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AULA 5 GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS PARA TOMADA DE DECISÃO Profª Lúcia Young A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 2 TEMA 1 – ANÁLISE CUSTO/VOLUME/LUCRO A chamada CVL (Análise Custo/Volume/Lucro) é uma das ferramentas mais relevantes auxiliares na tomada de decisão por parte do administrador de uma empresa. Seus principais componentes são: margem de contribuição, ponto de equilíbrio, margem de segurança e alavancagem operacional. Nos próximos temas veremos cada um deles detalhadamente. Pela análise custo/volume/lucro é possível verificar o reflexo no resultado que foi projetado pela empresa, as mutações quanto ao volume de vendas; os preços praticados e os custos, sejam eles fixos ou variáveis; é uma análise global para fins de tomada de decisão. De acordo com o autor Wernke (2005, p. 98), com essa análise é possível responder a algumas dúvidas sobre o que pode acontecer com o lucro da empresa em casos de a) aumento ou diminuição do preço de compra dos insumos (como matérias-primas) por parte dos fornecedores ou de terceiros (fretes pagos na aquisição de materiais; b) diminuição ou aumento das despesas variáveis de venda, como alterações nas alíquotas dos tributos ou nas comissões incidentes sobre as vendas; c) redução ou aumento de custos e despesas fixas, por decisão da empresa com relação a gastos com folha de pagamentos, material de expediente, energia elétrica, telefone, etc.; d) diminuição ou aumento do volume de vendas, por expansão ou retração de mercados ou segmentos; e) redução ou majoração dos preços de venda, por opção voluntária da empresa ou forçada pela concorrência. Comparativamente com Dutra (2017, p. 364), temos as perguntas que este entende que essa análise pode auxiliar para responder com maior precisão: a) O empreendimento é viável? b) Qual o produto mais rentável? c) Qual o produto mais lucrativo? d) Quais as consequências da retirada de determinado produto de fabricação? e) variando um tipo de custo, para mais ou para menos, quais são as consequências nos resultados da empresa? f) reduzindo o volume de produção da empresa, quais são as consequências nos resultados? g) Qual a ordenação de produção e de vendas dos diferentes produtos que possibilita a mais rápida absorção dos custos e despesas fixas? h) Quando são produzidos diferentes produtos em proporções diferentes, quais as consequências no ponto de equilíbrio? i) Considerando as restrições existentes ou que possam surgir, qual o conjunto (mix) de produção que maximiza o resultado? Com isso, percebemos como essas análises são importantes. Isso faz com que a empresa obtenha maior garantia de como investir corretamente seu dinheiro para obter o resultado pretendido. Para Silva (2014, p. 127), A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 3 se a empresa gasto em produção, obviamente, irá consumir capital, este é diluído em cada unidade vendida, de modo que o custo geral unitário é relativo à produtividade da empresa. Quanto maior for a produção, mais pulverizada serão as despesas, os custos e os gastos em geral, pois, a empresa ganha na eficiência, isto é, se gasta menos com a máxima produção. Se as margens forem bem reguladas junto com a produtividade, a empresa terá lucros maiores. Se o volume for mal estabelecido, a tendência é que a empresa consiga ter capital empatado, ocioso, e isso venha a prejudicá-la residualmente. O correto é ter volumes equilibrados: nem acima, nem abaixo do que se espera em nível e estoques. Se caso a empresa queira conseguir lucros maiores, a redução de custos deverá decidir em escolher produtos de margens específicas, isto é, produtos que ofereçam um valor adequado de ganho. Para saber mais sobre a Análise Custo/Custo/Lucro assista ao seguinte vídeo: . TEMA 2 – MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO A margem de contribuição serve para demonstrar como o valor de cada unidade de um produto que foi comercializado irá contribuir para bancar os gastos fixos efetuados pela empresa e ainda gerar o resultado aspirado, ou seja, o lucro. Pela margem de contribuição é possível analisar e tomar decisões em relação ao aumento ou à redução da produção de certo produto, sempre avaliando a capacidade produtiva da empresa. Com esse estudo pode-se analisar a rentabilidade de cada produto; a margem de contribuição é fundamental para o cálculo da formação de preço do produto. Seguindo o modelo de formulário (adaptado) para cálculo da margem de contribuição, sugerido por Wernke (2005, p. 100), teremos: Mercadoria/Produtos: Linha ou grupo: Referência/tipo/tamanho: Fornecedor: Fatores: Valor (em $) 1. Preço de venda unitário (de mercado