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Prof. Carlos Alonso 
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1 
BREVE HISTÓRICO DO NOSSO ESTADO 
 
O Rio Grande do Norte tem uma história rica e 
diversificada. O território foi inicialmente habitado por 
povos indígenas, como os Cariris, potiguaras e os tapuias. 
No século XVI, a região foi invadida pelos franceses, mas 
foi posteriormente ocupada pelos portugueses liderados 
por Jeronimo de Albuquerque e Mascarenhas Homem, que 
construíram a Fortaleza dos Reis Magos em 1598. Em seu 
redor, formou-se um povoado chamado Cidade dos Reis, 
atualmente, Natal, capital do estado. A região também foi 
ocupada pelos holandeses por cerca de duas décadas 
(1633 -1654), até serem expulsos em 1654. A Capitania do 
Rio Grande foi criada em 1535, tendo Jerônimo de 
Albuquerque como seu primeiro donatário, e com a 
independência do Brasil em 1822, o Rio Grande do Norte 
se tornou uma província e, em 1889, foi elevado à 
categoria de estado. 
 
A Capitania do Rio Grande, ou do Rio Grande do Norte, 
que equivale hoje ao território do Rio Grande do Norte 
parte do território do estado da Paraíba e do Ceará, Piauí e 
Maranhão, foi doada por João de Barros e Aires da Cunha, 
que tentaram por duas vezes, a ocupação desse território, 
fracassando em suas tentativas. 
O Rio Grande do Norte é um dos menores estados do 
Brasil em área, com aproximadamente 52.797,65 km². Faz 
fronteira com o Oceano Atlântico a leste, Ceará a oeste e 
Paraíba ao sul. Sua localização no extremo nordeste do 
Brasil confere-lhe uma posição geográfica estratégica. É o 
20º estado em tamanho e a 18º PIB do país. 
 
 
Obs: As capitanias hereditárias foram uma forma de 
administração territorial utilizada pelos portugueses no 
Brasil durante o período colonial. Implementadas em 1534 
pelo rei Dom João III, esse sistema dividia o território 
brasileiro em grandes áreas, chamadas capitanias, que 
eram concedidas a nobres, comerciantes e militares 
conhecidos como donatários. 
Cada donatário tinha o direito de explorar, colonizar e 
administrar sua capitania, além de usufruir dos recursos 
naturais e da mão-de-obra local. Em troca, ele tinha a 
obrigação de promover o desenvolvimento econômico e a 
defesa do território. As capitanias hereditárias foram assim 
chamadas porque os direitos sobre a capitania eram 
transmitidos hereditariamente, de pai para filho. 
 
FORTALEZA DOS REIS MAGOS 
 
A Fortaleza da Barra do Rio Grande, popularmente 
conhecida como Forte dos Reis Magos ou Fortaleza 
dos Reis Magos, foi o marco inicial da cidade fundada em 
25 de dezembro de 1599, no lado direito da barra do 
Potengi (hoje próximo a Ponte Newton Navarro). Sua 
fundação é anterior a existência da própria cidade de Natal 
e remonta ao início da colonização do Brasil pelos 
portugueses, quando Portugal fazia parte do Reino da 
Espanha. Foi nessa época que Felipe II da Espanha 
mandou organizar uma expedição formada por Manuel 
Mascarenhas Homem, capitão-mor da Pernambuco, 
Francisco de Barros Rego, comandante da Esquadra, os 
irmãos mestiços Jerônimo, Jorge e Antônio de 
Albuquerque, Padre Lemos e Padre Gaspar, ambos da 
Companhia de Jesus, e Frei Bernardino das Neves, para 
tomar posse das terras potiguares, hoje Rio Grande do 
Norte. 
 Geografia do RN – Carlos Alonso 
 
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Para executar essa missão, os portugueses teriam que 
expulsar os franceses que ali estavam em plena posse da 
região e em convívio cordial com os índios. Esse tipo de 
operação invariavelmente determinava a construção de um 
Forte e, nesse caso, o forte também seria o marco zero do 
povoamento da região. A construção do Forte começou em 
seis de janeiro de 1598, dia de Reis, daí a origem do nome 
do Forte dos Três Reis Magos, construído na foz do Rio 
Potengi a 750m de sua barra (linha de arrebentações, 
permanente ou muito frequente, de ondas junto à costa). A 
construção, típica instalação militar do século XVI, serviria 
de segurança para os portugueses, que estavam em 
choque com os franceses e os índios. Sua planta original é 
de autoria do Padre Gaspar de Saperes que fora mestre 
dos desenhos de engenharia na Espanha e Flandres antes 
de entrar para a Companhia de Jesus. 
 
A forma atual do Forte, lembrando uma estrela de cinco 
pontas, surgiu em 1614, num projeto do arquiteto militar 
Francisco Frias de Mesquita. O Forte foi concluído em 
1628, porém já em 1633 foi conquistado pelos holandeses 
da Companhia das Índias Ocidentais, que passam a 
chamá-lo de Castelo de Keulen. O domínio holandês 
durou duas décadas. Durante esse tempo o Forte serviu 
também de prisão para brasileiros e portugueses e de casa 
de hóspedes para personalidades como o príncipe 
Mauricio de Nassau e Franz Post, pintor holandês (1612-
1680) que foi quem primeiro retratou o Forte. 
 
Desde a concepção da planta original até os dias de hoje, 
o Forte dos Reis Magos sofreu várias intervenções, ora de 
natureza física como restaurações, demolições, reformas e 
adequações, ora relativas à própria utilização. Já serviu 
como sede administrativa da Capitania, Comando Militar, 
Quartel de Tropas e refúgio de moradores. Desde 1950, 
entretanto, ele foi tombado pelo Serviço do Patrimônio 
Histórico e Artístico Nacional, que até hoje zela por esse 
monumento de indiscutível relevância para a história, não 
só do Rio Grande do Norte, mas também do Brasil." O 
Forte dos Reis Magos é uma edificação militar histórica 
localizada na faixa leste da cidade de Natal, no estado 
brasileiro do Rio Grande do Norte. É administrada pela 
Fundação José Augusto, fundação do Governo do Rio 
Grande do Norte. 
 
 
 
 
 
PRAÇA ANDRÉ DE ALBUQUERQUE MARANHÃO 
 
Surgiu a partir de um trecho da Rua Grande (não mais 
existente), por determinação da Câmara Municipal que 
modificou o nome para Praça André de Albuquerque. 
André de Albuquerque Maranhão, senhor do Engenho 
Cunhaú, foi um dos líderes, no Rio Grande do Norte, da 
Revolução Pernambucana de 1817. Em 29 de março de 
1817, derrubou José Ignácio Borges, o então governador 
da capitania, e assumiu o governo da mesma por um 
período meteórico de 26 dias. 
 
Esta praça é considerada como o marco zero da cidade de 
Natal-RN, e segundo os registros históricos, neste local 
deu-se o lançamento da pedra de fundação da cidade, em 
25 de dezembro de 1599, pelo Capitão Jerônimo de 
Albuquerque, (Século XVI). 
 
BARREIRA DO INFERNO 
 
A Barreira do Inferno é uma base de lançamento de 
foguetes da Força Aérea Brasileira, localizada no 
Município de Parnamirim, Rio Grande do Norte. Foi 
fundada em 1965 e foi a primeira base aérea de foguetes 
da América do Sul. 
 
O nome "Barreira do Inferno" vem do reflexo do sol nas 
falésias avermelhadas da região, que lembrava uma 
"barreira" ígnea. Pescadores do local também observavam 
o reflexo do sol nas falésias, que representavam uma visão 
de chamas do inferno. A Barreira do Inferno foi 
responsável por inúmeros lançamentos de foguetes e 
satélites. O Centro lançou o Sonda I, primeiro veículo 
aeroespacial desenvolvido pelo Brasil, em 1967. 
 
Desde sua criação, a Barreira do Inferno tem sido usada 
para lançamentos de foguetes suborbitais e para 
rastreamento de veículos espaciais. Além disso, ela 
colabora com instituições internacionais, como a NASA, 
em projetos de pesquisa climática e ambiental. Hoje, o 
local também é um ponto turístico e de preservação 
ambiental, com visitas guiadas que mostram sua história e 
importância científica 
 
Localização 
A Barreira do Inferno está localizada na Rota do Sol, no 
município de Parnamirim, a 12 km de Natal, capital do 
estado brasileiro do Rio Grande do Norte. 
 
 
 Geografia do RN – Carlos Alonso 
 
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BASE AÉREA EM PARNAMIRIM– TRAMPOLIM DA 
VITÓRIA 
 
A Base Aérea de Natal, localizada em Parnamirim, Rio 
Grande do Norte, é uma instalação militar de grande 
relevância histórica e estratégica. Fundada em 1942, 
durante a Segunda Guerra Mundial, ela desempenhou um 
papel crucial como ponto de apoio para as forças aliadas. 
Sua localização privilegiada, próxima à região conhecida 
como "Trampolim da Vitória," permitiu que aviões 
cruzassem o Atlântico em missões logísticas e de 
combate. 
 
