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Prof. Maurício Manzalli
UNIDADE II
Economia
Questões centrais:
O que determina o preço dos diversos tipos de bens e serviços?
O que determina a remuneração de um trabalhador?
O que determina o quanto de cada mercadoria será produzido?
O que determina a maneira pela qual um indivíduo gasta a sua 
renda entre os mais diversos tipos de bens e serviços?
Microeconomia
Pressupostos:
 Primeiro: pressupõe-se que a economia seja composta por unidades tomadoras de decisão, 
também chamadas de agentes econômicos, entendidos estes como empresas, enquanto 
produtoras e vendedoras de mercadorias, e famílias, enquanto consumidoras das 
mercadorias produzidas pelas empresas.
Microeconomia
Pressupostos:
 Segundo: cada um dos agentes detém um único objetivo – a maximização de seu bem-estar 
ou a maximização de seus resultados. 
Microeconomia
 A teoria do consumidor trata do estudo de como a demanda se fundamenta no 
comportamento dos consumidores. 
 A teoria serve de guia para a elaboração e a interpretação de pesquisas de mercado, 
principalmente as relacionadas com o lançamento de um novo produto. 
 Fornece os métodos para comparar a eficácia de diferentes políticas de incentivo 
ao consumidor.
 Fornece os elementos à avaliação da eficiência 
dos sistemas econômicos.
Microeconomia: teoria do consumidor
 Curva de utilidade total. 
Microeconomia: teoria do consumidor
Consumo
Utilidade 
total
Fonte: autoria própria.
 Curva de utilidade marginal.
Microeconomia: teoria do consumidor
Consumo
Utilidade 
marginal
Fonte: autoria própria.
A análise microeconômica leva em consideração a condição coeteris paribus, que significa:
a) Mudanças em todas as variáveis num mesmo momento.
b) Mudanças em apenas uma variável selecionada para a análise.
c) A análise é dinâmica no curto prazo.
d) A análise é estática no longo prazo.
e) Diversas variáveis afetam as decisões dos agentes e devem ser levadas em consideração 
numa análise.
Interatividade
A análise microeconômica leva em consideração a condição coeteris paribus, que significa:
a) Mudanças em todas as variáveis num mesmo momento.
b) Mudanças em apenas uma variável selecionada para a análise.
c) A análise é dinâmica no curto prazo.
d) A análise é estática no longo prazo.
e) Diversas variáveis afetam as decisões dos agentes e devem ser levadas em consideração 
numa análise.
Resposta
 A teoria da demanda preocupa-se com o comportamento do consumidor em relação ao 
consumo de mercadorias. 
 Entende-se por demanda a procura de um indivíduo por um determinado bem ou serviço. 
 Demanda refere-se, então, à quantidade de um bem ou serviço, que o consumidor está 
disposto e capacitado a comprar em um determinado período de tempo.
Microeconomia: teoria da demanda
Função demanda:
Qdx = ƒ (P, R, PBR, G, E), em que:
 Qdx = quantidade demandada do bem x;
 P = preço do bem x;
 R = renda ou orçamento do consumidor;
 PBR = preço de bens relacionados ao consumo do bem x, a exemplo dos substitutos 
e/ou complementares;
 G = gosto e preferência do consumidor;
 E = expectativa do consumidor sobre o mercado do bem x.
Microeconomia: teoria da demanda
 A teoria da oferta preocupa-se com o comportamento dos empresários em relação à 
oferta de mercadorias. 
 A oferta refere-se à quantidade de um bem ou serviço, que o produtor ou vendedor está 
disposto e capacitado a ofertar em determinado período de tempo.
Microeconomia: teoria da oferta
Função oferta:
Qox = ƒ (P, PFP, T, PBR, C, E), em que:
 Qox = quantidade ofertada do bem x;
 P = preço do bem x;
 PFP = preço dos fatores de produção (custo dos fatores);
 T = tecnologia de produção;
 PBR = preço de bens relacionados à produção do bem x,
a exemplo dos substitutos e/ou complementares;
 C = condições climáticas e de solo;
 E = expectativa do ofertante sobre o mercado do bem x.