ou de tabela) 2. Custo unitário de compra da mercadoria ou de matérias-primas (+) Custo unitário na nota fiscal de compra (-) Custos incondicionais na nota fiscal de compra (+) Fretes, seguros, desembaraço aduaneiro e outros itens pagos na compra da mercadoria (-) Tributos recuperáveis vinculados à nota fiscal de compra (+/-) Outros fatores relacionados com a compra 3. Despesas variáveis de venda (-) Tributos incidentes sobre o preço de venda (ou sobre as receitas de vendas) (-) Comissões sobre vendas (-) Outros gastos incidentes sobre vendas (como tarifa de cobrança bancária etc.) 4. Mão-de-obra direta (por unidade produzida) (5 = 1 - 2 – 3 – 4) Margem de contribuição unitária ($) (6 = [5/1] x 100) Margem de contribuição percentual (%) (7) Quantidade vendida no período (unidades) A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 4 (8 = 5 x 7) Margem de contribuição total do período ($) De acordo com Alves (2013, p. 64), algumas decisões estratégicas podem ser tomadas pela empresa com o auxílio da análise da margem de contribuição: Quais produtos ou serviços mais contribuem para o resultado da empresa, ou seja, quais são mais lucrativos; os produtos cujas vendas devem ser incrementadas; a possibilidade de cortar algum produto para aumentar a rentabilidade do negócio; os descontos que podem ser concedidos ao preço de cada produto; quais os departamentos ineficientes e que devem ser observados mais atentamente; a quantidade mínima que se deve produzir e vender para não se ter prejuízo; formulação do preço de venda mais adequado para cobrir os custos e atingir a margem de lucro desejada. Para saber mais sobre margem de contribuição assista ao seguinte vídeo: . TEMA 3 – PONTO DE EQUILÍBRIO O ponto de equilíbrio demonstra, como o próprio nome determina, o local onde se encontra a estaca zero; ou seja, a empresa está operando sem lucro nem prejuízo, não existe perda nem ganho. Abaixo desse ponto a empresa trabalha com o prejuízo e acima dele, com lucro. Segundo Guerra (201, p. 117), o cálculo do ponto de equilíbrio é feito a partir da margem de contribuição. A margem de contribuição é chamada assim porque representa o valor com o qual o produto contribui para a cobertura dos custos fixos. Portanto, se compararmos o valor da contribuição de cada unidade de produto com o total dos custos fixos, saberemos quantas unidades serão necessárias para cobrir totalmente os custos fixos. Você sabia que o cálculo e a análise do ponto de equilíbrio são fundamentais para estudar a viabilidade de um empreendimento ou a sua adequação em relação ao mercado? Dentre várias modalidades para encontrar o ponto de equilíbrio, os mais citados e conhecidos são três: ponto de equilíbrio contábil (PEC), ponto de equilíbrio financeiro (PEF) e ponto de equilíbrio econômico (PEE). A luno: P A T R ICIA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 5 3.1 Ponto de equilíbrio contábil Conforme o autor Wernke (2005, p. 120), o “Ponto de Equilíbrio Contábil em Unidades (PEC unid) informa a quantidade de produtos (metros, quilos, litros, peças, etc.) que deve ser vendida para que o resultado do período seja nulo (não haja lucro nem prejuízo).” A fórmula utilizada para o cálculo é a seguinte: PEC Unid. = Custos Fixos Margem de Contribuição Unitária Caso o administrador precise saber o valor do ponto de equilíbrio contábil não em unidades, mas em valor, deverá utilizar a seguinte fórmula: PEC Valor = Custos Fixos Percentual de Margem de Contribuição OU, alternativamente PEC Valor = PEC Unid. X Preço de Venda Unitário 3.2 Ponto de equilíbrio financeiro De acordo com Wernke (2005, p. 122), quando a empresa deseja saber o volume de vendas (em unidade ou $) que é suficiente para pagar os custos e despesas variáveis, os custos fixos (exceto a depreciação) e outras dívidas que a empresa tenha que saldar no período, como empréstimos e financiamentos bancários, aquisições de bens etc., pode-se recorrer ao cálculo do Ponto de Equilíbrio Financeiro (PE Fin.). A fórmula a ser utilizada para esse cálculo em quantidades é: PEF = Custos Fixos ($) – Depreciações ($) + Dívidas do Período ($) Margem de Contribuição Unitária ($) Observamos que nessa fórmula são excluídos os gastos que não exigem desembolso, como depreciação, amortização etc. 3.3 Ponto de equilíbrio econômico O ponto de equilíbrio econômico é utilizado para determinar o volume de vendas necessário para proporcionar um montante x de lucro para a empresa. Ele é calculado em unidades e pode ser obtido com a seguinte fórmula: PEE = Custos Fixos ($) + Lucro Desejado ($) A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 6 Margem de Contribuição Unitária ($) O comentário de Guerra (2014, p. 125-125) em relação a esse