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ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO - 2º Semestre / 2022 - PS - TIPO 1 
Página 5 
13 
Um dos efeitos nocivos da tributação é a perda de bem-estar que gera aos consumidores. Suponha que o governo decida tributar 
o café, de modo que o preço da xícara de café aumente de R$4,00 para R$9,00 e, com isso, a quantidade demandada de xícaras 
de café reduza de 6 para 4. Considerando a demanda compensada do consumidor 𝑞𝑢𝑎𝑛𝑡𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 = 12 (
1
𝑃𝑟𝑒ç𝑜
)
1/2
 e o gráfico a seguir, 
o consumidor está disposto a pagar um valor de: 
 
 
 
(A) R$8,00 para o governo não tributar o café. 
(B) R$0,00, pois irá perder bem-estar de qualquer forma. 
(C) R$2,00 para o governo não tributar o café. 
(D) R$10,00 para o governo não tributar o café. 
(E) R$12,00 para o governo não tributar o café. 
 
 
14 
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) atende 
a toda a educação básica pública, do ensino infantil ao ensino médio. O financiamento de programas estatais, como a educação 
pública, pode ser feito a partir de algumas estruturas, a saber: 
 
(A) matching grant, isto é, o governo federal paga uma fração do gasto determinado pelos governos locais. 
(B) block grant, isto é, o governo municipal repassa o valor despendido com educação para o estado gerir esse serviço público. 
(C) 
matching grant, isto é, o governo estadual repassa o valor despendido com educação para o município gerir esse serviço 
público. 
(D) block grant, isto é, o governo federal paga uma fração do gasto determinado pelos governos locais. 
(E) matching grant, isto é, governo federal repassa um montante fixo de dinheiro para os governos subnacionais. 
 
 
15 
O planejador central pode ter como objetivo tanto a eficiência econômica como a equidade, a justiça e a arrecadação. De acordo 
com o Segundo Teorema do Bem-Estar Social, um governo preocupado com equidade pode: 
 
(A) isentar as pessoas com menor renda de todos os impostos, tanto imposto de renda como imposto sobre produtos. 
(B) 
redistribuir as dotações iniciais dos agentes, de modo que o próprio processo do mercado competitivo atinja um ponto 
eficiente e mais igualitário. 
(C) repassar um subsídio lump-sum para os indivíduos abaixo da linha da pobreza. 
(D) agregar as utilidades individuais em uma utilidade social, como proposto por Bentham. 
(E) deixar o mercado competitivo agir livremente, pois este levará a um equilíbrio eficiente. 
 
 
 
 
ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO - 2º Semestre / 2022 - PS - TIPO 1 
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Ao analisar o bem-estar do consumidor, podemos utilizar diversas medidas, a saber: Variação Compensatória (VC), Variação 
Equivalente (VE) e Variação do Excedente do Consumidor (ΔEC). Todas essas medidas podem ser aplicadas para analisar a variação 
de bem-estar do consumidor dada uma variação nos impostos. Sobre essas medidas, é correto afirmar que a: 
 
(A) 
ΔEC é o montante de dinheiro que o indivíduo estaria disposto a pagar para não ter o aumento de imposto, mas de modo a 
manter a utilidade que seria atingida caso houvesse o aumento do imposto. 
(B) 
VE é o montante de dinheiro que o indivíduo estaria disposto a pagar para não ter o aumento de imposto, mas de modo a 
manter a utilidade que seria atingida caso não houvesse o aumento do imposto. 
(C) 
ΔEC é o montante de dinheiro que o indivíduo estaria disposto a pagar para não ter o aumento de imposto, mas de modo a 
manter a utilidade que seria atingida caso não houvesse o aumento do imposto. 
(D) 
VC é o montante de dinheiro que o indivíduo estaria disposto a pagar para não ter o aumento de imposto, mas de modo a 
manter a utilidade que seria atingida caso houvesse o aumento do imposto. 
(E) 
VE é o montante de dinheiro que o indivíduo estaria disposto a pagar para não ter o aumento de imposto, mas de modo a 
manter a utilidade que seria atingida caso houvesse o aumento do imposto. 
 
