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Você e seu pai estão discutindo sobre como os filósofos, muitas vezes, influenciam na elaboração e na interpretação das leis que compõem o ordenamento jurídico. A título de exemplo, você cita o art. 926 do Código de Processo Civil de 2015, que diz que "os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la estável, íntegra e coerente". Diante desse cenário, você deverá explicar para o seu pai como as obras de Dworkin são utilizadas para elucidar o sentido da lei em questão. Sua resposta Para Ronald Dworkin o direito não deveria ser apenas um conjunto de regras, mas também uma prática integrativa entre princípios morais e éticos. Assim, é preciso que haja uma coerência nas decisões tomadas pelos juízes, de modo que essas deciões se alinhem com os princípios gerais que justiticam o direito como um todo, havendo uma harmonia entre a decisão e os princíoios que regem as leis, não podendo ser criadas jurisprudências distintas, por exemplo, para decisões que versem sobre o mesmo assunto. Enviado em: 25/09/2024 11:05 Padrão de resposta esperado É possível encontrar um caso interessante sobre a influência das ideias de Dworkin no art. 926 do Código de Processo Civil de 2015. Diferentemente de uma leitura superficial e equivocada - que identifica a estabilidade e a coerência com a imutabilidade ou com um certo convencionalismo previsível nas decisões tomadas -, o artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Nesse contexto, o ponto não é que sempre saibamos de antemão o que será julgado com base no que foi apreciado, mas que há uma responsabilidade por parte dos tribunais para que as suas decisões sejam coerentes com a própria concepção de direito construída pela comunidade. É justamente em função da ideia de integridade, tal qual proposta por Dworkin que, embora haja um certo vínculo entre as decisões presentes e passadas, isso não significa que um certo entendimento não possa ser revogado ou revisado. O que não poderia acontecer é simplesmente ignorar um entendimento anterior. De modo que, para manter a coerência jurisprudencial, sempre deverá haver uma certa justificação para que novos entendimentos possam suplantar os antigos. 1. A propósito dos pensamentos de Hart e Dworkin acerca do direito, é correto afirmar: Resposta incorreta. A. Conforme o pós-positivismo de Hart, o sistema do ordenamento jurídico é composto exclusivamente por regras. Conforme o positivismo de Hart, o sistema do ordenamento jurídico é composto exclusivamente por regras. Além disso, segundo ele, é parte constitutiva da atividade judicial a criação do próprio direito. Apenas Hart aceitava a ideia de discricionariedade judicial. Resposta incorreta. B. Conforme o positivismo de Hart, o sistema do ordenamento jurídico é composto exclusivamente por princípios. Conforme o positivismo de Hart, o sistema do ordenamento jurídico é composto exclusivamente por regras. Além disso, segundo ele, é parte constitutiva da atividade judicial a criação do próprio direito. Apenas Hart aceitava a ideia de discricionariedade judicial. Resposta incorreta. C. Segundo Hart não é constitutivo da atividade judicial a criação do direito. Conforme o positivismo de Hart, o sistema do ordenamento jurídico é composto exclusivamente por regras. Além disso, segundo ele, é parte constitutiva da atividade judicial a criação do próprio direito. Apenas Hart aceitava a ideia de discricionariedade judicial. Resposta incorreta. D. Tanto Hart quanto Dworkin aceitavam a discricionariedade judicial. Conforme o positivismo de Hart, o sistema do ordenamento jurídico é composto exclusivamente por regras. Além disso, segundo ele, é parte constitutiva da atividade judicial a criação do próprio direito. Apenas Hart aceitava a ideia de discricionariedade judicial. Você acertou! E. Dworkin recusava a ideia de discricionariedade judicial. Conforme o positivismo de Hart, o sistema do ordenamento jurídico é composto exclusivamente por regras. Além disso, segundo ele, é parte constitutiva da atividade judicial a criação do próprio direito. Apenas Hart aceitava a ideia de discricionariedade judicial. 2. A propósito da distinção entre regras e princípios, é correto afirmar: Resposta incorreta. A. Segundo Dworkin, na base do comportamento lógico das regras e dos princípios, temos a ideia do "tudo ou nada". Segundo Dworkin, na base do comportamento lógico das regras, temos a ideia do "tudo ou nada". Além disso, as regras possuem uma estrutura tal que, eventualmente, podem comportar exceções, bem como são apresentadas na forma de condicionais (se..., então...). Por fim, é importante saber que regras entram em conflito, enquanto princípios se colidem. Resposta incorreta. B. Os princípios possuem uma estrutura tal que, eventualmente, podem comportar exceções. Segundo Dworkin, na base do comportamento lógico das regras, temos a ideia do "tudo ou nada". Além disso, as regras possuem uma estrutura tal que, eventualmente, podem comportar exceções, bem como são apresentadas na forma de condicionais (se..., então...). Por fim, é importante saber que regras entram em conflito, enquanto princípios se colidem. Resposta correta. C. As regras possuem a estrutura lógica de um condicional. Segundo Dworkin, na base do comportamento lógico das regras, temos a ideia do "tudo ou nada". Além disso, as regras possuem uma estrutura tal que, eventualmente, podem comportar exceções, bem como são apresentadas na forma de condicionais (se..., então...). Por fim, é importante saber que regras entram em conflito, enquanto princípios se colidem. Resposta incorreta. D. Os princípios possuem a estrutura lógica de um condicional. Segundo Dworkin, na base do comportamento lógico das regras, temos a ideia do "tudo ou nada". Além disso, as regras possuem uma estrutura tal que, eventualmente, podem comportar exceções, bem como são apresentadas na forma de condicionais (se..., então...). Por fim, é importante saber que regras entram em conflito, enquanto princípios se colidem. Você não acertou! E. Os princípios podem entrar em conflito. Segundo Dworkin, na base do comportamento lógico das regras, temos a ideia do "tudo ou nada". Além disso, as regras possuem uma estrutura tal que, eventualmente, podem comportar exceções, bem como são apresentadas na forma de condicionais (se..., então...). Por fim, é importante saber que regras entram em conflito, enquanto princípios se colidem. 3. A propósito da ideia de direito como integridade de Dworkin, marque a alternativa correta: Resposta incorreta. A. A teoria da integridade não tem qualquer relação com a moral ou a política. Um dos pontos de partida para se compreender a dimensão da teoria da integridade vem de sua relação com a moral e a política. Nesse contexto, é importante levar em conta que, segundo Dworkin, embora o direito, a moral e a política não sejam uma e a mesma coisa, isso não significa que ambos sejam campos completamente distintos e incomunicáveis. A ideia de integridade pressupõe uma harmonia entre a concepção moral e política da sociedade e as decisões tomadas pelos magistrados nos casos concretos. Assim, os princípios que fazem parte do ordenamento jurídico, instrumentalizando tais concepções morais e políticas, impõem certos limites à própria atividade judicial como um todo. Resposta incorreta. B. Segundo Dworkin, direito, moral e política são uma e a mesma coisa. Um dos pontos de partida para se compreender a dimensão da teoria da integridade vem de sua relação com a moral e a política. Nesse contexto, é importante levar em conta que, segundo Dworkin, embora o direito, a moral e a política não sejam uma e a mesma coisa, isso não significa que ambos sejam campos completamente distintos e incomunicáveis. A ideia de integridade pressupõe uma harmonia entre a concepção moral e política da sociedade e as decisões tomadas pelos magistrados nos casos concretos. Assim, os princípios que fazem parte do ordenamento jurídico, instrumentalizando tais concepções morais e políticas, impõemVocê e seu pai estão discutindo sobre como os filósofos, muitas vezes, influenciam na elaboração e na interpretação das leis que compõem o ordenamento jurídico. A título de exemplo, você cita o art. 926 do Código de Processo Civil de 2015, que diz que "os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê - la estável, íntegra e coerente". Diante desse cenário, você deverá explicar para o seu pai como as obras de Dworkin são utilizadas para elucidar o sentido da lei em questão. Sua resposta Para Ronald Dworkin o direito não deveria ser apenas um conjunto de regras, mas também uma prática integrativa entre princípios morais e éticos. Assim, é preciso que haja uma coerência nas decisões tomadas pelos juízes, de modo que essas deciões se alinhem com os prin cípios gerais que justiticam o direito como um todo, havendo uma harmonia entre a decisão e os princíoios que regem as leis, não podendo ser criadas jurisprudências distintas, por exemplo, para decisões que versem sobre o mesmo assunto. Enviado em: 25/09/ 2024 11:05 Padrão de resposta esperado É possível encontrar um caso interessante sobre a influência das ideias de Dworkin no art. 926 do Código de Processo Civil de 2015. Diferentemente de uma leitura superficial e equivocada - que identifica a estabilidad e e a coerência com a imutabilidade ou com um certo convencionalismo previsível nas decisões tomadas - , o artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Nesse contexto, o ponto não é que sempre saibamos de antemão o que será julgado com base no que foi apreciado, mas que há uma responsabilidade por parte dos tribunais para que as suas decisões sejam coerentes com a própria concepção de direito construída pela comunidade. É justamente em função da ideia d e integridade, tal qual proposta por Dworkin que, embora haja um certo vínculo entre as decisões presentes e passadas, isso não significa que um certo entendimento não possa ser revogado ou revisado. O que não poderia acontecer é simplesmente ignorar um en tendimento anterior. De modo que, para manter a coerência jurisprudencial, sempre deverá haver uma certa justificação para que novos entendimentos possam suplantar os antigos. 