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Organizadores Cristiane Regina Ruiz Almir Inacio da Nobrega Atlas de Anatomia Imagens Humanas e Veterinárias Difusão Editora Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia autorização e scrita da Difusão Editora. Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Atlas de anatomia [livro eletrônico]: imagens humanas e veterinárias / organizadores Cristiane Regina Ruiz, Almir Inácio da Nóbrega. -- São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2015. 16 Mb; PDF Vários autores. Bibliografia. ISBN 978-85-7808-194-2 1. Anatomia humana - Atlas 2. Anatomia veterinária - Atlas I. Ruiz, Cristiane Regina. II. Nóbrega, Almir Inácio da. 15-07602 CDD -611.00222 -636.089 Índices para catálogo sistemático: 1. Anatomia humana: Atlas: Ciências médicas 611.00222 2. Anatomia veterinária: Atlas: Ciências veterinárias 636.089 A responsabilidade civil ou criminal pelos procedimentos técnicos, bem como todas as informações contidas nos capítulos dessa obra são de responsabilidade do autor. A editora não se responsabiliza pelos erros ou omissões, nem por eventuais consequências da aplicação incorreta das informações contidas na obra. Copyright © 2015 Difusão Editora. Todos os direitos reservados. Rua José Paolone, 72 – São Caetano do Sul – SP – CEP 09521-370 difusao@difusaoeditora.com.br – www.difusaoeditora.com.br Fone/fax: (11) 4227-9400 Difusão Editora ISBN: 978-85-7808-194-2 Ficha técnica Editora: Michelle Fernandes Aranha Gerente de produção: Genilda Ferreira Murta Coordenador editorial: Neto Bach Capa: Farol Editora e Design Projeto gráfico e editoração: Farol Editora e Design Cristiane Regina Ruiz Doutora. Coordenadora do curso de Especialização em Anatomia Macroscópia e por Imagens do Centro Universitário São Camilo. Docente dos cursos de Biomedicina, Tecnologia em Radiologia Médica e Especialização do Centro Universitário São Camilo. Almir Inacio da Nobrega Biólogo, técnico em Radiologia, especialista em Fisiologia Huma- na, mestre em Engenharia Biomédica, coordenador do curso supe- rior de Tecnologia em Radiologia da Faculdade Método de São Paulo (Famesp), professor de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética no Centro Universitário São Camilo – SP, coordenador téc- nico no Centro de Diagnóstico por Imagens do Hospital Santa Ca- tarina – SP e diretor da Associação de Tecnologia em Radiologia do Estado de São Paulo. Elvira Miranda Mestre em Bioética pelo Centro Universitário São Camilo – SP. Biomé- dica. Pós-graduada em Gestão e EAD pela Universidade de São Paulo (USP). Docente do curso de Graduação do Centro Universitário UniÍtalo e Docente em Ressonância Magnética para cursos de Pós-Graduação em Imagenologia nos Institutos Cimas, Faculdade Método de São Paulo (Famesp), Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e Senac-SP. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Radiologia Médica. Sobre os autores Milton Kolber Médico Veterinário. Doutor em Medicina Veterinária pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP). Docente da Universidade Metodista, Universidade Paulista (Unip) e Universidade Metropolitana de Santos (Unimes). Nader Wafae (in memoriam) Doutor em Anatomia pela Universidade Federal de São Paulo (Uni- fesp). Foi professor Titular de Anatomia na Unifesp, na Faculdade de Medicina das Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central – DF e na Faculdade de Medicina do Oeste Paulista (Unoeste), de Presidente Prudente. Valdemir Rodrigues Pereira Mestre. Docente dos Cursos de Fisioterapia, Tecnologia em Radiologia e Eixo das Ciências Biológicas do Centro Universitário São Camilo. Apresentação A anatomia humana, desde seu surgimento, despertou diferentes graus de interesse por parte dos estudiosos e da sociedade. Esta disciplina tem importância fundamental na con- tribuição às ciências da vida e da saúde sempre criando novos métodos de estudo e de pre- servação do corpo humano, sua principal fonte de pesquisa e informação. Desde a pré-história, os humanos sempre estiveram atentos a algumas de suas estruturas anatômicas. No Egito e na Mesopotâmia, o estudo anatômico mesclava-se com a religiosi- dade. A mumificação, apesar de contribuir para a conservação dos corpos, não foi registra- da, e na época não era bem vista pela sociedade por exigir certa mutilação do corpo, sendo muitas vezes considerada um ato demoníaco. Foi na Grécia antiga que a Anatomia ganhou maior aceitação como ciência. Nomes im- portantes que se destacaram neste período foram Hipócrates e Aristóteles. Em Roma não houve grandes avanços na Medicina e, por conseguinte, a Anatomia per- maneceu estagnada. Nessa época os médicos adquiriam seus conhecimentos anatômicos mediante dissecações de animais. Na Idade Média o conceito de sacralidade do corpo impediu o progresso da medicina. A primeira dissecação autorizada em Montpellier (cidade onde Vesalius estudou) em 1375 foi imediatamente considerada obscena e novamente proibida. No Renascimento, o estudo do corpo humano chamou a atenção de vários artistas e pensadores e a Anatomia difundiu-se rapidamente nas universidades e as dissecações hu- manas se tornam parte integrante do currículo médico. Um fator, no entanto, dificultante do estudo anatômico era a rápida putrefação dos cadáveres, pois não haviam técnicas de preservação adequadas e a dissecação se tornava uma maratona que se prolongava por cerca de quatro dias. Nos últimos anos do século XIX iniciou-se uma nova revolução científica global que con- tinua até os dias de hoje. Entre os avanços tecnológicos, se destacam os métodos de exame e diagnóstico por imagens (radiografias, tomografia computadorizada, ultrassonografia, ressonância magnética, endoscopia etc.), a microscopia eletrônica, fazendo com que o es- tudo da anatomia se desenvolva cada vez mais por meio das especializações e da pesquisa mais detalhada e mais complexa. Esta temática da Anatomia Humana inserida num contexto mais tecnológico é estuda- da hoje em dia pela maioria dos profissionais da área da Saúde. A partir dos fundamentos anatômicos básicos da anatomia convencional aliada aos conceitos da anatomia seccional, os profissionais e estudantes têm condições de compreender a anatomia demonstrada em imagens de RX, TC, RM e US, fato que contribui para um desempenho profissional mais eficiente no panorama multiprofissional atual visto que o uso de imagens em RX, TC, RM e US têm crescido espantosamente, sendo inseridas numa gama enorme de profissões gene- ralistas, não sendo mais usadas somente pelos especialistas. Esta obra é uma ferramenta imprescindível para todos os profissionais graduados de di- versas áreas da Saúde que utilizam conhecimento anatômico, além de docentes de diversas disciplinas que querem obter conhecimentos mais aprofundados sobre a anatomia humana e animal em imagens. A criação de uma obra nacional deste nível, desenvolvida por profis- sionais especialistas no assunto e com o rigor metodológico e atualização da terminologia anatômica vai de encontro às necessidades de profissionais e estudantes que hoje mais do que nunca têm consciência de que sua prática profissional depende de um aprofundamento maior da Anatomia. Com imagens de RX convencional, exames radiográficos contrastados, mamografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética e exames radiográficos veterinários este livro vai ao encontro desses dois tipos de público suprindo uma necessida- de de mercado presente nos últimos anos subsidiando esse profissional seja para o desem- penho de suas funções profissionais ou na docência. Prof.a Dra. Cristiane Regina Ruiz Coordenadora do curso de Especialização em Anatomia Macroscópica e por Imagens do Centro Universitário São Camilo Agradecimento A ideia de publicar este atlas foi concebida a partir da convivência com uma das pessoasCartilagem tireóidea Músculo esternocleidomastóideo Costela Fig. 28 – rm região CerViCAL SAgitAL t1 Fig. 27 – rm região CerViCAL SAgitAL t1 Dente do áxis Ligamento longitudinal posterior Ligamento amarelo Ligamento supraespinal Arco posterior do atlas Osso occipital Processo espinhoso Corpo vertebral Disco intervertebral Cisterna cerebelo bulbar posterior Ligamento longitudinal anterior Medula espinal Corpo do áxis Clivo Arco anterior do atlas Manúbrio do esterno Fig. 29 – rm região CerViCAL CoronAL t1 Fig. 30 – rm região CerViCAL CoronAL t1 Orelha externa Atlas (massa lateral) Costela Músculo trapézio Músculo trapézio Ponte Dente do axis Corpo vertebral (axis) Pulmão esquerdoPulmão direito Medula espinal Disco intervertebral Corpo vertebral Articulação dos processos articulares Fig. 31 – rm região LombAr SAgitAL t2 Corpo da vértebra Forame intervertebral Disco intervertebral (L3 – L4) Pedículo Incisura vertebral inferior Incisura vertebral superior Fig. 32 – rm região LombAr SAgitAL t2 Processo espinhoso Cauda equina Ligamento longitudinal posterior Ligamento amarelo Saco dural Ligamento longitudinal anterior Promontório sacral Fig. 34 – rm região LombAr AxiAL t1 Corpo vertebral Músculo psoas maiorRim direito Músculo quadrado do lombo Processo espinhoso Fig. 33 – rm região toráCiCA AxiAL t2 Pulmão Músculo trapézio Corpo da costela Articulação costotransversária Processo transverso Corpo vertebral Articulação da cabeça da costela Músculo latíssimo do dorso Processo transverso Cabeça da costela Tubérculo da costela Colo da costela Parte abdominal da aorta Veia cava inferior Fig. 35 – rm região LombAr AxiAL t1 Fig. 36 – rm região LombAr AxiAL t1 Ligamento amarelo Ligamento longitudinal anterior Ganglio sensitivo do nervo espinal Músculo eretor da espinha Veia cava inferior Articulação dos processos articulares Parte abdominal da aorta Forame vertebral com cauda equina Ligamento longitudinal posterior Fig. 37 – rm região LombA SACrAL AxiAL t1 Músculo ilíaco Ílio Asa do sacro Músculo psoas maior Articulação sacroilíaca Crista sacral mediana Fig. 38 – rm Abdome SuPerior SSFSe Rim direito Lobo hepático direito Disco intervertebral Rim esquerdo Baço Fig. 39 – rm Abdome SuPerior SSFSe Aorta Músculo diafragma Colo descendente Músculo psoas maior Porta do fígado Estômago Fig. 40 – rm Abdome SuPerior SSFSe Parte abdominal da aorta A. iliaca comum direita Alças do intestino delgado A. iliaca comum esquerda Pulmão esquerdo Colo ascendente Fig. 41 – rm Abdome SuPerior SSFSe Fundo gástrico Veia porta Baço Duodeno Colo descendente Músculo oblíquo externo do abdome Lobo hepático esquerdo Lobo hepático direito Fig. 42 – rm Abdome SuPerior SSFSe V. cava inferior Aorta Músculo diafragma Colo descendente Músculo psoas maior Porta do fígado Estômago Ducto hepático Comum Fig. 43 – rm Abdome SuPerior AxiAL t1 Fig. 44 – rm Abdome SuPerior AxiAL t1 Colo descendente Baço Lobo hepático direito Pilar direito do diafragma Parte abdominal da aorta Alças do intestino delgado Pilar esquerdo do diafragma Músculo latíssimo do dorso Músculo eretor da espinha Lobo hepático esquerdo Colo transverso Veia cava inferior Fig. 45 – rm Abdome SuPerior AxiAL t1 Fig. 46 – rm Abdome SuPerior AxiAL t1 Músculo reto do abdome Músculo transverso do abdome Músculo oblíquo externo do abdome Veia porta Rim direito Colo descendente Tronco celiaco Pâncreas Rim esquerdo Vesícula biliar Músculo oblíquo interno do abdome Fig. 47 – rm PeLVe AxiAL t1 Fig. 48 – rm PeLVe AxiAL t1 Músculo psoas maior Músculo glúteo médio Osso do quadril (ílio) Artéria ilíaca comum Crista sacral mediana Veia ilíaca comum Músculo ilíaco Músculo reto do abdome Ceco Asa do sacro