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PENSAMENTO CIENTÍFICO
Fundamentos do pensamento científico
1. Discernir sobre o contexto histórico da evolução da ciência e seus principais marcos, 
entendendo princípios filosóficos como racionalismo, empirismo, positivismo e o 
método científico propriamente dito, com base nos principais filósofos e suas 
contribuições ao pensamento científico como Popper, Kuhn e Bacon;
2. Definir e caracterizar a ciência, identificando as diferenças entre conhecimento 
científico, filosófico, religioso e senso comum, bem como reconhecer a importância 
do conhecimento científico para a sociedade;
3. Entender a aplicação dos métodos científicos: experimental, observacional, dedutivo 
e indutivo; bem como aplicar as técnicas de pesquisa quantitativa e qualitativa, 
comparando os diferentes métodos e compreendendo suas aplicações;
4. Compreender os princípios éticos da produção científica, identificando e evitando 
ações como plágio, de modo a garantir a integridade acadêmica e o tratamento de 
dados, bem como seu uso de forma ética.
Objetivos
O pensamento científico é essencial 
para o avanço do conhecimento, 
impactando indústrias, pesquisas e 
educação globalmente. Ele fornece 
métodos rigorosos, da formulação de 
hipóteses à análise ética de 
resultados, garantindo descobertas 
confiáveis que impulsionam 
tecnologias e práticas inovadoras. Este 
capítulo explora seus fundamentos.
Fonte: Freepik.
Introdução
História e filosofia da ciência
O racionalismo privilegia a razão 
como base do conhecimento 
(Descartes), enquanto o empirismo 
foca na experiência sensorial (Locke). 
O positivismo destaca dados 
observáveis (Comte), e o pragmatismo 
enfatiza resultados práticos (Dewey). 
Essas correntes moldaram métodos 
científicos, influenciando teorias como 
a gravidade de Newton e a biologia 
experimental.
Fonte: Freepik.
Das visões teleológicas de Aristóteles 
à Revolução Científica, a ciência 
evoluiu com contribuições como o 
heliocentrismo de Copérnico e as leis 
de Newton. Avanços no século XIX, 
como a teoria da evolução de Darwin, 
ampliaram horizontes. No século XX, 
Einstein e a mecânica quântica 
revolucionaram paradigmas, 
destacando a ciência como um 
processo dinâmico.
Fonte: Freepik.
Figuras como Galileu e Newton 
transformaram a ciência com rigor 
experimental e modelos matemáticos. 
Darwin revolucionou a biologia com a 
seleção natural. No século XX, Einstein 
e Marie Curie expandiram fronteiras 
científicas. Filósofos como Popper e 
Kuhn abordaram critérios de ciência, 
destacando falsificabilidade e 
mudanças paradigmáticas.
Fonte: Freepik.
A ciência e os tipos de 
conhecimento
• O conhecimento científico é sistemático e verificável, enquanto o filosófico 
explora questões abstratas por lógica. Já o conhecimento popular baseia-se em 
tradições e experiências cotidianas. Embora distintos, eles se complementam: a 
ciência investiga o popular, e a filosofia orienta reflexões éticas sobre o saber.
• O conhecimento empírico, baseado na experiência sensorial, fundamenta áreas 
práticas como biologia e medicina. O racional, apoiado na lógica, guia teorias 
matemáticas e filosóficas. Ambos se integram em investigações modernas, como 
a teoria da relatividade de Einstein, que combinou dedução lógica com validações 
empíricas.
A cultura e a sociedade moldam o 
conhecimento, influenciando temas e 
métodos de pesquisa. Tradições 
indígenas mostram saberes holísticos, 
enquanto demandas como 
pandemias direcionam a ciência. A 
linguagem também estrutura o 
entendimento, como na hipótese 
Sapir-Whorf, demonstrando que a 
ciência reflete contextos sociais e 
culturais.
Fonte: Freepik.
Métodos e técnicas 
científicas
O método científico segue etapas: 
observação, formulação de hipóteses, 
experimentação, análise, conclusão e 
divulgação. Exemplos incluem 
Newton, que observou a gravidade, e 
Einstein, cujas hipóteses foram 
confirmadas experimentalmente. Essa 
abordagem garante replicabilidade e 
rigor em diversas áreas do saber.
