Logo Passei Direto
Buscar

Atlas De Anatomia Imagens Humanas E Veterinarias ( etc )

Ferramentas de estudo

Material
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Organizadores
Cristiane Regina Ruiz
Almir Inacio da Nobrega 
Atlas de
Anatomia 
Imagens Humanas
e Veterinárias
Difusão
Editora
Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio 
e processo, sem a prévia autorização e scrita da Difusão Editora.
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
 Atlas de anatomia [livro eletrônico]: imagens humanas e 
 veterinárias / organizadores Cristiane Regina Ruiz, 
 Almir Inácio da Nóbrega. -- São Caetano do Sul, SP: 
 Difusão Editora, 2015. 16 Mb; PDF
 Vários autores.
 Bibliografia.
 ISBN 978-85-7808-194-2
 1. Anatomia humana - Atlas 2. Anatomia veterinária - Atlas I. Ruiz, 
Cristiane Regina. II. Nóbrega, Almir Inácio da.
15-07602 CDD -611.00222
 -636.089
Índices para catálogo sistemático:
1. Anatomia humana: Atlas: Ciências médicas 611.00222
2. Anatomia veterinária: Atlas: Ciências veterinárias 636.089
A responsabilidade civil ou criminal pelos procedimentos técnicos, bem como todas as 
informações contidas nos capítulos dessa obra são de responsabilidade do autor. A editora 
não se responsabiliza pelos erros ou omissões, nem por eventuais consequências da 
aplicação incorreta das informações contidas na obra.
Copyright © 2015 Difusão Editora. Todos os direitos reservados.
Rua José Paolone, 72 – São Caetano do Sul – SP – CEP 09521-370
difusao@difusaoeditora.com.br – www.difusaoeditora.com.br
Fone/fax: (11) 4227-9400
Difusão
Editora
ISBN: 978-85-7808-194-2
Ficha técnica
Editora: Michelle Fernandes Aranha
Gerente de produção: Genilda Ferreira Murta
Coordenador editorial: Neto Bach
Capa: Farol Editora e Design
Projeto gráfico e editoração: Farol Editora e Design
Cristiane Regina Ruiz
Doutora. Coordenadora do curso de Especialização em Anatomia 
Macroscópia e por Imagens do Centro Universitário São Camilo. 
Docente dos cursos de Biomedicina, Tecnologia em Radiologia Médica 
e Especialização do Centro Universitário São Camilo.
Almir Inacio da Nobrega
Biólogo, técnico em Radiologia, especialista em Fisiologia Huma-
na, mestre em Engenharia Biomédica, coordenador do curso supe-
rior de Tecnologia em Radiologia da Faculdade Método de São Paulo 
(Famesp), professor de Tomografia Computadorizada e Ressonância 
Magnética no Centro Universitário São Camilo – SP, coordenador téc-
nico no Centro de Diagnóstico por Imagens do Hospital Santa Ca-
tarina – SP e diretor da Associação de Tecnologia em Radiologia do 
Estado de São Paulo.
Elvira Miranda
Mestre em Bioética pelo Centro Universitário São Camilo – SP. Biomé-
dica. Pós-graduada em Gestão e EAD pela Universidade de São Paulo 
(USP). Docente do curso de Graduação do Centro Universitário UniÍtalo 
e Docente em Ressonância Magnética para cursos de Pós-Graduação 
em Imagenologia nos Institutos Cimas, Faculdade Método de São Paulo 
(Famesp), Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e Senac-SP. Tem 
experiência na área de Medicina, com ênfase em Radiologia Médica.
Sobre os autores
Milton Kolber
Médico Veterinário. Doutor em Medicina Veterinária pela Faculdade 
de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo 
(USP). Docente da Universidade Metodista, Universidade Paulista 
(Unip) e Universidade Metropolitana de Santos (Unimes).
Nader Wafae (in memoriam)
Doutor em Anatomia pela Universidade Federal de São Paulo (Uni-
fesp). Foi professor Titular de Anatomia na Unifesp, na Faculdade de 
Medicina das Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto 
Central – DF e na Faculdade de Medicina do Oeste Paulista (Unoeste), 
de Presidente Prudente.
Valdemir Rodrigues Pereira
Mestre. Docente dos Cursos de Fisioterapia, Tecnologia em Radiologia 
e Eixo das Ciências Biológicas do Centro Universitário São Camilo.
Apresentação
A anatomia humana, desde seu surgimento, despertou diferentes graus de interesse por 
parte dos estudiosos e da sociedade. Esta disciplina tem importância fundamental na con-
tribuição às ciências da vida e da saúde sempre criando novos métodos de estudo e de pre-
servação do corpo humano, sua principal fonte de pesquisa e informação.
Desde a pré-história, os humanos sempre estiveram atentos a algumas de suas estruturas 
anatômicas. No Egito e na Mesopotâmia, o estudo anatômico mesclava-se com a religiosi-
dade. A mumificação, apesar de contribuir para a conservação dos corpos, não foi registra-
da, e na época não era bem vista pela sociedade por exigir certa mutilação do corpo, sendo 
muitas vezes considerada um ato demoníaco.
Foi na Grécia antiga que a Anatomia ganhou maior aceitação como ciência. Nomes im-
portantes que se destacaram neste período foram Hipócrates e Aristóteles. 
Em Roma não houve grandes avanços na Medicina e, por conseguinte, a Anatomia per-
maneceu estagnada. Nessa época os médicos adquiriam seus conhecimentos anatômicos 
mediante dissecações de animais. 
Na Idade Média o conceito de sacralidade do corpo impediu o progresso da medicina. A 
primeira dissecação autorizada em Montpellier (cidade onde Vesalius estudou) em 1375 foi 
imediatamente considerada obscena e novamente proibida. 
No Renascimento, o estudo do corpo humano chamou a atenção de vários artistas e 
pensadores e a Anatomia difundiu-se rapidamente nas universidades e as dissecações hu-
manas se tornam parte integrante do currículo médico. Um fator, no entanto, dificultante 
do estudo anatômico era a rápida putrefação dos cadáveres, pois não haviam técnicas de 
preservação adequadas e a dissecação se tornava uma maratona que se prolongava por 
cerca de quatro dias. 
Nos últimos anos do século XIX iniciou-se uma nova revolução científica global que con-
tinua até os dias de hoje. Entre os avanços tecnológicos, se destacam os métodos de exame 
e diagnóstico por imagens (radiografias, tomografia computadorizada, ultrassonografia, 
ressonância magnética, endoscopia etc.), a microscopia eletrônica, fazendo com que o es-
tudo da anatomia se desenvolva cada vez mais por meio das especializações e da pesquisa 
mais detalhada e mais complexa. 
Esta temática da Anatomia Humana inserida num contexto mais tecnológico é estuda-
da hoje em dia pela maioria dos profissionais da área da Saúde. A partir dos fundamentos 
anatômicos básicos da anatomia convencional aliada aos conceitos da anatomia seccional, 
os profissionais e estudantes têm condições de compreender a anatomia demonstrada em 
imagens de RX, TC, RM e US, fato que contribui para um desempenho profissional mais 
eficiente no panorama multiprofissional atual visto que o uso de imagens em RX, TC, RM e 
US têm crescido espantosamente, sendo inseridas numa gama enorme de profissões gene-
ralistas, não sendo mais usadas somente pelos especialistas.
Esta obra é uma ferramenta imprescindível para todos os profissionais graduados de di-
versas áreas da Saúde que utilizam conhecimento anatômico, além de docentes de diversas 
disciplinas que querem obter conhecimentos mais aprofundados sobre a anatomia humana 
e animal em imagens. A criação de uma obra nacional deste nível, desenvolvida por profis-
sionais especialistas no assunto e com o rigor metodológico e atualização da terminologia 
anatômica vai de encontro às necessidades de profissionais e estudantes que hoje mais do 
que nunca têm consciência de que sua prática profissional depende de um aprofundamento 
maior da Anatomia. Com imagens de RX convencional, exames radiográficos contrastados, 
mamografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética e exames radiográficos 
veterinários este livro vai ao encontro desses dois tipos de público suprindo uma necessida-
de de mercado presente nos últimos anos subsidiando esse profissional seja para o desem-
penho de suas funções profissionais ou na docência. 
Prof.a Dra. Cristiane Regina Ruiz
 Coordenadora do curso de Especialização em Anatomia Macroscópica e por Imagens do 
Centro Universitário São Camilo
Agradecimento
A ideia de publicar este atlas foi concebida a partir da convivência com uma das pessoasCartilagem tireóidea
Músculo 
esternocleidomastóideo
Costela
Fig. 28 – rm região CerViCAL SAgitAL t1
Fig. 27 – rm região CerViCAL SAgitAL t1
Dente do áxis
Ligamento longitudinal 
posterior
Ligamento amarelo
Ligamento 
supraespinal
Arco posterior do atlas
Osso occipital
Processo espinhoso
Corpo vertebral
Disco intervertebral
Cisterna cerebelo 
bulbar posterior
Ligamento 
longitudinal anterior
Medula espinal
Corpo do áxis
Clivo
Arco anterior 
do atlas
Manúbrio do esterno
Fig. 29 – rm região CerViCAL CoronAL t1 
Fig. 30 – rm região CerViCAL CoronAL t1
Orelha externa
Atlas 
(massa lateral)
Costela
Músculo trapézio
Músculo trapézio
Ponte
Dente do axis
Corpo vertebral 
(axis)
Pulmão esquerdoPulmão direito
Medula espinal
Disco 
intervertebral
Corpo vertebral
Articulação dos 
processos articulares
Fig. 31 – rm região LombAr SAgitAL t2
Corpo da vértebra
Forame intervertebral
Disco intervertebral (L3 – L4)
Pedículo
Incisura vertebral 
inferior
Incisura vertebral 
superior
Fig. 32 – rm região LombAr SAgitAL t2
Processo espinhoso
Cauda equina
Ligamento longitudinal 
posterior
Ligamento amarelo
Saco dural
Ligamento 
longitudinal anterior
Promontório sacral
Fig. 34 – rm região LombAr AxiAL t1
Corpo vertebral
Músculo psoas maiorRim direito
Músculo quadrado 
do lombo
Processo espinhoso
Fig. 33 – rm região toráCiCA AxiAL t2
Pulmão
Músculo trapézio
Corpo da costela
Articulação 
costotransversária
Processo transverso
Corpo vertebral
Articulação da cabeça 
da costela
Músculo latíssimo 
do dorso
Processo transverso
Cabeça da costela
Tubérculo da costela
Colo da costela
Parte abdominal da aorta
Veia cava 
inferior
Fig. 35 – rm região LombAr AxiAL t1
Fig. 36 – rm região LombAr AxiAL t1
Ligamento amarelo
Ligamento 
longitudinal anterior
Ganglio sensitivo do 
nervo espinal
Músculo eretor 
da espinha
Veia cava inferior
Articulação dos 
processos articulares
Parte abdominal 
da aorta
Forame vertebral 
com cauda equina
Ligamento 
longitudinal posterior
Fig. 37 – rm região LombA SACrAL AxiAL t1
Músculo ilíaco
Ílio
Asa do sacro
Músculo psoas maior
Articulação 
sacroilíaca
Crista sacral 
mediana
Fig. 38 – rm Abdome SuPerior SSFSe
Rim direito
Lobo hepático 
direito
Disco 
intervertebral
Rim esquerdo
Baço
Fig. 39 – rm Abdome SuPerior SSFSe
Aorta
Músculo diafragma
Colo descendente
Músculo psoas 
maior
Porta do fígado Estômago
Fig. 40 – rm Abdome SuPerior SSFSe
Parte abdominal 
da aorta
A. iliaca comum 
direita
Alças do intestino 
delgado
A. iliaca comum 
esquerda
Pulmão esquerdo
Colo ascendente
Fig. 41 – rm Abdome SuPerior SSFSe
Fundo gástrico
Veia porta
Baço
Duodeno
Colo descendente
Músculo oblíquo
externo do abdome
Lobo hepático 
esquerdo
Lobo hepático 
direito
Fig. 42 – rm Abdome SuPerior SSFSe
V. cava inferior
Aorta
Músculo diafragma
Colo descendente
Músculo 
psoas maior
Porta do fígado Estômago
Ducto hepático
Comum
Fig. 43 – rm Abdome SuPerior AxiAL t1 
Fig. 44 – rm Abdome SuPerior AxiAL t1
Colo descendente
Baço
Lobo hepático 
direito
Pilar direito do 
diafragma
Parte abdominal 
da aorta
Alças do intestino 
delgado
Pilar esquerdo do 
diafragma
Músculo latíssimo 
do dorso
Músculo eretor 
da espinha
Lobo hepático 
esquerdo
Colo transverso
Veia cava inferior
Fig. 45 – rm Abdome SuPerior AxiAL t1
Fig. 46 – rm Abdome SuPerior AxiAL t1
Músculo reto 
do abdome
Músculo transverso 
do abdome
Músculo oblíquo 
externo do abdome
Veia porta
Rim direito
Colo descendente
Tronco celiaco
Pâncreas
Rim esquerdo
Vesícula biliar
Músculo oblíquo 
interno do abdome
Fig. 47 – rm PeLVe AxiAL t1
Fig. 48 – rm PeLVe AxiAL t1
Músculo psoas 
maior
Músculo glúteo 
médio
Osso do quadril 
(ílio)
Artéria ilíaca 
comum
Crista sacral 
mediana
Veia ilíaca 
comum
Músculo ilíaco
Músculo reto 
do abdome
Ceco
Asa do sacro
Colo descendente
Articulação 
sacroilíaca
Músculo glúteo 
máximo
Fig. 49 – rm PeLVe AxiAL t1
