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ANATOMIA DO CRÂNIO Pedro dos Santos Anjo e Aguero COMO ESTUDAR? EMBRIOLOGIA SEIOS DA FACE OSTEOLOGIAPurpose, goals, COMO ESTUDAR? and objectives Advanced User Guide REVISÃO ESPAÇADA FLASHCARDS Improving Students' Learning With RESUMO POR DESENHO Effective Learning Techniques: POSTITS Promising Directions From Cognitive QUESTÕES ABERTAS E FECHADAS AUTO EXPLANAÇÃO and Educational Psychology CADERNO DE ERROS John Dunlosky et al. Psychol Sci Public Interest. 2013Table 4. Utility Assessment and Ratings of Generalizability for Each of the Learning Techniques Criterion Issues for Educational Technique Utility Learners Materials tasks implementation contexts Elaborative interrogation Moderate P-I P I P I Self-explanation Moderate P-I P P-I Q Summarization Low Q P-I Q Q Highlighting Low Q N P N The keyword mnemonic Low Q-I Q Q-I Imagery use for text learning Low Q Q-I P I Rereading Low P Q-I P I Practice testing High P-I P P P P Distributed practice High P-I P P-I P P-I Interleaved practice Moderate I Q P-I P P-I A positive (P) rating indicates that available evidence demonstrates efficacy of a learning technique with respect to a given variable or issue.A negative (N) rating indicates that a technique is largely ineffective for a given variable.A qualified (Q) rating indicates that the technique yielded positive effects under some conditions (or in some groups) but not others. An insufficient (I) rating indicates that there is insufficient evidence to support a definitive assessment for one or more factors for a given variable or issue.EMBRIOLOGIA FORMAÇÃO FACIAL: 4 à 8 semana OSSIFICAÇÃO : 7 e 8 semana PROCESSOS DA FACE: ENDROCONDRAL (condrocrânio) - Frontonasal - maior parte do OCCIPITAL - Maxilar 5 - partes petrosa e mastoide dos - Mandibular TEMPORAIS - Nasal Mediano - corpo e asas menores do ESFENÓIDE - Nasal Lateral - ETMOIDE - CONCHAS NASAIS inferiores 10wk - - INTRAMEMBRANOSA (desmocrânio) - Restante dos ossos do crânio - Clavícula (excessão)VISCEROCRÂNIO Esplancnocranio - Dois nasais. - dois ossos parietais - Dois zigomáticos. - dois temporais - Duas conchas nasais - frontal inferiores. - occipital - Duas maxilas. - esfenoidal 8 - Vômer. - etmóide. 14 - Mandíbula. - Dois Lacrimais. TOTAL: 22 MAIS OUVIDO: 28 - Dois Palatinos NEURO: 8 VISCERO: 14 ORBITA: 7Os ossos do crânio originam-se do mesênquima em torno do encéfalo embrionário. A ossificação desses ossos se faz por via intramembranosa ou endocondral. São exemplos de ossos do crânio que apresentam ossificação intramembranosa: A lacrimais, nasais, palatinos, temporais (partes petrosa e mastoide) e etmoide. B temporais (partes petrosa e mastoide), corpo e asas menores do esfenoide, nasais e palatinos. occipital (maior parte), etmoide e conchas nasais inferiores, maxilas e a mandíbula. D temporais (partes petrosa e mastoide), corpo e asas menores do esfenoide, etmoide e conchas nasais inferiores. E lacrimais, nasais, palatinos, zigomáticos, maxilas e a mandíbula.PARTES DO CRÂNIO 1- BASE DO CRÂNIO Implementation Development 2- NERVOS E FORAMES 3- MANDÍBULA TEMPORAL Deliverables 4- MAXILA Production 5- ZIGOMA 