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Concordância Verbal e Nominal

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A concordância verbal e nominal é um tema fundamental na língua portuguesa, pois trata da relação entre os termos dentro de uma oração, garantindo a correta combinação de gênero e número entre eles. Este ensaio irá abordar os conceitos de concordância verbal e nominal, sua importância na comunicação eficaz, exemplos práticos e potenciais desenvolvimentos futuros.
A concordância verbal se refere à relação entre o sujeito e o verbo. Segundo as regras gramaticais, o verbo deve concordar em número e pessoa com o sujeito. Por exemplo, na frase "Os alunos estudam", o verbo "estudam" está no plural, assim como o sujeito "os alunos". Quando se trata de sujeitos coletivos, a concordância pode variar conforme a intenção do falante. Exemplos incluem "A maioria dos alunos foi aprovada" e "A maioria dos alunos foram aprovados", ambos aceitos em diferentes contextos.
A concordância nominal diz respeito à relação entre substantivos e seus adjetivos, bem como entre substantivos e pronomes. Nesse caso, o adjetivo ou pronome deve concordar em gênero e número com o substantivo que acompanha. Por exemplo, na frase "As casas brancas", o adjetivo "brancas" concorda em gênero e número com o substantivo "casas". Outro ponto importante é o uso de pronomes como "este" e "aquele", que também devem concordar com os substantivos a que se referem.
A relevância da concordância verbal e nominal vai além da gramática. Uma comunicação clara e correta é essencial para a compreensão mútua. O uso inadequado dessas concordâncias pode levar a ambiguidades e mal-entendidos. Portanto, dominar essas regras é fundamental para a escrita e fala em ambientes formais e informais. Especialmente na escrita acadêmica e profissional, a precisão linguística é vital para transmitir credibilidade e confiança.
Nos últimos anos, a evolução das linguagens digitais e o impacto das redes sociais trouxeram novos desafios e questões sobre a concordância. O uso coloquial e informal muitas vezes ignora as regras tradicionais, levando a uma linguagem mais flexível. Essa adaptação pode ser benéfica para a comunicação rápida, mas pode também causar um desvio das normas gramaticais estabelecidas. Portanto, é essencial encontrar um equilíbrio entre a inovação linguística e a manutenção da norma culta.
Além disso, certas influências culturais e sociais têm moldado a forma como a língua é usada. O movimento de inclusão e diversidade tem um reflexo nas questões de gênero, resultando em debates sobre como as palavras podem ser adaptadas para serem mais inclusivas. Por exemplo, termos neutros ou alternativos têm surgido e gerado discussões sobre a adequação da concordância em novos contextos.
Vários estudiosos contribuíram para a compreensão e ensino da concordância verbal e nominal. Entre eles, figuras como Celso Cunha e Luiz Antonio Sacconi, que abordaram a gramática de forma acessível, ajudaram a disseminar o conhecimento sobre a concordância. Seus trabalhos são referência no ensino de gramática e continuam sendo utilizados em salas de aula e cursos de português.
Os desafios enfrentados na educação quanto à concordância verbal e nominal também merecem destaque. Há uma necessidade urgente de renovar os métodos de ensino para que se adaptem às novas realidades linguísticas. Professores e educadores devem ser capacitados para abordar essas mudanças de forma eficaz e inclusiva.
A geração futura de falantes da língua portuguesa enfrentará um cenário dinâmico, onde as normas gramaticais poderão ser desafiadas e reinterpretadas. O papel da educação será crucial para garantir que, apesar das inovações linguísticas, a clareza e a correção sejam mantidas.
Por fim, a praticidade e a aplicação da concordância verbal e nominal no dia a dia são essenciais para a promoção de uma comunicação eficaz. É importante que tanto alunos quanto profissionais estejam atentos a essas regras, reconhecendo quando e como aplicá-las de forma adequada.
Em suma, a concordância verbal e nominal não é apenas uma questão gramatical, mas uma parte integral da comunicação. Ela garante que a informação seja transmitida de maneira clara e precisa. Enquanto a língua evolui, é fundamental que o conhecimento sobre a concordância continue a ser promovido e adaptado às novas realidades linguísticas e sociais.
Questões de alternativa:
1. Qual das frases abaixo está correta?
a) As alunas e o aluno estudou para a prova.
b) A aluna e os alunos estudaram para a prova.
c) O aluno e a aluna estudam para a prova.
2. Em relação à concordância nominal, assinale a opção correta:
a) As casa brancas foram vendidas.
b) A casa e o carro estão limpos.
c) Os livros interessante foram lidos.
3. Sobre a concordância verbal, escolha a alternativa correta:
a) Ele e eu vamos ao cinema.
b) Eu e ele vai ao cinema.
c) Eles e eu foi ao cinema.

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