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ENSAIOS MECÂNICOS
FACULDADE MULTIVIX
AULA 5
Professor: Sandro De Carvalho
2023
ESAIOS NÃO 
DESTRUTIVOS -END
• Os Ensaios Não Destrutivos (END) são técnicas utilizadas na inspeção de materiais
e equipamentos sem danificá-los, sendo executados nas etapas de fabricação,
construção, montagem e manutenção.
• Constituem uma das principais ferramentas do controle da qualidade de materiais e
produtos, contribuindo para garantir a qualidade, reduzir os custos e aumentar a
confiabilidadeda inspeção.
• Os END´s incluem métodos capazes de proporcionar informações a respeito do teor
de defeitos de um determinado produto, das características tecnológicas de um
material, ou ainda, da monitoração da degradação em serviço de componentes,
equipamentos e estruturas.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
CONCEITO:
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Visual
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Líquido penetrante
O ensaio por líquido penetrante, também conhecido como ensaio
de líquidos penetrantes ou simplesmente ensaio de LP, é um
método não destrutivo utilizado para detectar descontinuidades
superficiais em materiais sólidos. Este método é comumente
empregado na inspeção de soldas, fundidos, forjados e outros
componentes metálicos.
O processo envolve a aplicação de um líquido penetrante,
geralmente colorido, na superfície do material que está sendo
inspecionado. Este líquido penetra nas descontinuidades, como
trincas e porosidades, presentes na superfície. Após um período de
penetração adequado, o excesso de líquido é removido da
superfície. Em seguida, é aplicado um revelador que destaca as
descontinuidades, tornando-as visíveis para o inspetor.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Líquido penetrante
Esse tipo de ensaio é sensível a falhas superficiais e é
frequentemente utilizado em conjunto com outros
métodos de ensaio não destrutivo para garantir uma
avaliação abrangente da integridade dos materiais. O
ensaio por líquido penetrante é amplamente utilizado em
setores como a indústria metalúrgica, aeroespacial,
petroquímica e de construção naval.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
O que é líquido penetrante?
Uma solução química base óleo com corante, seja 
visível ou fluorescente, capaz de migrar para as 
descontinuidades abertas à superfície pela ação 
capilar e utilizada para localizar descontinuidades em 
materiais ferrosos e não ferrosos, assim como em 
algumas cerâmicas e plásticos.
O que é uma inspeção por líquidos penetrantes?
Método de Ensaio Não Destrutivo que faz possível a 
detecção de descontinuidades na superfície de 
materiais ferrosos e não ferrosos.
Quais são os passos no processo de inspeção por 
líquidos penetrantes?
Pré-lavar e secar
Aplicação de penetrantes (Imersão, pulverizar, 
pincelamento)
Remoção de penetrantes (se determina segundo o 
método penetrante utilizado – lavável com água, pós-
emulsificável, removível com solvente).
Secagem
Aplicação do revelador
Inspeção
Limpeza posterior
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Quais são as vantagens da inspeção por líquidos penetrantes?
Pode ser aplicado em uma ampla variedade de materiais.
Simples de utilizar.
Conta com uma alta sensibilidade a descontinuidades 
superficiais muito finas ou estreitas.
As indicações aparecem na mesma peça que está se 
ensaiando.
Facilmente adaptável a inspeções em linhas de produção de 
alto volume.
A inspeção por líquidos penetrantes é um método rápido e 
econômico de inspeção.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Quais são as limitações da inspeção por 
líquidos penetrantes?
Somente pode detectar descontinuidades 
superficiais (abertas a superfície).
Os materiais a ser ensaiados devem ser não 
porosos.
As peças devem estar livres de contaminantes e 
recobrimento que poderiam bloquear o trânsito 
dos penetrantes.
NORMAS
ABNT NBR ISO 3452-1:2019 - Ensaio não destrutivo - Ensaio por líquidos penetrantes - Parte 1: 
Princípios gerais.
ABNT NBR ISO 3452-2:2018 - Ensaio não destrutivo - Ensaio por líquidos penetrantes - Parte 2: 
Ensaio por líquidos penetrantes utilizando produtos fluorescentes.
ABNT NBR 9487:2006 - Ensaio não destrutivo - Líquidos penetrantes - Líquidos penetrantes 
fluorescentes e visíveis.