1. A propósito dos pensamentos de Hart e Dworkin acerca do direito, é correto afirmar: Você e seu pai estão discutindo sobre como os filósofos, muitas vezes, influenciam na elaboração e na interpretação das leis que compõem o ordenamento jurídico. A título de exemplo, você cita o art. 926 do Código de Processo Civil de 2015, que diz que "os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la estável, íntegra e coerente". Diante desse cenário, você deverá explicar para o seu pai como as obras de Dworkin são utilizadas para elucidar o sentido da lei em questão. Sua resposta Para Ronald Dworkin o direito não deveria ser apenas um conjunto de regras, mas também uma prática integrativa entre princípios morais e éticos. Assim, é preciso que haja uma coerência nas decisões tomadas pelos juízes, de modo que essas deciões se alinhem com os princípios gerais que justiticam o direito como um todo, havendo uma harmonia entre a decisão e os princíoios que regem as leis, não podendo ser criadas jurisprudências distintas, por exemplo, para decisões que versem sobre o mesmo assunto. Enviado em: 25/09/2024 11:05 Padrão de resposta esperado É possível encontrar um caso interessante sobre a influência das ideias de Dworkin no art. 926 do Código de Processo Civil de 2015. Diferentemente de uma leitura superficial e equivocada - que identifica a estabilidade e a coerência com a imutabilidade ou com um certo convencionalismo previsível nas decisões tomadas -, o artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Nesse contexto, o ponto não é que sempre saibamos de antemão o que será julgado com base no que foi apreciado, mas que há uma responsabilidade por parte dos tribunais para que as suas decisões sejam coerentes com a própria concepção de direito construída pela comunidade. É justamente em função da ideia de integridade, tal qual proposta por Dworkin que, embora haja um certo vínculo entre as decisões presentes e passadas, isso não significa que um certo entendimento não possa ser revogado ou revisado. O que não poderia acontecer é simplesmente ignorar um entendimento anterior. De modo que, para manter a coerência jurisprudencial, sempre deverá haver uma certa justificação para que novos entendimentos possam suplantar os antigos. 1. A propósito dos pensamentos de Hart e Dworkin acerca do direito, é correto afirmar:certos limites à própria atividade judicial como um todo. Resposta incorreta. C. Segundo Dworkin, direito, moral e política são campos incomunicáveis. Um dos pontos de partida para se compreender a dimensão da teoria da integridade vem de sua relação com a moral e a política. Nesse contexto, é importante levar em conta que, segundo Dworkin, embora o direito, a moral e a política não sejam uma e a mesma coisa, isso não significa que ambos sejam campos completamente distintos e incomunicáveis. A ideia de integridade pressupõe uma harmonia entre a concepção moral e política da sociedade e as decisões tomadas pelos magistrados nos casos concretos. Assim, os princípios que fazem parte do ordenamento jurídico, instrumentalizando tais concepções morais e políticas, impõem certos limites à própria atividade judicial como um todo. Você acertou! D. A ideia de integridade pressupõe uma harmonia entre a concepção moral e política da sociedade e as decisões tomadas pelos juízes. Um dos pontos de partida para se compreender a dimensão da teoria da integridade vem de sua relação com a moral e a política. Nesse contexto, é importante levar em conta que, segundo Dworkin, embora o direito, a moral e a política não sejam uma e a mesma coisa, isso não significa que ambos sejam campos completamente distintos e incomunicáveis. A ideia de integridade pressupõe uma harmonia entre a concepção moral e política da sociedade e as decisões tomadas pelos magistrados nos casos concretos. Assim, os princípios que fazem parte do ordenamento jurídico, instrumentalizando tais concepções morais e políticas, impõem certos limites à própria atividade judicial como um todo. Resposta incorreta. E. Segundo a teoria da integridade, os princípios não impõem limites à atividade judicial. Um dos pontos de partida para se compreender a dimensão da teoria da integridade vem de sua relação com a moral e a política. Nesse contexto, é importante levar em conta que, segundo Dworkin, embora o direito, a moral e a política não sejam uma e a mesma coisa, isso não significa que ambos sejam campos completamente distintos e incomunicáveis. A ideia de integridade pressupõe uma harmonia entre a concepção moral e política da sociedade e as decisões tomadas pelos magistrados nos casos concretos. Assim, os princípios que fazem parte do ordenamento jurídico, instrumentalizando tais concepções morais e políticas, impõem certos limites à própria atividade judicial como um todo. 4. O pensamento de Dworkin acerca da integridade passa pela sua recusa ao convencionalismo e ao pragmatismo jurídico. A propósito disso, marque a resposta correta: Resposta incorreta. A. O pragmatismo jurídico considera que um direito fundamenta-se em decisões proferidas no passado ou que se valha de técnicas de interpretação previamente ajustadas. Enquanto o convencionalismo considera que um direito fundamenta-se em decisões proferidas no passado ou que se valha de técnicas de interpretação previamente convencionadas, o pragmatismo jurídico impõe que as decisões judiciais devem ser sempre tomadas com vistas ao futuro da comunidade, a despeito das decisões eventualmente proferidas no passado. Já a ideia de integridade está vinculada à ideia de construtivismo. Em virtude do elemento construtivo da teoria da integridade, não basta apenas compreender como os julgadores decidiram as causas no passado, mas também há uma pretensão de decidir levando-se em conta as peculiaridades do presente. Resposta incorreta. B. O convencionalismo impõe que as decisões judiciais devem ser sempre tomadas com vistas ao futuro da comunidade, a despeito das decisões eventualmente proferidas no passado. Enquanto o convencionalismo considera que um direito fundamenta-se em decisões proferidas no passado ou que se valha de técnicas de interpretação previamente convencionadas, o pragmatismo jurídico impõe que as decisões judiciais devem ser sempre tomadas com vistas ao futuro da comunidade, a despeito das decisões eventualmente proferidas no passado. Já a ideia de integridade está vinculada à ideia de construtivismo. Em virtude do elemento construtivo da teoria da integridade, não basta apenas compreender como os julgadores decidiram as causas no passado, mas também há uma pretensão de decidir levando-se em conta as peculiaridades do presente. Resposta incorreta. C. Tanto a ideia de integridade quanto a do convencionalismo estão vinculadas à ideia de construtivismo. Enquanto o convencionalismo considera que um direito fundamenta-se em decisões proferidas no passado ou que se valha de técnicas de interpretação previamente convencionadas, o pragmatismo jurídico impõe que as decisões judiciais devem ser sempre tomadas com vistas ao futuro da comunidade, a despeito das decisões eventualmente proferidas no passado. Já a ideia de integridade está vinculada à ideia de construtivismo. Em virtude do elemento construtivo da teoria da integridade, não basta apenas compreender como os julgadores decidiram as causas no passado, mas também há uma pretensão de decidir levando-se em conta as peculiaridades do presente. Você acertou! D. Em virtude do elemento construtivo da teoria da integridade, não basta apenas compreender como os julgadores decidiram as causas no passado. Enquanto o convencionalismo considera que um direito fundamenta-se em decisões proferidas no passado ou que se valha de técnicas de interpretação previamente convencionadas, o pragmatismo jurídico impõe que as decisões judiciais devem ser sempre tomadas com vistas ao futuro da comunidade, a despeito das decisões eventualmente proferidas no passado. Já a ideia de integridade está vinculada à ideia de construtivismo. Em virtude do elemento construtivo da teoria da integridade, não basta apenas compreender como os julgadores decidiram as causas no passado, mas também há uma pretensão de decidir levando-se em conta as peculiaridades do presente. Resposta incorreta. E. Em virtude do elemento construtivo da teoria da integridade, basta apenas compreender como os julgadores decidiram as causas no passado. Enquanto o convencionalismo considera que um direito fundamenta-se em decisões proferidas no passado ou que se valha de técnicas de interpretação previamente convencionadas, o pragmatismo jurídico impõe que as decisões judiciais devem ser sempre tomadas com vistas ao futuro da comunidade, a despeito das decisões eventualmente proferidas no passado. Já a ideia de integridade está vinculada à ideia de construtivismo. Em virtude do elemento construtivo da teoria da integridade, não basta apenas compreender como os julgadores decidiram as causas no passado, mas também há uma pretensão de decidir levando-se em conta as peculiaridades do presente. 