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viris ↳ funil comum e utilizado em filtrações simples,
com o auxílio de um papel de filtro,e
~ tubo de ensaios utilizado para realiza na transferência de líquidos.
ção de reações químicas
em pequena
escala principal.
mente testes qualitativos .
Poder · balão de fundo chato : utilizado para aquecer
ser aquecidos em movimentos brandamente líquidos e soluções,
circulares diretamente sob a charso. realizar reações com desprendimento
de gás e
armazenar líquidos o
↳ Béquer: utilizado para dissolver uma subs soluções
.
I
tância em outra
, preparar so
lucões em geral , aquerer li- ↳ balão de fundo redondo : utilizado para
I
quidos,dissolver substâncias só aquecer líquidos e soluções e realiz
/
lidas e realizar reações. zar reações em geral.
I
↳ Erbnmeyer vo devido ao ser gargalo estreito é Provetais utilizado para medir volumes de
utilizado para dissolver substâncias, líquidos sem grande precisão.
agitar soluções e aquear liquidos
sobre a tela de amianto. Integra
várias montagens como filtrações,
destilações e titulações. L Balão volumétricos preparar e diluir soluções
com volumes precisos e prefixados.
↳Kitassos frasco com saida Lateral
, utiliza equipamento calibrado, não pode
dos em "filtrações a vácuo." ou ser aquecido.
seja , nas quais é provocado um
vácuo parcial dentro dos recipi
entes para acelerar o processo ↳ vidro de relógios pesagem e transporte de
de filtração. substâncias químicas,
↳Pipeta graduado o utilizada para
medida de la Bastão de vidro a utilizado para agitação de
volumes variáveis de liquidos Soluções e de liquidos, na dissolução
com boa precisão dentro de de sólidos,no auxílio de transferên
uma determinada escala.
cia
Equipamento calibrado. Não agrecer.
↳ Placa de petri vo utilizada para seragem de
L Pipeta volumétrica s medir com grande precisão substâncias. desenvolvimento de
um volume fixo de líquidos . culturou e fungos.
Calibrado. Não aquecer.
↳ Tubo de Thiele s
utilizado na determinação
I
de ponto de fusão das substan
↳ Buretae medir volumes precisos de li- cias
quidos, permite o escoamento con-
trolado através da torneira. Utili
zado em titulações
. Calibrado, ↳ dessecador es guardar substâncias em atmosfera
não aquecer. com baixa umidade
↳ Funil de Separação/decantação s
separar liqui
dos imissiveis e na extração liqui
do - líquido. Funil de bromo. ↳ Funil de Büchner e
utilizado em filtrações
a vácuo junto ao Ritasso.
L condensador e condensar os vapores produzidos
no processo de destilação ou aque. L cadinho n calcinações de substâncias, no aque
cimento sob refluxo. aimento e fusão de Sólidos a altas
temperaturas.
↳ cápsula : evaporação de liquidos . Pode ser
S
aquecido diretamente nachama.
↳ almofariz/pistilo utilizado para trituração 3
pinça metálica es segurar objetos gaventes.
e pulverização de sólidos.
↳ tela de amiantos utilizado para distribuir pisseta/frasco lavador e lavagem de diversos
uniforme o calor recebido da Cha materiais, normalmente com água desti
ma lada or alcool 70%.
3 Argola ou and utilizado parasuporte
de femil de vidro. ↳ espátula transporte de Substâncias sólidas.
↳
garra metálicas utilizado para fixar os diver
sos equipamentos
↳ tromba de vácuo e utilizado para reduzir
a pressão no interior de um frasco.
↳
pinça de madeira es utilizado para segurar
os tubos de ensaio. ↳ pipeta de borracha encher pipeta por sucção
↳ agitador magnético e
para agitar soluções e
I
↳ suporte para tubos de ensaio e
s segurar tubo líquidos. Podem ser só de agitação
e/ou com aquecimento.
↳ tripé s utilizado para dar sustentação à tela l manta aquecedora es
para aguncimento de liqui.
de amianto de ao triângulo de por dos inflamáveis contidos em um balão
clana de fundo redondo.
↳ suporte universal es sustentação aos materiais
balança e para pesagem, extremamente precisa.
do lab.
Boas práticas laboratoriais
Conceito:
As Boas Práticas de Laboratório (BPL) formam um
conjunto de princípios que asseguram a qualidade e a confiabilidade 
de um laboratório no uso seguro de produtos químicos em relação à 
saúde humana, à vida vegetal, animal e ao meio ambiente.
As BPL têm por objetivo a organização dos processos e das 
condições sob as quais os estudos de laboratório são planejados, 
executados, monitorados, registrados e relatado
Princípios
� Divulgar e conscientizar os usuários do laboratório 
sobre
a necessidade da utilização de BPL
� Estabelecer e manter um padrão de segurança
� Reduzir a quantidade de resíduos químicos
� Dispor os resíduos gerados de forma segura
SINAIS DE ADVERTÊNCIA
� Como no trânsito, é comum a utilização de sinais de 
advertência
em laboratórios e rótulos de reagentes para informar aos 
usuários sobre a natureza do produto utilizado. O 
conhecimento desses sinais é desejável (e necessário) 
para as BPL.