A Base Aérea de Natal foi escolhida pelos americanos 
durante a Segunda Guerra Mundial devido à sua 
localização estratégica. Situada no Nordeste do Brasil, ela 
está no ponto mais próximo da África e da Europa no 
continente sul-americano. Essa posição permitia que 
aviões aliados fizessem escalas para reabastecimento e 
manutenção antes de cruzar o Atlântico, facilitando o 
transporte de tropas, suprimentos e equipamentos para os 
teatros de guerra na África e na Europa. 
 
Além disso, o Brasil e os Estados Unidos firmaram acordos 
diplomáticos, como os Acordos de Washington, que 
fortaleceram a cooperação militar entre os dois países. A 
Base de Natal, conhecida como "Trampolim da Vitória", 
tornou-se um ponto essencial para as operações aliadas 
no Atlântico Sul. Além de sua contribuição histórica na 
guerra, a Base Aérea de Natal continua sendo fundamental 
para a defesa nacional e para o treinamento de pilotos da 
Força Aérea Brasileira. Sua história reflete a importância 
do Brasil no cenário internacional e a integração entre 
forças militares globais durante períodos cruciais da 
história. 
 
 
 
 
Obs: A Base Aérea de Natal e Parnamirim receberam o 
nome de "Trampolim da Vitória" devido à sua importância 
estratégica durante a Segunda Guerra Mundial. 
Localizadas em uma posição geográfica privilegiada, essas 
bases serviram como ponto de apoio essencial para as 
aeronaves aliadas que cruzavam o Atlântico rumo à África 
e à Europa. Elas funcionaram como um verdadeiro 
"trampolim", permitindo que as forças aliadas realizassem 
operações logísticas e de combate com maior eficiência. 
Além disso, a colaboração entre o Brasil e os Estados 
Unidos fortaleceu o papel dessas bases, consolidando sua 
relevância no esforço de guerra. O nome simboliza a 
contribuição decisiva do local para as vitórias aliadas no 
conflito. 
 
CONCEITO DE TERRITÓRIO, REGIÃO E 
REGIONALIZAÇÃO 
 
 - Um conceito amplamente aceito de "território" é 
oferecido pelo geógrafo Claude Raffestin, que o define 
como: 
 
"Território é o espaço apropriado por um ator, ou seja, 
por um indivíduo ou por um grupo." 
 
A ideia central aqui é que o território não é apenas um 
espaço geográfico, mas sim um espaço que foi apropriado, 
controlado e modificado por um ou mais atores. É uma 
extensão na qual se exercem poder e soberania, 
envolvendo relações sociais, políticas e econômicas. 
 
 - Um conceito amplamente aceito de "região" é oferecido 
pelo geógrafo brasileiro Milton Santos, que define a região 
como: 
 
"Um espaço delimitado por características naturais ou 
humanas que apresentam uma certa homogeneidade e 
uma distinção em relação a outras áreas." 
 
De acordo com essa definição, uma região é um espaço 
que se distingue por suas características específicas, 
sejam elas geográficas, culturais, econômicas ou políticas, 
e que se diferencia das áreas vizinhas. As regiões podem 
ser definidas por critérios variados, como relevo, clima, 
atividades econômicas, práticas culturais, entre outros. 
 
 - Para conceituar "regionalização", vou recorrer 
novamente ao pensamento do geógrafo Milton Santos, que 
oferece uma definição amplamente aceita: 
 
"Regionalização é o processo de delimitação de 
regiões, estabelecido a partir de critérios específicos 
que podem ser naturais, sociais, econômicos ou 
culturais." 
 Geografia do RN – Carlos Alonso 
 
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Essa definição implica que a regionalização é um método 
de análise e organização do espaço geográfico, que 
procura entender como diferentes áreas se distinguem 
entre si e como são internamente homogêneas quanto a 
certos aspectos. A regionalização pode ser utilizada para 
fins administrativos, de planejamento e estudos científicos. 
Por exemplo: 
 Regionalização Natural: Baseada em critérios 
físicos, como relevo, clima, vegetação, etc. 
 Regionalização Econômica: Definida a partir da 
atividade econômica predominante, como áreas agrícolas, 
industriais, de serviços, etc. 
 Regionalização Cultural: Determinada por 
características culturais, como idioma, tradições, religião, 
etc. 
 
 
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DO TERRITÓRIO 
 
O estado do Rio Grande do Norte está localizado no 
extremo nordeste na região Nordeste do Brasil e possui 
uma posição geográfica bastante particular, que acolhe 
desde uma excelente posição para lançamentos de 
Foguetes e Satélites, um litoral rico em vida marinha e 
Ventos que proporcionam um potencial energético 
inigualável no país. Aqui estão alguns detalhes: 
 Latitude e Longitude: As coordenadas geográficas 
centrais do estado são aproximadamente 5°45' de latitude 
sul e 36°30' de longitude oeste. 
 Extremo Nordeste: É o estado brasileiro mais 
próximo do continente europeu e africano, possuindo uma 
costa voltada para o Atlântico, com mais de 400 km de 
extensão com belas praias tanto para o lado sul, quanto 
para o Norte com suas salinas volumosas. 
 Área: O Rio Grande do Norte tem uma área total 
de aproximadamente 52.797 km², o que representa cerca 
de 0,62% do território brasileiro. Sendo o sexto menor 
estado brasileiro. 
 Limites: Ao Norte no Município de Tibau, A Oeste 
no município de Venha Ver, A Nordeste no município de 
Touros, Ao Sul no Município de Equador e a Sudeste o 
município de Baia Formosa. 
 Fronteira: com o Ceará a Noroeste e Paraíba ao 
Sul. 
Obs: 
 - Limites: Referem-se a linhas imaginárias ou físicas que 
delimitam a extensão de um território. Podem ser naturais 
(como rios, montanhas) ou artificiais (como marcos 
estabelecidos por tratados). Limites definem a extensão 
geográfica de uma entidade política, como um estado, 
município ou propriedade privada. 
- Fronteiras: Envolvem um conceito mais amplo e 
dinâmico. Além de delimitar territórios, as fronteiras 
incluem aspectos sociais, culturais e econômicos. Elas são 
zonas de interação e contato entre diferentes grupos, 
culturas ou nações. As fronteiras podem mudar ao longo 
do tempo devido a conflitos, tratados ou fluxos migratórios. 
 
 
 
Município de Tibau – Extremo Norte do Estado. 
Município de Venha Ver – Sudoeste do Estado. 
Município de Equador – Extremo Sul do Estado. 
Município de Baia Formosa – Extremo Sudeste do Estado 
Município de Touros – Extremo Nordeste do Estado 
 
O Estado do Rio Grande do Norte atualmente tem um total 
de 167 municípios, segundo o Censo do IBGE de 2022. 
Com aproximadamente 52.809,599 km² e com uma 
população de 3.302.729 habitantes (IBGE 2023) tem uma 
densidade de 62,54 hab./km². Com um PIB de 10.9 
trilhões (2022\23), mas com um aumento projetado para 
2025 de mais 5,0% para todo o período referente a 24\25. 
Entre os Municípios mais importantes destacamos Natal 
como capital, e centro financeiro do estado, Mossoró 
conhecida popularmente como a capital do Oeste, 
Parnamirim, São Gonçalo do Amarante e Extremoz, entre 
outras. 
 
Municípios Mais Antigos 
 
• Natal: Fundada em 1599, é a cidade mais antiga do 
estado. 
• Assú: Fundada em 1766, é uma das cidades mais 
antigas do estado. 
• Caicó: Fundada em 1868, é uma das cidades históricas 
do estado. 
 
Municípios Mais Recentes 
 
• Jundiá: Desmembrado de Várzea pela lei estadual 
6.985 de 9 de janeiro de 1997 e instalado em 1° de janeiro 
de 2001, é o município mais novo do estado. 
• Boa Saúde: Criado em 1997, é um dos municípios mais 
recentes do estado. 
• Serrinha dos Pintos: criada em 1994. 
• Venha Ver: criada em 1994. 
 
Nos anos 90, muitos municípios do Rio Grande do Norte 
se emanciparam devidoa uma combinação de fatores 
políticos, econômicos e sociais. A Constituição de 1988 
desempenhou um papel crucial nesse processo, pois 
descentralizou a administração pública e deu mais 
autonomia aos estados para criar novos municípios. 
Isso incentivou comunidades locais a buscar emancipação, 
especialmente em áreas onde havia insatisfação com a 
administração do município de origem. 
 Geografia do RN – Carlos Alonso 
 
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Além disso, a criação de novos municípios era vista como 
uma oportunidade para atrair mais recursos federais, como 
o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), e melhorar 
o acesso a serviços públicos, como saúde e educação. 
Lideranças políticas locais também apoiaram o movimento, 
muitas vezes como forma de atender às demandas das 
comunidades e fortalecer sua base de apoio político. 
 
