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27/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Tópico 05 Anatomia Humana Sistema sensorial 1. Introdução ao sistema sensorial Antes de iniciarmos sobre o sistema sensorial, vamos falar dos nervos cranianos, que emergem do tronco encefálico e que são responsáveis pela condução dos estímulos sensoriais e motores dos órgãos dos sentidos e suas estruturas. São 12 pares de nervos cranianos que estão localizados no crânio e fazem parte do sistema nervoso periférico (SNP). Cada nervo craniano tem um número romano (I ao XII) e um nome, que indica a ordem da região anterior para a posterior; os nomes indicam a função ou distribuição do nervo (TORTORA; NIELSEN, 2017). OIe II par de nervo craniano não emerge do tronco encefálico, mas sim do próprio encéfalo. Alguns pares de nervos conduzem somente sensibilidade, outros são motores e alguns são mistos, ou seja, possuem raiz sensitiva e raiz motora. Veja o quadro abaixo os nomes de cada par, sua composição e função. Nervo Composição Função Nervo olfatório Sensitivo Olfato (odor) (I) especial Nervo óptico (II) Sensitivo Visão especial Nervo Motor Controla músculos oculomotor (III) Somático levantador da pálpebra Motor superior, músculos (autônomo) extrínsecos do bulbo (exceto oblíquo superior e reto lateral). 1/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Nervo Composição Função Ajustes na lente para visão de perto. Constrição da pupila. Nervo troclear Motor Músculo oblíquo superior (IV) Somático do bulbo do olho. Nervo trigêmio: Misto Impulsos sensitivos (dor, Oftálmico / Sensitivo tato, temperatura) da Maxilar / córnea, pele do nariz, Mandibular (V) fronte e couro cabeludo Impulsos sensitivos da mucosa nasal, dentes superiores, bochechas, palato, lábio superior e pele da bochecha. Impulsos sensitivos da região temporal, língua, dentes inferiores e gengivas, pele da bochecha e mandíbula. Nervo Misto Controla músculo reto abducente (VI) Motor lateral do bulbo do olho. Nervo facial (VII) Misto Comanda impulsos Motor motores para músculos Motor da mímica facial e (autônomo) músculo que distende o Sensitivo estribo. Secreção de lágrimas, salivação pelas glândulas salivares submandibular e sublingual. Impulsos sensoriais do gosto dos 2/3 anteriores da língua, sensibilidade nasal e palatal. Nervo Sensitivo Impulsos sensoriais vestibulococlear especial associados ao equilíbrio (VIII) e a audição. Nervo Misto Impulsos sensoriais para glossofaríngeo Sensitivo músculos da mastigação (IX) (faringe). Propriocepção 2/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Nervo Composição Função dos músculos da faringe. Impulsos sensoriais do gosto do terço posterior da língua, faringe, cavidade da orelha média. Salivação da glândula parótida. Monitoramento da pressão arterial e níveis. Nervo vago (X) Misto Contração dos músculos Motor da faringe (deglutição) e (braquial) laringe (fonação). Motor Propriocepção dos (autônomo) músculos viscerais. Sensitivo Motilidade e secreção órgãos gastrointestinais. Diminuição da frequência cardíaca. Sensibilidade da orelha, das vísceras em geral, sensorial para gosto atrás da língua. Monitoramento da pressão arterial e níveis de oxigênio e gás carbônico no sangue. Nervo acessório Motor Movimentos da laringe e (XI) Braquial palato, impulsos motores para os músculos trapézio e movimentos da cabeça, pescoço e ombro. Nervo Misto Impulsos motores hipoglosso para os músculos da (XII) língua e infrahióideos. Propriocepção para os músculos da língua. Fala e deglutição. 3/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Nervos cranianos Fibras do nervo olfatório (I) Nervo óptico Nervo oculomotor (III) Nervo troclear (IV) Nervo trigêmio (V) Nervo abducente (VI) Ponte Nervo facial (VII) Nervo vestibulococlear (VIII) Medula Nervo glossofaríngeo (IX) Nervo vago (X) Nervo acessório (XI) Nervo hipoglosso (XII): Nervos cranianos. Agora, vamos entender que é sensibilidade. Sensibilidade é definida como a consciência de uma situação do corpo, que ocorre quando um impulso sensorial é transmitido ao encéfalo. Depois que esta informação chega ao cérebro, é necessária a interpretação deste estímulo, chamada de percepção, ou seja, o que o nosso encéfalo perceba sobre o estímulo sensorial que chegou até ele (VAN DER GRAAFF, 2003). O sistema sensorial inclui a sensibilidade somática (relativa ao tato, térmica, dolorosa, proprioceptiva) e a sensibilidade visceral (originadas nas vísceras do corpo humano). Existem receptores espalhados por todo o corpo e, em grande parte, são formados por neurônios sensitivos (TORTORA; NIELSEN, 2017). Para os sentidos especiais, como visão, olfato, paladar, audição e equilíbrio e tato, existem receptores especiais e distintos, localizados especificamente na cabeça. São consideradas extensões do sistema nervoso altamente especializadas, com receptores capazes de responderem a estímulos específicos e conduzirem até ao encéfalo. 