5. É possível encontrar um caso interessante de influência das ideias de Dworkin no art. 926 do Código de Processo Civil de 2015. Nele, lemos que "os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la estável, íntegra e coerente". A propósito disso, marque a alternativa correta: Resposta incorreta. A. A estabilidade da jurisprudência é dependente de sua imutabilidade. Diferentemente de uma leitura superficial e equivocada - que identifica a estabilidade e a coerência com a imutabilidade ou com um certo convencionalismo previsível nas decisões tomadas -, o artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Nesse contexto, o ponto não é que sempre saibamos de antemão o que será julgado com base no que foi julgado, mas que há uma responsabilidade por parte dos tribunais para que as suas decisões sejam coerentes com a própria concepção de direito construída pela comunidade. Resposta incorreta. B. Tal artigo alude ao convencionalismo tal qual defendido por Dworkin. Diferentemente de uma leitura superficial e equivocada - que identifica a estabilidade e a coerência com a imutabilidade ou com um certo convencionalismo previsível nas decisões tomadas -, o artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Nessecontexto, o ponto não é que sempre saibamos de antemão o que será julgado com base no que foi julgado, mas que há uma responsabilidade por parte dos tribunais para que as suas decisões sejam coerentes com a própria concepção de direito construída pela comunidade. Resposta incorreta. C. O artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Hart. Diferentemente de uma leitura superficial e equivocada - que identifica a estabilidade e a coerência com a imutabilidade ou com um certo convencionalismo previsível nas decisões tomadas -, o artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Nesse contexto, o ponto não é que sempre saibamos de antemão o que será julgado com base no que foi julgado, mas que há uma responsabilidade por parte dos tribunais para que as suas decisões sejam coerentes com a própria concepção de direito construída pela comunidade. Resposta incorreta. D. O artigo aponta para a ideia de que sempre devemos saber de antemão o que será julgado com base no que foi julgado. Diferentemente de uma leitura superficial e equivocada - que identifica a estabilidade e a coerência com a imutabilidade ou com um certo convencionalismo previsível nas decisões tomadas -, o artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Nesse contexto, o ponto não é que sempre saibamos de antemão o que será julgado com base no que foi julgado, mas que há uma responsabilidade por parte dos tribunais para que as suas decisões sejam coerentes com a própria concepção de direito construída pela comunidade. Você acertou! E. O artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Diferentemente de uma leitura superficial e equivocada - que identifica a estabilidade e a coerência com a imutabilidade ou com um certo convencionalismo previsível nas decisões tomadas -, o artigo em questão sugere a própria ideia de direito como integridade tal qual defendida por Dworkin. Nesse contexto, o ponto não é que sempre saibamos de antemão o que será julgado com base no que foi julgado, mas que há uma responsabilidade por parte dos tribunais para que as suas decisões sejam coerentes com a própria concepção de direito construída pela comunidade. A palavra nacionalidade está ligada à ideia de um povo que demonstra submissão a um mesmo poder político, sem que, obrigatoriamente, seus componentes constituam uma nação. Considere um casal formado por um homem e uma mulher maiores de idade e nascidos em território brasileiro, onde são residentes. Ele é descendente de italianos, e ela, de portugueses. Após o casamento, ele dá entrada no seu pedido de nacionalidade italiana, o qual é concedido. O casal, com dúvidas em relação à nacionalidade que a esposa pode requerer, procurou você, advogado, para fazer os seguintes questionamentos: a) Ela pode requerer a nacionalidade italiana, em razão de seu marido ser brasileiro e italiano (dupla nacionalidade)? b) Ela pode requerer a nacionalidade portuguesa? Sua resposta a)Ela pode requerer sim, porém, é preciso averiguar a legilação italiana para saber se ela se encaixa nas condições exigidas para que consiga a nacionalidade do país. b) Sim, ela pode ter direito à nacionalidade portuguesa, porém esse direito é vinculado ao fato dela ser descendente de portugueses e não ao casamento em si. Enviado em: 25/09/2024 12:02 Padrão de resposta esperado a) Conforme o que preceitua a Constituição Federal de 1988 e suas atualizações, não há impedimento de que uma pessoa tenha cidadania múltipla. b) Sim, uma vez que a nacionalidade de seus descendentes é a nacionalidade portuguesa. Como já mencionado, não há proibição de se ter cidadania múltipla. 1. Tendo em vista os direitos de nacionalidade presentes na Constituição Federal de 1988, é possível afirmar que: Resposta incorreta. A. são brasileiros natos os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que filhos de pais estrangeiros, desde que estes estejam a serviço de seu país. O art. 12 explica quem são brasileiros natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que filhos de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país; b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil. Além disso, o parágrafo 1.º trata dos portugueses com residência permanente no país, prevendo que, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição. E o parágrafo 2.º afirma que há casos previstos na Constituição que diferenciam brasileiros natos e naturalizados. Resposta incorreta. B. são brasileiros natos os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que estes não estejam a serviço da República Federativa do Brasil. O art. 12 explica quem são brasileiros natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que filhos de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país; b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil. Além disso, o parágrafo 1.º trata dos portugueses com residência permanente no país, prevendo que, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição. E o parágrafo 2.º afirma que há casos previstos na Constituição que diferenciam brasileiros natos e naturalizados. Você acertou! C. são brasileiros natos os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que filhos de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país. O art. 12 explica quem são brasileiros natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que filhos de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país; b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil. Além disso, o parágrafo 1.º trata dos portugueses com residência permanente no país, prevendo que, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição. E o parágrafo 2.º afirma que há casos previstos na Constituição que diferenciam brasileiros natos e naturalizados. Resposta incorreta. D. aos portugueses com residência permanente no país, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos todos os direitos inerentes aos brasileiros. O art. 12 explica quem são brasileiros natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que filhos de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país; b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil. Além disso, o parágrafo 1.º trata dos portugueses com residência permanente no país, prevendo que, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição. E o parágrafo 2.º afirma que há casos previstos na Constituição que diferenciam brasileiros natos e naturalizados. Resposta incorreta. E. a lei não poderá, fundamentada no princípio da igualdade, estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados. O art. 12 explica quem são brasileiros natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que filhos de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país; b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil. Além disso, o parágrafo 1.