REGIÃO METROPOLITANA DE NATAL (RMN) – “A 
GRANDE NATAL” 
A Região Metropolitana de Natal (RMN), também 
conhecida como Grande Natal, é uma das regiões de 
maior dinamismo econômico e social do Rio Grande do 
Norte. Aqui estão algumas características e as cidades que 
a compõem: 
• População: A RMN possui uma população 
estimada de aproximadamente 1.647.414 habitantes, 
sendo a quarta maior aglomeração urbana do Nordeste. 
• Área: A área total da RMN não está disponível, 
mas inclui uma combinação de áreas urbanas e rurais. 
• Economia: A região é um importante centro 
econômico, com destaque para o setor de serviços, 
turismo, comércio e indústria. 
• Infraestrutura: A RMN possui uma infraestrutura 
desenvolvida, incluindo aeroportos, rodovias e portos que 
facilitam o transporte e a logística. 
• Cidades que Compõem a RMN, é formada por 15 
municípios: 
 
Munícipio de Natal (capital) 
Munícipio de Parnamirim 
Munícipio de São G. do Amarante 
Munícipio de Macaíba 
Munícipio de Extremoz 
Munícipio de Ceará-Mirim 
Munícipio de Nísia Floresta 
São José de Mipibu 
Munícipio de Monte Alegre 
Munícipio de Vera Cruz 
Munícipio de Maxaranguape 
Munícipio de Ielmo Marinho 
Munícipio de Goianinha 
Munícipio de Ares 
Munícipio de Bom Jesus. 
 
 
 
 
 Esses municípios formam uma mancha urbana contínua e 
são interligados por uma rede de transporte e serviços que 
contribuem para o desenvolvimento integrado da região. 
 
DIVISÃO REGIONAL DO ESTADO 
 
Qual a finalidade da subdivisão das Regiões, Mesorregiões 
e Microrregiões? 
A divisão do Brasil em macro, meso e microrregiões é um 
dos instrumentos utilizados para a divulgação de 
estatísticas; elaboração de políticas públicas; subsidiar o 
sistema de decisões quanto à localização de atividades 
econômicas, sociais e tributárias; subsidiar o 
planejamento, estudos e identificação das estruturas ... 
 
 
 
 
 Geografia do RN – Carlos Alonso 
 
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MACRORREGIÕES DO RIO GRANDE DO NORTE. 
 
O Rio Grande do Norte é dividido em três macrorregiões 
geográficas intermediárias, conforme a divisão do Instituto 
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essas 
macrorregiões são: 
Macrorregião de Natal: Inclui a capital, Natal, e outros 
municípios importantes como Parnamirim, São Gonçalo do 
Amarante, Macaíba, Extremoz, Ceará-Mirim, entre outros. 
É a região mais populosa e economicamente desenvolvida 
do estado. 
Macrorregião de Caicó: Abrange municípios como Caicó, 
Currais Novos, e outras cidades do Seridó. Essa região é 
conhecida por sua cultura rica e tradições, além de ser um 
importante centro de produção agropecuária. 
Macrorregião de Mossoró: Inclui a cidade de Mossoró, 
Pau dos Ferros, Açu, e outras cidades do oeste potiguar. 
Mossoró é um importante polo econômico, especialmente 
na produção de sal e petróleo. 
 
 
 
MESORREGIÕES DO RIO GRANDE DO NORTE. 
 
Mesorregião Central Potiguar: Abrange municípios do 
interior do estado, incluindo cidades como Caicó, Currais 
Novos e Jucurutu. É uma região conhecida pela produção 
agropecuária e atividades extrativas. 
 
Mesorregião Oeste Potiguar: Inclui municípios como 
Mossoró, Açu e Pau dos Ferros. É uma área importante 
para a economia do estado, com destaque para a 
produção de sal, petróleo e fruticultura. 
 
Mesorregião Leste Potiguar: Compreende a capital, 
Natal, e outras cidades da região metropolitana, como 
Parnamirim e São Gonçalo do Amarante. É a região mais 
populosa e desenvolvida, com forte presença do setor de 
serviços e turismo. 
 
Mesorregião Agreste Potiguar: Abrange municípios 
como Nova Cruz, Santo Antônio e São José de Mipibu. 
Caracteriza-se pela diversidade de atividades econômicas, 
incluindo agricultura, pecuária e comércio. 
 
O número de municípios de cada mesorregião é: Oeste 
Potiguar: 62 municípios, Central Potiguar: 37 
municípios, Agreste Potiguar: 43 municípios, Leste 
Potiguar: 25 municípios. 
 
 
Essa divisão foi extinta em 2017 e substituída pelas 
Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias, que 
refletem melhor as conexões entre os municípios. 
 
Regiões Administrativas: Para fins de planejamento e 
gestão, o governo estadual divide o RN em polos regionais 
que agrupam municípios próximos, levando em conta 
fatores como infraestrutura e serviços públicos. 
 
Região da Caatinga e do Litoral: Geograficamente, o RN 
tem uma clara divisão entre áreas do semiárido (caatinga), 
predominante no interior, e a região litorânea, com clima e 
vegetação diferentes. 
 
Polos Turísticos: O estado também é dividido em polos 
para explorar vocações turísticas, como: 
 Polo Costa das Dunas (litoral, incluindo Natal) 
 Polo Seridó (interior com atrações históricas e 
culturais). 
 
O estado do Rio Grande do Norte é dividido em onze 
regiões geográficas imediatas, conforme a divisão do 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essas 
regiões são agrupadas em três regiões geográficas 
intermediárias. Aqui estão as regiões imediatas do RN: 
 
REGIÃO GEOGRÁFICA INTERMEDIÁRIA DE NATAL 
• Natal 
• Santo Antônio-Passa e Fica-Nova Cruz 
• Canguaretama 
• Santa Cruz 
• João Câmara 
• São Paulo do Potengi 
 
REGIÃO GEOGRÁFICA INTERMEDIÁRIA DE CAICÓ 
• Caicó 
• Currais Novos 
 
 
REGIÃO GEOGRÁFICA INTERMEDIÁRIA DE 
MOSSORÓ 
• Mossoró 
• Pau dos Ferros 
• Assú. 
 
 
 Geografia do RN – Carlos Alonso 
 
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Rio Grande do Norte é dividido em 11 regiões 
geográficas imediatas, conforme a classificação do IBGE, 
que substituiu as antigas microrregiões. Essas regiões 
imediatas estão agrupadas em três regiões intermediárias: 
Natal, Mossoró e Caicó. Aqui estão as regiões imediatas: 
 
 
Natal 
Santo Antônio-Passa e Fica-Nova Cruz 
Canguaretama 
Santa Cruz 
João Câmara 
São Paulo do Potengi 
Caicó 
Currais Novos 
Mossoró 
Pau dos Ferros 
Açu. 
 
 
 
MICRORREGIÕES HOMOGENEAS 
 
 O que é uma microrregião? 
 
Uma microrregião é um conjunto de municípios contíguos 
que fazem parte de uma mesorregião. As microrregiões 
apresentam especificidades na organização do espaço. As 
microrregiões homogêneas do Rio Grande do Norte foram 
uma divisão geográfica utilizada pelo IBGE até 2017, 
quando foram substituídas pelas regiões geográficas 
imediatas e intermediárias. Essas microrregiões eram 
agrupadas em quatro mesorregiões: Oeste Potiguar, 
Central Potiguar, Agreste Potiguar e Leste Potiguar. Aqui 
estão as principais microrregiões homogêneas: 
 
OESTE POTIGUAR: 
Mossoró 
Chapada do Apodi 
Médio Oeste 
Vale do Açu 
Serra de São Miguel 
Pau dos Ferros 
Umarizal 
 
Central Potiguar: 
Macau 
Angicos 
Serra de Santana 
Seridó Ocidental 
Seridó Oriental 
 
AGRESTE POTIGUAR: 
Baixa Verde 
Borborema Potiguar 
Agreste Potiguar 
Leste Potiguar: 
Litoral Nordeste 
Macaíba 
Natal 
Litoral Sul 
 
 
 
Essas divisões eram baseadas em critérios econômicos, 
sociais e geográficos, refletindo as características 
homogêneas de cada região. 
 
RELEVO E ESTRUTURA GEOLOGICA DO RIO GRANDE 
DO NORTEO Rio Grande do Norte possui uma geologia complexa, 
composta por duas grandes estruturas principais que 
praticamente dividem nosso território estadual, toda a parte 
da Centro Oeste e grande parte do Sul (cerca de 60%) do 
território é formada por rochas cristalinas e terrenos 
antigos, com origem no período geológico chamado de 
Pré-Cambriano, algo em torno 4.6 bilhões de anos, quando 
a Terra primitiva teria esfriado totalmente na sua 
superfície. 
Esses terrenos mais antigos, contem rochas mais 
resistentes, tais como os graníticos, os quartzitos, os 
gnaisses, e os micaxistos, onde podemos encontrar 
minerais como: Tantalita, Scheelita, Berilo, Cassiterita, 
Ferro, Ouro, Micas, Cobre e Columbita. 
 
Bacia Sedimentar Potiguar: Na faixa Centro – Norte e 
todo o Litoral Esta bacia é formada por rochas 
sedimentares que datam dos períodos Mesozoico e 
Cenozoico. A Bacia Potiguar é um exemplo notável, 
consistindo em calcário e arenito. Essas rochas são 
resultado de eventos de regressão marinha e elevação 
continental moderna ou neotectônica. 
Nesse tipo de terreno encontramos a formação de Dunas, 
Formação Barreiras, Arenito Assú e Calcáreo Jandaíra. 
 
