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1 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES LEI DE EXECUÇÃO PENAL II LEP – LEI FEDERAL N. 7.210/1984 Lei com 204 artigos divididos em onze TÍTULOS: TÍTULO I – DO OBJETO E DA APLICAÇÃO DA LEI DE EXECUÇÃO PENAL – (ARTS. 1º AO 4º) TÍTULO II – DO CONDENADO E DO INTERNADO (COM QUATRO CAPÍTULOS – ARTS. 5º AO 60) CAPÍTULO I – DA CLASSIFICAÇÃO – (ARTS. 5º AO 9º-A) CAPÍTULO II – DA ASSISTÊNCIA SEÇÃO I – Disposições Gerais – (Arts. 10 e 11) SEÇÃO II – Da Assistência Material – (Arts. 12 e 13) SEÇÃO III – Da Assistência à Saúde – (Art. 14) SEÇÃO IV – Da Assistência Jurídica – (Arts. 15 e 16) SEÇÃO V – Da Assistência Educacional – (Arts. 17 ao 21-A) SEÇÃO VI – Da Assistência Social – (Arts. 22 e 23) SEÇÃO VII – Da Assistência Religiosa – (Art. 24) SEÇÃO VIII – Da Assistência ao Egresso – (Arts. 25 ao 27) CAPÍTULO III – DO TRABALHO SEÇÃO I – DISPOSIÇÕES GERAIS – (ARTS. 28 AO 30) SEÇÃO II – Do Trabalho Interno – (Arts. 31 ao 35) SEÇÃO III – Do Trabalho Externo – (Arts. 36 e 37) CAPÍTULO IV – DOS DEVERES, DOS DIREITOS E DA DISCIPLINA SEÇÃO I – DOS DEVERES – (ARTS. 38 E 39) SEÇÃO II – Dos Direitos – (Arts. 40 ao 43) SEÇÃO III – Da Disciplina SUBSEÇÃO I – Disposições Gerais– (Arts. 44 ao 48) SUBSEÇÃO II – Das Faltas Disciplinares – (Arts. 49 ao 52) SUBSEÇÃO III – Das Sanções e das Recompensas – (Arts. 53 ao 56) SUBSEÇÃO IV – Da Aplicação das Sanções – (Arts. 57 ao 60) 2 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES TÍTULO III – DOS ÓRGÃOS DA EXECUÇÃO PENAL ( COM NOVE CAPÍTULOS – ARTS. 61 A 81-A) Obs.: � Os órgãos da execução penal são o Juízo da Execução, a Defensoria Pública, o Ministério Público, os Departamentos e os Conselhos. CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES GERAIS – (ART. 61) CAPÍTULO II – DO CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA CRIMINAL E PENITENCIÁRIA – (ARTS. 62 E 64) CAPÍTULO III – DO JUÍZO DA EXECUÇÃO – (ARTS. 65 E 66) CAPÍTULO IV – DO MINISTÉRIO PÚBLICO – (ARTS. 67 E 68) CAPÍTULO V – DO CONSELHO PENITENCIÁRIO – (ARTS. 69 E 70) CAPÍTULO VI – DOS DEPARTAMENTOS PENITENCIÁRIOS SEÇÃO I – Do Departamento Penitenciário Nacional – (Arts. 71 e 72) SEÇÃO II – Do Departamento Penitenciário Local – (Arts. 73 e 74) SEÇÃO III – Da Direção e do Pessoal dos Estabelecimentos Penais – (Arts. 75 ao 77) CAPÍTULO VII – DO PATRONATO – (ARTS. 78 E 79) CAPÍTULO VIII – DO CONSELHO DA COMUNIDADE – (ARTS. 80 E 81) CAPÍTULO IX – DA DEFENSORIA PÚBLICA – (ART. 81–A) TÍTULO IV – DOS ESTABELECIMENTOS PENAIS (COM SETE CAPÍTULOS – ARTS. 82 AO 104) CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES GERAIS– (ARTS. 82 AO 86) CAPÍTULO II – DA PENITENCIÁRIA – (ARTS. 87 AO 90) Obs.: � A Penitenciária é utilizada para o regime fechado de cumprimento de pena. CAPÍTULO III – DA COLÔNIA AGRÍCOLA, INDUSTRIAL OU SIMILAR – (ARTS. 91 E 92) Obs.: � A Colônia Agrícola, Industrial ou Similar é utilizada para o regime semiaberto. 3 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES CAPÍTULO IV – DA CASA DO ALBERGADO– (ARTS. 93 AO 95) Obs.: � A Casa do Albergado é utilizada para o regime aberto e limitação de fim de semana. CAPÍTULO V – DO CENTRO DE OBSERVAÇÃO– (ARTS. 96 AO 98) Obs.: � O Centro de Observação é utilizado para observação do preso. CAPÍTULO VI – DO HOSPITAL DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO – (ARTS. 99 AO 101) Obs.: � O Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico é utilizado para cumprimento de medida de segurança por deficiência mental. CAPÍTULO VII – DA CADEIA PÚBLICA – (ARTS. 102 AO 104) Obs.: � A Cadeia Pública é utilizada para recolher indivíduos presos em flagrante e em cum- primento de medida cautelar de prisão provisória. TÍTULO V – DA EXECUÇÃO DAS PENAS EM ESPÉCIE (COM QUATRO CAPÍTULOS – ARTS. 105 AO 170) CAPÍTULO I – DAS PENAS PRIVATIVAS DE LIBERDADE Obs.: � As penas privativas de liberdade são: reclusão, detenção e prisão simples. SEÇÃO I – Disposições Gerais – (Arts. 105 ao 109) SEÇÃO II – Dos Regimes (Arts. 110 ao 119) Obs.: � Os regimes são: fechado, semiaberto e aberto. SEÇÃO III – Das Autorizações de Saída SUBSEÇÃO I – Da Permissão de Saída – (Arts. 120 e 121) SUBSEÇÃO II – Da Saída Temporária SEÇÃO IV – Da Remição – (Arts. 122 ao 130) SEÇÃO V – Do Livramento Condicional – (Arts. 131 ao 146) SEÇÃO VI – Da Monitoração Eletrônica – (Arts. 146-A ao 146-D) 4 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES CAPÍTULO II – DAS PENAS RESTRITIVAS DE DIREITOS SEÇÃO I – DISPOSIÇÕES GERAIS – (ARTS. 147 E 148) SEÇÃO II – Da Prestação de Serviços à Comunidade – (Arts. 149 e 150) SEÇÃO III – Da Limitação de Fim de Semana – (Arts. 151 ao 153) SEÇÃO IV – Da Interdição Temporária de Direitos – (Arts. 154 e 155) CAPÍTULO III – DA SUSPENSÃO CONDICIONAL – (ARTS. 156 AO 163) CAPÍTULO IV – DA PENA DE MULTA – (ARTS. 164 AO 170) TÍTULO VI – DA EXECUÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA (COM DOIS CAPÍTULOS – ARTS. 171 AO 174) CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES GERAIS – (ARTS. 171 AO 174) CAPÍTULO II – DA CESSAÇÃO DA PERICULOSIDADE (ARTS. 175 AO 179) Obs.: � A cessação da periculosidade é aplicada a pessoas em situação de deficiência mental. TÍTULO VII – DOS INCIDENTES DE EXECUÇÃO (COM TRÊS CAPÍTULOS – ARTS. 180 AO 193) CAPÍTULO I – DAS CONVERSÕES – (ARTS. 180 AO 184) CAPÍTULO II – DO EXCESSO OU DESVIO – (ARTS. 185 E 186) CAPÍTULO III – DA ANISTIA E DO INDULTO – (ARTS. 187 AO 193) TÍTULO VIII – DO PROCEDIMENTO JUDICIAL – (ARTS. 194 AO 197) TÍTULO IX – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS – (ARTS. 198 AO 204) LEI DE EXECUÇÃO PENAL – LEI N. 7.210/1984 Artigos previstos no edital: • 1º ao 4º (objeto da execução); • 9º-A, 10, 11 (classificação, identificação e assistência aos presos); • 38 a 41 (direitos e deveres); • 120 a 125 (autorizações de saída); • 146-B, 146-D (monitoração eletrônica); • 198, 199 e 202 (disposições finais – como o uso de algemas, por exemplo). 5m 5 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES Lei de Execução Penal – Lei Federal n. 7.210/1984 – O PRESIDENTE DA REPÚ- BLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: TÍTULO I – DO OBJETO E DA APLICAÇÃO DA LEI DE EXECUÇÃO PENAL Art. 1º A execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal e proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado. A sentença pode se referir a uma condenação e a decisão criminal pode se referir à medida cautelar – por exemplo, prisão preventiva. O objetivo da execução penal é propor- cionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado durante o período de cumprimento de pena, assim como também quando o indivíduo voltar para o convívio em sociedade. A ressocialização no Brasil possui muitas falhas. Segundo estatística, 40% dos conde- nados, após ressocialização, não voltam a delinquir. Entretanto, é necessário observar que essa porcentagem é, geralmente, composta por pessoas que não são criminosas de forma continuada, ou seja, por criminosos eventuais – por exemplo, o criminoso que pratica um único crime grave, como o feminicídio. Os criminosos que utilizam o crime como forma con- tinuada de vida e de habilidade técnica são criminosos de difícil ressocialização e, por esse motivo, são avaliados e sequenciados de forma distinta. Obs.: � A jurisdição penal refere-se à competência. Art. 2º A jurisdição penal dos Juízes ou Tribunais da Justiça ordinária, em todo o Território Na- cional, será exercida, no processo de execução, na conformidade desta Lei e do Código dePro- cesso Penal. Parágrafo único. Esta Lei aplicar–se–á igualmente ao preso provisório e ao condenado pela Jus- tiça Eleitoral ou Militar, quando recolhido a estabelecimento sujeito à jurisdição ordinária. Há um Código Penal Militar – que prevê crimes específicos militares – e um Código de Processo Penal Militar, assim como recolhimentos militares provisórios e cautelares e prisões preventivas militares. Quando o militar praticar um crime e estiver recolhido – ainda que de forma provisória – em