Ânus
Ísquio
Músculo pectineo
Músculo reto do 
abdome
Sínfise púbica
Músculo sartório
Músculo iliopsoas
Músculo vasto lateral
Fêmur
Músculo glúteo 
máximo
Fig. 50 – rm PeLVe AxiAL t1
Alças intestinais 
(I.D)
Músculo iliopsas
Músculo glúteo 
máximo
Fenda 
interglútea
Fig. 51 – rm PeLVe AxiAL t1
Fig. 52 – rm PeLVe AxiAL t1
Trocanter maior
Músculo reto do 
abdome
Fundo do útero
Cavidade do útero
Articulação do 
quadril
Reto
Músculo reto do 
abdome
Bexiga urinária
Cabeça do fêmur
Cabeça do fêmur
Músculo glúteo 
máximo
Reto
Ovário direito
Fig. 53 – rm PeLVe SAgitAL t2 – SuPreSSão de 
gordurA
LIV
LV
Alças do intestino
Promontório
Bexiga urinária
Púbis
Coccix
Fig. 54 – rm PeLVe SAgitAL t2 – SuSPenSão de 
gordurA
Colo sigmoide
Corpo do útero
Fundo do útero
Reto
Vagina
Fig. 55 – rm PeLVe SAgitAL t2 - SuPreSSão de 
gordurA
Bexiga urinária
Miométrio
Cavidade do útero
Púbis
Fig. 56 – rm ombro CoronAL t1
Acrômio
Músculo deltoide
Espinha da escápula
Músculo trapézio
Músculo 
supraespinal
Músculo 
subescapular
Articulação 
do ombro
Fig. 57 – rm ombro CoronAL t
Cabeça do úmero
Diáfise do úmero
Músculo 
coracobraquial
Região superior do 
lábio glenoidal
Escápula
Fig. 58 – rm ombro CoronAL t1
Acrômio
Cavidade glenoidal 
da escápula
Região inferior do 
lábio glenoidal
Nervo axilar e 
artéria circunflexa 
posterior do úmero
Músculo 
supraespinal
Fig. 59 – rm ombro CoronAL t1
Acrômio
Músculo deltoide
Tendão do músculo 
supraespinal
Articulação 
acromioclavicular
Clavícula
Região inferior do 
lábio glenoidal
Região superior do 
lábio glenoidal
Fig. 60 – rm ombro AxiAL dP – SuPreSSão de gordurA 
Acrômio
Músculo trapézio
Clavícula
Articulação 
acromioclavicular
Fig. 61 – rm ombro AxiAL dP - SuPreSSão de 
gordurA
Cabeça do úmero
Músculo supraespinal
Espinha da escápula
Músculo deltoide
Fig. 62 – rm ombro AxiAL dP - SuPreSSão de 
gordurA
Cabeça do úmero
Espinha da escápula
Cavidade glenoidal 
da escápula
Músculo 
infraespinhal
Músculo 
subescapular
Processo coracoide
Cartilagem articular
Fig. 63 – rm ombro AxiAL dP - SuPreSSão 
de gordurA
Tubérculo maior
Sulco intertubercular
Músculo 
infraespinhal
Escápula
Lábio glenoidal 
(parte posterior)
Músculo 
subescapular
Tubérculo menor
Tendão da cabeça longa do 
músculo bíceps braquial
Lábio glenoidal 
(parte anterior)
Fig. 64 – rm ombro AxiAL t1
Músculo peitoral 
maior
Músculo peitoral 
menor
Músculo 
coracobraquial
Músculo 
subescapular
Músculo redondo 
menor
Escápula
Diáfise do úmero
Músculo deltoide
Fig. 65 – rm CotoVeLo CoronAL t1
Fossa do olécrano
Músculo supinador
Colo do rádio
Cabeça do rádio
Articulação 
radiulnar proximal
Fig. 66 – rm CotoVeLo CoronAL t1
Músculo 
braquiorradial
Olécrano
Epicôndilo lateral 
do úmero
Tuberosidade 
do rádio
Músculo tríceps 
braquial
Epicôndilo medial 
do úmero
Tendão comum dos 
músculo extensores
Fig. 67 – rm CotoVeLo CoronAL t1
Músculo 
braquiorradial
Cabeça do rádio
Capitulo
Músculo extensor 
radial curto do carpo
Articulação 
umerorradial
Músculo braquial
Tróclea
Articulação 
umeroulnar
Fig. 68 – rm CotoVeLo AxiAL t1
Músculo ancôneo
Veia cefálica
Epicôndilo lateral
Músculo 
braquiorradialEpicôndilo medial
Olécrano
Músculo braquial
Fig. 69 – rm CotoVeLo AxiAL t1
Músculo ancôneo
Capítulo do úmero
Epicôndilo medial
Pronador redondo
Tróclea do úmero
Nervo ulnar Fossa do olécrano
Músculo braquial
Fig. 70 – rm CotoVeLo AxiAL t1
Músculo flexor 
superficial dos dedos
Músculo flexor 
ulnar do carpo
Músculo flexor 
profundo dos dedos
Ulna
Nervo ulnar
Músculo pronador 
redondo
Rádio
Articulação 
radiulnar proximal
Músculo ancôneo
Olécrano
Fig. 71 – rm CotoVeLo AxiAL t1 
Nervo ulnar
Artéria ulnar
Tendão do músculo 
flexor ulnar do 
carpo
Tendão do músculo 
flexor ulnar do carpo
Tendão do músculo 
flexor radial do carpo
Tendão do músculo 
extensor radial 
curto do carpo
Tendão do músculo 
extensor longo do 
polegar
Retináculodos 
músculos extensores
Tendões dos 
músculo extensores 
dos dedos
Tendão do músculo 
extensor radial 
longo do carpo
Artéria radial
Fig. 72 – rm Punho CoronAL t1
Rádio
Escafoide
Semilunar
Ulna
Articulação 
rádiulnar proximal
Disco articular
Piramidal
Capitato
Hamato
Base do IV 
metacarpal
Fig.73 – rm Punho CoronAL t1
Escafoide
Trapezoide
Base do II 
metacarpal
Processo estiloide 
do rádio
Semilunar
Piramidal
Capitato
Hamato
Base do V 
metacarpal
Fig. 74 – rm Punho CoronAL t1
Rádio
Escafoide
Capitato
I Metacarpal
Músculo pronador 
quadrado
Semilunar
V Metacarpal
Músculo abdutor 
do dedo mínimo
Fig. 75 – rm Punho AxiAL t1
Trapézio
Trapezoide
Tendão do músculo 
flexor longo 
do polegar
Tendões do músculo 
flexor superficial 
dos dedos
Tendões do músculo 
flexor profundo 
dos dedos
Tendões do músculo 
extensor dos dedos
Capitato
Hamato
Hâmulo do hamato
Tendão do músculo 
extensor radial 
curto do carpo
Fig. 76 – rm Punho AxiAL t1
Tendão do músculo 
flexor radial do 
carpo
Tendão do músculo 
flexor longo do 
polegar
Nervo mediano
Tendões do músculo 
flexor superficial 
dos dedos
Tendões do 
músculo flexor 
profundo dos dedos
Piramidal
Semilunar
Escafoide
Fig. 77 – rm mão CoronAL t1
Fig. 78 – rm mão CoronAL t1
Pisiforme
Hâmulo do hamato
Falange proximal
Falange média
Falange distal
Cabeça da 
falange proximal
Base da 
falange proximal
Cabeça do IV 
metatarsal
Cabeça do V 
metacarpal
Tendões do músculo flexor 
superficial dos dedos
I metacarpal
Ligamento colateral
M interósseos
Escafoide
Fig. 79 – rm CoxA AxiAL t1
Fêmur
Músculo reto 
femoral
Músculo sartório
Músculo glúteo 
máximo
Fenda interglútea
Pênis
Ísquio
Fig. 80 – rm CoxA AxiAL t1
Músculo tensor da 
fascia lata
Músculo vasto 
intermédio
Músculo vasto 
lateral
Músculo glúteo 
máximo
Músculo adutor longo
Músculo adutor curto
Músculo adutor magno
Fig. 81 – rm CoxA AxiAL t1
Trato iliotibial
Músculo vasto 
intermédio
Músculo glúteo 
máximo
Músculo sartório
Veia safena magna
Músculo adutor longo
Músculo adutor magno
Músculo semitendineo
Músculo grácil
Músculo reto femoral
Fig. 82 – rm CoxA AxiAL t1
Músculo vasto 
lateral
Músculo bíceps 
femoral
Fêmur
Músculo vasto medial
Músculo sartório
Músculo grácil
Músculo 
semimembranáceo
Músculo semitendíneo
Veia safena magna
Fig. 83 – rm JoeLho AxiAL t1
Músculo vasto 
lateral
Trato iliotibial
Músculo bíceps 
femoral
Tendão do músculo 
quadríceps femoral
Músculo semitendíneo 
e tendão
Músculo vasto medial
Fig. 84 – rm JoeLho AxiAL t1
Trato iliotibial
Patela
Retináculo medial 
da patela
Fêmur
Veia safena magna
Músculo sartório
Tendão do músculo grácil
Tendão do músculo 
semitendíneo
Fig. 85 – rm JoeLho AxiAL t1
Retináculo lateral 
da patela
Nervo fibular 
comum
Côndilo medial 
do fêmur
Vasos popliteos
Fossa intercondilar
Cartilagem articular
Fig. 86 – rm PernA AxiAL t1
Cabeça medial do 
músculo gastrocnêmio
Veia safena parva
Tíbia
Músculo tibial 
anterior
Fíbula
Cabeça lateral do 
músculo gastrocnêmio
Fig. 87 – rm PernA AxiAL t1
Músculo popliteo
Músculo tibial 
posterior
Membrana interóssea
Músculo sóleo
Músculo flexor longo 
do hálux
Fig. 88 – rm PernA AxiAL t1
Músculo sóleo
Músculo gastronemio 
(cabeça medial)
Tíbia
Músculo flexor 
longo dos dedos
Músculo tibial 
anterior
Fíbula
Músculos fibulares
Fig. 89 – rm PernA AxiAL t1
Membrana 
interóssea
Músculo sóleo
Tíbia
Tendão do músculo 
tibial anterior
Músculo tibial 
anterior
Fíbula
Músculos fibulares
Fig. 90 – rm JoeLho SAgitAL dP
Articulação tíbio-
fibular proximal
Corno anterior do 
menisco lateral
Côndilo lateral 
do fêmur
Músculo vasto 
lateral Músculo bíceps 
femoral
Cabeça da fíbula
Colo da fíbula
Corno posterior do 
menisco lateral
Ápice da cabeça 
da fíbula
Fig. 91 – rm JoeLho SAgitAL dP
Patela
Corpo adiposo 
infrapatelar
Diáfise do fêmur
Diáfise da tíbia
Músculo gastrocnêmio 
(cabeça medial)
Fig. 92 – rm JoeLho SAgitAL dP
Patela
Corpo adiposo 
infrapatelar
Músculo 
semimembranáceo
Fig. 93 – rm JoeLho SAgitAL dP
Músculo vasto 
medial
Corno anterior do 
menisco medial
Côndilo medial 
da tíbia
Músculo 
semimembranaceo
Músculo gastrocnêmio
Corno posterior do 
menisco medial
Fig. 94 – rm JoeLho SAgitAL dP
Corno anterior do 
menisco medial
Músculo 
semimembranaceo
Tendão do músculo 
semimembranaceo
Cartilagem articular
Fig. 95 – rm JoeLho SAgitAL dP
Músculo vasto 
medial
Tíbia
Músculo gastrocnêmio
(cabeça medial)
Corno posterior do 
menisco medial
Côndilo medial 
do fêmur
Fig. 96 – rm tornozeLo SAgitAL t1
Cuneiforme lateral
Cuboide
Fíbula
Maléolo lateral
Tecido adiposo
Tendão do músculo 
fibular longo
Fig. 97– rm tornozeLo SAgitAL t1
Cuboide
Músculo extensor 
longo dos dedos
Músculo fibular 
curto
Calcâneo
Músculo abdutor 
do dedo mínimo
Fig. 98 – rm tornozeLo SAgitAL t1
Tíbia
Articulação 
talocrural
Articulação 
calcaneocuboidea
Tróclea do tálus
Calcâneo
Fig. 99 – rm tornozeLo SAgitAL t1
Cabeça do tálus
Seio do tarso
Cuneiforme 
intermédio
Cuneiforme 
lateral
Colo do tálus
Fig. 100 – rm tornozeLo SAgitAL t1
Cartilagem 
articular
Tendão do calcâneo
Calcâneo
Fáscia plantar
Tendão do 
músculo extensor 
longo do hálux
Músculo sóleo
Fig. 101 – rm tornozeLo SAgitAL t1
Seio do tarso
Tálus
Calcâneo
Tecido adiposo
Navicular
Músculo abdutor 
do dedo mínimo
Tíbia
Músculo flexor longo 
do hálux
Fig. 102 – rm tornozeLo AxiAL t1
Tendão do músculo 
tibial anterior
Articulação tíbio 
fibular distal
Tendão do músculo 
fibular longo
Tendão do músculo 
fibular curto
Músculo fibular 
curto
Tendão do músculo 
tibial posterior
Tendão do músculo 
flexor longo dos dedos
Tendão do calcâneo
Fig. 103 – rm tornozeLo AxiAL t1
Tendão do 
músculo extensor 
longo dos dedos
Tendão do músculo 
tibial anterior
Veia safena parva
Tendão do calcâneo
Tendão do músculo 
tibial posterior
Tendão do músculo 
flexor longo dos dedos
Tendão do músculo 
flexor longo do hálux
Músculo flexor 
longo do hálux
Fig. 104 – rm tornozeLo AxiAL t1
Tróclea do tálus
Maléolo lateral
Tecido adiposo
Músculo flexor 
longo do hálux
Nervo tibial
Vasos tibiais 
posteriores
Maléolo medial
Fig. 105 – rm tornozeLo AxiAL t1
Cuboide
Cuneiforme lateral
Cuneiforme 
intermédio
Calcâneo
Vasos e nervo 
plantar lateral
Tendão do calcâneo
Músculo quadrado 
plantar
Cuneiforme 
medial
EXAMES 
RAdIológICoS 
APlICAdoS 
à MEdICINA 
VETERINáRIA
Capítulo 6
Milton Kolber
Seios frontais
Bula timpânica
Osso hioide
Mandíbula: ramo horizontal
Osso nasal
Osso frontal
Dente canino
superior
1º pré molar
2º pré molar
3º pré molar
4º pré molar
Dente incisivo
Incisivo
Canino 
mandibular
1º molar
2º pré 
molar
3º pré 
molar
4º pré 
molar
1º molar 2º molar 3º molar
Fig. 1 – rAio x de Crânio de Cão: deCúbito LAterAL, boCA AbertA, inCidênCiA LAtero 
LAterAL
Canino
Fossa etmoidalFossa etmoidal
MandíbulaMandíbula
Seio frontalSeio frontal
Arco zigomáticoArco zigomático
Processo coronoideProcesso coronoide
Processo mastóideoProcesso mastóideo
Processo paracondilarProcesso paracondilar
Crista sagital externa
Bula timpânicaBula timpânica
Processo condilarProcesso condilar
Vomer
Seis nasais
Canino
Sutura 
palatina mediana
Fig. 2 – rAio x de Crânio de Cão: deCúbito dorSAL, inCidênCiA Ventro dorSAL
Dens
Áxis
Processo transverso
7ª vértebra cervical
4ª vértebra cervical
5ª vértebra cervical
6ª vértebra cervical
1ª vértebra torácica
2ª vértebra torácica
3ª vértebra torácica
Processo transverso 3ª 
vértebra cervical
Processo espinhoso 3ª 
vértebra cervical
Espaço intervertebral
Asa do atlas
Processo 
espinhoso do áxis
Escápula
Úmero
Arcos costais
Fig. 4 – rAio x de CoLunA CerViCAL de Cão, deCúbito dorSAL, inCidênCiA Ventro dorSAL
Fig. 3 - CoLunA CerViCAL, deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL
Arco dorsal do atlas
Áxis processo espinhoso
Incisura vertebral cranial
Incisuravertebral caudal
Processo espinhoso do áxis
Processo espinhoso
Processo articular caudal do axis
Processo articular cranial 
da 3ª vértebra cervical
3ª vértebra cervical
4ª vértebra cervical
5ª vértebra cervical
6ª vértebra cervical
7ª vértebra cervical
Asa do atlas
Processo transverso
Processo transverso 
bífido
Traqueia
Processo transverso da 
4ª vértebra cervical
