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Aula e 2 COMBUSTÃO Consiste em uma reação química de OXIDAÇÃO, com liberação de GASES COMUMENTE, DE LUZ E FUMAÇA. REAÇÃO QUÍMICA calor atinge combustível decompondo em menores que se combinam com oxigênio liberando energia térmica, irradiando outra vez calor para combustível, formando um CICLO CONSTANTE, estabelecendo assim a REAÇÃO EM CADEIA que torna a QUEIMA OXIDAÇÃO material cujos elementos químicos ou moléculas SE COMBINEM COM OXIGÊNIO SOFRE OXIDAÇÃO. ELEMENTOS ESSENCIAIS DA COMBUSTÃO TETRAEDRO (quatro faces) Atribuindo-se a cada face, um de seus elementos essenciais: 1. 2. Importante 3. COMBURENTE 4. REAÇÃO QUÍMICA EM CADEIA. CALOR Ou ENERGIA DE ATIVAÇÃO é a forma de energia que eleva a temperatura, gerada da transformação de outra energia, através de processo físico ou químico. Pode ser descrito como um ATRIBUTO DA MATÉRIA EM MOVIMENTO. As moléculas estão constantemente em movimento. Quando um corpo é aquecido, a VELOCIDADE DAS MOLÉCULAS AUMENTA E CALOR TAMBÉM AUMENTA. FORMAS DE ENERGIA: ENERGIA QUÍMICA: Liberada em decorrência de reações químicas entre substâncias diversas;ENERGIA ELÉTRICA: A passagem de eletricidade através de um condutor, como um fio elétrico ou um aparelho eletrodoméstico pode gerar calor; ENERGIA MECÂNICA: A energia decorrente do atrito entre dois corpos pode gerar calor suficiente para iniciar a ENERGIA NUCLEAR: processo de fissão (quebra) do núcleo de átomo comumente libera grande quantidade de energia em forma de calor. EFEITOS DO CALOR Calor Quantidade de calor que se precisa adicionar ou remover de uma substância ou material para que ela SOFRA APENAS VARIAÇÃO DE TEMPERATURA, MANTENDO SEU ESTADO FÍSICO INICIAL. Calor Latente: Quantidade de calor que determinada substância deve receber ou ceder para mudar de estado físico, NÃO AFETANDO, no momento de mudança de estado, A TEMPERATURA DA SUBSTÂNCIA. PROPAGAÇÃO DO CALOR calor pode se de três diferentes maneiras: CONVECÇÃO E CONDUÇÃO - É a transferência de calor através de um corpo sólido DE MOLÉCULA A Depende do contato, do tipo de material, de sua condutividade. CONVECÇÃO É a transferência de calor PELO MOVIMENTO ASCENDENTE DE MASSAS DE GASES DE LÍQUIDOS dentro de si próprios. IRRADIAÇÃO - É a transmissão de calor por ONDAS DE ENERGIA CALORÍFICA que se DESLOCAM ATRAVÉS DO ESPAÇO. PONTOS DE TEMPERATURA 1. Ponto de Fulgor Temperatura em que material começa a liberar vapores, que se INCENDEIAM SE HOUVER UMA FONTE EXTERNA DE CALOR. As chamas não se mantêm devido à pequena quantidade de vapores.2. Ponto de Combustão Temperatura em que os gases desprendidos do material, ao entrarem em contato com uma fonte externa de calor, INICIAM A E CONTINUAM A QUEIMAR SEM AUXÍLIO DAQUELA FONTE. 