4/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Através dos órgãos dos sentidos é que podemos nos relacionar com o meio ambiente e sermos capazes de realizar adaptações e correções de movimentos, ouvir sons de advertência, perceber o cheiro de queimado, etc. Para que a sensibilidade seja percebida, é necessário: que o estímulo seja suficiente para iniciar uma resposta no sistema nervoso; a existência de um receptor especializado associado ao estímulo; uma via para conduzir o estímulo nervoso até o encéfalo; e a percepção do estímulo nervoso em uma região específica do encéfalo para aquela. Os impulsos que chegam ao córtex cerebral são interpretados de forma consciente, são percebidos. Os impulsos nervosos que terminam na medula espinhal ou tronco encefálico iniciam uma resposta reflexa, ou seja, sem a percepção do estímulo (VAN DER GRAAFF, 2003 2. Visão Os olhos concentram uma quantidade significativa de receptores sensitivos e uma grande parte do córtex cerebral (o lobo occipital) é dedicado ao processamento das informações visuais (TORTORA; NIELSEN, 2017). A visão possui estruturas oculares acessórias, formadas pelas pálpebras, cílios, supercílios, órbita, aparelho lacrimal e músculos extrínsecos do bulbo do olho. Estruturas acessórias oculares- Pálpebras As pálpebras superiores e inferiores são responsáveis pelo fechamento dos olhos, pela proteção contra a luminosidade excessiva e objetos estranhos, e também por espalhar secreção lubrificante sobre o bulbo do olho, ao piscar os olhos reflexamente a cada 7 segundos (VAN DER GRAAFF, 2003). 5/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial A pálpebra superior é mais móvel e possui o músculo levantador da pálpebra superior. O espaço entre as pálpebras superior e inferior é denominada fissura palpebral, e os ângulos nas laterais, próximo à região temporal e chamada de comissura lateral, e o ângulo medial, próximo ao nariz, chamada de comissura medial das pálpebras. Na comissura medial, encontra-se a lacrimal, uma pequena elevação avermelhada que possui glândulas sebáceas e sudoríparas e produz uma secreção esbranquiçada, popularmente chamada de "remela" ou "poeira do sono" por se acumular durante o sono. Além das camadas de pele, as pálpebras contêm o tarso, que é um tecido conjuntivo que dá sustentação e forma para as pálpebras e que contém as glândulas tarsais, que produzem uma substância que impede a aderência das pálpebras superior com a inferior. As glândulas sudoríferas modificadas chamadas de glândulas ciliares estão localizadas dentro das pálpebras, junto aos folículos pilosos dos cílios. Revestindo a parte interna das pálpebras, existe a túnica conjuntiva da pálpebra e, sobre a superfície anterior do bulbo do olho, há a túnica conjuntiva do bulbo, que serve de proteção. Na região da esclera, a túnica do bulbo apresenta vascularização, mas na região da córnea é avascular. O fenômeno conhecido como olhos vermelhos é um sinal de irritação local com a dilatação dos vasos sanguíneos da túnica conjuntiva do bulbo (TORTORA; NIELSEN, 2017). Cílios e supercílios Os cílios, localizados na margem das pálpebras, e os supercílios, localizados transversalmente acima das pálpebras, auxiliam na proteção do bulbo dos olhos contra objetos estranhos, perspiração e luz solar. Possuem glândulas sebáceas na base dos folículos pilosos dos cílios, chamadas de glândulas ciliares sebáceas, que liberam líquido para lubrificação dos folículos (TORTORA; NIELSEN, 2017). 