Espaço intervertebral
Crista ventral 
do áxis
Dens
Processo articular 
caudal da 4ª 
vértebra lombar
Processo articular 
cranial da 5ª 
vértebra lombar
Arco costal da 
12ª vértebra 
torácica
Arco costal da 
13ª vértebra 
torácica
Fôramens 
intervertebrais
Vértebra coccígea
Asa do íleo
Foramer intervertebral
Sacro
Cólon
7ª vértebra lombar
6ª vértebra lombar
Processo transverso da 6ª 
vertebra lombar
5ª vértebra lombar
4ª vértebra lombar
3ª vértebra lombar
2ª vértebra lombar
1ª vértebra lombar
Fig. 6 – rAio x de CoLunA LombAr de Cão, deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL
13ª vertebra torácica12ª vertebra 
torácica
1ª vertebra lombar
Forâmen intervertebral
Câmara gastrica
2ª vertebra lombar
3ª vertebra lombar
13º arco cortal
12º arco cortal
11º arco cortal
10º arco cortal
11ª vertebra 
torácica
10ª vertebra 
torácica
9ª vertebra 
torácica
8ª vertebra 
torácica
Espaço inter vertebral 
entre a 1ª e 2ª 
vertebra lombar
Processo transverso
da 2ª vértebra lombar
Fig. 5 – rAio x de trAnSição tórACo LombAr de Cão, deCúbito LAterAL, inCidênCiA 
LAtero LAterAL
8ª vertebra toracica
12ª vertebra toracica
Processo espinhoso da 1ª 
vertebra lombar
3ª vertebra lombar
11ª vertebra toracica
13ª vertebra toracica
4ª vertebra lombar
9ª vertebra 
toracica
10ª vertebra 
toracica
Processo espinhal 
da 13ª 
1ª vertebra 
lombae
2ª vertebra 
lombar
Fig. 7 – rAio x de trAnSição tórACo LombAr de Cão, deCúbito dorSAL, inCidênCiA 
Ventro dorSAL
Vértebras coccígeas
Ísquio
Tuberosidade isquiática
Acetábulo
Forame obturado
Cabeça do fêmur
Acetábulo
Femures
Corpo do íleo
Púbis
Osso sacro
Forame 
intervertebral
6ª vértebra lombar
Espaço 
interveterbral
7ª vértebra lombar
Asa do íleo
Fig. 8 – rAio x de CoxAL e trAnSição Lombo SACrA de Cão, deCúbito LAterAL, inCidênCiA 
LAtero LAterAL
Espinha da escápula
Arco costal
Manúbrio do esterno
Esternebra
Tubérculo 
infraglenoidal
Cabeça do úmero
Úmero
Escápula
Tubérculo maior
Tubérculo 
supraglenoidal
Acrômio
Cavidade glenoide
Fig. 9 - rAio x de membro toráCiCo de Cão, ArtiCuLAção eSCAPuLo umerAL, deCúbito 
LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL
Tubérculo 
infraglenoidal
Cabeça do úmero
Sulco intertubercular
Tuberosidade do olerano
Processo ancôneo
Crista medial
Epicôndilo lateral
Tubérculo maior
Tuberosidade 
deltoide
Tuberculo 
supraglenoidal
Umero
Ulna
Rádio
Incisura troclear
Côndilo umeral
Fossa do olécrano
Fig. 10 – membro tórACiCo de Cão, oSSo úmero, deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio 
LAterAL
Tubérculo 
infraglenoidal
Foramer supratroclear
Processo ancôneo
Ulna
Epicôndilo medial 
do úmero
Tuberosidade 
do olecrano
Úmero
base da fossa radial 
Rádio
Tuberosidade do rádio
Processo 
coronoide medial
Côndilos do úmero
Fig. 12 – rAio x de membro toráCiCo de Cão, ArtiCuLAção úmero rAdio uLnAr, 
deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL
Úmero
Rádio
Côndilo umeral
Cabeça do rádio
Tuberosidade 
do olécrano
Espífase distal 
do úmero
Osso carpo 
intermédio radial
Processo coronoide 
medial
Olécrano
Ulna
Acessório do carpo
Osso carpo ulnar
Epicôndilo medial
Epicôndilo lateral
Fig. 11 – rAio x de membro tórACiCo de Cão: ArtiCuLAção úmero rAdio uLnAr, 
deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL
Rádio
Falange proximal 
do 2º dígito
Falange medial 
do 2º dígito
Falange distal 
do 2º dígito
1º carpiano
2º carpiano
3º carpiano
Sesamóideo do 
músculo abdutor
Sesamóideo proximal
Carpo intermédio 
medial
Ulna
Acessório do carpo
Carpo ulnar
4º carpiano
1º metacarpiano
2º metacarpiano
3º metacarpiano
4º metacarpiano
5º metacarpiano
Fig. 13 – rAio x de membro toráCiCo de Cão, ArtiCuLAção rAdio CárPiCA, deCúbito 
VentrAL, inCidênCiA dorSo PALmAr
Ulna
Acessório 
do carpo
Carpo ulnar
1º metacarpiano
Sesamoideo proximal 
do 1º dígito
Rádio
Intermédio carpo radial
2º carpiano
3º carpiano
1º carpiano
Epifase distal do rádio
Fig. 14 – membro tórACiCo de Cão, ArtiCuLAção rAdio CárPiCA, deCúbito LAterAL, 
inCidênCiA médio LAterAL
Fig. 15 – rAio x de CoxAL de Cão, deCúbito dorSAL, inCidênCiA Ventro dorSAL
Crista ilíaca
Fóvea “capitis”
Trocanter maior
Colo do femur
Fossa ilíaca
Incisura acetabular
Forame obturado
Fêmur
Vértebra coccígea
Púbis-ramocaudal
Eminência ilíaco-
púbica
AcetábuloAsa do íleo
Articulação sacroilíaca
Corpo do osso ileo
Bordo caudal 
do acetábulo
Bordo cranial 
do acetábulo
Ísquio
Púbis-ramocranial
Tuberosidade 
isquiática
Cabeça do femur
Patela
Côndilo medial
Tuberosidade da tíbia
Incisura poplitea
Tíbia
Fêmur
Fíbula
Sesamóide medial
Sesamóide lateral
Côndilo lateral
Sesamóideo 
do poplíteo
Fig. 16 – rAio x de membro PéLViCo de Cão, ArtiCuLAção Femuro tíbio PAteLAr, deCúbito 
LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL
Fêmur
Tíbia
Tálus
Epífise distal do fêmur
Epífise proximal 
da tíbia
Epífise distal da tíbia
Articulação fêmur 
tíbio patelar
Fíbula
Calcâneo
Centro do tarso
Metatarsos
Fig. 17 – rAio x de membro PéLViCo de Cão Com 24 diAS, ArtiCuLAção Femuro tíbio PAteLAr, 
inCidênCiA médio LAterAL
Calcâneo
Tuberosidade 
do calcâneo
Processo coracoide
Sustentáculo do tálus
1º tarsiano
3º tarsiano
2º tarsiano
4º tarsiano
Articulação 
tarso crural
Metatarsianos 
sobrepostos
Central 
do tarso
Tíbia
Fíbula
Fig. 18 – rAio x de membro PéLViCo de Cão, ArtiCuLAção tíbio tárSiCA FLetidA, 
deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL
Fig. 28 - dorSo PLAntAr. m. PoSterior
Tuberosidade 
do calcâneo
Calcâneo
Calcâneo
4º osso tarsiano
3º osso tarsiano
5º osso meta tarsiano
Maléolo lateral
Tálus
Maléolo medial
Tíbia
Fíbula
4º meta tarsiano
3º meta tarsiano
2º meta tarsiano
2º tarsiano
1º tarsiano
Central 
do tarso
Fig. 19 – rAio x de membro PéLViCo de Cão, ArtiCuLAção tíbio tárSiCA, deCúbito 
dorSAL, inCidênCiA dorSo PLAntAr
Fig. 20 – rAio x do tórAx de Cão: deCúbito LAterAL eSquerdo, 
inCidênCiA LAtero LAterAL direito eSquerdo
Veia cava caudal
Silhueta cardíaca
Ventrículo esquerdo
Atrio esquerdo
Campus pulmonares 
lobo caudal
Pilares diafragmáticos
Traqueia
Atrio direito
Ventrículo direito
Mediastino 
cranial
Arco aórtico
Campus pulmonares 
lobo cranial
Base do coração
Lobos caudais 
pulmonares
Ápice do coração
Fig. 21 – rAio x do tórAx de Cão: deCúbito dorSAL inCidênCiA Ventro dorSAL
Silhueta cardíaca
Atrio esquerdo
Ventrículo esquerdo
Cúpula diafragmática
Ventrículo direito
Campus pulmonares 
lobos caudais
Cúpula diafragmática
Mediastino cranial
Campus pulmonares 
lobos craniais
Atrio direito
Fig. 22 – rAio x de Abdome de Cão deCúbito LAterAL
Colon
Espaço retro peritonial
Silhueta renal
Coluna lombar
Câmara gástrica
Fígado Bexiga urinária 
Alças intestinais
Fig. 24 – rAio x de Abdome de Cão, uretroCiStogrAFiA, 
deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL
Tuberosidade 
isquiática
Colo femural
Trocanter maior
Cabeça do fêmur
Bexiga urinária 
Asa do íleo
Uretra
Ramo cranial do púbis
Fêmur
Vértebras lombares
Fig. 23 – rAio x de Abdome de Cão, uretroCiStogrAFiA, 
deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL
Uretra
Bexiga urinária
Cólon
Silhueta renal
Lartebas lombar
Alças intestinais
Já pensou em publicar um conteúdo? 
A Difusão Editora publica conteúdos nas áreas de Saúde e 
Comunicação. Em seu quadro de autores, reúne professores, 
pesquisadores e outros profissionais de vários estados brasileiros. 
Se você acredita que sua obra se enquadra em nossa linha 
editorial, entre em contato pelo e-mail publica@difusaoeditora.com.br 
 
Visite nossas páginas! 
www.difusaoeditora.com.br 
https://www.facebook.com/difusao.editoramailto:publica@difusaoeditora.com.br
http://www.difusaoeditora.com.br/
https://www.facebook.com/difusao.editora
	Sobre os autores
	Apresentação
	Agradecimento
	Prefácio
	Introdução
	Capítulo 1 – Radiografias convencionais
	Capítulo 2 – Exames contrastados
	Capítulo 3 – Mamografia e exames de mama
	Capítulo 4 – Tomografia computadorizada
	Capítulo 5 – Ressonância magnética
	Capítulo 6 – Exames radiológicos aplicados à medicina veterinária
		2015-09-25T16:03:39+0000
	Preflight Ticket Signaturemais inteligentes, cultas e humildes com quem tivemos a oportunidade de conviver: Prof. 
Dr. Nader Wafae. 
Este homem de baixa estatura era, na realidade, um gigante no que diz respeito ao co-
nhecimento da anatomia humana. Contagiava a todos com seus ensinamentos, aguçava a 
curiosidade de seus discípulos e instigava-os a cada vez obter mais conhecimento e dar mais 
de si no que concerne ao ensino da Anatomia Humana.
Professor, tradutor, revisor, coordenador, diretor, secretário, reitor, médico, advogado, 
administrador, qualquer que fosse a função ocupada por ele, os resultados eram sempre 
sinônimo de competência e sucesso. Porém, havia uma função em que ele se destacava: a 
de ser pai. Amou de modo incondicional e com todo seu coração Gustavo, Gabriela e Gra-
ciana. Esse amor era tão sincero e abundante que ele estendia a seus alunos e discípulos. 
Tantas vezes homenageado, paraninfo, patrono nas universidades em que lecionava, era 
uma figura que cativava seus alunos, com sua postura firme, mas sempre disposto a uma 
palavra amiga, um sorriso paterno.
Não foram poucas as vezes em que entramos em sua sala para receber orientações aca-
dêmicas, mas também inúmeras vezes entramos apenas para desfrutar de uma boa conver-
sa. Tinha o sonho de conhecer cem países antes de morrer e suas viagens eram para nós a 
chance de conhecer um pouco do mundo, visto que a cada regresso, ele tinha muito prazer 
em nos contar um pouco da cultura do país visitado, descrever as obras de arte, os locais 
históricos e, é claro, os momentos felizes com a família.
Recordamos também dos bons momentos de risos durante a elaboração de artigos, ou 
correções de prova. A felicidade quando o Palmeiras ganhava um jogo ou campeonato e 
o semblante preocupado quando algo não ia bem, tanto na vida pessoal quanto na vida 
profissional.
Sentiremos muita saudade! Cada dia nos traz uma lembrança, uma frase, um pequeno 
detalhe de sua existência. 
Esse livro é dedicado a ele, por sua nobreza de espírito, pela grandeza de coração e pelo 
exemplo ético. Não seriamos hoje educadores tão dedicados, se não tivéssemos tido a chan-
ce de sermos tratados como seus filhos.
Os autores
Prefácio
Foi para mim, especial distinção, o agradável convite feito pelos autores para prefaciar 
este Atlas de Anatomia, contendo imagens humanas e veterinárias.
O livro apresenta um capítulo de introdução contendo uma resenha histórica e de utili-
zação dos seis capítulos que compõem o Atlas.
Contém 49 imagens de radiografias convencionais; 22 de exames contrastados; 04 de 
mamografias; 112 de tomografias computadorizadas; 105 de ressonâncias magnéticas e 
mais 24 imagens de exames radiológicos aplicados à Medicina Veterinária.
As imagens são de excelente qualidade e ricas em detalhes, com nomenclatura anatômica 
atualizada, estando de acordo com o FCAT (Federative Committee on Anatomical Terminology).
O Atlas realmente vai enriquecer a literatura nacional e será de grande utilidade para 
acadêmicos e profissionais das áreas da Saúde e Biológica.
Estão de parabéns os Autores pela execução deste Atlas, que acredito, faltava em nível 
nacional; é uma importante obra realizada com maestria e fruto da experiência e qualifica-
ção dos autores.
José Carlos Prates
 Professor titular de Anatomia do Departamento de Morfologia e Genética da Escola Pau-
lista de Medicina (EPM/Unifesp). 
introdução
Introdução
A Anatomia Macroscópica é o estudo da forma do ser humano, entendendo-se como 
forma qualquer atributo visível com o olho nu, isto é, sem o auxílio de amplificação como 
silhueta, cor, dimensão, textura etc. O estudo da constituição (célula), da estrutura (tecidos) 
e do desenvolvimento do ser humano é realizado pela Anatomia Microscópica, respectiva-
mente, pela Citologia, Histologia e Embriologia, com o olho armado, isto é, sendo neces-
sária a utilização de instrumentos ópticos de amplificação (lupa, microscópio). 