3. Ponto de Ignição exposto ao ar, ENTRA EM COMBUSTÃO SEM QUE HAJA FONTE EXTERNA DE CALOR. COMBUSTÍVEL É toda a substância capaz de queiman e alimentar a combustão. É elemento que é consumido junto com comburente e serve de campo de propagação ao fogo. COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS A maioria dos combustíveis sólidos transforma-se em vapores então, reagem com oxigênio. Quanto maior a superfície mais rápido será aquecimento do material eg consequentemente. processo de combustão COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS Os líquidos inflamáveis têm algumas propriedades físicas que dificultam a extinção do calor, aumentando perigo para os bombeiros. Os líquidos assumem a forma do recipiente que os contem. É importante notar que a maioria dos líquidos inflamáveis são mais leves que água portanto, flutuam sobre esta. COMBUSTÍVEIS GASOSOS Os gases não têm volume definido, tendendo, rapidamente, a ocupar todo recipiente em que estão contidos. Se peso do gás é menor que do gás tende a subir e dissipar-se. Mas, se peso do gás é maior que do ar, gás permanece próximo ao solo e caminha na direção do vento, obedecendo aos contornos do terreno. COMBURENTE É o elemento que possibilita vida às chamas e intensifica a combustão. COMBURENTE MAIS COMUM É OXIGÊNIO. A combustão sempre consome oxigênio.Em um ambiente afetado por um incêndio, quando NÃO HÁ RENOVAÇÃO NA TAXA DE OXIGÊNIO (entrada de ar) a porcentagem vai caindo dos 21% para 20% 18% até chegar à taxa de 14% onde as chamas DEIXAM DE EXISTIR. ABAIXO DOS 14% NÃO HÁ FOGO. Aula 3 e 4 FASES DO FOGO FASE INICIAL IGNIÇÃO 1. Fase em que os 4 elementos do fogo se unem. NÃO HÁ ALTERAÇÕES DRÁSTICAS NO AMBIENTE, mas já há indícios de calor, fumaça e danos causados pelas chamas. 3. Grande parte do calor está SENDO CONSUMIDO NO AQUECIMENTO DOS e a temperatura do ambiente, neste estágio, está ainda POUCO ACIMA DO NORMAL. FASE DA QUEIMA LIVRE 1. fogo aumenta rapidamente, usando MUITO OXIGÊNIO, e eleva a quantidade de calor. Nesta fase todos os materiais no ambiente JÁ ESTÃO ENVOLVIDOS PELO FOGO. 3. São exigidos ALTOS VOLUMES DE COMBURENTE, fogo produz muita pressão interna. 4. A temperatura has regiões superiores (nível do teto) pode exceder 700 °C. 5. Estes sinais antecedem um FLASHOVER - FASE DE IGNIÇÃO SÚBITA FLASHOVER se dá pelo aquecimento gradual de todos materiais combustíveis do ambiente até ao ponto em que os mesmos ENTRAM EM IGNIÇÃO SIMULTANEAMENTE. Haverá uma QUEIMA INSTANTÂNEA E CONCOMITANTE desses produtos, que poderá provocar uma ficando TODA A ÁREA ENVOLVIDA PELAS CHAMAS.FASE DA QUEIMA LENTA 1. fogo continua a consumir oxigênio, até atingir um ponto onde comburente é INSUFICIENTE PARA SUSTENTAR A COMBUSTÃO. 2. As chamas podem deixar de existin se não houver ar suficiente para mantê-las. 3. O fogo é normalmente REDUZIDO A BRASAS. 4. ambiente torna-se completamente ocupado por FUMAÇA DENSA E os GASES SE EXPANDEM. 5. calor da queima livre permanece, e as de carbono não queimadas estão prontas para se rapidamente assim que oxigênio for suficiente. NA PRESENÇA DE OXIGÊNIO, ESSE AMBIENTE A essa explosão chamamos "BACKDRAFT" Indicios para ocorrer: sob num ambiente densa, fechado; mudando escura, tornando-se saindo do cor (cinza e amarelada) lufadas; e na de ambiente excessivo em forma (nota-se de pela temperatura porta); Pequenas Residuos janelas; da chamas ou impregnando inexistência o vidro ambiente das Pouco Movimento quando alguma de an abertura para o interior é feita. do (Assobio) ruido; FORMAS DA COMBUSTÃO As combustões podem ser classificadas conforme a sua velocidade em: COMPLETA, INCOMPLETA, ESPONTÂNEA E EXPLOSÃO. Dois elementos são preponderantes na velocidade da combustão: COMBURENTE E calor entra no processo para decompor A velocidade da combustão variará de acordo com a PORCENTAGEM DO OXIGÊNIO no ambiente E AS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DOCOMBUSTÃO COMPLETA COMBUSTÃO INCOMPLETA É aquela em que a queima É aquela em que a queima produz produz calor e chamas e se calor e pouca ou nenhuma processa em AMBIENTE RICO chama, e se processa em EM OXIGÊNIO. AMBIENTE POBRE EM OXIGÊNIO. COMBUSTÃO ESPONTÂNEA EXPLOSÃO É que ocorre, quando do É a QUEIMA DE GASES, em armazenamento de certos altíssima em vegetais ou grãos que, pela AÇÃO locais confinados, com DE FERMENTAM. A GRANDE LIBERAÇÃO DE fermentação produz calor e libera ENERGIA e deslocamento GASES QUE PODEM INCENDIAR. de ar. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO 1. RETIRADA DE MATERIAL É a forma mais SIMPLES de se um incêndio. Baseia-se na RETIRADA DO MATERIAL COMBUSTÍVEL, ainda não atingido, da área de propagação do fogo, interrompendo a alimentação da combustão. 2. RESFRIAMENTO É método MAIS UTILIZADO. Consiste em DIMINUIR A TEMPERATURA do material combustível que está queimando. A redução da temperatura está ligada à QUANTIDADE E À FORMA DE APLICAÇÃO DA ÁGUA, de modo que ela absorva mais calor que incêndio é capaz de produzir. É inutil emprego de água onde queimam combustíveis com baixo ponto de combustão (menos de 20°C), pois a água resfria até a temperatura ambiente e o material continuará produzindo gases 3. ABAFAMENTO Consiste em ou IMPEDIR CONTATO DO OXIGÊNIO COM MATERIAL COMBUSTÍVEL. Não havendo comburente para reagin com combustível, não haverá fogo. 4. EXTINÇÃO QUÍMICA QUEBRA DA REAÇÃO QUÍMICA em cadeia - Certos agentes extintores, quando lançados sobre fogo, sofrem ação do calor, reagindo sobre as chamas, interrompendo assim a "reação em Só ocorre quando há chamas visíveis.CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS São classificados de acordo com os MATERIAIS NELES bem como a SITUAÇÃO EM QUE SE Essa classificação é feita para DETERMINAR o AGENTE EXTINTOR ADEQUADO para tipo de incêndio específico. Essa classificação foi elaborada pela NFPA (National Fire Protection Association - Associação Nacional de Proteção a CLASSES DE INCÊNDIO CLASSE A Incêndio envolvendo COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS COMUNS, como papel, madeira, pano, borracha. É caracterizado pelas CINZAS E BRASAS que deixam como resíduos e por queiman em razão do seu volume, isto a QUEIMA SE DÁ NA SUPERFÍCIE E EM PROFUNDIDADE. Método de extinção - Necessita de CLASSE B Incêndio envolvendo LÍQUIDOS graxas e gases combustíveis. É caracterizado por NÃO DEIXAR RESÍDUOS e apenas na SUPERFÍCIE EXPOSTA E NÃO EM PROFUNDIDADE. Método de extinção - Necessita do ABAFAMENTO ou da INTERRUPÇÃO DA REAÇÃO QUÍMICA EM CADEIA. No caso de líquidos muito aquecidos, é necessário RESFRIAMENTO. CLASSE C Incêndio envolvendo EQUIPAMENTOS ENERGIZADOS. É caracterizado pelo risco