um estabelecimento penal sujeito à jurisdição ordinária, a sua exe- cução será exercida pelo juiz de execução do Estado em que o militar se encontra ou pelo juiz federal. Há três tipos de prisão provisória: • Prisão temporária: cinco dias, prorrogável por cinco dias; em caso de crime hediondo, trinta dias, prorrogável por trinta dias. 10m 6 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES • Prisão preventiva: a lei exige que seja reavaliada a cada noventa dias, mas não há prazo pré-estabelecido. • Prisão em flagrante: para ser mantida, deve ser convertida em prisão preventiva. O preso provisório geralmente está em prisão preventiva. Deve ser aplicado ao preso condenado da Justiça Eleitoral – pois a Lei Eleitoral possui um processo específico eleitoral – ou da Justiça Militar o art. 2º quando este se encontrar em estabelecimento sujeito à juris- dição ordinária Art. 3º Ao condenado e ao internado serão assegurados todos os direitos não atingidos pela sen- tença ou pela lei. Parágrafo único. Não haverá qualquer distinção de natureza racial, social, religiosa ou política. O art. 3º estabelece dois comandos: 1. Baseado no princípio da dignidade humana, deverá haver a manutenção dos direitos do preso. Não serão mantidos apenas os direitos atingidos pela sentença, por exemplo, o direito de ir e vir, direito de votar e ser votado – pois são perdidos os direitos políticos – direito de exercer atividades profissionais que foram base para a prática da infração penal, direito familiar – caso seja acusado de tortura em relação aos filhos – etc. As- sim, o preso mantém todos os direitos, exceto os que foram atingidos pela sentença ou pela lei. 2. Não haverá distinção de qualquer isonomia de natureza racial, social, religiosa ou polí- tica, assim como de gênero e de orientação sexual. Não será permitido qualquer tipo de discriminação no sistema penitenciário. Art. 4º O Estado deverá recorrer à cooperação da comunidade nas atividades de execução da pena e da medida de segurança. Obs.: � Atenção com o termo "deverá". A cooperação da comunidade é essencial para a ressocialização do interno. DIRETO DO CONCURSO 1. (CESPE/CEBRASPE/SEJUS-ES/AGENTE PENITENCIÁRIO) Em relação à Lei de Exe- cução Penal (LEP), julgue os itens a seguir. O objetivo da execução penal é efetivar as disposições de decisão criminal condenató- ria, ainda que não definitiva, de forma a proporcionar condições para a integração social do condenado, do internado e do menor infrator. 15m 7 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES COMENTÁRIO Conforme o art. 1º, o objetivo da execução é efetivar as disposições da sentença ou deci- são – definitivas ou não. Entretanto, menores não são submetidos ao processo criminal, pois não praticam crimes, apenas se envolvem em atos infracionais. Trata-se de adoles- centes em conflito com a lei que devem ser submetidos a medidas socioeducativas. Em- bora haja um caráter retributivo nessas medidas, não se trata de pena pois adolescentes são inimputáveis, ou seja, não há execução penal em relação a menores de dezoito anos. 2. (SEGPLAN-GO/SEAP-GO/VIGILANTE PENITENCIÁRIO) Vários doutrinadores repu- tam a execução como a etapa mais importante do direito punitivo, tendo em vista que de nada adianta a condenação de determinado indivíduo pela prática de um ato crimi- noso sem que haja a respectiva execução da pena a ele imposta. Quanto aos objetivos, de acordo com a Lei de Execução Penal, analise as afirmações a seguir: I – efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal. II – proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado. III – requisitar, de repartições ou estabelecimentos privados, dados e informações a res- peito do condenado. Assinale a alternativa correta: a. as afirmações II e III estão corretas. b. as afirmações I e II estão corretas. c. apenas a afirmação I está correta. d. apenas a afirmação II está correta. e. todas as afirmações estão corretas. COMENTÁRIO IV – São objetivos. V – Não se trata de um objetivo. Na parte de classificação dos presos que se inicia a partir do art. 5º, está prevista uma comissão técnica – formada pelo diretor do presídio, por dois 8 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES chefes de serviço e por um psicólogo ou psiquiatra – que poderá requisitar de repartições e estabelecimentos privados informações sobre o condenado, mas isso não se trata de um objetivo. 