Até o final do século XIX, a Anatomia Macroscópica era estudada quase exclusivamente 
por meio da dissecação de cadáveres adultos. No século XX, novos meios de estudo foram 
incorporados à ciência: cirurgia (graças à anestesia), raios X, ultrassonografia, cintilografia, 
endoscopia, tomografia computadorizada, ressonância magnética e outros, fazendo apare-
cer novos ramos de aplicação prática da Anatomia, como a Anatomia Clínica, a Anatomia 
Cirúrgica, a Anatomia em imagens, a Anatomia Endoscópica, a Anatomia Seccional, a 
Anatomia Palpatória e outros.
A Anatomia Seccional proporciona a observação detalhada dos diversos componentes 
estruturais do corpo humano por meio de cortes transversais, coronais e sagitais, podendo 
ainda valer-se de cortes oblíquos. Este método visa demonstrar a aparência da estrutura 
anatômica em diferentes níveis, sendo de extrema valia para a análise de imagens de tomo-
grafia computadorizada ou ressonância magnética.
A Anatomia em imagens permite o estudo das estruturas anatômicas no vivo, com os 
diferentes órgãos em movimento. Cada um dos diversos exames de diagnóstico por ima-
gem representam de maneira diferente esta anatomia, seja em cortes (por ex. TC e RM), por 
meio da sobreposição das estruturas visualizadas (RX convencional) ou de acordo com o eco 
da estrutura examinada (US). 
Nossa proposta é explorar a anatomia humana seccional e por imagens das diferentes 
regiões corporais enfatizando as estruturas anatômicas mais comuns na prática clínica e no 
dia a dia dos estudantes proporcionando um estudo mais aprofundado de maneira didática 
e atualizada. Para tanto, é necessário que abordemos a princípio, informações básicas so-
bre os diferentes tipos de equipamento de diagnóstico que produzem tão incríveis imagens 
anatômicas.
RX CONVENCIONAL E DIGITAL
Os raios X foram descobertos no ano de 1895 pelo pesquisador alemão Wilhelm Conrad 
Roentgen, professor de física da Universidade de Wurzburg que desenvolvia pesquisas so-
bre descargas elétricas em tubos de vácuo.
A descoberta dos raios X causou um grande impacto na sociedade, em especial na área 
médica, graças às suas propriedades em demonstrar o interior do corpo sem a necessidade 
de métodos de intervenção. 
O uso dessa poderosa ferramenta rapidamente se disseminou por todos os continentes 
e, até hoje, é utilizada como principal meio de apoio ao diagnóstico por imagem em saúde.
O princípio da formação da imagem por raios X baseia-se nas propriedades que essa 
energia tem de penetrar corpos opacos. Nesse processo uma parcela dos fótons interage 
com os vários tecidos que encontra, sofrendo absorção em diferentes graus, e o residual 
que atravessa o objeto poderá sensibilizar películas radiográficas formando a radiografia ou 
dispositivos eletrônicos formando a imagem digital.
O equipamento radiológico convencional, utilizado nos serviços de diagnóstico por ima-
gem, está constituído basicamente de quatro componentes: A mesa de comando, a mesa 
de exames, o conjunto gerador de alta tensão e o tubo de raios X. A mesa de comando 
contém as principais funções de operação do equipamento e controla os fatores elétricos da 
exposição, conhecidos como kV e mAs. De forma resumida, podemos dizer que o kV contro-
la o poder de penetração e o mAs a quantidade de fótons de raios X que irá interagir com o 
paciente. O ajuste otimizado dos fatores de exposição dá origem à imagem radiográfica que 
conhecemos na forma de sombras de relevos anatômicos. Na mesa de exames o paciente 
é posicionado visando a obtenção da melhor tomada de imagem. O conjunto gerador de 
alta tensão é responsável pela elevação da corrente que alimenta o equipamento na faixa 
necessária para a exposição radiográfica. Essa faixa varia entre 40 e 150 kV na grande parte 
dos equipamentos. Finalmente o tubo de raios X é o componente chave do equipamento 
radiológico. Ele possui dois pólos elétricos, um negativo, o catodo, que atua como fonte de 
elétrons e um positivo, o anodo, responsável pela atração dos elétrons quando uma gran-
de diferença de potencial é estabelecidaentre os dois pólos. Os elétrons são atraídos com 
grande velocidade e se chocam com a superfície do anodo. A energia potencial dos elétrons 
no momento da colisão é transformada em calor (cerca de 99%) e raios X (cerca de 1%).
A evolução dos equipamentos radiológicos aconteceu muito rapidamente. Várias tecno-
logias que utilizam as radiações ionizantes foram incorporadas aos centros de diagnósticos 
hospitalares gerando sub-especializações de métodos como: tomografia computadorizada, 
mamografia, ortopantomografia, angiografia por subtração digital, hemodinâmica, medi-
cina nuclear e outros. 
 As diversas tecnologias incorporadas aos métodos de imagem têm proporcionado maior 
confiabilidade e eficiência no diagnóstico. Paralelo a esse desenvolvimento a evolução da 
informática e o desenvolvimento de redes no ambiente hospitalar, em especial nos centros 
de diagnóstico imagem, nos remete a um nova era definida como Radiologia Digital. A 
imagem agora é formada por computador, processada, modificada, se permitindo extrair 
atributos, criar modelos funcionais, multiplanares, tridimensionais até pouco tempo inima-
gináveis. Com isso, surgiram novas formas de trabalho com trocas de experiências multi-
-profissionais e busca da informação na sua maior amplitude. 
 Toda essa mudança tem trazido nítidos reflexos para os pacientes, que passaram a ex-
perimentar tratamentos mais adequados com propedêuticas mais bem estabelecidas no 
contexto de uma medicina moderna e, fundamentalmente, mais humana. 
 
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
Em 1971, Godfrey Hounsfield, por meio da empresa fonográfica EMI,inventa o aparelho de 
tomografia computadorizada por raios X. No ano seguinte, a tomografia computadorizada é 
apresentada como método diagnóstico em encontro da Sociedade Americana de Radiologia.
A palavra tomografia significa “imagem em tomos”, ou em planos, definindo, portanto, 
as imagens de qualquer aparelho diagnóstico que permita visualizar um plano de corte, 
possibilitando o estudo de estruturas localizadas no interior do corpo.
O aparelho de tomografia computadorizada permite gerar imagens de cortes anatômicos 
com o auxílio de um computador. O método utiliza um tubo gerador de raios X que emite 
radiação enquanto se move em círculo, ou semicírculo, em torno do objeto a ser estudado. 
Em vez de gerar a imagem diretamente sobre o filme radiográfico, a radiação que atravessa 
o objeto é captada por sensores posicionados em oposição à fonte de radiação.
As imagens tomográficas são reconstruídas através de um grande número de medições 
feitas pelos detectores, que são conectados à entrada de dados do computador. Os detec-
tores captam a parcela do feixe que atravessou o objeto, gerando um sinal elétrico que é 
convertido em sinal digitalizado e enviado para o computador. O computador trata essa in-
formação gerando valores numéricos correspondentes à atenuação sofrida pelo feixe. Esses 
valores são convertidos em uma imagem em tons de cinza, variando do branco ao preto. A 
imagem tomográfica resultante é um mapa em escala de cinza proporcional aos coeficien-
tes de atenuação linear de cada tecido atravessado pela radiação.
Aparelhos multislice
Os atuais aparelhos de tomografia computadorizada possuem tecnologia de aquisição de 
dados do tipo “multislice”. Esses equipamentos possuem múltiplas fileiras de detectores va-
riando entre 16 e 312 canais que proporcionam maior agilidade na aquisição das imagens. 
No equipamento com o maior número de canais é possível a aquisição de quase 800 imagens 
por segundo ou mesmo realizar um estudo do coração entre dois batimentos cardíacos. Esses 
equipamentos estão sendo bastante utilizados ainda nos exames vasculares, nos exames que 
demandam tratamento tridimensional e estudos multifásicos e dinâmicos de vários órgãos.
•	Componentes	de	Equipamentos	de	TC-multislice
O	gantry
O gantry corresponde ao corpo do aparelho. Possui uma abertura circular com um diâmetro 
entre 60 cm e 70 cm por onde o paciente é posicionado. Após o posicionamento do paciente 
dá-se início ao processo de aquisição de dados, o tubo realiza uma série de movimentações 
predeterminadas, que dependerá do modelo do equipamento e da programação previamen-
te estabelecida. Dentro do gantry se encontram tubo de raios X; os conjuntos geradores de 
alta tensão; cátodo e anodo; o conjunto de detectores alinhados em múltiplas fileiras; o com-
putador de bordo; o computador estático e o dispositivo de refrigeração do tubo de raios X.
A	mesa
A mesa do aparelho de TC é o local onde o paciente é acomodado e posicionado. A mesa 
é regulável em altura e profundidade em relação ao gantry. A coordenação entre os movi-
mentos da mesa e o gantry deve ser perfeita, uma vez que cada aquisição de dados para 
gerar a imagem de um corte é feita após um pequeno deslocamento da mesa. O sentido de 
deslocamento da mesa será pré-fixado de acordo com a programação dos planos de corte 
definidos para o estudo desejado.
As mesas dos aparelhos de TC atuais suportam até 200 kg. Em alguns modelos o peso 
pode chegar até 280 kg.
As	fileiras	de	detectores
As fileiras de detectores de radiação são responsáveis pela captação da radiação que 
ultrapassa o objeto, transformando essa informação em sinais elétricos que, após digita-
lizados, podem ser reconhecidos pelo computador. Cada fileira pode ser responsável pela 
formação de uma imagem. Assim, um equipamento de 64 fileiras permite a aquisição de 64 
imagens cada vez que o tubo faz um giro de 360º.
O	sistema	computacional
O sistema computacional é responsável pela geração das imagens tomográficas a partir 
do processamento dos sinais enviados pelos detectores de radiação. Para isso, possui sof-
tware específico que contém algoritmos especiais capazes de obter as imagens digitalizadas 
e apresentá-las em um monitor de vídeo. Essas imagens são armazenadas no computador, 
o que possibilita sua manipulação de acordo com a necessidade do operador.
O	painel	de	comando
No painel de comando o aperador do sistema poderá escolher o protocolo mais adequa-
do para o exame, podendo alterá-lo caso seja necessário. Os parâmetros técnicos relaciona-
dos com espessura, quantidade de cortes, FOVR – fatores de exposição (KV e mA) aparecem 
com destaque para que o exame possa ser realizado com a melhor qualidade e permitindo, 
tanto quanto possível, minimizar os fatores relacionados com a dose de exposição.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
A formação da imagem por ressonância magnética está baseada na troca de energia 
entre núcleos de átomos de hidrogênio e ondas eletromagnéticas que apresentam, em par-
ticular, as mesmas frequências oscilatórias (frequência da onda eletromagnética é igual à 
frequência do movimento dos átomos de hidrogênio).
E m ressonância magnética, o núcleo do elemento hidrogênio é de fato o núcleo ativo 
considerado para a aquisição das imagens.
O contraste na RM está relacionado com a intensidade e a amplitude dos sinais adquiri-
dos. Grosseiramente, podemos classificar as imagens como hiperintensas (claras), se o sinal 
for intenso, ou hipointensas (escuras), se o sinal for fraco. As variações na intensidade de 
sinal possíveis entre os extremos claro e escuro da imagem determinam os valores equiva-
lentes aos tons de cinza intermediários, para cada anatomia ou tecido estudado.
O contraste na imagem se deve às propriedades de relaxação T1 e T2 dos prótons de hi-
drogênio e à quantidade ou densidade de prótons por volume de tecido estudado. 
Segurança em RM
Não há dados que explicitem danos biológicos importantes provocados pela exposição à RM, 
seja pelo campo magnético estático ou pelos gradientes e campos de radiofrequência, contudo 
nos aparelhos de alto campo acima de 15 Tesla especial atenção tem sido dada aos objetos que 
sofrem atração magnética e ao aquecimento pelo depósito dos ondas de radiofrequência.
Casos de Urgência e Emergência
Qualquer procedimento que necessite de atendimento de urgência deve ocorrer fora do al-
cance do magneto principal,pois alguns equipamentos utilizados nesses procedimentos, quan-
do acionados, podem interagir violentamente com o campo magnético presente na sala de RM.
Materiais ferromagnéticos
• Objetos	metálicos
Projéteis de arma de fogo e seus estilhaços
Implantes metálicos, grampos e pinos cirúrgicos
Próteses e aparelhos ortopédicos
Quaisquer objetos com características físicas ferromagnéticas podem interagir com o 
campo magnético e ser atraídos com força e velocidade com capacidade de causar ferimen-
tos extremamente graves, lembrando que, quanto maior a massa de um objeto ferromag-
nético, maior sua força de atração.
Todo material que necessitar adentrar a sala do magneto deve ser testado quanto a seu 
potencial de magnetização. Um imã pode ser muito útil para essa finalidade. Normalmente os 
materiais utilizados em RM são construídos em alumínio, acrílico ou materiais não ferromagné-
ticos, com o aço inox e outros, para que não interajam com os campos magnéticos produzidos.
No caso de prótese metálica ou implante no paciente, devemos nos preocupar com a 
capacidade de esses materiais aquecerem em função da radiofrequência a que são subme-
tidos, ou mesmo da possibilidade desses materiais produzirem artefatos de imagem.
Efeitos repentinos de atração magnética podem ser muito violentos e causar danos irre-
paráveis no paciente.
• Materiais	vasculares
Clipes intracranianos
Grampos extracranianos
Filtros e guias intravasculares
Stents intravasculares
Valvas cardíacas
Marcapasso
A grande parte dos materiais utilizados nos procedimentos cardiovasculares atuais não 
apresentam contra-indicação para exames de RM. A ressonância no entanto não é indicada 
na presença de clips e marcapasso cardíaco.
Outros procedimentos de imagem médica podem ser adotados.
• Materiais	odontológicos
Aparelhos ortodônticos
Materiais metálicos usados no tratamento dentário
Esses materiais podem provocar artefatos na imagem, mesmo que não afetados signi-
ficativamente pelo campo magnético e pelos pulsos de radiofrequência. Sua influência no 
resultado da imagem deve ser considerada para evitar erros diagnósticos devidos à má qua-
lidade da imagem que será produzida.
• Materiais	otológicos	e	oftalmológicos
Implantes oculares
Implantes cocleares
Presença de corpos estranhos metálicos em olhos e ouvidos
Muitos desses tipos de implantes podem ser atraídos pelo campo magnético principal, 
podendo causar danos ao paciente e muito desconforto no procedimento.
