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PLANO DE TRABALHO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 
DO CURSO DE ENFERMAGEM 
DISCENTE:
Jorgiane Anezio Garcia
PRECEPTORA:
Glauciane Moraes da Silva
1ª ATIVIDADE 
TEMA: 
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE 
 CASTANHAL-2024
· Classificação dos resíduos
Classificação dos resíduos:
	GRUPO A (A1,A2,A3,A4,A5)
- A1 (tubos de amostra de sangue);
- A2 Carcaças, peças anatômicas;
- A3 Peças anatômicas (membros) do ser humano, produto de fecundação sem sinais vitais;
- A4 Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenham sangue ou líquidos corpóreos na forma livre;
- A5 Resíduos resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais com suspeita ou certeza de contaminação por príons.
	 
 Risco biológico
	GRUPO B
- São resíduos que apresentam risco à saúde ou ao meio ambiente, quando não forem submetidos a processo de reutilização, recuperação ou reciclagem, devem ser submetidos a tratamento e/ou disposição final específicos 
	 Risco químico.
	GRUPO C- Não produzido na unidade
	Rejeitos radioativos
	RISCO D
- Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares 
	
Resíduos comuns.
	RISCO E
- São resíduos perfurocortantes ou escarificantes, tais como: agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de Petri) e outros similares. 
	 Resíduos perfurocortantes
· Manuseio dos resíduos
 O manejo se faz gerenciando os resíduos em seus aspectos “intra e extra estabelecimento”, desde a geração até a disposição final, incluindo as seguintes etapas: segregação, acondicionamento, identificação, transporte interno, armazenamento temporário, armazenamento externo, coletas externas, tratamento e disposição final. 
· Cuidados- minimização de resíduos comum 
 A minimização de resíduos é uma opção a ser seguida para o gerenciamento ambiental e financeiro do hospital, pois, além de reduzir os gastos com disposição e tratamento de resíduos, ainda aumenta a eficiência dos serviços ofertados.
 Com o intuito de minimizar os resíduos gerados deve-se aplicar a política dos 5 Rs. São cinco ações que a organização deve adotar na gestão de resíduos para minimizar o impacto ambiental: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. 
· Segregação na origem 
 Separação dos resíduos no momento e local de sua geração e identificação Forma de identificar os resíduos permitindo o reconhecimento deles nos recipientes que os acondicionam.
· Acondicionamento e critérios para acondicionamento dos rss 
- Os resíduos não devem ultrapassar 2/3 da capacidade do volume dos recipientes;
- Perfuro cortante devem ser acondicionados separadamente, no local da geração, imediatamente após o uso, em recipientes rígidos;
- Acondicionamento inadequado compromete a segurança, encarece o processo e aumenta o risco de acidentes de trabalho.
· Coleta interna do ponto de geração até o armazenamento intermediário. 
- Translado dos resíduos dos pontos de geração até o local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento externo com a finalidade de apresentação para a coleta.
- Funcionários devem estão fazendo o uso de EPIs;
 
