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Profa. Dra. Kelly Marinho
UNIDADE III
Segurança e Saúde no 
Trabalho em Serviços 
de Saúde
1. Identificação do problema
 Consiste no reconhecimento do problema e na sinalização positiva da administração ou 
empregador para o início do processo. 
Inclui:
 designação de um profissional responsável para elaboração do PGRSS; 
 análise das legislações pertinentes (níveis federal, estadual e municipal);
 identificar as áreas envolvidas na elaboração do PGRSS; 
 definição das estratégias de trabalho.
Etapas para implementação do PGRSS
2. Definição da equipe de trabalho
 Determinação dos profissionais envolvidos e das funções que irão desempenhar.
Inclui:
 composição da equipe de acordo com os tipos de resíduos gerados;
 identificação de habilidades e competências.
Etapas para implementação do PGRSS
3. Mobilização da instituição
 Etapa de planejamento que abrange o envolvimento da organização e tem como principal 
objetivo sensibilizar os funcionários. 
Inclui:
 reunião de setores envolvidos para a discussão das propostas;
 planejamento de estratégias de sensibilização (palestras, oficinas, filmes);
 criação de instrumentos de comunicação interna;
 elaboração de questionário para percepção do problema e divulgação dos resultados.
Etapas para implementação do PGRSS
4. Diagnóstico da situação dos RSS
 Etapa na qual se analisa e estuda a situação do estabelecimento em relação aos RSS, 
identificando as condições do estabelecimento e as áreas críticas.
Importante para fornecer dados necessários à implementação do PGRSS:
 avaliação das etapas atuais do processo de criação e implementação da PGRSS;
 identificar os tipos e a quantidade de resíduos gerados por setor, seguindo a classificação da 
RDC n. 306/04;
Etapas para implementação do PGRSS
 identificar os tipos de embalagens disponíveis (caixa de descarte de perfurocortantes, sacos 
plásticos, bombonas etc.);
 identificar as rotas de coleta e fluxos de RSS na instituição e a compatibilidade
com outras atividades;
 determinação de disponibilidade e utilização de EPIs / EPCs;
 determinação das condições de infraestrutura, limpeza e higienização das áreas 
de armazenamento;
 determinação das condições das empresas terceirizadas contratadas para coleta: frequência, 
modo operacional, veículos utilizados, licenças operacionais e ambiental.
Etapas para implementação do PGRSS
5. Definição de metas e objetivos
 Etapa na qual é determinado o modo de organização e sistematização de informações 
e ações.
Inclui atividades como:
 definição dos recursos financeiros disponíveis;
 práticas preconizadas para minimização de geração de RSS;
 utilização de tecnologias limpas a fim de reduzir riscos sanitários e ambientais;
 avaliação de alternativas de reciclagem;
 determinação dos investimentos necessários;
 determinação de um cronograma de implantação.
Etapas para implementação do PGRSS
6. Elaboração do PGRSS
 Etapa na qual o documento é confeccionado. 
Deve incluir:
 dados de identificação do estabelecimento de saúde;
 descrição das rotinas operacionais referentes à segregação, acondicionamento, transporte, 
armazenamento, coleta e destino final dos RSS;
 modos de integração com outras comissões (Cipa, CCIH) e rotinas internas;
Etapas para implementação do PGRSS
 capacitação e treinamento dos trabalhadores;
 previsão de programa de controle de insetos e roedores;
 identificação de medidas preconizadas para situações de emergência e acidentes 
de trabalho;
 identificação e mapeamento de riscos ocupacionais – levar em consideração as atividades 
envolvidas, os produtos e equipamentos envolvidos, os recursos humanos envolvidos, os 
riscos existentes, os danos possíveis, as medidas de controle necessárias e medidas de 
controle existentes.
Etapas para implementação do PGRSS
7. Implementação do PGRSS
 Etapa na qual o plano validado pelo gestor do serviço é colocado em prática. 
Inclui:
 execução dos treinamentos e capacitações previstos;
 validação das rotinas descritas;
 promoção de correções e adaptações necessárias;
 execução das adequações de infraestrutura.
Etapas para implementação do PGRSS
8. Avaliação do PGRSS
 Etapa na qual o plano é avaliado com base na análise de indicadores, em que estão inclusas 
as taxas de acidentes com perfurocortantes, a variação na geração de resíduos e a variação 
do percentual de reciclagem.
Inclui:
 definição das estratégias de acompanhamento e avaliação;
 construção de indicadores para avaliação;
 análise e avaliação dos resultados da PGRSS;
 discussão multidisciplinar e indicação de sugestões 
para modificações;
 disponibilização do PGRSS para a equipe de trabalho 
e fiscalização.
Etapas para implementação do PGRSS
Dentre as etapas do PGRSS, a etapa que inclui “composição da equipe de acordo com os tipos 
de resíduos gerados” é:
a) Identificação do problema.
b) Definição da equipe de trabalho.
c) Mobilização da instituição.
d) Diagnóstico da situação dos RSS.
e) Definição de metas e objetivos.