Tipos e Classificação do Relevo 
 
O relevo do Rio Grande do Norte é bastante diversificado, 
apresentando planícies, planaltos e depressões. Aqui 
estão os principais tipos de relevo encontrados no estado: 
 
Planícies Costeiras e Fluviais: Localizadas ao longo da 
faixa litorânea, essas planícies incluem dunas, praias e 
falésias. As planícies fluviais são encontradas 
especialmente na porção leste do estado, onde rios como 
Ceará-Mirim, Maxaranguape e Potengi desembocam. 
 Geografia do RN – Carlos Alonso 
 
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Tabuleiros Costeiros: Formações tabulares esculpidas 
em rochas sedimentares com baixa suscetibilidade à 
erosão. Esses tabuleiros estão distribuídos desde Macau 
até a divisa com a Paraíba, apresentando altitudes que 
variam entre 30 e 100 metros. 
 
Depressão Sertaneja: Caracterizada por um relevo plano 
e suavemente ondulado, com altitudes que variam de 60 a 
300 metros. Essa depressão é composta por rochas do 
embasamento ígneo-metamórfico pré-cambriano. 
Planícies Fluviais - formadas de terrenos planos e baixos 
próximos de rios. Vale do Assú, Piranhas-Assú, Apodi-
Mossoró e Ceará mirim. 
 
Tabuleiros Costeiros -relevos planos e de baixa altitude, 
também denominados planaltos rebaixados, formados 
basicamente por argilas (barro), geralmente de cor 
amarelo avermelhada, localizam-se próximo ao litoral. 
PIPA (Tibau do Sul) e TABATINGA (Nísia Floresta). 
 
Depressão Sublitorânea – terrenos rebaixados, 
localizados entre duas formas de relevo de maior altitude. 
No nosso Estado essa depressão ocorre entre os 
Tabuleiros Costeiros e o Planalto da Borborema. 
 
Planalto da Borborema: Localizado no sul do estado, este 
planalto é uma formação residual constituída por relevos 
elevados em formas de platôs ou maciços montanhosos. 
 
Chapadas (APODI e SERRA VERDE) Áreas planas e 
ligeiramente elevadas, encontrados em regiões 
sedimentares e também próximas dos tabuleiros costeiros, 
por alguns conhecido também por “Sertão das Pedras”. 
 
FORMAÇÃO DO RELEVO DO RIO GRANDE D NORTE 
 
 
 
 
 
MUNÍCIPIOS MAIS ALTOS DO ESTADO DO RIO 
GRANDE DO NORTE 
 
 
 
 
 
 
OBS: Essas características geológicas e de relevo 
contribuem para a diversidade paisagística e ecológica do 
Rio Grande do Norte e aliando aos fatores exógenos e 
endógenos percebemos uma modelagem variada. 
 
O ponto mais alto do Rio Grande do Norte é a SERRA DO 
COQUEIRO, situada no município de Venha-Ver, no 
tríplice divisa com os estados do Ceará e da Paraíba. Essa 
formação montanhosa possui uma altitude de 868 metros 
acima do nível do mar. É interessante notar que a Serra 
do Coqueiro é 278 metros mais alta que o Pico do Cabugi, 
que tem 590 metros. 
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HIDROGRAFIA DO RN 
 
 
 
 
 
 
 
O Rio Grande do Norte possui uma hidrografia bastante 
influenciada pelo clima semiárido, com rios intermitentes 
que secam durante a maior parte do ano e só correm 
durante a estação chuvosa. Aqui estão alguns dos 
principais rios e bacias hidrográficas do estado: 
 
Rio Piranhas-Açu: É um dos rios mais importantes do 
estado, com nascente na Paraíba e deságua no Atlântico, 
na cidade de Macau. Ele percorre cerca de 400 km. 
 
Rio Potengi: É o principal rio de Natal, com nascente na 
Serra de Santana, no município de Cerro Corá, e deságua 
no Oceano Atlântico em Natal. É conhecido pela 
importância econômica e histórica para a capital do estado. 
 
Rio Mossoró: Também conhecido como Rio Apodi, nasce 
na Serra de Luís Gomes e percorre cerca de 220 km até 
desaguar no Atlântico, em Areia Branca. É um rio 
essencial para a região Oeste do estado. 
 
Rio Ceará-Mirim: Possui nascente na região central do 
estado e deságua no Atlântico, no município de Extremoz. 
É um dos rios que cortam a região metropolitana de Natal. 
Rio Jacu: Nasce na divisa com a Paraíba e deságua na 
Lagoa de Guaraíras. Percorre uma área importante para a 
agricultura irrigada. 
 
PRINCIPAIS BACIAS HIDROGRÁFICAS 
 
Bacia do Piancó - Piranhas-Açu: Abrange uma área 
significativa no estado e é essencial para a irrigação e 
abastecimento de água de várias cidades. 
Bacia do Rio Potengi: Predomina na região leste do 
estado e inclui a capital, Natal. Esta bacia tem grande 
importância para o abastecimento urbano e agrícola. 
Bacia do Rio Apodi-Mossoró: Localizada na região 
oeste, é fundamental para a irrigação e a agricultura da 
região. 
Bacia do Rio Ceará-Mirim: Pequena em extensão, mas 
relevante para a região metropolitana de Natal, 
especialmente para o abastecimento de água e irrigação. 
 
 
 
RESERVATÓRIOS E AÇUDES 
 
O estado também possui vários açudes e reservatórios 
que são cruciais para o armazenamento de água durante 
os períodos de seca. Alguns dos principais açudes são: 
 
Açude Gargalheiras (Açude Marechal Dutra): Localizado 
em Acari. 
Açude de Extremoz: Importante para o abastecimento de 
água de Natal. 
Açude 25 de Março: Localizado no município de Encanto, 
com uma capacidade de 99,56%. 
Barragem Armando Ribeiro Gonçalves: Uma das 
maiores do estado, com capacidade para armazenar água 
e gerar energia. 
Barragem Campo Grande: Essa barragem também é 
relevante para o abastecimento hídrico. 
Açude Itans: Situado no município de Caicó. 
Barragem de Oiticica: Importante obra em construção, 
que visa atender às necessidades de abastecimento e 
controle de enchentes. 
Barragem Passagem das Traíras: Localizada em Rodolfo 
Fernandes, com capacidade de 96,08%. 
Açude Pau dos Ferros: Contribui para o abastecimento 
de água na região. 
Barragem de Santa Cruz do Apodi: Importante para a 
gestão hídrica. 
Açude Santana: Localizado em Rafael Fernandes, com 
capacidade de 97,33%. 
Barragem Tabatinga: Contribui para o controle de 
enchentes e o fornecimento de água. 
 
Essas barragens desempenham um papel crucial na 
gestão dos recursos hídricos do estado, fornecendo água 
para consumo humano, agricultura e geração de energia. 
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Rios Intermitentes - Definição: São rios que não possuem 
fluxo constante de água durante todo o ano. Eles secam 
ou têm fluxo reduzido durante a estação seca e correm 
apenas durante a estação chuvosa. 
Exemplos: Muitos rios no interior do estado, como o Rio 
Seridó e o Rio Salgado, são intermitentes devido ao clima 
semiárido da região. 
 
Rios Perenes - Definição: São rios que possuem fluxo de 
água constante durante todo o ano, independentemente 
das condições climáticas. 
Exemplos: O Rio Potengi é um dos poucos exemplos de 
rio perene no estado, com fluxo constantede água. 
 
Rios Temporários - Definição: São rios que existem 
apenas durante curtos períodos, geralmente após chuvas 
intensas. Podem desaparecer completamente durante a 
estação seca. 
Exemplos: Pequenos riachos e córregos que se formam 
durante a estação chuvosa em áreas de relevo mais 
elevado. 
 
Rios Efêmeros - Definição: São rios que se formam 
imediatamente após as chuvas e desaparecem 
rapidamente, geralmente em poucas horas ou dias. 
Exemplos: Riachos formados por chuvas intensas nas 
áreas de serra, como na Serra de Santana. 
 
Rios Costeiros - Definição: São rios que correm 
paralelamente à costa e desembocam diretamente no 
Oceano Atlântico. 
Exemplos: O Rio Ceará-Mirim e o Rio Pirangi são 
exemplos de rios costeiros no Rio Grande do Norte. 
 
Rios Arreicos - Definição: São rios que não possuem um 
padrão de drenagem definido e, muitas vezes, a água se 
dispersa e infiltra no solo. Estes rios geralmente ocorrem 
em regiões áridas ou semiáridas. 
Exemplos: Rios que ocorrem em áreas desérticas onde a 
água é rapidamente absorvida pelo solo arenoso ou 
evapora. 
 
Rios Mesorreicos - Definição: São rios que drenam suas 
águas para outros rios ou lagos, mas não chegam ao mar. 
Eles acabam em regiões endorreicas ou sem saída, onde 
a água se evapora ou infiltra. 
Exemplos: Rios em regiões do interior da América do 
Norte, que acabam em grandes lagos salinos ou pântanos 
sem saída para o oceano. 
 
Rios Endorreicos - Definição: São rios que correm para 
bacias internas fechadas e não chegam ao oceano. A água 
desses rios acaba se acumulando em lagos ou se evapora. 
Exemplos: O Mar Cáspio é um exemplo de destino de rios 
endorreicos. Outros exemplos incluem o Lago Chade na 
África e o Lago Eyre na Austrália. 
 
TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO NO RIO 
GRANDE DO NORTE 
 
A transposição do Rio São Francisco é um projeto 
ambicioso e polêmico que visa transferir parte das águas 
do Rio São Francisco para regiões do Nordeste brasileiro 
que sofrem com a escassez hídrica. O projeto é conhecido 
como Projeto de Integração do Rio São Francisco com 
Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional. 
 
OBJETIVOS DO PROJETO 
 
O principal objetivo da transposição é garantir a segurança 
hídrica para as regiões semiáridas do Nordeste, 
beneficiando estados como Pernambuco, Paraíba, Ceará e 
Rio Grande do Norte. A ideia é utilizar as águas do São 
Francisco para abastecer açudes, rios menores e sistemas 
de irrigação, diminuindo os impactos da seca. 
 
O PROJETO É DIVIDIDO EM DOIS GRANDES EIXOS: 
 
Eixo Norte: Com cerca de 400 km de extensão, este eixo 
leva água para os sertões de Pernambuco, Paraíba, Ceará 
e Rio Grande do Norte. Ele alimenta quatro rios e três sub-
bacias do São Francisco, além de dois açudes principais. 
Eixo Leste: Com aproximadamente 220 km de extensão, 
este eixo abastece parte do sertão e as regiões do agreste 
de Pernambuco e Paraíba. Ele passa pelas bacias do 
Pajeú, Moxotó e da região agreste de Pernambuco. 
 
Benefícios e Desafios 
• Abastecimento de água para mais de 12 milhões 
de pessoas. 
• Aumento da produção agrícola e geração de 
empregos nas regiões beneficiadas. 
• Redução dos impactos da seca e melhoria da 
qualidade de vida das populações locais. 
 
 
 
Desafios: 
• Alto custo de construção e manutenção, com 
gastos já ultrapassando R$ 14 bilhões. 
• Impactos ambientais e sociais, incluindo a 
necessidade de realocação de comunidades e alterações 
nos ecossistemas locais. 
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• Críticas sobre a eficácia do projeto em resolver os 
problemas de escassez hídrica, com alguns especialistas 
argumentando que a má gestão dos recursos hídricos 
existentes é um problema maior. 
 
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E AMBIENTAL 
 
A hidrografia do Rio Grande do Norte é crucial para várias 
atividades econômicas, incluindo agricultura, pesca e 
turismo. Além disso, os rios e reservatórios desempenham 
um papel vital no abastecimento de água para a população 
e na preservação dos ecossistemas locais. Esses 
reservatórios são vitais para enfrentar os períodos de seca, 
comuns na região, e para sustentar as atividades 
econômicas e sociais do Rio Grande do Norte. Eles são 
gerenciados por órgãos como o Instituto de Gestão das 
Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN). 
 
VEGETAÇÃO DO RIO GRANDE DO NORTE 
 
O estado do Rio Grande do Norte apresenta uma 
vegetação diversificada, que é influenciada pelo clima 
semiárido predominante na região. Aqui estão os principais 
tipos de vegetação encontrados no estado, suas 
características e localização: 
 
 
 
CAATINGA 
Características: A caatinga é uma vegetação adaptada às 
condições de seca, com plantas xerófitas que têm 
adaptações para reduzir a perda de água. As espécies 
comuns incluem cactáceas (como o mandacaru e o xique-
xique), arbustos espinhosos e árvores de pequeno porte, 
como o juazeiro e a baraúna. 
Localização: Predomina na maior parte do interior do 
estado, especialmente na região do Seridó e em outras 
áreas semiáridas. 
 
VEGETAÇÃO LITORÂNEA 
Características: Inclui dunas, restingas e manguezais. As 
dunas são formadas por areia fina e são constantemente 
modeladas pelo vento. As restingas são formadas por 
vegetação herbácea e arbustiva adaptada a solos 
arenosos e salinos. Os manguezais são ecossistemas 
costeiros localizados em áreas de transição entre 
ambientes terrestres e marinhos, com vegetação composta 
por árvores e arbustos que toleram a salinidade. 
Localização: Encontrada ao longo da costa do estado, 
abrangendo áreas como as praias de Genipabu, Ponta 
Negra e as margens dos estuários dos rios. 
 
CERRADO 
Características: O cerrado é um bioma de savana tropical, 
composto por arbustos isolados com galhos retorcidos, 
árvores de pequeno a médio porte e diversas espécies de 
gramíneas. O solo é geralmente pobre em nutrientes e 
ácido. 
Localização: Presente em algumas áreas do interior do 
estado, especialmente em regiões de transição entre a 
caatinga e outras formações vegetais. 
 
FLORESTAS SUBCADUCIFÓLIAS 
Características: Essas florestas são encontradas em áreas 
de transição entre a zona úmida e o sertão. A vegetação é 
composta por árvores que perdem suas folhas durante a 
estação seca para economizar água. Exemplos incluem 
espécies como o angico, o ipê e o pau-ferro. 
Localização: Ocupam uma pequena porção do estado, 
principalmente em áreas elevadas, como topos e encostas 
de serras. 
 
CAMPOS DE ALTITUDE 
Características: São formações vegetais encontradas em 
áreas elevadas, caracterizadas por gramíneas e pequenos 
arbustos. Essas áreas possuem solos rasos e pobres em 
nutrientes. 
Localização: Localizados nas partes mais altas do estado, 
como na Serra de Santana. 
 
MATA ATLÂNTICA 
Características: Remanescentes de Mata Atlântica são 
encontrados em algumas regiões do estado. É uma 
vegetação densa e diversificada, com árvores de grande 
porte e uma rica biodiversidade. 
Localização: Principalmente em áreas de encostas e 
serras próximas ao litoral, como em trechos da Mata 
Estrela em Baía Formosa. 
 
PROBLEMÁTICA DAS QUEIMADAS E 
DESMATAMENTO. 
 
Aumento do Desmatamento: Em 2021, o Rio Grande do 
Norte teve 6.760 hectares de cobertura vegetal 
desmatada, um aumento de 70% em relação a 2020. Esse 
aumento coloca o estado em 18º lugar no ranking nacional 
de desmatamento. 
 
Áreas Protegidas: O estado possui 11 Unidades de 
Conservação (UCs) estaduais, sendo cinco de proteção 
integral e seis de uso sustentável. Em 2021, foram 
detectados 166.895 hectares de desmatamento dentro de 
UCs no Brasil, representando 10,1% da área total 
desmatada no país. 
 
Monitoramento das queimadas: O Instituto Nacional de 
Pesquisas Espaciais (INPE) atualiza regularmente o painel 
Terra Brasilis, que monitora queimadas e desmatamento 
no Brasil. Esse painel fornece dados essenciais para o 
acompanhamento e a compreensão da dinâmica das 
queimadas e incêndios florestais.Focos de Queimadas: O painel Terra Brasilis integra 
informações sobre focos de fogo com dados de supressão 
da vegetação primária e estrutura fundiária, permitindo 
identificar focos de calor em áreas desmatadas quase em 
tempo real. 
 
Esforços de Conservação - Zerando o Desmatamento 
da Mata Atlântica: Em 2019, o Rio Grande do Norte 
conseguiu zerar o desmatamento das áreas de Mata 
Atlântica, de acordo com o Atlas da Mata Atlântica. Esse 
feito foi alcançado em conjunto com Alagoas, sendo os 
únicos estados a zerar o desmatamento acima de 3 
hectares naquele ano. 
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CLIMATOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE 
 
 
 
CLIMA SEMIÁRIDO 
Características: Predomina na maior parte do interior do 
estado. Caracteriza-se por altas temperaturas durante todo 
o ano, com médias anuais em torno de 27°C. A 
precipitação é baixa e irregular, variando entre 300 e 800 
mm anuais, concentrada principalmente nos meses de 
março a maio. 
Localização: Regiões do Seridó, Oeste Potiguar e parte do 
Agreste. 
 
CLIMA TROPICAL ÚMIDO 
Características: Apresenta temperaturas elevadas ao longo 
do ano, com médias em torno de 26°C a 28°C. As chuvas 
são mais abundantes e bem distribuídas, com 
precipitações anuais variando entre 1.200 e 1.500 mm, 
concentradas principalmente de abril a julho. 
Localização: Litoral e áreas próximas à costa, incluindo 
Natal e outros municípios litorâneos. 
 
CLIMA TROPICAL COM ESTAÇÃO SECA 
Características: Este clima tem temperaturas elevadas 
durante todo o ano, com médias anuais em torno de 26°C 
a 28°C. A precipitação é moderada, variando entre 800 e 
1.200 mm anuais, com uma estação seca bem definida de 
setembro a fevereiro. 
Localização: Áreas de transição entre o clima semiárido do 
interior e o clima tropical úmido da costa, como parte do 
Agreste e algumas áreas do Litoral Leste. 
 
CLIMA SUBÚMIDO 
Características: Apresenta temperaturas altas, com médias 
anuais em torno de 25°C a 27°C. A precipitação varia entre 
800 e 1.200 mm anuais, mas é mais irregular e com maior 
variação anual do que no clima tropical úmido. 
Localização: Regiões de transição entre o clima semiárido 
e o tropical úmido, geralmente em áreas de maior altitude 
como a Serra de Santana e outras áreas serranas. 
 