Devemos avaliar os riscos quando o paciente apresentar corpos estranhos ferromagnéti-
cos na região dos olhos.
•	Materiais	urológicos
Implantes penianos
Estimuladores
Neuroestimuladores
Bombas de perfusão para drogas implantes
Desfibriladores cardíacos implantados
Estimuladores de crescimento ósseo
Certos tipos de implantes podem apresentar susceptibilidade ao campo magnético e 
levar desconforto do paciente durante o estudo por RM. Esses pacientes precisam ser bem 
analisados e monitorados durante o procedimento.
A maioria dos estimuladores sofre a ação do campo magnético, compondo uma forte 
contra-indicação para o uso de RM.
Tecnologia em RM
O projeto técnico de um sistema de RM apresenta em sua composição física:
a) Magneto principal
b) Gerador de radiofrequência
c) Sistema de processamento de dados e imagens
d) Sistemas de computação e roteador de dados
e) Sistemas de arquivamento e impressão de imagens
O campo magnético principal, gerado em estruturas razoavelmente pequenas, não se 
mantém homogêneo, assim são necessários equipamentos reforçadores de campo, deno-
minados bobinas de reforço, para minimizar os distúrbios de homogeneidade do campo 
magnético estático.
O mapeamento do sinal em RM é obtido pela ação de bobinas gradientes que codificam 
o sinal emitido pelo paciente em um a das direções da imagem pela fase e na outra direção 
pela frequência. Caso ocorra um a falha na bobina de gradiente, a imagem gerada poderá 
conter distorções geométricas de formação.
Estão associados vários tipos de bobinas às necessidades do estudo por RM:
a) Bobina corporal
b) Bobina para cabeça
c) Bobina de superfície
d) Bobina para coluna
RAdIogRAfIAS
CoNVENCIoNAIS
Capítulo 1
Nader Wafae
Fig. 1 - Crânio PA
Fovéola granular
Sutura sagital
Seio frontal
Crista etmoidal
Asa maior do esfenoide
Seio maxilar
Ramo da mandíbula
Ângulo da mandíbula
Protuberância mentual
Concha nasal inferior
Espinha nasal anterior
Parte petrosa do temporal
Meato nasal médio
Septo nasal ósseo
Células etmoidais
Forame redondo
Asa menor do esfenoide
Lâmina externa
Díploe
Lâmina interna
Sutura lambdóidea
Margem supra-orbital
Sela turca
Fissura orbital superior
Canal carótico
Células mastóideas
Processo mastoide
Arco zigomático
Fig. 2 - Crânio LAterAL
Seio frontal
Parte orbital 
do osso frontal
Células etmoidais
Palato duro
Sela turca
Seio esfenoidal
Fossa 
hipofisial
Processo mastoide
Células mastóideas
Sutura lambdóidea
Sutura coronal
Díploe
Lâmina externa
Lâmina interna
Veias diploicas
Sulco da A. 
meníngea média
Parte petrosa 
do temporal
Dorso da sela
Processo 
clinoide anterior Processo 
clinoide posterior
Meato acústico 
externo
Processo condilar
Fig. 3 - SeioS PArAnASAiS - PoSição de CALdweLL
Asa menor 
do esfenoide
Células etmoidais
Seio maxilar
Seio frontal
Crista etmoidal
Asa menor 
do esfenoide
Fissura orbital 
superior
Parte petrosa 
do temporal
Forame redondo
Concha nasal média
Concha nasal inferior
Septo nasal ósseo
Fig. 4 - SeioS PArAnASAiS - PoSição de wAtterS
Seio frontal
Seio maxilar
Células etmoidais
Septo nasal
Fig. 5 - VértebrAS CerViCAiS - AP
3ª vértebra 
cervical
Forame 
transversário
7ª vértebra 
cervical
Processo 
articular inferior
Processo 
articular superior
Disco 
intervertebral
Tubérculo anterior
Processo transverso
Unco do corpo
Pedículo do 
arco vertebral
Corpo vertebral
Processo espinhoso
Lâmina do 
arco vertebral
Fig. 6 - VértebrAS CerViCAiS - LAterAL
Tubérculo anterior
7ª vértebra 
cervical
Processo 
transverso do áxis
Corpo vertebral 
do áxis
Tubérculo anterior do 
processo tranverso
Tubérculo posterior 
do processo tranverso
Forame transversário
Unco do corpo
Disco intervertebral
Arco anterior do atlas
Dente do áxis
Forame transversário 
do áxis
Massa lateral 
do atlas
Processo articular 
inferior do áxis
Processo 
articular superior
Processo 
articular inferior
Pedículo do 
arco vertebral
Processo espinhoso 
do áxis
Processo espinhoso
Arco posterior 
do atlas
Lâmina do 
arco vertebral
Tubérculo posterior 
do atlas
Fig. 7 - VértebrAS CerViCAiS - obLíquA
Dente do áxis
Incisura 
vertebral superior
Incisura 
vertebral inferior
Pedículo do 
arco vertebral
Articulação 
dos processos 
articulares
Osso occipital
Processo 
articular superior
Processo 
articular inferior
Processo espinhoso
Forame 
intervertebral
Fig. 8 - PrimeirA e SegundA VértebrA CerViCAiS - trAnSorAL
Processo 
transverso
Processo 
articular 
superior
Processo espinhoso
Dente do áxis
Massa lateral 
do atlas
Arco posterior 
do atlas
Face articular 
inferior
Fig. 9 - VértebrAS torACiCAS - AP
Corpo vertebral
Disco 
intervertebral
12ª vértebra 
torácica
3ª vértebra 
torácica
Processo 
transverso
Pedículo do 
arco vertebral
Processo espinhoso
Lâmina do 
arco vertebral
Fig. 10 - VértebrAS LombAreS - AP
Pedículo do 
arco vertebral
Processo 
articular superior
Processo 
articular inferior
1ª vértebra lombar
Lâmina do 
arco vertebral
Disco 
intervertebral
Corpo vertebral
Processo costiforme
Processo espinhoso
5ª vértebra lombar
Fig. 11 - VértebrAS torACiCAS - LAterAL
Disco 
intervertebral
Processo espinhoso
Corpo vertebral
Processo 
transverso
Lâmina do 
arco vertebral
Pedículo do 
arco vertebral
Processo 
articular superior
Processo 
articular inferior
Forame 
intervertebral
Fig. 12 - VértebrAS LombAreS - LAterAL
Processo 
articular superior
Processo 
articular inferior
Pedículo do 
arcovertebral
Forame 
intervertebral
Corpo vertebral
Disco 
intervertebral
Promontório
Sacro
L5
Fig. 13 - CoLunA VertebrAL - trAnSição Lombo/SACrAL
Crista sacral 
mediana
Processo 
articular inferior
Forame inter
vertebral
Processo 
costiforme
5ª vértebra 
lombar
Disco 
intervertebral
Processo 
articular 
superior
Sacro Base do 
sacro
Promontório
Fig 14 - torAx PA
Brônquio 
segmentar
Brônquio 
segmentar
Vaso pulmonar
Ápice do pulmão
Traqueia
Vaso pulmonar
Artéria pulmonar D
Hilo do pulmão D
Recesso
Costodiafragmático D
Cúpula esquerda
do diafragma
Ápice do coração Ventrículo 
esquerdoÁtrio direito
Veia cava 
inferior
Artéria 
pulmonar E
Tronco 
pulmonar
Arco da aorta 
(botão aórtico)
Hilo do pulmão E
Aurícula esquerda
Recesso 
Costodiafragmático 
E
Ângulo 
Cardiodiafragmático E
Fig 15 - torAx LAterAL
Átrio esquerdo
Esôfago
Átrio direito
Cúpula do 
diafragma direita
Cúpula do 
diafragma esquerda
Ventrículo direito
Traqueia
Aorta ascendente
Brônquio principal 
esquerdo
Ar no fundo 
gástrico
Fig. 16 - Abdome - AP
Rim
Fígado
Gases no 
colo transverso
Ar no fundo 
gástrico
Gases no 
colo descendente
Margem lateral do 
músculo psoas maior
Fig. 17 - PeLVe FemininA - AP
Acetábulo
Cabeça 
do fêmur
Colo anatômico 
Espinha isquiática
Crista ilíaca
Colo cirúrgico
Trocanter 
maior
Trocanter 
menor
Fossa ilíaca
Limbo do 
acetábulo
Incisura 
isquiática maior
Tuber isquiático
Linha de 
Schenton
Forame 
obturado
Ramo superior 
do osso púbis
Espinha ilíaca 
posteroinferior
Espinha ilíaca 
anteroinferior
Espinha ilíaca 
anterosuperior
Espinha ilíaca 
postero superior
Ramo inferior 
do osso púbis
Linha pectínea 
do púbis
Crista 
obituratóriaCrista 
intertrocantérica
Fóvea da cabeça 
do fêmur
Sínfise 
púbica
Fig. 18 - LowenStein
Colo anatômico 
Trocanter 
maior
Trocanter 
menor
Fossa ilíaca 
(asa do ílio)
Crista ilíaca
Cabeça 
do fêmur
Linha pectínea 
do púbis
Tuber isquiático
Forame 
obturado
Espinha ilíaca 
posterosuperior
Espinha ilíaca 
anteroinferior
Espinha ilíaca 
posteroinferior
Espinha ilíaca 
anterosuperior
Sínfise 
púbica
Crista 
intertrocantérica
Articulação 
sacroilíaca
Fig. 19 - ombro Frente VerdAdeirA rotAção LAterAL
Acrômio 
Extremidade acromial 
da clavícula
Cabeça do úmero
Colo anatômico
Tubérculo maior
Tubérculo menor
Espinha da 
escápula
Processo coracoide
Tubérculo 
supraglenoidal
Tubérculo 
infraglenoidal
Cavidade glenoidal
Colo cirúrgico
Fig. 20 - ombro rotAção mediAL
Acrômio 
Extremidade acromial 
da clavícula
Cabeça do úmero
Colo anatômico
Tubérculo maior
Sulco 
intertubercular 
Colo cirúrgico
Clavícula
Processo coracoide
Tubérculo 
supraglenoidal
Tubérculo 
infraglenoidal
Tubérculo menor
Cavidade glenoidal
Colo da escápula
Fig. 21 - ombro túneL
Acrômio
Fossa supraespinal
Processo coracoide
Tubérculo maior
Espinha da escápula
Margem lateral 
escápula
Cavidade glenoidal
Fossa infraespinhal
Colo cirúrgico
Clavícula
Fig. 22 - ombro AxiAL
Cavidade glenoidal
Clavícula
Processo coracoide
Cabeça do úmero
Espinha da 
escápula
Articulação 
acromioclavicular
Acrômio
Colo cirúrgico
Tubérculo maior
Tubérculo menor
Sulco intertubercular
Fig. 23 - umero AP
Tubérculo maior
Colo cirúrgico
Tuberosidade para 
o músculo deltoide
Epicôndilo lateral
Capítulo
Fossa do olécrano
Cabeça do úmero
Colo anatômico
Fig. 24- umero LAterAL
Cabeça do úmero
Acrômio
Colo anatômico Cavidade glenoidal
Margem lateral
Margem medial
Ângulo inferior
Processo 
coracoide
Fossas infraespinhal 
e subescapular
Fig. 25 - CotoVeLo - AP
Epicôndilo medial
Olécrano
Tróclea do úmero
Incisura troclear
Processo coronoide 
da ulna 
Incisura radial
Tuberosidade 
do rádio
Úmero
Fossa do olécrano
Epicôndilo lateral
Capítulo
Cabeça do rádio
Colo do rádio
Rádio
Fig. 26 - CotoVeLo LAterAL
Rádio
Tuberosidade 
do rádio
Colo do rádio
Cabeça do rádio
Ulna
Processo coronoide 
da ulna
Capítulo
Incisura troclear
Olécrano
Fig. 27 - AntebrAço - AP
Cabeça do rádio
Colo do rádio
Rádio
Processo estiloide 
do rádio
Olécrano
Ulna
Tuberosidade 
do rádio
Processo estiloide 
da ulna
Escafoide Piramidal
PisiformeSemilunar
Fig. 28 - AntebrAço LAterAL
Centro de ossificação 
do capítulo Olécrano
Lâmina epifisial
Epísise distal
Incisura troclear
Fig. 29 - mão PA
Falange distal
Falange média
Falange proximal
IV metacarpal
V metacarpal
Hamato
Hâmulo do 
osso hamato
Pisiforme
Piramidal
Semilunar
Escafoide
Capitato
Trapezoide
Processo estiloide 
da ulna
III metacarpal
II metacarpal
I metacarpal
Trapézio
Processo estiloide 
do rádio
Osso sesamoide
Fig. 30 - mão obLíquA
Corpo da 
falange proximal
Cabeça da 
falange proximal
Base da 
falange proximal
IV metacarpal
III metacarpal
II metacarpal
Semilunar
Capitato
V metacarpal
Hamato
Processo estiloide 
da ulna
I metacarpal
Escafoide
Trapézio
Trapezoide
Processo estiloide 
do rádio
Osso sesamoide
Osso sesamoide
Fig. 31 - Punho PA
Base do 
metacarpal V
Hâmulo do 
osso hamato
Hamato
Piramidal
Pisiforme
Processo 
estiloide da ulna
Cabeça da ulna
Incisura ulnar
Semilunar
Capitato
Escafoide
Base do 
metacarpal I
Processo 
estiloide 
do rádio
Trapezoide
Trapézio
Fig. 32- Punho obLíquo
Trapézio
Escafoide
Hamato
Capitato
Processo 
estiloide do 
rádio Processo 
estiloide 
da ulna
Trapezoide
Pisiforme
Incisura ulnar
Semilunar
Piramidal
Fig. 33 - Punho LAterAL
Trapézio
Escafoide
Pisiforme
Semilunar
Cabeça da ulna
Rádio
Hamato
Capitato
Processo 
estiloide do 
rádio
Processo 
estiloide 
da ulna
Trapezoide
Piramidal
Ulna
Fig. 34 - dedo LAterAL
Falange distal
Tuberosidade da 
falange distal
Falange média
Falange proximal
Fig. 35 - ArtiCuLAção do quAdriL AP
Acetábulo
Cabeça 
