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DOUTO JUÍZO CÍVEL DA COMARCA DE CAMPINA GRANDE/PB PAULO CRUZ, nacionalidade..., casado, servidor público federal, portador do CPF nº..., com endereço eletrônico..., residente e domiciliado na Rua ..., nº..., Bairro..., Campina Grande/PB, CEP... e CRISTINA SILVA CRUZ, nacionalidade..., casada, autônoma, portadora do CPF nº..., com endereço eletrônico..., residente e domiciliada na Rua..., nº..., Bairro..., Campina Grande/PB, CEP..., por intermédio de seu advogado constituído (procuração em anexo), inscrito na OAB sob o nº..., endereço eletrônico..., com endereço profissional na Rua..., nº..., Bairro..., Cidade..., Estado..., CEP..., onde recebe intimações, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, propor, com fundamento no artigo 226, §6º da Constituição Federal, artigo 1571 e seguintes do Código Civil e artigo 731 do Código de Processo Civil, propor a presente AÇÃO DE DIVÓRCIO CONSENSUAL CUMULADA COM PARTILHA DE BENS E REGULAMENTAÇÃO DE VISITA 1. Dos Fatos Os interessados são casados, desde o ano de 2018, união contraída sem a formalização de pacto antinupcial, adotando assim o regime da comunhão parcial de bens. Em 16 de dezembro de 2021, nasceu Júlia ..., idade..., menor impúbere (certidão de nascimento anexa), filha única do casal, que até o presente momento viveu sob a guarda de ambos. Durante a união, o casal adquiriu patrimônio consistente em: Um apartamento, residência do casal, localizado no Bairro Catolé, Campina Grande, Paraíba, avaliado no valor atual de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais). Destaca-se que 50% do valor do imóvel adveio de herança do genitor de CRISTINA, fato reconhecido por PAULO; Uma loja comercial, situada a 100 (cem) metros da residência do casal, adquirida por meio de compra e venda em 2022, avaliada em R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). Não desejando manter o matrimônio, os interessados vem, perante Vossa Excelência, requerer o divórcio consensual, visando resguardar os direitos da filha. 2. Dos Fundamentos Considerando que o imóvel comercial pertence ao casal, tendo sido adquirido por ambos, na constância do casamento, conforme artigo 1.660 do Código Civil, deverá ser repartido, cabendo a cada um 50% do bem. Já em relação ao apartamento, têm-se que 50% do valor empregado em sua compra adveio de herança paterna da interessada. Logo, com fulcro no artigo 1659, §1º do Código Civil, caberá a Cristina 75% do imóvel e 25% a Paulo. Fica estabelecido que Cristina fixará residência no apartamento, juntamente com a filha, enquanto Paulo deixará o imóvel. Em relação a guarda da filha, com base no artigo 1583, §2º do Código Civil, será compartilhada, porém a menina residirá com a genitora, tendo o pai direito à convivência em dois dias da semana, além dos finais de semana alternados. a) As comemorações de Natal e réveillon, cabendo à mãe os anos pares. b) Estabeleceram que no feriado de Páscoa, Júlia passará sempre com a genitora. No restante dos feriados, nada foi estabelecido. Em relação a pensão alimentícia, PAULO pagará R$ 3.000,00 (três mil reais), que corresponde a 20% (vinte por cento) dos seus rendimentos. Os demais gastos que vierem a surgir, em prol das necessidades da menina, serão divididos entre eles. Cristina retornará ao uso do nome de solteira, em razão do artigo 1.571 do Código Civil. As despesas processuais serão divididas igualmente entre as partes. Dos Pedidos Diante do exposto, os interessados vem, perante Vossa excelência, requer - A homologação do presente acordo, que vai assinado por seu procurador, dotado de poderes especiais para tanto; - Vista ao Ministério Público; Dá-se a causa o valor de R$... Local, Data Advogado OAB