6/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Aparelho lacrimal Um grupo de estruturas responsáveis pela produção e drenagem do líquido lacrimal é chamado de aparelho lacrimal. As glândulas lacrimais são inervadas pelas fibras parassimpáticas do nervo facial (VII) e secretam o líquido lacrimal ou lágrimas. O líquido lacrimal é composto por solução aquosa, sais, muco e a lisozima, uma enzima protetora do bulbo do olho. Você sabia? Somente o ser humano é capaz de expressar as emoções, seja de felicidade ou tristeza, através do choro. Por um estímulo parassimpático, as glândulas lacrimais produzem as lágrimas em excesso, que podem extravasar pelas margens das pálpebras e encher a cavidade nasal. 7/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Anatomia do olho humano- olho direito. Músculos extrínsecos do bulbo do olho Os bulbos dos olhos ocupam uma região em forma de depressão, chamada de órbita. As órbitas auxiliam na proteção do bulbo do olho e são ancoradas por músculos que se estendem das paredes das órbitas até a esclera do olho. Estes músculos recebem a inervação dos nervos cranianos oculomotor (III), troclear (IV) e abducente (VI). São seis os músculos em cada bulbo: músculos reto superior, reto inferior, reto lateral, reto medial e oblíquos superior e inferior. Os músculos retos realizam os movimentos para a direção indicada pelo seu nome, e os músculos oblíquos preservam a estabilidade rotacional do bulbo (TORTORA, NIELSEN, 2017). Músculos do olho humano. 8/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial 3. Anatomia do bulbo do olho O bulbo do olho no adulto tem diâmetro de 2,5 cm, sendo que somente o sexto anterior fica exposto, o restante fica protegido e oculto pela órbita. A parede do bulbo é formada por três lâminas: túnica fibrosa, túnica vascular e retina (TORTORA; NIELSEN 2017). A túnica fibrosa é a camada mais externa do bulbo do olho, formada por tecido conjuntivo colágeno denso e forma a cobertura externa dura, a esclera, que é a parte branca do olho. A esclera é avascular, mas apresenta receptores sensitivos para dor. Também proporciona a fixação dos músculos extrínsecos do bulbo do olho. Na face anterior, a esclera torna-se transparente e de curvatura mais exagerada, denominada córnea (VAN DER GRAAFF, 2003). A túnica vascular do bulbo, ou úvea, é a camada média do bulbo do olho. É formada por três partes: a corióide, corpo ciliar e íris. A corióide é extremamente vascularizada e reveste a maior parte da superfície interna da esclera. Contém melanócitos que produzem a melanina, dando a esta túnica a aparência castanha escura, o que evita que os raios luminosos sejam refletidos para fora do bulbo do olho. Na parte anterior da túnica vascular, a corióide torna-se corpo ciliar, formado por feixes de fibras musculares lisas, chamados de músculos ciliares; sua contração ou relaxamento está relacionado com a adaptação para a visão de perto ou longe. Os processos ciliares são prolongamentos ou pregas no interior do corpo ciliar e contém capilares sanguíneos que produzem o humor aquoso. A íris é a parte colorida do bulbo do olho e sua abertura central é denominada pupila. A contração da pupila pelo músculo esfíncter da pupila ocorre pelo estímulo luminoso que, ao contrai-la, diminui a quantidade de luz que entra no bulbo; ao 9/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial dilatar, aumenta a quantidade de luz que entra no bulbo do olho (VAN DER GRAAFF, 2003). A retina, a terceira e última camada, recobre os 3/4 posteriores do bulbo do olho e é o início da via visual. A retina consiste em camadas pigmentadas e nervosas. A camada pigmentada também contém melanina. A camada nervosa (sensitiva) processa os dados visuais antes de enviar impulsos para os axônios do nervo óptico (II). Possui dois tipos de fotorreceptores: os cones e bastonetes. Os bastonetes, em número de 120 milhões, permitem enxergar luz fraca, visão em preto e branco e matizes de cinza. A luz mais intensa estimula os cones, em número de 6 milhões, produzindo a visão em cores. Estes fotorreceptores estão localizados próximos do extrato granular externo e suas terminações fotorreceptivas estão orientadas para longe da luz que chega na retina (TORTORA; NEILSEN, 2017). As células em cone situam-se em uma depressão no centro da retina, chamada de fóvea central. É a área de maior acuidade visual ou resolução visual. Ao redor da fóvea central, encontra-se a mácula lútea, que contém cones. O disco óptico, chamado também de ponto cego, não contém cones nem bastonetes, e não conseguimos enxergar uma imagem que incide sobre o ponto cego. A lente está localizada posteriormente à pupila e íris; também ajuda a focalizar as margens na retina para facilitar a visão nítida (VAN DER GRAAFF, 2003). Anatomia do bulbo do olho O interior do bulbo do olho está dividido pela lente em cavidade anterior e cavidade posterior, que contém um líquido claro, o humor aquoso. A cavidade anterior é dividida em duas câmaras: câmara anterior, entre a córnea e a íris; e a câmara posterior, localizada atrás da íris e na frente da zônula ciliar e a lente. 