Microeconomia: teoria da oferta
Preço
Quantidade
Oferta
Demanda
Preço 
de 
equilíbrio
Quantidade de 
equilíbrio
Q- Q+
Eficiência e a quantidade de equilíbrio 
Fonte: autoria própria.
 O equilíbrio de mercado, do ponto de vista da teoria microeconômica, é permitido apenas 
no curto prazo.
 Por esta forma é que se diz empreender na análise estática comparativa.
 Ações, ou da demanda, ou da oferta, influenciam as tendências de mercado, assim como as 
posições do equilíbrio.
Deslocamentos do equilíbrio
 Deslocamentos positivos na curva de demanda.
 Elevação de renda.
 Aumento do gosto ou preferência do consumidor.
 Elevação no preço de um bem substituto na demanda.
 Queda no preço de um bem complementar na demanda.
Deslocamentos do equilíbrio
 Deslocamentos negativos na curva de demanda.
 Diminuição de renda.
 Queda do gosto ou preferência do consumidor.
 Queda no preço de um bem substituto na demanda.
 Aumento no preço de um bem complementar na demanda.
Deslocamentos do equilíbrio
 Deslocamentos positivos na curva de oferta.
 Queda nos preços dos fatores de produção.
 Aumento da oferta de fatores de produção.
 Aumento do preço de um bem complementar ou substituto na oferta.
 Melhoria da tecnologia.
 Condições climáticas favoráveis.
Deslocamentos do equilíbrio
 Deslocamentos negativos na curva de oferta.
 Aumento nos preços dos fatores de produção.
 Diminuição da oferta de fatores de produção.
 Queda do preço de um bem complementar ou substituto na oferta.
 Pouco acesso à tecnologia.
 Condições climáticas desfavoráveis.
Deslocamentos do equilíbrio
 Elasticidade é um termo técnico utilizado pelos economistas para avaliar o quanto as 
mudanças numa variável provocam mudanças em outra variável. 
Para tanto, utilizamos quatro conceitos de elasticidade:
 Elasticidade: preço da demanda;
 Elasticidade: preço da oferta;
 Elasticidade: renda da demanda; e
 Elasticidade: preço/cruzada da demanda.
Elasticidades
Analisando as curvas de demanda e oferta, indique a alternativa correta:
a) A curva de demanda mostra uma relação inversa entre os preços e as quantidades.
b) A curva de demanda mostra uma relação direta entre os preços e as quantidades.
c) Qualquer ponto acima do equilíbrio de mercado teremos a escassez de mercadorias.
d) Qualquer ponto abaixo do equilíbrio de mercado teremos o excesso de produção.
e) A curva de oferta refere-se às quantidades efetivamente vendidas por uma empresa e não 
a sua intenção de venda.
Interatividade
Analisando as curvas de demanda e oferta, indique a alternativa correta:
a) A curva de demanda mostra uma relação inversa entre os preços e as quantidades.
b) A curva de demanda mostra uma relação direta entre os preços e as quantidades.
c) Qualquer ponto acima do equilíbrio de mercado teremos a escassez de mercadorias.
d) Qualquer ponto abaixo do equilíbrio de mercado teremos o excesso de produção.
e) A curva de oferta refere-se às quantidades efetivamente vendidas por uma empresa e não 
a sua intenção de venda.
Resposta
Teoria da firma:
 Analisa o comportamento dos produtores e vendedores de mercadorias diante do processo 
de produção;
 Produção como “a criação de utilidades”;
 Empresas: agentes maximizadores de resultados.
Teoria da firma
Teoria da produção:
 A teoria da produção dá suporte às análises das relações entre produzir mercadorias e a 
utilização dos insumos necessários à produção;
 Dá suporte à análise da demanda das empresas com relação aos fatores de produção que 
utilizam.
Teoria da firma: teoria da produção
Função de produção = Q = ƒ (x1, x2), em que:
 Q = quantidade de produção;
 x1 = quantidades utilizadas de um fator de produção fixo ou quantidades utilizadas de fatores 
de produção fixos;
 x2 = quantidades utilizadas de um fator de produção variável ou quantidades utilizadas de 
fatores de produção variáveis.
