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06- Adutoras

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adutora, h;
Zm = carga média disponível , m;
L = extensão total da adutora entre os 
pontos altos nos quais há admissão 
de ar (L1 + L2), m;
Zmáx = carga máxima de (Z1, Z2), m;
Zmín = carga mínima de (Z1, Z2), m.
ROMPIMENTO DE UMA ADUTORAROMPIMENTO DE UMA ADUTORAROMPIMENTO DE UMA ADUTORAROMPIMENTO DE UMA ADUTORA
a) Adutora em operação normal
b) Rompimento da adutora no ponto baixo E
c) Configuração final da adutora
ADMISSÃO DE ARADMISSÃO DE ARADMISSÃO DE ARADMISSÃO DE AR
Dimensionamento das válvulas de admissão de ar
Regra prática:
• Diâmetro da válvula  1/8 do diâmetro da adutora
da = 0,21 Z 1/4 d
onde: da = diâmetro da válvula de admissão de ar, m;
d = diâmetro da descarga de água, m;
Z = máximo de (Z1, Z2), m.
CAIXA COM VÁLVULA DE ADMISSÃO DE ARCAIXA COM VÁLVULA DE ADMISSÃO DE ARCAIXA COM VÁLVULA DE ADMISSÃO DE ARCAIXA COM VÁLVULA DE ADMISSÃO DE AR
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO DAS ADUTORASDISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO DAS ADUTORASDISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO DAS ADUTORASDISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO DAS ADUTORAS
• Blocos de ancoragens
• Proteção contra corrosão• Proteção contra corrosão
• Proteção contra os transitórios 
hidráulicos
BLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEM
Tipos de esforços nas tubulações:
• Tensão tangencial
• Tensão longitudinal
• Tensões de compressão e flexão
• Tensões das reações de apoio
Esforços em uma curva horizontalEsforços em uma curva horizontal
BLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEM
Valor da força resultante para 
derivações em “Y”
Resultante dos esforços:
R = k · P · A
onde: R = força resultante, N
P = pressão máxima de teste, Pa
A = área da seção externa do tubo ou 
da saída do tê ou a diferença de 
áreas no caso de redução, m2
k = coeficiente, função da geometria 
da peça da tubulação:
- Flanges cegos, caps, tês: k = 1 
- Reduções: k = 1 – A´/A 
(A´ = seção de menor diâmetro)
- Curvas de ângulo q: k = 2 sen 
k = 1,414 para curvas de 90°
k = 0,765 para curvas de 45°
k = 0,390 para curvas de 22° 30’
k = 0,196 para curvas de 11° 15’
2

BLOCOS DE BLOCOS DE 
ANCORAGEMANCORAGEM
BLOCOS DE BLOCOS DE 
ANCORAGEMANCORAGEM
BLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEMBLOCOS DE ANCORAGEM
Dimensionamento dos blocos - Dados necessários
• Resultante das forças (direção e intensidade)
• Tensão máxima admissível na parede lateral da 
vala
• Coesão do solo
• Ângulo de atrito interno do solo
• Tensão máxima admissível pelo solo na vertical
• Peso específico do solo
Forças envolvidas para o 
dimensionamento de um bloco de 
ancoragem
• Peso específico do solo
• Especificações do concreto a ser utilizado
• Atrito concreto-solo
Critérios de cálculo
• Por atrito entre o bloco e o solo (peso do bloco);
• Por reação de apoio da parede da vala 
(engastamento). R = força resultante;P = peso do bloco;
W = peso do aterro;
B = apoio sobre a parede da vala;
f = atrito sobre o solo;
M = momento de tombamento.
ANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVEANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVEANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVEANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVE
Ancoragem da tubulação
• Declividade  20% - tubulação área;
• Declividade  25% - tubulação enterrada
Força axial em tubulações com declividade
ANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVEANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVEANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVEANCORAGEM DE ADUTORAS EM DECLIVE
Assentamento de tubulação aérea: ancoragem tubo por tubo
Assentamento de tubulação enterrada com ancoragem por trecho travado
CORROSÃOCORROSÃOCORROSÃOCORROSÃO
Corrosão  deterioração de material, por ação 
química ou eletroquímica, aliada ou 
não a esforços mecânicos
CORROSÃOCORROSÃOCORROSÃOCORROSÃO
Tipos de corrosão
• Corrosão galvânica
• Corrosão em frestas
• Corrosão atmosférica• Corrosão atmosférica
• Corrosão pelo solo
• Corrosão pela água
• Corrosão eletrolítica
• Outros tipos de corrosão 
CORROSÃOCORROSÃOCORROSÃOCORROSÃO
Proteção catódica  consiste na injeção de corrente 
contínua na estrutura a ser 
protegida elevando seu potencial 
em relação ao meio
Sistemas de proteção catódica – corrente impressa 
– corrente galvânica
PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃOPROTEÇÃO CONTRA CORROSÃOPROTEÇÃO CONTRA CORROSÃOPROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO
Proteção catódica galvânica Proteção catódica por 
corrente impressa
PROTEÇÃO CATÓDICAPROTEÇÃO CATÓDICAPROTEÇÃO CATÓDICAPROTEÇÃO CATÓDICA
Componentes principais
• Retificador e leito de anodos
• Drenagem• Drenagem
• Caixa de medição e interligação
• Pontos de teste
APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA 
EM UMA ADUTORA DA RMSPEM UMA ADUTORA DA RMSP
APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA 
EM UMA ADUTORA DA RMSPEM UMA ADUTORA DA RMSP
LIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORAS
Sedimentação Incrustação
Deposição de minerais insolúveis 
em tubo de ferro fundido dúctil 
com revestimento. Adutora de 
água tratada,  250 mm. Idade da 
tubulação ~ 15 anos. Coeficiente 
de rugosidade C ~ 85 (Hazen-
Williams).
Incrustação em tubo de ferro 
fundido dúctil sem revestimento. 
Adutora de água bruta,  250 
mm. Idade da tubulação ~ 25 
anos. Coeficiente de rugosidade 
C ~ 70 (Hazen-Williams)
LIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORAS
Raspador de arraste hidráulicoPolly-pig
LIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORAS
Variação do coeficiente de Hazen-Williams 
devido a limpezas por raspagem
LIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORASLIMPEZA DAS ADUTORAS
Entrada e saída do “polly-pig” em uma adutora
Introdução do “polly-pig” 
através de hidrante, sem 
registro
Introdução de “polly-pig” 
através de uma peça 
especial
Introdução do “polly-pig” 
através de uma peça em Y
APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO DE APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO DE 
ARGAMASSA DE CIMENTOARGAMASSA DE CIMENTO
APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO DE APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO DE 
ARGAMASSA DE CIMENTOARGAMASSA DE CIMENTO
EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃOEQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃOEQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃOEQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
• Medidores de pressão
– Manômetros – Manômetro de Bourdon– Manômetro do tipo fole
–
– Magnético de pressão
– Capacitivos
• Amplificadores de sinal
– Transdutores de pressão – Capacitivos– Extensiométricos
– Piezoelétricos
MEDIDORES EM CONDUTOS FORÇADOSMEDIDORES EM CONDUTOS FORÇADOSMEDIDORES EM CONDUTOS FORÇADOSMEDIDORES EM CONDUTOS FORÇADOS
• Medidores de vazão
– Medidores de obstrução
Venturi Orifício
EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃOEQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃOEQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃOEQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
Medidores em condutos forçados
• Medidores de vazão
– Ultrassônicos
Modo diagonal
– Eletromagnéticos
Modo reflexivo
MEDIDORES EM CONDUTOS LIVREMEDIDORES EM CONDUTOS LIVREMEDIDORES EM CONDUTOS LIVREMEDIDORES EM CONDUTOS LIVRE
• Vertedores: triangulares, circulares, 
retangulares, Sutro, etc
• Calhas: Parshall, Palmer-Bowlus, etc• Calhas: Parshall, Palmer-Bowlus, etc
• Medidor eletromagnético
• Medidor ultrassônico
INTERVENÇÃO EM ADUTORAS EM CARGAINTERVENÇÃO EM ADUTORAS EM CARGAINTERVENÇÃO EM ADUTORAS EM CARGAINTERVENÇÃO EM ADUTORAS EM CARGA
Simulação de bloqueio com execução de by-pass
INTERVENÇÃO EM INTERVENÇÃO EM 
ADUTORAS EM CARGAADUTORAS EM CARGA
INTERVENÇÃO EM INTERVENÇÃO EM 
ADUTORAS EM CARGAADUTORAS EM CARGA
Seqüência do processo de furação 
e bloqueio em carga das adutoras 
da RMSP
INTERVENÇÃO EM ADUTORAS EM CARGAINTERVENÇÃO EM ADUTORAS EM CARGAINTERVENÇÃO EM ADUTORAS EM CARGAINTERVENÇÃO EM ADUTORAS EM CARGA
Equipamento de furação 
em carga
Equipamento de bloqueio 
de tubulação