º trata dos portugueses com residência permanente no país, prevendo que, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídosos direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição. E o parágrafo 2.º afirma que há casos previstos na Constituição que diferenciam brasileiros natos e naturalizados. 2. O que é quasenacionalidade? Resposta incorreta. A. É o caso dos naturalizados que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, sendo exigido aos originários de países de língua portuguesa, para isso, apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral. Quase nacionalidade é o caso dos portugueses com residência permanente no país. Se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição, conforme art. 12, parágrafo 1.º. Você acertou! B. É o caso dos portugueses com residência permanente no país. Se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição. Quase nacionalidade é o caso dos portugueses com residência permanente no país. Se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição, conforme art. 12, parágrafo 1.º. Resposta incorreta. C. É o caso dos estrangeiros de qualquer nacionalidade residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira. Quase nacionalidade é o caso dos portugueses com residência permanente no país. Se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição, conforme art. 12, parágrafo 1.º. Resposta incorreta. D. É o caso dos estrangeiros de qualquer nacionalidade residentes na República Federativa do Brasil há mais de dez anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira. Quase nacionalidade é o caso dos portugueses com residência permanente no país. Se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição, conforme art. 12, parágrafo 1.º. Resposta incorreta. E. É o caso dos nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que filhos de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país. Quase nacionalidade é o caso dos portugueses com residência permanente no país. Se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos na Constituição, conforme art. 12, parágrafo 1.º. Exercícios Respostas enviadas em: 25/09/2024 12:47 3. No que tange à Lei n.º 13.445/2017 (Lei de Migração), quais são as condições para ser concedida a naturalização ordinária? Você não acertou! A. Ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e não possuir condenação penal ou estar se reabilitando nos termos da lei. Conforme o art. 65, será concedida a naturalização ordinária àquele que preencher as seguintes condições: I - ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; II - ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; III - comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e IV - não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. Resposta incorreta. B. Ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de dois anos; comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e não possuir condenação penal ou estar se reabilitando nos termos da lei. Conforme o art. 65, será concedida a naturalização ordinária àquele que preencher as seguintes condições: I - ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; II - ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; III - comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e IV - não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. Resposta correta. C. Ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. Conforme o art. 65, será concedida a naturalização ordinária àquele que preencher as seguintes condições: I - ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; II - ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; III - comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e IV - não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. Resposta incorreta. D. Ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de seis anos; comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. Conforme o art. 65, será concedida a naturalização ordinária àquele que preencher as seguintes condições: I - ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; II - ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; III - comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e IV - não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. Resposta incorreta. E. Ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; comunicar-se em língua portuguesa ou espanhola, consideradas as condições do naturalizando; e não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. Conforme o art. 65, será concedida a naturalização ordinária àquele que preencher as seguintes condições: I - ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; II - ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; III - comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e IV - não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. 4. Conforme a Lei n.º 13.445/2017 (Lei de Migração), está correto: Você acertou! A. O prazo de residência fixado para a naturalização ordinária será reduzido para, no mínimo, um ano se o naturalizando preencher quaisquer das seguintes condições: ter filho brasileiro; ter cônjuge ou companheiro brasileiro e não estar dele separado legalmente ou de fato no momento de concessão da naturalização; haver prestado ou poder prestar serviço relevante ao Brasil; ou ser recomendado por sua capacidade profissional, científica ou artística. O art. 66 estabelece a redução para um ano se o naturalizando preencher quaisquer das seguintes condições: ter filho brasileiro; ter cônjuge ou companheiro brasileiro e não estar dele separado legalmente ou de fato no momento de concessão da naturalização; haver prestado ou poder prestar serviço relevante ao Brasil; ou ser recomendado por sua capacidade profissional, científica ou artística. Já o art. 67 prevê que a naturalização extraordinária será concedida à pessoa de qualquer nacionalidade fixada no Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que esta requeira a nacionalidade brasileira. Por fim, o art. 68 estabelece os casos da naturalização especial. Resposta incorreta. B. A naturalização extraordinária será concedida à pessoa de qualquer nacionalidade fixada no Brasil há mais de dez anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que esta requeira a nacionalidade brasileira. O art. 66 estabelece a redução para um ano se o naturalizando preencher quaisquer das seguintes condições: ter filho brasileiro; ter cônjuge ou companheiro brasileiro e não estar dele separado legalmente ou de fato no momento de concessão da naturalização; haver prestado ou poder prestar serviço relevante ao Brasil;ou ser recomendado por sua capacidade profissional, científica ou artística. Já o art. 67 prevê que a naturalização extraordinária será concedida à pessoa de qualquer nacionalidade fixada no Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que esta requeira a nacionalidade brasileira. Por fim, o art. 68 estabelece os casos da naturalização especial. Resposta incorreta. C. A naturalização extraordinária será concedida a pessoa de qualquer nacionalidade fixada no Brasil há mais de cinco anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que esta requeira a nacionalidade brasileira. O art. 66 estabelece a redução para um ano se o naturalizando preencher quaisquer das seguintes condições: ter filho brasileiro; ter cônjuge ou companheiro brasileiro e não estar dele separado legalmente ou de fato no momento de concessão da naturalização; haver prestado ou poder prestar serviço relevante ao Brasil; ou ser recomendado por sua capacidade profissional, científica ou artística. Já o art. 67 prevê que a naturalização extraordinária será concedida à pessoa de qualquer nacionalidade fixada no Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que esta requeira a nacionalidade brasileira. Por fim, o art. 68 estabelece os casos da naturalização especial. Resposta incorreta. D. A naturalização especial poderá ser concedida ao estrangeiro que se encontre em uma das seguintes situações: seja cônjuge ou companheiro, há mais de dez anos, de integrante do Serviço Exterior Brasileiro em atividade ou de pessoa a serviço do Estado brasileiro no exterior; ou tenha sido empregado em missão diplomática ou em repartição consular do Brasil por mais de dez anos ininterruptos. O art. 66 estabelece a redução para um ano se o naturalizando preencher quaisquer das seguintes condições: ter filho brasileiro; ter cônjuge ou companheiro brasileiro e não estar dele separado legalmente ou de fato no momento de concessão da naturalização; haver prestado ou poder prestar serviço relevante ao Brasil; ou ser recomendado por sua capacidade profissional, científica ou artística. Já o art. 67 prevê que a naturalização extraordinária será concedida à pessoa de qualquer nacionalidade fixada no Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que esta requeira a nacionalidade brasileira. Por fim, o art. 68 estabelece os casos da naturalização especial. Resposta incorreta. E. A naturalização especial poderá ser concedida ao estrangeiro que se encontre em uma das seguintes condições: ter capacidade civil, segundo a lei brasileira; ter residência em território nacional pelo prazo mínimo de quatro anos; comunicar-se em língua portuguesa, consideradas as condições do naturalizando; e não possuir condenação penal ou estar reabilitado nos termos da lei. O art. 66 estabelece a redução para um ano se o naturalizando preencher quaisquer das seguintes condições: ter filho brasileiro; ter cônjuge ou companheiro brasileiro e não estar dele separado legalmente ou de fato no momento de concessão da naturalização; haver prestado ou poder prestar serviço relevante ao Brasil; ou ser recomendado por sua capacidade profissional, científica ou artística. Já o art. 67 prevê que a naturalização extraordinária será concedida à pessoa de qualquer nacionalidade fixada no Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que esta requeira a nacionalidade brasileira. Por fim, o art. 68 estabelece os casos da naturalização especial. 