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DISCIPLNA: SEMIOLOGIA DOCENTE:ENFERMEIRA DORCAS ORIGO SEMIOLOGIA É O ESTUDO DOS SINAIS E SINTOMAS DAS DOENÇAS HUMANAS. Tem um papel fundamental no processo de diagnostico clinico. Tem 4 princípios básicos, a inspeção, palpação, percussão e a ausculta denominado exame físico. Também deve se realizar a anamnese do paciente. Por meio da semiologia o especialista pode conhecer não apenas as queixas do paciente, mas também ter um plano geral do seu estado: suas condições sociais, seus hábitos, sobre sua personalidade, influencias genéticas, etc. Por meio do processo de semiologia poderia se eliminar a necessidade de solicitação de muitos exames, tendo o especialista uma conversa com o paciente e um maior contato físico para identificar problemas através da avaliação clínica. A anamnese é uma entrevista clínica, o primeiro contato com paciente para entender o motivo da consulta e evolução do caso. Inclui identificação, história da doença atual, antecedentes pessoais, antecedentes familiares, hábitos de vida e perguntas sobre diversos aparelhos. O exame físico geral é a primeira etapa do exame clínico, ele complementa a anamnese e fornece uma visão do paciente como um todo. É uma parte muito importante da semiologia, mas muitas vezes é passado despercebido. Na enfermagem, a anamnese é o diálogo estabelecido entre profissional de saúde e paciente com o objetivo de ajudá-lo a lembrar de situações e fatos que podem estar relacionados a sua doença. Parte-se de uma queixa principal para entender a doença atual e reconstituir a história clínica daquele paciente. Quais são as etapas da anamnese? Visando a uniformidade do relatório e a compreensão de outros profissionais que terão acesso ao documento, a anamnese também pode ser dividida em algumas etapas. Identificação – Coleta inicial de informações como nome, endereço, idade, sexo, raça, profissão, estado civil. São dados importantes para avaliação de enfermidades que se manifestam de diferentes formas e com frequências distintas em diferentes grupos. Queixa principal – É a razão maior pela qual o paciente buscou ajuda por exemplo, quais os sintomas e sinais indicados pelo paciente que o levaram até ali. É recomendado anotar nos termos descritos pelo próprio paciente. História da doença atual – Quando e como este sintoma começou? Nesta etapa, o objetivo é que o paciente conte a história da sua queixa atual, da forma mais livre e com menor interferências possível. É recomendado avaliar pontos como a data de início dos sintomas, a evolução temporal, a intensidade, o que agrava e o que alivia aquele sintoma. História patológica pregressa e história familiar – Aqui a intenção é levantar informações sobre doenças manifestadas no passado tanto pelo paciente quanto por seus familiares. É possível diagnosticar patologias não tratadas, interações medicamentosas e doenças hereditárias na família. Questionamos procedimentos cirúrgicos realizados, vacinas tomadas, internações, uso de medicamentos, alergias e problemas familiares como questões psiquiátricas, diabetes e câncer. Perfil do paciente – Por fim, mas não menos importante, buscamos identificar os hábitos e a rotina de vida do paciente. Fuma? Bebe? Faz uso de drogas? Como é sua dieta e rotina de exercícios? São perguntas que, junto com a análise da frequência e variações destes hábitos, podem fornecer informações esclarecedoras sobre o quadro de saúde. Exame físico Esse exame conta com as etapas de inspeção, palpação, percussão e ausculta. Para realizar, o enfermeiro precisa usar seus sentidos e às vezes instrumentos auxiliares simples. O exame começa quando visualizamos nosso paciente é importante já se atentar como caminha, como se movimenta, maneira de se sentar etc. Confira um breve resumo sobre as etapas: .Inspeção: Observação cuidadosa do paciente para detectar anormalidades visíveis. . Palpação: Uso das mãos para sentir órgãos, tecidos e estruturas corporais. . Percussão: Bater levemente em partes do corpo para avaliar sons que indicam a presença de líquido, ar ou massa sólida. . Auscultação: Uso do estetoscópio para ouvir sons corporais, como batimentos cardíacos e sons pulmonares. Para conduzir o exame, é importante