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UNIP INTERATIVA Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores de Tecnologia IMPLEMENTAÇÃO DE UMA INFRAESTRUTURA DE REDE FUNCIONAL PARA UMA BIBLIOTECA COMUNITÁRIA SERRA TALHADA 2019 UNIP INTERATIVA Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores de Tecnologia PROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UMA INFRAESTRUTURA DE REDE FUNCIONAL PARA UMA BIBLIOTECA COMUNITÁRIA Diego Vaz Araújo RA:1815954 Curso: Redes de Computadores Semestre: Segundo semestre Orientador: Ataíde Cardoso SERRA TALHADA 2019 Resumo Neste projeto Integrado Multidisciplinar estamos apresentando uma implementação de uma infraestrutura de rede funcional para a biblioteca comunitária, para que ela esteja funcional e possa contribuir com seu papel perante os usuários e a sociedade. De início está sendo apresentados uma planta baixa da infraestrutura da biblioteca onde possui o local de recepção, leitura, acervo de livros, auditório de palestras e o data center onde fica os servidores. No desenvolvimento deste projeto de implementação seguimos as normas NBR ISO 14565 EIA/TIA 568 de cabeamento estruturado e apresentamos a forma que ela seria aplicada na biblioteca. A norma segundo o Sistema de Data Center TIA 942, é uma norma em que se trada da estrutura de telecomunicação, redundância, arquitetura estrutural, mecânica, elétrica do data center. Apresentamos também primeiro explicando o protocolo e seus 7 níveis do modelo OSI e a forma como ele será aplicado na biblioteca, e logo em seguida demonstramos a arquitetura em cada TCP/IP e como ela é essencial para que a parte lógica de uma rede funcione perfeitamente. O projeto prossegue apresentando os modelos de rede que são LAN, MAN, WAN, PAN, e escolhemos um em que melhor se aplica na biblioteca e logo em seguida demonstramos a implementação de um endereço IPv4 e realizamos os cálculos de IP com números binários. Por fim descrevemos a identificação dos Host dos computadores e o domínio em que ficarão. Abstract In this Integrated Multidisciplinary project we are presenting an implementation of a functional network infrastructure for the community library so that it is functional and can contribute its role to users and society. At the beginning we are presenting a floor plan of the library infrastructure where it has the place of reception, reading, book collection, lecture hall and the data center where the servers are. In the development of this implementation project we followed the standards NBR ISO 14565 EIA / TIA 568 structured cabling and presented the form that would be applied in the library. The standard according to the TIA 942 Data Center System is a standard in which the structure of telecommunication, redundancy, structural, mechanical, and electrical architecture of the data center. We also introduce first the protocol and its 7 levels of the OSI model and how it will be applied in the library, and next we demonstrate the architecture in each TCP / IP and how it is essential for the logical part of a network to work perfectly . The project goes on to present the network models that are LAN, MAN, WAN, PAN, and we choose one that best applies in the library and then we demonstrate the implementation of an IPv4 address and perform IP calculations with binary numbers. Finally we describe the identification of Host computers and the domain in which they will stay. SUMÁRIO INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 6 2 INFRAESTRUTURA DE REDE DE COMPUTADORES NA BIBLIOTECA ........... 7 2.1 Planta baixa da infraestrutura local da biblioteca comunitária ................ 7 2.2 Cabeamento estrutura de todos os computadores da biblioteca, .......... 9 segundo as normativas NBR ISO 14565 EIA/TIA 568 ...................................... 9 2.3 Classificação de normas segundo Sistema de Data Center TIA 942 ..... 14 3 CONCEITOS DE ARQUITETURA DE REDE DA BIBLIOTECA COMUNITÁRIA15 ................................................................................................. 17 3.1 Protocolos e seus níveis do modelo OSI ................................................. 17 3.2 Arquitetura em Camadas TCP/IP .............................................................. 20 3.3 Modelo de rede na biblioteca comunitária ............................................... 21 3.4 Modelo de rede LAN, MAN, WAN, PAN, e a que melhor se aplica na ... 22 biblioteca comunitária..................................................................................... 22 4 PLANO DE ENDEREÇAMENTO IPV4 PARA A BIBLIOTECA COMUNITÁRIA 23 4.1 Implantação de um endereçamento IP versão 4 e seu calculo .............. 23 4.2 Identificação dos host nas maquinas e domínio ..................................... 26 CONCLUSÃO ........................................................................................................ 28 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................................................... 