Interatividade
Dentre as etapas do PGRSS, a etapa que inclui “composição da equipe de acordo com os tipos 
de resíduos gerados” é:
a) Identificação do problema.
b) Definição da equipe de trabalho.
c) Mobilização da instituição.
d) Diagnóstico da situação dos RSS.
e) Definição de metas e objetivos.
Resposta
 O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) deve ser implantado com o objetivo 
de eliminar ou reduzir ao mínimo possível a exposição dos trabalhadores do serviço de 
saúde aos agentes biológicos.
 Faz parte de um conjunto de programas que devem ser adotados pela empresa em conjunto 
e com sinergia entre eles para que possam realmente atender e atingir seu objetivo básico, 
que é a segurança do trabalhador.
 Construir uma cultura prevencionista na empresa e, para isso, todos devem estar envolvidos 
e comprometidos a fim de atingir resultados concretos.
Prevenção de acidentes de trabalho na área de saúde
 Nas atividades da saúde, o indicador de automação é muito baixo, sendo o fator humano 
uma preocupação constante, pois exige que o profissional esteja bem capacitado para as 
suas tarefas com os devidos treinamentos, além de ser conhecedor das informações 
referentes à segurança nas suas atividades e no ambiente que circula.
 Fatores humanos e ambientais que podem levar à materialização de um acidente – dois 
fatores devem ser bem avaliados – têm grande potencial de risco de acidentes.
 Ambientais: devem-se analisar os riscos presentes, identificá-
los, buscar sua eliminação na fonte sempre que possível e, 
quando não, o seu controle.
 Humanos: sofre influências do meio, das suas atividades, das 
interações com outras pessoas e do estresse todo envolvido 
na sua rotina diária.
Prevenção de acidentes de trabalho na área de saúde
O plano de trabalho para implantação do PPRA inclui:
Identificação do risco biológico
 Um dos primeiros passos consiste na identificação dos riscos biológicos, levando em 
consideração os agentes epidemiológicos mais frequentes.
 Essas informações podem ser obtidas nas Comissões de Controle de Infecção Hospitalar, 
em serviços de assistência médica e estatística, prontuários, nos serviços de vigilância 
epidemiológica, no serviço médico de atendimento aos trabalhadores ou no Ministério da 
Previdência Social. 
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
O plano de trabalho para implantação do PPRA inclui:
Identificação do risco biológico
 As informações obtidas nesses órgãos podem colaborar para o reconhecimento dos 
principais patógenos da região geográfica ou até mesmo do serviço/setor avaliado 
(diferentes patógenos nas diferentes clínicas de especialização, por exemplo: clínica médica, 
centro cirúrgico, pediatria). 
 O perfil socioeconômico da população atendida também pode trazer informações 
importantes para o reconhecimento dos riscos biológicos.
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
O processo de prevenção de riscos biológicosdeve ainda buscar identificar:
 Fontes de exposição e reservatórios (seres humanos, animais, objetos ou substâncias que 
abrigam o agente biológico), tornando possível a transmissão a um hospedeiro ou 
reservatório. Reservatório é a pessoa, animal, objeto ou substância na qual o agente 
biológico pode sobreviver, crescer ou se multiplicar – estabelecimento de medidas de 
proteção/prevenção a serem adotadas.
 Via de transmissão – consiste no percurso realizado pelo agente biológico a partir da fonte 
de exposição até o hospedeiro, podendo ocorrer de forma direta ou indireta.
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
 Vias de entrada – são os tecidos ou órgãos pelos quais o agente biológico penetra em um 
organismo. As vias de entrada incluem a via cutânea (pele), parenteral (intravenosa, 
intramuscular, subcutânea), respiratória (inalação), oral (ingestão) ou contato com mucosas.
 Transmissibilidade, patogenicidade e virulência do agente – refere-se à capacidade de 
transmissão de um agente biológico para um hospedeiro; o intervalo de tempo durante o qual 
um organismo transmite um agente biológico (transmissibilidade); capacidade de um agente 
biológico de causar doença em um hospedeiro (patogenicidade); a virulência se refere ao 
grau de agressividade de determinado agente biológico.
 Persistência do agente biológico no ambiente – refere-se à 
capacidade de um agente biológico permanecer em 
determinado ambiente, mantendo a possibilidade de 
causar doença.
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
Avaliação do local de trabalho e do trabalhador
 Objetivos: identificar e descrever as condições de trabalho que influenciam na saúde, bem-
estar e segurança do trabalhador. 
 Devem ser considerados os aspectos físicos e organizacionais do ambiente de trabalho, bem 
como os aspectos psicossociais do grupo de trabalhadores.
 Finalidade e descrição do local de trabalho – detalhamento 
das características físicas do local de trabalho, incluindo altura 
do piso ao teto, tipo de paredes e pisos, sistemas de 
ventilação, iluminação, mobiliária e presença de pias para 
higienização das mãos.
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
 A NR 32 (Brasil, 2005a) especifica que o PPRA deve ser reavaliado uma vez ao ano ou 
sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho que possa alterar a 
exposição aos agentes biológicos. 
 O PPRA deve ser reavaliado e sofrer alterações caso a análise dos acidentes/incidentes 
constate que os procedimentos de prevenção são ineficazes ou novos riscos biológicos 
sejam identificados. 