Colo descendente Articulação sacroilíaca Músculo glúteo máximo Fig. 49 – rm PeLVe AxiAL t1 Ânus Ísquio Músculo pectineo Músculo reto do abdome Sínfise púbica Músculo sartório Músculo iliopsoas Músculo vasto lateral Fêmur Músculo glúteo máximo Fig. 50 – rm PeLVe AxiAL t1 Alças intestinais (I.D) Músculo iliopsas Músculo glúteo máximo Fenda interglútea Fig. 51 – rm PeLVe AxiAL t1 Fig. 52 – rm PeLVe AxiAL t1 Trocanter maior Músculo reto do abdome Fundo do útero Cavidade do útero Articulação do quadril Reto Músculo reto do abdome Bexiga urinária Cabeça do fêmur Cabeça do fêmur Músculo glúteo máximo Reto Ovário direito Fig. 53 – rm PeLVe SAgitAL t2 – SuPreSSão de gordurA LIV LV Alças do intestino Promontório Bexiga urinária Púbis Coccix Fig. 54 – rm PeLVe SAgitAL t2 – SuSPenSão de gordurA Colo sigmoide Corpo do útero Fundo do útero Reto Vagina Fig. 55 – rm PeLVe SAgitAL t2 - SuPreSSão de gordurA Bexiga urinária Miométrio Cavidade do útero Púbis Fig. 56 – rm ombro CoronAL t1 Acrômio Músculo deltoide Espinha da escápula Músculo trapézio Músculo supraespinal Músculo subescapular Articulação do ombro Fig. 57 – rm ombro CoronAL t Cabeça do úmero Diáfise do úmero Músculo coracobraquial Região superior do lábio glenoidal Escápula Fig. 58 – rm ombro CoronAL t1 Acrômio Cavidade glenoidal da escápula Região inferior do lábio glenoidal Nervo axilar e artéria circunflexa posterior do úmero Músculo supraespinal Fig. 59 – rm ombro CoronAL t1 Acrômio Músculo deltoide Tendão do músculo supraespinal Articulação acromioclavicular Clavícula Região inferior do lábio glenoidal Região superior do lábio glenoidal Fig. 60 – rm ombro AxiAL dP – SuPreSSão de gordurA Acrômio Músculo trapézio Clavícula Articulação acromioclavicular Fig. 61 – rm ombro AxiAL dP - SuPreSSão de gordurA Cabeça do úmero Músculo supraespinal Espinha da escápula Músculo deltoide Fig. 62 – rm ombro AxiAL dP - SuPreSSão de gordurA Cabeça do úmero Espinha da escápula Cavidade glenoidal da escápula Músculo infraespinhal Músculo subescapular Processo coracoide Cartilagem articular Fig. 63 – rm ombro AxiAL dP - SuPreSSão de gordurA Tubérculo maior Sulco intertubercular Músculo infraespinhal Escápula Lábio glenoidal (parte posterior) Músculo subescapular Tubérculo menor Tendão da cabeça longa do músculo bíceps braquial Lábio glenoidal (parte anterior) Fig. 64 – rm ombro AxiAL t1 Músculo peitoral maior Músculo peitoral menor Músculo coracobraquial Músculo subescapular Músculo redondo menor Escápula Diáfise do úmero Músculo deltoide Fig. 65 – rm CotoVeLo CoronAL t1 Fossa do olécrano Músculo supinador Colo do rádio Cabeça do rádio Articulação radiulnar proximal Fig. 66 – rm CotoVeLo CoronAL t1 Músculo braquiorradial Olécrano Epicôndilo lateral do úmero Tuberosidade do rádio Músculo tríceps braquial Epicôndilo medial do úmero Tendão comum dos músculo extensores Fig. 67 – rm CotoVeLo CoronAL t1 Músculo braquiorradial Cabeça do rádio Capitulo Músculo extensor radial curto do carpo Articulação umerorradial Músculo braquial Tróclea Articulação umeroulnar Fig. 68 – rm CotoVeLo AxiAL t1 Músculo ancôneo Veia cefálica Epicôndilo lateral Músculo braquiorradialEpicôndilo medial Olécrano Músculo braquial Fig. 69 – rm CotoVeLo AxiAL t1 Músculo ancôneo Capítulo do úmero Epicôndilo medial Pronador redondo Tróclea do úmero Nervo ulnar Fossa do olécrano Músculo braquial Fig. 70 – rm CotoVeLo AxiAL t1 Músculo flexor superficial dos dedos Músculo flexor ulnar do carpo Músculo flexor profundo dos dedos Ulna Nervo ulnar Músculo pronador redondo Rádio Articulação radiulnar proximal Músculo ancôneo Olécrano Fig. 71 – rm CotoVeLo AxiAL t1 Nervo ulnar Artéria ulnar Tendão do músculo flexor ulnar do carpo Tendão do músculo flexor ulnar do carpo Tendão do músculo flexor radial do carpo Tendão do músculo extensor radial curto do carpo Tendão do músculo extensor longo do polegar Retináculodos músculos extensores Tendões dos músculo extensores dos dedos Tendão do músculo extensor radial longo do carpo Artéria radial Fig. 72 – rm Punho CoronAL t1 Rádio Escafoide Semilunar Ulna Articulação rádiulnar proximal Disco articular Piramidal Capitato Hamato Base do IV metacarpal Fig.73 – rm Punho CoronAL t1 Escafoide Trapezoide Base do II metacarpal Processo estiloide do rádio Semilunar Piramidal Capitato Hamato Base do V metacarpal Fig. 74 – rm Punho CoronAL t1 Rádio Escafoide Capitato I Metacarpal Músculo pronador quadrado Semilunar V Metacarpal Músculo abdutor do dedo mínimo Fig. 75 – rm Punho AxiAL t1 Trapézio Trapezoide Tendão do músculo flexor longo do polegar Tendões do músculo flexor superficial dos dedos Tendões do músculo flexor profundo dos dedos Tendões do músculo extensor dos dedos Capitato Hamato Hâmulo do hamato Tendão do músculo extensor radial curto do carpo Fig. 76 – rm Punho AxiAL t1 Tendão do músculo flexor radial do carpo Tendão do músculo flexor longo do polegar Nervo mediano Tendões do músculo flexor superficial dos dedos Tendões do músculo flexor profundo dos dedos Piramidal Semilunar Escafoide Fig. 77 – rm mão CoronAL t1 Fig. 78 – rm mão CoronAL t1 Pisiforme Hâmulo do hamato Falange proximal Falange média Falange distal Cabeça da falange proximal Base da falange proximal Cabeça do IV metatarsal Cabeça do V metacarpal Tendões do músculo flexor superficial dos dedos I metacarpal Ligamento colateral M interósseos Escafoide Fig. 79 – rm CoxA AxiAL t1 Fêmur Músculo reto femoral Músculo sartório Músculo glúteo máximo Fenda interglútea Pênis Ísquio Fig. 80 – rm CoxA AxiAL t1 Músculo tensor da fascia lata Músculo vasto intermédio Músculo vasto lateral Músculo glúteo máximo Músculo adutor longo Músculo adutor curto Músculo adutor magno Fig. 81 – rm CoxA AxiAL t1 Trato iliotibial Músculo vasto intermédio Músculo glúteo máximo Músculo sartório Veia safena magna Músculo adutor longo Músculo adutor magno Músculo semitendineo Músculo grácil Músculo reto femoral Fig. 82 – rm CoxA AxiAL t1 Músculo vasto lateral Músculo bíceps femoral Fêmur Músculo vasto medial Músculo sartório Músculo grácil Músculo semimembranáceo Músculo semitendíneo Veia safena magna Fig. 83 – rm JoeLho AxiAL t1 Músculo vasto lateral Trato iliotibial Músculo bíceps femoral Tendão do músculo quadríceps femoral Músculo semitendíneo e tendão Músculo vasto medial Fig. 84 – rm JoeLho AxiAL t1 Trato iliotibial Patela Retináculo medial da patela Fêmur Veia safena magna Músculo sartório Tendão do músculo grácil Tendão do músculo semitendíneo Fig. 85 – rm JoeLho AxiAL t1 Retináculo lateral da patela Nervo fibular comum Côndilo medial do fêmur Vasos popliteos Fossa intercondilar Cartilagem articular Fig. 86 – rm PernA AxiAL t1 Cabeça medial do músculo gastrocnêmio Veia safena parva Tíbia Músculo tibial anterior Fíbula Cabeça lateral do músculo gastrocnêmio Fig. 87 – rm PernA AxiAL t1 Músculo popliteo Músculo tibial posterior Membrana interóssea Músculo sóleo Músculo flexor longo do hálux Fig. 88 – rm PernA AxiAL t1 Músculo sóleo Músculo gastronemio (cabeça medial) Tíbia Músculo flexor longo dos dedos Músculo tibial anterior Fíbula Músculos fibulares Fig. 89 – rm PernA AxiAL t1 Membrana interóssea Músculo sóleo Tíbia Tendão do músculo tibial anterior Músculo tibial anterior Fíbula Músculos fibulares Fig. 90 – rm JoeLho SAgitAL dP Articulação tíbio- fibular proximal Corno anterior do menisco lateral Côndilo lateral do fêmur Músculo vasto lateral Músculo bíceps femoral Cabeça da fíbula Colo da fíbula Corno posterior do menisco lateral Ápice da cabeça da fíbula Fig. 91 – rm JoeLho SAgitAL dP Patela Corpo adiposo infrapatelar Diáfise do fêmur Diáfise da tíbia Músculo gastrocnêmio (cabeça medial) Fig. 92 – rm JoeLho SAgitAL dP Patela Corpo adiposo infrapatelar Músculo semimembranáceo Fig. 93 – rm JoeLho SAgitAL dP Músculo vasto medial Corno anterior do menisco medial Côndilo medial da tíbia Músculo semimembranaceo Músculo gastrocnêmio Corno posterior do menisco medial Fig. 94 – rm JoeLho SAgitAL dP Corno anterior do menisco medial Músculo semimembranaceo Tendão do músculo semimembranaceo Cartilagem articular Fig. 95 – rm JoeLho SAgitAL dP Músculo vasto medial Tíbia Músculo gastrocnêmio (cabeça medial) Corno posterior do menisco medial Côndilo medial do fêmur Fig. 96 – rm tornozeLo SAgitAL t1 Cuneiforme lateral Cuboide Fíbula Maléolo lateral Tecido adiposo Tendão do músculo fibular longo Fig. 97– rm tornozeLo SAgitAL t1 Cuboide Músculo extensor longo dos dedos Músculo fibular curto Calcâneo Músculo abdutor do dedo mínimo Fig. 98 – rm tornozeLo SAgitAL t1 Tíbia Articulação talocrural Articulação calcaneocuboidea Tróclea do tálus Calcâneo Fig. 99 – rm tornozeLo SAgitAL t1 Cabeça do tálus Seio do tarso Cuneiforme intermédio Cuneiforme lateral Colo do tálus Fig. 100 – rm tornozeLo SAgitAL t1 Cartilagem articular Tendão do calcâneo Calcâneo Fáscia plantar Tendão do músculo extensor longo do hálux Músculo sóleo Fig. 101 – rm tornozeLo SAgitAL t1 Seio do tarso Tálus Calcâneo Tecido adiposo Navicular Músculo abdutor do dedo mínimo Tíbia Músculo flexor longo do hálux Fig. 102 – rm tornozeLo AxiAL t1 Tendão do músculo tibial anterior Articulação tíbio fibular distal Tendão do músculo fibular longo Tendão do músculo fibular curto Músculo fibular curto Tendão do músculo tibial posterior Tendão do músculo flexor longo dos dedos Tendão do calcâneo Fig. 103 – rm tornozeLo AxiAL t1 Tendão do músculo extensor longo dos dedos Tendão do músculo tibial anterior Veia safena parva Tendão do calcâneo Tendão do músculo tibial posterior Tendão do músculo flexor longo dos dedos Tendão do músculo flexor longo do hálux Músculo flexor longo do hálux Fig. 104 – rm tornozeLo AxiAL t1 Tróclea do tálus Maléolo lateral Tecido adiposo Músculo flexor longo do hálux Nervo tibial Vasos tibiais posteriores Maléolo medial Fig. 105 – rm tornozeLo AxiAL t1 Cuboide Cuneiforme lateral Cuneiforme intermédio Calcâneo Vasos e nervo plantar lateral Tendão do calcâneo Músculo quadrado plantar Cuneiforme medial EXAMES RAdIológICoS APlICAdoS à MEdICINA VETERINáRIA Capítulo 6 Milton Kolber Seios frontais Bula timpânica Osso hioide Mandíbula: ramo horizontal Osso nasal Osso frontal Dente canino superior 1º pré molar 2º pré molar 3º pré molar 4º pré molar Dente incisivo Incisivo Canino mandibular 1º molar 2º pré molar 3º pré molar 4º pré molar 1º molar 2º molar 3º molar Fig. 1 – rAio x de Crânio de Cão: deCúbito LAterAL, boCA AbertA, inCidênCiA LAtero LAterAL Canino Fossa etmoidalFossa etmoidal MandíbulaMandíbula Seio frontalSeio frontal Arco zigomáticoArco zigomático Processo coronoideProcesso coronoide Processo mastóideoProcesso mastóideo Processo paracondilarProcesso paracondilar Crista sagital externa Bula timpânicaBula timpânica Processo condilarProcesso condilar Vomer Seis nasais Canino Sutura palatina mediana Fig. 2 – rAio x de Crânio de Cão: deCúbito dorSAL, inCidênCiA Ventro dorSAL Dens Áxis Processo transverso 7ª vértebra cervical 4ª vértebra cervical 5ª vértebra cervical 6ª vértebra cervical 1ª vértebra torácica 2ª vértebra torácica 3ª vértebra torácica Processo transverso 3ª vértebra cervical Processo espinhoso 3ª vértebra cervical Espaço intervertebral Asa do atlas Processo espinhoso do áxis Escápula Úmero Arcos costais Fig. 4 – rAio x de CoLunA CerViCAL de Cão, deCúbito dorSAL, inCidênCiA Ventro dorSAL Fig. 3 - CoLunA CerViCAL, deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL Arco dorsal do atlas Áxis processo espinhoso Incisura vertebral cranial Incisuravertebral caudal Processo espinhoso do áxis Processo espinhoso Processo articular caudal do axis Processo articular cranial