29 6 INTRODUÇÃO Este presente projeto se trata da organização da infraestrutura de redes da biblioteca, porém se tratando da forma física em como ela é estruturada e a forma lógica como ela é manipulada. No início do projeto no capitulo dois, estamos demonstrando uma planta baixa da biblioteca realizada pelo aplicativo planner5d, onde se tem os computadores e o Data Center que será o coração ou a parte principal para o bom funcionamento da rede naquele local. Também não podemos esquecer que para o bom funcionamento de um Data Center se faz necessário seguir normas de padrões de cabeamento estruturado, como a que utilizamos a NBR ISO 14565 EIA/TIA 568, e demonstramos a forma como ela se aplica na infraestrutura física da biblioteca. Prosseguindo no mesmo capitulo tratando da classificação das normas de sistemas de Data Center TIA 942, em que se trata da segurança necessária dentro de um Data Center como sistema de energia redundante, climatização do ambiente, sistema elétrico, tudo o que forneça segurança e que possa o Data Center se manter funcionando 24 horas sem parar. No capitulo três explicamos a respeito do modelo OSI e suas 7 camadas como: física, enlace, rede, transporte, sessão, apresentação, aplicação, pois é necessário entender como essa camada funciona para compreender a comunicação de uma rede de computadores. No mesmo capitulo apresentamos a arquitetura da cama TCP/IP que são: rede, internet, transporte, aplicação, em que basicamente é a comunicação entre a rede de computadores e a internet, é essencial entender como funciona, pois, a parte lógica de uma rede é muito importante. Depois apresentamos o modelo de rede da biblioteca que será aplicado que é o LAN - pois ela é responsável por interligar computadores de um espaço físico se comunicando entre si, e apresentamos a explicação dos outros modelos de redes como: MAN- Redes Metropolitanas, WAN - Redes de Longa Distância, PAN - Rede de área Pessoal. No capitulo quatro apresentamos um plano de implantação de um endereçamento IPv4 que é uma das versões de IP que se apresenta no mercado mundial de telecomunicações. E realizamos o cálculo de IP para ser aplicado no endereçamento da rede de forma correta da biblioteca comunitária, pois é importante porque auxilia a localização de dispositivos depois. Em seguida apresentamos que na biblioteca teriam 33 hosts, que são 33 computadores, onde 3é na recepção e 30 computadores ficam no auditório que são os que foram doados. A identificação desses hosts que são o nome das maquinas vai de Biblio-01 a Biblio-33, e todos os computadores ficarão conectados no domínio biblioteca.br, pois o domínio é importante para controlar as máquinas de uma rede, na prática é aconselhável o uso 7 de domínios onde você pode controlar os usuários, permitir ou negar acesso a recursos da rede. 2 INFRAESTRUTURA DE REDE DE COMPUTADORES NA BIBLIOTECA 2.1 Planta baixa da infraestrutura local da biblioteca comunitária Projetamos uma planta 3D com o aplicativo Planner5d, afim de melhor representar o local com os computadores da biblioteca comunitária, onde implantamos a recepção com 3 computadores para o cadastro dos alunos e controle de entrada e saída de livros da biblioteca, e logo em seguida como mostra na ilustração a seguir realizamos o acervo de livros da biblioteca onde ficarão os livros que foram doados pela comunidade. Com os 30 computadores que foram doados pela iniciativa privada projetamos o auditório de palestra e estudo com dimensões de tamanho 6 metros x 6 metros compondo 36 metros quadrados, onde os usuários poderão se acomodar para fazer pesquisa e trabalhos ou estudarem ou até mesmo efetuarem leitura de livros online. Porém para que todos os computadores funcionem se comunicando entre si, reservamos um local para o Data Center - Centro de processamento de dados, em que é um ambiente projetado para concentrar os servidores, equipamento de processamento e armazenamento de dados, e sistemas de ativos de rede, como switches, roteadores e outros. Os equipamentos que ficam neste local são montados em racks ou armários metálicos como será representado na ilustração a seguir e o ambiente possui proteção contra incêndios, além de sistemas de resfriamento dos racks, para manter uma temperatura estável, o acesso a este local é restrito e somente para pessoas autorizadas. 8 Planta baixa 3D da infraestrutura da biblioteca Imagem 1 – planta projetada pelo aplicativo planner5d Imagem 2 – planta projetada pelo aplicativo planner5d 9 Imagem 3 – planta projetada pelo aplicativo planner5d 2.2 Cabeamento estrutura de todos os computadores da biblioteca, segundo As normativas NBR ISO 14565 EIA/TIA 568 Neste projeto da estrutura de rede do local estamos seguindo a norma NBR ISO 14565 EIA/TIA 568, onde está norma estabelece os critérios mínimos para elaboração de projetos de rede interna estruturada de telecomunicações. Para a biblioteca comunitária estamos seguindo o padrão EIA/TIA 568, e a estrutura a ser aplicada é de cabeamento horizontal onde: • Estende dos conectores e tomadas até o ponto de conexão cruzada. • Cada conector e tomada tem sua posição no armário de telecomunicações. • A topologia física é estrela. 