10/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial A cavidade posterior do olho está situada entre a lente e a retina e ali encontra-se o humor vítreo, que contribui para a manutenção da pressão intra-ocular, que mantém o formato do olho e mantém a retina contra o (TORTORA; NEILSEN, 2017). Após o processamento dos sinais visuais nas sinapses dos vários tipos de neurônios na camada nervosa da retina, os efluxos saem da retina e vão para o encéfalo via nervo óptico, para serem processados na região do lobo occipital (VAN DER GRAAFF, 2003). Anatomia interna do olho. Entenda um pouco sobre a anatomia do olho humano. Assista ao vídeo abaixo: 11/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Leia este artigo para compreender como a imagem é formada no olho e nossa percepção da visão. 4. Audição A orelha é o órgão responsável pela audição, capacidade de perceber os sons, e equilíbrio, o que nos mantém em estabilidade postural e nossa orientação com o meio ambiente. Anatomia da orelha Anatomicamente, a orelha é dividida em três partes: orelha externa, média e interna. A orelha externa é formada pela orelha, meato acústico externo e membrana timpânica. Orelha é o pavilhão auditivo, formado por cartilagem elástica e revestida por pele fina. A função da orelha é captar as ondas sonoras, canalizando-as para o interior da orelha. A extremidade mais elevada da orelha é denominada hélice e a porção inferior mais carnosa é denominada lóbulo da 12/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial orelha, e não possui cartilagem, sendo formado por tecidos fibrosos, gordura e vasos sanguíneos (MOORE et al, 2011). O meato acústico externo é um tubo curvo que tem, aproximadamente, 2,5 cm e está situado na cartilagem da orelha e no OSSO temporal. Possui pelos e glândulas especializadas denominadas glândulas cerumiosas, que produzem o cerume, com função de manter a membrana timpânica flexível e impermeável, além de impedir a entrada de corpos estranhos pequenos (VAN DER GRAAFF, 2003). A membrana timpânica é convexa em direção à cavidade da orelha média. É uma membrana fina, semitransparente, extremamente sensível à dor e inervada por ramos do nervo trigêmio, vago e facial. Fixado na face interna da membrana timpânica, encontramos o primeiro ossículo da audição, o martelo. A membrana timpânica se move em resposta às vibrações do ar que atravessa meato acústico externo e chegam até ela (TORTORA; NEILSEN, 2017). A orelha média é uma cavidade cheia de ar, também chamada de cavidade timpânica, situada na parte petrosa do OSSO temporal e revestida por tecido epitelial. É separada da orelha interna por uma parede óssea chamada de janela do vestíbulo ou janela oval e janela da cóclea ou janela redonda. Nela, estão fixados os ossículos da audição: martelo, bigorna e estribo. Possui dois músculos esqueléticos pequenos, o músculo tensor do tímpano, que fixa o martelo; e músculo estapédio, que fixa o estribo. Estes músculos se contraem para proteger a orelha interna contra ruídos elevados. O músculo estapédio é inervado pelo nervo facial (VII) e o músculo tensor do tímpano inervado pelo nervo mandibular (ramo do nervo trigêmio) (VAN DER GRAAFF, 2003). A parede anterior da orelha média contém uma abertura para a tuba auditiva, que conecta a orelha média à parte nasal da faringe (nasofaringe). Normalmente, esta passagem mantém-se 13/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial fechada, mas, durante a deglutição e bocejo, se abre, para permitir a entrada e saída do ar na orelha média para regular a pressão interna com a pressão atmosférica. Se isto não ocorrer, podem ocorrer dor intensa, zumbido e vertigem. A tuba auditiva também é responsável pela passagem de patógenos do nariz para a orelha média, causando as otites (TORTORA; NIELSEN, 2017). Você sabia? Otite média é uma infecção aguda da orelha média provocada por bactérias associadas a infecções de nariz e