da 3ª vértebra cervical 3ª vértebra cervical 4ª vértebra cervical 5ª vértebra cervical 6ª vértebra cervical 7ª vértebra cervical Asa do atlas Processo transverso Processo transverso bífido Traqueia Processo transverso da 4ª vértebra cervical Espaço intervertebral Crista ventral do áxis Dens Processo articular caudal da 4ª vértebra lombar Processo articular cranial da 5ª vértebra lombar Arco costal da 12ª vértebra torácica Arco costal da 13ª vértebra torácica Fôramens intervertebrais Vértebra coccígea Asa do íleo Foramer intervertebral Sacro Cólon 7ª vértebra lombar 6ª vértebra lombar Processo transverso da 6ª vertebra lombar 5ª vértebra lombar 4ª vértebra lombar 3ª vértebra lombar 2ª vértebra lombar 1ª vértebra lombar Fig. 6 – rAio x de CoLunA LombAr de Cão, deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL 13ª vertebra torácica12ª vertebra torácica 1ª vertebra lombar Forâmen intervertebral Câmara gastrica 2ª vertebra lombar 3ª vertebra lombar 13º arco cortal 12º arco cortal 11º arco cortal 10º arco cortal 11ª vertebra torácica 10ª vertebra torácica 9ª vertebra torácica 8ª vertebra torácica Espaço inter vertebral entre a 1ª e 2ª vertebra lombar Processo transverso da 2ª vértebra lombar Fig. 5 – rAio x de trAnSição tórACo LombAr de Cão, deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL 8ª vertebra toracica 12ª vertebra toracica Processo espinhoso da 1ª vertebra lombar 3ª vertebra lombar 11ª vertebra toracica 13ª vertebra toracica 4ª vertebra lombar 9ª vertebra toracica 10ª vertebra toracica Processo espinhal da 13ª 1ª vertebra lombae 2ª vertebra lombar Fig. 7 – rAio x de trAnSição tórACo LombAr de Cão, deCúbito dorSAL, inCidênCiA Ventro dorSAL Vértebras coccígeas Ísquio Tuberosidade isquiática Acetábulo Forame obturado Cabeça do fêmur Acetábulo Femures Corpo do íleo Púbis Osso sacro Forame intervertebral 6ª vértebra lombar Espaço interveterbral 7ª vértebra lombar Asa do íleo Fig. 8 – rAio x de CoxAL e trAnSição Lombo SACrA de Cão, deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL Espinha da escápula Arco costal Manúbrio do esterno Esternebra Tubérculo infraglenoidal Cabeça do úmero Úmero Escápula Tubérculo maior Tubérculo supraglenoidal Acrômio Cavidade glenoide Fig. 9 - rAio x de membro toráCiCo de Cão, ArtiCuLAção eSCAPuLo umerAL, deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL Tubérculo infraglenoidal Cabeça do úmero Sulco intertubercular Tuberosidade do olerano Processo ancôneo Crista medial Epicôndilo lateral Tubérculo maior Tuberosidade deltoide Tuberculo supraglenoidal Umero Ulna Rádio Incisura troclear Côndilo umeral Fossa do olécrano Fig. 10 – membro tórACiCo de Cão, oSSo úmero, deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL Tubérculo infraglenoidal Foramer supratroclear Processo ancôneo Ulna Epicôndilo medial do úmero Tuberosidade do olecrano Úmero base da fossa radial Rádio Tuberosidade do rádio Processo coronoide medial Côndilos do úmero Fig. 12 – rAio x de membro toráCiCo de Cão, ArtiCuLAção úmero rAdio uLnAr, deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL Úmero Rádio Côndilo umeral Cabeça do rádio Tuberosidade do olécrano Espífase distal do úmero Osso carpo intermédio radial Processo coronoide medial Olécrano Ulna Acessório do carpo Osso carpo ulnar Epicôndilo medial Epicôndilo lateral Fig. 11 – rAio x de membro tórACiCo de Cão: ArtiCuLAção úmero rAdio uLnAr, deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL Rádio Falange proximal do 2º dígito Falange medial do 2º dígito Falange distal do 2º dígito 1º carpiano 2º carpiano 3º carpiano Sesamóideo do músculo abdutor Sesamóideo proximal Carpo intermédio medial Ulna Acessório do carpo Carpo ulnar 4º carpiano 1º metacarpiano 2º metacarpiano 3º metacarpiano 4º metacarpiano 5º metacarpiano Fig. 13 – rAio x de membro toráCiCo de Cão, ArtiCuLAção rAdio CárPiCA, deCúbito VentrAL, inCidênCiA dorSo PALmAr Ulna Acessório do carpo Carpo ulnar 1º metacarpiano Sesamoideo proximal do 1º dígito Rádio Intermédio carpo radial 2º carpiano 3º carpiano 1º carpiano Epifase distal do rádio Fig. 14 – membro tórACiCo de Cão, ArtiCuLAção rAdio CárPiCA, deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL Fig. 15 – rAio x de CoxAL de Cão, deCúbito dorSAL, inCidênCiA Ventro dorSAL Crista ilíaca Fóvea “capitis” Trocanter maior Colo do femur Fossa ilíaca Incisura acetabular Forame obturado Fêmur Vértebra coccígea Púbis-ramocaudal Eminência ilíaco- púbica AcetábuloAsa do íleo Articulação sacroilíaca Corpo do osso ileo Bordo caudal do acetábulo Bordo cranial do acetábulo Ísquio Púbis-ramocranial Tuberosidade isquiática Cabeça do femur Patela Côndilo medial Tuberosidade da tíbia Incisura poplitea Tíbia Fêmur Fíbula Sesamóide medial Sesamóide lateral Côndilo lateral Sesamóideo do poplíteo Fig. 16 – rAio x de membro PéLViCo de Cão, ArtiCuLAção Femuro tíbio PAteLAr, deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL Fêmur Tíbia Tálus Epífise distal do fêmur Epífise proximal da tíbia Epífise distal da tíbia Articulação fêmur tíbio patelar Fíbula Calcâneo Centro do tarso Metatarsos Fig. 17 – rAio x de membro PéLViCo de Cão Com 24 diAS, ArtiCuLAção Femuro tíbio PAteLAr, inCidênCiA médio LAterAL Calcâneo Tuberosidade do calcâneo Processo coracoide Sustentáculo do tálus 1º tarsiano 3º tarsiano 2º tarsiano 4º tarsiano Articulação tarso crural Metatarsianos sobrepostos Central do tarso Tíbia Fíbula Fig. 18 – rAio x de membro PéLViCo de Cão, ArtiCuLAção tíbio tárSiCA FLetidA, deCúbito LAterAL, inCidênCiA médio LAterAL Fig. 28 - dorSo PLAntAr. m. PoSterior Tuberosidade do calcâneo Calcâneo Calcâneo 4º osso tarsiano 3º osso tarsiano 5º osso meta tarsiano Maléolo lateral Tálus Maléolo medial Tíbia Fíbula 4º meta tarsiano 3º meta tarsiano 2º meta tarsiano 2º tarsiano 1º tarsiano Central do tarso Fig. 19 – rAio x de membro PéLViCo de Cão, ArtiCuLAção tíbio tárSiCA, deCúbito dorSAL, inCidênCiA dorSo PLAntAr Fig. 20 – rAio x do tórAx de Cão: deCúbito LAterAL eSquerdo, inCidênCiA LAtero LAterAL direito eSquerdo Veia cava caudal Silhueta cardíaca Ventrículo esquerdo Atrio esquerdo Campus pulmonares lobo caudal Pilares diafragmáticos Traqueia Atrio direito Ventrículo direito Mediastino cranial Arco aórtico Campus pulmonares lobo cranial Base do coração Lobos caudais pulmonares Ápice do coração Fig. 21 – rAio x do tórAx de Cão: deCúbito dorSAL inCidênCiA Ventro dorSAL Silhueta cardíaca Atrio esquerdo Ventrículo esquerdo Cúpula diafragmática Ventrículo direito Campus pulmonares lobos caudais Cúpula diafragmática Mediastino cranial Campus pulmonares lobos craniais Atrio direito Fig. 22 – rAio x de Abdome de Cão deCúbito LAterAL Colon Espaço retro peritonial Silhueta renal Coluna lombar Câmara gástrica Fígado Bexiga urinária Alças intestinais Fig. 24 – rAio x de Abdome de Cão, uretroCiStogrAFiA, deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL Tuberosidade isquiática Colo femural Trocanter maior Cabeça do fêmur Bexiga urinária Asa do íleo Uretra Ramo cranial do púbis Fêmur Vértebras lombares Fig. 23 – rAio x de Abdome de Cão, uretroCiStogrAFiA, deCúbito LAterAL, inCidênCiA LAtero LAterAL Uretra Bexiga urinária Cólon Silhueta renal Lartebas lombar Alças intestinais Já pensou em publicar um conteúdo? A Difusão Editora publica conteúdos nas áreas de Saúde e Comunicação. Em seu quadro de autores, reúne professores, pesquisadores e outros profissionais de vários estados brasileiros. Se você acredita que sua obra se enquadra em nossa linha editorial, entre em contato pelo e-mail publica@difusaoeditora.com.br Visite nossas páginas! www.difusaoeditora.com.br https://www.facebook.com/difusao.editoramailto:publica@difusaoeditora.com.br http://www.difusaoeditora.com.br/ https://www.facebook.com/difusao.editora Sobre os autores Apresentação Agradecimento Prefácio Introdução Capítulo 1 – Radiografias convencionais Capítulo 2 – Exames contrastados Capítulo 3 – Mamografia e exames de mama Capítulo 4 – Tomografia computadorizada Capítulo 5 – Ressonância magnética Capítulo 6 – Exames radiológicos aplicados à medicina veterinária 2015-09-25T16:03:39+0000 Preflight Ticket Signaturemais inteligentes, cultas e humildes com quem tivemos a oportunidade de conviver: Prof. Dr. Nader Wafae. Este homem de baixa estatura era, na realidade, um gigante no que diz respeito ao co- nhecimento da anatomia humana. Contagiava a todos com seus ensinamentos, aguçava a curiosidade de seus discípulos e instigava-os a cada vez obter mais conhecimento e dar mais de si no que concerne ao ensino da Anatomia Humana. Professor, tradutor, revisor, coordenador, diretor, secretário, reitor, médico, advogado, administrador, qualquer que fosse a função ocupada por ele, os resultados eram sempre sinônimo de competência e sucesso. Porém, havia uma função em que ele se destacava: a de ser pai. Amou de modo incondicional e com todo seu coração Gustavo, Gabriela e Gra- ciana. Esse amor era tão sincero e abundante que ele estendia a seus alunos e discípulos. Tantas vezes homenageado, paraninfo, patrono nas universidades em que lecionava, era uma figura que cativava seus alunos, com sua postura firme, mas sempre disposto a uma palavra amiga, um sorriso paterno. Não foram poucas as vezes em que entramos em sua sala para receber orientações aca- dêmicas, mas também inúmeras vezes entramos apenas para desfrutar de uma boa conver- sa. Tinha o sonho de conhecer cem países antes de morrer e suas viagens eram para nós a chance de conhecer um pouco do mundo, visto que a cada regresso, ele tinha muito prazer em nos contar um pouco da cultura do país visitado, descrever as obras de arte, os locais históricos e, é claro, os momentos felizes com a família. Recordamos também dos bons momentos de risos durante a elaboração de artigos, ou correções de prova. A felicidade quando o Palmeiras ganhava um jogo ou campeonato e o semblante preocupado quando algo não ia bem, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional. Sentiremos muita saudade! Cada dia nos traz uma lembrança, uma frase, um pequeno detalhe de sua existência. Esse livro é dedicado a ele, por sua nobreza de espírito, pela grandeza de coração e pelo exemplo ético. Não seriamos hoje educadores tão dedicados, se não tivéssemos tido a chan- ce de sermos tratados como seus filhos. Os autores Prefácio Foi para mim, especial distinção, o agradável convite feito pelos autores para prefaciar este Atlas de Anatomia, contendo imagens humanas e veterinárias. O livro apresenta um capítulo de introdução contendo uma resenha histórica e de utili- zação dos seis capítulos que compõem o Atlas. Contém 49 imagens de radiografias convencionais; 22 de exames contrastados; 04 de mamografias; 112 de tomografias computadorizadas; 105 de ressonâncias magnéticas e mais 24 imagens de exames radiológicos aplicados à Medicina Veterinária. As imagens são de excelente qualidade e ricas em detalhes, com nomenclatura anatômica atualizada, estando de acordo com o FCAT (Federative Committee on Anatomical Terminology). O Atlas realmente vai enriquecer a literatura nacional e será de grande utilidade para acadêmicos e profissionais das áreas da Saúde e Biológica. Estão de parabéns os Autores pela execução deste Atlas, que acredito, faltava em nível nacional; é uma importante obra realizada com maestria e fruto da experiência e qualifica- ção dos autores. José Carlos Prates Professor titular de Anatomia do Departamento de Morfologia e Genética da Escola Pau- lista de Medicina (EPM/Unifesp). introdução Introdução A Anatomia Macroscópica é o estudo da forma