do fêmur
Colo anatômico 
Trocanter 
maior
Trocanter 
menor
Limbo do 
acetábulo
Sacro
Linha de 
Schenton Forame 
obturado
Tuber 
isquiático
Ramo superior 
do osso púbis
Ramo inferior 
do osso púbis
Linha pectínea 
do púbis
Crista 
obituratóriaCrista 
intertrocantérica
Fóvea da cabeça 
do fêmur
Fig. 36 - ArtiCuLAção do quAdriL - LAterAL
Acetábulo
Limbo do 
acetábulo
Incisura 
isquiática maior
Espinha isquiática
Incisura 
isquiática menor
Crista 
intertrocantérica
Colo anatômico
Trocanter menor
Fig. 37 - Fêmur AP
Centro de 
ossificação do 
trocanter maior
Sincondrose entre 
ílio, ísquio 
e púbis
Lâmina epifisial
Lâmina epifisial
Epífise distal
Epífise proximal
Fig. 38 - Fêmur PerFiL
Diáfise
Sincondrose entre 
ílio, ísquio 
e púbis
Lâmina epifisial
Lâmina epifisial
Epífise distal
Epífise proximal
Fig. 39 - JoeLho - AP
Corpo da fíbula
Cabeça da fíbula
Ápice da cabeça 
da fíbula
Tubérculo 
intercondilar lateral
Tubérculo 
intercondilar medial
Corpo do fêmur
Epicôndilo lateral
Côndilo lateral
Corpo da tíbia
Linha epifisial
Côndilo medial
Côndilo medial
Epicôndilo medial
Base da patela
Fossa intercondilar
Fig. 40 - JoeLho LAterAL
Face poplítea
Fossa intercondilar
Linha epifisial
Ápide da cabeça 
da fíbula
Cabeça da fíbula
Corpo da fíbula
Côndilo medial
Côndilo lateral
Base da patela
Ápice da patela
Eminência 
intercondilar
Tuberosidade 
da tíbia
Corpo da tíbia
Face anterior
Face articular 
da patela
Fig. 41 - PAteLA AxiAL
Côndilo lateral
Face patelar
Face anterior 
da patela
Face articular 
da patela
Côndilo medial
Ápice da patela
Fig. 42 - PernA AP
Côndilo lateral
Cabeça da fíbula
Fíbula
Maléolo lateral
Côndilo medial
Tíbia
Maléolo medial
Eminência 
intercondilar
Fig. 43 - PernA LAterAL
Tíbia
Tuberosidade 
da tíbia
Maléolo medial
Fíbula
Cabeça da fíbula
Fig. 44 - tornozeLo Frente
Tíbia
Linha epifisial
Tálus
Maléolo medial
Fíbula
Tróclea do tálus
Maléolo lateral
Fig. 45 - tornozeLo PerFiL
Tróclea do tálus
Processo posterior 
do tálus
Maléolo lateral
Calcâneo
Tuberosidade 
do calcâneo
Linha epifisial
Maléolo medial
Cabeça dotálus
Seio do tarso
Tálus
Navicular
Cuboide
Fig. 46 - Pé AP
Cuboide
Metatarsal V
Metatarsal III
Metatarsal II
Metatarsal IV
Falange distal
Falange média
Falange proximal
Cuneiforme medial
Metatarsal I
Cuneiforme 
intermédio
Cuneiforme lateral
Navicular
Tálus
Osso sesamoide 
medial
Osso sesamoide 
lateral
Fig. 47 - Pé obLíquo
Metatarsal IV
Metatarsal III
Cuboide
Calcâneo
Tuberosidade do 
metatarsal V
Osso sesamoide 
lateral
Osso sesamoide 
medial
Tálus
Navicular
Cuneiforme lateral
Cuneiforme 
intermédio
Cuneiforme medial
Metatarsal II
Metatarsal I
Fig. 48 - CALCâneo AxiAL
Tuberosidade do 
metatarsal V
Processo lateral 
da tuberosidade 
do calcâneo
Processo medial 
da tuberosidade 
do calcâneo
Tuberosidade 
do calcâneo
Sustentáculo 
do tálus
Calcâneo
Fig. 49 - CALCâneo LAterAL
Processo 
posterior 
do tálus
Tálus
Maléolo lateral
Seio do tarso
Sustentáculo 
do tálus
Cuboide
Processo lateral 
da tuberosidade 
do calcâneo
Tuberosidade 
do calcâneo
Calcâneo
EXAMES 
CoNTRASTAdoS
Capítulo 2
Nader Wafae
Fig. 1 - eSoFAgogrAFiA
Constrição 
cricofaríngea
Constrição 
bronco aórtica
Esôfago abdominal 
e cárdia
Prega da 
mucosa
Átrio esquerdo
Diafragma
Constrição 
diafragmática
Constrição 
bronco aórtica 
(arco da aorta)
Constrição bronco 
aórtica (brônquio 
principal esquerdo)
Brônquio principal 
esquerdo
Constrição 
cricofaríngea
Fig. 2 - trânSito inteStinAL
Íleo
Duodeno parte 
horizontal
Duodeno parte 
descendente
Duodeno parte 
superior 
(bulbo duodenal)
Jejuno
Região pilórica
Corpo gástrico
Fundo gástrico
Incisura angular
Fig. 3 - CoLoS
Flexura 
direita do colo
Íleo
Flexura 
esquerda do colo
Colo ascendente
Colo transverso
Colo descendente
Prega semilunar
Saculação
Onda peristáltica
Fig. 4 - ContrAStAdo enemA oPACo
Colo ascendente
Flexura direita 
do colo
Ampola do reto
Colo transverso
Colo descendente
Colo sigmoide
Saculação
Flexura esquerda 
do colo
Fig. 5 - Junção iLeoCeCAL
Colo ascendente
Saculação
Ceco
Apêndice 
vermiforme
Íleo
Fig. 6 - LAterAL de reto
Colo sigmoide
Ampola do reto
Gases no colo 
sigmoide
Fig. 7 - ViAS biLiAreS 1
Sonda T
Ducto 
hepático direito
Ducto hepático 
esquerdo
Vias biliares 
intra-hepáticas
Ducto hepático 
comum
Ducto colédoco
Fig. 8 - ViAS biLiAreS 2
Sonda T
Ducto 
hepático direito
Ducto hepático 
esquerdo
Vias biliares 
intra-hepáticas
Ducto hepático 
comum
Ducto colédoco
Fig. 9 - ContrAStAdo urogrAFiA exCretorA
Cálice renal 
menor
Cálice renal 
maior superior
Bexiga urinária
Ureter parte 
abdominal
Pelve renal
Fig. 10 - uretroCiStogrAFiA miCCionAL
Uretra parte 
esponjosa
Uretra parte 
membranácea
Uretra parte 
prostática
Fossa bulbar
Bexiga 
urinária
Fig. 11 - hiSteroSSALPingogrAFiA
Cavidade 
do útero
Vagina
Contraste 
na cavidade 
peritoneal
Infundíbulo da 
tuba uterina
Ístmo da tuba 
uterina
Ampola da 
tuba uterina
Fig. 12 - FLebo mmii
Veias tibiais 
anteriores
Veias tibiais 
posteriores
Veias fibulares
Veia sural
Veia femoral
Veia poplítea
Veia safena 
magna
Veia de Boyd
Fig. 13 - FLebo mmii1
Veia safena 
magna
Veia femoral
Valva venosa
Veia ilíaca 
externa
Veia femoral
Fig. 14 - ArteriogrAFiA CerebrAL
A. calosomarginal
A. oftálmica
A. carótida 
interna
A. cerebral 
anterior
A. basilar
A. cerebral posterior
A. cerebral média
Fig. 15 - Angio CArótidA
A. facial
A. carótida 
externa
A. carótida 
interna parte 
cervical
A. carótida 
comum
A. tireóidea 
superior
Fig. 16 - AngioACerebrAL
A. cerebral 
média
A. carótida 
interna
A. cerebral 
anterior
Fig. 17 - AngioACerebrAL
A. cerebral 
anterior
A. carótida 
interna
A. cerebral
média
A. carótida 
interna
Fig. 18 - AngioACerebrAL
A. cerebral 
anterior
A. caloso 
marginal
A. carótida 
interna
A. cerebral 
média
A. cerebral 
posterior
Fig. 19 - AngioACerebrAL
A. cerebral 
anterior
A. cerebral média
A. carótida 
interna
A. oftálmica
A. comunicante 
posterior
Fig. 20 - AngioACerebrAL
A. vertebral
A. cerebelar 
inferior posterior
A. cerebral 
posterior
A. basilar
A. comunicante 
posterior
A. cerebelar 
superior
A. cerebelar 
inferior anterior
Fig. 21 - AngioCVertbASiLAr
A. cerebelar 
inferior posterior
A. vertebral
A. basilar
A. cerebral posterior
A. cerebelar superior
A. cerebelar 
inferior anterior
Fig. 22 - AngioACerebrAL VenoSA
Seio sagital 
superior
Confluência 
dos seios
Seio transverso
Selo reto
Seio petroso
Seio 
sigmóideo
Veia jugular 
interna
MAMogRAfIA E 
EXAMES dE 
MAMA
Capítulo 3
Elvira Barbosa Miranda
Fig. 1 - mAmA
Músculo 
peitoral maior
Vaso 
sanguíneo
Ducto 
lactífero
Papila mamária
Ligamento 
suspensor 
da mama
Tecido 
adiposo
Glândula 
mamária
Fig. 2 - mAmA
Glândula 
mamária
Ligamento 
suspensor 
da mama
Tecido 
adiposo
Papila 
mamária
Seio 
lactífero
Fig. 3 - mAmA SAgitAL t1
Músculo 
peitoral maior
Músculo 
peitoral menor
Papila 
mamária
Tecido adiposo 
subcutâneo
Tecido 
fibroglandular
Pele
Fig. 4 - mAmA AxiAL t1 SuPreSSão de gordurA
Tecido 
fibroglandular
Tecido 
adiposo
Fascia 
peitoral
Papila 
mamária
Músculo 
peitoral 
maior
Fig. xxx - mAmA direitAFig. 5 - mAmA SAgitAL t1
Tecido adiposo 
subcutâneo
Músculo 
peitoral maior
Tecido 
fibroglandular
Costelas
ToMogRAfIA
CoMPuTAdoRIzAdA
Capítulo 4
Valdemir Rodrigues Pereira
Fig. 1 - tC Crânio
Fig. 2 - tC Crânio
Forame magno
Processo mastoide
Músculo masseter
Músculos pterigóideos 
(lateral e medial)
Fossa pterigóidea
Cartilagem do 
septo nasal
Fossa temporal
Meato acústico externo
Orelha externa
Forame magno
Ramo da mandíbula
Lóbulo da orelha
Parte nasal da faringe
Septo nasal ósseo
Lâmina lateral
(processo pterigoide)
Lâmina medial 
(processo pterigoide)
Seio maxilar
Osso zigomático
Osso occipital
Arco zigomático
Células mastóideas
Processo coronoide 
da mandíbula
Processo condilar 
da mandíbula
Processo estiloide
Parte nasal da faringe
Fig. 3 - tC Crânio
Fig. 4 - tC Crânio
Concha nasal
inferior
Base occipital 
(clivo)
Meato acústico 
externo
Células mastóideas
Osso zigomático
Parte petrosa do 
osso temporal
Hemisfério 
cerebelar (fossa 
posterior do crânio)
Arco zigomático
Protuberância 
occipital interna
Tronco encefálico 
(bulbo)
Protuberância 
occipital externa
Septo nasal ósseo 
(lâmina perpendicular 
do etmoide)
Arco zigomático
Seio esfenoidal
Fossa temporal
Quarto ventrículo
Fig. 5 - tC Crânio 
Células etmoidais
Seio esfenoidal
Parte petrosa do 
osso temporal
Hemisfério cerebelar
Osso nasal
Bulbo do olho
Células mastóideas
Fissura orbital 
superior
Fossa média 
do crânio
Fig. 6 - tC FACe
Concha nasal 
inferior
Espinha nasal 
anterior
Incisura da 
mandíbula
Septo nasal ósseo
Seio maxilar
Parte nasal da 
faringe
Fig. 7 - tC FACe
Asa do nariz
Ápice do nariz
Vestíbulo 
do nariz
Processo condilar 
da mandíbula
Processo coronoide
da mandíbula
Fossa pterigóidea
Cartilagem do 
septo nasal
Concha nasal média
Arco zigomático
Fig. 8 - tC FACe
Cavidade nasal
Arco zigomático
Septo nasal 
ósseo (vômer)
Processo condilar 
da mandíbula
Cartilagem do 
septo nasal
Meato acústico 
externo
Asa do nariz
Seio maxilar
Processo coronoide
da mandíbula
Fossa pterigóidea
Fig. 9 - tC FACe
Seio esfenoidal 
Dorso da sela
Fossa média 
do crânio
Canal carótico
Osso zigomático
Ducto lacrimonasal
Fig. 10 - tC FACe
Células etmoidais 
anteriores
Células etmoidais 
médias
Células etmoidais 
posteriores
Dorso da sela
Osso temporal
Músculo reto lateral
Músculo reto medial
Bulbo do olho
Seio esfenoidal
Fig. 11 - tC FACe PLAno CoronAL
Crista etmoidal
Células etmoidais
Bulbo do olho
Concha nasal 
inferior
Meato nasal inferior
Corpo da mandíbula
Lobo frontal
Seio frontal
Septo nasal ósseo 
(lâmina perpendicular 
do etmoide)
Septo nasal ósseo 
(vômer)
Fig. 12 - tC FACe PLAno CoronAL 
Lobo frontal
Crista etmoidal
Células etmoidais
Concha nasal médiaConcha nasal inferior
Meato nasal médio
Meato nasal inferior
Esclera
Bulbo do olho
Seio maxilar
Palato duro
Músculo oblíquo 
inferior
Fig. 13 - tC FACe PLAno CoronAL
Osso frontal
Concha nasal média
Concha nasal superior
Músculo oblíquo 
superior
Concha nasal inferior
Dentes (nos 
alvéolos dentais)
Músculo reto inferior
Músculo reto lateral
Músculo reto medial
Músculo levantador 
da pálpebra superior
Corpo da mandíbula 
(substância óssea 
compacta)Corpo da mandíbula 
(substância óssea 
esponjosa)
Fig. 14 - tC FACe PLAno CoronAL
Asa maior do 
esfenoide
Nervo óptico
Músculo reto 
superior
Dentes
Corpo da mandíbula
Articulação etmoido 
vomeral
Músculo reto inferior
Músculo reto lateral
Músculo reto medial
Músculo levantador 
da pálpebra superior
Fig. 15 - tC FACe PLAno CoronAL 
Nervo óptico
Concha nasal média
Concha nasal inferior
Concha nasal superior
Meato nasal médio
Meato nasal inferior
Meato nasal superior
Arco zigomático
Seio esfenoidal 
(com septo)
Espinha nasal 
posterior
Palato mole
Língua
Fig. 16 - tC FACe PLAno CoronAL
Meato nasal médio
Seio esfenoidal
Corpo da mandíbula
Meato nasal inferior
Canal óptico
Fissura orbital inferior
Concha nasal média
Concha nasal inferior
Ramo da mandíbula
