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NTS0024 - Redes de distribuição de água Elaboração de projetos - Ver 1

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Reprodução proibida - Download realizado em: 25/01/2024
 
 
 
Norma Técnica Sabesp 
NTS0024 – Ver 1 
 
 
SÃO PAULO 
JANEIRO 2023 
 
 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – 
ELABORAÇÃO DE PROJETOS 
 
PROCEDIMENTO 
Página 1/20 
 
Reprodução proibida - Download realizado em: 25/01/2024
 
Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX CRISTINA KNORICH ZUFFO - CZUFFO 01/05/1999 20/01/2023 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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S U M Á R I O 
1. OBJETIVO ............................................................................................................. 4 
2. REFERENCIAS NORMATIVAS ............................................................................ 4 
3. DEFINIÇÕES ......................................................................................................... 5 
4. SERVIÇOS DE CAMPO ........................................................................................ 7 
5. ESTIMATIVA DE PROJETO ................................................................................. 7 
6. CRITÉRIOS DE PROJETO.................................................................................... 7 
6.1. TRAÇADO DAS TUBULAÇÕES ........................................................................... 7 
6.2. PRESSÃO DE SERVIÇO ...................................................................................... 7 
6.3. ZONA DE PRESSÃO ............................................................................................ 8 
6.4. DISTRITO DE MEDIÇÃO E CONTROLE (DMC) ................................................... 8 
6.5. SETOR DE MANOBRA (MICROZONA DE MANOBRA) ....................................... 8 
6.6. DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO .................................................................... 9 
6.7. DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS ......................................................................... 9 
6.7.1. RECOBRIMENTO .......................................................................................... 10 
6.7.2. ESCORAMENTO ........................................................................................... 10 
6.8. COMPONENTES E ACESSÓRIOS DA REDE .................................................... 10 
6.8.1. VÁLVULA DE MANOBRA .............................................................................. 11 
6.8.2. VÁLVULA DE DESCARGA ............................................................................ 11 
6.8.3. VRP ............................................................................................................... 11 
6.8.4. VÁLVULA VENTOSA ..................................................................................... 11 
6.8.5. MACROMEDIDORES DE VAZÃO E PRESSÃO ............................................ 11 
6.8.6. CAIXAS PARA INSTALAÇÃO DE VRP E/OU MACROMEDIDOR ................. 12 
6.8.7. SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO POR MEIO DE HIDRANTES 
URBANOS .................................................................................................................. 12 
6.8.8. ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ÁGUA (BOOSTER) ......................................... 12 
6.8.9. PROJETO ELÉTRICO E DE AUTOMAÇÃO .................................................. 13 
6.8.10. DESINFECÇÃO .......................................................................................... 13 
6.8.11. TESTE DE ESTANQUEIDADE ................................................................... 13 
6.9. LIGAÇÕES PREDIAIS ........................................................................................ 13 
6.10. TRAVESSIAS ................................................................................................ 14 
6.11. FAIXAS DE SERVIDÃO ................................................................................ 14 
6.12. ANCORAGEM DA TUBULAÇÃO .................................................................. 14 
7. DESENHOS ......................................................................................................... 15 
7.1. PROJETO HIDRÁULICO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA .................. 15 
7.2. PERFIS LONGITUDINAIS ................................................................................... 16 
7.2.1. CAMPO SUPERIOR DOS DESENHOS ......................................................... 16 
7.2.2. CAMPO INFERIOR DOS DESENHOS .......................................................... 16 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX CRISTINA KNORICH ZUFFO - CZUFFO 01/05/1999 20/01/2023 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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7.2.3. INTERLIGAÇÕES .......................................................................................... 17 
7.2.4. EQUIPAMENTOS E PEÇAS ESPECIAIS ...................................................... 17 
7.2.5. REMANEJAMENTO DE INTERFERÊNCIAS ................................................. 17 
8. RESUMO DO PROJETO ..................................................................................... 18 
ANEXO A – DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO PARA VÁLVULA ................................. 19 
 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX CRISTINA KNORICH ZUFFO - CZUFFO 01/05/1999 20/01/2023 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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Redes de distribuição de água – Elaboração de projetos 
 