5. Conforme a Lei n.º 13.445/2017 (Lei de Migração), quem detém a competência para receber e processar o pedido de naturalização? Resposta incorreta. A. O Supremo Tribunal Federal. Conforme o art. 71, o pedido de naturalização será apresentado e processado na forma prevista pelo órgão competente do Poder Executivo, sendo cabível recurso em caso de negação. Resposta incorreta. B. O Superior Tribunal de Justiça. Conforme o art. 71, o pedido de naturalização será apresentado e processado na forma prevista pelo órgão competente do Poder Executivo, sendo cabível recurso em caso de negação. Você acertou! C. O Poder Executivo. Conforme o art. 71, o pedido de naturalização será apresentado e processado na forma prevista pelo órgão competente do Poder Executivo, sendo cabível recurso em caso de negação. Resposta incorreta. D. O Poder Legislativo. Conforme o art. 71, o pedido de naturalização será apresentado e processado na forma prevista pelo órgão competente do Poder Executivo, sendo cabível recurso em caso de negação. Resposta incorreta. E. As Embaixadas. AConforme o art. 71, o pedido de naturalização será apresentado e processado na forma prevista pelo órgão competente do Poder Executivo, sendo cabível recurso em caso de negação. "você é advogado e trabalha em escritório no município de ipê amarelo interior do Estado de Roraima certo dia você recebe Agenor assistente e administrativo na procuradoria Municipal junto à sua família ele participa de cultos e atividades comunitárias de uma igreja cristã. Agenor começou relatando o quê ao consultar alguns documentos abertos ao público descobriu que um dos líderes religiosos Pablo estava desenhando dinheiro há algum tempo havia observado no supermercado que Maia a esposa de Pablo ofendeu a operadora de caixa que estava em treinamento. após esses fatos Agenor decidir o que infelizmente deveria se afastar da comunidade. Contudo por sentir falta de congregar e auxiliar necessitados, ingressou em uma comunidade católica perto da sua residência. O resultado foi: o líder Pablo desaconselhou que os integrantes da comunidade mantivesse contato com Agenor; os familiares de Agenor passaram a hostilizá-lo; Pablo ainda dirigiu o mesmo conselho aos pais de Agenor, que se afastaram bruscamente do filho. Agenor finalizou seu relato dizendo que estava desamparado e por isso procurou o advogado. Então você optou por ingressar com ação de reparação de danos. Agenor queria voltar a conviver com os pais por isso você se prontificou a demonstrar aos pais do genor que a decisão catolicismo não ofendeu ordenamento jurídico." Considerando o contexto, seus conhecimentos e o fato de que você conseguiu marcar uma reunião com os pais de Agenor, quais fundamentos jurídicos constitucionais aptos a demonstrar a licitude da conduta de Agenor, e eventualmente a inadequação da conduta de Pablo, você anotaria em uma minuta (que contenha alguns argumentos consistentes) para consultar na reunião? Sua resposta A mudança de religião de Agenor é um ato protegido pela Constituição, e a interferência de Pablo e os atos que levaram ao afastamento da família violam direitos constitucionais de Agenor, dentre os quais podemos citar, Liberdade Religiosa, art. 5º, VI da CF - que garante a liberdade de consciência e de crença e assegura o livre exercício dos cultos religiosos; e Direito à Dignidade da Pessoa Humana, art. 1º, III da CF - a dignidade da pessoa humana é um dos princípios fundamentais da República. Ao ser isolado de sua comunidade e hostilizado por seus próprios familiares, Agenor sofreu uma violação desse princípio. Enviado em: 25/09/2024 15:21 Padrão de resposta esperado No Brasil, as liberdades religiosa e de consciência, vinculadas às liberdades de crença e culto, estão consagradas na Constituição Federal de 1988, pois foram entabuladas em três dispositivos, delineados abaixo a título de informação: Artigo 5º, inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” (Brasil, [2023]). Artigo 5º, inciso VII: “É assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva” (Brasil, [2023]). Artigo 5º, inciso VIII: “Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestaçãoalternativa, fixada em lei” (Brasil, [2023]). Considerando o contexto, entende-se que a conduta de Agenor, além de não atingir a integridade de ninguém, está plenamente acolhida pela Lei Maior. A liberdade de consciência e de crença, descrita no artigo 5º, inciso VI, autoriza qualquer cidadão a praticar a religião que melhor corresponder às próprias expectativas. Trata-se do fundamento jurídico-constitucional que apresenta maior aderência a esse caso concreto. O artigo 5º, inciso VII, representa um argumento acessório, que dificilmente será evocado nesse diálogo, a menos que seja necessário afirmar a viabilidade jurídica de prestar assistência religiosa nas entidades delineadas no dispositivo. O artigo 5º, inciso VIII, faz referência à escusa de consciência, que não se aplica ao caso. Porém, esse dispositivo destaca com ênfase a liberdade de crença e convicção, que podem ser evocadas com a finalidade de demonstrar que Agenor não poderá ser privado de quaisquer direitos em razão de sua crença. Por fim, seria interessante enfatizar o artigo 5º, inciso X, que preceitua o seguinte: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação” (Brasil, [2023]). Ou seja, muitas das atitudes de Pablo são contrárias à “lei dos homens”. Sua resposta A mudança de religião de Agenor é um ato protegido pela Constituição, e a interferência de Pablo e os atos que levaram ao afastamento da família violam direitos constitucionais de Agenor, dentre os quais podemos citar, Liberdade Religiosa, art. 5º, VI da CF - que garante a liberdade de consciência e de crença e assegura o livre exercício dos cultos religiosos; e Direito à Dignidade da Pessoa Humana, art. 1º, III da CF - a dignidade da pessoa humana é um dos princípios fundamentais da República. Ao ser isolado de sua comunidade e hostilizado por seus próprios familiares, Agenor sofreu uma violação desse princípio. Enviado em: 25/09/2024 15:21 Padrão de resposta esperado No Brasil, as liberdades religiosa e de consciência, vinculadas às liberdades de crença e culto, estão consagradas na Constituição Federal de 1988, pois foram entabuladas em três dispositivos, delineados abaixo a título de informação: Artigo 5º, inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” (Brasil, [2023]). Artigo 5º, inciso VII: “É assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva” (Brasil, [2023]). Artigo 5º, inciso VIII: “Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei” (Brasil, [2023]). Considerando o contexto, entende-se que a conduta de Agenor, além de não atingir a integridade de ninguém, está plenamente acolhida pela Lei Maior. A liberdade de consciência e de crença, descrita no artigo 5º, inciso VI, autoriza qualquer cidadão a praticar a religião que melhor corresponder às próprias expectativas. Trata-se do fundamento jurídico-constitucional que apresenta maior aderência a esse caso concreto. O artigo 5º, inciso VII, representa um argumento acessório, que dificilmente será evocado nesse diálogo, a menos que seja necessário afirmar a viabilidade jurídica de prestar assistência religiosa nas entidades delineadas no dispositivo. O artigo 5º, inciso VIII, faz referência à escusa de consciência, que não se aplica ao caso. Porém, esse dispositivo destaca com ênfase a liberdade de crença e convicção, que podem ser evocadas com a finalidade de demonstrar que Agenor não poderá ser privado de quaisquer direitos em razão de sua crença. Por fim, seria interessante enfatizar o artigo 5º, inciso X, que preceitua o seguinte: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação” (Brasil, [2023]). Ou seja, muitas das atitudes de Pablo são contrárias à “lei dos homens”. 