Fig. 17 - tC FACe PLAno CoronAL 
Lâmina lateral do 
processo pterigoide
Parte nasal 
da faringe Ramo da mandíbula
Arco zigomático
Processo clinoide 
posteriorFossa temporal
Fig. 18 - tC oSSo temPorAL
Meato acústico externo
Células mastóideas
Cóclea
Fig. 19 - tC oSSo temPorAL
Células mastóideas
Orelha externa
Processo mastoide
Fossa jugular
Fig. 20 - tC oSSo temPorAL
Meato acústico externo
Parte petrosa 
osso temporal
Martelo
Fig. 21 - tC região CerViCAL
Glândula 
submandibular 
Forame transversário 
(artéria vertebral)
Corpo vertebral
Lâmina do arco 
vertebral
Processo espinhoso 
(bifurcado)
Músculo esternocleido-
mastóideo
Forame vertebral 
(medula espinal)
Corno menor do 
hioide
Corpo do hioide
Fig. 22 - tC região CerViCAL
Recesso piriforme
Pedículo do arco 
vertebral
Músculo trapézio
Músculo esplênio 
da cabeça
Lâmina do arco 
vertebral
Músculos multifídios
Parte laríngea da 
faringe
Músculo 
esternocleidomastóideo
Fig. 23 - tC região CerViCAL 
Recesso piriforme
Processo articular
Corpo vertebral
Músculo levantador 
da escápula
Laringe
Forame 
intervertebral
Fig. 24 - tC região CerViCAL 
Proeminência 
laríngea
Unco do corpo Disco intervertebral
Músculo semiespinal
Músculo esplênio da 
cabeça
Músculos multifídios
e semiespinal do 
pescoço
Forame 
transversário
Lâmina da 
cartilagem tireóidea
Músculo trapézio
Fig. 25 - tC região CerViCAL 
Recesso piriforme
Tubérculo posterior
Tubérculo anterior
Lâmina do arco 
vertebral
Laringe
Cartilagem tireóidea 
(lâmina esquerda)
Forame transversário 
(artéria vertebral)
Pedículo do arco 
vertebral
Artéria carótida 
comum
Fig. 26 - tC região CerViCAL
Cartilagem tireóidea 
(corno superior)
Músculo 
esternocleidomastóideo
Esôfago
Processo espinhoso 
(bifurcado)
Medula espinal 
(forame vertebral)
Cartilagem 
aritenóidea
Fig. 27 - tC região CerViCAL
Músculo esterno 
cleidomastóideo
Músculo levantador 
da escápula
Esôfago
Músculo semi-espinal 
da cabeça
Músculo esplênio da 
cabeça
Laringe – glote
Lâmina da 
cartilagem cricóidea
Forame 
intervertebral
Músculo trapézio
Fig. 28 - tC região CerViCAL
Corpo vertebral
Lâmina do arco 
vertebral
Unco do corpo
Processo espinhoso
Corno inferior da 
cartilagem tireóidea
Fig. 29 - tC região CerViCAL
Corpo vertebral
Lâmina do arco 
vertebral
Processo espinhoso
Laringe – 
cavidade infraglótica
Cartilagem cricóidea
Processo articular
Fig. 30 - tC região CerViCAL
Forame transversário 
(artéria vertebral)
Forame vertebral
Músculo trapézio
Tubérculo posterior
Tubérculo anterior
Fig. 31 - tC região CerViCAL
Músculo trapézio
Músculo levantador 
da escápula
Cartilagem traqueal
Veia jugular externa
Processo articular
(lâmina do arco 
vertebral)
Glândula tireoide
Fig. 32 - tC região CerViCAL
Glândula tireoide
Esôfago
Unco do corpo
Corpo vertebral
Músculo eretor 
da espinha
Traqueia
Fig. 33 - tC região CerViCAL
Disco intervertebral
Veia jugular externa
Artéria carótida 
comum
Veia jugular internaEsôfago
Músculo levantador 
da escápula
Fig. 34 - tC região toráCiCA dA CoLunA
Traqueia
Corpo vertebral
Articulação da 
cabeça da costela
Cabeça da costela
Escápula
Esôfago 
(parte torácica)
Forame vertebral 
(medula espinal)
Articulação 
costotransversária
Processo transverso
Traqueia
Esôfago
Colo da costela
Tubérculo da costela
Cabeça da costela
Aorta
Disco intervertebral
Processo articular 
superior
Processo articular 
inferior
Articulação dos processos 
articulares
Processo espinhoso
Fig. 35 - tC região toráCiCA dA CoLunA
Processo transverso
Vasos pulmonares
Fig. 36 - tC região toráCiCA dA CoLunA
Brônquio principal 
direito
Brônquio principal 
esquerdo
Esôfago
Pedículo do arco 
vertebral
Articulação da 
cabeça da costela
Processo 
transverso
Parte descendente 
da aorta 
Cabeça da costela
Colo da costela
Tubérculo da costela
Corpo da costela
Processo espinhoso
Fig. 37 - tC região toráCiCA dA CoLunA
Esôfago
Brônquios lobares
Lâmina do arco 
vertebral
Aorta
Corpo vertebral
Articulação do 
processos articulares
Processo articular 
superior
Processo articular 
infeior
Forame vertebral 
(medula espinhal)
Veia ázigo
Fig. 38 - tC região toráCiCA dA CoLunA
Pedículo 
do arco vertebral
Cabeça da costela
Tubérculo da costela
Corpo da costela
Colo da costela
Processo transverso
Esôfago
Disco 
intervertebral
Parte descendente 
da aorta
Veia ázigo
Fig. 39 - tC região LombAr dA CoLunA
Medula espinal 
(forame vertebral)
Processo espinhoso
Lâmina do arco 
vertebral
Corpo vertebral
Músculo eretor da 
espinha
Forame 
intervertebral
Processo articular
Músculo psoas 
maior
Fig. 40 - tC região LombAr dA CoLunA
Articulação dos 
processos articulares
Processo articular 
inferior
Processo articular 
superior
Ligamento 
interespinal
Corpo 
vertebralMúsculo psoas 
maior
Processo espinhoso
Fig. 41 - tC região LombAr dA CoLunA
Pedículo do arco 
vertebral
Ligamento 
amarelo
Processo costiforme
Processo mamilar
Processo acessório
Fig. 42 - tC região LombAr dA CoLunA
Processo costiforme
Processo mamilar
Corpo vertebral
Músculo psoas 
maior
Processo espinhoso
Processo articular 
superior
Processo articular 
inferior
Pedículo do arco 
vertebral
Forame vertebral
Fig. 43 - tC região LombAr/SACrAL dA CoLunA
Articulação 
sacroilíaca
Asa do sacro
Cauda equina 
(canal vertebral)
Osso do quadril (ílio)
Promontório
Crista sacral 
mediana
Fig. 44 - tC tórAx
Átrio esquerdo
Ventrículo direito
Ventrículo 
esquerdoÁtrio direito
Artéria 
pulmonar
Músculo eretor 
da espinha Músculo trapézio
Septo 
interventricular
Parte descendente 
da aorta (torácica)
Sulco coronário
Veia ázigo
Fig. 45 - tC tórAx
Músculo eretor 
da espinha
Processo xifoide
Cartilagem costais
Aorta
Veia ázigo
Septo 
interventricular
Ângulo inferior 
da escápula
Septo interatrial
Músculo serrátil 
anterior
Músculo latíssimo 
do dorso
Costelas
Fig. 46 - tC tórAx
Músculo serrátil 
anterior
Aorta
Veia ázigo
Músculo latíssimo 
do dorso
Cabeça da costela
Lâmina do arco 
vertebral
Músculo trapézio
Fig. 47 - tC tórAx
Veia cava superior
Pilar direito do 
diafragma
Pilar esquerdo do 
diafragma
Ventrículo direito
Veia ázigo
Ventrículo esquerdo
Septo 
interventricular
Processo espinhoso
Fig. 48 - tC Abdome SuPerior
Lobo hepático 
esquerdo
Lobo hepático 
direito
Músculo reto 
do abdome
Músculos 
intercostais
Parte descendente 
aorta (torácica)
Fig. 49 - tC Abdome SuPerior
Fundo gástrico
Veia cava inferior
Músculo eretor 
da espinha
Recesso costodiafragmático 
da pleura
Base do pulmão
Fig. 50 - tC Abdome SuPerior 
Corpo gástrico
Lobo caudado
Costela
Parte descendente 
da aorta (torácica)Fig. 51 - tC Abdome SuPerior
Baço
Ligamento falciforme
Veia cava inferior
Lobo hepático 
direito
Corpo vertebral
Lobo hepático 
esquerdo
Lobo caudado
Parte descendente 
da aorta (torácica)
Pedículo do arco 
vertebral
Fig. 52 - tC Abdome SuPerior
Baço (face) 
diafragmática
Baço – face visceral 
com hilo esplênico
Ligamento falciforme
Pilar direito 
do diafragama
Pilar esquerdo 
do diafragma
Fig. 53 - tC Abdome SuPerior
Músculo reto 
do abdome
Tronco celíaco
Corpo gástrico
Artéria esplênica
Artéria hepática 
comum
Artéria gástrica 
esquerda
Corpo da costela
Fig. 54 - tC Abdome SuPerior
Vesícula biliar
Pilar direito do 
diafragma
Pilar esquerdo do 
diafragma
Veia cava inferior Hilo esplênico 
(face visceral)
Tronco celíaco
Cabeça da costela
Lobo quadrado
Fig. 55 - tC Abdome SuPerior 
Colo descendente
Corpo gástrico
Rim esquerdo 
(córtex renal)
Processo espinhoso
Veia cava inferior
Veia renal direita
Rim direito 
(Medula renal)
Processo mamilar
Fig. 56 - tC Abdome SuPerior
Músculo reto do 
abdome
Músculo transverso 
do abdome
Alça do jejuno
Músculo oblíquo 
externo do abdome
Artéria renal esquerda
Curvatura menor
Artéria mesentérica 
superior
Colo descendente
Músculo latíssimo 
do dorso
Músculo eretor 
da espinha
Corpo do pancrêas
Fig. 57 - tC Abdome SuPerior
Músculo transverso 
do abdome
Músculo oblíquo 
externo do abdome
Músculo oblíquo 
interno do abdome
Processo costiforme
Músculo reto 
do abdome
Músculo psoas 
maior
Músculo quadrado 
do lombo
Processo mamilar
Veia cava 
inferior
Fig. 58 - tC Abdome SuPerior
Colo transverso
Alça do jejuno
Colo descendente
Músculo psoas maior
Músculo eretor 
da espinha
Parte superior 
do duodeno
Polo inferior 
do rim direito
Músculo quadrado 
do lombo
Ceelo ascendente
Fig. 59 - tC Abdome inFerior
Músculo reto 
do abdome
Colo descendente
Articulação sacroilíaca
Alças do íleo
Músculo psoas 
maior
Músculo ilíaco
Crista sacral 
mediana
Fig. 60 - tC Abdome inFerior
Colo descendente
Ureter esquerdo
Forame sacral
Ureter direito
Músculo glúteo
Articulação 
sacroilíaca
Asa do sacro
Crista sacral mediana
Fig. 61 - tC Abdome inFerior
Músculo glúteo 
mínimo
Bexiga urinária
Ampola do reto
Músculo glúteo 
médio
Músculo glúteo 
máximo
Fig. 62 - tC Abdome inFerior
Artéria íliaca 
externa
Trocanter maior
Fossa isquioanal
Veia íliaca 
externa
Canal anal
Acetábulo
Cabeça do fêmur
Bexiga urinária
Vasos ilíacos
Útero
Fig. 63 - tC Abdome inFerior
Sínfise púbica
Túber isquiático
Veia femoral
Músculo pectíneo
Artéria femoral
Fig. 64 - tC Abdome inFerior
Diáfise do fêmur
Músculo sartório
Músculo tensor da 
fascia lata
Músculo reto 
femoral
Artéria femoral 
profunda
Músculo obturador 
externo
Trocanter maior
Músculo obturador 
interno
Músculo vasto 
intermédio
Músculo vasto 
lateral
Músculo adutor longo
Músculo pectíneo
Músculo adutor curto
Músculo adutor 
magno
Fig. 65 - tC PeLVe mASCuLinA
Cóccix
Músculo reto 
do abdome
Bexiga unirária
Acetábulo
Reto
Fig. 66 - tC PeLVe mASCuLinA
Canal anal
Fóvea da cabeça 
do fêmur
Bexiga urinária
Próstata
Cóccix
Músculo glúteo
Músculo glúteo máximo
Fig. 67 - tC PeLVe mASCuLinA
Sínfise púbica Tubérculo púbico
Cabeça do fêmur
Trocanter maior
Ramo superior 
do púbis
Fig. 68 - tC PeLVe mASCuLinA
Ramo inferior 
do púbis
Corpo cavernoso
Diáfise do fêmur
Ramo do isquio
Fig. 69 - tC Abdome PLAno CoronAL
Parte descendente 
da aorta
Colo descendente
Músculo psoas maior
Ceco
Pirâmide renal
Crista ilíaca
Lobo hepático 
direito
Córtex renal
Colo do fêmur
Fig. 70 - tC Abdome PLAno CoronAL 
Baço
Corpo vertebral
Disco intervertebral
Músculo ilíaco
Costela
Asa do ílio
Trocanter maior
Músculo 
intercostal
Útero
Bexiga urinária
Fig. 71 - tC Abdome PLAno CoronAL
Lobo hepático 
esquerdo
Tronco celíaco
Aorta descendente 
(parte abdominal)
Bexiga urinária
Ligamento 
falciforme
Acetábulo
Artéria mesentérica 
superior
Artéria ilíaca 
comum
Cabeça do fêmur
Fig. 72 - tC Abdome PLAno CoronAL
Lobo hepático 
esquerdo
Colo descendente
Asa do ílio
Ramo superior 
do púbis
Artéria mesentérica 
superior
Bexiga urinária
Ceco
Veia cava inferior
Veia porta
Fig. 73 - tC ombro
Músculo supraespinal
Músculo trapézio
Clavícula
Ângulo superior 
da escápula
Costela
Fig. 74 - tC ombro
Clavícula
Ápice do pulmão
Músculo 
subescapular
Músculo trapézio
Músculo peitoral 
menor
Músculo deltoide
Acrômio
Espinha da 
escápula
Músculo 
supraespinal
Fig. 75 - tC ombro
Músculo peitoral 
maior
Músculo intercostais
Músculo 
subescapular