A QUESTÃO DAS SECAS NO ESTADO DO RIO 
GRANDE DO NORTE 
 
A seca no Rio Grande do Norte é um problema histórico e 
persistente, especialmente devido ao clima semiárido que 
predomina em grande parte do estado. Essa condição 
climática resulta em chuvas irregulares e insuficientes para 
atender às necessidades da população e das atividades 
econômicas, como a agricultura e a pecuária. Aqui estão 
os principais aspectos da problemática: 
 Impactos Socioeconômicos: A seca afeta 
diretamente a produção agrícola e a criação de animais, 
que são atividades essenciais para a subsistência de 
muitas famílias no interior. Isso leva à redução da renda e 
ao aumento da migração para áreas urbanas. 
 Desertificação: O uso inadequado do solo e a 
exploração excessiva dos recursos naturais agravam o 
processo de desertificação, especialmente em regiões 
como o Seridó. Isso reduz ainda mais a capacidade 
produtiva da terra. 
 
 Abastecimento de Água: Muitos reservatórios e 
açudes enfrentam colapso hídrico durante períodos de 
seca prolongada. A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, 
a maior do estado, frequentemente opera em níveis 
críticos, afetando o abastecimento de água para consumo 
humano e irrigação. 
 
 Desigualdade no Acesso à Água: A seca 
intensifica as desigualdades, pois comunidades mais 
isoladas e vulneráveis têm menos acesso a soluções como 
caminhões-pipa e sistemas de irrigação. 
 
 Soluções e Desafios: Apesar de esforços como 
a construção de cisternas e programas de convivência com 
o semiárido, a seca continua sendo um desafio devido à 
falta de investimentos consistentes em infraestrutura 
hídrica e políticas públicas de longo prazo. 
PROGRAMAS DO GOVERNO CONTRA A SECA 
O estado do Rio Grande do Norte tem implementado 
diversos programas e ações para enfrentar os desafios da 
seca, com foco em convivência sustentável com o 
semiárido. Alguns dos principais programas incluem: 
 Plano de Mitigação dos Efeitos da Estiagem: 
Lançado pelo governo estadual, esse plano prevê 
investimentos em ações emergenciais e estruturantes, 
como a perfuração e instalação de poços tubulares, 
ampliação de áreas irrigadas e distribuição de palma 
forrageira e feno. 
 
 RN + Água: Um programa que busca garantir o 
abastecimento hídrico em regiões mais afetadas pela seca, 
priorizando a instalação de poços e sistemas de reuso de 
água. 
 
 Crédito para Produtores Rurais: Linhas de 
financiamento específicas para aquisição de ração e 
implementação de tecnologias de irrigação, ajudando 
agricultores a enfrentar períodos de estiagem. 
 
 Reconhecimento de Situação de Emergência: 
O estado tem solicitado apoio federal para ações de 
defesa civil, como distribuição de água e alimentos, por 
meio do reconhecimento de situação de emergência em 
municípios afetados 
 
 Perfuração e instalação de poços tubulares: O 
governo tem investido na ampliação do acesso à água, 
priorizando regiões mais afetadas pela estiagem. 
 
 Programas de convivência com o semiárido: 
Projetos como o "RN + Água” busca garantir o 
abastecimento hídrico por meio de tecnologias adaptadas 
às condições locais. 
 
 Crédito para produtores rurais: Linhas de 
financiamento específicas têm sido disponibilizadas para 
ajudar agricultores a adquirir ração para rebanhos e 
implementar sistemas de irrigação. 
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 Distribuição de palma forrageira e feno: Essas 
ações visam garantir a alimentação dos rebanhos durante 
períodos de seca prolongada. 
 
ECONOMIAS FUNDADORAS E TRADICIONAIS DO RIO 
GRANDE DO NORTE. 
 
As economias fundadoras do Rio Grande do Norte 
desempenharam um papel crucial no desenvolvimento 
econômico e no povoamento do estado. Aqui estão as 
principais economias fundadoras e suas características: 
 
PECUÁRIA 
Características: A pecuária foi uma das primeiras 
atividades econômicas do estado, implantada 
principalmente na região do sertão. A criação de gado 
bovino e caprino era a base dessa economia, que exigia 
grandes extensões de terra e um contingente significativo 
de trabalhadores. 
Localização: Sertão e regiões do Agreste. 
Impacto no Povoamento: A pecuária atraiu colonos e 
trabalhadores para o interior do estado, estabelecendo 
fazendas e incentivando o desenvolvimento de pequenas 
vilas e cidades. 
 
 
 
CANA-DE-AÇÚCAR 
Características: A atividade canavieira foi uma das 
primeiras economias do estado, com engenhos como 
Cunhaú e Ferreiro Torto sendo os principais 
representantes. A produção de açúcar e derivados era 
destinada principalmente à exportação. 
Localização: Litoral e regiões próximas à costa. 
Impacto no Povoamento: A demanda por mão de obra nos 
engenhos levou à vinda de trabalhadores e escravizados 
africanos, resultando no crescimento populacional e na 
formação de comunidades ao redor dessas unidades de 
produção. 
ALGODÃO (Mocó) 
Características: A cultura do algodão teve grande 
importância econômica, especialmente durante o século 
XIX e início do século XX. A produção de algodão gerou 
uma forte classe política e promoveu a urbanização de 
várias cidades, sendo conhecido como Ouro Branco. 
Localização: Regiões do Agreste e Seridó. 
Impacto no Povoamento: A cultura do algodão gerou 
empregos e atraiu investidores e trabalhadores para o 
estado, promovendo o crescimento de cidades e vilarejos. 
 
MINERAÇÃO 
Características: A mineração, especialmente a exploração 
de scheelita, foi uma atividade econômica significativa no 
estado. A scheelita é um mineral utilizado na produção de 
tungstênio, um metal dealta resistência. 
Localização: Regiões de Currais Novos, Acari, Caicó e 
Parelhas. 
Impacto no Povoamento: A mineração atraiu trabalhadores 
e empresários para as regiões de Currais Novos, Acari, 
Caicó e Parelhas, contribuindo para o desenvolvimento 
urbano e econômico dessas áreas. 
 
PRODUÇÃO DE SAL MARINHO: 
Características: O RN é o maior produtor de sal marinho 
do Brasil, com destaque para a região do litoral 
setentrional na Costa Branca Potiguar. 
Localização: Região de Mossoró e Areia Branca. 
Nas economias tradicionais podemos destacar as 
seguintes economias: 
 
Pecuária: A criação de gado, tanto para carne quanto para 
leite, sempre foi uma atividade relevante, especialmente no 
interior. Atualmente existem muitos investimentos na 
pecuária suina e caprina. 
 
Pesca e Carcinicultura: A pesca artesanal e a criação de 
camarões são atividades tradicionais, com grande impacto 
econômico. Um breve destaque para a criação de Lagosta 
no Estado. 
 
Fruticultura Irrigada: Mais recente, mas já consolidada, a 
produção de frutas como melão e manga é destaque na 
exportação. 
 
(GEO)ECONOMIA DO RIO GRANDE DO NORTE. 
 
PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONOMICAS QUE 
CONTRIBUEM PARA O PIB DO ESTADO 
 
EXTRATIVISMO (5,1% DO PIB) 
 
AGROINDUSTRIA 
 ALGODÃO 
 SISAL E CERA DE CARNAÚBA 
 FRUTICULTURA IRRIGADA (MELÃO E ABACAXI) – 
(MOSSORÓ, APODI E TIBAU) 
 PECUÁRIA BOVINA. CAPRINA E SUINA 
 INCLUINDO ARROZ, ALGODÃO, FEIJÃO, FUMO, 
CANA-DE-AÇÚCAR, MAMÃO, COCO, MANDIOCA, 
MELANCIA, MANGA, ACEROLA, CASTANHA DE CAJU 
(SERRA DO MEL), BANANA E MILHO. 
 CARCINICULTURA (CAMARÃO E LAGOSTA) 
MINERAÇÃO 
 HIDROCARBONETOS (PETRÓLEO E GÁS 
NATURAL) 
 SCHEELITA (TUNGSTÊNIO) 
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 MINÉRIO DE FERRO JUCURUTU E CRUZETA) 
 SAL (COSTA BRANCA) – PORTO ILHA 
 CIMENTO E CAL (MOSSORÓ E APODI) 
ÁGUA MINERAL 
 TAMBÉM ENCONTRAMOS A EXPLORAÇÃO DO 
BERILO, GIPSITA, CALCÁRIO, CAULIN, TANTALITA, 
ENTRE OUTROS. 
INDÚSTRIA (24% DO PIB) 
 TEXTIL – ALGODÃO 
 CERAMICA 
 BENEFICIAMENTO DE ALIMENTOS (DESTAQUE NA 
PRODUÇÃO DE POLPA DE FRUTA) 
 COMBUSTÍVEIS (ALESAT COMBUSTIVEIS) 
 PRODUÇÃO DE ENERGIA (ENERGIAS 
RENOVÁVEIS) 
 SAL (COSTA BRANCA) 
 CIMENTO (MOSSORÓ E APODI) 
 INDUSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 
(PRINCIPALMENTE NA REGIÃO LESTE) 
 DESTAQUE TAMBÉM PARA A REGIÃO 
METROPOLITANA DE NATAL (PARNAMIRIM, MACAIBA 
E EXTREMOZ). 
 