O armazenamento temporário é a guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração. É útil para:
- Agilizar a coleta dentro do estabelecimento;
- Otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado aa disponibilização da coleta externa.
· Armazenamento externo (depósitos de resíduos) 
Deve contar com:
- Ambiente exclusivo;
- recipientes coletores adequados;
- Acesso facilitado para os veículos coletores;
- Acessível;
- Seguro;
- Higienizado e,
- Com simbologia de identificação.
· Fluxo de coleta interna dos resíduos. 
- Estabelecer horários que não coincidam com as distribuições de roupas, alimentos e medicamentos.
- Separar adequadamente os resíduos de acordo coM, cada grupo específico e recipientes adequados.
· Coleta e transporte externo
REFERENCIAS:
BRASIL. Lei 10.165 de 27/12/2000 Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA 
BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VOGILÂNCIA SANITÁRIA.- ANVISA- RDC 306, 2004. Aprova Regulamentos para o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, 10 de dezembro de 2004. 
BORGES, M.E; SANTOS, E.S . RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE. AMECI. ARMOND, G. A. (Org.). Epidemiologia, Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde. 1ed. Belo Horizonte. Minas Gerais: COOPMED, 2013, v. p. (181-198). 
PLANO DE TRABALHO DE ESTÁGIO I
 DO CURSO DE ENFERMAGEM – 
2ª ATIVIDADE 
DISCENTE:
PRECEPTORA:
Glauciane Moraes da Silva
CASTANHAL-2024
 Descreva todas as etapas que devem ser desenvolvidas na preparação para a alta hospitalar de Pedro, e qual o papel do Enfermeiro neste momento. A seguir, elabore um material que deve ser entregue ao familiar cuidador, contemplando as orientações em relação a sonda nasoenteral em ambiente domiciliar.
O paciente no momento da alta deve receber orientações desenvolvidas pelo:
- Médico: responsável por indicar, prescrever e acompanhar os pacientes em uso de nutrição enteral.
- Nutricionista: responsável por realizar todas as operações inerentes à prescrição dietética, composição e orientação sobre a preparação da nutrição enteral.
- Enfermeiro: responsável por realizar a administração da nutrição enteral e orientar sobre a sua administração em âmbito domiciliar.
- Farmacêutico: responsável por orientar sobre o uso de medicamentos por via enteral.
- Fonoaudiólogo: responsável por realizar prescrição quanto à segurança da deglutição e à consistência de dieta por via oral.
O plano de alta realizado pelo enfermeiro proporciona uma forma organizada de desenvolver os cuidados determinados pelas condições específicas de cada paciente, devendo ser elaborada com a participação de todos os profissionais, a partir da existência de um prognóstico frente ao tratamento adotado.
Como forma de assegurar a continuidade dos cuidados e a garantia do atendimento das necessidades do paciente, o enfermeir pode contribuir na orientação para que a família seja capaz de desenvolver ações necessárias, para dar prosseguimento ao tratamento iniciado no âmbito hospitalar, criando possibilidades de manutenção e/ou melhoria do estado de saúde.
ORIENTAÇÕES EM RELAÇÃO A SONDA NASOENTERAL EM AMBIENTE DOMICILIAR.
LAVAGEM DAS MÃOS 
O primeiro cuidado essencial que devemos salientar é a SEGURANÇA DO PACIENTE, ou seja, tomar medidas básicas para que o mesmo não sofra nenhuma complicação desnecessária e que poderia ser evitada, pode isso a necessidade de:
- Lavar as mãos com água e sabão antes e depois de tocar no paciente 
- MANTER TODOS OS MATERIAIS QUE O PACIENTE UTILIZA LIMPOS E SECOS Os materiais como: roupas, roupas de cama, sapatos, etc., devem estar sempre limpos para que o paciente possa utilizá-los, pois isso diminui o risco de infecções.
- MANTER O AMBIENTE SEMPRE LIMPO E AREJADO O ambiente no qual o paciente reside, deve estarsempre limpo e organizado, pois este simples ato faz com que a segurança do paciente seja mais eficaz, auxiliando na prevenção de quedas, por exemplo.
- POSICIONAMENTO DO PACIENTE
Siga sempre as orientações que foram repassadas pela equipe de saúde, pois a mudança de posição auxilia na prevenção de lesões de pele. Nunca deixe o paciente sozinho, pois esse simples ato reduz o risco de queda.
CUIDADOS COM A PELE 
As sondas nasoenterais como são inseridas através da narina, possuem fixação na região facial, sendo assim possuem cuidados específicos. Abaixo se encontram as principaisrecomendações de cuidados. o Fixação da sonda 
- Deve ser utilizada fita adesiva hipoalergênica (ex: micropore);
- Realizar a limpeza da região da face para melhorar a aderência da fixação;
- Deve ser trocada sempre que apresentar sujidade, descolamento da fixação;
- Sempre trocar a posição da fixação da sonda para não causar irritação ou lesão na pele;
- Nunca tracionar a asa do nariz, pois causa desconforto ou pode causar lesões graves ao paciente.
- Evitar trações; ao realizar a lavagem da sonda sempre após a administração de medicação ou dieta;
- Observar a integridade da sonda;
- A limpeza da sonda deve ser com uma seringa através de injeção de jato de água morna (não pode estar quente), porém tomar cuidado com a pressão excessiva para não causar danos na sonda e na mucosa do paciente;
- Caso ocorra retirada acidental da sonda nasoenteral, compareça à unidade de saúde mais próxima com a sonda em mãos.
COMO EVITAR A OBSTRUÇÃO:
- Injetar na sonda 20 ml de água (filtrada ou fervida e em temperatura ambiente) antes e após a administração de dietas ou medicações.
- Atentar-se na forma correta de administração de medicações via sonda. Converse com o enfermeiro, médico ou farmacêutico da unidade básica de saúde, caso tenha dúvidas.
- Caso ocorra a obstrução da sonda, injete 20 ml de água (filtrada ou fervida e morna). Utilizar água em jato com o auxílio da seringa até a sonda desobstruir por completo. Não ultrapassar 3 tentativas (60 ml).
CUIDADOS COM A ADMINISTRAÇÃO DA DIETA, FRASCOS E EQUIPOS DE ALIMENTAÇÃO:
O cuidador deve ter cuidados importantes durante a administração da dieta, pois se administrada de forma errada pode ocasionar problemas ao paciente. 
CUIDADO COM OS MEDICAMENTOS 
- Os medicamentos devem ser armazenados em local limpo, arejado e de fácil acesso. 
- Manter fora do alcance das crianças e de animais, 
- Protegidos da luz solar, do calor e da umidade e 
- Separados de produtos de limpeza, perfumaria e alimentos
- Não misturar com os remédios de outra pessoa; 
- Não jogar fora as caixas de embalagens pois contêm a data de validade e as bulas com informações importantes dos medicamentos.
HIGIENE BUCAL / ORAL 
- Mesmo que a pessoa não se alimente pela boca ou não tenha dentes, a boca deve ser higienizada pelo menos duas vezes ao dia; 
- Fazer a limpeza da boca com a cabeça elevada para evitar engasgos; 
- Observar se há alguma área de sangramento, dentes estragados ou machucados na gengiva; 
- Se a pessoa usar prótese dentária, retirá-las e escová-las com escova de dentes e pasta e depois recolocá-las;
- Limpar a gengiva e língua com gaze umedecida com água filtrada - envolvida numa espátula ou no dedo da mão calçada com luva; 
- A prótese dentária que não é mais utilizada deve ser guardada em um pote com tampa; 
- Após limpar a boca da pessoa, hidratar os lábios com uma pomada própria ou manteiga de cacau para não racharem.

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