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11
0
	
	UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
FISIOTERAPIA
	
Danieli Oliveira dos Santos
Analise do conhecimento e prevalência da incontinência urinária nas universitárias da Universidade Veiga de Almeida em relação à utilização da fisioterapia como tratamento da incontinência urinária.
Cabo Frio
2023
Danieli Oliveira dos Santos
Analise do conhecimento e prevalência da incontinência urinária nas universitárias da Universidade Veiga de Almeida em relação à utilização da fisioterapia como tratamento da incontinência urinária.
Projeto apresentado para cumprimento da componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) do curso de Fisioterapia da Universidade Veiga de Almeida, como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Fisioterapia.
Orientador(a): Profa. Dra. Cristina Torres
Cabo Frio
2023
Resumo
A incontinência urinária é definida pelo Ministério da saúde como a perda involuntária de urina, sendo uma condição de saúde que afeta principalmente as mulheres, independentemente da faixa etária ou do sexo. No entanto, embora tenha grande incidência, muitas vezes permanece negligenciada e subestimada, especialmente entre as mulheres mais jovens. Este estudo tem como objetivo realizar uma análise aprofundada do conhecimento e da prevalência da incontinência urinária entre os estudantes da Universidade Veiga de Almeida, bem como explorar a utilização da fisioterapia como uma opção de tratamento para essa condição, por meio de uma pesquisa de campo realizada no campus de Cabo Frio- RJ. A incontinência urinária pode causar um impacto significativo na qualidade de vida das mulheres, afetando suas atividades diárias, bem-estar emocional e social. Portanto, compreender a extensão desse problema e promover a conscientização sobre as opções de tratamento, como a fisioterapia, é fundamental para que o conhecimento seja disseminado e mais pessoas tenham acesso aos meios de tratamento disponíveis.
Palavras-chave: Incontinência Urinária, Qualidade de Vida, Doenças Urogenitais Femininas.
Abstract
Urinary incontinence is defined by the Ministry of Health as the involuntary loss of urine, being a health condition that mainly affects women, regardless of age or sex. However, although it has a high incidence, it often remains neglected and underestimated, especially among younger women. This study aims to carry out an in-depth analysis of the knowledge and prevalence of urinary incontinence among students at Universidade Veiga de Almeida, as well as exploring the use of physiotherapy as a treatment option for this condition, through field research carried out on the Cabo Frio- RJ campus. Urinary incontinence can have a significant impact on women's quality of life, affecting their daily activities, emotional and social well-being. Therefore, understanding the extent of this problem and promoting awareness about treatment options, such as physiotherapy, is essential for knowledge to be disseminated and more people to have access to available treatment options.
Keywords: Urinary Incontinence, Quality of Life, Female Urogenital Diseases.
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO	6
1.1 Objetivos	7
1.1.1 Objetivo geral	7
1.1.2 Objetivo específicos	7
1.2 Justificativa	7
3 MATERIAIS E MÉTODOS	7
4 RESULTADOS ESPERADOS	8
REFERÊNCIAS	9
APÊNDICE A – Título do apêndice	10
ANEXO A – Título do anexo	11
1 INTRODUÇÃO
A incontinência urinária (IU) é definida como a perda involuntária de urina que ocorre devido a enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico (MAP) e /ou da bexiga, gravidez, alterações neurológicas, doenças associadas, esforço físico em demasia, entre outros. Pesquisas apontam que a IU afeta cerca de 27% a 45% da população mundial de ambos os sexos, sendo mais frequente em mulheres. Dentre os tipos de IU a incontinência urinaria de esforço (IUE) é a mais prevalente, representando 86% dos casos totais. (Baracho, 2018)
A IU pode ocorrer devido a alterações anatômicas e funcionais. A idade é um dos principais fatores de risco, principalmente após a menopausa. A obesidade também apresenta um aumento no risco e estima-se que, entre as pessoas obesas, de 46 a 67% apresente sintomas da IU. Do mesmo modo as doenças crônicas e neurológicas e o uso de alguns medicamentos que aumentam a freqüência e urgência urinária também aumentam os riscos. (Pereira; Et. Al., 2019)
A carência de acesso as informações relevantes sobre a incontinência impede que as pessoas acometidas busquem o tratamento adequado, muitas se adaptam para conviver com a condição. Os estudos que buscaram mensurar o nível de conhecimento das mulheres sobre a IU mostraram que elas possuíam baixo conhecimento sobre o tema e os fatores de risco, além disso, demonstraram pouco conhecimento a cerca dos tratamentos conservadores. (Fante; Et. Al., 2019)