10 • Inclui cabos, conectores e tomadas, cordões de emenda e etc. • O meio de transmissão e o cabo UTP. • Possibilita a interconexões entre armário de telecomunicações, salas de equipamentos e facilidades de entrada. • Emprega a topologia estrela hierárquica, uma vez que cada cross-connect horizontal e ligado a um cross-connect principal ou intermediário. • Conexões cruzadas intermediárias e principais terminações mecânicas e Patch-Cords. • Deve levar em consideração a quantidade de cabos. • Local de conexão a redes públicas e privadas. O padrão de cabo a ser utilizado é o CAT5e de par trançado para a comunicação entre o switch até os computadores da biblioteca, e de preferência sendo o cabo blindado para a prevenção contra ruídos que podem interferir na comunicação de dados na rede, a baixo estamos apresentando uma ilustração do cabo: Imagem - Fonte Google imagens Aplicaremos o padrão T-568B no cabo que seguem o padrão de cores, Branco Laranja, Laranja, Branco Verde, azul, Branco azul, verde, branco marrom, marrom como segue na ilustração a seguir: 11 Imagem - Fonte Google Imagens Lembrando que este cabo de rede de par trançado será um cabo de par direto, ou seja, nas duas extremidades do cabo é necessário ter o mesmo padrão de cores crimpado que será o padrão de cores T-B568B, este cabo estará conectado no switch que ficara dentro do Data Center da biblioteca comunitária e passara pelo chão, que no caso será aplicado um pavimento sobrelevado onde os cabos de rede passarão por debaixo deste pavimento como apresenta a seguir: Cabos de rede conectados no switch Imagem - Fonte Google imagens 12 Exemplo de cabos de rede passando por de baixo de um pavimento sobrelevado sendo redirecionados para os computadores Imagem - Fonte Google imagens Os cabos de rede ao chegarem no auditório de palestras e estudo da biblioteca comunitárias e até mesmo na recepção serão organizados e redirecionados dentro de uma caneleta até o local onde se encontram os computadores. Duas outras importantes informações referem-se ao comprimento dos cabos. Para o segmento de cabos horizontais, especifica-se um comprimento máximo de 90 metros para o lance de cabos horizontais. Também o somatório do comprimento dos cordões de equipamento, patch cords do distribuidor de piso e patch cords da área de trabalho não pode ser superior a 10 metros. Assim, o comprimento total de cabos e cordões de manobra não superará 100 metros (limite máximo para que não haja atenuação significativa em cabos de pares metálicos). Na ponta do cabo de rede será crimpado o conectar fêmea RJ-45 de padrão de cores T568B para ser conectado os cabos de rede dos computadores, a baixo estamos apresentados um exemplo na ilustração: 13 Imagem - Fonte Google imagens Por se tratar de um ambiente com poucos computadores nós escolhemos conectar os computadores direto ao switch para a comunicação com os mesmos na rede, poderíamos ter colocado um patch-panel interligado com o switch para a distribuição de conexão, porém esse procedimento seria mais viável se tivéssemos uma quantidade extensa de computadores a serem instalados e se o local fosse de trabalho como empresa ou Call Center, pois em empresas ocorre muito remanejamento de computadores e remanejamento do ponto de rede do local, nestes casos necessariamente precisaria colocar identificação em cada porta dos patch-panel e nas tomadas fêmeas RJ-45 dos conectores para a identificação. Mais como se trada de uma biblioteca comunitária nós decidimos interligar os microcomputadores direto ao switch. Será aplicado também na biblioteca comunitária um roteador de longa distância que possua 6 antenas para que o mesmo possa distribuir a conexão por toda a biblioteca, o mesmo possuindo velocidade de 3200Mbps e frequência para a conexão 2.4GHz e 5GHz como segue a ilustração abaixo: Imagem - Fonte Google imagens 14 Para os sistemas que serão da biblioteca e para armazenamento de dados estará conectado direto ao switch dois servidores storage que são dispositivos projetados especificamente para armazenamento de dados, onde através de uma conexão via rede você pode acessar os dados que estão armazenados nele, um storage utiliza padrões de RAID, que permitem trabalhar com diversos discos em conjunto, de forma independente e redundante. Será aplicado 2 servidores storage o Data serve 1 e Data serve 2, pois caso ocorra de um dos servidores parar um assuma a autonomia de armazenamento do outro, e para que o acesso aos arquivos não fique inacessíveis, abaixo estamos apresentando uma ilustração do servidor: Imagem - Fonte Google imagens 2.3 Classificação de normas segundo Sistema de Data Center TIA 942 A norma que será aplicada na estrutura da biblioteca comunitária do data Center, de acordo com a suadisponibilidade de redundância é a ANSI/TIA 942, pois atualmente é a norma mais utilizada e é a única que aplica o conceito de Tiers para a classificação de Data Centers. Sabemos que existem regras aplicáveis para a classificação do Data Center e quatro níveis independentes de Tiers, que são: • Telecomunicação; • Redundância; • Arquitetura e estrutural; • Mecânica; • Elétrica 15 Topologia de telecomunicações Segundo a TIA 942 As principais áreas presentes em um Data Center são: • Entrace Room (ER): espaço de interconexão do cabeamento estruturado do Data Center e o cabeamento proveniente da telecomunicação. • Mais Distribution Area (MDA): local onde se encontra a conexão central do Data Center e de onde se distribui o cabeamento estruturado, incluindo roteadores e backbone. • Horizontal Distribution Area (HDA): área utilizada para conexão com a área de equipamentos, incluindo o cross conect horizontal, equipamentos intermediários, LAN (Local área network), San (Storage Área Networks) e KVM (Keyboard, Vídeo, Mouse) Switches. • Zone Distribution Área (ZDA): ponto de interconexão opcional do cabeamento horizontal. Fica entre HDA e o EDA, provê flexibilidade do Data Center. • Equipment Distribution Área (EDA): área destinada para os equipamentos terminais (servidores, storage, unidades de fita), inclui também os Racks, gabinetes equipamentos de comunicação de dados ou voz. Sabemos que não existe redundância nas rotas físicas e lógicas, neste caso uma falha ou uma parada de manutenção pode ocasionar a interrupção parcial ou total da rede. Deve prever no projeto um sistema de acondicionamento de ar simples ou múltiplo, com capacidade de resfriamento das principais áreas, porém sem redundância, o potencial de falhas da rede é grande e são: • Falha nos equipamentos da telecomunicação. • Falta de energia no Data Center ou mesmo na central operadora de telecomunicações. • Falha nos roteadores, switch quando não forem redundantes. • Quaisquer eventos catastróficos na interligação ou nas áreas: ER, MDA, HDA, ZDA E EDA. 16 Sistema Autossustentado Para manter os equipamentos complexos da biblioteca comunitária em ambiente confortável, o Data Center requer uma infraestrutura elétrica robusta e altamente confiável. A primeira etapa deste processo é definir os requisitos básicos do sistema elétrico principal e as metas do Data Center. Estes são os elementos típicos de uma instalação de alta confiabilidade: • Facilidade de manutenção simultânea significa garantir que cada componente e sistema (tanto de energia como de resfriamento) que abastece os computadores possa ser retirado de operação para substituição, reparo ou manutenção sem desligar os computadores. • Tolerância a falhas, diferentemente do conceito de manutenção simultânea, significa que quando qualquer componente ou sistema romper ou falhar, os sistemas automaticamente se reconfiguram de tal modo que os computadores não se desliguem. A tolerância a falhas é um processo automático; a facilidade de manutenção simultânea é um processo manual. Uma parte da tolerância a falhas é a comparti mentalização, para que um incêndio ou uma explosão em uma área não resulte em perda total de energia, de resfriamento ou de ambas nos computadores. • Alimentação reserva em espera é obtida com uma unidade geradora configurada para fornecer energia quando houver queda de energia da concessionária de energia. • A coordenação de sobre corrente seletiva dos disjuntores e/ou fusíveis é obtida de maneira que, durante uma falha, seja desligada apenas uma parte mínima dos sistemas. Na situação ideal, o sistema abrirá apenas os disjuntores que alimentam o equipamento com falha, e nada mais. • Circuitos subterrâneos são empregados em Data Center por dois motivos: Os prestadores de serviços consideram mais barata a sua instalação, e esses 17 componentes oferecem segurança física e comparti mentalização para o sistema de fiação do Data Center. No entanto, é importante observar que requerem cálculos especiais durante a fase de projeto. Cada um desses requisitos e metas é crucial porque, diferentemente de instalações comerciais ou industriais típicas, a carga do Data Center é contínua, com temperaturas ambientes maiores em muitas áreas. Por exemplo, as seções traseiras de gabinetes de dados podem atingir de 40 °C a 45 °C nos pontos onde a fiação está instalada, e tais temperaturas elevadas resultam da temperatura do ar de suprimento mais alta que é fornecida ao equipamento de computação como uma estratégia para reduzir o consumo de energia. Além dos requisitos de projetos básicos exclusivos, como projetistas de data center qualificados também precisamos levar em consideração, durante o projeto, a manutenção dos equipamentos, uma vez que a facilidade de manutenção será crucial para atender a operações contínuas e confiáveis do Data Center. Projetar os sistemas elétricos do Data Center para ter facilidade de manutenção simultânea significa criar uma disposição em que qualquer equipamento ou sistema que alimente os computadores possa ser retirado de operação para manutenção enquanto a carga continua a operar. Sabemos que de vez em quando, a manutenção é executada em um equipamento enquanto este está energizado. Embora um Data Center de alta confiabilidade seja projetado com o objetivo de ter facilidade de manutenção simultânea, alguns operadores escolhem o trabalho com equipamento energizado para reduzir o tempo de manutenção. Embora haja vários procedimentos de segurança implantados para esse tipo de manutenção, a melhor maneira de compreender os riscos associados a cada equipamento do Data Center é entender sua identificação de arco voltaico. 