ABNT NBR 15137:2004 - Ensaio não destrutivo - Líquidos penetrantes - Documentação.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVO
ENSAIO POR PARTÍCULAS MAGNÉTICAS
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
ENSAIO POR PARTÍCULAS MAGNÉTICAS
O ensaio por partículas magnéticas é uma técnica de ensaio não destrutivo amplamente utilizada
para detectar defeitos superficiais e subsuperficiais em materiais ferromagnéticos. Este método é
comumente empregado na inspeção de soldas, tubulações, peças forjadas e outros componentes
onde a presença de descontinuidades pode comprometer a integridade estrutural.
Princípio de Funcionamento: O ensaio por partículas magnéticas baseia-se na criação de um campo
magnético na peça a ser inspecionada. Este campo magnético revela descontinuidades, como trincas,
falhas e inclusões, através da aplicação de partículas magnéticas (geralmente pós de ferro ou óxido
de ferro) na superfície da peça. Essas partículas são atraídas para as regiões onde há vazamento do
fluxo magnético devido a uma descontinuidade, formando linhas que indicam a presença de defeitos.
baseia-se nos princípios físicos do magnetismo e na resposta magnética dos 
materiais ferromagnéticos à presença de descontinuidades. 
Ferromagnetismo:
Materiais ferromagnéticos, como ferro, níquel e cobalto, têm 
propriedades magnéticas especiais. Eles podem ser magnetizados 
quando expostos a um campo magnético externo e retêm parte desse 
magnetismo mesmo após a remoção do campo.
Campo Magnético:
Durante o ensaio, o componente a ser inspecionado é magnetizado 
usando uma fonte externa, como bobinas, eletrodos ou yokes
magnéticos. Isso cria um campo magnético temporário no material.
Descontinuidades Magnéticas:
Se houver uma descontinuidade superficial ou subsuperficial no material, 
como uma trinca, inclusão ou porosidade, as linhas do campo magnético 
serão distorcidas nessa região.
Atração de Partículas Magnéticas:
Partículas finas, geralmente de ferro ou material ferromagnético, são 
aplicadas na superfície magnetizada do componente. Essas partículas são 
atraídas para as áreas onde ocorreu a distorção do campo magnético 
devido à presença de descontinuidades.
Formação de Indicações:
As partículas magnéticas se acumulam e formam indicações visíveis na 
superfície do material, destacando as áreas afetadas por 
descontinuidades.
ENSAIO POR PARTÍCULAS MAGNÉTICAS
Aplicações Comuns:
O ensaio por partículas magnéticas é amplamente utilizado em setores 
como a indústria petroquímica, automotiva, aeroespacial, metalúrgica e de 
construção naval. Ele é particularmente eficaz na detecção de trincas 
superficiais e subsuperficiais, sendo uma ferramenta valiosa para garantir a 
qualidade e segurança de componentes críticos.
Procedimento Típico:
Preparação da Superfície: A superfície da peça é limpa e preparada para o ensaio, 
removendo-se qualquer revestimento, sujeira ou óleo.
Aplicação do Campo Magnético: Um campo magnético é gerado na peça, podendo 
ser induzido por uma bobina ou por meio de ímãs permanentes.
Aplicação das Partículas Magnéticas: As partículas magnéticas são aplicadas na 
superfície da peça, geralmente na forma de um pó fino.
Inspeção Visual: O inspetor examina a superfície da peça em busca de linhas ou 
aglomerados de partículas, indicativos de possíveis defeitos.
Avaliação e Registro: Caso sejam encontradas descontinuidades, são avaliadas 
quanto à sua natureza, tamanho e impacto na integridade estrutural. Os resultados 
são registrados para documentação e análise.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Partículas magnéticas
O que é partícula magnética?
É um produto desenvolvido a partir do pó de ferro ou óxido de
ferro, com a propriedade de ser visível ou fluorescente, em pó seco
ou diluído em soluções preparadas, utilizado para a detecção de
descontinuidades superficiais ou subsuperficiais em materiais
ferromagnéticos, elaborado para ser utilizado narealização da
Inspeção por Partículas Magnéticas
O que é a Inspeção por Partículas Magnéticas?
Um método de Ensaio Não Destrutivo que torna possível a detecção de 
descontinuidades superficiais e subsuperficiais em materiais ferromagnéticos (o 
material pode ser magnetizado).
Quais são as vantagens da inspeção por partículas magnéticas?
O processo de ensaio é rápido e simples em sua aplicação.
Altamente sensível à detecção de indicações superficiais e subsuperficiais.
As indicações aparecem na mesma peça que se está ensaiando.
O método pode, algumas vezes, funcionar através de camadas de 
contaminantes ou recobrimentos de pequenas espessuras.
O método é viável para a automatização e a inspeção de produção de alto 
volume.
Mais barato e eficiente que outros métodos de controle de qualidade.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Quais são as limitações da inspeção por partículas 
magnéticas?