6- ETMOIDE Reports + Updates 7- ESFENOIDE 8- TEMPORAL Research 9- ÓRBITA Outcomes 10- HIÓIDE (PESCOÇO)BASE DO CRÂNIO FOSSA CRANIANA ANTERIOR Frontal Fossa anterior Etmoide do crânio - Lobo frontal do cérebro Esfenoide FOSSA CRANIANA MÉDIA Esfenoide Fossa média Temporal - Lobo temporal do cérebro do crânio Parietal FOSSA CRANIANA POSTERIOR Esfenoide - Cerebelo Parietal Fossa posterior do crânio Temporal OccipitalForame cego Frontal Crista frontal Crista etmoidal Sutura frontoetmoidal Impressões dos giros Sutura esfenoetmoidal Lâmina cribriforme Sutura esfenofrontal Fossa anterior do crânio Esfenoide, Asa menor Jugo esfenoidal Canal óptico Esfenoide da sela turca Proc. clinoide médio Fossa hipofisial Proc. clinoide anterior Fissura orbital superior Proc. clinoide posterior Forame redondo Sutura esfenoparietal Dorso da sela turca Sulco carótico Fossa média Esfenoide, do crânio Asa maior Lingula esfenoidal Sutura esfenoescamosa Forame lacerado Sincondrose esfenoccipital Forame oval Temporal, Forame espinhoso Parte escamosa Abertura interna do Sulco do nervo canal carótico petroso maior, sulco do nervo petroso menor Parte petrosa Sulco do Sutura petroso superior Eminência arqueada Forame jugular Sulco do seio Fissura petroccipital Canal condilar Poro acústico interno Sulco do seio Sutura occipitomastóidea petroso inferior Canal do nervo hipoglosso Fossa posterior do crânio (fossa cerebelar) Sutura Parietal Clivo, Parte basilar do occipital Forame magno Sulco do seio transverso Crista occipital interna Occipital A occipital interna Sulco do seio sagital superiorNERVOS CRANIANOS FORAME CEGO NADA NA VIDA ADULTA FORAME LAMINA FILAMENTOS NERVO OLFATORIO (1) CRIBIFORME (ETMOIDE) FISSURA ORBITAL NERVO OCULOMOTOR (III) SUPERIOR (5 COISAS) NERVO TROCLEAR (IV) RAMO OF DO TRIGEMEO (MISTO - I - Olfatório SENSIBILIDADE DA FACE)(V) NERVO ABDUCENTE (MOTOR - OLHO P FORA VI) II - Óptico VEIAS OF FTALMICAS FORAME REDONDO RAMO MAXILAR DO TRIGEMEO (V) III - Oculomotor (MAIS ISOLADO) FORAME OVAL RAMO MANDIBULAR DO TRIGEMIO (V) FORAME ESPINHOSO ARTERIAS E VEIAS MENINGEAS IV - Troclear MEDIAS( NUTRE DURA MATER NO FORAME LACERADO COBERTO POR MEMBRANA CARTILAGINEA / V - Trigêmeo NERVOS PETROSOS (PROFUNDOS E MAIORES) VI - Abducente CANAL CAROTICO ARTERIA CAROTIDA INTERNA MEATO ACUSTICO NERVO FACIAL (VII) ENTRA INTERNO VESTIBULOCOCLEAR ( VIII) VII - Facial e ARTERIAS E VEIAS LABIRINTICAS FORAME JUGULAR NERVO GLOSSOFARINGEO (IX) VIII - Vestibulococlear VAGO NERVO ACESSORIO (XI) VEIA JUGULAR INTERNA IX - Glossofaríngeo CANAL DO NERVO HIPOGLOSSO (XII) HIPOGLOSSO FORAME ARTERIA ESTILOMASTODEA X - Vago ESTILOMASTODEO NERVO FACIAL SAI (VII) FORAME MAGNO TRANSIÇÃO BULBO - MEDULA XI - Acessório MENINGES ARTERIA VERTEBRAL COM ESPINAL POSTERIOR E XII - Hipoglosso RADICULAR PARA NUTRIR MEDULA) RAMOS MENINGEOS DAS ARTERIAS VERTEBRAIS RAIZES ESPINAIS DOS NERVOS ACESSORIOS ( XI)SELETIVO IV/UFG QUESTÃO 24 Em 1858, Sir Jonathan Hutchinson descreveu as alterações encontradas na Sífilis congênita e definiu três achados diagnósticos patognomônicos, conhecidos como tríade de Hutchinson. Segundo Neville (2016), quais são esses achados? (A) Dentes de