Prévia do material em texto
Disciplina: TÉCNICAS DE REVESTIMENTO
Professor: Antônio Neves de Carvalho Júnior
MÓDULO 2: REVESTIMENTOS CERÂMICOS E ROCHAS ORNAMENTAIS
2
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
REVESTIMENTOS CERÂMICOS
Introdução
. Material cerâmico tendo uma camada de base ("biscoito") constituída de argilas
plásticas, quartzo, caulim e fundentes e uma camada de cobertura esmaltada vidrada
constituída de quartzo finamente moído, óxido de chumbo, estanho e óxidos coloridos.
Normalmente de formato quadrado ou retangular com dimensões variadas.
Classificação
. NORMA ABNT NBR- 13.818 Placas cerâmicas para revestimento –Especificação e
métodos de ensaios
. MERCADO
Extra
Primeira
Comercial
Refugo ou caco cerâmico
Processo de fabricação Classificação segundo
grupo de absorção
Faixa de absorção d´água
Extrudado AI Abs ≤ 3 %
AIIa 3 % 10 %
Prensado BIa Abs ≤ 0,5 %
BIb 0,5 % 10 %
3
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
Tipos
BI-QUEIMA : biscoito queimado na faixa de 950 ºC , aplicação do vidrado na
linha de esmaltação e posterior queima na faixa de 850 º C. Baixa resistência
mecânica e ao impacto. Alta porosidade e absorção d´água (acima de 10 %)
MONOQUEIMA POROSA : biscoito e esmalte queimados uma única vez em
temperaturas na faixa de 900 a 950 º C. Baixa interligação entre a massa e o
esmalte
MONOQUEIMA GRES : biscoito e esmalte queimados uma única vez em
temperaturas na faixa de 1180 ºC a 1300 ºC. Alta aderência entre esmalte e
biscoito. Partículas sólidas de argila se fundem. Baixa quantidade de poros
abertos. Elevada resistência mecânica e ao impacto e baixa absorção d´água
Principais ensaios e recomendações
Norma ABNT NBR 13.818/97 – Placas cerâmicas para revestimento – Especificação e
métodos de ensaio.
Classes de absorção d´água/Módulo de ruptura
(Norma ISO 10.545)
Classes Absorção
d´água
Denominação Uso
recomendado
Módulo de
ruptura
(kg/cm2)
Ia 0 a 0,5 Porcelana Piso e parede 350 a 500
Ib 0,5 a 3 Gres Piso e parede 300 a 400
IIa 3 a 6 Baixa
absorção
Piso e parede 220 a 350
IIb 6 a 10 Semiporoso Piso e parede
(recomendado)
180 a 300
III 10 a 20 Poroso Parede
(admitido piso)
150 a 200
4
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
ROTEIRO PARA REALIZAÇÃO DE PROJETO DE FACHADA EM
REVESTIMENTO CERÂMICO
Preparo da base
. Camada de regularização (emboço) preferencialmente aplicada sobre alvenaria
chapiscada
. Condições da alvenaria para recebimento da argamassa de regularização (conforme já
apresentado anteriormente) :
- remoção de materiais pulverulentos (pó, barro, fuligem) → vassoura e se
necessário lavagem
- remoção de fungos (bolor) e microorganismos → água em abundância,
solução de hipoclorito de sódio (4 a 6 % de cloro), água em abundância
- remoção de substâncias gordurosas e eflorescências → água em abundância,
solução de 5 a 10 % de ácido muriático, água em abundância
- base de concreto → remoção de película de desmoldante (escova de aço,
detergente, água pressurizada), remoção e/ou tratamento de pregos e arames
(zarcão), tratamento de brocas (argamassas com aditivo adesivo ou grout)
. Características do emboço (norma ABNT NBR 13.755/96):
- espessura entre 20 e 80 mm
- idade mínima de 14 dias (ideal de 30 dias)
- textura áspera
- desvio de planeza inferior a 3 mm em relação a régua retilínea de 2 metros
- não deve apresentar som cavo sob percussão
- resistência de aderência à tração superior a 0,3 MPa (8 resultados para cada
série de 12 CPs)
- Resistência de aderência superficial de acordo com o quadro seguinte:
- limpeza
Ensaio Amostragem
mínima
Resultado do ensaio
MPa
Comentários
Resistência
de
aderência
superficial
12 CP
a cada 2000 m2
Pelo menos oito CP ≥ 0,5 Aprovado
0,3 ≤ oito CPdo limitador da
junta quando da execução da mesma (material de enchimento → espuma de
polietileno expandido)
- quando do rejuntamento das juntas de assentamento, as juntas de
movimentação são vedadas com papel
- introdução do limitador de junta (espuma de polietileno expandido) e
aplicação do selante da junta (mástique a base de poliuretano) utilizando-se
fita crepe nas bordas das cerâmicas
7
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