O material a ser ensaiado deve ser ferromagnético.
Oferece potencial variação e limitações para a 
detecção de indicações na superfície.
A direção do campo magnético deve cruzar com a 
dimensão principal da descontinuidade.
Caso a peça a ser ensaiada tenha uma geometria 
complexa, isto pode apresentar problemas para a 
determinação adequada de amperagem e 
intensidade do campo magnético.
Frequentemente é necessário desmagnetizar a 
peça depois de sua inspeção.
NORMAS
ABNT NBR ISO 9934-1:2017 - Ensaio não destrutivo - Partículas magnéticas - Parte 1: 
Generalidades (ISO 9934-1:2016, IDT):
Esta norma estabelece os princípios gerais e procedimentos para a realização de ensaios de partículas 
magnéticas.
ABNT NBR ISO 9934-2:2017 - Ensaio não destrutivo - Partículas magnéticas - Parte 2: Preparo 
da superfície (ISO 9934-2:2015, IDT):
Aborda os requisitos específicos para o preparo da superfície antes da aplicação do ensaio de 
partículas magnéticas.
ABNT NBR ISO 9934-3:2017 - Ensaio não destrutivo - Partículas magnéticas - Parte 3: 
Equipamentos (ISO 9934-3:2015, IDT):
Estabelece os requisitos para os equipamentos utilizados no ensaio de partículas magnéticas.
ENSAIOS 
NÃO 
DESTRUTIVO
ULTRSASSOM
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
O princípio de funcionamento do ultrassom industrial baseia-se na
propagação de ondas sonoras de alta frequência, acima do limite
audível pelo ouvido humano (geralmente acima de 20 kHz),
através de um meio material. Essas ondas sonoras são geradas por
um transdutor ultrassônico e viajam através do material a ser
inspecionado.
Quando as ondas ultrassônicas encontram uma interface entre
dois materiais diferentes ou uma descontinuidade interna no
material, parte da energia é refletida de volta para o transdutor. O
transdutor capta essas ondas refletidas e as converte em sinais
elétricos. A análise desses sinais permite identificar a presença de
falhas, irregularidades ou características específicas no material.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Funcionamento do ultrassom industrial:
Geração de Ondas Ultrassônicas:
Um transdutor converte energia elétrica em ondas ultrassônicas.
O transdutor emite pulsos de ondas ultrassônicas na direção do material 
que está sendo testado.
Propagação das Ondas no Material:
As ondas ultrassônicas se propagam pelo material.
Quando encontram uma interface entre materiais diferentes ou uma 
descontinuidade, parte da energia é refletida de volta para o transdutor.
Recepção e Análise:
O mesmo transdutor que emitiu as ondas ultrassônicas agora atua como 
um receptor.
Ele registra o tempo que as ondas levam para retornar após a reflexão.
As informações sobre a intensidade e o tempo de retorno são usadas para 
criar imagens ou gráficos que revelam características internas do material, 
como a presença de falhas ou variações na espessura.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Interpretação dos Resultados:
Com base nas informações coletadas, os técnicos podem interpretar os resultados e 
identificar possíveis defeitos, irregularidades ou características do material.
O ultrassom industrial permite a detecção de falhas internas sem a necessidade de 
destruir ou danificar o material em teste. 
É comumente utilizado em setores como a indústria de petróleo e gás, manufatura 
de metais, construção naval, controle de qualidade de soldagens, entre outros.
Tipos comuns de ultrassom industrial:
Ultrassom de Contato:
Neste método, o transdutor 
(sonda) é colocado 
diretamente na superfície do 
material a ser testado. É eficaz 
para inspeções de alta 
resolução em materiais 
relativamente homogêneos.
Ultrassom Automatizado (ou de 
Varredura Automática):
Envolve o uso de sistemas 
automatizados para mover o 
transdutor de maneira controlada 
sobre a superfície do material. Isso é 
frequentemente usado em linhas de 
produção para inspeções rápidas e 
precisas.
Tipos comuns de ultrassom 
industrial:
Ultrassom por Imersão:
O material a ser testado é 
totalmente imerso em um 
líquido (geralmente água) 
para melhorar o 
acoplamento entre o 
transdutor e o material. 
Esse método é 
frequentemente utilizado 
em inspeções 
automatizadas de peças 
complexas.
Tipos comuns de ultrassom industrial:
Ultrassom Aéreo (ou de Ar):
Este método é usado quando a 
imersão não é prática. O transdutor é 
acoplado ao ar, e as ondas 
ultrassônicas atravessam o ar até 
atingir a superfície do material. É 
menos eficiente do que a imersão, 
mas é adequado para muitas 
situações.