GUERRA FISCAL 
 INFRAESTRUTURA (RODOVIÁRIO, PORTUÁRIA, 
FERROVIÁRIO E AEROPORTUÁRIO. 
 AUMENTO DO PORTO DE NATAL 
 UTILIZAÇÃO DOS AEROPORTOS DO ESTADO, COM 
ENFASE NO ALOISIO ALVES E AUGUSTO SEVERO 
 
 INVESTIMENTO NOS TRES NÍVEIS (FEDERAL, 
ESTADUAL E MUNICIPAL) 
 ISENÇÃO DE IMPOSTOS (PROADI – 75%) E AGORA 
O PROEDI – 95%) 
 INCENTIVOS COM PAC “Prático, Acessível e 
Confiável”. 
o PAC - PROGRAMA DE ACELERAÇÃO LDO 
CRESCIMENTO. 
 
SETOR DE SERVIÇOS (70,9 DO PIB) 
 TURISMO 
 ECOTURISMO 
 AVENTURA 
 RELIGIOSO (SANTA CRUZ – ESTATUA DE SANTA 
RITA) 
 CULTURAL (VIRADA CULTURAL) 
 RURAL 
 GASTRONOMICO 
 DE NEGÓCIOS (FESTIVAIS) 
 SÃO RELACIONADAS AO TURISMO MAIS DE 50 
ATIVIDADES DIRETA E INDIRETAMENTE. 
 SERVIÇOS LIGADOS A EDUCAÇÃO 
(UNIVERSIDADES PUBLICAS, PRIVADAS E IFRN) 
 ATIVIDADES COMERCIAIS (LOJAS, 
RESTAURANTES, SEGMENTOS DE ATENDIMENTO AO 
PUBLICO) 
 BANCOS, TRANSPORTE, COMUNICAÇÃO E LAZER 
E FUNCIONALISMO PÚBLICO. 
 
 
NOVOS SEGMENTOS DE NEGÓCIOS QUE VEM 
GANHANDO MERCADO NO ESTADO 
 Turismo Sustentável: Com o aumento do ecoturismo 
e a valorização de práticas sustentáveis, negócios voltados 
para experiências autênticas e preservação ambiental têm 
ganhado força. 
 
 Tecnologia e Startups: Empresas de tecnologia e 
inovação estão surgindo, especialmente em Natal, com 
foco em soluções digitais e serviços online. 
 
 Fruticultura e Agroindústria: A produção de frutas, 
como melão e manga, continua em expansão, com novos 
empreendimentos voltados para exportação e 
processamento. 
 
 Energia Renovável: O estado é um dos líderes em 
energia eólica e solar no Brasil, atraindo investimentos e 
novos negócios nesse setor. 
 
 Comércio e Serviços: Pequenos negócios, como lojas 
de vestuário, salões de beleza e serviços de alimentação, 
continuam a crescer, especialmente na categoria de 
Microempreendedor Individual (MEI). 
 
 Construção Civil e Mercado Imobiliário: Com o 
crescimento urbano, há um aumento na demanda por 
empreendimentos imobiliários e obras de infraestrutura. 
PRODUÇÃO DE ENERGA NO RIO GRANDE DO NORTE 
ENERGIA EÓLICA 
• Características: O Rio Grande do Norte é o 
maior produtor de energia eólica do Brasil. O estado possui 
condições climáticas favoráveis, com ventos fortes e 
constantes, que são ideais para a geração de energia 
eólica. 
• Parques Eólicos: Existem vários parques eólicos 
espalhados pelo estado, como os localizados em Lajes, 
Pedro Avelino e Currais Novos. Esses parques contribuem 
significativamente para a matriz energética do estado. 
• ON SHORE E OFF SHORE. 
 
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Energia Eólica: O estado é o maior gerador de energia 
eólica do Brasil, com mais de 293 parques eólicos em 
operação, representando cerca de 32% da produção 
nacional. Em 2023, foram registrados R$ 22,5 bilhões em 
novos projetos de geração de energia. 
Algumas usinas eólicas do Rio Grande do Norte são: 
Parque Eólico Boqueirão, localizado nos municípios de 
Lajes e Caiçara do Rio do Vento 
Parque Eólico de João Câmara, considerado o maior 
parque eólico do Brasil 
Parque Eólico Asa Branca - Localizado em João Câmara, 
é um dos maiores do estado. 
Parque Eólico Alegria - Situado em Guamaré, contribui 
significativamente para a produção de energia. 
 
Parque Eólico Mangue Seco - Localizado em Galinhos, 
aproveita os ventos constantes da região. 
Parque Eólico Miassaba 2 - Em Areia Branca, é um 
exemplo de eficiência energética. 
Parque Eólico Lagoa do Mato - Também em João 
Câmara, reforça a capacidade de geração do estado. 
 
O Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia 
elétrica por meio da geração eólica do Brasil. Capacidade 
de geração de energia eólica: 
Em agosto de 2024, o Rio Grande do Norte tinha uma 
capacidade de geração de energia eólica de 10 GW, o 
suficiente para abastecer cerca de 5 milhões de 
residências. Pico de geração eólica, O pico de geração 
eólica ocorre entre os meses de agosto e setembro, 
período conhecido como “safra dos ventos” 
Outros municípios com usinas eólicas no RN: 
Parazinho 
Serra do Mel 
São Bento do Norte 
Pedra Grande 
São Miguel do Gostoso 
Bodó 
Guamaré 
Jandaíra 
Areia Branca 
Ceará-Mirim 
 
ENERGIA SOLAR 
 
• Características: A energia solar também tem 
ganhado destaque no Rio Grande do Norte, aproveitando a 
alta incidência de radiação solar na região. 
• Projetos: Diversos projetos de usinas solares 
estão em desenvolvimento, contribuindo para a 
diversificação da matriz energética e a sustentabilidade. 
HIDROGÊNIO VERDE 
• Características: O estado está se consolidando 
como um HUB de produção de hidrogênio verde (H2V), 
uma fonte de energia limpa e sustentável. 
• Investimentos: Com investimentos substanciais, o 
Rio Grande do Norte está desenvolvendo projetos 
ambiciosos para a produção de H2V, como o Complexo 
Industrial Alto dos Ventos em Macau. 
 
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E AMBIENTAL 
• Desenvolvimento Sustentável: A produção de 
energia renovável no Rio Grande do Norte contribui para o 
desenvolvimento sustentável, reduzindo a emissão de 
gases de efeito estufa e promovendo a preservação 
ambiental. 
• Geração de Empregos: Os projetos de energia 
renovável também geram empregos e atraem 
investimentos para o estado, impulsionando a economia 
local. 
Esses aspectos destacam o Rio Grande do Norte como um 
protagonista na produçãode energia renovável no Brasil, 
contribuindo para a sustentabilidade e o desenvolvimento 
econômico da região. 
PETRÓLEO E GÁS NATURAL 
 
Petróleo e o gás natural desempenham um papel crucial 
na economia do Rio Grande do Norte, sendo fontes 
significativas de geração de empregos e arrecadação de 
receitas. O estado é destaque na produção onshore, com 
um grande número de poços ativos e infraestrutura 
consolidada. Além disso, o gás natural tem ganhado 
relevância como uma alternativa energética mais limpa, 
contribuindo para a diversificação da matriz energética e o 
fortalecimento da economia local. Esses recursos 
continuam sendo pilares estratégicos para o 
desenvolvimento econômico do RN. 
A exploração e produção de petróleo e gás natural são 
atividades econômicas estratégicas, gerando empregos 
diretos e indiretos, além de contribuir significativamente 
para a arrecadação de royalties e impostos. 
Historicamente, o RN se destacou pela exploração de 
campos terrestres, com infraestrutura consolidada e uma 
longa tradição na indústria petrolífera. Apesar dos desafios 
enfrentados pelo setor, como a transição para fontes de 
energia renováveis, o petróleo e o gás natural continuam 
sendo pilares importantes para a economia local. 
 
A Margem Equatorial é uma nova fronteira exploratória de 
petróleo e gás no Brasil, localizada ao longo da costa norte 
do país, abrangendo estados como o Rio Grande do 
Norte, Ceará, Amapá e outros. Essa região tem atraído 
atenção devido ao seu grande potencial energético, com 
características geológicas semelhantes às de áreas ricas 
em petróleo na Guiana e no Suriname. 
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Recentemente, a Petrobras anunciou descobertas 
promissoras na Margem Equatorial, incluindo indícios de 
petróleo na Bacia Potiguar, que faz parte dessa região. 
Estima-se que a Margem Equatorial possa conter reservas 
significativas, comparáveis às do pré-sal, o que pode gerar 
impactos econômicos bilionários e criar milhares de 
empregos. No entanto, a exploração enfrenta desafios 
ambientais e regulatórios, com debates sobre a 
necessidade de equilibrar o desenvolvimento econômico e 
a preservação ambiental. A região é vista como estratégica 
para garantir a segurança energética do Brasil no futuro. 
URBANIZAÇÃO DO RIO GRANDE DO NORTE 
A urbanização refere-se ao processo pelo qual áreas rurais 
se transformam em áreas urbanas, resultando na 
expansão das cidades e no aumento da população urbana. 
Este processo é impulsionado por uma série de fatores 
econômicos, sociais e ambientais. Aqui estão alguns 
pontos chave sobre a urbanização: 
Definição: Urbanização é o crescimento das cidades em 
termos de população e infraestrutura, transformando áreas 
rurais em urbanas. 
FATORES CONTRIBUINTES: 
 Desenvolvimento Econômico: A modernização 
da economia, com a expansão do setor terciário e o 
crescimento da indústria, é um fator importante. 
 Infraestrutura e Serviços: Investimentos em 
infraestrutura urbana, como transporte, saneamento básico 
e energia, contribuem significativamente. 
 Migração Rural-urbana: A migração de pessoas 
das áreas rurais para as urbanas em busca de melhores 
oportunidades econômicas, educação e serviços de saúde. 
 