tema é relevante, quando estabelece que a análise do ponto de equilíbrio é útil na avaliação de propostas que modifiquem a proporção dos custos variáveis em relação ao custo total, ou o valor dos custos fixos, ou ainda, uma combinação dessas mudanças. Por exemplo, uma empresa que paga um salário fico a seus vendedores pode mudar o sistema de remuneração para o pagamento de comissões sobre a venda. Assim, uma parcela relevante das despesas de vendas deixaria de ser fixa e passaria a ser variável. A empresa pode usar a análise do ponto de equilíbrio econômico para avaliar o efeito dessas mudanças em sua rentabilidade. Carvalho (2014, p. 347-348) aponta para a relevância de conhecer o custo de oportunidade antes de adentrar no estudo sobre o ponto de equilíbrio econômico. Para ele, representa o Custo de Oportunidade o quanto a empresa sacrificou em termos de remuneração por ter aplicado seus recursos numa alternativa ao invés de em outra. Se usou seus recursos para a compra de equipamentos para a produção de sorvetes, o custo de oportunidade desse investimento é o quanto deixou de ganhar por não ter aplicado aquele valor em outra forma de investimento que estava ao seu alcance. De acordo com o referido autor (2014, p. 347-348), “o Ponto de Equilíbrio Econômico representa a quantidade que produzida e vendida proporciona um lucro contábil apurado na atividade empresarial igual ao rendimento que seria obtido com o mesmo capital aplicado em outro investimento qualquer (aplicação financeira, por exemplo)”. Esse pensamento é muito importante e esse critério deve ser analisado juntamente à Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), pois nessa peça contábil é possível que a empresa veja se deve continuar investindo na empresa, ou se fecha as portas e investe em outro negócio, ou se vende a empresa ou, ainda, se continua lutando para manter-se. A cultura do empresário brasileiro é de entender que tudo irá melhorar. Não que se deva ser pessimista; há necessidade de pensar grande, porém, com os pés no chão, fazendo avaliações pautadas em dados confiáveis para tomar a decisão mais assertiva possível e não perder dinheiro. Sabe aquela situação em que o cenário não está bom, mas o empresário continua investindo dinheiro na empresa, sem fazer uma análise, sem parar para pensar estrategicamente? Ele pensa com o coração: não vou fechar ou vender a empresa que criei com tanto amor e sofrimento!. Com isso, falta profissionalismo A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 7 e visão crítica para saber a hora de investir e a hora de parar. Do contrário, virão dívidas na pessoa jurídica, conjugadas com as dos sócios. 3.4 Ponto de equilíbrio em empresas que produzem vários produtos O ponto de equilíbrio fica mais complexo para ser calculado quando a empresa produz mais um tipo de produto, pois várias vezes utiliza a mesma estrutura, então é complicado determinar o custo fixo a ser coberto em relação a cada produto. Havendo identificação particularizada de custos e despesas por produtos a situação melhora para fins de cálculo. No entanto, isso nem sempre acontece na prática. Para o cálculo do ponto de equilíbrio para uma empresa que produz um mix de produtos, pode ser utilizada a seguinte fórmula: PE em mix de produtos = Custos Fixos Margem de Contribuição Unitária Média Ponderada Na sequência, deve-se aplicar os percentuais de participação de cada um dos produtos nas vendas sobre o valor encontrado. Dessa forma, encontraremos os pontos de equilíbrio individuais para cada um dos produtos. TEMA 4 – MARGEM DE SEGURANÇA Pela margem de segurança é possível encontrar o volume de vendas que supera as vendas calculadas no ponto de equilíbrio, ou seja, demonstra a quantidade de vendas que pode cair sem que a empresa venha a operar no prejuízo. O cálculo da margem de segurança auxilia na visibilidade de um produto quanto à continuidade de sua produção ou não, mostra se o produto está gerando resultado positivo ou não para a empresa. Seu cálculo poderá ser demonstrado em valor, unidades físicas ou em percentual. As fórmulas são as seguintes, conforme ordem citada acima: MS em Valor ($) = Vendas Totais realizadas ou projetadas ($) - Vendas Totais no Ponto de Equilíbrio ($) MS em Unidades = Vendas Totais realizadas ou projetadas em unidades (-) Vendas Totais em unidades no Ponto de Equilíbrio MS em percentual (%) = Margem de Segurança ($) / Vendas Totais ($) De acordo com Cândido e Barreto Neto (2010, p. 32), “em termos operacionais, quanto maior for a MSO, maiores serão as possibilidades de A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 8 negociação de preços envolvendo as relações custo/volume/lucro, principalmente quando a empresa participa