 Todos os documentos referentes a PPRA devem estar disponíveis para o acesso 
dos trabalhadores.
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
 Segundo a NR-32, o PCMSO deve ser elaborado e implementado em todas as empresas, 
independentemente do número de empregados ou do grau de risco da atividade.
 O PCMSO deve contemplar o reconhecimento e a avaliação dos riscos biológicos, bem como 
a localização das áreas de risco.
 Prevê a elaboração de uma lista contendo a identificação nominal dos trabalhadores, sua 
função laboral, o local no qual desempenham suas atividades e os riscos aos quais estão 
expostos. A relação nominal deve estar sempre atualizada e disponível para consulta de 
auditorias internas, fiscais e representações trabalhistas.
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
 Vigilância médica dos trabalhadores potencialmente expostos, acompanhando a sua saúde 
com enfoque específico para os tipos de risco aos quais o indivíduo está exposto. 
 O acompanhamento inclui a avaliação clínica e ocupacional (anamnese clínica e 
ocupacional, exame físico e exames complementares), bem como a monitorização das 
condições de exposição ocupacional.
 NR-32, o PCMSO também deve contemplar um programa de vacinação dos trabalhadores.
 Vacinas obrigatórias, vacinas indicadas, informações quanto 
às vantagens, efeitos adversos e riscos decorrentes de recusa, 
local de aplicação, condições de conservação e transporte, 
responsável pela aplicação e um sistema de registro.
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
A todos os profissionais da área de saúde devem ser fornecidos:
 Um programa de imunização ativa contra tétano, difteria e hepatite B. 
 Imunizações já recomendadas pela PCMSO. 
 Sempre que houver novas vacinas eficazes contra agentes biológicos aos quais os 
trabalhadores estão, ou poderão estar, expostos, elas deverão ser fornecidas gratuitamente 
pelo empregador.
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
Imunização 
Fonte: adaptado de: Brasil (2005).
Vacinas Indicação recomendada
Hepatite B Geral (NR-32 32.2.4.17.1 e 32.2.4.17.3)
Tétano e difteria (MS Portaria n. 1.602/2006) Geral (NR-32 32.2.4.17.1)
Influenza Geral (NR-32 32.2.4.17.2)
Tríplice viral (MS Portaria n. 1.602/2006) Geral (NR-32 32.2.4.17.2)
Varicela Geral (NR-32 32.2.4.17.2)
Pneumocócica Geral (NR-32 32.2.4.17.2)
Hepatite A
Trabalhadores em contato com crianças, 
hepatopatas, pacientes de alto risco, fezes e 
roupas ou objetos contaminados com fezes 
(NR32 32.2.4.17.1 e 32.2.4.17.2, PCMSO)
Febre amarela (MS Portaria n. 1.602/2006) Residentes ou visitantes de áreas endêmicas ou 
de risco potencial (NR-32 32.2.4.17.2)
Febre tifoide
Contato habitual com Salmonella typhi e 
residentes ou visitantes de áreas endêmicas ou 
de risco potencial (NR-32 32.2.4.17.1 e 
32.2.4.17.2, PCMSO)
Antimeningocócica Em presença de surto epidêmico
 A NR-32 estabelece também que constem no PCMSO procedimentos e informações 
aplicáveis em situações que resultem na exposição acidental a agentes biológicos.
 Os acidentes de trabalho devem ser considerados de caráter emergencial, já que a eficiência 
da terapia profilática é maior quanto menor for o período após a exposição.
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
Os procedimentos preconizados pela NR-32 incluem:
 procedimentos adotados para diagnóstico, acompanhamento e prevenção da doença;
 as medidas para descontaminação do local de trabalho;
 o tratamento médico emergencial para o trabalhador;
 identificação dos responsáveis por aplicar as medidas recomendadas;
 estabelecimentos de saúde que podem prestar assistência ao trabalhador;
 relação de estabelecimentos de saúde que tenham 
disponibilidade de imunoglobulinas, vacinas, medicamentos, 
materiais e insumos especiais. 
 O PCMSO deve estar sempre à disposição dos trabalhadores 
e notificar toda ocorrência de acidente envolvendo riscos 
biológicos, com ou sem afastamento do trabalhador, por meio 
da emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
“A persistência se refere à capacidade de um agente biológico permanecer em determinado 
ambiente, mantendo a possibilidade de causar doença”. Isso faz parte de qual meio de 
identificação do processo de prevenção de riscos biológicos?
a) Fontes de exposição e reservatórios. 
b) Via de transmissão.
c) Vias de entrada.
d) Persistência do agente biológico no ambiente.
e) Transmissibilidade.
Interatividade
“A persistência se refere à capacidade de um agente biológico permanecer em determinado 
ambiente, mantendo a possibilidade de causar doença”. Isso faz parte de qual meio de 
identificação do processo de prevenção de riscos biológicos?
a) Fontes de exposição e reservatórios. 
b) Via de transmissão.
c) Vias de entrada.
d) Persistência do agente biológico no ambiente.
e) Transmissibilidade.
