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Coleção ResolvePREPARAENEM CIÊNCIAS HUMANAS e suas TecnologiasColeção ResolvePREPARAENEM CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias 69 A sensualidade f oi assunt o rec orrent e no Brasil c olonial. Opini es se dividiam quando o tema a rontava direta- mente os ons costumes . esse conte to, contri u a para e plicar essas diverg ncias A a e ist ncia de associa es religiosas que de endiam a pure a se ual da popula o ranca. B a associa o da sensualidade s parcelas mais a asta- das da soc iedade. C o posicionamento li eral da sociedade oitocenti sta, que reivindicava mudan as de comportamento na so- c iedade. D a pol ti ca p lica higienista, que atrelava a se ualida- de a grupos socialmente marginais. E a usca do controle do corpo por meio de discurso am guo que associava se o, pra er, li erti nagem e p ec ado. 199| ENEM 2010/2 - C5 - H22 EB ET, J. B. SO A, L. M. Org. . ist ria da vida privada no Brasil coti diano e vida privada na América Portuguesa, v. 1. S o Paulo Companhia das Letras, 199 . A imagem retrata uma cena da vida coti diana dos escra- vos ur anos no in cio do século . Lem rando que as ati vidades desempenhadas por esses tra alhadores eram diversas, os escravos de aluguel representados na pintura A vendiam a produ o da lavoura ca eeira para os mo- radores das c idades. B tra alhavam nas casas de seus senhores e acompa- nhavam as don elas na rua. C reali avam tra alhos temporários em troca de paga- mento para os seus senhores. D eram aut nomos, sendo contratados por outros se- nhores para reali arem ati vidades comerciais. E aguardavam a sua pr pria venda ap s desem arca- rem no porto. 200| ENEM 2010/2 - C1 - H1 Che an a Sou Pata , Sou avante e Carriri, anom mi, sou Tupi Guarani, sou Cara á. Sou Pancaruru, Cari , Tupina é, Sou Poti guar, sou Caeté, ul-ni- , Tupinam á. Eu atraquei num porto muito seguro, Céu a ul, pa e ar puro... Bot ei as p ernas p ro ar. Logo sonhei que estava no para so, Onde nem era preciso dormir para sonhar. Mas de repente me acordei com a surpresa ma esquadra portuguesa veio na praia atracar. a grande-nau, m ranco de ar a escura, Vesti ndo uma armadura me apontou pra me pegar. E assustado dei um pulo da rede, Pressenti a ome, a sede, Eu pensei v o me aca ar . Levantei-me de Borduna á na m o. A , senti no cora o, O Brasil vai come ar. B EGA, A e E E, . CD Pernambuco falando para o mundo, 199 . A letra da can o apresenta um tema recorrente na his- t ria da coloni a o rasileira, as rela es de poder en- tre portugueses e povos nati vos, e representa uma cr ti ca ideia presente no chamado mito A da democracia racial, originado das rela es cordiais esta elecidas entre portugueses e nati vos no per odo anterior ao in cio da coloni a o rasileira. B da cordialidade rasileira, advinda da orma como os povos nati vos se associaram economicamente aos portugueses, parti cipando dos neg cios coloniais a u- c areiros. C do rasileiro recepti vo, oriundo da acilidade com que os nati vos rasileiros aceitaram as regras impos- tas pelo coloni ador, o que garanti u o sucesso da co- loni a o. D da natural miscigena o, resultante da orma como a metr pole incenti vou a uni o entre colonos, e -escra- vas e nati vas para acelerar o povoamento da col nia. E do encontro, que identi fi ca a coloni a o portuguesa como pac fi ca em un o das rela es de troca esta- elecidas nos primeiros contatos entre portugueses e nati vos.