seguir uma sequência lógica cefalocaldal (por exemplo, cabeça aos pés). Isso vai ajudar a garantir que nenhuma parte do exame seja omitida. O que avaliar no exame físico? Em uma avaliação mais geral, é preciso fazer a aferição dos sinais vitais e uma avaliação geral do paciente (estado nutricional, nível de consciência, sinais de desconforto ou dor). . Sistema Cardiovascular: Inspeção de jugulares, palpação de pulsos, ausculta de sons cardíacos. . Respiratório: Inspeção de tórax, ausculta de sons respiratórios. . Sistema Gastrointestinal: Inspeção do abdome, palpação de órgãos, ausculta de ruídos intestinais. . Neurológico: Avaliação de estado mental, força muscular, reflexos, coordenação e sensibilidade. . Sistema Musculoesquelético: Inspeção e palpação de articulações e músculos, avaliação de amplitude de movimento. O que fazer após a avaliação? É importante registrar todos os achados de maneira detalhada e sistemática, descrevendo normalidades e anormalidades observadas. Com a devida documentação, use os achados do exame físico em conjunto com a história clínica e outros exames complementares para formular diagnósticos diferenciais e planos de tratamento. Roteiro do exame físico geral: informações para conduzir Medidas antropométricas . Peso, IMC, FC (60 a 100), FR (14 a 20) . Temperatura: 35,5 a 37,2 Estado geral Avaliação subjetiva . Bom . Regular . Ruim Nível de consciência O nível de consciência é a capacidade de responder a estímulos voluntaria e conscientemente. . Apresenta abertura ocular espontânea, estado alerta e responsivo. Avaliação de paciente pela escala de Glasgow Orientação no tempo e espaço Avaliar se o paciente consegue reconhecer dados da realidade e de si mesmo. A orientação pode ser relacionada a tempo (dia, mês, ano, hora do dia), espaço (onde está agora, em que cidade) e pessoa (quem ele é, como se chama). Atividade no leito . Ativo; . Pouco ativo; . Inativo. Pele, fâneros(cabelos, unhas) e mucosas Pele Coloração . Normocorado; . Hipocorado; . Hipercorado; . Icterícia; . Cianose; Perfusão tissular periférica das mãos A perfusão tissular periférica das mãos consiste em comprimir a polpa do dedo contra a unha até esta ficar branca e libertar a pressão. A coloração deve voltar normalmente em 2 segundos. . Normal; . Reduzida. Estado de hidratação Avalia mucosas, elasticidade. . Hidratado; . Desidratado Estado de nutrição Verificar peso, altura, IMC e perda de peso. Sinais vitais Pulsos . Carotídeo; . Braquial; . Radial; Presente? Simétrico? Frequência cardíaca . Normal; . Taquicardia; . Bradicardia. Frequência respiratória . Eupneia; . Bradipneia; . Taquipneia; . Apneia. Avaliar os membros inferiores quanto a movimento, perfusão, sensibilidade, verificar hematomas, se estão demasiados, se apresentam coloração anormal, anotar cada achado, se atentado para os mínimos detalhes pois podem fazer a diferença na hora do tratamento. Durante o exame físico estar atento a possíveis lesões, curativos, cicatrizes, que o paciente possa apresentar. Pacientes costumam omitir algumas coisas seja por não acharem relevante ou ate mesmo por vergonha. Seu João, nascido em 30/05/1950 hoje com 74 anos, sexo masculino, negro, analfabeto, agricultor, viúvo, brasileiro, mora sozinho, católico, fumante a 40 anos, bebe socialmente, não faz uso de drogas, se alimenta regularmente, bebe muita agua durante o dia, não faz exercícios físicos, tem o sono preservado, e não esta com a vida sexualmente ativa desde que ficou viúvo. Higiene adequada, possui apenas alguns dentes que não permite uma mastigaçãoregular, ativo, consciente, tugor preservado, funções fisiológicas presentes , pescoço com mobilidade preservada, pele com boa aparência e hidratada. É diabético e hipertenso a muito tempo , toma medicação regularmente, e a família possui um histórico vasto das duas doenças, não tem cartão de vacina e não vai ao hospital ou a uma consulta medica a muito tempo. Paciente relata que a ultima vez que viu um medico em uma cirurgia para retirada da vesícula e que desde então sempre tem problemas ao comer frituras mas trata o mal estar em casa mesmo. Aos sinais vitais pressão arterial 180x98, frequência cardíaca 110, frequência respiratória 26, bastante dispneico, saturação 