Resposta
A adoção de medidas para o controle de riscos deve seguir a seguinte ordem de prioridade:
1) Medidas para o controle de riscos na fonte, que eliminem ou reduzam a presença dos 
agentes biológicos, que incluem redução do contato dos trabalhadores do serviço de saúde 
com pacientes-fonte, indivíduos potencialmente portadores de agentes biológicos, evitando 
procedimentos desnecessários; afastamento temporário dos trabalhadores do serviço de 
saúde compossibilidade de transmitir agentes biológicos; eliminação de plantas do 
ambiente de trabalho; eliminação de fontes e reservatórios de contaminação (resíduos, 
equipamentos, instrumentos, ferramentas e materiais contaminados; restrição do acesso de 
visitantes e terceiros, que podem representar fonte de exposição).
 Manutenção do agente biológico restrito à fonte de exposição 
ou ao ambiente imediato (utilização de sistemas/recipientes 
fechados, ventilação exaustora, cabines de segurança 
biológica, segregação de materiais e resíduos e recipientes 
adequados para descarte de materiais perfurocortantes).
Medidas de proteção previstas pela NR 32
2) Medidas para o controle de riscos no trajeto entre a fonte de exposição e o 
receptor/hospedeiro com objetivo de prevenir ou reduzir a disseminação dos agentes 
biológicos, que incluem planejamento e implantação de procedimentos de recepção, 
manipulação e transporte de materiais.
 Planejamento com fluxo de pessoas para reduzir a possibilidade de exposição e redução da 
concentração do agente biológico no ambiente (isolamento de paciente, construção de 
ambientes com pressão negativa, instalação de ventilação geral).
 Procedimentos de higienização e desinfecção do ambiente, 
materiais, equipamentos e vestimentas; implantação do 
gerenciamento de resíduos e controle integrado de pragas 
e vetores.
Medidas de proteção previstas pela NR 32
3) Medidas de proteção individual, incluindo proteção das vias de entrada do organismo 
(cutânea, respiratória, mucosas) por meio de equipamentos de proteção individual.
 Implementação de medidas de proteção específicas e adaptadas aos trabalhadores de 
saúde com maior suscetibilidade, incluindo gestantes, portadores de doenças crônicas e 
trabalhadores alérgicos.
 Manipulação de agentes biológicos em ambiente laboratorial deve seguir as orientações 
recomendadas pelo Ministério da Saúde – Diretrizes Gerais para o Trabalho em Contenção 
com Material Biológico, 2010.
Medidas de proteção previstas pela NR 32
 Locais onde há a possibilidade de exposição a agentes biológicos – conter lavatórios 
exclusivos para higiene das mãos – água corrente, sabonete líquido, toalha descartável e 
lixeira provida de sistema de abertura sem contato das mãos.
 Os quartos ou enfermarias que são destinados ao isolamento de indivíduos portadores de 
doenças contagiosas – lavatórios seguindo o mesmo padrão.
 Técnica de fricção das mãos com solução antisséptica (álcool, clorexidina) ou o uso de luvas 
não substitui a exigência de lavatórios.
 Feridas nas mãos – avaliadas para liberação ao trabalho – via de contaminação.
NR 32
Fonte: 
https://bvsms.saude.gov.br
/higienizacao-das-maos-
na-assistencia-a-saude/
O empregador deve vetar os seguintes comportamentos:
 utilizar pias de trabalho para fins diversos dos previstos;
 fumar, usar adornos (anéis, pulseiras, relógios, colares, brincos, broches e piercings) e 
manusear lentes de contato;
 consumir alimentos e bebidas nos postos de trabalho – pode disponibilizar ambientes 
próximos ao posto de trabalho para a realização de refeições;
 armazenar alimentos/bebidas em locais não destinados a essa finalidade;
 utilizar calçados abertos que proporcionem a exposição da região do calcâneo (calcanhar), 
do dorso ou das laterais do pé – o fornecimento de calçados fechados pelo empregador.
NR 32
 Fornecer vestimentas de trabalho adequadas e em condições de conforto, sem ônus para o 
trabalhador – trajes completos ou peças, como aventais, jalecos e capotes, conforme 
definido pelo PPRA, para cada situação de risco.
 Vetar aos trabalhadores que deixem o local de trabalho com os EPIs e vestimentas utilizadas 
durante as atividades laborais. O trabalhador deverá retirar as vestimentas ao final da 
jornada de trabalho e quando usufruir de intervalo para descanso ou alimentação fora 
das instalações.
 Providenciar locais apropriados para fornecimento de 
vestimentas limpas e deposição das usadas, a higienização 
das vestimentas deve ser de responsabilidade do empregador.
NR 32 – outras obrigações e deveres do empregador
 Fornecer EPIs, descartáveis ou não, em número suficiente nos postos de trabalho, de forma 
que seja garantido o imediato fornecimento ou reposição.
 Garantir a conservação e a higienização de materiais e instrumentos de trabalho.
 Fornecer recipientes e meios de transporte adequados para materiais infectantes, fluidos e 
tecidos orgânicos, conforme especificações determinadas pelo PPRA.