Incisura da escápula
Músculo deltoide 
(parte clavicular)
Cabeça do úmero
Músculo deltoide 
(parte espinal)
Músculo deltóide 
(parte acromial)
Fig. 76 - tC ombro
Músculo peitoral 
maior
Músculo 
subescapular
Músculo trapézio
Músculo romboide
Músculo peitoral 
menor
Processo coracoide
Tubérculo maior
Músculo deltoide
Músculo 
infraespinhal
Cavidade glenoidal
Cabeça do úmero
Processo coracoide
Fig. 77 - tC ombro
Sulco intertubercular
Tubérculo maior
Músculo deltoide
Tubérculo menor
Cavidade glenoidal
Fig. 78 - tC ombro
Músculo peitoral 
menor Músculo peitoral 
maior
Músculo redondo 
menor
Músculo deltoide
Margem lateral 
da escápula
Diáfise do úmero
Fig. 79 - tC ombro 
Músculo peitoral 
menor
Músculo supraespinhal
Músculo infraespinhal
Músculo peitoral 
maior
Músculo redondo 
menor
Músculo deltoide
Fig. 80 - tC CotoVeLo
Olécrano
Fossa do olécrano
Epicôndilo medial
Fossa coronóidea
Epicôndilo lateral
Fig. 81 - tC CotoVeLo
Olécrano
Tróclea do úmero
Epicôndilo medial
Capítulo do úmero
Fig. 82 - tC CotoVeLo
Epicondilo lateral
Capítulo do úmero
Tróclea do úmero
Músculos flexores 
do antebraço
Músculos extensores 
do antebraço
Fig. 83 - tC CotoVeLo
Substância óssea 
esponjosa
Substância óssea 
compacta
Cabeça do rádio
Incisura radial 
da ulna
Fig. 84 - tC CotoVeLo
Corpo da ulna 
(substância óssea 
compacta)
Corpo do rádio 
(cavidade medular) 
Membrana 
interóssea
Fig. 85 - tC CotoVeLo SAgitAL
Processo coronoide
Olécrano
Músculo tríceps 
braquial
Incisura troclear
Tróclea do úmero
Fossa coronóidea
Diáfise do úmero
Músculo braquial
Músculo bíceps 
braquial
Fig. 86 - tC CotoVeLo SAgitAL
Cabeça do rádio
Músculo tríceps 
braquial
Músculo braquial
Capítulo do úmero
Diáfise do úmero
Músculo bíceps 
braquial
Fig. 87 - tC Punho CoronAL
IV metacarpal 
(corpo)
Trapezoide
Face articular 
carpal
Processo estiloide 
do rádio
Capitato
Hamato
Piramidal
Semilunar
Escafoide
Cabeça da ulna
Fig. 88 - tC Punho CoronAL
II metacarpal (cabeça)
Hamato
Escafoide
Capitato
Trapezoide
Trapézio
Rádio
IV metacarpal 
(cabeça)
V metacarpal 
(corpo)
Ulna
Cabeça da ulna
Piramidal
Semilunar
Processo estiloide 
da ulna
II metacarpal 
(base)
Fig. 89 - tC Punho CoronAL
I metacarpal (corpo)
Escafoide
Trapezoide
Trapézio
Rádio
IV metacarpal 
(cabeça)
V metacarpal
(corpo) 
Piramidal
Hamato
Semilunar
Capitato
Fig. 90 - tC Punho AxiAL
Tendões dos músculos 
flexores (tunel do carpo)
Rádio
Tubérculo dorsal
Cabeça da ulna
Tendões dos mm 
extensores
Incisura ulnar 
do rádio
Fig. 91 - tC Punho AxiAL
Tendões dos músculos 
flexores dos dedos
Radio
Tendões dos 
músculos extensores
Semilunar
Escafoide
Fig. 92 - tC Punho AxiAL
Processo estiloide 
do rádio
Escafoide
Processo estiloide 
da ulna
Semilunar
Piramidal
Fig. 93 - tC Punho AxiAL
Escafoide
Veia cefálica
Semilunar
Pisiforme
Hamato
Piramidal
Túnel do corpo
Fig. 94 - tC Punho AxiAL
Trapézio
Trapezoide
Hâmulo do hamato
Capitato
Hamato
Fig. 95 - tC JoeLho CoronAL
Epicôndilo medial 
do fêmur
Côndilo medial 
do fêmur
Eminência 
intercondilar
Côndilo medial 
da tíbia
Fossa intercondilar
Linha epifisial
Epicôndilo lateral 
do fêmur
Côndilo lateral 
do fêmur
Côndilo lateral 
da tíbia
Fig. 96 - tC JoeLho AxiAL 
Côndilo medial
Veia safena magna
Músculo sartório
Face anterior 
dapatela
Face articular 
da patela
Côndilo lateral
Artéria poplítea
Veia poplítea
Fig. 97 - tC JoeLho AxiAL 
Retináculo medial 
da patela
Côndilo medial
Ápice da patela
Retináculo lateral 
da patela
Côndilo lateral
Fossa intercondilar
Epicôndilo lateral
Artéria poplítea
Epicôndilo medial
Fig. 98 - tC JoeLho AxiAL 
Côndilo medial 
da tíbia
Músculo gastrocnêmio
(cabeça medial)
Ligamento da patela
Côndilo lateral da tíbia
Músculo gastrocnêmio
(cabeça lateral)
Fig. 99 - tC JoeLho AxiAL 
Músculo 
gastrocnêmio 
(cabeça medial)
Tíbia
Cabeça da fíbula
Músculo gastrocnêmio 
(cabeça lateral)
Ligamento da patela
Tuberosidade 
 da tíbia
Veia safena magma
Fig. 100 - tC PernAS CoronAL
Corpo da fíbula
Músculos fibulares
Músculo bíceps 
femoral
Músculo 
semimembranáceo
Côndilo lateral 
do fêmur
Ápice da cabeça 
da fíbula
Côndilo medial 
do fêmur
Músculo semitendíneo
Músculo tríceps sural
Fig. 101 - tC PernAS CoronAL
Cavidade medular 
Côndilo lateral 
do fêmur
Côndilo lateral 
da tíbia
Músculo vasto 
lateral
Côndilo medial 
da tíbia
Côndilo medial 
do fêmur
Eminência 
intercondilar
Tálus
Maléolo medial
Músculo vasto medial
Fig. 102 - tC Pé SAgitAL
Navicular
I metatarsal (base)
I metatarsal (cabeça)
Falange distal
Falange proximal
Falange proximal
Tíbia
Tálus
Calcâneo
Cuneiforme medial
Maléolo lateral
Fig. 103 - tC Pé SAgitAL
I metatarsal (corpo)
Colo do tálus
Tróclea do tálus
Tíbia
Navicular
Calcâneo
Cuneiforme intermédio
Fig. 104 - tC Pé SAgitAL
Cuneiforme 
lateral
Colo do tálus
Cabeça do tálus
Tíbia
Tróclea do tálus
Calcâneo
Cuboide
Seio do tarso
IV metatarsal
Falange média
Falange distal
Falange proximal
Fig. 105 - tC Pé SAgitAL
Cuneiforme 
lateral
Calcâneo
Seio do tarso
IV metarsal
IV metatarsal
Fig. 106 - tC tornozeLo CoronAL
Maléolo lateral
Calcâneo
Malécelo medial
Tálus
Cubóide
Fig. 107 - tC tornozeLo CoronAL
Articulação 
talocrural
Calcâneo
Tálus
Maléolo medial
Fig. 108 - tC Pé AxiAL
Calcâneo
V metatarsal
Falange proximal 
(III dedo)
Falange distal
(III dedo)
IV metatarsal 
(corpo)
I metatarsal (cabeça)
Falange proximal
Falange distal
Calcâneo
V metatarsal
(base)
Falange proximal 
(III dedo)
Falange média 
(III dedo)
IV metatarsal 
(corpo)
I metatarsal (cabeça)
Falange proximal
Falange distal
Fig. 109 - tC Pé AxiAL
Calcâneo
Cuboide
IV metatarsal (base)
I metatarsal (cabeça)
Falange proximal
Falange distal
Fig. 110 - tC Pé AxiAL
Maléolo lateral
Cuneiforme lateral
Navicular
Cuneiforme medial
Cuneiforme intermédio
Cabeça do tálus
Fig. 111 - tC Pé AxiAL
Maléolo lateral
Colo do tálus
Cabeça do tálus
Navicular
Tróclea do tálus
Cuneiforme medial
Cuneiforme intermédio
Tendão calcâneo
Articulação 
tibiofibular distal
Fig. 112 - tC Pé AxiAL
Maléolo medial
Articulação 
tibiofibular distal
Tíbia
Tendão calcâneo
Maléolo medial
RESSoNâNCIA 
MAgNéTICA
Capítulo 5
Cristiane Regina Ruiz
Fig. 1 – rm enCéFALo SAgitAL t1
Lobo frontal
Sulco lateral
Músculo 
masseter
Lobo temporal
Cerebelo
Tentório do 
cerebelo
Lobo occipital
Díploe
Fig. 2 – rm enCéFALo SAgitAL t1
Seio frontal
Giro frontal medial
Sulco paracentral Lóbulo paracentral
Sulco do cíngulo
Seio esfenoidal 
Células etmoidais
Concha 
nasal média
Concha 
nasal inferior
Palato duro
Palato mole
Ramo marginal do 
giro do cíngulo
Giro occipitotemporal 
medial
Pré-cuneo
Cúneo
Sulco calcarino
Sulco parietoccipital
Fig. 3 – rm enCéFALo SAgitAL t1
Joelho do 
corpo caloso
Ventrículo lateral
Parte nasal 
da faringe
Parte oral da 
faringe
Vestíbulo do nariz
Língua
Clivo
Hipófise
Esplênio do 
corpo caloso
Tronco do 
corpo caloso
Tálamo
Cisterna 
cerebelobulbar 
posterior
Giro do cíngulo
Fig. 4 – rm enCéFALo CoronAL t2
Sulco lateral
Fissura longitudinal 
do cérebro
Ventrículo lateral
Terceiro ventrículo
Ponte
Bulbo
Lobo insular
HipocampoLobo temporal
Fig. 5 – rm enCéFALo CoronAL t2
Giro temporal superior
Seio sagital superior
Giro temporal médio
Giro temporal 
inferior
Artéria carótida 
interna
Artéria cerebral 
média
Putame
Núcleo caudado
Fig. 6 – rm enCéFALo CoronAL t1
Corpo caloso
Quiasma óptico
Processo condilar 
da mandíbula
Cisterna quiasmática
Hipófise
Ventrículo lateral
Sulco lateral
Seio esfenoidal
Articulação 
temporomandibular
Septo pelucido
Fig. 8 – rm enCéFALo AxiAL t2
Orelha
Bulbo
Hemisfério 
cerebelar
Processo condilar 
da mandíbula
Parte nasal 
da faringe
Seio maxilar
Septo nasal
Fig. 7 – rm enCéFALo CoronAL t1
Glândula lacrimal
Músculo oblíquo 
superior
Células etmoidais Bulbo do olho
Músculo reto inferior
Músculo oblíquo inferior
Seio maxilar
Concha 
nasal inferior
Músculo reto medial
Músculo reto superior
Fig. 9 – rm enCéFALo AxiAL t2
Artéria basilar
Cisterna ponto 
cerebelar
Seio esfenoidal
Concha 
nasal inferior
Septo no interior 
do seio esfenoidal
Lobo temporal
Células mastóideas
Ponte
IV ventrículo
Fig. 10 – rm enCéFALo AxiAL t2
Tálamo
Giro reto
Osso occipital
Lobo temporal
Lobo frontal
Sulco lateral
III ventrículo
Corno occipital do 
ventrículo lateral
Lobo occipital
Fig. 11 – rm enCéFALo AxiAL t2
Corno frontal do 
ventrículo lateral
Núcleo lentiforme
Cápsula interna
Núcleo caudado
Seio frontal
Septo pelúcido
Fig. 12 – rm enCéFALo AxiAL t2
Joelho do corpo caloso
Esplênio do 
corpo caloso
Septo pelúcido
Lobo frontal
Lobo occipital
Corno frontal do 
ventrículo lateral
Lobo Perietal
Fig. 13 – rm enCéFALo AxiAL t2
Lente
Bulbo do olho
Nervo óptico
Cisterna colicular
Cisterna 
interpeduncular
Substância 
branca
Substância 
cinzenta (córtex)
Células 
etmoidais
Mesencéfalo
Fig. 14 – rm enCéFALo AxiAL t2
Seio maxilar
Lobo temporal
Cisterna ponto 
cerebelar
Septo nasal
Pedúnculo 
cerebelar médio
Nervo vestibulococlear 
no meato acústico 
interno
IV Ventrículo
Artéria basilar
Ponte
Fig. 15 – rm enCéFALo AxiAL t2
Fig. 16 – rm enCéFALo AxiAL t2
Seio esfenoidal
Células etmoidais
Fissura longitudinal 
do cérebro
Cerebelo
Pedúnculo cerebral
Aqueduto do 
mesencéfalo
Colículo inferior
Músculo reto 
lateral
Músculo reto 
medial
Tecido adiposo
Lobo occipital
Lobo temporal
Fig. 17 – rm FACe AxiAL t1
Músculo reto 
lateral
Músculo reto 
medial
Nervo óptico
Células etmoidais
Bulbo do olho
Lente
Quiasma óptico
Seio esfenoidal
Fig. 18 – rm FACe AxiAL t1
Músculo 
Pterigóide medial
Glândula 
parótida
Orelha
Ramo da 
mandíbula
Processos 
alveolares
Parte oral 
da faringe
Músculo 
masseter
Fig. 19 – rm FACe AxiAL t1
Fig. 20 – rm FACe AxiAL t1
Glândula 
submandibular
Músculo 
esternocleidomastóideo
Glândula parótida
Artéria vertebral
Processos alveolares
Músculo genioglosso
Parte oral da faringe
Corpo da mandíbula
Músculo esplênio 
da cabeça
Músculo semiespinal
Músculo oblíquo 
inferior
Corpo vertebral
Medula espinal
Fig. 21 – rm PeSCoço AxiAL t2
Recesso piriforme
Parte laríngea
da faringe
Veia jugular interna
Músculos 
infra-hioideos
Lâmina do 
arco vertebral
Glândula 
submandibular
Veia jugular 
externa
Osso hioide
Fig. 22 – rm PeSCoço AxiAL t2
Músculos 
infra-hioideos
Músculo levantador 
da escápula
Músculo semiespinal 
da cabeça
Músculo semiespinal 
do pescoço
Músculo trapézio
Laringe
Artéria carótida 
comum
Músculo 
multífido
Veia jugular 
interna
Veia jugular 
externa
Medula espinal
Fig. 24 – rm PeSCoço AxiAL t2
Fig. 23 – rm PeSCoço AxiAL t2
Glândula tireoide
Artéria 
carótida comum
Veia jugular interna
Cavidade infraglótica
Cartilagem cricóidea
Músculo 
esternocleidomastóideo
Veia jugular externa
Músculo escaleno 
anterior
Traqueia
Esôfago
Artéria vertebral
Músculo trapézio
Tecido adiposo 
subcutâneo
Fig. 25 – rm PeSCoço AxiAL t2
Fig. 26 – rm PeSCoço AxiAL t2 
Músculos 
infra-hioideos
Glândula tireoide
Músculo levantador 
da escápula
Músculo trapézio
Esôfago
Veia jugular interna
Laringe
Corpo vertebral
Medula espinal
Processo espinhoso
Traqueia

Mais conteúdos dessa disciplina