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Linguagem 
Jurídica
É mais formal e técnica. Ela é 
repleta de termos específicos e 
expressões próprias.
Usada no campo do Direito para 
expressar conceitos e normas
legais.
Linguagem 
Jurídica
. Essa linguagem é 
adotada para garantir 
precisão e clareza nas 
leis, contratos e demais 
documentos legais. A sua 
função essencial é de 
garantir a segurança 
jurídica e a interpretação
correta das normas legais.
Linguagem 
Jurídica Oral
1. Sustentação Oral:
▪ É um momento crucial nos 
tribunais.
▪ Advogados apresentam 
seus argumentos 
verbalmente perante juízes 
e desembargadores.
▪ É o principal instrumento 
de defesa do cliente.
▪ O advogado deve falar 
bem, conhecer todos os 
detalhes dos fatos e 
dominar as discussões 
jurídicas do processo.
Utilizada em audiências, 
debates e sustentações orais 
no contexto do Direito. 
Ocorrendo em situações de 
interação verbal. 
Aqui estão alguns pontos 
importantes sobre ela:
Linguagem 
Jurídica Oral
2. Desafios:
▪ A linguagem oral exige 
clareza, concisão e 
persuasão.
▪ O advogado deve adaptar-se 
ao público (juízes, 
promotores, partes 
envolvidas) e ao contexto.
▪ Expressões técnicas e 
termos específicos são 
comuns na sustentação oral.
3. Preparação e Habilidades:
▪ A preparação é essencial: 
conhecer o caso, os 
precedentes, os argumentos e 
as teses. 
▪ Habilidades de oratória, dicção
e postura são fundamentais.
▪ A linguagem jurídica oral visa 
convencer, esclarecer e 
influenciar a decisão judicial.
Linguagem 
Jurídica Escrita
1. Clareza:
▪ A linguagem jurídica deve 
ser clara e compreensível.
▪ Evite palavras complicadas 
e expressões difíceis de 
entender.
▪ Transmita informações de 
forma direta e precisa.
Desempenha um papel 
fundamental na comunicação
no Direito. Ela está presente 
em textos jurídicos, como leis, 
decretos, regulamentos e 
pareceres, além de contratos, 
sentenças judiciais e 
documentos processuais.
Aqui estão alguns princípios 
essenciais para uma boa 
redação na linguagem 
jurídica:
Linguagem 
Jurídica Escrita
2. Correção:
▪ Um texto coerente faz 
sentido e segue uma lógica.
▪ Organize as ideias de forma 
sequencial e consistente.
▪ Evite contradições ou 
informações desconexas.
3. Concisão:
▪ Seja objetivo e evite 
redundâncias.
▪ Elimine palavras 
desnecessárias.
▪ Transmita o máximo de 
informação com o mínimo de 
palavras.
Linguagem 
Jurídica Escrita
4. Correção:
▪ Revise cuidadosamente o 
texto para evitar erros 
gramaticais e ortográficos.
▪ Use terminologia jurídica 
corretamente.
5. Precisão:
▪ Seja preciso ao expressar 
conceitos legais.
▪ Utilize termos técnicos de 
forma adequada.
6. Simplicidade:
▪ Evite excesso de formalismos.
▪ Escreva de maneira acessível, 
mesmo em documentos 
complexos.
7. Conhecimento:
▪ Domine o assunto sobre o 
qual está escrevendo.
▪ Pesquise e consulte fontes 
confiáveis.
Linguagem 
Jurídica Escrita
8. Criatividade:
▪ Embora a linguagem 
jurídica seja formal, é 
possível ser criativo na 
argumentação.
▪ Apresente soluções 
inovadoras e argumentos 
bem fundamentados.
Em resumo, a linguagem 
jurídica escrita é uma 
ferramenta poderosa para 
transmitir informações legais 
de forma clara, precisa e 
eficaz.
Variedade 
Linguística no 
Direito
O jargão jurídico é um 
conjunto de termos técnicos e 
específicos utilizados no meio 
jurídico.
Tem suas raízes na 
necessidade de comunicação
precisa e eficiente.
E para compreender melhor 
os direitos e deveres, bem 
como as implicações legais de 
suas ações.
Variedade 
Linguística no 
Direito
Brocardos Jurídicos
▪ São provérbios ou máximas 
jurídicas que sintetizam 
princípios do Direito e são 
frequentemente utilizados 
para transmitir 
ensinamentos e conceitos 
legais de forma concisa.
Exemplos:
▪ “Dura lex, sed lex” (a lei é 
dura, mas é a lei).
▪ “Ad impossibilia nemo
tenetur” (ninguém está 
obrigado ao impossível).
▪ “Ignorantia legis non 
excusat” (a ignorância da lei 
não desculpa). 
▪ “Lex retro non agit” (a lei não 
retroage).
Variedade 
Linguística no 
Direito
Expressões Jurídicas
▪ São termos do âmbito 
jurídico para transmitir 
conceitos específicos sendo 
utilizadas para relatar 
condições, situações e atos 
diversos.
Exemplos:
▪ “Habeas corpus” (que tenha 
o corpo).
▪ “Modus operandi” (forma de 
agir).
▪ “Periculum in mora” (perigo 
na demora). 
▪ “Conditio sine qua non” 
(condição sem a qual ).
Obrigada,por hoje!
PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
FUNÇÕES DA LINGUAGEM
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