. Parâmetros para cálculo
- utilizam-se os mesmos apresentados para as juntas de assentamento,
admitindo-se que as solicitações irreversíveis oriundas da expansão por
umidade (também conhecida como dilatação higroscópica) foram absorvidas
pelas juntas de assentamento, trabalhando-se portanto, neste
dimensionamento, somente com a dilatação térmica
. Novas abordagens para os cálculos de juntas de movimentação horizontais :
- Segundo a publicação “Direct Adhered Ceramic Tile, Stone and Thin Brick
Facades - Technical Design Manual” o cálculo da largura das juntas
horizontais de movimentação para cada pavimento, para um prédio em
concreto armado com X metros de altura, para controle exclusivamente das
movimentações verticais, será função de sua movimentação térmica, retração,
fluência e deformação elástica, onde a movimentação total será expressa por :
0,006 . X . Z + 0,94 . X ,
(X = altura total do prédio e Z = variação da temperatura em º C)
Critérios : . a largura das juntas deve ser de 3 a 4 vezes a
movimentação total das juntas
. a largura de cada junta deve ser de no mínimo 10 mm
- Portanto a largura total das juntas horizontais será de:
3 . (0,006 . X . Z + 0,94 . X)
e, consequentemente a largura de cada junta horizontal de movimentação será
de :
3 .(0,006 . X . Z + 0,94 . X)
n
(X = altura total do prédio, Z = variação da temperatura em º C e n = número
de pavimentos, incluindo o térreo, + 1, para se considerar uma junta ao nível
do piso térreo)
8
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
. Exemplos de projetos de juntas de movimentação :
9
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
. Juntas de dessolidarização :
- São utilizadas nas mudanças de direção entre um mesmo revestimento e nas
transições entre revestimentos diferentes (conforme exemplos apresentados a
seguir)
Emboço
Selante elastomérico (face
aparente em torno de 10 mm)
Fita crepe
Revestimento
Fita crepe
Revestimento
Emboço
Selante elastomérico (face
aparente em torno de 10 mm)
Fita crepe
6 mm
6 mm
Granito ou mármore
Mastique à
base de
poliuretano
Argamassa
colante
Revestimento
cerâmico
Fita crepe
10
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
Principais parâmetros de aceitação (NBR 13.755/2017)
. Não deve ser verificado som cavo no teste de percussão
. Planeza : as irregularidades graduais não devem superar 3 mm em relação a uma
régua de 2 metros de comprimento e o desnível entre peças cerâmicas contíguas não
deve ser maior que 1 mm. Os ressaltos entre partes do revestimento separadas por
junta de movimentação ou junta estrutural não devem ser maiores que 3 mm
. Aderência: Deve atende ao especificado no quadro seguinte:
Referências normativas
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Revestimento de
paredes externas e fachadas com placas cerâmicas com utilização de
argamassa colante – Procedimento. NBR 13.755. Rio de Janeiro, 2017.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Placas cerâmicas
para revestimento – Especificação e métodos de ensaio. NBR 13.818. Rio de
Janeiro, 1997.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Argamassa colante
industrializada para assentamento de placas de cerâmica – Especificação.
NBR 14.081. Rio de Janeiro, 2012.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. A. R. Argamassa a
base de cimento Portland para rejuntamento de placas de cerâmica –
Requisitos e métodos de ensaio. NBR 14.992. Rio de Janeiro, 2003.
5. GOLDBERG, R. P., Direct Adhered Ceramic Tile, Stone and Thin Brick
Facades - Technical Design Manual. Laticrete International, Inc. 1998.
Ensaio Amostragem
mínima
Resultado do ensaio
MPa
Comentários
Resistência
de
aderência
das placas
ao emboço
12 CP
a cada 2000 m2
Pelo menos oito CP ≥ 0,5 Aprovado
0,3 ≤ oito CPem geral : encaixes, ranhuras e furação das placas, dispositivos
de fixação, juntas de dilatação, fixações ao suporte, etc.;
c) memorial descritivo com especificação dos materiais e serviços;
d) tolerância máxima permitida para os desvios de prumo e planicidade do revestimento;
e) tipo de solda quando existir, e os cuidados necessários para a sua execução nos
dispositivos de fixação e destes com quaisquer parte do suporte.