1. Em 1919, em Paris, foi realizada a Conferência da Paz, momento em que foi assinado o Tratado de Versalhes, o que representou o término oficial da Primeira Guerra Mundial. Esse é um documento histórico de caráter: Resposta incorreta. A. permissivo, uma vez que permitiu novas investidas militares da Alemanha. O Tratado de Versalhes impôs severas restrições à Alemanha, sobretudo de caráter militar. Ao estabelecer mecanismos restritivos à economia e aos militares alemães, é incorreto afirmar que o referido tratado era tolerante ou permissivo. Além disso, as disposições contidas no tratado não impunham restrições à soberania e à liberdade francesa e inglesa. O tratado visava, sobretudo, punir a Alemanha pela sua participação na Primeira Guerra Mundial. Resposta incorreta. B. tolerante, embora tenha limitado severamente a soberania da Alemanha. O Tratado de Versalhes impôs severas restrições à Alemanha, sobretudo de caráter militar. Ao estabelecer mecanismos restritivos à economia e aos militares alemães, é incorreto afirmar que o referido tratado era tolerante ou permissivo. Além disso, as disposições contidas no tratado não impunham restrições à soberania e à liberdade francesa e inglesa. O tratado visava, sobretudo, punir a Alemanha pela sua participação na Primeira Guerra Mundial. Você acertou! C. impositivo, pois se tratava de um documento em desfavor da Alemanha. O Tratado de Versalhes impôs severas restrições à Alemanha, sobretudo de caráter militar. Ao estabelecer mecanismos restritivos à economia e aos militares alemães, é incorreto afirmar que o referido tratado era tolerante ou permissivo. Além disso, as disposições contidas no tratado não impunham restrições à soberania e à liberdade francesa e inglesa. O tratado visava, sobretudo, punir a Alemanha pela sua participação na Primeira Guerra Mundial. Resposta incorreta. D. proibitivo, uma vez que limitou a liberdade e soberania francesas. O Tratado de Versalhes impôs severas restrições à Alemanha, sobretudo de caráter militar. Ao estabelecer mecanismos restritivos à economia e aos militares alemães, é incorreto afirmar que o referido tratado era tolerante ou permissivo. Além disso, as disposições contidas no tratado não impunham restrições à soberania e à liberdade francesa e inglesa. O tratado visava, sobretudo, punir a Alemanha pela sua participação na Primeira Guerra Mundial. Resposta incorreta. E. proibitivo, uma vez que limitou a liberdade e soberania inglesas. O Tratado de Versalhes impôs severas restrições à Alemanha, sobretudo de caráter militar. Ao estabelecer mecanismos restritivos à economia e aos militares alemães, é incorreto afirmar que o referido tratado era tolerante ou permissivo. Além disso, as disposições contidas no tratado não impunham restrições à soberania e à liberdade francesa e inglesa. O tratado visava, sobretudo, punir a Alemanha pela sua participação na Primeira Guerra Mundial. 2. A República de Weimar findou com a chegada dos nazistas ao poder. Inclusive, a nomeação de Adolf Hitler resultou na instalação de um regime que extinguiu diversos direitos básicos dos alemães. Após o incêndio do Parlamento alemão, em 1933: Você acertou! A. foi editado um decreto que permitia ao governo executar decretos governamentais sem a aprovação do parlamento. Em 1933, após o incêndio do Parlamento alemão, o Poder Executivo editou um decreto que suspendeu direitos civis e constitucionais e declarava estado de emergência, que tornava prescindível a aprovação dos parlamentares. Ou seja: o decreto autorizava que o Poder Executivo executasse decretos governamentais sem a anuência parlamentar, afetando o Poder Legislativo. No documento, não constava o intento de dissolução do parlamento. O parlamento não foi dissolvido, e tampouco oPoder Judiciário. Resposta incorreta. B. foi editado um decreto que dissolveu o parlamento alemão, prejudicando os pressupostos democráticos. Em 1933, após o incêndio do Parlamento alemão, o Poder Executivo editou um decreto que suspendeu direitos civis e constitucionais e declarava estado de emergência, que tornava prescindível a aprovação dos parlamentares. Ou seja: o decreto autorizava que o Poder Executivo executasse decretos governamentais sem a anuência parlamentar, afetando o Poder Legislativo. No documento, não constava o intento de dissolução do parlamento. O parlamento não foi dissolvido, e tampouco o Poder Judiciário. Resposta incorreta. C. foi editado um decreto que declarava o estado de emergência, sem quaisquer reflexos no Poder Legislativo. Em 1933, após o incêndio do Parlamento alemão, o Poder Executivo editou um decreto que suspendeu direitos civis e constitucionais e declarava estado de emergência, que tornava prescindível a aprovação dos parlamentares. Ou seja: o decreto autorizava que o Poder Executivo executasse decretos governamentais sem a anuência parlamentar, afetando o Poder Legislativo. No documento, não constava o intento de dissolução do parlamento. O parlamento não foi dissolvido, e tampouco o Poder Judiciário. Resposta incorreta. D. foi editado um decreto que impedia o governo de executar decretos governamentais sem a aprovação legislativa. Em 1933, após o incêndio do Parlamento alemão, o Poder Executivo editou um decreto que suspendeu direitos civis e constitucionais e declarava estado de emergência, que tornava prescindível a aprovação dos parlamentares. Ou seja: o decreto autorizava que o Poder Executivo executasse decretos governamentais sem a anuência parlamentar, afetando o Poder Legislativo. No documento, não constava o intento de dissolução do parlamento. O parlamento não foi dissolvido, e tampouco o Poder Judiciário. Resposta incorreta. E. foi editado um decreto que dissolveu o Poder Judiciário alemão, prejudicando os pressupostos democráticos. Em 1933, após o incêndio do Parlamento alemão, o Poder Executivo editou um decreto que suspendeu direitos civis e constitucionais e declarava estado de emergência, que tornava prescindível a aprovação dos parlamentares. Ou seja: o decreto autorizava que o Poder Executivo executasse decretos governamentais sem a anuência parlamentar, afetando o Poder Legislativo. No documento, não constava o intento de dissolução do parlamento. O parlamento não foi dissolvido, e tampouco o Poder Judiciário. 3. A política externa nazista tinha objetivos claros. Um deles era travar uma batalha aniquiladora contra a União Soviética. Enquanto preparavam o povo alemão para esse objetivo, em um contexto de guerra ideológica, os nazistas executaram um plano para combater seus inimigos raciais. Trata-se: Resposta incorreta. A. do fascismo, que personificou o combate à homossexualidade. Trata-se do holocausto, com forte inspiração racista (os judeus eram vistos como os principais inimigos raciais dos alemães), que levou a incontáveis mortes. O fascismo, além de ser uma ideologia específica, não representou a personificação do combate à homossexualidade. O comunismo, o socialismo (que são ideais políticos inspirados por Karl Marx) e o Holodomor (também conhecido como a grande fome) estão vinculados ao contexto da União Soviética. Você acertou! B. do Holocausto, um assassinato em massa de judeus. Trata-se do holocausto, com forte inspiração racista (os judeus eram vistos como os principais inimigos raciais dos alemães), que levou a incontáveis mortes. O fascismo, além de ser uma ideologia específica, não representou a personificação do combate à homossexualidade. O comunismo, o socialismo (que são ideais políticos inspirados por Karl Marx) e o Holodomor (também conhecido como a grande fome) estão vinculados ao contexto da União Soviética. Resposta incorreta. C. do comunismo, ideologia política da União Soviética. Trata-se do holocausto, com forte inspiração racista (os judeus eram vistos como os principais inimigos raciais dos alemães), que levou a incontáveis mortes. O fascismo, além de ser uma ideologia específica, não representou a personificação do combate à homossexualidade. O comunismo, o socialismo (que são ideais políticos inspirados por Karl Marx) e o Holodomor (também conhecido como a grande fome) estão vinculados ao contexto da União Soviética. Resposta incorreta. D. do socialismo, ideologia política da União Soviética. Trata-se do holocausto, com forte inspiração racista (os judeus eram vistos como os principais inimigos raciais dos alemães), que levou a incontáveis mortes. O fascismo, além de ser uma ideologia específica, não representou a personificação do combate à homossexualidade. O comunismo, o socialismo (que são ideais políticos inspirados por Karl Marx) e o Holodomor (também conhecido como a grande fome) estão vinculados ao contexto da União Soviética. Resposta incorreta. E. do Holodomor, um período de fome exercido contra a França. Trata-se do holocausto, com forte inspiração racista (os judeus eram vistos como os principais inimigos raciais dos alemães), que levou a incontáveis mortes. O fascismo, além de ser uma ideologia específica, não representou a personificação do combate à homossexualidade. O comunismo, o socialismo (que são ideais políticos inspirados por Karl Marx) e o Holodomor (também conhecido como a grande fome) estão vinculados ao contexto da União Soviética. 