1. OBJETIVO 
Esta Norma estabelece os critérios para apresentação de projetos de redes de 
distribuição de água. 
 
2. REFERENCIAS NORMATIVAS 
As normas citadas a seguir são indispensáveis à aplicação desta Norma. Para 
referências datadas aplicam-se somente as edições citadas. Para as demais referências 
aplicam-se as edições mais recentes das referidas referências (incluindo emendas). 
ABNT NBR 9650: Verificação da estanqueidade hidrostática no assentamento de 
tubulações pressurizadas 
ABNT NBR 10156: Desinfecção de tubulações de sistema público de abastecimento 
de água 
ABNT NBR 17015: Execução de obras lineares para transporte de água bruta e tratada, 
esgoto sanitário e drenagem urbana, utilizando tubos rígidos, semirrígidos e flexíveis 
ABNT NBR 12214: Projeto de estação de bombeamento ou de estação elevatória de 
água - Requisitos 
ABNT NBR 12218: Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público-
Procedimento 
ABNT NBR 13211: Dimensionamento de ancoragens para tubulação – Procedimento 
NTS 018: Elaboração de projetos - Considerações gerais 
NTS 020: Estações elevatórias - Elaboração de projetos 
NTS 021: Condutos forçados - Elaboração de projetos 
NTS 044: Tubos pré-moldados de concreto para poços de visita e de inspeção 
NTS 066: Medidor de vazão eletromagnético para uso em água 
NTS 068: Medidor de vazão ultrassônico tipo “CLAMP-ON” 
NTS 132: Faixa de servidão e de desapropriação para sistemas lineares de água e 
esgoto. 
NTS 164: Ramal predial de água - Diâmetro externo nominal de 20 e 32 mm em 
Polietileno 
NTS 175: Tê de serviço integrado para ramais prediais de polietileno de DE 20 mm e 
DE 32 mm derivados de tubulações da rede de distribuição de água de PVC (PBA) até 
DN 100 ou PE até DE 160 mm 
NTS 180: Sistemas de proteção catódica- Projeto e implantação 
NTS 181: Dimensionamento do ramal predial de água, cavalete ehidrômetro – Primeira 
ligação 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX CRISTINA KNORICH ZUFFO - CZUFFO 01/05/1999 20/01/2023 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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NTS 182: Colar de tomada metálico aplicado na derivação da rede de distribuição de 
água em ferro fundido, defofo e fibrocimento, para ramais prediais de polietileno de 20, 
de 32 e de 63 
NTS 189: Projeto de redes de distribuição de água, adutoras, linhas de esgoto 
pressurizadas e Emissários em polietileno PE 80 ou PE 100 
NTS 192: Conexões plásticas de compressão para junta mecânica para tubos de 
polietileno em redes de distribuição, adutoras ou linhas de esgoto pressurizadas 
NTS 193: Conexões plásticas soldáveis para tubos de polietileno em redes de 
distribuição, adutoras e redes de esgoto pressurizadas 
NTS 234: Poços de visita e de inspeção em material plástico 
NTS 255: Norma geral de fornecimento de equipamentos elétricos 
NTS 266: Norma geral para quadros elétricos 
NTS 280: Calibração de macromedidor em campo 
NTS 282: Guarda corpos 
NTS 292: Elaboração de cadastro técnico digital 
NTS 299: Válvula Redutora de Pressão Tipo Globo ou Membrana (DN 50 a 600) 
NTS 322: Ventosa 
NTS 355: Colar de tomada metálico multidiametral aplicado na derivação da rede de 
distribuição de água em Ferro Fundido e PVC DEFOFO para ramais prediais de 
Polietileno de 20 e de 32 
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA, REGULAMENTAÇÃO DE PREÇOS E 
CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO DA SABESP 
 
3. DEFINIÇÕES 
Para efeito desta Norma, são válidas as definições constantes da ABNT NBR 12218, 
além das seguintes: 
ANTEPROJETO: 
peça técnica com todos os elementos de contornos necessários e fundamentais à 
elaboração do projeto básico. 
 
DISTRITO DE MEDIÇÃO E CONTROLE (DMC): 
área da rede de distribuição, normalmente permanente, delimitada pelo fechamento de 
suas válvulas limítrofes, na qual a quantidade de água que entra ou sai é medida através 
de medidores fixos ou portáteis. 
 
LIGAÇÃO DE ÁGUA: 
conjunto de elementos do ramal predial de água e unidade de medição ou cavalete, que 
interliga a rede de distribuição pública de água à instalação predial do cliente. 
 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX CRISTINA KNORICH ZUFFO - CZUFFO 01/05/1999 20/01/2023 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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MACROMEDIDOR: 
equipamento muito similar ao hidrômetro residencial, mas que possui a capacidade de 
fazer medições de grande vazão. São instalados em pontos estratégicos da rede de 
abastecimento para avaliar a relação entre o volume produzido e o volume entregue. 
 
PROFUNDIDADE DA VALA: 
distância vertical entre a superfície do terreno e a geratriz inferior externa da tubulação, 
acrescido do berço sob o tubo, quando houver. 
 
PROJETO: 
conjunto de desenhos e memoriais descritivos, aprovados pela Sabesp contendo 
especificações dos trabalhos de execução da tubulação que devem ser seguidos pelo 
contratado. 
 
PROJETO EXECUTIVO: 
conjunto de informações detalhadas, necessárias e suficientes à execução completa da 
obra, de acordo com as normas técnicas pertinentes. 
 
RAMAL PREDIAL DE ÁGUA: 
trecho de ligação de água, compreendido entre o colar de tomada ou tê de serviço 
integrado, inclusive, situado na rede de abastecimento de água, e o adaptador 
localizado na entrada da unidade de medição de água ou adaptador do cavalete. 
 