. Quanto ao item c citado anteriormente (tolerâncias) o CSTB (Centre Scientifique et
Technique du Bátiment - 1984) recomenda os seguintes procedimentos :
Apoiando-se uma régua de 2 m de comprimento no revestimento, em qualquer sentido do
mesmo, o máximo desvio permitido é de 5 mm. Com uma linha de pedreiro
(comprimento máximo igual a 10 m) apoiada no revestimento, as flechas máximas
13
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
medidas sob a linha deverão ser de 10 mm. O desvio máximo de verticalidade
correntemente aceito em relação a altura de um pavimento (menor que 3 m) é de 5 mm.
Para os edifícios de altura inferior a 28 m, o desvio máximo em relação a altura total do
mesmo deverá ser de 25 mm. Para edifícios com altura superior a 28 m não é mencionado
nenhum critério a ser adotado
. Para efeito de dimensionamento é de fundamental importância conhecer a que esforços
as placas de rochas e seus dispositivos de fixação estarão submetidos. A norma ABNT
NBR 13.707/96 identifica estas solicitações :
a) cargas paralelas ao plano das placas :
- peso próprio da placa;
- peso próprio de eventual camada de isolação térmica;
b) cargas perpendiculares ao plano das placas :
- ação de vento;
- impactos acidentais;
- peso próprio das placas quando colocadas na horizontal;
c) movimento relativo do suporte e do revestimento :
- deformações devidas às variações higrotérmicas;
- deformações permanentes devidas à retração e à deformação lenta do concreto.
. Principais materiais utilizados no assentamento, fixação mecânica e rejuntamento das
placas :
argamassas
selantes elastoméricos
aço inoxidável, cobre e suas ligas, aço-carbono (galvanizado) e alumínio
. O CSTB (citado anteriormente) e o CSTC (Centre Scientifique et Technique de la
Construction - 1983) recomendam posicionar uma junta de movimentação horizontal a
cada 3 m e uma junta vertical a cada 8 m, independente do tipo de pedra, da variação
térmica ou do tipo de estrutura
Estocagem
. Por ser material natural poderiam ser estocadas a céu aberto, porém, dependendo da
porosidade e permeabilidade, devem ser estocadas em local coberto, sem estar em contato
com o solo e se possível coberto com lona plástica. A estocagem das placas pode ser
horizontal (separadas por ripas) ou vertical (em cavalete, separadas por ripas)
14
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
Assentamentos das rochas ornamentais
Referências :
. Com as vistas frontais das superfícies a revestir dispor eixos de referência para o
assentamento. Os eixos verticais (prumos compostos de corpos de prova de concreto
pendurados por arames fixados na platibanda através de ferros de construção) são
dispostos em posições particulares (cantos da edificação e aberturas de janelas). Os eixos
horizontais (arames ou linhas de pedreiro fixadas com pregos) são marcados com auxílio
de mangueira de nível ou nível a laser, dispostos a cada pavimento ou menos
Tipos de fixação :
. Com argamassa convencional : grampos
. Com argamassa colante tipo AC-III : G-FIX, parafusos
O USO DA ARGAMASSA COLANTE PARA ASSENTAMENTO DAS PLACAS
CONDUZ A ALGUNS DETALHES, QUE SÃO DESCRITOS A SEGUIR:
. Deve-se utilizar argamassa colante tipo AC-III. Esta argamassa é aplicada com
desempenadeira de aço denteada, estendendo-a na parede com o lado liso e frisando-a
com o lado denteado. Neste caso, o formato dos dentes da desempenadeira deve ser
quadrado de dimensões 8 x 8 x 8 mm
. A argamassa deverá ser aplicada em camada única, isto é, apenas no emboço, caso a
peça seja limitada a dimensão de 20 x 20 cm. Para dimensões acima desta aconselha-se a
aplicação de argamassa colante em dupla camada, ou seja, aplicação na base e nas costas
da placa. Com placas com dimensões acima de 40 x 60 aconselha-se desempenadeira
com dimensão dos dentes de 12 mm
. Deve-se respeitar a espessura recomendada pelo fabricante da argamassa que estiver
sendo usada. Deve-se controlar o desgaste dos dentes da desempenadeira, pois a
quantidade de argamassa colante que permanece após o frisamento é função da sua
dimensão. Desempenadeiras com dentes gastos (diminuição da altura dos dentes em 1
mm) devem ser substituídas por novas ou devem ter a altura dos seus dentes recomposta
. O assentamento do revestimento com a utilização de argamassa colante exige que as
placas não estejam molhadas para que não ocorra prejuízo de aderência (a não ser que
hajam recomendações contrárias do fabricante da argamassa). Caso as placas estejam
sujas de poeira ou partículas soltas, estas deverão ser removidas com a utilização de um
pano seco. Em situações em que se faça necessário a molhagem das placas para a sua
limpeza, estas não deverão ser assentadas antes de sua completa secagem
. A placa de rocha ornamental limpa e seca será aplicada sobre os cordões de argamassa
colante ligeiramente fora de posição, sendo, em seguida, pressionada e arrastada até a sua
posição final, de modo a romper os filetes da argamassa. Atingida a posição final, a placa
deverá ser suficientemente percutida com os dedos ou com um martelo de borracha, para
não danificar sua face polida ou provocar a quebra da mesma. Uma percussão adequada é
15
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
fundamental, pois aumenta a área de contato da argamassa com a placa, aumentando,
assim, a sua resistência ao arrancamento. A percussão deverá ser feita até o
extravasamento da argamassa colante pelas laterais da placa
. Após o assentamento, recomenda-se a limpeza da placa num prazo inferior a 1 hora.