3 CONCEITOS DE ARQUITETURA DE REDE DA BIBLIOTECA COMUNITÁRIA 3.1 Protocolos e seus níveis do modelo OSI Sabemos que com a enorme evolução das Redes de Computadores, as tecnologias passaram a ser mais utilizadas, porém essas eram de empresas privadas que apresentavam seus produtos com características singulares, tanto de Software 18 quanto de Hardware que não permitiam a conexão com outros equipamentos de fabricantes distintos. Com base nessa evolução se fez necessário a normatização que estabelecesse um padrão a ser seguido por todas as empresas produtoras de equipamentos voltados para a área das Redes de Computadores. Com isso a ISO ( International Standards Organization) reuniu as empresas da área para estabelecer um padrão que pudesse abranger todos os fabricantes, norma esta que ficou conhecida como Modelo OSI (Open Systems Interconnection), permitido a troca de informações entre os mais diversos modelos de equipamentos no mercado voltado para área computacional. Modelo OSI e suas 7 camadas 7 Aplicação Dados 6 Apresentação Dados 5 Sessão Dados 4 Transporte Segmento 3 Rede Pacote 2 Enlace Quadro 1 Física Bit 7 Camada de Aplicação: fornece uma interface que possibilita a comunicação do usuário com máquina, e possui seus principais protocolos como HTTP, Telnet, DNS, FTP, SMTP, POP, IMAP, SMNP etc. 6 Camada de Apresentação: tem como característica efetuar a tradução e conversão dos dados a serem transmitidos ao seu destino, ou seja, criptografia, compactação e formatação dos dados. 5 Camada de Sessão: é responsável por iniciar, manter, transmitir, corrigir os erros e finalizar a comunicação entre hosts, ou seja, tem como função gerenciamento de Token, controle da comunicação entre hosts e organização das atividades. 4 Camada de Transporte: tem como função organizar os dados em pacotes para serem transmitidos pela rede, de maneira confiável, ordenada, controle etc. Protocolos: TCP (Transmission Control Protocol) / UDP (User Datagram Protocol) 3 Camada de Rede:tem como característica endereçamento lógico dos dispositivos de rede, controle de trafego e pelo roteamento dos pacotes. 2 Camada de Enlace: está camada detecta e, opcionalmente, corrige erros que possam acontecer na camada física, está mesma camada é responsável pela 19 transmissão e recepção de quadros e pelo controle de fluxo. Ela também estabelece um protocolo de comunicação entre sistemas diretamente conectados. 1 Cama Física: está camada modifica o padrão de sinal digital simples entre 1 e 0 usado pelo computador, para melhor acomodar as características do meio físico e para ajudar na sincronização de bit e quadros. Está técnica de transmissão determina se os bits codificados serão transmitidos por banda base digital ou a sinalização de banda larga analógica. O objetivo dessas camadas do modelo OSI é permitir a troca de informações entre computadores de diferentes fabricantes usando uma arquitetura única. Principais funções das camadas 1. Física • Trata tensões e impulsos elétricos • Especifica cabos, conectores e interfaces • Providencia o fluxo de bits através do meio de transmissão 2. Enlace • Detecta e opcionalmente corrige erros • Delimita e reconhece quadros • Divide a cadeia de bits em quadros • Controle de acesso ao meio Realiza controle de fluxo 3. Rede • Permite a interconexão de rede • Identifica os endereços dos sistemas na rede • Controle de congestionamento • Realiza o roteamento de pacotes • Estabelece a rota mais adequada 4. Transporte • Fornece conectividade fim-a-fim • Multiplexação de processos • Especificam como tratar dos detalhes de transferência confiável • Controle de fluxo • Controle de erros 20 5. Sessão • Estabelece e termina conexões entre sistemas, aplicações e usuários • Especificações para detalhes de segurança como autenticação usando senhas 6. Apresentação • Realiza transformações adequadas nos dados como compressão, criptografia, conversão de sintaxe • Trata de representação dos dados 7. Aplicação • Interface às aplicações a nível de usuário final • Permite aplicações utilizarem o ambiente de comunicação como transferência de arquivos, acesso remoto, correio eletrônico, etc. • Providencia o fluxo de bits através do meio de transmissão 3.2 Arquitetura em Camadas TCP/IP Assim como tem a arquitetura do modelo OSI, podemos nos depararmos com a existência da arquitetura das camas de TCP/IP que são rede, internet, transporte, aplicação. O TCP/IP foi implementado em uma arquitetura de pilhas, onde cada uma interage com a camada imediatamente superior. Sabemos que através da internet os sistemas finais executam aplicações distribuídas como navegação na web, compartilhamentos de arquivos, jogos em rede, troca de mensagens, áudio, vídeo etc. Para que uma perfeita comunicação ocorra entre si são oferecidos a essas aplicações o serviço confiável orientado a conexão TCP e serviços não confiável não orientado a conexão UDP. O primeiro é geralmente mais lento que o segundo, mas oferece garantia de entrega e integridade dos pacotes a serem transmitidos. 21 Camadas TCP/IP e suas definições Imagem - Fonte Google imagens Os protocolos controlam o envio e recebimento das informações e envolvem todos os dispositivos que compõem a internet, sendo o mais famoso deles o conjunto de protocolos conhecido como TCP/IP. Este protocolo, cujo nome vem dos protocolos mais importantes de pilha, TCP e IP, foi desenvolvido originalmente pela Universidade da Califórnia para o Departamento de Defesa dos EUA. Atualmente o TCP/IP é o protocolo padrão para redes locais e remotas. 