 Assegurar capacitação aos trabalhadores antes do início das atividades e de forma 
continuada. Capacitação – conteúdo planejado de acordo com o risco de exposição de cada 
trabalhador, conforme identificado no PPRA.
 Realizar capacitação – deve ocorrer quando há alterações nas 
condições de trabalho, incluindo introdução de novos 
equipamentos, alteração de procedimentos de trabalho, 
implementação de novas medidas de segurança e a troca de 
posto de trabalho.
NR 32 – outras obrigações e deveres do empregador
 Deve ser realizada durante a jornada de trabalho e deve ser ministrada por profissionais de 
saúde que sejam familiarizados com os riscos inerentes aos agentes biológicos. 
Deve se adaptar à evolução do conhecimento e buscar a identificação de novos riscos 
biológicos, incluindo:
 dados disponíveis sobre riscos potenciais para saúde;
 medidas de controle para minimizar a exposição ao agente biológico;
 normas e procedimentos preconizados de higiene;
 utilização de equipamentos de proteção coletiva, individual e 
vestimentas de trabalho;
 medidas para prevenção de acidentes e incidentes;
 medidas preconizadas a serem adotadas pelos trabalhadores 
em caso de ocorrência de acidentes e incidentes.
Capacitação dos trabalhadores de saúde
Comprovar a realização da capacitação por meio de documentos que informem:
 data;
 horário;
 carga horária;
 conteúdo;
 nome e formação do instrutor e dos trabalhadores envolvidos.
Capacitação dos trabalhadores de saúde
 Todos os casos de acidentes ou incidentes com possível exposição a agentes biológicos 
devem ser comunicados imediatamente ao responsável pelo local de trabalho ao serviço de 
segurança e saúde do trabalho e à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). 
 O empregador deve informar aos trabalhadores a ocorrência de acidentes/incidentes que 
possa provocar a disseminação de um agente biológico, especificando as suas causas e as 
medidas adotadas para corrigir a situação.
Acidentes ou incidentes
Todos os casos de acidentes ou incidentes com possível exposição a agentes biológicos 
devem ser comunicados imediatamente:
a) Ao responsável pelo local de trabalho e ao serviço de segurança e saúde do trabalho.
b) Ao responsável pelo local de trabalho ao serviço de segurança e saúde do trabalho e à 
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).
c) À Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).
d) Ao responsável pelo local de trabalho.
e) Ao serviço de segurança e saúde do trabalho.
Interatividade
Todos os casos de acidentes ou incidentes com possível exposição a agentes biológicos 
devem ser comunicados imediatamente:
a) Ao responsável pelo local de trabalho e ao serviço de segurança e saúde do trabalho.
b) Ao responsável pelo local de trabalho ao serviço de segurança e saúde do trabalho e à 
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).
c) À Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).
d) Ao responsável pelo local de trabalho.
e) Ao serviço de segurança e saúde do trabalho.
Resposta
 São dispositivos de uso pessoal destinados à proteção da saúde e à integridade física 
do trabalhador. 
 As instituições de saúde devem adquirir e fornecer EPIs aos trabalhadores sem nenhum 
custo adicional, devendo ainda proporcionar capacitação para o seu uso correto.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
 Jaleco – item para proteção das partes superior e inferior do corpo.
 Previne a contaminação de origens biológica, química e radioativa;além da exposição a 
sangue, fluidos corporais, borrifos, salpicos etc. 
 Deve conter manga longa, usada fechada sobre as roupas pessoais, sendo confeccionado 
em tecido de algodão.
 Jalecos descartáveis devem ser resistentes e impermeáveis.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: 
https://www.confeccaoborges.com.br
/jaleco_branco_mais_branco_de_oxf
ord_masculino_175_gramas_tecido_
mais_encorpado_n/prod-6840440/
 Avental – pode ser utilizado sobre ou sob o jaleco. 
 Pode ser confeccionado por diversos produtos, como cloreto de polivinila (PVC) para 
exposição a produtos químicos, borracha para lavagem e limpeza de vidrarias, equipamentos 
ou instalações, e Kevler para exposição ao calor.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: https://www.piatatem.com.br/avental-de-
pvc-branco-1-20m-x-0-70m---plastcor-4098148
 Macacão e traje de pressão positiva – o macacão em peça única deve ser confeccionado em 
tecido resistente e descartável para uso em laboratório NB 3. 
 Para utilização em laboratório NB 4, deve-se usar traje de pressão positiva em PVC – feito 
em peça única impermeável, com visor acoplado ao macacão, sistema de sustentação de 
vida (o ar é filtrado por filtro High Efficiency Particulate Air – Hepa), compressores de 
respiração de ar, alarme e tanque de ar de emergência.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: https://pt.slideshare.net/luizcgms13/05-
niveis-de-biosseguranca
 Luvas – barreiras de proteção que previnem a contaminação das mãos do trabalhador. 
 Reduzem a possibilidade de transmissão dos patógenos presentes na mão do trabalhador 
para o paciente. Protegem o trabalhador de riscos biológicos, químicos e físicos, incluindo 
queimaduras químicas por substâncias corrosivas, inflamáveis ou irritantes; calor ou frio 
extremo, mordidas, cortes ou arranhões provocados por animais; manuseio de culturas de 
células e materiais biológicos. 