de vida que oferece ao bombeiro. Método de extinção - Necessita de agente extintor que não conduza a corrente elétrica e utilize princípio de ABAFAMENTO ou DA INTERRUPÇÃO DA REAÇÃO QUÍMICA EM CLASSE D Incêndio envolvendo metais COMBUSTÍVEIS PIROFÓRICOS É caracterizado pela queima em altas temperaturas e por reagin com agentes extintores comuns.Método de extinção - Necessita de AGENTES EXTINTORES ESPECIAIS que se fundam em contato com metal combustível, formando uma espécie de CAPA QUE ISOLA DO AR ATMOSFÉRICO® interrompendo a combustão pelo PRINCÍPIO DE ABAFAMENTO Aula 5 e 6 COMBATE A INCÊNDIOS EM PRÉDIOS ELEVADOS E Ações necessárias a serem empregadas na chegada a um local de ocorrência de incêndio antes do Corpo de Bombeiros: 1. Identificação da situação; 2. Alarme / abandono de 3. Acionamento do Corpo de Bombeiros e / ou ajuda externa; 4. Corte de energia; 5. Primeiros socorros; 6. Combate ao princípio de incêndio; 7. Recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros. PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE EMERGÊNCIA São procedimentos a serem realizados por uma brigada de incêndio de um determinado local, podendo ser empenhado também por uma guarnição de Policiamento que chegue primeiro que a guarnição de Bombeiros em uma ocorrência de incêndio. 1. ALERTA 2. ANÁLISE DA SITUAÇÃO 3. PRIMEIROS SOCORROS Importante 4 CORTE DE ENERGIA 5. ABANDONO DE ÁREA 6. CONFINAMENTO DO SINISTRO 7 ISOLAMENTO DA ÁREA 8. EXTINÇÃO Em locais com mais de um pavimento: NUNCA UTILIZAR NÃO SUBIR, procurar sempre descer: Descer sempre utilizando LADO DIREITO DA ESCADA.Em situações extremas: NUNCA RETIRAR AS ROUPAS, procurar MOLHA-LAS a fim de proteger a pele da temperatura elevada Se houver necessidade de uma barreira de fogo, MOLHAR TODO roupas, sapatos e Proteger a respiração com um LENÇO MOLHADO JUNTO À BOCA E NARIZ; Manter-se sempre MAIS PRÓXIMO DO já que é LOCAL COM MENOR CONCENTRAÇÃO DE Sempre que precisar abrir uma porta, VERIFICAR SE ELA NÃO ESTÁ QUENTE, e mesmo assim abrir Se ficar preso em algum ambiente, procurar INUNDAR LOCAL COM ÁGUA, sempre se mantendo molhado; NÃO SALTAR mesmo que esteja com queimaduras ou intoxicações. Importante REGISTRO DE RECALQUE "RR" É uma EXTENSÃO DA REDE HIDRÁULICA, constituída de uma conexão e registro de paragem em uma caixa de alvenaria fechada por tampa metálica. Situa-se ABAIXO DO NÍVEL DO SOLO, junto à entrada principal da Aula 7e8 GLP - GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO É uma das frações mais leves do petróleo e sua queima é muito limpa, com baixissima emissão de poluentes. Ele é mantido na forma sob pressão (cerca de 85% do botijão). TIPOS DE RECIPIENTES DE GLP TRANSPORTÁVEIS: ESTACIONÁRIOS: São aqueles com São aqueles fixos, com capacidade ATÉ CAPACIDADE SUPERIOR A METROS CÚBICOS. METROS CÚBICOS e abastecimento a granel. Para ser instalado, botijão de gás precisa de equipamentos complementares, necessários a sua utilização: MANGUEIRA - Tem a função de levar gás do botijão até fogão.REGULADOR DE PRESSÃO - Serve para reduzir a pressão com que gás sai do botijão até aquela necessária à alimentação dos