Ultrassom Phased Array:
O ultrassom Phased Array envolve o uso de 
um conjunto de elementos transdutores 
controlados eletronicamente para criar feixes 
de ultrassom que podem ser manipulados 
para varrer diferentes áreas e ângulos. Isso 
permite maior flexibilidade e eficiência nas 
inspeções.
Ultrassom TOFD (Time-of-Flight Diffraction):
O TOFD é uma técnica que utiliza a difração do tempo 
de voo das ondas ultrassônicas para detectar e 
dimensionar descontinuidades. É frequentemente 
usado para a detecção de trincas e medição de 
tamanho em soldas.
NORMAS
ABNT NBR ISO 16810:2016 - Ensaio não destrutivo — Ultrassom — Terminologia:
Esta norma estabelece a terminologia utilizada em ensaios não destrutivos por ultrassom, fornecendo definições de termos 
relacionados.
ABNT NBR ISO 16811:2014 - Ensaio não destrutivo — Ultrassom — Características de desempenho de equipamento 
automatizado de exame por ultrassom:
Esta norma define as características de desempenho de equipamentos automatizados de exame por ultrassom.
ABNT NBR ISO 16812:2018 - Ensaio não destrutivo — Ultrassom — Procedimento para ensaio por ultrassom usando 
varredura manual e instrumentação eletrônica:
Estabelece procedimentos para ensaios por ultrassom utilizando varredura manual e instrumentação eletrônica.
ABNT NBR ISO 16817:2016 - Ensaio não destrutivo — Ultrassom — Procedimento para ensaio por ultrassom usando 
varredura manual e técnica de varredura automática por ultrassom usando instrumentação eletrônica:
Similar à norma anterior, esta aborda procedimentos para ensaios por ultrassom, mas inclui também a técnica de varredura 
automática.
ABNT NBR ISO 17640:2013 - Ensaio não destrutivo — Ultrassom — Técnicas básicas:
Estabelece técnicas básicas de ensaios por ultrassom.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Radiografia industrial
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
A radiografia industrial é uma técnica de ensaio não destrutivo
(END) que utiliza radiação ionizante para inspecionar a
integridade e a qualidade de materiais, especialmente em
ambientes industriais. Essa técnica é frequentemente
empregada para detectar falhas internas, como trincas,
porosidades e inclusões, em materiais metálicos.
Existem dois tipos principais de radiografia industrial: a
radiografia tradicional, que utiliza filmes radiográficos para
capturar imagens, e a radiografia digital, que emprega
detectores digitais para registrar as imagens de forma
eletrônica.
Os equipamentos de radiografia industrial geralmente incluem
uma fonte de radiação, como um tubo de raios X ou uma fonte
de isótopos radioativos, e um filme ou detector para registrar a
imagem resultante apósa interação da radiação com o material
sendo inspecionado.
vantagens
A radiografia industrial permite o registro 
permanente do ensaio realizado, uma vez que no 
filme permanecem todas as evidências da inspeção 
de maneira objetiva e incontestável, em relação a 
outros ensaios que são avaliados de modo subjetivo 
pelo inspetor.
O ensaio de gamagrafia pode ser feito no campo, 
isto é, em instalações abertas como tubulações, 
torres de processamento de gasolina, de álcool, 
tanques de armazenamento, alto fornos, dentre 
outros. Outra vantagem é o custo relativamente 
baixo.
Desvantagens
As radiações ionizantes que sensibilizam o filme, provenientes 
tanto dos raios X quanto dos raios gama, são altamente 
prejudiciais ao ser humano. O ensaio requer cuidados especiais 
de proteção aos trabalhadores, que são os membros da equipe 
radiográfica, e aos indivíduos do público, isto é, os que se 
encontram nas vizinhanças do local onde é feito o ensaio; além 
disso, cuidados especiais em relação ao meio-ambiente devem 
ser previstos.
Além do aspecto de segurança, o trabalhador deve ser um 
especialista altamente qualificado, com perfeitos conhecimentos 
de processos de fabricação e soldagem para poder laudar um 
filme radiográfico.
Os ensaios são regulamentados por normas e para sua 
execução é necessária a autorização de organismos como defesa 
civil e prefeituras. Todo trabalhador do ensaio radiográfico deve 
ter uma qualificação fornecida por organismos oficiais, atestando 
seus conhecimentos técnicos.