 Devem ser confeccionadas em material resistente e maleável, e devem ser anatômicas, com 
baixa permeabilidade e compatíveis com as substâncias manipuladas.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
 Luvas de látex – protegem o trabalhador dos materiais potencialmente infectantes (sangue, 
secreções, excreções, culturas de microrganismos, animais de laboratório). Podem ser 
divididas em estéreis, luvas cirúrgicas; e não estéreis, luvas de procedimento, descartáveis 
ou não.
 Luvas para o manuseio de produtos químicos – o tipo de luva utilizado deve corresponder à 
substância química manipulada. Podem ser confeccionadas em: borracha natural (látex), 
butil, neoprene, cloreto de polivinila (PVC), acetato de polivinila (PVA), Viton.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: 
https://d3bhvz7al37iy6.cloudfront.net/Cust
om/Content/Products/10/46/1046259_luv
a-de-borracha-nitrilica-nitriflex-com-forro-
danny_m5_637358918413676118.jpg
 Luvas de proteção ao calor – utilizadas para trabalhadores que manuseiam autoclaves, 
fornos e muflas. São confeccionadas em lã ou tecidos resistentes, revestidas de material 
isolante térmico.
 Para temperaturas acima de 100 ºC, recomenda-se o uso de luvas de couro curtido com sais 
de cromo; para temperaturas até 350 ºC, utilizar luvas Kevlar e para temperaturas acima de 
350 ºC, deve-se utilizar luvas Zetex.
 Luvas de proteção ao frio – utilizadas para manuseio de artefatos e componentes em baixa 
temperatura. Recomendado uso de luvas de algodão, lã, couro, borracha 
revestida internamente.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: https://www.fastepis.com.br/
 Óculos de segurança – são recomendados para proteger os olhos de borrifos, salpicos e 
gotas geradas durante a manipulação de substâncias. Devem ter vedação lateral, hastes 
ajustáveis e cinta de fixação. As lentes devem ser confeccionadas em material transparente 
e resistente, incluindo policarbonato, resina orgânica e cristal de vidro. Preferencialmente, as 
lentes devem ser antiembaçantes, antirriscos e resistentes a produtos químicos. 
 Máscaras faciais – recomendadas para proteção da face e olhos frente à exposição a 
fragmentos sólidos, partículas quentes ou frias, poeiras, líquidos e vapores. Protegem a face 
dos respingos de substâncias químicas, estilhaços de metal e vidro. Devem ser 
confeccionadas por propionato, acetato e policarbonato simples ou recobertas com 
substâncias metalizadas para absorção de radiações.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: 
http://www.silverferram
entas.com.br/loja/imag
es/JAGUARINC.jpg
 Equipamento de proteção respiratória – utilizado para manipulação de substâncias com risco 
químico ou biológico, especialmente em casos de emergência envolvendo derramamentos e 
fugas de gases. 
 Os respiradores mais utilizados incluem a adução de ar (fornecimento de ar ao usuário 
independente do ambiente), purificador de ar (purifica o ar ambiente antes de ser inalado 
pelo usuário), respirador semifacial (máscaras descartáveis, respiradores com ou sem 
válvulas para poeiras, fumos e névoas) e respiradores faciais de peça inteira (proteção dos 
olhos, face e sistema respiratório).
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: 
https://www.multiseg.com.
br/1883/mascara-
respirador-dobrvel-pff3-c-
vlvula-ca-38505-pro-safety 
 Proteção auricular – pode ser do tipo concha ou de inserção.
 Uso indicado em situações nas quais o ruído excessivo pode ocasionar a redução da 
capacidade auditiva do trabalhador. 
 Os níveis de ruído em laboratórios são regulamentados pela NBR n. 10.152, estabelecendo 
um limite máximo de 60 decibéis durante a jornada de trabalho.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: https://http2.mlstatic.com/D_NQ_NP_965387-
MLB48134894726_112021-O.webp
Fonte: 
https://http2.mlstatic.com/D_NQ_NP_871
759-MLB54836905134_042023-O.webp
 Toucas ou gorros – são indicados para manter cabelos recobertos, especialmente os longos, 
reduzindo o risco de contaminação por micro-organismos, poeira e ectoparasitos em 
suspensão. Devem ser confeccionados em tecido que permita a aeração dos cabelos e 
couro cabeludo, podendo ser descartável ou reutilizável.
 Protetores para os membros inferiores – o calçado deverá ser ajustado ao tipo de atividade 
desenvolvida, como: botas de segurança em couro, botas de PVC, botinas e outros calçados 
de cano curto ou longo, com biqueira de reforço e solado antiderrapante. Sapatilhas ou pró-
pés descartáveis ou reutilizáveis são, geralmente, usados em áreas estéreis em hospitais, 
laboratórios, biotérios e na indústria.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: 
http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS66DNjJIn1S
1YcGw06Mz1SQbGZueWbJatIJw7ERbDPJdOSGX5q
Fonte: https://m.media-
amazon.com/images/I/51B
pok4jEUL._AC_SY395_.jpg
Fonte: https://m.media-
amazon.com/images/I/51-
1g5d-3fL._AC_SY355_.jpg
 Dispositivos de pipetagem – constituem dispositivos de borracha (pera de borracha), 
pipetadores e elétricos. Utilizados para evitar o risco de acidente pela ingestão de 
substâncias contendo agentes de riscos biológico, químico ou radioativo; desde que a ação 
de pipetar com a boca não seja recomendada.