3.3 Modelo de rede na biblioteca comunitária O cenário que melhor atende a necessidade da biblioteca comunitária é a implantação da topologia em estrela em que será implementado, pois toda a informação deve passar por uma estação central inteligente, que deve conectar cada estação da rede e distribuir o tráfego para que uma estação não receba, indevidamente, dados destinados às outras. As informações trafegam na rede de um host para o outro. Toda informação enviada de um nó para outro é enviada primeiro ao dispositivo que fica no centro da estrela como o switch que será implantado, portanto os dados não passam 22 por todos os hosts. O concentrador encarrega-se de encaminhar o sinal especificamente para as estações solicitadas, economizando tempo. As redes em estrela, que são as mais comuns hoje em dia, utilizam cabos de par trançado e um switch como ponto central da rede. Claro que esta topologia se aplica apenas a pequenas redes, pois em redes maiores é utilizada a topologia de árvore, onde temos vários hubs interligados entre si por switches ou routers. 3.4 Modelo de rede LAN, MAN, WAN, PAN, e a que melhor se aplica na Biblioteca comunitária Na prática, por mais que as redes se diferenciem pela topologia, os meios físicos, a tecnologia de suporte e o ambiente ao qual se destinam, cada tipo possui uma característica especial. E é aí que a especialização faz toda a diferença, afinal, saber identificar corretamente que tipo de rede é o ideal para um projeto é essencial, porém para esse projeto primeiro precisamos entender as funcionalidades de as topologias e classificarmos a que melhor será aplicada na biblioteca comunitária. O tipo de rede implantado na biblioteca será o LAN - rede local, pois ela é responsável por interligar computadores presentes de um mesmo espaço físico como na biblioteca comunitária, os dispositivos de rede, ou Hardware de rede, são os meios físicos necessários para a comunicação entre os componentes participantes de uma rede. São exemplos os concentradores, os roteadores, repetidores, gateways, os switch, as Bridget, as placas de rede e os pontos de acesso wireless, e existem outros modelos de redes em que citaremos a seguir como: • MAN - Rede Metropolitana: são redes maiores que as LANs, este tipo de rede é caracterizado por ter um alcance maior que as do tipo LAN, abrangendo cidades próximas ou regiões metropolitanas. Em uma definição mais prática, imaginemos por exemplo, que uma empresa possui dois escritórios em uma mesma cidade e deseja que os computadores permaneçam interligados. Para isso existe a rede de área metropolitana, que conecta diversas redes locais dentro de algumas dezenas de quilômetros. • WAN - Rede de Longa Distância: é uma rede de computadores que abrange uma grande área geográfica, com frequência um país ou continente. Um exemplo clássico de uma rede tipicamente WAN é a própria Internet pelo fato de abranger uma área geográfica global, interligando países e continentes. https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_par_tran%C3%A7ado https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_par_tran%C3%A7ado https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_par_tran%C3%A7ado https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_par_tran%C3%A7ado https://pt.wikipedia.org/wiki/Topologia_em_%C3%A1rvore https://pt.wikipedia.org/wiki/Topologia_em_%C3%A1rvore https://pt.wikipedia.org/wiki/Topologia_em_%C3%A1rvore https://pt.wikipedia.org/wiki/Roteador https://pt.wikipedia.org/wiki/Roteador https://pt.wikipedia.org/wiki/Roteador https://pt.wikipedia.org/wiki/Hardware_de_rede https://pt.wikipedia.org/wiki/Hardware_de_rede https://pt.wikipedia.org/wiki/Concentrador https://pt.wikipedia.org/wiki/Concentrador https://pt.wikipedia.org/wiki/Concentrador https://pt.wikipedia.org/wiki/Roteador https://pt.wikipedia.org/wiki/Roteador https://pt.wikipedia.org/wiki/Roteador https://pt.wikipedia.org/wiki/Roteador https://pt.wikipedia.org/wiki/Repetidor https://pt.wikipedia.org/wiki/Repetidor https://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_de_rede https://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_de_rede https://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_de_rede https://pt.wikipedia.org/wiki/WLAN https://pt.wikipedia.org/wiki/WLANhttps://pt.wikipedia.org/wiki/WLAN https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet 23 • PAN - Rede de área Pessoal: é uma rede utilizada para interligar dispositivos centrados na área de uma pessoa individualmente com, por exemplo, a conexão sem fio chamada WPAN que é baseada no padrão IEEE 802.15, que usam o Bluetooth e o Infrared Data Association, e a conexão com fio que é o caso do cabo USB. A PAN pode servir para interligar toda a computação comum e dispositivos de comunicação que muitas pessoas têm em sua mesa ou carregam com eles hoje, ou pode servir a um propósito mais especializado. 4 PLANO DE ENDEREÇAMENTO IPV4 PARA A BIBLIOTECA COMUNITÁRIA 4.1 Implantação de um endereçamento IP versão 4 e seu calculo Para realizar o endereçamento dos hosts utilizados em nossa biblioteca apresentaremos um pouco do conceito de rede, rede lógica, protocolos IPv4, domínio de colisão, protocolo CSMA/CD, órgãos responsáveis pelo planejamento de endereços IP e normas que preservam sua unicidade. Rede: possui a função de realizar o endereçamento lógico, transferência de dados entre origem e destino e permiti que os dispositivos possam se relacionar em meio a diversas redes interconectadas. Rede Lógica: é uma parte de uma rede física que conecta dispositivos, realiza a interconexão entre interfaces de diferentes redes lógica em si e também ocorre a comunicação com uma rede física. Possibilitando a troca de informações entre