 
17 
As condições estabelecidas no Teorema de Arrow são exigências normativas sobre a função de bem-estar social que gera a decisão 
social. Essas condições são: 
 
(A) escolhas sob o princípio de Pareto eficiência. 
(B) escolhas ditatoriais. 
(C) preferências que dependem de alternativas irrelevantes. 
(D) preferências sob domínio restrito. 
(E) escolhas não ditatoriais. 
 
 
18 
Considere uma economia de trocas com apenas dois bens (X e Y) e dois consumidores (A e B). Sabemos que o consumidor A se 
encontra num ponto de dotação no qual está disposto a trocar 3 bens X por 1 bem Y, enquanto o consumidor B está disposto a 
trocar 1 bem X por 2 bens Y. 
 
De acordo com a Condição de Eficiência de Pareto: 
 
(A) essa economia está em equilíbrio, pois 𝑇𝑀𝑆𝑋𝑌
𝐴 ≠ 𝑇𝑀𝑆𝑋𝑌
𝐵 . 
(B) essa economia está em uma alocação ineficiente de Pareto, pois 𝑇𝑀𝑆𝑋𝑌
𝐴 = 𝑇𝑀𝑆𝑋𝑌
𝐵 . 
(C) não podemos inferir nada sobre eficiência, pois não temos os preços. 
(D) essa economia está em uma alocação ineficiente de Pareto, pois 𝑇𝑀𝑆𝑋𝑌
𝐴 ≠ 𝑇𝑀𝑆𝑋𝑌
𝐵 . 
(E) essa economia está em equilíbrio, pois 𝑇𝑀𝑆𝑋𝑌
𝐴 = 𝑇𝑀𝑆𝑋𝑌
𝐵 . 
 
 
19 
A externalidade – negativa ou positiva – é um dos motivos pelos quais o governo interfere no mercado. Uma das soluções para o 
problema de externalidade é: 
 
(A) regular o mercado do bem de modo a ter um monopólio da externalidade. 
(B) repassar o efeito da externalidade para os consumidores que compram o bem que gera a externalidade. 
(C) aplicar uma taxa pigouviana de modo a fazer com que o responsável pela externalidade internalize todos os efeitos. 
(D) 
aplicar um imposto sobre o lucro da firma que produz a externalidade, de modo que a firma alocará seus insumos na produção 
de outro bem. 
(E) proibir a produção do bem que gera externalidade. 
 
 
 
 
ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO - 2º Semestre / 2022 - PS - TIPO 1 
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Entre as funções do governo estão a de prover bens públicos e a de mitigar externalidades. Considerando que a decisão em uma 
eleição se dá por maioria, que os eleitores votam diretamente sobre o gasto público, e que este é o único elemento a ser decidido, 
pode-se aplicar o Teorema do Eleitor Mediano e definir o gasto do governo (G) como uma função das características do eleitor 
mediano, conforme modelo a seguir: 
 
ln 𝐺 = 𝛼 + 𝛽𝑙𝑛𝑃𝑔 + 𝛾𝑙𝑛𝑌𝑚 + 𝛿𝑙𝑛𝑍 + 𝜀 
 
onde 𝑌𝑚 é a renda do eleitor mediano; 𝑃𝑔 é o preço dos bens públicos; Z é um vetor de preferências em relação aos bens privados 
e 𝜀 é um termo de erro. Considere ainda que 𝑃𝑋 é o preço do bem privado de modo que afeta a decisão de consumo dos bens 
privados X. 
 
Nesse contexto, se a demanda por bens públicos for: 
 
(A) inelástica e 𝑃𝑔 tiver diminuído em relação a 𝑃𝑋 , então haverá crescimento relativo do governo. 
(B) elástica e 𝑃𝑔 tiver diminuído em relação a 𝑃𝑋, então haverá diminuição relativa do governo. 
(C) inelástica e 𝑃𝑔 tiver aumentado em relação a 𝑃𝑋, então haverá diminuição relativa do governo. 
(D) elástica e 𝑃𝑔 tiver aumentado em relação a 𝑃𝑋, então haverá crescimento relativo do governo. 
(E) inelástica e 𝑃𝑔 tiver aumentado em relação a 𝑃𝑋, então haverá crescimento relativo do governo.