90, temperatura39 graus, glicemia 240, paciente queixa tosse e dificuldade para respira , ao realizar a ausculta pulmonar ouviu-se como apito durante a respiração, ao se realizar inspeção pelos membros notou-se membros inferiores demasiados, a sensibilidade dos pés reduzidas, ao índice de massa corporal também apresento 26, fica claro que seu João precisa de um atendimento, oque fazer? Dona Maria, brasileira, solteira, 39 anos, negra, sexo feminino, tem apenas nível básico de escolaridade, católica, está gravida pela sétima vez. Mora em casa alugada sem energia elétrica e sem rede de esgoto, está desempregada, relata viver apenas com o bolsa família. Paciente nega tabagismo e uso de drogas mas confirma fazer ingestão de bebida alcoólica a anos, e que mesmo durante a atual gravidez e outras passadas nunca conseguiu deixar o vicio. Tem um bom apetite mas reclama da falta de alimento já que está desempregada e o pouco que ganha não é suficiente para alimentar ela e os filhos. Fazem apenas uma refeição ao dia oque se pode notar visivelmente pelo grau de desnutrição de toda a família. Não tem a maioria dos dentes oque impossibilita uma boa mastigação, toma muita agua e vai sempre a praça com as crianças para distrai-las um pouco, já que não tem condições de leva-las para outras recreações. Não pratica atividades física, tem muita dificuldade para dormir, não está com a vida sexual ativa desde que engravidou e o parceiro a abandonou. Dona Maria é uma pessoa com baixo peso, no momento 46 quilos, mesmo se não estivesse gravida de doze semanas este peso seria inferior ao desejado já que tem apenas 1,49 de altura, diabética desde a primeira gravides e hipertensa a tempos, paciente não sabe dizer ao certo quanto tempo. Suas gravidez foram sempre de idas ao hospital já que a pressão estava sempre muito elevada, foram 5 partos normal e o ultimo foi retirado morto por uma cesárea com 36 semanas as causas da morte são desconhecida e já fazem dois anos do ocorrido. Não tem alergia a nem uma medicação já utilizada, o cartão de vacinas está completo e ja fez a primeira consulta de pré-natal. Afirma que a mãe era diabética mas não tem hipertensos na família, apesar de não conhecer o pai e a família paterna, todos os exames de gravidez estão normais apenas o VDRL positivo tomou duas injeções no glúteo no mesmo dia mais não entendeu muito do que se tratava. Ao exame físico pressão arterial 152x99 no momento da consulta, frequência cardíaca 96, frequência respiratória 18, saturação 96, glicemia de 197, temperatura 36,6. Paciente queixa náusea e vomito sempre ao levantar e depois de se alimentar, os seio bem doloridos, ansiosa por causa da gravidez afirma quere realizar uma laqueadura, ativa, deambula com facilidade, consciente, higiene do corpo inadequada e oral raramente acontece até por falta de matérias básicos, corada, tugor da pele preservado, olhos simétricos, couro cabeludo com presença de pediculose, pavilhão auricular simétrico e integro, nariz sem deformidades, garganta com linfonodos palpáveis, pescoço com mobilidade preservada, sem rigidez ao movimento de refletir. Tórax simétrico, ausculta pulmonar sem alterações e com expansão preservada, eupneica, mamilos não simétricos devido as muitas amamentações, porem sem nódulos ou outras alterações. Paciente normocardio, FF+, BEG, diurese clara e sem dificuldade para evacuar, pele integra sem apresentar lesões ou edemas, mobilidade preservada tanto de MI e MS, apresentado IMC com baixo peso. Oque fazer por dona Maria? Quais seriam as pessoas acionadas nesse caso. Sinais vitais Os sinais vitais são medidas de funções básicas do corpo, como a temperatura, frequência cardíaca, frequência respiratória e pressão arterial, os valores considerados normais podem variar acordo com a idade. Principais sinais vitais Os principais sinais vitais são: 1. Temperatura A temperatura corporal normal varia de 36,5ºC a 37,2ºC e, quando se verifica um valor maior ou igual a 37,3ºC no termômetro, normalmente é considerado que a pessoa está com febre ou febril. 