garganta. A membrana timpânica pode se romper se não for realizado tratamento adequado. As crianças são mais acometidas pelas infecções da orelha média e, caso sejam muito frequentes, é realizada a timpanotomia, que é a inserção de um pequeno tubo na membrana timpânica para drenagem do líquido da orelha média. A orelha interna é conhecida como labirinto, que é uma concha externa de OSSO denso denominado labirinto ósseo, que envolve e protege o labirinto membranáceo. O labirinto ósseo é dividido em três partes: os canais semicirculares; o vestíbulo e a cóclea. Nessa região, estão os receptores para audição e equilíbrio. O labirinto membranáceo é revestido por tecido epitelial e contém a endolinfa (TORTORA, NIELSEN, 2017). O vestíbulo é a parte central oval do labirinto ósseo e o labirinto membranáceo contém dois sacos interligados: utrículo e sáculo; também e contém receptores sensíveis à gravidade e aos movimentos lineares (aceleração) da cabeça. Superior e posteriormente a partir do vestíbulo, encontramos os canais 14/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial semicirculares ósseos, posicionados em ângulo quase reto um em relação ao outro, denominados em anterior, posterior e lateral; contêm, em seu interior, receptores sensíveis às desacelerações e acelerações angulares da cabeça como, por exemplo, os movimentos rotacionais. Na extremidade de cada canal, encontra-se a ampola e eles se conectam com a parte superior e posterior do utrículo (VAN DER GRAAFF, 2003). Anterior ao vestíbulo temos a cóclea, em formato de caracol. Possui três câmaras: a câmara superior, chamada de rampa do vestíbulo; a câmara inferior, a rampa do tímpano, e as duas estão cheias de perilinfa. Entre a rampa do vestíbulo e a rampa do tímpano está o ducto coclear, que é uma câmara média triangular da cóclea. No interior do ducto coclear, está uma estrutura especializada chamada órgão espiral (órgão de Corti), onde estão os receptores sonoros que transformam vibrações mecânicas em impulsos nervosos, sendo considerada a unidade funcional da audição (TORTORA; NEILSEN, 2017). Anatomia do ouvido 15/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Mecanismo da audição As ondas sonoras originam-se de um objeto vibratório de forma similar a ondulações e se propagam pelo ar. Na audição, ocorrem os seguintes eventos (TORTORA, NIELSEN, 2017): 1. A orelha externa direciona as ondas sonoras para meato acústico externo; 2. As ondas atingem a membrana timpânica, provocando a vibração da membrana; 3. A parte central da membrana timpânica comunica-se com o martelo, dele para a bigorna e, em seguida, para estribo. 4. Com o movimento do estribo de um lado ao outro, vibra a janela do vestíbulo e são disseminadas na janela do vestíbulo. 5. As vibrações do estribo empurram a perilinfa para a rampa do vestíbulo. 6. As ondas de pressão são transmitidas para a rampa do tímpano e daí para a janela da cóclea. 7. As ondas propagam-se pela perilinfa da rampa do vestíbulo, em seguida, para a parede vestibular e, depois, para a endolinfa no ducto coclear. 8. As ondas de pressão na endolinfa vibram a lâmina basilar, que move as células ciliadas do órgão espiral, gerando os impulsos nervosos nos neurônios das fibras nervosas cocleares. 9. Ondas sonoras de alta intensidade provocam vibrações mais intensas que chegam ao encéfalo. Mecanismo do equilíbrio Existem dois tipos de equilíbrio: o estático e o dinâmico. O equilíbrio estático é a manutenção da posição do corpo, mais específico da cabeça em relação à força da gravidade. O equilíbrio dinâmico é a posição do corpo (cabeça) em resposta aos movimentos repentinos de aceleração e desaceleração. Os órgãos receptores do equilíbrio são o sáculo, utrículo e os ductos semicirculares, chamados de aparelho vestibular (VAN DER GRAAFF, 2003). Inervação do aparelho auditivo e de equilíbrio 16/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Os nervos cranianos responsáveis pela condução dos estímulos sonoros são o nervo facial (VII) e nervo (VIII). Os nervos responsáveis pela recepção vestibular incluem nervo oculomotor (III); troclear (IV), abducente (VI) e nervo acessório (XI), que controla os movimentos da cabeça, pescoço e auxiliam na manutenção do equilíbrio. Você sabia? A surdez é a perda significativa ou total da audição, podendo ser neurossensorial, quando provocada pelo comprometimento das células ciliadas da cóclea ou por lesão do nervo coclear, ramo do nervo vestibulococlear (VIII), podendo ser provocada por ateroesclerose, medicamentos ou exposição contínua a sons altos. A surdez de condução é provocada pelo comprometimento dos mecanismos da orelha média e da orelha externa e suas causas incluem cerume impactado, lesão da membrana timpânica entre outras causas. 