do ser humano, entendendo-se como forma qualquer atributo visível com o olho nu, isto é, sem o auxílio de amplificação como silhueta, cor, dimensão, textura etc. O estudo da constituição (célula), da estrutura (tecidos) e do desenvolvimento do ser humano é realizado pela Anatomia Microscópica, respectiva- mente, pela Citologia, Histologia e Embriologia, com o olho armado, isto é, sendo neces- sária a utilização de instrumentos ópticos de amplificação (lupa, microscópio). Até o final do século XIX, a Anatomia Macroscópica era estudada quase exclusivamente por meio da dissecação de cadáveres adultos. No século XX, novos meios de estudo foram incorporados à ciência: cirurgia (graças à anestesia), raios X, ultrassonografia, cintilografia, endoscopia, tomografia computadorizada, ressonância magnética e outros, fazendo apare- cer novos ramos de aplicação prática da Anatomia, como a Anatomia Clínica, a Anatomia Cirúrgica, a Anatomia em imagens, a Anatomia Endoscópica, a Anatomia Seccional, a Anatomia Palpatória e outros. A Anatomia Seccional proporciona a observação detalhada dos diversos componentes estruturais do corpo humano por meio de cortes transversais, coronais e sagitais, podendo ainda valer-se de cortes oblíquos. Este método visa demonstrar a aparência da estrutura anatômica em diferentes níveis, sendo de extrema valia para a análise de imagens de tomo- grafia computadorizada ou ressonância magnética. A Anatomia em imagens permite o estudo das estruturas anatômicas no vivo, com os diferentes órgãos em movimento. Cada um dos diversos exames de diagnóstico por ima- gem representam de maneira diferente esta anatomia, seja em cortes (por ex. TC e RM), por meio da sobreposição das estruturas visualizadas (RX convencional) ou de acordo com o eco da estrutura examinada (US). Nossa proposta é explorar a anatomia humana seccional e por imagens das diferentes regiões corporais enfatizando as estruturas anatômicas mais comuns na prática clínica e no dia a dia dos estudantes proporcionando um estudo mais aprofundado de maneira didática e atualizada. Para tanto, é necessário que abordemos a princípio, informações básicas so- bre os diferentes tipos de equipamento de diagnóstico que produzem tão incríveis imagens anatômicas. RX CONVENCIONAL E DIGITAL Os raios X foram descobertos no ano de 1895 pelo pesquisador alemão Wilhelm Conrad Roentgen, professor de física da Universidade de Wurzburg que desenvolvia pesquisas so- bre descargas elétricas em tubos de vácuo. A descoberta dos raios X causou um grande impacto na sociedade, em especial na área médica, graças às suas propriedades em demonstrar o interior do corpo sem a necessidade de métodos de intervenção. O uso dessa poderosa ferramenta rapidamente se disseminou por todos os continentes e, até hoje, é utilizada como principal meio de apoio ao diagnóstico por imagem em saúde. O princípio da formação da imagem por raios X baseia-se nas propriedades que essa energia tem de penetrar corpos opacos. Nesse processo uma parcela dos fótons interage com os vários tecidos que encontra, sofrendo absorção em diferentes graus, e o residual que atravessa o objeto poderá sensibilizar películas radiográficas formando a radiografia ou dispositivos eletrônicos formando a imagem digital. O equipamento radiológico convencional, utilizado nos serviços de diagnóstico por ima- gem, está constituído basicamente de quatro componentes: A mesa de comando, a mesa de exames, o conjunto gerador de alta tensão e o tubo de raios X. A mesa de comando contém as principais funções de operação do equipamento e controla os fatores elétricos da exposição, conhecidos como kV e mAs. De forma resumida, podemos dizer que o kV contro- la o poder de penetração e o mAs a quantidade de fótons de raios X que irá interagir com o paciente. O ajuste otimizado dos fatores de exposição dá origem à imagem radiográfica que conhecemos na forma de sombras de relevos anatômicos. Na mesa de exames o paciente é posicionado visando a obtenção da melhor tomada de imagem. O conjunto gerador de alta tensão é responsável pela elevação da corrente que alimenta o equipamento na faixa necessária para a exposição radiográfica. Essa faixa varia entre 40 e 150 kV na grande parte dos equipamentos. Finalmente o tubo de raios X é o componente chave do equipamento radiológico. Ele possui dois pólos elétricos, um negativo, o catodo, que atua como fonte de elétrons e um positivo, o anodo, responsável pela atração dos elétrons quando uma gran- de diferença de potencial é estabelecidaentre os dois pólos. Os elétrons são atraídos com grande velocidade e se chocam com a superfície do anodo. A energia potencial dos elétrons no momento da colisão é transformada em calor (cerca de 99%) e raios X (cerca de 1%). A evolução dos equipamentos radiológicos aconteceu muito rapidamente. Várias tecno- logias que utilizam as radiações ionizantes foram incorporadas aos centros de diagnósticos hospitalares gerando sub-especializações de métodos como: tomografia computadorizada, mamografia, ortopantomografia, angiografia por subtração digital, hemodinâmica, medi- cina nuclear e outros. As diversas tecnologias incorporadas aos métodos de imagem têm proporcionado maior confiabilidade e eficiência no diagnóstico. Paralelo a esse desenvolvimento a evolução da informática e o desenvolvimento de redes no ambiente hospitalar, em especial nos centros de diagnóstico imagem, nos remete a um nova era definida como Radiologia Digital. A imagem agora é formada por computador, processada, modificada, se permitindo extrair atributos, criar modelos funcionais, multiplanares, tridimensionais até pouco tempo inima- gináveis. Com isso, surgiram novas formas de trabalho com trocas de experiências multi- -profissionais e busca da informação na sua maior amplitude. Toda essa mudança tem trazido nítidos reflexos para os pacientes, que passaram a ex- perimentar tratamentos mais adequados com propedêuticas mais bem estabelecidas no contexto de uma medicina moderna e, fundamentalmente, mais humana. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Em 1971, Godfrey Hounsfield, por meio da empresa fonográfica EMI,inventa o aparelho de tomografia computadorizada por raios X. No ano seguinte, a tomografia computadorizada é apresentada como método diagnóstico em encontro da Sociedade Americana de Radiologia. A palavra tomografia significa “imagem em tomos”, ou em planos, definindo, portanto, as imagens de qualquer aparelho diagnóstico que permita visualizar um plano de corte, possibilitando o estudo de estruturas localizadas no interior do corpo. O aparelho de tomografia computadorizada permite gerar imagens de cortes anatômicos com o auxílio de um computador. O método utiliza um tubo gerador de raios X que emite radiação enquanto se move em círculo, ou semicírculo, em torno do objeto a ser estudado. Em vez de gerar a imagem diretamente sobre o filme radiográfico, a radiação que atravessa o objeto é captada por sensores posicionados em oposição à fonte de radiação. As imagens tomográficas são reconstruídas através de um grande número de medições feitas pelos detectores, que são conectados à entrada de dados do computador. Os detec- tores captam a parcela do feixe que atravessou o objeto, gerando um sinal elétrico que é convertido em sinal digitalizado e enviado para o computador. O computador trata essa in- formação gerando valores numéricos correspondentes à atenuação sofrida pelo feixe. Esses valores são convertidos em uma imagem em tons de cinza, variando do branco ao preto. A imagem tomográfica resultante é um mapa em escala de cinza proporcional aos coeficien- tes de atenuação linear de cada tecido atravessado pela radiação. Aparelhos multislice Os atuais aparelhos de tomografia computadorizada possuem tecnologia de aquisição de dados do tipo “multislice”. Esses equipamentos possuem múltiplas fileiras de detectores va- riando entre 16 e 312 canais que proporcionam maior agilidade na aquisição das imagens. No equipamento com o maior número de canais é possível a aquisição de quase 800 imagens por segundo ou mesmo realizar um estudo do coração entre dois batimentos cardíacos. Esses equipamentos estão sendo bastante utilizados ainda nos exames vasculares, nos exames que demandam tratamento tridimensional e estudos multifásicos e dinâmicos de vários órgãos. • Componentes de Equipamentos de TC-multislice O gantry O gantry corresponde ao corpo do aparelho. Possui uma abertura circular com um diâmetro entre 60 cm e 70 cm por onde o paciente é posicionado. Após o posicionamento do paciente dá-se início ao processo de aquisição de dados, o tubo realiza uma série de movimentações predeterminadas, que dependerá do modelo do equipamento e da programação previamen- te estabelecida. Dentro do gantry se encontram tubo de raios X; os conjuntos geradores de alta tensão; cátodo e anodo; o conjunto de detectores alinhados em múltiplas fileiras; o com- putador de bordo; o computador estático e o dispositivo de refrigeração do tubo de raios X. A mesa A mesa do aparelho de TC é o local onde o paciente é acomodado e posicionado. A mesa é regulável em altura e profundidade em relação ao gantry. A coordenação entre os movi- mentos da mesa e o gantry deve ser perfeita, uma vez que cada aquisição de dados para gerar a imagem de um corte é feita após um pequeno deslocamento da mesa. O sentido de deslocamento da mesa será pré-fixado de acordo com a programação dos planos de corte definidos para o estudo desejado. As mesas dos aparelhos de TC atuais suportam até 200 kg. Em alguns modelos o peso pode chegar até 280 kg. As fileiras de detectores As fileiras de detectores de radiação são responsáveis pela captação da radiação que ultrapassa o objeto, transformando essa informação em sinais elétricos que, após digita- lizados, podem ser reconhecidos pelo computador. Cada fileira pode ser responsável pela formação de uma imagem. Assim, um equipamento de 64 fileiras permite a aquisição de 64 imagens cada vez que o tubo faz um giro de 360º. O sistema computacional O sistema computacional é responsável pela geração das imagens tomográficas a partir do processamento dos sinais enviados pelos detectores de radiação. Para isso, possui sof- tware específico que contém algoritmos especiais capazes de obter as imagens digitalizadas e apresentá-las em um monitor de vídeo. Essas imagens são armazenadas no computador, o que possibilita sua manipulação de acordo com a necessidade do operador. O painel de comando No painel de comando o aperador do sistema poderá escolher o protocolo mais adequa- do para o exame, podendo alterá-lo caso seja necessário. Os parâmetros técnicos relaciona- dos com espessura, quantidade de cortes, FOVR – fatores de exposição (KV e mA) aparecem com destaque para que o exame possa ser realizado com a melhor qualidade e permitindo, tanto quanto possível, minimizar os fatores relacionados com a dose de exposição. RESSONÂNCIA MAGNÉTICA A formação da imagem por ressonância magnética está baseada na troca de energia entre núcleos de átomos de hidrogênio e ondas eletromagnéticas que apresentam, em par- ticular, as mesmas frequências oscilatórias (frequência da onda eletromagnética é igual à frequência do movimento dos átomos de hidrogênio). E m ressonância magnética, o núcleo do elemento hidrogênio é de fato o núcleo ativo considerado para a aquisição das imagens. O contraste na RM está relacionado com a intensidade e a amplitude dos sinais adquiri- dos. Grosseiramente, podemos classificar as imagens