2. Frequência cardíaca A frequência cardíaca é o número de vezes que o coração bate por minuto e o valor normal varia entre 60 e 100 batimentos para um adulto em repouso. Enquanto valores abaixo de 60 batimentos são conhecidos como bradicardia, acima de 100 batimentos são chamados de taquicardia. https://www.tuasaude.com/bradicardia-sinusal/ https://www.tuasaude.com/taquicardia/ 3. Frequência respiratória A frequência respiratória corresponde ao número de respirações completas em um minuto e, normalmente, varia de 12 a 20 movimentos respiratórios por minuto em um adulto. Valores acima de 20 respirações por minuto, são conhecidos como taquipneia e, quando abaixo de 12 respirações, bradipneia. https://www.tuasaude.com/bradipneia/ 4. Pressão arterial A pressão arterial é a força que o sangue faz na parede dos vasos ao ser bombeado e seus valores normais variam principalmente de acordo com a idade. Em adultos, a pressão sistólica normal varia de 90 a 129 mmHg e, a diastólica, de 60 a 84 mmHg. A pressão arterial média do paciente muito usada em unidades hospitalares é a soma da unidade sistólica + 2 vezes a diastólica dividida por três . 120+2x80=280 divido por 3 PAM:93 Dor como sinal vital A dor é um sintoma comum e relevante na área da saúde, e seu reconhecimento e controle são fundamentais para proporcionar um cuidado adequado aos pacientes. De acordo com o Ministério da Saúde, a dor é considerada o quinto sinal vital, juntamente com a temperatura, pulso, respiração e pressão arterial. Também deve-se verificar a glicemia do paciente durante a verificação dos sinais vitais visto que sua alteração pode trazer riscos a saúde dessa pessoa. Durante o acolhimento entre as perguntas na anamnese o paciente deve informar se é diabético ou se tem na família alguém próximo com a doença. Também deve-se verificar o índice de massa corporal do paciente, pois o peso influencia muito na hora de prescrever o tratamento ou a recuperação do paciente. A saturação também é verificada junto com os outros sinais vitais, com oxímetro de pulso em um dos dedos do paciente conseguimos avaliar a quantidade de oxigênio que esse paciente tem no pulmão a cada respiração o que pode levar a uma necessidade de oferta de oxigênio ou não. Paciente com boa saturação de 95 a 100%; Paciente com saturação abaixo de 94% precisa de oxigênio por cateter ou MAF dependendo de o quanto abaixo do normal vai estar. O enfermeiro deve estar atento para a saturação e respiração ao mesmo tempo já que o paciente pode apresentar uma saturação de 95% mas estar fazendo uso da musculatura acessória ou apresentando cansaço excessivo, apresentar uma frequência respiratória maior que a natural e durante o exame físico e a anamnese vamos investigar a possível causa do problema, se tem alguma doença respiratória, se fuma entre outras. É importante saber que a responsabilidade de primeira tomada de decisão é do enfermeirotanto em uma unidade básica de saúde quanto em um hospital, ao se contatar dispneia ou baixa saturação deve se tomar as devidas providencias imediatas pois falta de oxigênio leva a uma parada respiratória podendo deixar sequelas irreversíveis. Batimento Cardíaco Fetal Até o início da nona semana, a frequência cardíaca fetal é de 175 batimentos por minuto (bpm). Depois disso, o órgão desacelera passando para cerca de 110-160 bpm. Nas últimas dez semanas é normal que o coração desacelera novamente. Além dos batimentos, entre a 12ª e 14ª semanas de gravidez já será possível observar a estrutura, as funções e as possíveis anomalias do coração. Os batimentos podem ser ouvidos a partir da 16ª semana, tornando-se mais fácil à medida que a gestação evolui . O emprego do Sonar-Doppler facilitou a pesquisa do BCF, podendo ser identificados a partir de 10 semanas de gestação. O mais frequente a se ouvir durante a consulta da gravida e de 130 a 160 batimentos, uma variação pra mais ou menos que isso deve ser observada e comunicada ao médico. O que é SAE? SAE significa Sistematização da Assistência de Enfermagem. É um método que organiza e padroniza as atividades de enfermagem, visando garantir uma assistência de qualidade e segurança aos pacientes. Utilizada em todos estabelecimentos de saúde que enfermeiros prestem assistência. Lavagem das mãos A lavagem das mãos constitui um dos instrumentos mais eficazes, baratos e importantes para a prevenção de doenças infectocontagiosas e diminui drasticamente o risco de infecção hospitalar. Isso ocorre devido ao fato de que são as mãos os meios mais comuns de se transmitir infecções de um paciente para o outro. Para a realização correta do procedimento, você deve ter disponível água tratada, sabão líquido ou em barra, toalhas de papel ou secador elétrico por ar quente, também pode ser utilizado o dispensador de álcool gel. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a lavagem das mãos seja realizada em pelo menos cinco momentos destinos, confira abaixo: https://www.who.int/eportuguese/countries/bra/pt/ Nossas mãos possuem bactérias e outros microrganismos tanto nas camadas mais externas quanto internas da pele. A flora transitória consiste em bactérias com alto potencial de provocar infecção e estão presentes na superfície da mão. Elas podem ser facilmente removidas com a lavagem das mãos. Por isso esse procedimento é tão importante para a enfermagem. Já a flora residente é composta por bactérias com pouca capacidade de causar infecção, e que não são neutralizadas pela lavagem comum das mãos. O álcool gel, no entanto, ajuda a neutralizar tais bactérias. Não se pode tocar um paciente para exame físico sem antes ter feito a lavagem das mãos e causado uma luva de procedimento, porque além da contaminação diárias que já está sempre presente em nossas mãos podemos ainda levar alguma doença de um paciente para outro num simples 3 princípios essenciais para a lavagem das mãos 1ª Mantenha unhas curtas, limpas e sem esmalte. Unhas longas são verdadeiras “carregadoras” de sujidades, além de ser mais difícil remover as sujidades apenas com a lavagem das mãos. 2º Evite usar adornos. Anéis, pulseiras, relógios, aparadores ou qualquer outro adorno nas mãos, dedos ou punhos deve ser retirado e não utilizado durante toda a sua permanência no hospital. 3º Lavagem por fricção: a lavagem por fricção é a técnica mais adequada para higienização das mãos. Ela consiste em realizar “esfregaços” entre as palmas da mão e entre dedos para remover eficazmente qualquer sujidade. Dica: Não utilize toalhas de pano ou de quaisquer outros tecidos para secas as mãos. Elas podem acumular bactérias e vírus, que acabam contaminando novamente as mãos. Luva estéril As luvas estéreis, também chamadas de luvas cirúrgicas, são utilizadas para procedimento que exigem a técnica estéril ou asséptica, como parto vaginal, inserção de cateter venoso central, cateterismo vesical de demora, procedimentos cirúrgicos, etc. Ao utilizar luvas estéreis, não se pode entrar em contato com superfícies ou materiais não estéreis, sob o risco de contaminar o procedimento. Para ajudar a prevenir a contaminação, após calçar as luvas, mantenha os braços erguidos a fim de reduzir o contato com portas, objetos ou maçanetas. Assim como as luvas de procedimento, as luvas estéreis são confeccionadas em látex. Esse material apresenta algumas vantagens, como ser barato, econômico A principal importância desse procedimento é que ele permite a realização de técnicas assépticas/estéreis para procedimentos que tem alto potencial de causar infecção. Tamanho P: para mãos com palmas entre 07 e 08 cm. Referência 6,5. Tamanho M: para mãos com palmas entre 8,5 e 9,5 cm. Referência 7. Tamanho G: para mãos com palmas entre 9,5 e 10,5 cm. Referência 7,5. Tamanho EG: para mãos com palmas entre 10,5 e 11,5 cm. Referência 8. 4 Perguntas e Respostas Sobre Esse Procedimento 1-As luvas estéreis / cirúrgicas são mais grossas. Posso utilizá-las em mais de um procedimento? Não. As luvas só podem ser utilizadas exclusivamente para apenas um procedimento e para um paciente. 2-As luvas estéreis podem ser lavadas? Não. O uso é único e descartável. 3-Posso vestir duas luvas estéreis? Não. Essas luvas possuem como objetivo a realização de procedimentos estéreis. Logo, utilizar duas luvas aumenta o risco de contaminação, uma vez que você terá que executar o procedimento duas vezes seguidas. 4-As luvas precisam estar justas nas mãos? Sim. Se estiverem muito apertadas, irão diminuir drasticamente a circulação e logo você sentirá dor e dormência local. Se estiverem muito frouxas, podem dificultar os movimentos dos dedos. É necessário que elas estejam justas nas mãos, sendo importante que você utilize a sua numeração de luva.