5. Tato Pele A pele recobre toda a superfície externa do corpo, sendo considerada o maior órgão. A parte superficial é a epiderme, que é avascular, ou seja, não possui capilares sanguíneos. É composto por epitélio pavimentoso queratinizado e contém quatro células principais: queratinócitos, melanócitos, células de Langerhans e células de Merkel. As células de Langerhans 17/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial participam das respostas imunes contra os micróbios ou substâncias estranhas. As células de Merkel são menos numerosas, estão localizadas na camada mais profunda da epiderme e detectam o tato (TORTORA, NEILSEN, 2017). A epiderme, de dentro para fora, possui as seguintes camadas: estrato basal, estrato espinhosos, estrato granular, estrato lúcido (somente em regiões de pele mais espessa, como ponta dos dedos, palma e sola dos pés); e estrato córneo, que é a camada mais externa. A derme, a parte mais profunda da pele, é formada por tecido conjuntivo denso não modelado, contém fibras elásticas e colágeno, é vascularizado, possui resistência à tração, glândulas sudoríferas e sebáceas. Possui duas camadas de limite indistinto: a região papilar, mais superficial, formada por fibras elásticas e colágeno, os corpúsculos táteis (Meissner), terminações nervosas livres. A região reticular, mais profunda, é formada por feixes fibras colágenas espessas, fibroblastos, vasos sanguíneos, nervos, folículos pilosos, glândulas sudoríferas e sebáceas. A pele apresenta muitas funções como: termorregulação, através da eliminação do suor e ajustamento do fluxo sanguíneo; proteção contra agentes externos; sensibilidade cutânea, que veremos a seguir, síntese de vitamina D. 18/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Anatomia da pele. A sensibilidade somática ou somestésica origina-se nos receptores cutâneos ou proprioceptores e inclui tato, coceira, pressão, frio, calor e dor. Os proprioceptores estão localizados nas articulações, tendões e músculos, e transmitem informações sobre o posicionamento do corpo para o equilíbrio e movimento (VAN DER GRAAFF, 2003). Os receptores do tato respondem a toques leves e estão localizados na derme e hipoderme da pele. Os receptores de pressão respondem à pressão, vibração, estiramento e estão localizados na hipoderme, tendões e ligamentos das articulações. Para a percepção do tato e pressão, existem os corpúsculos de Meissner; as terminações nervosas livres, plexos da raiz dos pelos, corpúsculos de Pacini (lamelares), corpúsculos de Ruffini e corpúsculos de Krause. Receptores do tato 19/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Os corpúsculos do tato (Meissner) são numerosos nas regiões do corpo sem pelos, como pálpebras, lábios, extremidade da língua, ponta dos dedos, plantas dos pés, papilas mamárias e genitais externas. Estão localizados na camada papilar da derme e estímulos de tato fino ou leve são percebidos por estes receptores. As terminações nervosas livres são receptores táteis menos modificados, estão localizados na camada mais inferior da epiderme e respondem a dor e temperatura; alguns são particularmente sensíveis a cócegas e coceiras. Os plexos da raiz dos pelos ficam encaracolados ao redor do folículo dos pelos e respondem aos seus movimentos. Os corpúsculos lamelares (Pacini) são receptores grandes e encontradas nas articulações sinoviais, perimísio de tecido muscular esquelético e alguns órgãos viscerais, sendo abundantes também na pele das palmas das mãos, nas plantas dos pés, nos genitais externos, mamas e respondem a pressões mais fortes além de vibrações profundas (VAN DER GRAAFF, 2003). Os corpúsculos de Ruffini são terminações nervosas encapsuladas. Estão localizadas nas camadas mais profundas da derme, no tecido subcutâneo, respondem a estiramentos, pressões contínuas e ainda detectam movimentos articulares. Os corpúsculos de Krause são considerados uma variação do corpúsculo de Meissner, são abundantes nas túnicas das mucosas. Respondem a pressões leves e vibrações de baixa frequência. Receptores de calor, frio e dor Os receptores para calor (termorreceptores) e para dor (nociceptores) são terminações nervosas livres. Encontram-se distribuídos ao longo da pele e tecidos internos. Os impulsos da dor são conduzidos para a medula espinhal por neurônios sensitivos, através do trato espinotalâmico lateral, depois chegam ao tálamo e daí são encaminhados para a área somestésica especializada do córtex cerebral. 