Hutchinson, ceratite ocular intersticial e surdez associada ao comprometimento do oitavo par de nervos cranianos. (B) Dentes de Hutchinson, ceratite ocular intersticial e surdez associada ao comprometimento do sétimo par de nervos cranianos. (C) Palato arqueado, bossa frontal e hidrocefalia. (D) Dentes de Hutchinson, bossa frontal e hidrocefalia.MANDÍBULA DESENVOLVIMENTO INTRAMEMBRANOSO: incus malleus - 6 semana stapes Meckel's - Lateral a cartilagem de MECKEL cartilage Reichert's cartilage DESENVOLVIMENTO ENDOCONDRAL Arch 1 Hyoid Arch 2 - Cartilagem condilar mandibular Arch 3 Pharyngeal Arch Structures FORAME RETROMENTUAL: LOCALIZAÇÃO FORAME MENTUAL ACESSÓRIO FORAME MENTUAL: - Posterior ao forame mentual - Prevelencia 50% - Segundo pré - Nervo Milo-hióideo FM FMA OBS: Todos os músculos da mastigação se inserem na mandíbulaColo da mandibula Fóvea Proc. condilar, Cabeça da mandibula processo cabeça ou coronóide Crista temporal Proc. coronoide côndilo fóvea pterigóide Trigono retromolar Corpo Ramo da mandibula língula Ramo Margem anterior do ramo da mandibula Linha obliqua linha da Tuberosidade mandibula massetérica Corpo da mandibula Proc. alveolar da mandibula tubérculo (eminências alveolares) Base da mandibula tuberosidade mental Forame mentual mentual massetérica forame mental A mentualEm relação ao crescimento e desenvolvimento craniofacial, é correto afirmar: A) A mandíbula tem o crescimento mais rápido, porém o menor crescimento pós-natal de todos os ossos da face B) Os locais primários de crescimento da mandíbula pós-natal são as aposições nas cartilagens endocondrais e a aposição intramembranosa no aspecto posterior dos ramos e bordos alveolares C) Após os 10 anos, mantém-se um importante crescimento maxilar, diferentemente da mandíbula, isto até o fim da adolescência D) Os processos alveolares, pouco contribuem com a altura vertical do terço inferior da faceMAXILA Zonas de resistência Nasomaxilar A maxila tem três pilares de sustentação: o pilar canino, o pilar e o pilar (ver Figura 2.12). Eles Zigomaticomaxilar não são verticais e retilíneos como verdadeiros pilares de construção, porque têm de se curvar em torno da cavidade nasal e da Esses pilares são interligados entre si por vigas horizontais, que atuam estabilizando os pilares. PILARES VERTICAIS: PILARES HORIZONTAIS : Pterigomaxilar Porção posterior do - Pilar nasomaxilar (canino) - SUPERIOR: frontal e etmoide (papiráce ramo/côndilo mandibular - Pilar zigomáticomaxilar - MÉDIO: arco do zigoma, processo front - Pilar e orbitário da maxila - INFERIOR: crista alveolar e palato Frontal VIGAS HORIZONTAIS Os pilares de sustentação da maxila são unidos entre si por meio de uma série de reforços ósseos horizontais, da maxila e Zigomático de outros ossos associados a ela. Os pilares caninos estão unidos entre si por meio dos reforços ósseos acima e abaixo da abertura piriforme. pilar canino está ligado ao pilar por meio de duas vigas, a margem supraorbital e a margem infraorbital. pilar zigomatico estabiliza-se posteriormente ainda pelo arco Finalmente, uma viga horizontal importantissima é o palato duro, que une entre si os três pilares de sustentação