4. O fascismo é um regime político que cresceu na Itália, que, à época, enfrentava graves problemas econômicos. Esse regime político defendia: Resposta incorreta. A. a prevalência dos conceitos de Estado, nação e valores individuais em detrimento da raça. De fato, o fascismo é um regime político que advogava pela superioridade dos conceitos de Estado, nação e, em menor grau, de raça, sobre os valores individuais. Os conceitos de nação, Estado e raça eram muito enfatizados e promovidos, de modo que não havia a intenção de prejudicá-los. Resposta incorreta. B. a prevalência dos conceitos de nazismo, nação e valores individuais em detrimento da raça. De fato, o fascismo é um regime político que advogava pela superioridade dos conceitos de Estado, nação e, em menor grau, de raça, sobre os valores individuais. Os conceitos de nação, Estado e raça eram muito enfatizados e promovidos, de modo que não havia a intenção de prejudicá-los. Você acertou! C. a prevalência dos conceitos de Estado, nação e raça em detrimento dos valores individuais. De fato, o fascismo é um regime político que advogava pela superioridade dos conceitos de Estado, nação e, em menor grau, de raça, sobre os valores individuais. Os conceitos de nação, Estado e raça eram muito enfatizados e promovidos, de modo que não havia a intenção de prejudicá-los. Resposta incorreta. D. a prevalência dos conceitos de Estado, raça e valores individuais em detrimento da nação. De fato, o fascismo é um regime político que advogava pela superioridade dos conceitos de Estado, nação e, em menor grau, de raça, sobre os valores individuais. Os conceitos de nação, Estado e raça eram muito enfatizados e promovidos, de modo que não havia a intenção de prejudicá-los. Resposta incorreta. E. a prevalência dos conceitos de nação, raça e valores individuais em detrimento do Estado. De fato, o fascismo é um regime político que advogava pela superioridade dos conceitos de Estado, nação e, em menor grau, de raça, sobre os valores individuais. Os conceitos de nação, Estado e raça eram muito enfatizados e promovidos, de modo que não havia a intenção de prejudicá-los. 5. Considera-se que as maiores violações aos direitos humanos ocorreram à época da Segunda Guerra Mundial. Nesse contexto, as potências vencedoras criaram os tribunais de Nuremberg e de Tóquio. Em matéria de Direito Penal Internacional, o Tribunal de Nuremberg trouxe uma inovação importante. Trata-se: Resposta incorreta. A. da distinção entre a composição do tribunal e a responsabilidade estatal. De fato, o Tribunal de Nuremberg distinguiaa responsabilidade do indivíduo da responsabilidade do Estado, que sublinha a necessidade de responsabilizar os indivíduos por suas ações, independentemente de sua posição hierárquica. Afirmar a distinção entre a composição do tribunal e a responsabilidade estatal, entre a responsabilidade racial e estatal, entre a responsabilidade jurídica e estatal e entre a responsabilidade individual e racial corresponde a incorreções técnicas. Essas alternativas não capturam a inovação crucial introduzida pelo Tribunal de Nuremberg, que foi, precisamente, a responsabilização pessoal dos indivíduos por crimes internacionais. Resposta incorreta. B. da distinção entre a responsabilidade racial e a responsabilidade estatal. De fato, o Tribunal de Nuremberg distinguia a responsabilidade do indivíduo da responsabilidade do Estado, que sublinha a necessidade de responsabilizar os indivíduos por suas ações, independentemente de sua posição hierárquica. Afirmar a distinção entre a composição do tribunal e a responsabilidade estatal, entre a responsabilidade racial e estatal, entre a responsabilidade jurídica e estatal e entre a responsabilidade individual e racial corresponde a incorreções técnicas. Essas alternativas não capturam a inovação crucial introduzida pelo Tribunal de Nuremberg, que foi, precisamente, a responsabilização pessoal dos indivíduos por crimes internacionais. Resposta incorreta. C. da distinção entre a responsabilidade jurídica e a responsabilidade estatal. De fato, o Tribunal de Nuremberg distinguia a responsabilidade do indivíduo da responsabilidade do Estado, que sublinha a necessidade de responsabilizar os indivíduos por suas ações, independentemente de sua posição hierárquica. Afirmar a distinção entre a composição do tribunal e a responsabilidade estatal, entre a responsabilidade racial e estatal, entre a responsabilidade jurídica e estatal e entre a responsabilidade individual e racial corresponde a incorreções técnicas. Essas alternativas não capturam a inovação crucial introduzida pelo Tribunal de Nuremberg, que foi, precisamente, a responsabilização pessoal dos indivíduos por crimes internacionais. Resposta incorreta. D. da distinção entre a responsabilidade individual e a responsabilidade racial. De fato, o Tribunal de Nuremberg distinguia a responsabilidade do indivíduo da responsabilidade do Estado, que sublinha a necessidade de responsabilizar os indivíduos por suas ações, independentemente de sua posição hierárquica. Afirmar a distinção entre a composição do tribunal e a responsabilidade estatal, entre a responsabilidade racial e estatal, entre a responsabilidade jurídica e estatal e entre a responsabilidade individual e racial corresponde a incorreções técnicas. Essas alternativas não capturam a inovação crucial introduzida pelo Tribunal de Nuremberg, que foi, precisamente, a responsabilização pessoal dos indivíduos por crimes internacionais. Você acertou! E. da distinção entre a responsabilidade do indivíduo e a responsabilidade estatal. De fato, o Tribunal de Nuremberg distinguia a responsabilidade do indivíduo da responsabilidade do Estado, que sublinha a necessidade de responsabilizar os indivíduos por suas ações, independentemente de sua posição hierárquica. Afirmar a distinção entre a composição do tribunal e a responsabilidade estatal, entre a responsabilidade racial e estatal, entre a responsabilidade jurídica e estatal e entre a responsabilidade individual e racial corresponde a incorreções técnicas. Essas alternativas não capturam a inovação crucial introduzida pelo Tribunal de Nuremberg, que foi, precisamente, a responsabilização pessoal dos indivíduos por crimes internacionais. A Declaração Universal dos Direitos Humanos serviu como um dos fundamentos para a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, como é possível analisar no art. 1o: “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”. No entanto, o art. 26 da Declaração afirma que “Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnicoprofissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito”. Apesar do art. 1o da LDB ter como base a Declaração, podemos observar algumas diferenças. Identifique a principal diferença dos dois artigos. Escolha uma: a. A principal diferença está no fato de um artigo incentivar o uso das tecnologias digitais para educação escolar e o outro não. b. A principal diferença é que a Declaração se refere à educação informal, sistematizada em ambientes não escolares. c. A diferença entre os dois artigos é sobre o acesso à educação superior para a democratização do ensino. d. A principal diferença se refere à sistematização da educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias. e. A diferença está na preconização e na sistematização da educação ser inclusiva. De acordo com o texto-base desta Unidade de Aprendizagem, o pensamento de Derrida rompe com qual paradigma? Escolha uma: a. a) Nacionalista. b. b) Teológico. c. c) Cosmológico. d. e) Pós-moderno. e. d) Medieval. No que tange à intervenção judicial na implementação de políticas públicas e ao mínimo existencial, marque a alternativa correta. Escolha uma: a. Segundo a jurisprudência do STF, a teoria da reserva do mínimo possível é aplicável em situações específicas, ou seja, quando estiver devidamente comprovada a real falta de recursos pelo poder público diante o princípio da isonomia, pois não é admissível como justificativa genérica para eventual omissão estatal na efetivação ao mínimo existencial. b. Execução de obras emergenciais em um estabelecimento prisional, necessárias para assegurar melhores condições de existência aos detentos, afronta o princípio da separação dos poderes, de acordo com o STF, pois depende de previsão orçamentária. c. O direito ao mínimo existencial, para o STF, possui um conceito definido, posto que estão descritos pela CF/88 como os direitos fundamentais, sendo entendidos como aqueles direitos necessários apenas para a manutenção da vida dos cidadãos brasileiros. d. Acontece a judicialização da política quando o Poder Judiciário amplia o sentido interpretativo da norma para alcançar situações que não são contempladas pela norma. e. O mínimo existencial abrange todos os direitos fundamentais, inclusive o direito ao transporte, a comunicação, a felicidade e a intimidade, que são direitos sociais assegurados pelo Estado a todo cidadão brasileiro. “A diferença, uma das diferenças sutis, por vezes inapreensíveis entre o estrangeiro e o outro absoluto, reside no fato de este último não ter nome de família: a hospitalidade absoluta ou incondicional que eu gostaria de lhe oferecer supõe uma