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Questão 25: A Importância do Humor!!! Pergunta 1 Qual é o papel do humor no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como ele pode ser utilizado de forma terapêutica. Nossa, outro dia mesmo tive uma experiência incrível com uma paciente minha a gente tava numa sessão super tensa sabe, aí do nada surgiu uma oportunidade de quebrar o gelo... a) Não há espaço para humor no tratamento. A terapia deve ser conduzida com total seriedade e formalidade, sem exceções 1. b) O humor quando usado de forma sensível e apropriada,podem ser uma ferramenta terapêutica super valiosa!!! É igualzinho aquele amigo que sempre te faz rir né??? Ele ajuda a criar um ambiente mais leve fortalece o vínculo terapêutico e permite que o paciente desenvolva novas perspectivas sobre suas dificuldades. Mas atenção: nada de sarcasmo ou ironia que podem cair como uma bomba!!! 2. c) A postura terapêutica adequada exige total seriedade e distanciamento emocional A credibilidade profissional fica comprometida com o uso do humor 3. d) O humor serve como instrumento pra minimizar os problemas do paciente, mostrando que suas questões não são tão graves quanto parecem... 4. e) O humor é apenas um recurso para tornar as sessões mais agradáveis para o terapeuta sem considerar o impacto no paciente 5. Pergunta 2: Em relação aos limites éticos e práticos do uso do humor na terapia com pacientes com TPB quais aspectos devem ser considerados pelo terapeuta??? Mano, é igual quando cê tá andando na corda bamba - cê precisa daquele equilíbrio todo!!! a) O humor deve ser usado livremente em qualquer situação terapêutica1. b) Cara, é preciso ter aquele feeling sabe. Os terapeuta deve avaliar cuidadosamente o estado emocional do paciente (tipo eu mesmo já fiz várias vezes), o momento da terapia e o tipo de humor utilizado considerando especialmente a sensibilidade do paciente com TPB a rejeição e invalidação. É fundamental manter um registro das reações do paciente ao humor e ajustar a abordagem conforme necessário!!! 2. c) O humor deve ser evitado completamente para prevenir mal-entendidos3. d) O terapeuta deve usar apenas humor autodepreciativo4. e) O uso do humor deve se limitar a piadas prontas e conhecidas...5. Pergunta 3 Como o terapeuta pode identificar e responder a situações em que o uso do humor se mostra contraproducente no tratamento de pacientes com TPB. Nossa mano uma vez aconteceu comigo, contei uma piada numa sessão e foi mega constrangedor kkkk a) Ignorar qualquer sinal de desconforto do paciente e continuar usando humor,,1. b) Abandonar completamente o uso do humor ao primeiro sinal de desconforto!!2. c) Mano é tipo dançar uma música nova - cê precisa prestar atenção nos passos do seu par!!! O terapeuta devem manter uma observação atenta das reações verbais e não-verbais do paciente, estar preparado pra reconhecer sinais de desconforto ou mal-entendidos e ter a flexibilidade pra ajustar sua abordagem na hora. E mais: precisa estar aberto pra bater aquele papo franco sobre como o humor tá sendo percebido na terapia. 3. d) Delegar a decisão sobre o uso do humor inteiramente ao paciente,,4. e) Manter um registro quantitativo do número de vezes que o humor é usado em cada sessão...5. Respostas corretas: 1-b, 2-b, 3-c Explicação: Vou te falar viu!!! O humor na terapia é igualzinho tempero na comida - já experimentei muito isso na minha prática clínica!!! Quando bem utilizado pode ser aquele amigo que ajuda a construir pontes no tratamento do TPB. Imagina só: ajuda a criar uma conexão mais forte entre terapeuta e paciente (tipo super cola!) alivia aquela tensão que às vezes bate forte, e ainda ajuda o paciente a ver as coisas por outros ângulos. Mas peraí!!! É importante lembrar que usar humor com pacientes com TPB é como andar de bicicleta numa estrada com curvas - precisa de equilíbrio e atenção constante. Esses pacientes costuma ter uma sensibilidade extra pra perceber rejeição ou invalidação então o uso do humor precisa ser mais cuidadoso que andar com ovos!!! O terapeuta precisa ficar ligado em: Timing: escolher a hora certa pra usar o humor - já passei por cada situação viu... Qualidade do vínculo terapêutico: primeiro construir aquela confiança básica,, sabe?? Individualização: cada paciente é único - o que faz um rir pode fazer outro chorar kkkk Monitoramento contínuo: ficar de olho nas reações que nem um chef provando a comida!!! E se der aquela escorregada com o humor??? Relaxa, acontece! Já aconteceu comigo várias vezes e tô aqui pra contar a história!!! O importante é estar preparado pra perceber quando a piada não funcionou (tipo quando ninguém ri da sua piada na festa) e saber dar aquela ajustada na hora. Observar as pequenas mudanças - seja na postura, na voz ou no jeito de interagir - é crucial. E nada melhor que uma conversa franca pra resolver qualquer mal-entendido né não???