20/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Receptores sensoriais da pele. Você sabia? A percepção da dor é importante, porque alerta o corpo para a lesão, infecção ou disfunção de órgãos. A dor aguda é uma dor súbita, de curta duração; a dor crônica é de longa duração e tende a debilitar o indivíduo inclusive na sua capacidade funcional. Em indivíduos acometidos por dores crônicas, pode ser necessário o tratamento que inclui a secção dos nervos sensitivos. 21/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial 6. Sensibilidade geral- fascículo grácil e cuneiforme Como já vimos no tópico da medula espinhal, a substância branca da medula fica na região externa, é dividida em funículos anteriores, laterais e posteriores. No funículo posterior, existe uma divisão em fascículo grácil e cuneiforme, que são as vias aferentes sensitivas, ou seja, as informações sensoriais chegam na medula espinhal pelos nervos periféricos e, a partir daí, chega ao encéfalo pelos fascículos grácil e cuneiformes. Os fascículos grácil e cuneiforme são responsáveis pela condução dos impulsos sensitivos da pele, músculos, tendões e articulações, que são interpretados como sensibilidade de tato fino, pressão precisa, movimentos do corpo, e propriocepção (VAN DER GRAAFF, 2003). 7. Paladar O paladar ou gustação é um sentido considerado como químico. São cinco os paladares primários que podem ser diferenciados: ácido, doce, amargo, salgado e umami. O umami foi relatado inicialmente por cientistas japoneses e acredita-se que seja uma estimulação dos receptores gustatórios pelo glutamato monossódico, sendo descrito como "carnoso" ou "saboroso" (TORTORA, NIELSEN, 2017). Anatomia dos receptores gustatórios Os receptores do paladar estão localizados nos calículos gustatórios, que são órgãos especializados, mais numerosos na língua, mas também podem ser encontrados no palato mole, faringe e epiglote. Cada calículo gustatório possui células de sustentação, células receptoras gustatórias e células basais. Eles são encontrados nas elevações sobre a língua e são chamados de 22/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial papilas, que aumentam a área de superfície (TORTORA; NIELSEN, 2017). Podem ser identificadas quatro tipos de papilas: as papilas circunvaladas, maiores e menos numerosas, dispostas em forma de "V" invertido na região posterior da língua à frente do sulco terminal. As papilas fungiformes parecem botões e estão presentes na região do ápice da língua e lateral. As papilas folhadas estão localizadas nas margens laterais da língua, mas a maioria dos seus calículos gustatórios se degeneram na infância. As papilas filiformes são menores, espessas, localizadas nos dois terços anteriores da língua e não estão envolvidas na percepção do gosto, são receptores táteis (VAN DER GRAAFF, 2003). Via gustatória Três nervos cranianos são responsáveis pela transmissão do gosto ao encéfalo. O nervo facial (VII) inerva os dois terços anteriores da língua, o nervo glossofaríngeo (IX) inerva o terço posterior da língua e o nervo vago (X), responsável pela garganta e epiglote. Dos calículos gustatórios, os impulsos se propagam por esses nervos cranianos, chegam ao bulbo e daí projetam-se para o sistema límbico e hipotálamo, outros vão para o tálamo. A partir do tálamo, se projetam para a área gustatória primária no lobo parietal do córtex cerebral, onde ocorre a percepção consciente do paladar (TORTORA; NEILSEN, 2017). 23/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Língua. Você sabia? gosto e odor são quimiorreceptores, eles se complementam. Frequentemente, confundimos o cheiro de uma substância com seu gosto. Se temos um resfriado, a comida parece sem sabor, mas, na realidade, o problema está no olfato e não no paladar. 