como hiperintensas (claras), se o sinal for intenso, ou hipointensas (escuras), se o sinal for fraco. As variações na intensidade de sinal possíveis entre os extremos claro e escuro da imagem determinam os valores equiva- lentes aos tons de cinza intermediários, para cada anatomia ou tecido estudado. O contraste na imagem se deve às propriedades de relaxação T1 e T2 dos prótons de hi- drogênio e à quantidade ou densidade de prótons por volume de tecido estudado. Segurança em RM Não há dados que explicitem danos biológicos importantes provocados pela exposição à RM, seja pelo campo magnético estático ou pelos gradientes e campos de radiofrequência, contudo nos aparelhos de alto campo acima de 15 Tesla especial atenção tem sido dada aos objetos que sofrem atração magnética e ao aquecimento pelo depósito dos ondas de radiofrequência. Casos de Urgência e Emergência Qualquer procedimento que necessite de atendimento de urgência deve ocorrer fora do al- cance do magneto principal,pois alguns equipamentos utilizados nesses procedimentos, quan- do acionados, podem interagir violentamente com o campo magnético presente na sala de RM. Materiais ferromagnéticos • Objetos metálicos Projéteis de arma de fogo e seus estilhaços Implantes metálicos, grampos e pinos cirúrgicos Próteses e aparelhos ortopédicos Quaisquer objetos com características físicas ferromagnéticas podem interagir com o campo magnético e ser atraídos com força e velocidade com capacidade de causar ferimen- tos extremamente graves, lembrando que, quanto maior a massa de um objeto ferromag- nético, maior sua força de atração. Todo material que necessitar adentrar a sala do magneto deve ser testado quanto a seu potencial de magnetização. Um imã pode ser muito útil para essa finalidade. Normalmente os materiais utilizados em RM são construídos em alumínio, acrílico ou materiais não ferromagné- ticos, com o aço inox e outros, para que não interajam com os campos magnéticos produzidos. No caso de prótese metálica ou implante no paciente, devemos nos preocupar com a capacidade de esses materiais aquecerem em função da radiofrequência a que são subme- tidos, ou mesmo da possibilidade desses materiais produzirem artefatos de imagem. Efeitos repentinos de atração magnética podem ser muito violentos e causar danos irre- paráveis no paciente. • Materiais vasculares Clipes intracranianos Grampos extracranianos Filtros e guias intravasculares Stents intravasculares Valvas cardíacas Marcapasso A grande parte dos materiais utilizados nos procedimentos cardiovasculares atuais não apresentam contra-indicação para exames de RM. A ressonância no entanto não é indicada na presença de clips e marcapasso cardíaco. Outros procedimentos de imagem médica podem ser adotados. • Materiais odontológicos Aparelhos ortodônticos Materiais metálicos usados no tratamento dentário Esses materiais podem provocar artefatos na imagem, mesmo que não afetados signi- ficativamente pelo campo magnético e pelos pulsos de radiofrequência. Sua influência no resultado da imagem deve ser considerada para evitar erros diagnósticos devidos à má qua- lidade da imagem que será produzida. • Materiais otológicos e oftalmológicos Implantes oculares Implantes cocleares Presença de corpos estranhos metálicos em olhos e ouvidos Muitos desses tipos de implantes podem ser atraídos pelo campo magnético principal, podendo causar danos ao paciente e muito desconforto no procedimento. Devemos avaliar os riscos quando o paciente apresentar corpos estranhos ferromagnéti- cos na região dos olhos. • Materiais urológicos Implantes penianos Estimuladores Neuroestimuladores Bombas de perfusão para drogas implantes Desfibriladores cardíacos implantados Estimuladores de crescimento ósseo Certos tipos de implantes podem apresentar susceptibilidade ao campo magnético e levar desconforto do paciente durante o estudo por RM. Esses pacientes precisam ser bem analisados e monitorados durante o procedimento. A maioria dos estimuladores sofre a ação do campo magnético, compondo uma forte contra-indicação para o uso de RM. Tecnologia em RM O projeto técnico de um sistema de RM apresenta em sua composição física: a) Magneto principal b) Gerador de radiofrequência c) Sistema de processamento de dados e imagens d) Sistemas de computação e roteador de dados e) Sistemas de arquivamento e impressão de imagens O campo magnético principal, gerado em estruturas razoavelmente pequenas, não se mantém homogêneo, assim são necessários equipamentos reforçadores de campo, deno- minados bobinas de reforço, para minimizar os distúrbios de homogeneidade do campo magnético estático. O mapeamento do sinal em RM é obtido pela ação de bobinas gradientes que codificam o sinal emitido pelo paciente em um a das direções da imagem pela fase e na outra direção pela frequência. Caso ocorra um a falha na bobina de gradiente, a imagem gerada poderá conter distorções geométricas de formação. Estão associados vários tipos de bobinas às necessidades do estudo por RM: a) Bobina corporal b) Bobina para cabeça c) Bobina de superfície d) Bobina para coluna RAdIogRAfIAS CoNVENCIoNAIS Capítulo 1 Nader Wafae Fig. 1 - Crânio PA Fovéola granular Sutura sagital Seio frontal Crista etmoidal Asa maior do esfenoide Seio maxilar Ramo da mandíbula Ângulo da mandíbula Protuberância mentual Concha nasal inferior Espinha nasal anterior Parte petrosa do temporal Meato nasal médio Septo nasal ósseo Células etmoidais Forame redondo Asa menor do esfenoide Lâmina externa Díploe Lâmina interna Sutura lambdóidea Margem supra-orbital Sela turca Fissura orbital superior Canal carótico Células mastóideas Processo mastoide Arco zigomático Fig. 2 - Crânio LAterAL Seio frontal Parte orbital do osso frontal Células etmoidais Palato duro Sela turca Seio esfenoidal Fossa hipofisial Processo mastoide Células mastóideas Sutura lambdóidea Sutura coronal Díploe Lâmina externa Lâmina interna Veias diploicas Sulco da A. meníngea média Parte petrosa do temporal Dorso da sela Processo clinoide anterior Processo clinoide posterior Meato acústico externo Processo condilar Fig. 3 - SeioS PArAnASAiS - PoSição de CALdweLL Asa menor do esfenoide Células etmoidais Seio maxilar Seio frontal Crista etmoidal Asa menor do esfenoide Fissura orbital superior Parte petrosa do temporal Forame redondo Concha nasal média Concha nasal inferior Septo nasal ósseo Fig. 4 - SeioS PArAnASAiS - PoSição de wAtterS Seio frontal Seio maxilar Células etmoidais Septo nasal Fig. 5 - VértebrAS CerViCAiS - AP 3ª vértebra cervical Forame transversário 7ª vértebra cervical Processo articular inferior Processo articular superior Disco intervertebral Tubérculo anterior Processo transverso Unco do corpo Pedículo do arco vertebral Corpo vertebral Processo espinhoso Lâmina do arco vertebral Fig. 6 - VértebrAS CerViCAiS - LAterAL Tubérculo anterior 7ª vértebra cervical Processo transverso do áxis Corpo vertebral do áxis Tubérculo anterior do processo tranverso Tubérculo posterior do processo tranverso Forame transversário Unco do corpo Disco intervertebral Arco anterior do atlas Dente do áxis Forame transversário do áxis Massa lateral do atlas Processo articular inferior do áxis Processo articular superior Processo articular inferior Pedículo do arco vertebral Processo espinhoso do áxis Processo espinhoso Arco posterior do atlas Lâmina do arco vertebral Tubérculo posterior do atlas Fig. 7 - VértebrAS CerViCAiS - obLíquA Dente do áxis Incisura vertebral superior Incisura vertebral inferior Pedículo do arco vertebral Articulação dos processos articulares Osso occipital Processo articular superior Processo articular inferior Processo espinhoso Forame intervertebral Fig. 8 - PrimeirA e SegundA VértebrA CerViCAiS - trAnSorAL Processo transverso Processo articular superior Processo espinhoso Dente do áxis Massa lateral do atlas Arco posterior do atlas Face articular inferior Fig. 9 - VértebrAS torACiCAS - AP Corpo vertebral Disco intervertebral 12ª vértebra torácica 3ª vértebra torácica Processo transverso Pedículo do arco vertebral Processo espinhoso Lâmina do arco vertebral Fig. 10 - VértebrAS LombAreS - AP Pedículo do arco vertebral Processo articular superior Processo articular inferior 1ª vértebra lombar Lâmina do arco vertebral Disco intervertebral Corpo vertebral Processo costiforme Processo espinhoso 5ª vértebra lombar Fig. 11 - VértebrAS torACiCAS - LAterAL Disco intervertebral Processo espinhoso Corpo vertebral Processo transverso Lâmina do arco vertebral Pedículo do arco vertebral Processo articular superior Processo articular inferior Forame intervertebral Fig. 12 - VértebrAS LombAreS - LAterAL Processo articular superior Processo articular inferior Pedículo do arcovertebral Forame intervertebral Corpo vertebral Disco intervertebral Promontório Sacro L5 Fig. 13 - CoLunA VertebrAL - trAnSição Lombo/SACrAL Crista sacral mediana Processo articular inferior Forame inter vertebral Processo costiforme 5ª vértebra lombar Disco intervertebral Processo articular superior Sacro Base do sacro Promontório Fig 14 - torAx PA Brônquio segmentar Brônquio segmentar Vaso pulmonar Ápice do pulmão Traqueia Vaso pulmonar Artéria pulmonar D Hilo do pulmão D Recesso Costodiafragmático D Cúpula esquerda do diafragma Ápice do coração Ventrículo esquerdoÁtrio direito Veia cava inferior Artéria pulmonar E Tronco pulmonar Arco da aorta (botão aórtico) Hilo do pulmão E Aurícula esquerda Recesso Costodiafragmático E Ângulo Cardiodiafragmático E Fig 15 - torAx LAterAL Átrio esquerdo Esôfago Átrio direito Cúpula do diafragma direita Cúpula do diafragma esquerda Ventrículo direito Traqueia Aorta ascendente Brônquio principal esquerdo Ar no fundo gástrico Fig. 16 - Abdome - AP Rim Fígado Gases no colo transverso Ar no fundo gástrico Gases no colo descendente Margem lateral do músculo psoas maior Fig. 17 - PeLVe FemininA - AP Acetábulo Cabeça do fêmur Colo anatômico Espinha isquiática Crista ilíaca Colo cirúrgico Trocanter maior Trocanter menor Fossa ilíaca Limbo do acetábulo Incisura isquiática maior Tuber isquiático Linha de Schenton Forame obturado Ramo superior do osso púbis Espinha ilíaca posteroinferior Espinha ilíaca anteroinferior Espinha ilíaca anterosuperior Espinha ilíaca postero superior Ramo inferior do osso púbis Linha pectínea do púbis Crista obituratóriaCrista intertrocantérica Fóvea da cabeça do fêmur Sínfise púbica Fig. 18 - LowenStein Colo anatômico Trocanter maior Trocanter menor Fossa ilíaca (asa do ílio) Crista ilíaca Cabeça do fêmur Linha pectínea do púbis Tuber isquiático Forame obturado Espinha ilíaca posterosuperior Espinha ilíaca anteroinferior Espinha ilíaca posteroinferior Espinha ilíaca anterosuperior Sínfise púbica Crista intertrocantérica Articulação sacroilíaca Fig. 19 - ombro Frente VerdAdeirA rotAção LAterAL Acrômio Extremidade acromial da clavícula Cabeça do úmero Colo anatômico Tubérculo maior Tubérculo menor Espinha da escápula Processo coracoide Tubérculo supraglenoidal Tubérculo infraglenoidal Cavidade glenoidal Colo cirúrgico Fig. 20 - ombro rotAção mediAL Acrômio Extremidade acromial da clavícula Cabeça do úmero Colo anatômico Tubérculo maior Sulco intertubercular Colo cirúrgico Clavícula Processo coracoide Tubérculo supraglenoidal Tubérculo infraglenoidal Tubérculo menor Cavidade glenoidal Colo da escápula Fig. 21 - ombro túneL Acrômio Fossa supraespinal Processo coracoide Tubérculo maior Espinha da escápula Margem lateral escápula Cavidade glenoidal Fossa infraespinhal Colo cirúrgico Clavícula Fig. 22 - ombro AxiAL Cavidade