queimadores. REGISTRO - Dispositivo que bloqueia fluxo de gás do botijão para fogão. Deve permanecer fechado sempre que não estiver sendo utilizado. ABRACADEIRAS - Pequenos anéis empregados para ajustar e fixar a mangueira ao fogão e ao regulador de pressão. CONE-BORBOLETA - Abre a válvula do botijão e deixa passar gás para regulador. VÁLVULA DE PASSAGEM - Permite a saída do gás mas fecha sempre que cone borboleta for desconectado. Os maiores números de ocorrências são com botijoes de 13 kg de e as causas mais prováveis de vazamentos, com e sem fogo, são: MANGUEIRA FURADA, DIAFRAGMA DA VÁLVULA FURADA, ROSCA DA VÁLVULA MAL FECHADA, PLUGUE FUSÍVEL FUNDIDO E CORROSÃO DO CONTROLE DE VAZAMENTO DE GLP COM FOGO CORTAR A FONTE DO GÁS (fechar registro) dos recipientes e depois realizar a extinção. VAZAMENTO NA MANGUEIRA - Cortar a alimentação do fogo fechando registro; se não puder ser fechado, extinguin fogo e rapidamente desconectar cone- borboleta da válvula do botijão. VAZAMENTO NO REGISTRO - Colocar estágio na posição FECHADO; se não puder ser feito, apague o fogo e remova registro do botijão. VAZAMENTO NA VÁLVULA CONECTORA ou DE SEGURANÇA - Extinguir as chamas ecolocar o se não puder fazer isso, não a chama e as laterais até todo combustível. VAZAMENTO NAS SOLDAS (COSTURAS) - fogo e levar botijão para local ventilado e aberto: se não puder fazer isso, não extinguin a chama, as laterais até todo combustível.VAZAMENTO NAS CONEXÕES Fechar os registros individuais dos cilindros conectados na rede. VAZAMENTO DE GLP APÓS EXTINÇÃO DO FOGO - Fechar as válvulas e registros para cortar fluxo de gás. Nos casos em que não for possível fechar os registros, estrangule a tubulação. NECESSIDADE DE ESGOTAMENTO DO CILINDRO 1. Local seguro (aberto e ventilado); 2. Afastar populares e fontes de 3. Longe de bueiros e de locais baixos: 4. Acionar fabricante ou fornecedor. 5. Controle do fogo. NECESSIDADE DE UTILIZAR MANGUEIRA DE INCÊNDIO E HIDRATE DA EDIFICAÇÃO: 1. as paredes dos recipientes de GLP: 2. Não apague as chamas (risco de explosão); 3. Fechar as válvulas e registros do fluxo de gás. Se 4. Obs.: Quando não for possível fechar os registros, este poderá ser retirado ou estrangule a tubulação. Aula g e 10 Em incêndios principal objetivo das equipes deve ser a PRESERVAÇÃO DA VIDA E DA INTEGRIDADE DAS PESSOAS que eventualmente estejam em risco. JAMAIS SE DEVE OBTER POR UM COMBATE EXTERNO A UMA EDIFICAÇÃO QUANDO HOUVER PESSOAS EM SEU INTERIOR pois deslocamento da fumaça e do calor do incêndio, podem causar lesões severas e até mesmo óbito destas pessoas. Em edificações com pavimentos a exploração, sempre que possível, deve INICIAR PELO PAVIMENTO INCENDIADO na sequência, explora-se PAVIMENTO IMEDIATAMENTE ACIMA. PRIORIDADES TÁTICAS: 1. Salvamento de vidas; 2. Controle de incêndio; 3. Preservação da propriedade.PRIORIDADES TÁTICAS FASES TÁTICAS 1 - Salvamento de vidas Salvamento 2 - Controle do incêndio Isolamento; Extinção; e Ventilação. 