Apesar de se encontrarem com sintomas, muitas mulheres não buscam tratamento. Algumas não vêem como algo grave, outras se sentem constrangidas ou não possuem conhecimento suficiente. (Fante; Et. Al., 2019) A fisioterapia é a melhor opção de tratamento conservador para pessoas que apresentam contraindicações aos outros meios de tratamento, apresentando diversos recursos que podem ser utilizados para fortalecer os músculos do assoalho pélvico (MAP). (Silva; Et. Al. 2018)
1.1 Objetivos
1.1.1 Objetivo geral
Este estudo tem como objetivo investigar a incidência da incontinência urinária entre as estudantes da Universidade Veiga de Almeida (UVA) e analisar os justificativas que levam a limitada disseminação do conhecimento sobre o tema, mesmo no âmbito acadêmico.
1.1.2 Objetivos específicos
a) Identificar a prevalência da IU;
b) Analisar o nível de conhecimento das universitárias com relação ao conhecimento a cerca da IU e seus meios de tratamento;
c) Identificar possíveis barreiras na busca por tratamento.
1.2 Justificativa
Estudo realizado com o objetivo de quantificar e ampliar o nível conhecimento sobre a incontinência urinária, sua prevalência entre as estudantes universitárias da UVA, bem como de destacar a fisioterapia como uma opção de tratamento. A justificativa para essa pesquisa se dá através da necessidade de disseminar informações atualizadas e fundamentadas sobre a patologia, bem como na importância de apresentar a fisioterapia como uma intervenção terapêutica eficaz, contribuindo assim para o avanço do conhecimento a cerca dessa área de estudo e para a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos afetados por essa condição.
3 MATERIAIS E MÉTODOS
O presente estudo analisará os dados coletados através de uma pesquisa de campo realizada com as estudantes da UVA, com idades entre 18 e 40 anos, serão incluídas estudantes de todos os cursos. A amostra será selecionada através da abordagem de amostragem aleatória estratificada, para garantir representatividade dos diferentes cursos e faixas etárias. O tamanho da amostra será de 200 participantes, determinados com base em cálculos de poder estatístico. Para a coleta de dados será utilizado o questionário Internacional Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) e um questionário sobre conhecimento dos músculos do assoalho pélvico (MAP). A análise dos dados será realizada utilizando o software estatístico XXX... Este estudo será conduzido conforme as diretrizes éticas e todas as participantes fornecerão consentimento informado e a garantia de confidencialidade de suas informações será rigorosamente mantida.
4 RESULTADOS ESPERADOS
5
Através deste estudo deve ser possível obter uma estimativa da prevalência de incontinência urinária entre as estudantes universitárias, bem como uma análise aprofundada da gravidade associada. Além disso, pretende-se quantificar o nível de conhecimento que os indivíduos possuem sobre seu próprio corpo e o papel da fisioterapia como alternativa terapêutica não invasiva. Este estudo busca realizar uma análise abrangente sobre a relação entre o conhecimento sobre a incontinência urinária e sua prevalência, incluindo a identificação das barreiras que influenciam aprocura pelo tratamento. A identificação dos fatores de risco comuns entre os afetados também é uma meta fundamental desta pesquisa.
REFERÊNCIAS
· ‌BARACHO, Elza. Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher. – 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. 495 p. 
· FANTE, Júlia Ferreira et al. Do women have adequate knowledge about pelvic floor dysfunctions? A systematic review. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 41, p. 508-519, 2019. 
· PEREIRA, Paula Barros et al. Incontinência urinária feminina: uma revisão bibliográfica. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 11, n. 14, p. e1343-e1343, 2019. 
· SILVA, Marcela P. P., Et. Al. Tratado de Fisioterapia em Saúde da Mulher. – 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. 393 p.
9
 
APÊNDICE A – Título do apêndice
[Elemento opcional]
[Apêndices são textos ou documentos elaborados pelo autor do trabalho em questão, a fim de complementar sua argumentação.Ex: ficha de avaliação utilizada no estudo, Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os apêndices devem ser identificados através de letras maiúsculas consecutivas e seus respectivos títulos, como no exemplo acima]
10
ANEXO A – Título do anexo
[Elemento opcional]
[Anexos são textos ou documentos de terceiros, não elaborados pelo autor do trabalho.Ex: escalas padronizadas. Servem para fundamentação, comprovação e/ou ilustração. Os anexos devem ser identificados através de letras maiúsculas consecutivas e seus respectivos títulos, como no exemplo acima]
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