glenoidal Clavícula Processo coracoide Cabeça do úmero Espinha da escápula Articulação acromioclavicular Acrômio Colo cirúrgico Tubérculo maior Tubérculo menor Sulco intertubercular Fig. 23 - umero AP Tubérculo maior Colo cirúrgico Tuberosidade para o músculo deltoide Epicôndilo lateral Capítulo Fossa do olécrano Cabeça do úmero Colo anatômico Fig. 24- umero LAterAL Cabeça do úmero Acrômio Colo anatômico Cavidade glenoidal Margem lateral Margem medial Ângulo inferior Processo coracoide Fossas infraespinhal e subescapular Fig. 25 - CotoVeLo - AP Epicôndilo medial Olécrano Tróclea do úmero Incisura troclear Processo coronoide da ulna Incisura radial Tuberosidade do rádio Úmero Fossa do olécrano Epicôndilo lateral Capítulo Cabeça do rádio Colo do rádio Rádio Fig. 26 - CotoVeLo LAterAL Rádio Tuberosidade do rádio Colo do rádio Cabeça do rádio Ulna Processo coronoide da ulna Capítulo Incisura troclear Olécrano Fig. 27 - AntebrAço - AP Cabeça do rádio Colo do rádio Rádio Processo estiloide do rádio Olécrano Ulna Tuberosidade do rádio Processo estiloide da ulna Escafoide Piramidal PisiformeSemilunar Fig. 28 - AntebrAço LAterAL Centro de ossificação do capítulo Olécrano Lâmina epifisial Epísise distal Incisura troclear Fig. 29 - mão PA Falange distal Falange média Falange proximal IV metacarpal V metacarpal Hamato Hâmulo do osso hamato Pisiforme Piramidal Semilunar Escafoide Capitato Trapezoide Processo estiloide da ulna III metacarpal II metacarpal I metacarpal Trapézio Processo estiloide do rádio Osso sesamoide Fig. 30 - mão obLíquA Corpo da falange proximal Cabeça da falange proximal Base da falange proximal IV metacarpal III metacarpal II metacarpal Semilunar Capitato V metacarpal Hamato Processo estiloide da ulna I metacarpal Escafoide Trapézio Trapezoide Processo estiloide do rádio Osso sesamoide Osso sesamoide Fig. 31 - Punho PA Base do metacarpal V Hâmulo do osso hamato Hamato Piramidal Pisiforme Processo estiloide da ulna Cabeça da ulna Incisura ulnar Semilunar Capitato Escafoide Base do metacarpal I Processo estiloide do rádio Trapezoide Trapézio Fig. 32- Punho obLíquo Trapézio Escafoide Hamato Capitato Processo estiloide do rádio Processo estiloide da ulna Trapezoide Pisiforme Incisura ulnar Semilunar Piramidal Fig. 33 - Punho LAterAL Trapézio Escafoide Pisiforme Semilunar Cabeça da ulna Rádio Hamato Capitato Processo estiloide do rádio Processo estiloide da ulna Trapezoide Piramidal Ulna Fig. 34 - dedo LAterAL Falange distal Tuberosidade da falange distal Falange média Falange proximal Fig. 35 - ArtiCuLAção do quAdriL AP Acetábulo Cabeça do fêmur Colo anatômico Trocanter maior Trocanter menor Limbo do acetábulo Sacro Linha de Schenton Forame obturado Tuber isquiático Ramo superior do osso púbis Ramo inferior do osso púbis Linha pectínea do púbis Crista obituratóriaCrista intertrocantérica Fóvea da cabeça do fêmur Fig. 36 - ArtiCuLAção do quAdriL - LAterAL Acetábulo Limbo do acetábulo Incisura isquiática maior Espinha isquiática Incisura isquiática menor Crista intertrocantérica Colo anatômico Trocanter menor Fig. 37 - Fêmur AP Centro de ossificação do trocanter maior Sincondrose entre ílio, ísquio e púbis Lâmina epifisial Lâmina epifisial Epífise distal Epífise proximal Fig. 38 - Fêmur PerFiL Diáfise Sincondrose entre ílio, ísquio e púbis Lâmina epifisial Lâmina epifisial Epífise distal Epífise proximal Fig. 39 - JoeLho - AP Corpo da fíbula Cabeça da fíbula Ápice da cabeça da fíbula Tubérculo intercondilar lateral Tubérculo intercondilar medial Corpo do fêmur Epicôndilo lateral Côndilo lateral Corpo da tíbia Linha epifisial Côndilo medial Côndilo medial Epicôndilo medial Base da patela Fossa intercondilar Fig. 40 - JoeLho LAterAL Face poplítea Fossa intercondilar Linha epifisial Ápide da cabeça da fíbula Cabeça da fíbula Corpo da fíbula Côndilo medial Côndilo lateral Base da patela Ápice da patela Eminência intercondilar Tuberosidade da tíbia Corpo da tíbia Face anterior Face articular da patela Fig. 41 - PAteLA AxiAL Côndilo lateral Face patelar Face anterior da patela Face articular da patela Côndilo medial Ápice da patela Fig. 42 - PernA AP Côndilo lateral Cabeça da fíbula Fíbula Maléolo lateral Côndilo medial Tíbia Maléolo medial Eminência intercondilar Fig. 43 - PernA LAterAL Tíbia Tuberosidade da tíbia Maléolo medial Fíbula Cabeça da fíbula Fig. 44 - tornozeLo Frente Tíbia Linha epifisial Tálus Maléolo medial Fíbula Tróclea do tálus Maléolo lateral Fig. 45 - tornozeLo PerFiL Tróclea do tálus Processo posterior do tálus Maléolo lateral Calcâneo Tuberosidade do calcâneo Linha epifisial Maléolo medial Cabeça dotálus Seio do tarso Tálus Navicular Cuboide Fig. 46 - Pé AP Cuboide Metatarsal V Metatarsal III Metatarsal II Metatarsal IV Falange distal Falange média Falange proximal Cuneiforme medial Metatarsal I Cuneiforme intermédio Cuneiforme lateral Navicular Tálus Osso sesamoide medial Osso sesamoide lateral Fig. 47 - Pé obLíquo Metatarsal IV Metatarsal III Cuboide Calcâneo Tuberosidade do metatarsal V Osso sesamoide lateral Osso sesamoide medial Tálus Navicular Cuneiforme lateral Cuneiforme intermédio Cuneiforme medial Metatarsal II Metatarsal I Fig. 48 - CALCâneo AxiAL Tuberosidade do metatarsal V Processo lateral da tuberosidade do calcâneo Processo medial da tuberosidade do calcâneo Tuberosidade do calcâneo Sustentáculo do tálus Calcâneo Fig. 49 - CALCâneo LAterAL Processo posterior do tálus Tálus Maléolo lateral Seio do tarso Sustentáculo do tálus Cuboide Processo lateral da tuberosidade do calcâneo Tuberosidade do calcâneo Calcâneo EXAMES CoNTRASTAdoS Capítulo 2 Nader Wafae Fig. 1 - eSoFAgogrAFiA Constrição cricofaríngea Constrição bronco aórtica Esôfago abdominal e cárdia Prega da mucosa Átrio esquerdo Diafragma Constrição diafragmática Constrição bronco aórtica (arco da aorta) Constrição bronco aórtica (brônquio principal esquerdo) Brônquio principal esquerdo Constrição cricofaríngea Fig. 2 - trânSito inteStinAL Íleo Duodeno parte horizontal Duodeno parte descendente Duodeno parte superior (bulbo duodenal) Jejuno Região pilórica Corpo gástrico Fundo gástrico Incisura angular Fig. 3 - CoLoS Flexura direita do colo Íleo Flexura esquerda do colo Colo ascendente Colo transverso Colo descendente Prega semilunar Saculação Onda peristáltica Fig. 4 - ContrAStAdo enemA oPACo Colo ascendente Flexura direita do colo Ampola do reto Colo transverso Colo descendente Colo sigmoide Saculação Flexura esquerda do colo Fig. 5 - Junção iLeoCeCAL Colo ascendente Saculação Ceco Apêndice vermiforme Íleo Fig. 6 - LAterAL de reto Colo sigmoide Ampola do reto Gases no colo sigmoide Fig. 7 - ViAS biLiAreS 1 Sonda T Ducto hepático direito Ducto hepático esquerdo Vias biliares intra-hepáticas Ducto hepático comum Ducto colédoco Fig. 8 - ViAS biLiAreS 2 Sonda T Ducto hepático direito Ducto hepático esquerdo Vias biliares intra-hepáticas Ducto hepático comum Ducto colédoco Fig. 9 - ContrAStAdo urogrAFiA exCretorA Cálice renal menor Cálice renal maior superior Bexiga urinária Ureter parte abdominal Pelve renal Fig. 10 - uretroCiStogrAFiA miCCionAL Uretra parte esponjosa Uretra parte membranácea Uretra parte prostática Fossa bulbar Bexiga urinária Fig. 11 - hiSteroSSALPingogrAFiA Cavidade do útero Vagina Contraste na cavidade peritoneal Infundíbulo da tuba uterina Ístmo da tuba uterina Ampola da tuba uterina Fig. 12 - FLebo mmii Veias tibiais anteriores Veias tibiais posteriores Veias fibulares Veia sural Veia femoral Veia poplítea Veia safena magna Veia de Boyd Fig. 13 - FLebo mmii1 Veia safena magna Veia femoral Valva venosa Veia ilíaca externa Veia femoral Fig. 14 - ArteriogrAFiA CerebrAL A. calosomarginal A. oftálmica A. carótida interna A. cerebral anterior A. basilar A. cerebral posterior A. cerebral média Fig. 15 - Angio CArótidA A. facial A. carótida externa A. carótida interna parte cervical A. carótida comum A. tireóidea superior Fig. 16 - AngioACerebrAL A. cerebral média A. carótida interna A. cerebral anterior Fig. 17 - AngioACerebrAL A. cerebral anterior A. carótida interna A. cerebral média A. carótida interna Fig. 18 - AngioACerebrAL A. cerebral anterior A. caloso marginal A. carótida interna A. cerebral média A. cerebral posterior Fig. 19 - AngioACerebrAL A. cerebral anterior A. cerebral média A. carótida interna A. oftálmica A. comunicante posterior Fig. 20 - AngioACerebrAL A. vertebral A. cerebelar inferior posterior A. cerebral posterior A. basilar A. comunicante posterior A. cerebelar superior A. cerebelar inferior anterior Fig. 21 - AngioCVertbASiLAr A. cerebelar inferior posterior A. vertebral A. basilar A. cerebral posterior A. cerebelar superior A. cerebelar inferior anterior Fig. 22 - AngioACerebrAL VenoSA Seio sagital superior Confluência dos seios Seio transverso Selo reto Seio petroso Seio sigmóideo Veia jugular interna MAMogRAfIA E EXAMES dE MAMA Capítulo 3 Elvira Barbosa Miranda Fig. 1 - mAmA Músculo peitoral maior Vaso sanguíneo Ducto lactífero Papila mamária Ligamento suspensor da mama Tecido adiposo Glândula mamária Fig. 2 - mAmA Glândula mamária Ligamento suspensor da mama Tecido adiposo Papila mamária Seio lactífero Fig. 3 - mAmA SAgitAL t1 Músculo peitoral maior Músculo peitoral menor Papila mamária Tecido adiposo subcutâneo Tecido fibroglandular Pele Fig. 4 - mAmA AxiAL t1 SuPreSSão de gordurA Tecido fibroglandular Tecido adiposo Fascia peitoral Papila mamária Músculo peitoral maior Fig. xxx - mAmA direitAFig. 5 - mAmA SAgitAL t1 Tecido adiposo subcutâneo Músculo peitoral maior Tecido fibroglandular Costelas ToMogRAfIA CoMPuTAdoRIzAdA Capítulo 4 Valdemir Rodrigues Pereira Fig. 1 - tC Crânio Fig. 2 - tC Crânio Forame magno Processo mastoide Músculo masseter Músculos pterigóideos (lateral e medial) Fossa pterigóidea Cartilagem do septo nasal Fossa temporal Meato acústico externo Orelha externa Forame magno Ramo da mandíbula Lóbulo da orelha Parte nasal da faringe Septo nasal ósseo Lâmina lateral (processo pterigoide) Lâmina medial (processo pterigoide) Seio maxilar Osso zigomático Osso occipital Arco zigomático Células mastóideas Processo coronoide da mandíbula Processo condilar da mandíbula Processo estiloide Parte nasal da faringe Fig. 3 - tC Crânio Fig. 4 - tC Crânio Concha nasal inferior Base occipital (clivo) Meato acústico externo Células mastóideas Osso zigomático Parte petrosa do osso temporal Hemisfério cerebelar (fossa posterior do crânio) Arco zigomático Protuberância occipital interna Tronco encefálico (bulbo) Protuberância occipital externa Septo nasal ósseo (lâmina perpendicular do etmoide) Arco zigomático Seio esfenoidal Fossa temporal Quarto ventrículo Fig. 5 - tC Crânio Células etmoidais Seio esfenoidal Parte petrosa do osso temporal Hemisfério cerebelar Osso nasal Bulbo do olho Células mastóideas Fissura orbital superior Fossa média do crânio Fig. 6 - tC FACe Concha nasal inferior Espinha nasal anterior Incisura da mandíbula Septo nasal ósseo Seio maxilar Parte nasal da faringe Fig. 7 - tC FACe Asa do nariz Ápice do nariz Vestíbulo do nariz Processo condilar da mandíbula Processo coronoide da mandíbula Fossa pterigóidea Cartilagem do septo nasal Concha nasal média Arco zigomático Fig. 8 - tC FACe Cavidade nasal Arco zigomático Septo nasal ósseo (vômer) Processo condilar da mandíbula Cartilagem do septo nasal Meato acústico externo Asa do nariz Seio maxilar Processo coronoide da mandíbula Fossa pterigóidea Fig. 9 - tC FACe Seio esfenoidal Dorso da sela Fossa média do crânio Canal carótico Osso zigomático Ducto lacrimonasal Fig. 10 - tC FACe Células etmoidais