Esta deverá ser feita com esponja de espuma de poliuretano limpa e úmida, seguida de
secagem com estopa limpa. Preferencialmente, nunca devem ser utilizados ácidos para a
limpeza, devido a possibilidade dos mesmos provocarem manchas indesejáveis nas placas
(os ácidos, tais como o ácido muriático, podem atacar quimicamente materiais como os
mármores e em granitos podem provocar manchas avermelhadas devido a remoção de
íons de ferro originados da biotita e da granada)
. O preparo e utilização da argamassa colante demanda os cuidados já explicitados no
assentamento do revestimentos cerâmicos
. Sem argamassa : Com inserts metálicos
Exemplo de sistema de fachada aerada :
16
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
FUROS NAS PLACAS
. Segundo o CSTC (1983) os furos, ou devem se localizar a uma distância mínima entre o
seu eixo e o canto correspondente de 1/4 a 1/5 do comprimento da placa, ou devem
respeitar uma distância mínima do canto igual a três vezes a espessura da placa. A mesma
entidade (1967) acrescenta que o diâmetro dos furos deve ser da ordem de 2mm maior
que o diâmetro do corpo metálico e também que a distâmcia entre o furo e a face
posterior interna da placa deve ser no mínimo de 10 mm
. O elemento metálico deve ser limpo para facilitar sua aderência com o selante no
interior do furo. O preenchimento dos furos da placa com selante traz duas vantagens :
evita o contato metálico com a placa e inibe vibrações passíveis durante a vida útil da
placa
FUROS NA BASE
. O posicionamento dos furos de fixação dos chumbadores de expansão devem ser
realizados em conformidade com o projeto estrutural, entre outros. Deve-se evitar :- áreas de grande concentração de armadura
- dutos de instalação elétrica/hidráulica
- furos de travamentos das formas
- proximidades de brocas não tratadas
JUNTAS DE DILATAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO
. Juntas de dilatação (ou assentamento):
- Materiais:
argamassas ( 2 a 5 % resilientes)
selantes elastoméricos (silicones e mástiques 20 a 25 % resilientes)
- Fita crepe como limitador : evitar manchamentos
- Limpeza de selantes : álcool etílico ou isopropanol
- Frisamento para obtenção do abaulamento : dedo com luva de PVC, cano ou
ferro redondo
. Juntas de movimentação
- Material de enchimento : boa resiliência (espuma de polietileno expandido,
isopor)
- Material selante : silicones e mástiques (deformação sem ruptura - 20 a 25 %)
- Fator forma : dois para um (duas unidades na largura e uma na profundidade)
- Adesividade : o selante deve estar bem aderido a placa e mal aderido ao material
de enchimento
17
Curso de Especialização em Construção Civil
Disciplina: Técnicas de Revestimento
Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior
Exemplo de junta de movimentação :
Limpeza
. É recomendável que a limpeza do material de rejuntamento sobre a face da placa seja
feita após 15 minutos, com um pano limpo e úmido e, após mais 15 minutos, deve-se
finalizar esta limpeza com um pano seco. A limpeza deverá ser eficiente de modo a evitar
a necessidade de posterior utilização de ácido muriático na limpeza final. Para limpeza
mais pesadas, água + sabão neutro + palha de aço nº 0.
Referências Bibliográficas
FLAIN, E. P. ; Tecnologia de Produção de Revestimentos de Fachadas de Edifícios
em Placas Pétreas. Dissertação de Mestrado. USP. São Paulo, 1995.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de revestimento de
paredes e estruturas com placas de rocha. Procedimento.
NBR 13.707. Rio de Janeiro, 1996.
CARVALHO JR., A. N. ; Notas de aula de Construção de Edifícios II . Belo Horizonte,
1994.
CUNHA, M. G., Trabalhos encaminhados e correspondências pessoais. Belo
Horizonte, 1997.