da maxila, de um lado a outro. Maxilar MandibularARCOS DE SUSTENTAÇÃO : - Arco supraorbital - Arco infraorbital - Arco supranasal - Arco infranasal (piriforme)PROCESSOS DA MAXILA DIMENSÕES DO SEIO - Processo zigomaticomaxilar - 34mm anteroposterior - Processo frontal da maxila - 33mm altura - Processo alveolar - 23m largura - Processo palatino Incisive fossa Palatine process Face superior Processo frontal of maxilla Forame incisivo Horizontal plate of palatine bone Processo Processo zigomático palatino da Lamina maxila horizontal Forame infra-orbital Seio Face anterior maxilar Greater palatine foramina Fossa Lesser palatine foramina Crista nasal incisiva Processo alveolarZIGOMÁTICO VISTA LATERAL RELAÇÕES ZIGOMA processo face orbital frontal forame zigomático - Maxila orbital margem infraorbital - Temporal processo processo - Frontal temporal maxilar face lateral - Esfenóide forame zigomático facial Forame zigomaticofacial = Nervo zigomaticofacialMOIDE Lâmina perpendicular Osso frontal Lâmina cribriforme Crista etmoidal Células aéreas etmoidais Labirinto Órbita etmoidal, Lâmina Células etmoidais papirácea Lâmina orbital Lâmina cribriforme A Concha nasal média - PAPIRÁCEA (parede medial da órbita) - FRATURA BLOW OUT - IN - CRIBRIFORME (rinorréia LCR) Coreto (mEq/l) - MITRAIS E NC I (olfatório) Glicose ml) - CÉLULAS AÉREAS ETMOIDAIS - INFUNDIBULO ETMOIDAL (drenagem)ESFENOIDE Crista Tubérculo zigomática da sela Sela turea (corpo borboleta) Asa menor Redondo Crista Oval Asa maior infratemporal Dorso da sela Espinha do Espinhoso esfenóide Crista infraorbital Forame Fossa epofisaria Lacerado Canal redondo pterigóideoTEMPORAL Parte escamosa, Face temporal Sulco da artéria temporal média Tubérculo pós-glenoide PARTE ESCAMOSA (origem muscular) Margem esfenóidea Crista suprameática Fossa mandibular Crista supramastóidea Face articular PARTE PETROSA (interna) Tubérculo da raiz Meato acústico externo do zigoma PARTE TIMPÂNICA (MAE) Proc. zigomático Forame mastóideo Tubérculo articular Fissura timpanomastóidea Fissura petroescamosa PARTE MASTÓIDEA (inserção muscular) Parte timpânica Fissura petrotimpânica Incisura mastóidea Bainha do processo estiloide PARTE ESTILÓIDE (inserção muscular) A Proc. mastoide Proc. estiloide ÓRBITA MEDIAL LATERAL SOALHO TETO 7ÓRBITA Maxila MEDIAL Etmóide Esfenóide Lacrimal Esfenóide Frontal Zigomático Frontal LATERAL Asa maior do Esfenóide Etmóide Zigomático Palatino Zigomático SOALHO Maxilar Maxilar superior Lacrimal Frontal TETO Esfenóide PalatinoO assoalho da órbita é formado pelos ossos maxilar, zigomático e, na parte mais posterior, situa-se: A A face orbitária da asa maior do esfenoide. B A asa menor do esfenoide. C A face orbitária do osso lacrimal. D processo orbitário do osso palatino.FORAMES Tabela 22.1 Fissuras/canais orbitais e seus conteúdos. Fissura orbital Músculo levantador da Localização Conteúdo superior pálpebra superior Músculo oblíquo superior Músculo reto Fissura orbital superior - asas menor emaior do esfenoide Nervos motores: III (divisões superior e inferior), IV (trodear), V (abducente). superior Músculo reto Nervos sensitivos: V1 (frontal, lacrimal, nasociliar), fibras