de um mercado altamente competitivo.” Saiba mais Caso você queira saber mais sobre Margem de Segurança assista ao seguinte vídeo: . TEMA 5 – ALAVANCAGEM OPERACIONAL A alavancagem operacional está ligada aos custos fixos da empresa. Conforme vimos, os custos fixos devem ser reduzidos ao máximo, visto que impactam fortemente no resultado da empresa. Com isso, a alavancagem operacional mede os riscos no negócio. Alguns pontos devem ser analisados mais profundamente para avaliar o impacto da alavancagem operacional, por exemplo, o percentual do custo fixo sobre o custo total. Outro viés a ser observado é o percentual do aumento do lucro operacional em relação ao percentual de aumento das vendas líquidas. Ainda nesse aspecto, ressalte-se a importância da avaliação do percentual do lucro líquido sobre o custo fixo total. Esses itens são relevantes, visto que focam no custo fixo. Sabemos que mexer nos custos fixos, em termos de redução, é bem complicado e não é possível fazer deuma hora para outra sem comprometer a qualidade do produto ou a margem de lucro da empresa. É imprescindível também focar na observação da relação do percentual do custo fixo sobre o custo variável e do ponto de equilíbrio perante às vendas. E por que? Caso haja redução no número de vendas, a empresa não terá a mesma velocidade para ajustar seu custo fixo, envolvendo, assim, o resultado final que a empresa pode obter. Todas as metodologias aqui citadas devem ser avaliadas em conjunto, analisando o padrão do mercado e dos concorrentes para não dar uma impressão errada da situação da empresa e com isso, forçar uma tomada de decisão errônea. O grau de alavancagem operacional pode ser estudado pela seguinte fórmula: Grau de Alavancagem = (preço de venda - custo variável) x (volume) (preço de venda - custo variável) x (volume) - custo fixo A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 9 Assim, podemos afirmar que o grau de alavancagem auxilia no método de medir o impacto na lucratividade a cada oscilação que ocorra nas vendas da empresa. Você acredita que se as vendas aumentarem 10%, o lucro aumentará na mesma proporção? Quem responde a esse questionamento é Guerra (2014, p. 134): “Dependendo da existência de capacidade ociosa, o aumento nos lucros em termos relativos pode ser maior ou menor que o aumento das vendas. Da mesma forma, se as vendas se reduzirem só um pouco, os lucros podem ou não cair bastante. Depende do grau de alavancagem operacional que a empresa tem.” Assim, não ocorre necessariamente uma proporcionalidade nesse cálculo, pois o que temos de ter em mente é que os custos fixos afetam diretamente a margem de contribuição e não o lucro. As principais diferenças entre Alavancagem Operacional e Financeira são (Treasy, s/d): • A utilização de custo fixo nas operações da empresa é conhecida como Alavancagem Operacional. • A utilização de encargos financeiros fixos que cobrem fundos na estrutura de capital de uma empresa é conhecida como Alavancagem Financeira. • A Alavancagem Operacional cria risco comercial, enquanto a Alavancagem Financeira é o motivo do risco financeiro • A Alavancagem Operacional mede o efeito dos custos operacionais fixos, enquanto a Alavancagem Financeira mede o efeito das despesas com juros • A Alavancagem Operacional surge devido à estrutura de custos da empresa. Por outro lado, a estrutura de capital da empresa é responsável pela Alavancagem Financeira. • A Alavancagem Operacional influencia as vendas e o EBIT (LAJIR), mas a alavancagem financeira afeta tanto LAJIR quanto o LAR (Lucro por ação). Saiba mais Caso você queira saber mais sobre Alavancagem Operacional assista ao seguinte vídeo: . A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com 10 REFERÊNCIAS ALVES, R. V. Contabilidade gerencial – livro texto com exemplos, estudos de caso e atividades práticas. São Paulo: Atlas, 2013. CÂNDIDO, M.; BARRETO N.; RANYLSON de S. Resumo de Contabilidade de Custos. Curitiba: Juruá Editora. 2010. CARVALHO, A. J. de. Manual para o exame de suficiência do conselho federal de contabilidade – teoria e questões comentadas. Bahia: Editora JusPodivm, 2014. DUTRA, R. G. Custos uma abordagem prática. 8. ed. São Paulo: Gen/Atlas, 2017. GUERRA, L. Manual de custos para o exame de suficiência. São Paulo: Atlas, 2014. SILVA, R. A. C. da. Controle Gerencial dos Custos. Curitiba: Juruá Editora. 2014. TREASY Alavancagem Financeira e Operacional: crescer com capital de bancos e investidores é uma boa opção? 2017. Disponível em: . Acesso em: 24 maio 2021. WERNKE, R. Análise de custos e preços de vendas – ênfase em aplicações e casos nacionais. São Paulo: Saraiva, 2005. A luno: P A T R IC IA O LIV E IR A D A S ILV A E m ail: patriciaods@ outlook.com