diferentes hosts, a mesma possui função na área de software (sistema operacional). Protocolo IPv4: é uma das versões de IP que se apresenta no mercado mundial de telecomunicações, tendo como utilidade no uso da internet, formado por 32 bits. A outra versão é o IPv6 que é formado por números hexadecimais, possuindo um amplo número de endereços formado por 128 bits, fornecendo um número considerável de IPs para a evolução futura “Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), vem sendo implementado aos poucos devido ao esgotamento do IPv4. https://pt.wikipedia.org/wiki/Bluetooth https://pt.wikipedia.org/wiki/Bluetooth https://pt.wikipedia.org/wiki/Bluetooth 24 Tendo como base o Protocolo IPv4 para o desenvolvimento do nosso projeto iremos apresentar suas características e particularidades. Data grama do pacote IPv4 Imagem - Fonte Google imagens • Endereço IP são compostos por 4 blocos de 8 bits (32 bits no total), que são representados através de números de 0 a 255, como 192.168.0.1 (classe C). Na figura a seguir representa sua distribuição. Imagem- Fonte Google imagens • Classes de Endereçamento: é responsável por especificar o número de hosts. Classe A: Primeiro bit 0 (zero) Classe B: Primeiros dois bits são 10 (de um e zero) Classe C: Primeiros três bits são: 1110 (um, um, um, zero) Classe D: Primeiros quatro bits são 1111 (um, um, um, zero), endereço de multicast. Classe E: Primeiros quatro bits são 1111 (um, um, um, um), endereço especial reservado. Classes Gama de endereços Nº de Endereços por Rede A 0.0.0.0 até 127.0.0.0 16 777 216 B 128.0.0.0 até 191.255.0.0 65 536 C 192.0.0.0 até 223.255.255.0 256 D 224.0.0.0 até 239.255.255.225 Multicast E 240.0.0.0 até 255.255.255.254 Uso futuro; • Endereço de Broadcast e de Rede são excluídos na distribuição de hosts. 25 Domínio de Colisão: é uma área onde as informações podem colidir umas com as outras, de maneira particular no protocolo ethernet. Ferramenta utilizada para evitar esses pacotes gerem trafego, diminuindo a eficiência da rede. Protocolo CSMA/CD: (Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection) é um protocolo que organiza a maneira como os dispositivos de rede compartilham o canal utilizando a tecnologia Ethernet. O mesmo identifica quando o canal está disponível para a transmissão de dados, possui função de detectar colisões entre os hosts da rede. Organizações Responsáveis pelo endereçamento de IP: LACNIC responsável pelo Registro de Endereçamento da Internet para a América Latina e o Caribe, é uma organização não governamental internacional estabelecida no Uruguai em 2002. Apresenta a função de designação e administração dos recursos de numeração da Internet (IPv4, IPv6). O endereçamento da rede correto da biblioteca comunitária é importante porque auxilia a localização de dispositivos, e dessa forma é obrigatório que cada dispositivo tenha um endereço único para que não ocorra conflitos. Com tudo o endereço IP tem duas partes e são elas: • Identificação da rede • Identificação do host A primeira parte é o ID da rede e a segunda é o ID do host como o computador ou roteador, em que são dentro de uma rede que possui o mesmo ID de rede. Usaremos como exemplo o ID da rede que é 192.168.1.0, sabemos que toda rede tem que ter a ID e o broadcast sendo o primeiro número para rede e o último para broadcast. Como por exemplo /26: • ID rede: 192.168.1.0 • Máscara: 255.255.255.192 • Broadcast: 192.168.1.63 • Endereços disponíveis: 62 que vai do 192.168.1.1 até 192.168.1.62 Para entender melhor vamos trabalhar com notações binárias com o /25 e /26: Notação Barra Notação Binária Máscara Sub-rede 26 /25 11111111 111111111 11111111 10000000 255.255.255.128 2¹ = 2 /26 11111111 111111111 11111111 11000000 255.255.255.192 2¹ = 4 O cálculo deve ser feito da seguinte forma: • Cada bit ligado deve ser feito um cálculo, como por exemplo, o /26, pois o mesmo apresenta 2 bits ligados dentro do último octeto, dessa forma o cálculo é: 2 elevados ao número de bits ligados que no caso são dois (2¹ = 4 sub-rede). Se fosse um /27 seria 2³ = 8 e assim por diante. • O restante dos bits desligados (zero) é realizado o cálculo da quantidade de host. Por exemplo, no /26: temos 6 bits desligados que seriam 26=64 – 2 =62 endereços disponíveis. No caso da biblioteca comunitária deixaremos com 62 endereços disponíveis, para os computadores em que serão utilizados e o restante para uso futuro de mais computadores conectados a rede da biblioteca. 4.2 Identificação dos hosts nas maquinas e domínio Na biblioteca comunitária teremos 33 hosts, em que seria dos 30 computadores que ficam no auditório de palestras e estudo e os 3 computadores da recepção. Os hosts das maquinas é qualquer computador ou máquina conectado a uma rede, que conta com o número de IP e nome definidos. Essas maquinas são responsáveis por fornecer recursos, informações e serviços casos que envolvam uma máquina e uma rede. O nome de identificação de cada computador que seria os hosts vai de Biblio-01 até Biblio33, e estes computadores ficarão conectados no domínio da biblioteca comunitária, e este domínio será biblioteca.br. O Domínio teoricamente pode ser aplicado a qualquer tamanho de rede, bastando apenas ter uma máquina como servidor e ter instalado nela um sistema operacional de servidores, como o Windows server 2003 por exemplo e ter instalado nela o Active Directory (AD). Tendo isto, esta máquina se torna um Controlador de Domínio. Um domínio é criado para controlar as máquinas de uma rede, na prática é aconselhável o uso de domínios apenas para empresas com um número considerável 27 de máquinas e usuários. Através do domínio você pode controlar os usuários, permitir ou negar acesso a recursos da rede, desativar, por exemplo, o Internet Explorer nas estações caso não seja necessário o uso dos mesmos e assim evitar que os funcionários acessem a internet, porém através de GPOs você bloqueia ou permite os acessos aos recursos. 