medial Nervo troclear (IV) Nervo óptico Vasos: veia oftálmica superior, anastomose das artérias médias e Nervo lacrimal Nervo nasociliar lacrimal recorrente Nervo frontal Músculo reto Veia oftálmica inferior Fissura orbital inferior - asa maior do esfenoide; ossos palatinos, zigomático e Nervos sensitivos: V2 (infraorbital e zigomático), ramos do maxilar gânglio pterigopalatino. Divisão superior do Nervo abducente (VI) nervo oculomotor Vasos: veia oftálmica inferior e ramos do plexo pterigóideo Divisão inferior do Nervo infraorbital nervo oculomotor Canal óptico - asa menor do esfenoide Nervo óptico, meninges, artéria oftálmica, fibras simpáticas Músculo reto lateral Canal etmoidal anterior - ossos frontal e etmoidal Vaso: artéria etmoidal anterior Canal etmoidal posterior - ossos frontal e etmoidal Nervo: etmoide anterior torna-se nasal dorsal - VOLUME ÓRBITAL: 30ml Vasos: artéria etmoidal posterior Nervo: etmoide posterior - VOLUME GLOBO: 7ml Fossa nasol acrimal - ossos maxilares e lacrimais Ducto e saco nasolacrimaisLIMITE LATERAL E MEDIAL no acesso a órbita Lateral: 25mm Medial: 30mm Tabela 22.2 Distância de estruturas vitais orbitais até marcos ósseos. Estrutura Marco de referência Distância média (mm) Ponto médio da fissura orbital inferior Forame infraorbital 40 24 45 Forame etmoidal anterior 35 Cristal acrimal anterior 24 Fissura orbital superior Sutura frontozigomática 35 24 Fissura orbital superior 42 Chanfradura supraorbital 40 Canal óptico (face medial) Cristal acrimal anterior 42 24 Canal óptico (face superior) Chanfradura supraorbital 45 - Canal à artéria etmoial posterior: 3mm - Canal à artéria etmoidal anterior: 18mmHIÓIDE osso HIOIDE É um pequeno osso em forma de "U" localizado anteriormente no pescoço, entre a mandíbula e a laringe, e conectado ao crânio pelo ligamento estilo-hióideo. Trata-se, portanto, de um osso que não se articula diretamente com outro, já que fica disposto entre músculos e ligamentos no pescoço. Corno menor CORNO MAIOR Corno maior - Músculo tireo-hióideo e hioglosso CORNO MENOR Corpo do hioide - Ligamento estilo-hióideo e músculo condroglos CORPO DO HIOIDE Corno maior - Músculo digástrico, Músculo milo-hióideo, Corno menor Músculo Músculo estilo-hióideo. Corpo do hioideSEIOS DA FACE EligibilitySEIOS DA FACE OSSOS PNEUMÁTICOS: - Frontal - Esfenóide - Etmóide MEMBRANA SEIO MAXILAR: - Maxila - Membrana de SCHNEIDER - Temporal OSSOS TRATO SINUSAL : - Frontal - Esfenóide - Etmóide Dimensões do seio maxilar - 34mm anteroposterior - Maxila - 33mm altura - 23m larguraDRENAGEM SUPERIOR: MEATO INFERIOR etmoidais posteriores - Lacrimal esfenoidal IEATO MÉDIO: Maxilar Frontal Etmoidais anterioresMiguel Carlos Madeira R Tucker Anatomia da Face CIRURGIA ORAL BASES ANATOMOFUNCIONAIS e MAXILOFACIAL SETIMA Trauma PARA A CONTEMPORÂNEA edição da Reher Reher CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL FONSECA Anatomia WALKER BARBE DE PETERSON Odontologia!!! É melhor você tentar algo, vê-lo não funcionar e aprender com isso, do que não fazer nada. @DR.AGUERO Mark ZuckerbergANATOMIA DO CRÂNIO Pedro dos Santos Anjo e Aguero COMO ESTUDAR? EMBRIOLOGIA SEIOS DA FACE OSTEOLOGIA