3 - Preservação da propriedade Proteção de salvados FASES TÁTICAS SALVAMENTO - Operação necessária à remoção de pessoas. Material necessário: EPI, EPR, HT, lanternas, material para combate e arrombamento (machado Giz ou tinta Bolsa com materiais para primeiros socorros. Bolsa com materiais e equipamentos de altura (corda de no mínimo 50 m) Cunhas ou calcos de madeira ISOLAMENTO - IMPEDIR PROPAGAÇÃO do incêndio PARA AS EDIFICAÇÕES VIZINHAS. CONFINAMENTO - Impedin a propagação do incêndio DENTRO DO PRÓPRIO PRÉDIO de um ambiente para outro. EXTINÇÃO - Envolve os procedimentos para ATACAR E APAGAR os FOCOS RESCALDO - Completar a extinção, IMPEDIR REIGNIÇÃO E TORNAR LOCAL SEGURO. VENTILAÇÃO TÁTICA - Consiste em EXTRAIR A FUMAÇA do local incendiado ALIVIANDO A TEMPERATURA INTERNA e possívei riscos de explosão. PROTEÇÃO DE SALVADOS - Ações de PRESERVAÇÃO MATERIAL E ESTRUTURAL durante atendimento às ocorrências de incêndio, devendo ser também executada durante todo atendimento a ocorrência deste tipo.Aula EXTINTORES São recipientes metálicos que contém em seu interior AGENTE EXTINTOR para COMBATE IMEDIATO E a princípio de incêndio. Podem ser portáteis (peso inferior a 20 Kg) ou sobre rodas. Os extintores devem conter uma CARGA MÍNIMA DE AGENTE EXTINTOR em seu interior que é especificada em norma. Aula 13 e 14 AGENTES EXTINTORES 1. À BASE DE ÁGUA: É agente extintor mais abundante na natureza. Age principalmente por RESFRIAMENTO, devido a sua propriedade de ABSORVER GRANDE QUANTIDADE DE CALOR. ATUA TAMBÉM POR ABAFAMENTO. É agente EXTINTOR MAIS EMPREGADO, em virtude do seu BAIXO CUSTO e da FACILIDADE DE OBTENÇÃO. 1.2. ESPUMA: Pode ser QUÍMICA ou MECÂNICA conforme seu processo de formação. MAIS LEVE que todos líquidos inflamáveis, é utilizada para extinguin incêndios por ABAFAMENTO por CONTER possui uma AÇÃO SECUNDÁRIA DE RESFRIAMENTO. 2. À BASE DE PÓ: Os pós BC e ABC são substâncias constituídas de bicarbonato de sódio, bicarbonato de ou cloreto de que, FORMAM UMA NUVEM DE PÓ SOBRE extinguindo-o por ABAFAMENTO E POR QUEBRA DA REAÇÃO EM CADEIA. O pó deve receber um TRATAMENTO para NÃO UMEDECER evitando assim a solidificação no interior do extintor.3. GÁS CARBÔNICO: Também conhecido como dióxido de carbono ou CO2, é um GÁS MAIS DENSO (mais pesado) que ar, sem cor, sem cheiro, não condutor de eletricidade e não venenoso. Age principalmente por ABAFAMENTO, tendo, SECUNDARIAMENTE, AÇÃO DE RESFRIAMENTO. 4. COMPOSTOS HALOGENADOS: São compostos químicos formados por elementos halogênios (fluor, cloro, bromo e Atuam na QUEBRA DA REAÇÃO QUÍMICA EM CADEIA devido às suas propriedades específicas de forma secundária, por ABAFAMENTO. São ideais para combate a incêndios em EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS SENSÍVEIS. Os extintores podem ser de pressurização direta ou indireta: PRESSURIZAÇÃO DIRETA PRESSURIZAÇÃO INDIRETA Extintores que estão sob Extintores que são PRESSURIZAÇÃO PERMANENTE PRESSURIZADOS POR OCASIÃO e caracterizam-se pelo DO e que se caracterizam emprego de SOMENTE UM pelo emprego de um recipiente RECIPIENTE para agente para agente extintor e de um extintor e gás expelente. cilindro para gás expelente. 