� Garantir prestação de serviço de forma segura:
� Certifique-se de estar utilizando os equipamentos de 
proteção adequados: individual (EPI) e coletivo (EPC). 
Lembre-se que o uso desses equipamentos é essencial 
para garantir sua segurança durante o trabalho 
experimental. O EPI básico de um laboratório de ciências 
é constituído por avental (bata) de mangas compridas, 
óculos de proteção e luvas de borracha.
� Evite utilizar os óculos nos pescoço ou sobre a 
cabeça, eles devem proteger os olhos.
 Cabelos compridos devem estar sempre presos com 
elástico ou prendedores.
� Os usuários devem calçar sapatos fechados e utilizar 
calças compridas.
� Nunca ingira ou cheire diretamente uma substância 
que será utilizada na experiência. Nunca prove ou 
manuseie substâncias desconhecidas, sob risco de 
envenenamento.
� Experiências não são brincadeiras! Portanto, 
mantenha uma postura serena para evitar acidentes.
 Não aplicar lentes de contato nem maquiagem dentro do 
laboratório
� Não colocar alimentos nas bancadas, armários nem 
geladeiras do laboratório.
� Não se alimentar dentro do laboratório
� Não trabalhar com material patogênico quando houver 
ferimentos
em mão ou pulso (se imprescindível, cobrir muito bem os
ferimentos)
� A roupa de proteção laboratorial utilizada no 
laboratório não deve
ser guardada com roupas normais;
� É proibido utilizar roupa de proteção laboratorial fora 
do laboratório
� Limpar bem a bancada ao final do expediente/troca de 
plantão
Normas de Biossegurança
❏ Estabelecer as especificações para a segurança, 
aplicáveis no laboratório clínico. O seu conteúdo abrange 
a realização de exames, o desenvolvimento e implantação 
de novos métodos, bem como oferece orientação sobre 
os procedimentos de segurança de todos os envolvidos: 
pacientes ou clientes, colaboradores e meio ambiente.
Definições
❏ Aerossóis
❏ Amostra
❏ Analito
❏ Áreatécnica
❏ Cabinedesegurançabiológica ❏ Capeladeexaustão
❏ Conjuntoparaderramamentos ❏ Desinfecção
❏ Esterilização
❏ EPI
❏ EPC
❏ Ergonomia
O que é biossegurança?
❏ Conjunto de medidas para: ❏ Prevenção
❏ Minimização ❏ Eliminação
❏ Atividades:
❏ Homem
❏ Animais
❏ Meio ambiente
❏ Qualidade dos trabalhos desenvolvidos
↳ centrífuga e separação de misturas invisíveis
do tipo sólido-líquido.
↳ estufa e secagem de materias em geral
↳ capela e manusear substâncias gasosas.
↳ bomba de vácuos reduzir pressão no interior
de um recipiente.
↳ Bico de Bunsen es fonte de calor
para o
aquecimento de materiais não
inflamáveis.
Tipos de Riscos Associados às Atividades Laboratoriais
� Riscos Físicos
� Riscos Biológicos
� Riscos Químicos
� Riscos Ergonômico
� Risco de Acidentes
Riscos físicos
● Equipamentos que geram calor ou chamas;
● Equipamentos de baixa temperatura;
● Material radioativo;
● Pressões anormais;
● Umidade;
● Ruídos e vibrações;
● Radiações não-ionizante;
● Radiação ultravioleta;
● Radiação Infravermelha;
● Raios laser;
● Campos elétricos.
Riscos Biológicos
● Amostras provenientes de seres vivos: plantas, 
animais, bactérias, fungos, parasitas;
● Amostras provenientes de animais e seres humanos: 
sangue, urina, escarro, secreções, derrames cavitários, 
peças cirúrgicas, biópsias, entre outras;
● OrganismosGeneticamente modificados
Riscos Químicos
● Contaminantes do ar;
● Substâncias tóxicas e altamente tóxicas;
● Substâncias explosivas;
● Substâncias Irritantes e nocivas;
● Substâncias oxidantes;
● Substâncias corrosivas;
● Líquidos voláteis;
● Substâncias Inflamáveis;
● Substâncias sólidas corrosivas;
● Substâncias cancerígenas.
Riscos Ergonômicos
● Distância em relação à altura dos balcões, cadeiras, 
prateleiras, gaveteiros, capelas;
● Circulação e obstrução de áreas de trabalho;
● Computadores: altura dos teclados do equipamento 
e da posição de monitores e vídeos para evitar 
distensões de músculos e lesões em tendões;
● Trabalhos de movimentos repetitivos: teclados para 
digitação e pipetas automáticas.
iscos de Acidentes
 ● Equipamentos de vidro;
● Equipamentos e instrumentos perfurocortantes;
● Coleta, manipulação de amostras de sangue e 
outros;
● Fluidos biológicos no laboratório de pesquisa e 
clínico;
● Equipamentos que utilizam gases comprimidos;
● Cuidados com cilindros de gases comprimidos 
inertes e
combustível;
● Equipamento de engrenagem e de sistema de
trituração;
● Equipamentos de emissão de ultrassom.
