substitutivo da Câmara dos 
Deputados 
 (nº 8.046, de 2010, na Câmara dos 
Deputados) 
Texto Consolidado 
com os ajustes promovidos pela 
Comissão Temporária do Código de 
Processo Civil 
mediador, com o certificado respectivo, 
requererá inscrição no registro do 
tribunal. 
conjunto com o Ministério da Justiça, o 
conciliador ou o mediador, com o 
respectivo certificado, poderá requerer 
sua inscrição no cadastro nacional e no 
cadastro de tribunal de justiça ou de 
tribunal regional federal. 
conjunto com o Ministério da Justiça, o 
conciliador ou o mediador, com o 
respectivo certificado, poderá requerer 
sua inscrição no cadastro nacional e no 
cadastro de tribunal de justiça ou de 
tribunal regional federal. 
 
§ 2º Efetivado o registro, caberá ao 
tribunal remeter ao diretor do foro da 
comarca ou da seção judiciária onde 
atuará o conciliador ou o mediador os 
dados necessários para que o nome deste 
passe a constar do rol da respectiva lista, 
para efeito de distribuição alternada e 
aleatória, obedecendo-se rigorosa 
igualdade. 
§ 2º Efetivado o registro, que poderá ser 
precedido de concurso público, o 
tribunal remeterá ao diretor do foro da 
comarca, seção ou subseção judiciária 
onde atuará o conciliador ou o mediador 
os dados necessários para que seu nome 
passe a constar da respectiva lista, para 
efeito de distribuição alternada e 
aleatória, observado o princípio da 
igualdade dentro da mesma área de 
atuação profissional. 
§ 2º Efetivado o registro, que poderá ser 
precedido de concurso público, o 
tribunal remeterá ao diretor do foro da 
comarca, seção ou subseção judiciária 
onde atuará o conciliador ou o mediador 
os dados necessários para que seu nome 
passe a constar da respectiva lista, para 
efeito de distribuição alternada e 
aleatória, observado o princípio da 
igualdade dentro da mesma área de 
atuação profissional. 
 
§ 3º Do registro de conciliadores e 
mediadores constarão todos os dados 
relevantes para a sua atuação, tais como 
o número de causas de que participou, o 
sucesso ou o insucesso da atividade, a 
matéria sobre a qual versou a 
controvérsia, bem como quaisquer 
outros dados que o tribunal julgar 
relevantes. 
§ 3º Do credenciamento das câmaras e 
do cadastro de conciliadores e 
mediadores constarão todos os dados 
relevantes para a sua atuação, tais como 
o número de causas de que participou, o 
sucesso ou insucesso da atividade, a 
matéria sobre a qual versou a 
controvérsia, bem como outros dados 
que o tribunal julgar relevantes. 
§ 3º Do credenciamento das câmaras e 
do cadastro de conciliadores e 
mediadores constarão todos os dados 
relevantes para a sua atuação, tais como 
o número de causas de que participou, o 
sucesso ou insucesso da atividade, a 
matéria sobre a qual versou a 
controvérsia, bem como outros dados 
que o tribunal julgar relevantes. 
 
§ 4º Os dados colhidos na forma do § 3º 
serão classificados sistematicamente 
§ 4º Os dados colhidos na forma do § 3º 
serão classificados sistematicamente 
§ 4º Os dados colhidos na forma do § 3º 
serão classificados sistematicamente 
Quadro comparativo do Código de Processo Civil 
Projeto de Lei do Senado nº 166, de 2010 (nº 8.046, de 2010, na Câmara dos Deputados) 
Obs.: A comparação tem como base a última coluna (Texto Consolidado). 
 
Elaborado pelo Serviço de Redação da Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal. • (Elaboração: 16.12.2014 – 20:39)