1. Os extintores devem ser OPERADOS POR PESSOAL transporte e manuseio diferem pouco entre diversos tipos, quer seja quanto à portabilidade ou ainda pela pressurização. Os extintores sobre RODAS devem ser TRANSPORTADOS EM SUPORTE 3. Quanto à pressurização há de se acrescentar, no caso da PRESSURIZAÇÃO INDIRETA, a OBRIGATÓRIA ABERTURA DO RECIPIENTE ANEXO contendo gás expelente ANTES DO ACIONAMENTO DO GATILHO. MANUTENÇÃO E INSPEÇÃOÉ realizada através de inspeções, onde são verificados: Localização, visibilidade, rótulo de identificação, lacre e selo da ABNT, peso, danos físicos, obstrução no bico ou na mangueira, peças soltas ou quebradas e pressão nos manômetros. Importante INSPEÇÕES: A frequência de inspeção é de SEIS MESES PARA EXTINTORES DE INCÊNDIO COM CARGA DE GÁS CARBÔNICO E CILINDROS PARA GÁS EXCELENTE, e DE 12 MESES PARA os DEMAIS EXTINTORES. PERIODICIDADE DAS INSPEÇÕES: SEMANAIS: Verificar acesso, visibilidade e sinalização. MENSAIS: Verificar se bico ou a mangueira estão obstruídos. a pressão do manômetro, lacre e pino de segurança. SEMESTRAIS: peso do extintor de CO2 e do cilindro de gás comprimido, quando houver. Se peso do extintor estiver abaixo de 90% do especificado, recarregar. ANUAIS: Verificar se não há dano físico no extintor, avaria no pino de segurança e no lacre. Recarregar extintor. QUINQUENAIS: Fazer teste Aula 15 e 16 DEFINIÇÃO DE EPI: Equipamento de proteção individual é todo meio ou dispositivo destinado a preservar e proteger a incolumidade fisica do bombeiro durante suas atividades, no intuito de evitar consequências resultantes de um acidente do trabalho. equipamentos de proteção individual são compostos de: 1. Capacete 5. Luvas Capuz 6. Botas 3. Capa, 7. Cinto externo 4. Calca,CAPACETE GALLET F-1 modelo de capacete de combate a incêndio atualmente usado no Corpo de Bombeiros de SP é capacete Gallet ou semelhante. Casco com formato em CONCHA ALTAMENTE RESISTENTE com uma CRISTA LONGITUDINAL designada a auxiliar na ABSORÇÃO DE CHOQUE, produzido em TERMOPLÁSTICO INJETADO, totalmente reforçado com acabamento feito com uma CAMADA BRILHANTE DE CAPUZ (BALACLAVA) Possui design que garante a proteção da cabeça e do pescoço, aliado ao conforto que propicia aos bombeiros pelo fato de ser constituído em tecido maleável e macio. É confeccionado em FIBRA ARAMIDA normalmente na COR CRU (BEGE). Tem como característica principal ser 100% ANTI RESISTENTE À TEMPERATURA DE ATÉ 300° C. CALÇA A roupa de combate a incêndio estrutural é feita com TRÊS CAMADAS PRIMÁRIAS: uma ESTRUTURA EXTERNA, UMA BARREIRA DE UMIDADE E UM FORRO A roupa de proteção NUNCA DEVE SER USADA SEM FORRO interno em seu devido lugar. Camada Externa: 60% para- aramida e 40% meta-aramida LUVAS - RIP STOP São confeccionadas em Barreira de Umidade: Filme de tecido de FIBRA 100% Barreira Térmica: Feltro em viscose e tecido em aramida BOTA Com forro interno 100% FIBRA ARAMIDA FLANELADA com tratamento de RETARDAMENTO ANTI CHAMA, utiliza palmilha e BIQUEIRA DE solado e salto de borracha prensada na cor preta com DESENHO ANTIDERRAPANTE. CINTO ALEMÃO Cinturão de segurança modelo abdominal desenvolvido para garantir máxima proteção, confeccionado em FIBRA PARA- ARAMIDA e partes metálicas em alumínio.

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