28 CONCLUSÃO Neste projetoabordamos a respeito de uma infraestrutura de rede funcional para a biblioteca comunitária. Primeiro elaboramos o ambiente em 3D da biblioteca, e através de ilustração apresentamos onde ficariam os computadores e o Data Center, a parte física da rede de uma biblioteca ela se estrutura do Data Center até chegar no local dos computadores, e hoje entendemos o porquê muitos técnicos dizem que o Data Center é o coração da empresa, pois ele tem que estar em funcionamento perfeito durante 24 horas e em um local seguro de resfriamento e seguro de energia e elétrica para que consiga manter todos os outros dispositivos conectados na rede funcionando. Mais para que uma rede funcione, o nosso dever é saber estruturar ela, e entender para que serve cada ferramenta e onde ela se aplica em uma estrutura de cabeamento, de fato nos aprofundamos mais no projeto quando entendemos como é estruturado o cabeamento do Data Center e indo redirecionado até os computadores, pois por ser um local restrito, são poucos que tem o acesso a um local desse para entender como um sistema físico funciona e como ele é estruturado, porém através do auxílio dos estudos das disciplina e pesquisas, hoje compreendemos como tudo funciona. De fato, compreendemos a necessidade de cada norma, pois é necessário que exista um padrão a ser aplicado em qualquer local de uma rede para que não exista conflitos. Através do modelo OSI e suas 7 camadas demonstramos como funciona, e as pesquisas nos ajudou a entender o processo de comunicação entre os computadores de uma rede, porém da mesma forma existe o modelo TCP/IP que é a forma em que ocorre a comunicação dos computadores de uma rede com a internet. No modelo de rede da biblioteca escolhemos o modelo LAN - Rede Local, pois é um dos modelos mais utilizados e bem aplicados em um ambiente de rede como o da biblioteca, pois por ser um ambiente pequeno e com poucos computadores é um ambiente de rede local. No processo de endereçamento de IPv4, entendemos a sua importância e como ele é estruturado com os números binários de 0 e 1. Enfrentamos algumas dificuldades ao realizamos o cálculo de IP utilizando junto os números binários, e tentar explicar como realizamos esse procedimento foi um desafio em que foi concluído. Porém de certa forma após concluirmos o cálculo e entender a sua importância como saber a quantidade de endereços de IP em que se pode utilizar, ficamos impressionados como é importante entender todo o processo lógico deis das pequenas coisas até as grandes de uma rede de computadores, porém sabemos que está experiência proporcionará bons resultados e frutos no nosso futuro profissional. E na finalização do projeto especificamos os hosts dos computadores que são o nome de cada computador para melhor ser identificado na rede, e aplicamos um domínio para que possamos ter controle de permissão de acesso em cada computador para que não haja futuramente problemas de vulnerabilidade na rede. 29 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Create home design and interior decor in 2D & 3D without any special skills. Disponível em:. Acesso em: 26 de out 2019. Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento de telecomunicações para rede interna estruturada. Disponível em:. Acesso em: 30 de out 2019. NBR- 14565, EIA/TIA - 568 e ANSI/EIA/TIA 606 Cabeamento estruturado. Disponível em:. Acesso em: 30 de out 2019. Normatização para cabeamento estruturado em redes de computadores. Disponível em:. Acesso em: 31 de out 2019. Data Center I: Classificações e Normas de Data Centers. Disponível em:. Acesso em: 04 de nov 2019. Definição das sete camadas do modelo OSI e explicação de suas funções. Disponível em:. Acesso em: 06 de nov 2019. Redes em Estrela. Disponível em:. Acesso em: 06 de nov 2019. LAN, WLAN, MAN, WAN, PAN:conheça os principais tipos de redes. Disponível em:. Acesso em: 06 de nov 2019. 30 Cálculo de sub-redes IPv4. Disponível em:. Acesso em: 10 de nov 2019. Redes: TCP/IP, endereçamento e portas. Disponível em:. Acesso em: 10 de nov 2019. A cerca do LACNIC. Disponível em:. Acesso em: 10 de nov 2019. Pra que serve um domínio. Disponível em:. Acesso em: 14 de nov 2019. Domínio X Grupo de trabalho: Qual é a diferença. Disponível em:. Acesso em: 14 de nov 2019. Palmeira, A. Cabeamento Estruturado. Caderno de Estudos e Pesquisas da UNIP, Série Didática, ano XXIII, n.2-064/17, ISSN 1517-9230. Neto, A. Redes de Dados e Comunicação. Caderno de Estudos e Pesquisas da UNIP, Série Didática, ano XXIII, n.2-108/17, ISSN 1517-9230. Junior, A. Arquitetura de Redes. Caderno de Estudos e Pesquisas da UNIP, Série Didática, ano XXIII, n.2-061/17, ISSN 1517-9230.