anteriores Células etmoidais médias Células etmoidais posteriores Dorso da sela Osso temporal Músculo reto lateral Músculo reto medial Bulbo do olho Seio esfenoidal Fig. 11 - tC FACe PLAno CoronAL Crista etmoidal Células etmoidais Bulbo do olho Concha nasal inferior Meato nasal inferior Corpo da mandíbula Lobo frontal Seio frontal Septo nasal ósseo (lâmina perpendicular do etmoide) Septo nasal ósseo (vômer) Fig. 12 - tC FACe PLAno CoronAL Lobo frontal Crista etmoidal Células etmoidais Concha nasal médiaConcha nasal inferior Meato nasal médio Meato nasal inferior Esclera Bulbo do olho Seio maxilar Palato duro Músculo oblíquo inferior Fig. 13 - tC FACe PLAno CoronAL Osso frontal Concha nasal média Concha nasal superior Músculo oblíquo superior Concha nasal inferior Dentes (nos alvéolos dentais) Músculo reto inferior Músculo reto lateral Músculo reto medial Músculo levantador da pálpebra superior Corpo da mandíbula (substância óssea compacta)Corpo da mandíbula (substância óssea esponjosa) Fig. 14 - tC FACe PLAno CoronAL Asa maior do esfenoide Nervo óptico Músculo reto superior Dentes Corpo da mandíbula Articulação etmoido vomeral Músculo reto inferior Músculo reto lateral Músculo reto medial Músculo levantador da pálpebra superior Fig. 15 - tC FACe PLAno CoronAL Nervo óptico Concha nasal média Concha nasal inferior Concha nasal superior Meato nasal médio Meato nasal inferior Meato nasal superior Arco zigomático Seio esfenoidal (com septo) Espinha nasal posterior Palato mole Língua Fig. 16 - tC FACe PLAno CoronAL Meato nasal médio Seio esfenoidal Corpo da mandíbula Meato nasal inferior Canal óptico Fissura orbital inferior Concha nasal média Concha nasal inferior Ramo da mandíbula Fig. 17 - tC FACe PLAno CoronAL Lâmina lateral do processo pterigoide Parte nasal da faringe Ramo da mandíbula Arco zigomático Processo clinoide posteriorFossa temporal Fig. 18 - tC oSSo temPorAL Meato acústico externo Células mastóideas Cóclea Fig. 19 - tC oSSo temPorAL Células mastóideas Orelha externa Processo mastoide Fossa jugular Fig. 20 - tC oSSo temPorAL Meato acústico externo Parte petrosa osso temporal Martelo Fig. 21 - tC região CerViCAL Glândula submandibular Forame transversário (artéria vertebral) Corpo vertebral Lâmina do arco vertebral Processo espinhoso (bifurcado) Músculo esternocleido- mastóideo Forame vertebral (medula espinal) Corno menor do hioide Corpo do hioide Fig. 22 - tC região CerViCAL Recesso piriforme Pedículo do arco vertebral Músculo trapézio Músculo esplênio da cabeça Lâmina do arco vertebral Músculos multifídios Parte laríngea da faringe Músculo esternocleidomastóideo Fig. 23 - tC região CerViCAL Recesso piriforme Processo articular Corpo vertebral Músculo levantador da escápula Laringe Forame intervertebral Fig. 24 - tC região CerViCAL Proeminência laríngea Unco do corpo Disco intervertebral Músculo semiespinal Músculo esplênio da cabeça Músculos multifídios e semiespinal do pescoço Forame transversário Lâmina da cartilagem tireóidea Músculo trapézio Fig. 25 - tC região CerViCAL Recesso piriforme Tubérculo posterior Tubérculo anterior Lâmina do arco vertebral Laringe Cartilagem tireóidea (lâmina esquerda) Forame transversário (artéria vertebral) Pedículo do arco vertebral Artéria carótida comum Fig. 26 - tC região CerViCAL Cartilagem tireóidea (corno superior) Músculo esternocleidomastóideo Esôfago Processo espinhoso (bifurcado) Medula espinal (forame vertebral) Cartilagem aritenóidea Fig. 27 - tC região CerViCAL Músculo esterno cleidomastóideo Músculo levantador da escápula Esôfago Músculo semi-espinal da cabeça Músculo esplênio da cabeça Laringe – glote Lâmina da cartilagem cricóidea Forame intervertebral Músculo trapézio Fig. 28 - tC região CerViCAL Corpo vertebral Lâmina do arco vertebral Unco do corpo Processo espinhoso Corno inferior da cartilagem tireóidea Fig. 29 - tC região CerViCAL Corpo vertebral Lâmina do arco vertebral Processo espinhoso Laringe – cavidade infraglótica Cartilagem cricóidea Processo articular Fig. 30 - tC região CerViCAL Forame transversário (artéria vertebral) Forame vertebral Músculo trapézio Tubérculo posterior Tubérculo anterior Fig. 31 - tC região CerViCAL Músculo trapézio Músculo levantador da escápula Cartilagem traqueal Veia jugular externa Processo articular (lâmina do arco vertebral) Glândula tireoide Fig. 32 - tC região CerViCAL Glândula tireoide Esôfago Unco do corpo Corpo vertebral Músculo eretor da espinha Traqueia Fig. 33 - tC região CerViCAL Disco intervertebral Veia jugular externa Artéria carótida comum Veia jugular internaEsôfago Músculo levantador da escápula Fig. 34 - tC região toráCiCA dA CoLunA Traqueia Corpo vertebral Articulação da cabeça da costela Cabeça da costela Escápula Esôfago (parte torácica) Forame vertebral (medula espinal) Articulação costotransversária Processo transverso Traqueia Esôfago Colo da costela Tubérculo da costela Cabeça da costela Aorta Disco intervertebral Processo articular superior Processo articular inferior Articulação dos processos articulares Processo espinhoso Fig. 35 - tC região toráCiCA dA CoLunA Processo transverso Vasos pulmonares Fig. 36 - tC região toráCiCA dA CoLunA Brônquio principal direito Brônquio principal esquerdo Esôfago Pedículo do arco vertebral Articulação da cabeça da costela Processo transverso Parte descendente da aorta Cabeça da costela Colo da costela Tubérculo da costela Corpo da costela Processo espinhoso Fig. 37 - tC região toráCiCA dA CoLunA Esôfago Brônquios lobares Lâmina do arco vertebral Aorta Corpo vertebral Articulação do processos articulares Processo articular superior Processo articular infeior Forame vertebral (medula espinhal) Veia ázigo Fig. 38 - tC região toráCiCA dA CoLunA Pedículo do arco vertebral Cabeça da costela Tubérculo da costela Corpo da costela Colo da costela Processo transverso Esôfago Disco intervertebral Parte descendente da aorta Veia ázigo Fig. 39 - tC região LombAr dA CoLunA Medula espinal (forame vertebral) Processo espinhoso Lâmina do arco vertebral Corpo vertebral Músculo eretor da espinha Forame intervertebral Processo articular Músculo psoas maior Fig. 40 - tC região LombAr dA CoLunA Articulação dos processos articulares Processo articular inferior Processo articular superior Ligamento interespinal Corpo vertebralMúsculo psoas maior Processo espinhoso Fig. 41 - tC região LombAr dA CoLunA Pedículo do arco vertebral Ligamento amarelo Processo costiforme Processo mamilar Processo acessório Fig. 42 - tC região LombAr dA CoLunA Processo costiforme Processo mamilar Corpo vertebral Músculo psoas maior Processo espinhoso Processo articular superior Processo articular inferior Pedículo do arco vertebral Forame vertebral Fig. 43 - tC região LombAr/SACrAL dA CoLunA Articulação sacroilíaca Asa do sacro Cauda equina (canal vertebral) Osso do quadril (ílio) Promontório Crista sacral mediana Fig. 44 - tC tórAx Átrio esquerdo Ventrículo direito Ventrículo esquerdoÁtrio direito Artéria pulmonar Músculo eretor da espinha Músculo trapézio Septo interventricular Parte descendente da aorta (torácica) Sulco coronário Veia ázigo Fig. 45 - tC tórAx Músculo eretor da espinha Processo xifoide Cartilagem costais Aorta Veia ázigo Septo interventricular Ângulo inferior da escápula Septo interatrial Músculo serrátil anterior Músculo latíssimo do dorso Costelas Fig. 46 - tC tórAx Músculo serrátil anterior Aorta Veia ázigo Músculo latíssimo do dorso Cabeça da costela Lâmina do arco vertebral Músculo trapézio Fig. 47 - tC tórAx Veia cava superior Pilar direito do diafragma Pilar esquerdo do diafragma Ventrículo direito Veia ázigo Ventrículo esquerdo Septo interventricular Processo espinhoso Fig. 48 - tC Abdome SuPerior Lobo hepático esquerdo Lobo hepático direito Músculo reto do abdome Músculos intercostais Parte descendente aorta (torácica) Fig. 49 - tC Abdome SuPerior Fundo gástrico Veia cava inferior Músculo eretor da espinha Recesso costodiafragmático da pleura Base do pulmão Fig. 50 - tC Abdome SuPerior Corpo gástrico Lobo caudado Costela Parte descendente da aorta (torácica)Fig. 51 - tC Abdome SuPerior Baço Ligamento falciforme Veia cava inferior Lobo hepático direito Corpo vertebral Lobo hepático esquerdo Lobo caudado Parte descendente da aorta (torácica) Pedículo do arco vertebral Fig. 52 - tC Abdome SuPerior Baço (face) diafragmática Baço – face visceral com hilo esplênico Ligamento falciforme Pilar direito do diafragama Pilar esquerdo do diafragma Fig. 53 - tC Abdome SuPerior Músculo reto do abdome Tronco celíaco Corpo gástrico Artéria esplênica Artéria hepática comum Artéria gástrica esquerda Corpo da costela Fig. 54 - tC Abdome SuPerior Vesícula biliar Pilar direito do diafragma Pilar esquerdo do diafragma Veia cava inferior Hilo esplênico (face visceral) Tronco celíaco Cabeça da costela Lobo quadrado Fig. 55 - tC Abdome SuPerior Colo descendente Corpo gástrico Rim esquerdo (córtex renal) Processo espinhoso Veia cava inferior Veia renal direita Rim direito (Medula renal) Processo mamilar Fig. 56 - tC Abdome SuPerior Músculo reto do abdome Músculo transverso do abdome Alça do jejuno Músculo oblíquo externo do abdome Artéria renal esquerda Curvatura menor Artéria mesentérica superior Colo descendente Músculo latíssimo do dorso Músculo eretor da espinha Corpo do pancrêas Fig. 57 - tC Abdome SuPerior Músculo transverso do abdome Músculo oblíquo externo do abdome Músculo oblíquo interno do abdome Processo costiforme Músculo reto do abdome Músculo psoas maior Músculo quadrado do lombo Processo mamilar Veia cava inferior Fig. 58 - tC Abdome SuPerior Colo transverso Alça do jejuno Colo descendente Músculo psoas maior Músculo eretor da espinha Parte superior do duodeno Polo inferior do rim direito Músculo quadrado do lombo Ceelo ascendente Fig. 59 - tC Abdome inFerior Músculo reto do abdome Colo descendente Articulação sacroilíaca Alças do íleo Músculo psoas maior Músculo ilíaco Crista sacral mediana Fig. 60 - tC Abdome inFerior Colo descendente Ureter esquerdo Forame sacral Ureter direito Músculo glúteo Articulação sacroilíaca Asa do sacro Crista sacral mediana Fig. 61 - tC Abdome inFerior Músculo glúteo mínimo Bexiga urinária Ampola do reto Músculo glúteo médio Músculo glúteo máximo Fig. 62 - tC Abdome inFerior Artéria íliaca externa Trocanter maior Fossa isquioanal Veia íliaca externa Canal anal Acetábulo Cabeça do fêmur Bexiga urinária Vasos ilíacos Útero Fig. 63 - tC Abdome inFerior Sínfise púbica Túber isquiático Veia femoral Músculo pectíneo Artéria femoral Fig. 64 - tC Abdome inFerior Diáfise do fêmur Músculo sartório Músculo tensor da fascia lata Músculo reto femoral Artéria femoral profunda Músculo obturador externo Trocanter maior Músculo obturador interno Músculo vasto intermédio Músculo vasto lateral Músculo adutor longo Músculo pectíneo Músculo adutor curto Músculo adutor magno Fig. 65 - tC PeLVe mASCuLinA Cóccix Músculo reto do abdome Bexiga unirária Acetábulo Reto Fig. 66 - tC PeLVe mASCuLinA Canal anal Fóvea da cabeça do fêmur Bexiga urinária Próstata Cóccix Músculo glúteo Músculo glúteo máximo Fig. 67 - tC PeLVe mASCuLinA Sínfise púbica Tubérculo púbico Cabeça do fêmur Trocanter maior Ramo superior do púbis Fig. 68 - tC PeLVe mASCuLinA Ramo inferior do púbis Corpo cavernoso Diáfise do fêmur Ramo do isquio Fig. 69 - tC Abdome PLAno CoronAL Parte descendente da aorta Colo descendente Músculo psoas maior Ceco Pirâmide renal Crista ilíaca Lobo hepático direito Córtex renal Colo do fêmur Fig. 70 - tC Abdome PLAno CoronAL Baço Corpo vertebral Disco intervertebral