Teoria da firma: teoria da produção
Para uma situação decurto prazo:
 ∆Q = ƒ (∆x2);
 Em que: ∆Q = variação da quantidade produzida;
 (∆x2) = variação da quantidade utilizada do fator de produção variável.
Teoria da firma: teoria da produção
Definições:
 Produto total: é a quantidade do produto que se obtém diante da utilização de fatores de 
produção fixos e variáveis;
 Produto total do fator variável: é a quantidade do produto que se obtém diante da utilização 
do fator variável, mantendo-se fixa a quantidade dos demais fatores de produção, que pode 
ser representado por: ∆Q = ƒ (∆x2).
Teoria da firma: teoria da produção
Definições:
 Produtividade média do fator variável: medida de contribuição dos fatores de produção 
variáveis para a produção total;
 Pme = Q/x2;
 Pme = produtividade média do fator variável;
 Q = quantidade de produto;
 x2 = quantidade utilizada do fator variável.
Teoria da firma: teoria da produção
Definições:
 Lei dos rendimentos marginais decrescentes: explica que quando aumentamos a 
quantidade de um fator na produção, mantendo constantes os demais fatores empregados, 
a produtividade marginal desse fator variável passa a diminuir a partir de certo ponto.
Teoria da firma: teoria da produção
Definições:
 Produtividade marginal do fator variável;
 Pmg = ∆Q/∆x2;
 Pmg = produtividade marginal do fator variável;
 ∆Q = variação do produto;
 ∆x2 = variação das quantidades utilizadas de fator variável.
Teoria da firma: teoria da produção
Teoria dos custos:
 Estudar a teoria dos custos é descobrir como são formados os custos de produção de uma 
empresa e de que forma se comportam em relação à produção total de mercadorias.
Teoria da firma: teoria dos custos
Função de produção = Q = ƒ (x1, x2), em que:
 Q = quantidade de produção;
 x1 = quantidades utilizadas de um fator de produção fixo ou quantidades utilizadas de fatores 
de produção fixos;
 x2 = quantidades utilizadas de um fator de produção variável ou quantidades utilizadas de 
fatores de produção variáveis.
Teoria da firma: teoria dos custos
Função custo:
 CT = CF + CV;
 CT = custo total de produção;
 CF = custo fixo;
 CV = custo variável.
Teoria da firma: teoria dos custos
Definições:
 Custo Médio (Cme), também chamado de Custo Total Médio: representa o custo unitário de 
cada mercadoria, ou seja, o quanto custou para ser produzida cada unidade do produto;
 Custo Médio = Cme = CT/Q ou Cme = (CF + CV)/Q.
Teoria da firma: teoria dos custos
Definições:
 Custo Variável Médio (Cvme): representa a participação dos custos variáveis de produção 
em cada unidade do produto;
 Custo Variável Médio = Cvme = CV/Q.
Teoria da firma: teoria dos custos
Definições:
 Custo Fixo Médio (Cfme): representa o quanto de custo fixo há em cada unidade do produto;
 Custo Fixo Médio = Cfme = CF/Q.
Teoria da firma: teoria dos custos
Definições:
 Custo Marginal (Cmg): entende-se por Custo Marginal o incremento no custo total, causado 
pela produção de uma unidade a mais;
 Custo Marginal = Cmg = ∆CT/∆Q.
Teoria da firma: teoria dos custos
Definições:
 Função receita total;
 RT = P x Q;
 RT = receita total de vendas;
 P = preço unitário do bem;
 Q = quantidade vendida do bem.
Teoria da firma: teoria dos custos
Definições:
 Função lucro total;
 LT = RT – CT;
 LT = lucro total;
 RT = receita total de vendas;
 CT = custo total de produção.
Teoria da firma: teoria dos custos
Pela teoria da firma, o agente tipo empresa é o maximizador de resultados quando:
a) Consegue aumentar a distância entre as receitas e as despesas.
b) Diminui as suas despesas.
c) Sempre adquire bens de produção ao custo mais baixo.
d) Aumenta a receita de vendas, independentemente dos custos de produção.
e) O preço de venda é maior do que o custo de produção.