 Dosímetro para radiação ionizante – deve ser disponibilizado para trabalhadores que 
manipulam substâncias com radiação ionizante. Deve ser enviado para o serviço de 
monitoramento da Cnen para avaliação.
Equipamentos de proteção individual (EPIs)
Fonte: adaptado de: 
https://bvp.com.br/wp-
content/uploads/2021/0
3/Pipetador_Na_75__5
46a114836a72.jpg
Fonte: https://m.media-
amazon.com/images/I/51Ur
XsML82L._AC_SX425_.jpg
Fonte: 
https://www.saprala
ndauer.com.br/wp-
content/uploads/201
7/06/dosimetro-
radiacao-azul-
frente-1.png
 Consistem em equipamentos que auxiliam na segurança dos trabalhadores de serviços de 
saúde e laboratórios, na proteção ambiental e na proteção do produto ou pesquisa envolvida.
 Autoclave – promove a esterilização de equipamentos termorresistentes e insumos por meio 
de calor úmido (vapor) e pressão. 
Em laboratórios NB 1 e NB 2 e serviços de saúde, é obrigatória a presença de autoclaves no 
edifício, enquanto a instalação é obrigatória no interior dos laboratórios NB 3 e NB 4. 
 O monitoramento deve ser realizado com registro de pressão e temperatura a cada ciclo de 
esterilização, teste biológico com Bacillus stearothermophilus e fita termorresistente.
Equipamentos de proteção coletiva (EPCs)
Fonte: 
https://www.furlab.com.br/doutor/upload
s/2/produtos/2022/03/cover-autoclave-
horizontal-vertical-709f5189a0.jpg
 Chuveiro de emergência – consiste em um chuveiro com diâmetro de 30 cm que pode ser 
acionado por alavanca de mão, cotovelo ou pé. Deve ser submetido à manutenção constante 
e instalado em local de fácil acesso.
 Lava-olhos – consiste em um dispositivo formado por dois pequenos chuveiros de média 
pressão acoplados a uma bacia metálica. O ângulo do jato de água dos chuveiros deve ser 
direcionado para a lavagem ocular. Pode ser acoplado ao chuveiro de emergência ou ser do 
tipo frasco de lavagem ocular.
 Microincinerador – consiste em um dispositivo elétrico ou a gás usado para flambar alças 
microbiológicas ou instrumento perfurocortante no interior da Cabine de Segurança Biológica.
Equipamentos de proteção coletiva (EPCs)
Fonte: 
http://www.fiocruz.br/biosseguranca/
Bis/lab_virtual/imagens/chuveiro.gif
 Caixa ou contêiner de aço – consiste em recipiente com alças laterais e tampa, 
confeccionado em aço inoxidável, autoclavável, à prova de vazamento, utilizado para 
acondicionar e transportar material contaminado por agentes de risco biológico.
 Agitadores e misturadores – devem ter sistema de isolamento que contenha os aerossóis 
formados durante sua utilização. Utilizá-los no interior da Cabine de Segurança Biológica 
(CSB) caso não tenham sistema de isolamento.
 Centrífugas – devem ter sistema que permita a abertura 
somente após o ciclo completo de centrifugação, copos de 
segurança e sistema de alarme para quando ocorrer quebra 
de tubos.
Equipamentos de proteção coletiva (EPCs)
 Cabine de segurança química – cabine construída de forma aerodinâmica, cujo fluxo de ar 
ambiental não causa turbulências e correntes, assim reduzindo o perigo de inalação e 
contaminação do operador e do ambiente na manipulação de substâncias químicas que 
liberam vapor e gases tóxicos, irritantes ou corrosivos. 
 O duto de exaustão deve ser projetado de maneira a conduzir os vapores para parte externa 
da instalação, preferencialmente, no telhado. 
 Deve ter filtro químico acoplado à saída do duto.
 As Cabines de Segurança Biológica podem ser divididas em: Classe I, Classe II (divididas 
em A ou A1, B1, B2 e B3 ou A2) e Classe III.
Cabine de segurança
Fonte: https://www.splabor.com.br/blog/wp-
content/uploads/2019/09/Cabine-de-seguran%C3%A7a-SPLABOR-.jpg
 CSB – Classe I: consiste em uma adaptação da cabine de segurança química. O tipo de 
ventilação da cabine protege o trabalhador e o ambiente, com velocidade do ar unidirecional 
e sem recirculação. 
 É a forma mais simples de cabine, pode ser construída com o painel frontal aberto ou com o 
painel frontal fechado com luvas de borracha adaptadas. 
 Não há proteção para o experimento, somente para o operador e o meio ambiente.
 São recomendadas para trabalho com agentes de risco biológico das classes de risco 1, 2 e 3.
