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Ana Clara Stephany, Gabryella R�be�ro, Mar�a Eduarda Porte SEPSE E PROTEÍNA "C" REATİVA (PCR) , 1 4 2 5 3 7 6 Def�n�ção: Resposta �nflamatór�a desregulada do organ�smo a uma �nfecção, que pode levar à falênc�a de múlt�plos órgãos. Causas comuns: Infecção bacter�ana (pneumon�a, �nfecção ur�nár�a, abscessos odontogên�cos). S�ntomas pr�nc�pa�s: Febre ou h�poterm�a Taqu�card�a Alteração no estado mental Relevânc�a na odontolog�a: Infecções odontogên�cas podem evolu�r para sepse se não tratadas adequadamente. SEPSE O QUE É? 8 9 2 4 1 5 3 7 6 8 9 FİSİOPATOLOGİA DA SEPSE • Fase �n�c�al - Resposta �nflamatór�a s�stêm�ca (SIRS): • L�beração de c�toc�nas pró-�nflamatór�as (IL-1, IL-6, TNF-α). • Alterações m�crovasculares (h�poperfusão, trombose). • Fase tard�a - Imunossupressão: • Redução na resposta �mune. • Ma�or vulnerab�l�dade a �nfecções secundár�as. • D�sfunção Orgân�ca: • Insuf�c�ênc�a resp�ratór�a, renal, choque sépt�co. 5 3 1 4 2 7 6 8 9 Proteína C Reat�va - PCR A proteína C reat�va (PCR) é uma proteína produz�da pelo fígado em resposta a �nflamações ou �nfecções no corpo. Função: A PCR é parte da nossa �mun�dade �nata e ajuda a combater �nfecções e lesões. A produção da proteína C-reat�va (PCR) é at�vada pr�nc�palmente por processos �nflamatór�os no corpo. Por exemplo: Infecções Doenças crôn�cas Lesões Doenças card�ovasculares Estresse fís�co ou emoc�onal Os s�na�s de �nflamação no corpo são: vermelh�dão, �nchaço (edema), dor, calor e perda de função 6 3 1 4 2 7 5 8 9 Produção de PCR A proteína C-reat�va (PCR) é produz�da pelo fígado em resposta à s�nal�zação da �nterleuc�na-6 (IL-6), uma c�toc�na �nflamatór�a l�berada por células �munológ�cas durante �nflamações ou �nfecções. Como a PCR é um marcador de �nflamação, o exame de PCR é ut�l�zado para detectar �nflamações ou �nfecções, mon�torar a �nflamação, aval�ar o r�sco de doenças card�ovasculares e or�entar os med�cos para o tratamento. Valores norma�s: Os níve�s norma�s de PCR são geralmente aba�xo de 10 mg/L, valores elevados de PCR no sangue �nd�cam a presença de �nflamação ou �nfecção. Os níve�s de PCR podem aumentar dentro de 6 a 12 horas após o �níc�o da �nflamação ou �nfecção. Eles at�ngem o p�co em cerca de 48 horas. Uso da PCR em exames 7 3 1 4 2 6 5 8 9 A proteína C-reat�va (PCR) é um b�omarcador �mportante no d�agnóst�co e mon�toramento da sepse. A relação entre PCR e sepse: D�agnóst�co de Sepse: A PCR é ut�l�zada para ajudar a d�agnost�car sepse. Níve�s elevados de PCR �nd�cam �nflamação, característ�ca da sepse. Prognóst�co: Níve�s de PCR podem ser usados para aval�ar a grav�dade da sepse e o prognóst�co do pac�ente. Mon�toramento do Tratamento: A PCR é út�l para mon�torar a resposta ao tratamento em pac�entes sépt�cos. Comparação com Outros B�omarcadores: A PCR é frequentemente usada em conjunto com outros b�omarcadores, como a procalc�ton�na (PCT), para melhorar a prec�são do d�agnóst�co e mon�toramento da sepse. Proteína C Reat�va e Sepse 3 4 1 5 2 7 6 8 9 A SESPE (Saúde e Segurança do Paciente no Exercício da Odontologia) é fundamental para garantir práticas seguras e eficazes no atendimento odontológico. Alguns pontos relevantes para o slide: • Proteção do Paciente: Redução de riscos de infecções cruzadas, erros clínicos e eventos adversos. • Qualidade no Atendimento: Adoção de protocolos de biossegurança e padronização de processos. • Segurança do Profissional: Minimização de riscos ocupacionais, como exposição a materiais biológicos e agentes químicos. • Conformidade Legal: Atende às exigências normativas e éticas da prática odontológica. Pode-se destacar a SESPE como um pilar para a confiança e a excelência no cuidado em saúde bucal. RELEVÂNCİA DA SESPE NA ODONTOLOGİA AGUIAR, Franc�sco J. B. et al. Proteína C reat�va: apl�cações clín�cas e propostas para ut�l�zação rac�onal. Rev�sta da Assoc�ação Méd�ca Bras�le�ra, São Paulo, v. 59, n. 1, p. 85-92, 2013. COLLARES, Gu�lherme B�rchall; PAULINO, Urqu�za Helena Me�ra. Apl�cações clín�cas atua�s da proteína C reat�va. Rev�sta Méd�ca de M�nas Gera�s, Belo Hor�zonte, v. 16, n. 4, p. 579-585, 2006. Referênc�asReferênc�as