ruptura com a hospitalidade em sentido corrente (...) com o direito ou pacto de responsabilidade”. De acordo com Derrida, essa citação rompe com qual ideia de hospitalidade? Escolha uma: a. c) Teológica. b. a) Incondicional. c. d) Cosmológica. d. e) Natural. e. b) Condicional. De acordo com o texto-base desta Unidade de Aprendizagem, com Derrida enxergamos um pensamento pautado pelo(a): Escolha uma: a. d) ética prática. b. c) multiculturalismo. c. e) ética do dever. d. b) territorialidade. e. a) nacionalidade. Quanto ao direito ao mínimo existencial e sua relação com os direitos fundamentais sociais, marque a alternativa correta. Escolha uma: a. O STF tem utilizado de forma indiscriminada a teoria da reserva do possível, posto que entende como usurpação de poderes qualquer forma de interferência nos critérios escolhidos pelo poder legislativo em fixar seu orçamento. b. No que se refere à ponderação de normas constitucionais e ao direito ao mínimo existencial, se o caso concreto se referir ao direito à saúde e ao direito à habitação,diante a necessidade de se estabelecer recursos mínimos, aliado à realidade fática que reclama ações urgentes no âmbito da saúde pública, é provável que seja dada prioridade ao direito à saúde. c. Em sede de direitos sociais, a Constituição Federal não fixa diretrizes básicas de políticas públicas, devendo o legislador ordinário fixar essas diretrizes, como no caso da manutenção de desenvolvimento do ensino. d. A teoria do mínimo existencial não pode ser oponível à teoria da reserva do possível, pois este último defende uma coletividade de pessoas, e, em um Estado Democrático de Direito, são os representantes do povo quem fazem as leis para proteger a coletividade. e. Para maior proteção e controle do mínimo existencial, é necessária uma definição de parâmetros constitucionais que determinem seu conceito, permitindo, dessa forma, um controle mais efetivo das ações e omissões governamentais por parte do Ministério Público em relação apenas à execução, e nãoem relação à formulação das políticas públicas, já que a formulação depende do poder executivo. Assim, significa dizer com Derrida que nada será acolhido se não considerado de forma absoluta, de que há a necessidade da descaracterização de cidadão e de uma diferenciação entre estas figuras político-jurídicas para que se cumpra o projeto de hospitalidade, aqui hospitalidade incondicional. “A diferença, uma das diferenças sutis, por vezes inapreensíveis entre o estrangeiro e o outro absoluto, reside no fato de este último não ter nome de família: a hospitalidade absoluta ou incondicional que eu gostaria de lhe oferecer supõe uma ruptura com a hospitalidade em sentido corrente, com a hospitalidade condicional, com o direito ou pacto de responsabilidade.” A partir desta passagem, de acordo com Derrida, NÃO se pode afirmar que: Escolha uma: a. b) a hospitalidade jurídica, de alguma maneira, limita o homem em sua infinidade. b. a) a hospitalidade condicional, em verdade, não seria uma hospitalidade real. c. c) a ausência de nomeação torna impossível uma hospitalidade absoluta. d. d) o estrangeiro, nessa medida, seria recebido dentro dos limites conceituais. e. e) Derrida é uma superação de uma modalidade limitada de hospitalidade. É possível observar que a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em um de seus artigos afirma que “toda pessoa vítima de perseguição tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.” A exceção a esse direito, também descrita e analisada no documento, ocorre quando: Escolha uma: a. a motivação do pedido for de ordem religiosa ou econômica. b. a perseguição for legitimamente motivada por crimes de direito comum. c. a perseguição tiver caráter político ou partidário. d. a pessoa estiver participado ou incitado manifestações públicas. e. o indivíduo solicitar asilo em países em conflito com o seu de origem. Diante o mínimo existencial e a reserva do possível, a jurisprudência do STF: Escolha uma: a. tem entendido que, entre um direito individual e direitos coletivos, deve sempre prevalecer o direito individual, haja vista que os recursos estão sempre presentes. b. avalia o caso concreto, considerando as condições particulares de cada situação em concreto, avaliando de acordo com as demandas sociais e econômicas envolvidas. c. não reconhece o mínimo existencial como garantia constitucional, posto que não há, no ordenamento jurídico, fundamentação legal a respeito. d. tem entendido que, entre um direito individual, mesmo que se trate do mínimo existencial, e direitos coletivos, devem sempre prevalecer os direitos coletivos. e. não é aplicada em suas decisões, posto que não se trata de um princípio inserido na Constituição Federal de 1988 de forma explícita, razão esta suficiente para vedar a interferência do judiciário, pois, do contrário, feriria o princípio da separação dos poderes. Observe e identifique alguns dos direitos previstos na Declaração Universal dos Direitos Humanos: I - O direito ao repouso e ao lazer. II - O direito de tomar parte no governo de qualquer país. III - O direito à liberdade de opinião e de expressão. IV - O direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas. Estão corretas as afirmativas: Escolha uma: a. I, II e III. b. II e IV. c. I e III. d. I, III e IV. e. III e IV. "Ora, quem chega, não vem sem trazer o que é, e isso quer dizer, “não vem sozinho com a sua família e sua língua, vem também com seu Deus”. De acordo com o artigo apresentado como texto-base para esta Unidade de Aprendizagem, essa fala nos direciona a qual tipo de pensamento? Escolha uma: a. b) ética aristotélica. b. d) hospitalidade incondicional. c. e) hospitalidade condicional. d. a) ética kantiana. e. c) hospitalidade nacional. A educação é um instrumento que possibilita o indivíduo reconhecer-se como um sujeito ativo que poderá agir no mundo e sobre o mundo, podendo ser promotor dos direitos humanos ou não. Para os Direitos Humanos, a educação é um fator a ser desenvolvido em longo prazo, sem retorno imediato, mas são estratégias para as futuras gerações. Quanto a essa afirmação podemos dizer que: Escolha uma: a. Os acordos internacionais e os documentos apresentados foram criados para garantir e ampliar a efetivação da Declaração Universal dos Direitos Humanos. b. Podemos dizer, sem dúvida, que um elemento fundamental para o respeito aos Direitos Humanos é o investimento em desenvolvimento da cultura. c. Um dos fatores principais de contribuição da Declaração dos Direitos Humanos são as iniciativas humanas de delimitar direitos inalienáveis. d. A Declaração Universal dos Direitos Humanos revela que seus idealizadores identificaram a importância da educação e que ela não é neutra. e. O documento apresenta uma grande contribuição histórica. Marque a alternativa correta sobre a teoria da reserva do possível. Escolha uma: a. Propõe intangibilidade dos direitos fundamentais, posto que são direitos indisponíveis em um Estado Democrático de Direito. b. O Estado só poderá dar eficácia aos direitos fundamentais, inclusive a direitos mínimos existenciais, se houver previsão orçamentária. c. Tem como limite o mínimo existencial, devendo haver a intervenção do Poder Judiciário para efetivar a implementação de políticas públicas quando caracterizada hipótese de omissão governamental. d. As políticas públicas são reservadas à análise discricionária do Poder Legislativo, posto que são representantes do povo e, como tal, podem escolher o que seria o mínimo existencial. e. É uma expressão sinônima à teoria do mínimo existencial, que se trata de um direito mínimo que visa à concretização dos direitos fundamentais, como o direito à saúde e à educação básica. Segundo a jurisprudência do STF nas ações que se postulam o direito à saúde e à educação, diante a omissão do Estado em políticas públicas, tem prevalecido: Escolha uma: a. a responsabilidade subjetiva do Estado. b. a isonomia e a separação dos poderes. c. o mínimo existencial. d. a reserva do possível e a disponibilidade financeira. e. a proporcionalidade e a disponibilidade financeira. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada em 10 de dezembro de 1948, tem como objetivo delinear uma ordem pública mundial fundada no respeito à dignidade humana. Leia e analise as seguintes afirmações: I - A Declaração compreende um conjunto de direitos e de faculdades sem as quais um ser humano não pode desenvolver sua personalidade física, moral e intelectual. II - Sendo universal, é aplicável a todas as pessoas de todos os países, raças, religiões e gêneros, condicionada à aplicação ao regime político dos territórios nos quais incide. III - Consolida a afirmação de uma ética universal, ao consagrar um consenso sobre valores de cunho universal a serem seguidos pelos Estados. Marque a opção correta. Escolha uma: a. Somente a assertiva I está correta. b. Somente as assertivas I e II estão corretas. c. Somente as assertivas I e III estão corretas. d. Somente a assertiva II está correta. e. Somente as assertivas II e III estão corretas. image1.wmf image2.wmf