Fonte: Freepik.
• A observação pode ser estruturada, como em listas de verificação, ou não 
estruturada, permitindo flexibilidade. Experimentos variam de laboratório, com 
controle total, a campo, refletindo condições reais. Quase-experimentos, comuns 
em ciências sociais, equilibram controle e realismo, como em estudos sobre 
políticas públicas.
A documentação científica assegura 
transparência e validade. Anotações 
de laboratório detalham processos, 
enquanto artigos revisados por pares 
avaliam rigor. Repositórios digitais, 
como o GenBank, democratizam 
dados, permitindo colaboração global. 
Registros rigorosos fortalecem a 
replicação e a confiabilidade dos 
estudos.
Fonte: Freepik.
• Explorando fenômenos em profundidade, a pesquisa qualitativa usa entrevistas, 
grupos focais e observação participante. Ela investiga significados, como 
percepções culturais ou experiências de saúde. A análise de conteúdo organiza 
temas emergentes, revelando insights subjetivos que enriquecem políticas e 
práticas sociais.
• Focada em mensuração, a pesquisa quantitativa utiliza questionários, 
experimentos controlados e análise estatística. Métodos como regressão e 
variância verificam hipóteses e identificam padrões. Aplicada na medicina, avalia 
dados populacionais, e em mercados, orienta decisões estratégicas baseadas em 
evidências objetivas.
Integram qualitativo e quantitativo, 
combinando profundidade 
interpretativa e precisão estatística. 
Um estudo educacional pode medir 
desempenho com testes e explorar 
percepções em entrevistas. Essa 
abordagem amplia o entendimento 
de fenômenos complexos, unindo 
pontos fortes de ambas as 
metodologias.
Fonte: Freepik.
Ética na pesquisa científica
A ética na pesquisa assegura respeito aos direitos humanos, integridade 
científica e impacto positivo. Normas incluem proteção ambiental, 
transparência e responsabilidade social. Estudos como os de Milgram
alertam sobre dilemas éticos, reforçando a importância de diretrizes para 
práticas científicas justas e confiáveis.
• O consentimento informado é essencial para pesquisas com humanos, 
garantindo autonomia e direitos. Participantes devem compreender riscos e 
benefícios antes de consentir. Essa prática, regulada por comitês de ética, 
protege vulneráveis e promove transparência, fortalecendo a legitimidade da 
ciência.
A ética no uso de animais exige 
minimizar sofrimento e justificar 
benefícios científicos. Impactos 
ambientais de pesquisas devem ser 
mitigados para proteger 
ecossistemas. Práticas irresponsáveis 
comprometem credibilidade e 
sustentabilidade, destacando a 
importância de regulamentações e 
responsabilidade coletiva.
Fonte: Freepik.
Plágio e fraude ameaçam a integridade científica, distorcendo descobertas e 
prejudicando a confiança pública. Métodos de detecção, como revisão por 
pares e softwares antiplágio, combatem práticas antiéticas. A ciência aberta 
fortalece a transparência, promovendo responsabilidade e rigor nas 
publicações.
• A ciência aberta democratiza dados e estimula colaborações globais, acelerando 
inovações. Repositórios acessíveis e projetos de código aberto incentivam 
compartilhamento e replicação de estudos. Exemplos incluem sequências 
genéticas disponíveis para pesquisas conjuntas, demonstrando o poder da 
colaboração.
• A IA levanta questões éticas sobre viés, privacidade e uso de dados sensíveis. 
Garantir transparência e justiça em algoritmos é crucial para evitar discriminação. 
Regulamentações éticas orientam o desenvolvimento responsável, promovendo 
confiança e benefícios sociais em aplicações tecnológicas.
	Slide 1: PENSAMENTO CIENTÍFICO
	Slide 2: Objetivos
	Slide 3: Introdução
	Slide 4: História e filosofia da ciência
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8: A ciência e os tipos de conhecimento
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12: Métodos e técnicas científicas
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19: Ética na pesquisa científicaSlide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25

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