REDE URBANA E HIERARQUIA URBANA 
 
A rede urbana se refere à forma como as cidades e os 
centros urbanos estão conectados entre si, formando um 
sistema de cidades que interage e se complementa. No 
contexto do Rio Grande do Norte, a rede urbana é 
composta por cidades de diferentes portes, que 
desempenham funções diversas e se relacionam de 
maneiras variadas. 
 
CARACTERÍSTICAS DA REDE URBANA DO RIO 
GRANDE DO NORTE 
 
Hierarquia Urbana: 
 Metropolitana: Natal, a capital do estado, é o 
principal centro urbano, concentrando serviços de alto 
nível, como hospitais, universidades, e centros comerciais. 
É o principal polo de atração de migrantes e investimentos. 
 Submetropolitanas: Mossoró, a segunda maior 
cidade do estado, é um importante centro econômico, 
educacional e de serviços. Outras cidades como 
Parnamirim e São Gonçalo do Amarante também 
desempenham funções importantes na rede urbana. 
 Centros Regionais: Cidades como Caicó, Currais 
Novos, Assú e Pau dos Ferros atuam como centros 
regionais, oferecendo serviços e comércio para áreas 
circundantes menores. 
Funções Urbanas: 
 Econômica: Natal e Mossoró são os principais 
centros econômicos, com indústrias, comércio, serviços 
financeiros e turismo. Parnamirim se destaca pela 
proximidade com Natal e pela presença de empresas e 
instituições militares. 
 
 Educacional e de Saúde: As maiores cidades 
abrigam as principais universidades e hospitais, atraindo 
estudantes e pacientes de outras regiões do estado. 
 Turística: A rede urbana inclui cidades com forte 
apelo turístico, como Tibau do Sul (Pipa), Touros e São 
Miguel do Gostoso, que são destinos procurados por 
visitantes nacionais e internacionais. 
Infraestrutura e Transporte: 
 
Rodovias: A rede urbana é conectada por uma malha 
rodoviária que facilita o transporte e a integração entre as 
cidades. As principais rodovias incluem a BR-101, BR-304 
e BR-406. 
 
Aeroportos: O Aeroporto Internacional Governador Aluízio 
Alves, em São Gonçalo do Amarante, é o principal 
aeroporto do estado, conectando o Rio Grande do Norte 
com outras regiões do Brasil e o exterior. Não podemos 
deixar de lado o aeroporto Augusto Severo que por muito 
tempo foi o principal da região 
 
Portos: O Porto de Natal é um importante ponto de 
entrada e saída de mercadorias, contribuindo para o 
comércio exterior do estado. 
 
Parques Industriais da Região Metropolitana (RMN): 
São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Parnamirim e 
Extremoz. 
 
Desafios da Rede Urbana: 
 
Desigualdade Regional: A concentração de serviços e 
oportunidades em cidades maiores pode gerar 
desigualdades regionais, com áreas rurais e pequenas 
cidades enfrentando dificuldades para se desenvolver. 
Planejamento Urbano: A gestão do crescimento urbano e a 
necessidade de melhorias na infraestrutura são desafios 
contínuos para garantir o desenvolvimento equilibrado e 
sustentável. 
 
A conurbação é o processo de crescimento e fusão física 
entre cidades próximas, formando uma área urbana 
contínua. Isso ocorre quando o desenvolvimento urbano de 
dois ou mais municípios se expande a tal ponto que suas 
fronteiras passam a se interligar, criando uma grande 
mancha urbana. Esse fenômeno costuma estar 
relacionado ao aumento populacional, desenvolvimento 
econômico e à melhoria das infraestruturas de transporte e 
comunicação entre as cidades. Exemplos de conurbação 
no Brasil incluem: 
 Região Metropolitana de São Paulo, que é o 
maior caso de conurbação no país; 
 Baixada Santista, onde cidades como Santos e 
São Vicente se uniram fisicamente; 
 Grande Natal, no Rio Grande do Norte, onde 
municípios próximos como Parnamirim e Natal 
compartilham uma mancha urbana contínua. 
Horizontalização e Verticalização. 
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 Horizontalização: Refere-se ao crescimento das 
cidades em extensão territorial, com a expansão urbana 
para áreas periféricas e a ocupação de terrenos 
horizontais. Esse processo é comum em cidades que 
ainda possuem espaço para se expandir e está associado 
à criação de bairros residenciais afastados dos centros 
urbanos. 
 
 Verticalização: Indica o desenvolvimento urbano 
marcado pela construção de edifícios e prédios altos, 
geralmente em áreas centrais e economicamente 
valorizadas. A verticalização está ligada à alta densidade 
populacional e ao aumento do valor imobiliário em regiões 
consolidadas da cidade. 
 
 Metropolização: É o processo de formação de 
áreas metropolitanas, onde cidades vizinhas a um núcleo 
urbano principal passam a seintegrar funcionalmente. Isso 
ocorre devido ao crescimento populacional e econômico, 
que gera fluxos de pessoas, bens e serviços entre as 
cidades, formando uma rede urbana integrada. 
 
 A periferização é o processo de crescimento e 
ocupação de áreas periféricas das cidades, geralmente por 
populações de baixa renda. Esse fenômeno está 
relacionado à expansão urbana desordenada e à exclusão 
social, sendo marcado por problemas de infraestrutura, 
serviços públicos insuficientes e difícil acesso a 
oportunidades econômicas e sociais. 
 
 Principais características da periferização: 
 
 Ocupação desigual do espaço urbano: As 
áreas centrais são reservadas às classes mais 
favorecidas, enquanto as populações vulneráveis são 
empurradas para a periferia. 
 
 Infraestrutura precária: Serviços básicos, como 
saneamento, transporte e saúde, são frequentemente 
insuficientes nas regiões periféricas. 
 
 Segregação socioespacial: A periferização 
reforça a separação entre classes sociais, contribuindo 
para a desigualdade. Criando a favelização urbana. 
 
A periferização é um reflexo da falta de políticas públicas 
efetivas de planejamento urbano e habitação. Se quiser, 
posso explorar soluções ou discutir casos específicos 
relacionados a esse tema! 
DEMOGRAFIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO 
NORTE 
 
A demografia é o estudo estatístico das populações 
humanas, analisando suas características, dinâmicas e 
distribuição espacial. Ela investiga aspectos como 
crescimento populacional, natalidade, mortalidade, 
migração, composição por idade, sexo, renda, entre outros 
fatores. 
 
Esse campo é fundamental para compreender as 
mudanças na sociedade e para embasar políticas públicas 
em áreas como saúde, educação, habitação e 
planejamento urbano. Em resumo, a demografia ajuda a 
interpretar como as populações se transformam ao longo 
do tempo e como essas transformações impactam a 
estrutura social e econômica. 
 
• População Total ou Absoluta: De acordo com o 
Censo de 2022, o Rio Grande do Norte tem uma 
população de aproximadamente 3.302.729 habitantes. 
• Distribuição Urbana e Rural: Mais de 80% da 
população vive em áreas urbanas, com a capital Natal 
concentrando uma grande parte dessa população. Em 
contraste, municípios como Ielmo Marinho têm uma 
população predominantemente rural. 
• Crescimento Populacional: Entre 2000 e 2010, 
o estado registrou um crescimento populacional de 
14,30%, superior às médias da região Nordeste e do 
Brasil. 
• Densidade Demográfica: A densidade 
demográfica é de 59,99 habitantes por quilômetro 
quadrado, com Natal apresentando a maior densidade 
(4.808,2 hab./km²) e Galinhos a menor (6,31 hab./km²). 
• Composição Étnica: A população é composta 
por 52,75% de pardos, 40,84% de brancos, 5,23% de 
pretos, 1,07% de amarelos e 0,09% de indígenas. 
 Densidade Demográfica: A densidade é de 
62,54 habitantes por km², acima da média da região 
Nordeste. 
o Distribuição da população 
o As migrações no estado do Rio Grande do 
Norte 
o A capital como polo de atração 
o A Fruticultura como fator de aglomeração 
urbana. 
 
 Urbanização: Cerca de 77,81% da população 
vive em áreas urbanas, enquanto 22,19% reside em áreas 
rurais. 
 Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): O 
IDH do estado é 0,728, considerado médio, com destaque 
para o índice de longevidade (0,792). 
 Crescimento Populacional: Entre 2010 e 2022, 
o crescimento foi de 4,24%, acima da média do Nordeste.

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