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
NORMAS
ABNT NBR ISO 17636-1:2013 - Ensaios Não Destrutivos - Ensaios Visuais e Ensaios por Raios X e Gama em Soldas de 
Aços - Parte 1: Raios X e Gama em Aços de Espessura de até 50 mm:
Esta norma estabelece os requisitos para a realização de ensaios por raios X e gama em soldas de aços com espessura de até 50
mm.
ABNT NBR ISO 17636-2:2013 - Ensaios Não Destrutivos - Ensaios Visuais e Ensaios por Raios X e Gama em Soldas de 
Aços - Parte 2: Raios X e Gama em Aços com Espessura Superior a 50 mm:
Similar à norma anterior, mas voltada para a radiografia de aços com espessura superior a 50 mm.
ABNT NBR 15526:2010 - Ensaios Não Destrutivos - Terminologia de Ensaios por Raios X e Gama:
Esta norma estabelece a terminologia utilizada em ensaios não destrutivos por raios X e gama.
ABNT NBR ISO 14096-1:2010 - Ensaios Não Destrutivos - Análise da Qualidade de Imagem Radioscópica - Parte 1: 
Geral:
Aborda a análise da qualidade de imagem radioscópica de forma geral.
ABNT NBR ISO 14096-2:2010 - Ensaios Não Destrutivos - Análise da Qualidade de Imagem Radioscópica - Parte 2: 
Métodos de Ensaios com Fio de Ensaio:
Esta norma fornece métodos específicos para a análise da qualidade de imagem radioscópica usando fios de ensaio.
ENSAIOS NÃO 
DESTRUTIVOS
ENDOSCOPIA 
INDUSTRIAL
ENDOSCOPIA INDUSTRIAL
ENSAIOS NÃO 
DESTRUTIVOS
ESTROBOSCOPIA
O estroboscópio é uma 
ferramenta óptica que permite 
analisar e registrar o movimento 
contínuo ou periódico de 
velocidade de um objeto, como 
se ele estivesse parado. Para isso, 
utiliza flashes de iluminação para 
registar um conjunto de imagens 
discretas que representarão o 
percurso que o objeto realiza.
Por essa razão, é muito usado 
como um importante 
instrumento de manutenção 
preditiva e inspeções visuais, 
sobretudo por não ter a 
necessidade de parar o 
equipamento.
ENSAIOS NÃO 
DESTRUTIVOS
ANÁLISE DE VIBRAÇÕES
ENSAIOS NÃO 
DESTRUTIVOS
ANÁLISE DE ÓLEO
As análises de óleos determinam as propriedades e o grau de contaminantes neles presentes. As
principais propriedades dos óleos que interessam em uma análise são: índice de viscosidade; índice
de acidez; índice de alcalinidade; ponto de fulgor e ponto de congelamento.
Em termos de contaminação dos óleos, interessa saber quanto existe de resíduos de
carbono, partículas metálicas e água. Existem duas formas de se avaliar as informações obtidas a
partir de uma análise de óleo:
Condições do lubrificante – determinação das propriedades físico químicas para garantir uma boa
lubrificação
Condições da máquina – análise de substâncias estranhas (gases ou partículas em suspensão no
lubrificante)
É importante observar que o desempenho dos equipamentos em plantas industriais depende não só
da manutenção em peças e componentes, através de um planejamento de manutenção mecânica
bem organizado e estruturado, mas também de sistemas de lubrificação adequados e eficazes.
ENSAIOS NÃO 
DESTRUTIVOS
TERMOGRAFIA
ENSAIOS NÃO
DESTRUTIVOS
ABENDI:
A Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e
Inspeção - ABENDI é uma entidade técnico-científica,
sem fins lucrativos, de direito privado, com sede em São
Paulo, fundada em Março de 1979, com a finalidade de
difundir as técnicas de END e Inspeção, através de ações
voltadas ao aprimoramento da tecnologia e,
conseqüentemente, do pessoal e das empresas envolvidas
no tema.
	Slide 1: ENSAIOS MECÂNICOS 
	Slide 2: ESAIOS NÃO DESTRUTIVOS -END
	Slide 3: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS CONCEITO:
	Slide 4: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 5: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 6: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 7: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 8
	Slide 9: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 10: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 11: NORMAS
	Slide 12: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVO
	Slide 13: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 18
	Slide 19: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 20: NORMAS
	Slide 21: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVO
	Slide 22: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 23: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 24: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32: NORMAS
	Slide 33: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 34: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 38: NORMAS
	Slide 39: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 40: ENDOSCOPIA INDUSTRIAL
	Slide 41: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 42
	Slide 43: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 44: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
	Slide 48
	Slide 49: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS

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