3. (IDECAN/SEJUC-RN/AGENTE PENITENCIÁRIO) Segundo a Lei n. 7.210, de 11 de julho de 1984 – Lei de Execução Penal, é incorreto afirmar que: a. O Estado deverá recorrer à cooperação da comunidade nas atividades de execução da pena e da medida de segurança. b. A execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal e proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado. c. A Lei de Execuções Penais não aplicar–se–á ao preso provisório e ao condenado pela Justiça Eleitoral ou Militar, quando recolhido a estabelecimento sujeito à jurisdi- ção ordinária. d. Ao condenado e ao internado serão assegurados todos os direitos não atingidos pela sentença ou pela lei. Não haverá qualquer distinção de natureza racial, social, reli- giosa ou política. COMENTÁRIO a) Refere-se ao art. 4º. b) Refere-se ao caput do art. 1º. c) O parágrafo único do art. 2º determina o oposto da alternativa. Nesse caso, a Lei será aplicada. d) Refere-se ao art. 3º. TÍTULO II – DO CONDENADO E DO INTERNADO CAPÍTULO I – DA CLASSIFICAÇÃO O art. 9º-A, embora ainda seja discutido, foi decidido como constitucional pelo Supremo Tribunal Federal. Esse artigo foi incluído em 2012 pela Lei n. 12.654 e determina que todo condenado por crime hediondo e por crime praticado com violência e grave ameaça à pessoa deverá ser identificado por perfil genético, ou seja, será incluído em um banco de dados que armazena características dos presos. 20m 9 www.grancursosonline.com.br Viu algum erro neste material? Contate-nos em: degravacoes@grancursosonline.com.br Lei de Execução Penal II LEGISLAÇÃO ESPECIAL A N O TA ÇÕ ES Art. 9º-A. Os condenados por crime praticado, dolosamente, com violência de natureza grave contra pessoa, ou por qualquer dos crimes previstos no art. 1º da Lei n. 8.072, de 25 de julho de 1990, serão submetidos, obrigatoriamente, à identificação do perfil genético, mediante extra- ção de DNA – ácido desoxirribonucleico, por técnica adequada e indolor. (Incluído pela Lei n. 12.654, de 2012) O art. 1º da Lei n. 8.072 trata dos crimes hediondos (homicídio qualificado, alguns tipos de roubo, estupro, estupro de vulnerável etc.). Percebe-se que o art. 9º-A não inclui os crimes equiparados previstos no art. 2º da Lei n. 8.072, sendo eles os crimes de tráfico de drogas, terrorismo e tortura. Entretanto, embora não sejam crimes hediondos, o crime de tortura pode ser considerado crime com violência de natureza grave contra a pessoa, assim como crime de terrorismo que, a depender de sua forma, pode atingir milhares de pessoas. Já o crime de tráfico de drogas que, normalmente, possui naturezacomercial, de submissão, de ameaças etc., não é considerado um crime violento. O condenado é obrigado a se submeter à identificação. Embora ninguém seja obri- gado a produzir provas contra si mesmo e essas informações possam ser acessadas pos- teriormente em outros processos criminais, esse processo de identificação está incluído na relativização de alguns direitos em relação a demais direitos. Obs.: � O art. 9º-A sofreu algumas alterações em 2019 pelo Pacote Anticrime (Lei n. 13.964), que entrou em vigência em 2020. GABARITO 1. E 2. b 3. c 25m ���������������������������������������������������������������������������������Este material foi elaborado pela equipe pedagógica do Gran Cursos Online, de acordo com a aula preparada e ministrada pela professora Deusdedy de Oliveira Solano. �A presente degravação tem como objetivo auxiliar no acompanhamento e na revisão do conteúdo ministrado na videoaula. Não recomendamos a substituição do estudo em vídeo pela leitura exclu- siva deste material.