8. Olfato Os receptores olfatórios são terminações dendríticas do nervo olfatório (I), que são sensíveis a estímulos químicos que 24/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial transmitem o olfato ao córtex cerebral. Nos humanos, esta percepção não é muito desenvolvida se comparadas a outros animais. As células receptoras da olfação ou do sentido do olfato estão localizadas numa região chamada epitélio olfatório, localizado na mucosa nasal que recobre a região da concha nasal superior. O epitélio olfatório possui três tipos de células: receptores olfatórios, células de sustentação e células basais (TORTORA; NIELSEN, 2017). Os receptores olfatórios são formados por um neurônio com dendrito em forma de botão, projetando-se pela lâmina cribiforme, terminando no bulbo olfatório. Os cílios olfatórios é que se projetam para dentro da cavidade nasal e são eles que são estimulados pelas substâncias denominadas aromáticas, iniciando, assim, a resposta olfatória (VAN DER GRAAFF, 2003). As células de sustentação revestem nariz e fornecem sustentação, alimentação e isolamento elétrico para os receptores olfatórios. As células basais são células-tronco, localizadas entre as células de sustentação, e sofrem divisão continuada para produção de novos receptores olfatórios (TORTORA; NIELSEN, 2017). As glândulas olfatórias (de Bowman) produzem uma secreção que umedece a superfície do epitélio olfatório e dissolve os odores, de maneira que a transdução possa ocorrer. As células de sustentação do epitélio do nariz e as glândulas olfatórias são inervadas pelos ramos do nervo facial (VII) que, por sua vez, estimulam as glândulas lacrimais nos olhos e as glândulas da mucosa do nariz, o que explica a coriza nasal e lágrimas quando inalamos substâncias como pimenta, cebola ou vapores da amônia doméstica (TORTORA, NIELSEN, 2017). Via olfatória 25/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Os nervos olfatórios (I) terminam no encéfalo em massas pareadas de substância cinzenta, chamada de bulbo olfatório, localizados abaixo dos lobos frontais do cérebro. No interior do bulbo olfatório, neurônios dos nervos olfatórios formam o trato olfatório e daí as informações chegam ao córtex cerebral, onde ocorre a percepção do cheiro. As sensações olfatórias são as únicas que chegam ao córtex cerebral sem fazer sinapse no tálamo. Alguns axônios do trato olfatório se projetam em direção à área olfatória primária, na face medial inferior do lobo temporal, e outros axônios se projetam em direção ao sistema límbico e hipotálamo, além de responderem pelas respostas emocionais e memórias despertadas pelos odores. Sistema olfatório. Você sabia? 26/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial A ausência do olfato, chamado de anosmia, está sendo associado com a Doença de Parkinson, sendo relacionado como um dos sinais indicativos da doença de forma precoce. Assista ao vídeo sobre o sistema sensorial completo aqui 9. Conclusão O sistema sensorial é importante, pois coordena os sentidos que nos orientam em relação ao ambiente, a nossa postura, nos mantém alertas a cheiros estranhos e nocivos, barulhos de alerta ou perigo e contato com objetos perigosos, mantendo, assim, a integridade do corpo humano. Com este Tópico, finalizamos o estudo do corpo humano, que servirá de embasamento para futuras disciplinas. Espero que tenham aproveitado e entendido a intrincada relação dos sistemas do corpo humano. 10. Referência MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, A. M. R. Anatomia orientada para a clínica. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2011. xxxi, 1104 p. TORTORA, Gerard J.; NIELSEN, Mark T. Princípios de anatomia humana. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2017. xviii, [1], 1092 p. 27/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial VAN DE GRAAFF, Kent M. Anatomia humana. 6. ed. Barueri, SP: Manole, 2013. XX, 840 p. YouTube. (2015, Fev, 17). Paulo Velloso. Anatomia do olho humano MV9268. 6min11. Disponível em: . Acesso em 14/12/2018. YouTube. (2016, Set, 11). Tem um cientista no meu bairro. Sistema sensorial. 22min41. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=3qVA4rbpMME. Acesso em 15/12/2018. esta aula foi concluída! que achou do conteúdo estudado? Péssimo Ruim Normal Bom Excelente Deixe aqui seu comentário Mínimo de caracteres: 0/150 28/2927/04/2025, 22:07 Sistema sensorial Enviar 29/29

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