Níveis de Biossegurança – Classificações de risco
� Avaliação de agentes patogênicos que podem apresentar 
risco real ou potencial para o homem e para o meio ambiente
� Dividem-se em 4 grupos, sendo considerados os seguintes 
critérios:
� Patogenicidade do agente (Incidência/Gravidade)
� Via de transmissão
� Estabilidade do agente
� Dose infecciosa
� Concentração (meio que contém o organismo)
� Origem
� Disponibilidade de dados gerados por estudos animais
� Disponibilidade de profilaxia eficaz
� Vigilância médica
� Experiência e nivel de capacitação dos trabalhadores
Níveis de Biossegurança
� Nível I (NB-1)
� Agentes bem caracterizados e conhecidos por não
provocarem doença em seres humanos
� Baixo risco individual e comunitário
� Risco mínimo ao pessoal do laboratório e meio ambiente
� Trabalho conduzido em bancadas
� Adoção das boas práticas laboratoriais
� Ex: Bacillus subtilis
� Nível II (NB-2):
� Agentes biológicos de risco individual moderado e risco
comunitário médio
� Treinamento específico
� Acesso limitado
� Cuidado especiais com materiais pérfuro-cortantes
� Possibilidade de Aerossóis e borrifos:
� cabines de segurança biológicas
� Pessoal do laboratório deve estar devidamente imunizado
� Ex: Escherichia coli
 Nível III (NB-3):
� Ex: Mycobacterium tuberculosis
� Risco individual alto, risco comunitário baixo
� Trabalho com agentes exóticos que possam causar 
doenças sérias
� Potencialmente fatais
� Resultado de exposição por inalação
� Todos os procedimentos devem ser conduzidos dentro de 
cabines de
segurança biológica
� Características especiais de instalação:
� área de acesso com duas portas
� selamento de entradas de ar
� acesso limitado
� manual de biossegurança específico
� isolado do ambiente externo (sistema de ar independente)
Nível IV (NB-4)
� Ex: vírus Ebola
� Risco individual e comunitário altos
� Agentes exóticos com alto risco de contaminação
� Infecções potencialmente fatais
� potencial elevado de transmissão por aerossóis
� Portas hermeticamente fechadas
� Antessala para troca de roupa
� chuveiro de descontaminação
� roupas descartáveis
 
 Mapa d
Cabines de segurança biológica
� Contenção primária
� Classe I e II (III em algumas literaturas)
� Filtros HEPA: “high efficiency particulate absorbing" or, 
as officially
defined by the Department of Energy (DOE) "high 
efficiency particulate air”
� Proteção do material de pesquisa contra 
contaminações
Cabines de segurança biológica
� Rede de fibras arranjadas ao acaso
� Variam em densidade e diâmetro
� Espaço de ar entre fibras (passagem) 0.3mm
� entretanto barra partículas muito menores
� espaços de ar não formam tubos retos e contínuos
� Filtro HEPA
� Manutenção da esterilidade do ar dentro da cabine
� Garantia do não-escape de material para o ambiente
Cabines de segurança biológica
� Cabine de classe I
� Fornecem proteção individual e
ambiental
� Porém, não fornecem proteção ao
produto
� O ar entra pela parte frontal, se move
pelo espaço de trabalho e é
descartado pelo filtro HEPA
� Podem ser utilizados para NB 1 e 2
Cabines de segurança biológica
� Cabine de classe II tipo A1
� Fornecem proteção pessoal, ambiental e
ao produto
� Recircula o ar dentro da zona de
contenção
� Podem ser utilizados para NB 1, 2 e 3
� Cabine de classe II tipo A2
� A exaustão do gabinete pode ser
recirculada para a sala ou expelida para a atmosfera 
externa através de uma conexão do tipo canopla.
� Podem ser utilizados para NB 1, 2 e
� Cabine de classe II tipo B1
� A exaustão da Cabine para a
atmosfera externa é feita por meio de uma conexão de 
duto rígido, conforme mostrado.
� O plenum positivamente pressionado neste exemplo não 
está contaminado, pois o ar é filtrado antes de passar 
pelos ventiladores de exaustão.
� Podem ser utilizados para NB 1, 2 e 3
 
 � �
�
Cabine de classe II tipo B2
A exaustão da Cabine é feita para a atmosfera externa por 
meio de uma conexão de duto rígido, conforme mostrado.
Cabine para uso de NB 4
Cabines de segurança biológica
� Capela de exaustão química
� Tem como função exaurir vapores,
gases e fumos, mas serve também, como uma barreira 
física entre as reações químicas e o ambiente de 
laboratório
� Proteção aos usuários e ao ambiente contra a 
exposição de gases nocivos, tóxicos, derramamento de
produtos químicos e fogo.

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