 As CSB Classe I, que têm painel com luvas de borracha, proporcionam maior proteção 
ao operador.
Cabines de Segurança Biológica
Fonte: https://www.laboar.com.br/cabine-seguranca-classe-1#group1-3
 CSB – Classe II: conhecida como CSB de Fluxo Laminar de Ar. Deve ser utilizada para a 
proteção do operador, do ambiente e do experimento ou produto. 
 Abertura frontal que permite acesso à superfície de trabalho. Alguns modelos têm alarme 
que previne quando o painel frontal não está na altura de segurança adequada.
 Uma cortina de ar formada por ar não filtrado que passa da sala para a cabine e fluxo de ar 
que atravessa o filtro absoluto situado na parte superior da cabine evita que os 
contaminantes que circulam no ar dentro da cabine escapem pela abertura frontal. 
 Têm equipamentos como: ventilador, motor, filtros Hepa de suprimento e exaustão de ar, luz, 
gás, luz UV, câmaras laterais e alarme.
Cabines de Segurança Biológica
Fonte: https://www.unifal-mg.edu.br/riscosambientais/node/14
 CSB – Classe III: é construída em aço inoxidável com vidros blindados, absolutamente 
herméticos, com ventilação própria. O trabalho é conduzido por luvas de borracha presas à 
cabine. A temperatura deve ser controlada em um nível constante, impedindo sua elevação 
excessiva. 
 O fluxo de ar penetra na CSB Classe III pelos filtros absolutos (Hepa) em série. O fluxo de ar 
circula com trocas de pelo menos dez vezes por hora. É operado com pressão negativa em 
relação ao laboratório, proporcionando absoluta contenção ao agente de risco biológico. 
 Para purificar o ar contaminado – instalação de dois filtros absolutos em série no duto de 
exaustão ou um filtro absoluto e um incinerador com exposição do ar de 6 segundos a 
300 ºC. 
Cabines de Segurança Biológica
Fonte: 
https://www.medicalexpo.com/pt/prod/g
ermfree/product-108820-748196.html
CSB – Classe III: 
 A introdução e a retirada de materiais efetuam-se por meio de câmaras de passagem com 
intertravamento nas portas ou autoclaves de porta dupla com sistema hidráulico ou elétrico 
para abertura e fechamento.
 A descontaminação de todo material utilizado e os resíduos sólidos produzidos são feitos por 
autoclave de porta dupla, câmaras de fumigação ou por recipientes de imersão com 
desinfetantes (dunk tank). 
 Os resíduos líquidos são recolhidos em depósito e 
descontaminados antes de serem lançados ao sistema 
sanitário.
Cabines de Segurança Biológica
As Cabines de Segurança Biológicas (CSB) são geralmente usadas como contenção primária 
no trabalho com agentes de risco biológico, minimizando a exposição do operador, do produto 
e do ambiente. Podem ser classificadas em:
a) Classe I A; Classe II B1, B2 e B3 e Classe III.
b) Classe I, Classe II A e B e Classe III.
c) Classe I A, Classe II B e Classe III C.
d) Classe I A ou A1, B1, B2 e B3 ou A2; Classe II B1 e B2 e Classe III.
e) Classe I; Classe II A ou A1, B1, B2 e B3 ou A2 e Classe III.
Interatividade
As Cabines de Segurança Biológicas (CSB) são geralmente usadas como contenção primária 
no trabalho com agentes de risco biológico, minimizando a exposição do operador, do produto 
e do ambiente. Podem ser classificadas em:
a) Classe I A; Classe II B1, B2 e B3 e Classe III.
b) Classe I, Classe II A e B e Classe III.
c) Classe I A, Classe II B e Classe III C.
d) Classe I A ou A1, B1, B2 e B3 ou A2; Classe II B1 e B2 e Classe III.
e) Classe I; Classe II A ou A1, B1, B2 e B3 ou A2 e Classe III.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!
	Número do slide 1
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Etapas para implementação do PGRSS
	Interatividade
	Resposta
	Prevenção de acidentes de trabalho na área de saúde
	Prevenção de acidentes de trabalho na área de saúde
	Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
	Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
	Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
	Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
	Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
	Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
	Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
	Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
	Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
	Imunização 
	Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
	Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
	Interatividade
	Resposta
	Medidas de proteçãoprevistas pela NR 32
	Medidas de proteção previstas pela NR 32
	Medidas de proteção previstas pela NR 32
	NR 32
	NR 32
	NR 32 – outras obrigações e deveres do empregador
	NR 32 – outras obrigações e deveres do empregador
	Capacitação dos trabalhadores de saúde
	Capacitação dos trabalhadores de saúde
	Acidentes ou incidentes
	Interatividade
	Resposta
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção individual (EPIs)
	Equipamentos de proteção coletiva (EPCs)
	Equipamentos de proteção coletiva (EPCs)
	Equipamentos de proteção coletiva (EPCs)
	Cabine de segurança
	Cabines de Segurança Biológica
	Cabines de Segurança Biológica
	Cabines de Segurança Biológica
	Cabines de Segurança Biológica
	Interatividade
	Resposta
	Número do slide 64

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