Interatividade
Pela teoria da firma, o agente tipo empresa é o maximizador de resultados quando:
a) Consegue aumentar a distância entre as receitas e as despesas.
b) Diminui as suas despesas.
c) Sempre adquire bens de produção ao custo mais baixo.
d) Aumenta a receita de vendas, independentemente dos custos de produção.
e) O preço de venda é maior do que o custo de produção.
Resposta
 O tema das estruturas de mercado aborda a forma como as empresas estão divididas nos 
diversos ramos de atividade econômica. Envolve analisar o tipo de produto que produzem, 
assim como o comportamento de seus concorrentes. 
 Por fim, neste tópico, conheceremos qual a estratégia que as empresas utilizam para 
determinar os seus lucros.
Estruturas de mercado
As várias formas ou estruturas de mercado em que as empresas se encontram dependem, 
fundamentalmente, de três características:
 Número de empresas que compõem esse mercado;
 Tipo de produto;
 Existência ou não de barreiras ao acesso de novas empresas.
Estruturas de mercado
Concorrência perfeita – características:
 Grande quantidade de compradores para uma grande quantidade de vendedores;
 Produto homogêneo;
 Mercado transparente;
 Total liberdade à entrada e à saída de agentes, tanto compradores quanto vendedores;
 Mercado atomizado;
 Empresas seguidoras de preços de mercado.
Estruturas de mercado: concorrência perfeita
Concorrência perfeita – determinação de lucros:
 P = RMG = CMG;
 Condição maximizadora de lucros.
Estruturas de mercado: concorrência perfeita
Monopólio – características:
 Um único empresário dominando inteiramente a oferta;
 Não há concorrência nem produto substituto.
Existência de barreiras:
 Elevado volume de capital requerido para montar uma indústria monopolista;
 As marcas e as patentes;
 O controle de matéria-prima específica;
 As instituições.
Estruturas de mercado: monopólio
Monopólio – determinação de lucros:
 P > RMG = CMG;
 Condição maximizadora de lucros.
Estruturas de mercado: monopólio
Oligopólio – características:
 Pequeno número de empresas que dominam a oferta de mercado;
 Bens homogêneos ou diferenciados;
 Certa barreira à entrada e à saída;
 Interdependência entre os participantes;
 Concorrência extrapreço.
Estruturas de mercado: oligopólio
Oligopólio – determinação de lucros:
Pela abordagem marginalista, a maximização de lucros se dá por: 
 LT = RT – CT;
 LT = lucro total;
 RT = receita total;
 CT = custo total.
Estruturas de mercado: oligopólio
Oligopólio – determinação de lucros:
Pela abordagem da organização industrial:
 p = (1 + m)c;
 p = preço do produto;
 m = taxa de mark-up, que é uma porcentagem sobre os custos diretos;
 c = custo direto unitário.
Estruturas de mercado: oligopólio
Concorrência monopolística – características:
 É uma estrutura intermediária entre a concorrência perfeita e o monopólio, mas que não se 
confunde com o oligopólio. Há um número relativamente grande de empresas com poder 
concorrencial, porém, com segmentos de mercados e produtos diferenciados, seja por 
características físicas, pelas embalagens ou pela prestação de serviços.
Estruturas de mercado: concorrência monopolística
Gráfico 1 – Estruturas de mercado
Monopólio Oligopólio
Concorrência
perfeita
Quase monopólio Oligopólio bilateral Oligopsônio
Monopólio bilateral Quase monopsônio Monopsônio
Um único
vendedor
Pequena quantidade
de vendedores
Grande quantidade
de vendedores
Vendedores
Um único consumidor
Pequena quantidade
de consumidores
Grande quantidade
de consumidores
Consumidores
Fonte: autoria própria.
Postos de combustível, onde o consumidor abastece o seu automóvel, são classificados como 
mercados de:
a) Concorrência perfeita.
b) Monopólio.
c) Oligopólio.
d) Concorrência monopolística.
e) Tanto oligopólio quanto monopólio.
Interatividade
Postos de combustível, onde o consumidor abastece o seu automóvel, são classificados como 
mercados de:
a) Concorrência perfeita.
b) Monopólio.
c) Oligopólio.
d) Concorrência monopolística.
e) Tanto oligopólio quanto monopólio.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!

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