Músculo ilíaco Costela Asa do ílio Trocanter maior Músculo intercostal Útero Bexiga urinária Fig. 71 - tC Abdome PLAno CoronAL Lobo hepático esquerdo Tronco celíaco Aorta descendente (parte abdominal) Bexiga urinária Ligamento falciforme Acetábulo Artéria mesentérica superior Artéria ilíaca comum Cabeça do fêmur Fig. 72 - tC Abdome PLAno CoronAL Lobo hepático esquerdo Colo descendente Asa do ílio Ramo superior do púbis Artéria mesentérica superior Bexiga urinária Ceco Veia cava inferior Veia porta Fig. 73 - tC ombro Músculo supraespinal Músculo trapézio Clavícula Ângulo superior da escápula Costela Fig. 74 - tC ombro Clavícula Ápice do pulmão Músculo subescapular Músculo trapézio Músculo peitoral menor Músculo deltoide Acrômio Espinha da escápula Músculo supraespinal Fig. 75 - tC ombro Músculo peitoral maior Músculo intercostais Músculo subescapular Incisura da escápula Músculo deltoide (parte clavicular) Cabeça do úmero Músculo deltoide (parte espinal) Músculo deltóide (parte acromial) Fig. 76 - tC ombro Músculo peitoral maior Músculo subescapular Músculo trapézio Músculo romboide Músculo peitoral menor Processo coracoide Tubérculo maior Músculo deltoide Músculo infraespinhal Cavidade glenoidal Cabeça do úmero Processo coracoide Fig. 77 - tC ombro Sulco intertubercular Tubérculo maior Músculo deltoide Tubérculo menor Cavidade glenoidal Fig. 78 - tC ombro Músculo peitoral menor Músculo peitoral maior Músculo redondo menor Músculo deltoide Margem lateral da escápula Diáfise do úmero Fig. 79 - tC ombro Músculo peitoral menor Músculo supraespinhal Músculo infraespinhal Músculo peitoral maior Músculo redondo menor Músculo deltoide Fig. 80 - tC CotoVeLo Olécrano Fossa do olécrano Epicôndilo medial Fossa coronóidea Epicôndilo lateral Fig. 81 - tC CotoVeLo Olécrano Tróclea do úmero Epicôndilo medial Capítulo do úmero Fig. 82 - tC CotoVeLo Epicondilo lateral Capítulo do úmero Tróclea do úmero Músculos flexores do antebraço Músculos extensores do antebraço Fig. 83 - tC CotoVeLo Substância óssea esponjosa Substância óssea compacta Cabeça do rádio Incisura radial da ulna Fig. 84 - tC CotoVeLo Corpo da ulna (substância óssea compacta) Corpo do rádio (cavidade medular) Membrana interóssea Fig. 85 - tC CotoVeLo SAgitAL Processo coronoide Olécrano Músculo tríceps braquial Incisura troclear Tróclea do úmero Fossa coronóidea Diáfise do úmero Músculo braquial Músculo bíceps braquial Fig. 86 - tC CotoVeLo SAgitAL Cabeça do rádio Músculo tríceps braquial Músculo braquial Capítulo do úmero Diáfise do úmero Músculo bíceps braquial Fig. 87 - tC Punho CoronAL IV metacarpal (corpo) Trapezoide Face articular carpal Processo estiloide do rádio Capitato Hamato Piramidal Semilunar Escafoide Cabeça da ulna Fig. 88 - tC Punho CoronAL II metacarpal (cabeça) Hamato Escafoide Capitato Trapezoide Trapézio Rádio IV metacarpal (cabeça) V metacarpal (corpo) Ulna Cabeça da ulna Piramidal Semilunar Processo estiloide da ulna II metacarpal (base) Fig. 89 - tC Punho CoronAL I metacarpal (corpo) Escafoide Trapezoide Trapézio Rádio IV metacarpal (cabeça) V metacarpal (corpo) Piramidal Hamato Semilunar Capitato Fig. 90 - tC Punho AxiAL Tendões dos músculos flexores (tunel do carpo) Rádio Tubérculo dorsal Cabeça da ulna Tendões dos mm extensores Incisura ulnar do rádio Fig. 91 - tC Punho AxiAL Tendões dos músculos flexores dos dedos Radio Tendões dos músculos extensores Semilunar Escafoide Fig. 92 - tC Punho AxiAL Processo estiloide do rádio Escafoide Processo estiloide da ulna Semilunar Piramidal Fig. 93 - tC Punho AxiAL Escafoide Veia cefálica Semilunar Pisiforme Hamato Piramidal Túnel do corpo Fig. 94 - tC Punho AxiAL Trapézio Trapezoide Hâmulo do hamato Capitato Hamato Fig. 95 - tC JoeLho CoronAL Epicôndilo medial do fêmur Côndilo medial do fêmur Eminência intercondilar Côndilo medial da tíbia Fossa intercondilar Linha epifisial Epicôndilo lateral do fêmur Côndilo lateral do fêmur Côndilo lateral da tíbia Fig. 96 - tC JoeLho AxiAL Côndilo medial Veia safena magna Músculo sartório Face anterior dapatela Face articular da patela Côndilo lateral Artéria poplítea Veia poplítea Fig. 97 - tC JoeLho AxiAL Retináculo medial da patela Côndilo medial Ápice da patela Retináculo lateral da patela Côndilo lateral Fossa intercondilar Epicôndilo lateral Artéria poplítea Epicôndilo medial Fig. 98 - tC JoeLho AxiAL Côndilo medial da tíbia Músculo gastrocnêmio (cabeça medial) Ligamento da patela Côndilo lateral da tíbia Músculo gastrocnêmio (cabeça lateral) Fig. 99 - tC JoeLho AxiAL Músculo gastrocnêmio (cabeça medial) Tíbia Cabeça da fíbula Músculo gastrocnêmio (cabeça lateral) Ligamento da patela Tuberosidade da tíbia Veia safena magma Fig. 100 - tC PernAS CoronAL Corpo da fíbula Músculos fibulares Músculo bíceps femoral Músculo semimembranáceo Côndilo lateral do fêmur Ápice da cabeça da fíbula Côndilo medial do fêmur Músculo semitendíneo Músculo tríceps sural Fig. 101 - tC PernAS CoronAL Cavidade medular Côndilo lateral do fêmur Côndilo lateral da tíbia Músculo vasto lateral Côndilo medial da tíbia Côndilo medial do fêmur Eminência intercondilar Tálus Maléolo medial Músculo vasto medial Fig. 102 - tC Pé SAgitAL Navicular I metatarsal (base) I metatarsal (cabeça) Falange distal Falange proximal Falange proximal Tíbia Tálus Calcâneo Cuneiforme medial Maléolo lateral Fig. 103 - tC Pé SAgitAL I metatarsal (corpo) Colo do tálus Tróclea do tálus Tíbia Navicular Calcâneo Cuneiforme intermédio Fig. 104 - tC Pé SAgitAL Cuneiforme lateral Colo do tálus Cabeça do tálus Tíbia Tróclea do tálus Calcâneo Cuboide Seio do tarso IV metatarsal Falange média Falange distal Falange proximal Fig. 105 - tC Pé SAgitAL Cuneiforme lateral Calcâneo Seio do tarso IV metarsal IV metatarsal Fig. 106 - tC tornozeLo CoronAL Maléolo lateral Calcâneo Malécelo medial Tálus Cubóide Fig. 107 - tC tornozeLo CoronAL Articulação talocrural Calcâneo Tálus Maléolo medial Fig. 108 - tC Pé AxiAL Calcâneo V metatarsal Falange proximal (III dedo) Falange distal (III dedo) IV metatarsal (corpo) I metatarsal (cabeça) Falange proximal Falange distal Calcâneo V metatarsal (base) Falange proximal (III dedo) Falange média (III dedo) IV metatarsal (corpo) I metatarsal (cabeça) Falange proximal Falange distal Fig. 109 - tC Pé AxiAL Calcâneo Cuboide IV metatarsal (base) I metatarsal (cabeça) Falange proximal Falange distal Fig. 110 - tC Pé AxiAL Maléolo lateral Cuneiforme lateral Navicular Cuneiforme medial Cuneiforme intermédio Cabeça do tálus Fig. 111 - tC Pé AxiAL Maléolo lateral Colo do tálus Cabeça do tálus Navicular Tróclea do tálus Cuneiforme medial Cuneiforme intermédio Tendão calcâneo Articulação tibiofibular distal Fig. 112 - tC Pé AxiAL Maléolo medial Articulação tibiofibular distal Tíbia Tendão calcâneo Maléolo medial RESSoNâNCIA MAgNéTICA Capítulo 5 Cristiane Regina Ruiz Fig. 1 – rm enCéFALo SAgitAL t1 Lobo frontal Sulco lateral Músculo masseter Lobo temporal Cerebelo Tentório do cerebelo Lobo occipital Díploe Fig. 2 – rm enCéFALo SAgitAL t1 Seio frontal Giro frontal medial Sulco paracentral Lóbulo paracentral Sulco do cíngulo Seio esfenoidal Células etmoidais Concha nasal média Concha nasal inferior Palato duro Palato mole Ramo marginal do giro do cíngulo Giro occipitotemporal medial Pré-cuneo Cúneo Sulco calcarino Sulco parietoccipital Fig. 3 – rm enCéFALo SAgitAL t1 Joelho do corpo caloso Ventrículo lateral Parte nasal da faringe Parte oral da faringe Vestíbulo do nariz Língua Clivo Hipófise Esplênio do corpo caloso Tronco do corpo caloso Tálamo Cisterna cerebelobulbar posterior Giro do cíngulo Fig. 4 – rm enCéFALo CoronAL t2 Sulco lateral Fissura longitudinal do cérebro Ventrículo lateral Terceiro ventrículo Ponte Bulbo Lobo insular HipocampoLobo temporal Fig. 5 – rm enCéFALo CoronAL t2 Giro temporal superior Seio sagital superior Giro temporal médio Giro temporal inferior Artéria carótida interna Artéria cerebral média Putame Núcleo caudado Fig. 6 – rm enCéFALo CoronAL t1 Corpo caloso Quiasma óptico Processo condilar da mandíbula Cisterna quiasmática Hipófise Ventrículo lateral Sulco lateral Seio esfenoidal Articulação temporomandibular Septo pelucido Fig. 8 – rm enCéFALo AxiAL t2 Orelha Bulbo Hemisfério cerebelar Processo condilar da mandíbula Parte nasal da faringe Seio maxilar Septo nasal Fig. 7 – rm enCéFALo CoronAL t1 Glândula lacrimal Músculo oblíquo superior Células etmoidais Bulbo do olho Músculo reto inferior Músculo oblíquo inferior Seio maxilar Concha nasal inferior Músculo reto medial Músculo reto superior Fig. 9 – rm enCéFALo AxiAL t2 Artéria basilar Cisterna ponto cerebelar Seio esfenoidal Concha nasal inferior Septo no interior do seio esfenoidal Lobo temporal Células mastóideas Ponte IV ventrículo Fig. 10 – rm enCéFALo AxiAL t2 Tálamo Giro reto Osso occipital Lobo temporal Lobo frontal Sulco lateral III ventrículo Corno occipital do ventrículo lateral Lobo occipital Fig. 11 – rm enCéFALo AxiAL t2 Corno frontal do ventrículo lateral Núcleo lentiforme Cápsula interna Núcleo caudado Seio frontal Septo pelúcido Fig. 12 – rm enCéFALo AxiAL t2 Joelho do corpo caloso Esplênio do corpo caloso Septo pelúcido Lobo frontal Lobo occipital Corno frontal do ventrículo lateral Lobo Perietal Fig. 13 – rm enCéFALo AxiAL t2 Lente Bulbo do olho Nervo óptico Cisterna colicular Cisterna interpeduncular Substância branca Substância cinzenta (córtex) Células etmoidais Mesencéfalo Fig. 14 – rm enCéFALo AxiAL t2 Seio maxilar Lobo temporal Cisterna ponto cerebelar Septo nasal Pedúnculo cerebelar médio Nervo vestibulococlear no meato acústico interno IV Ventrículo Artéria basilar Ponte Fig. 15 – rm enCéFALo AxiAL t2 Fig. 16 – rm enCéFALo AxiAL t2 Seio esfenoidal Células etmoidais Fissura longitudinal do cérebro Cerebelo Pedúnculo cerebral Aqueduto do mesencéfalo Colículo inferior Músculo reto lateral Músculo reto medial Tecido adiposo Lobo occipital Lobo temporal Fig. 17 – rm FACe AxiAL t1 Músculo reto lateral Músculo reto medial Nervo óptico Células etmoidais Bulbo do olho Lente Quiasma óptico Seio esfenoidal Fig. 18 – rm FACe AxiAL t1 Músculo Pterigóide medial Glândula parótida Orelha Ramo da mandíbula Processos alveolares Parte oral da faringe Músculo masseter Fig. 19 – rm FACe AxiAL t1 Fig. 20 – rm FACe AxiAL t1 Glândula submandibular Músculo esternocleidomastóideo Glândula parótida Artéria vertebral Processos alveolares Músculo genioglosso Parte oral da faringe Corpo da mandíbula Músculo esplênio da cabeça Músculo semiespinal Músculo oblíquo inferior Corpo vertebral Medula espinal Fig. 21 – rm PeSCoço AxiAL t2 Recesso piriforme Parte laríngea da faringe Veia jugular interna Músculos infra-hioideos Lâmina do arco vertebral Glândula submandibular Veia jugular externa Osso hioide Fig. 22 – rm PeSCoço AxiAL t2 Músculos infra-hioideos Músculo levantador da escápula Músculo semiespinal da cabeça Músculo semiespinal do pescoço Músculo trapézio Laringe Artéria carótida comum Músculo multífido Veia jugular interna Veia jugular externa Medula espinal Fig. 24 – rm PeSCoço AxiAL t2 Fig. 23 – rm PeSCoço AxiAL t2 Glândula tireoide Artéria carótida comum Veia jugular interna Cavidade infraglótica Cartilagem cricóidea Músculo esternocleidomastóideo Veia jugular externa Músculo escaleno anterior Traqueia Esôfago Artéria vertebral Músculo trapézio Tecido adiposo subcutâneo Fig. 25 – rm PeSCoço AxiAL t2 Fig. 26 – rm PeSCoço AxiAL t2 Músculos infra-hioideos Glândula tireoide Músculo levantador da escápula Músculo trapézio Esôfago Veia jugular interna Laringe Corpo vertebral Medula espinal Processo espinhoso Traqueia