RECOBRIMENTO: 
diferença de nível entre a superfície do terreno e a geratriz superior externa da 
tubulação. 
 
VÁLVULA INTERMEDIÁRIA: 
válvulas de gaveta instaladas em determinado trecho da rede para possibilitar a 
realização do teste de estanqueidade, desinfecção ou descargas. 
 
VÁLVULA REDUTORA DE PRESSÃO (VRP): 
equipamento mecânico, auto-operado hidraulicamente com circuito de comando 
hidráulico, com a função de regular a pressão a jusante em área definida de um setor 
de distribuição de água, com vistas a reduzir a magnitude e o surgimento de 
vazamentos, bem como manter a integridade das tubulações, atendendo necessidades 
de pressão e vazão adequadas ao abastecimento. 
 
TAP: 
dispositivo metálico, também denominado válvula de derivação, com a função de 
permitir o acesso ao fluido mediante sua instalação na parede externa da adutora, 
através do qual se insere o tubo de Pitot. 
 
TÊ DE SERVIÇO INTEGRADO: 
componente do sistema do ramal predial onde numa mesma peça estão integrados o 
colar de tomada, ferramenta de corte, derivação e adaptador, para interligar o tubo de 
PE do ramal predial à tubulação da rede de abastecimento. 
 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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TURBINA REDUTORA DE PRESSÃO (TRP): 
equipamento desenvolvido para reduzir as perdas na distribuição de água, controlar e 
monitorar a pressão hidráulica e gerar energia para autoconsumo, com o excedente 
podendo ser injetado na rede elétrica das distribuidoras locais. 
 
4. SERVIÇOS DE CAMPO 
Os seguintes serviços de campo devem ser executados: 
• serviços topográficos e cadastrais, conforme NTS 018, NTS 092 e NTS 292; 
• levantamento detalhado de interferências subterrâneas, conforme NTS 018; 
• levantamento geotécnico, conforme NTS 018; 
• medição da resistividade e agressividade química do solo. Quando necessário o 
projeto de proteção catódica, deve ser conforme NTS 180; 
 
5. ESTIMATIVA DE PROJETO 
A estimativa populacional e de demandas devem ser elaboradas no anteprojeto e 
atualizadas no projeto executivo, caso necessário. 
Não havendo anteprojeto ou este sendo muito antigo, inviabilizando a sua utilização, a 
estimativa populacional e de demandas devem seguir os critérios da ABNT NBR 12211, 
ABNT NBR 12218 e NTS 061. 
 
6. CRITÉRIOS DE PROJETO 
6.1. Traçado das tubulações 
O traçado da tubulação deve seguir os critérios indicados na ABNT NBR 12218. 
Em áreas urbanas, as redes de distribuição de água devem ser preferencialmente 
duplas, onde houver ligações em ambos os lados da via, e projetadas nos passeios, 
formando circuitos fechados, evitando pontas de rede. Onde não for possível o 
fechamento da malha, deve-se prever válvula de descarga. 
As tubulações devem ser projetadas respeitando as distâncias mínimas em relação aos 
ativos de outras concessionárias, atendendo às suas especificações internas. Para 
redes de polietileno (PE), devem ser observados os requisitos de distanciamento 
estabelecidos na NTS 189. 
A rede de distribuição de água deve ser projetada paralela ao eixo da via pública. As 
travessias devem ser executadas de forma perpendicular ao eixo da via pública. 
O traçado da rede deve respeitar os limites de DMC. 
6.2. Pressão de serviço 
Deve ser conforme a ABNT NBR 12218, acrescidos dos seguintes critérios: 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX CRISTINA KNORICH ZUFFO - CZUFFO 01/05/1999 20/01/2023Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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• nos casos em que a relação entre as pressões estática máxima e dinâmica 
mínima for superior a 5, deve-se efetuar estudo de setorização visando o 
equacionamento de pressões; 
• o projetista deve sempre avaliar as condições específicas para estudar a 
setorização da rede de distribuição de água. Provisoriamente, pode-se adotar 
dispositivo de controle dotado de ajuste automático de pressão em função da 
variação do consumo. 
6.3. Zona de pressão 
Deve ser conforme a ABNT NBR 12218, acrescidos dos seguintes critérios: 
• o sistema distribuidor pode ser dividido em áreas menores, de forma a garantir 
que as pressões estática e dinâmica obedeçam aos limites prefixados nesta 
Norma; 
• a delimitação das zonas de pressão deve considerar o traçado urbano, as 
barreiras naturais, as condições topológicas e operacionais da rede, bem como, 
o atendimento da pressão mínima dinâmica no ponto crítico de 100 KPa; 
• as VRPs devem ser evitadas. Quando sua utilização for imprescindível, no 
projeto hidráulico deve ser apresentada a planta da rede de água indicando a 
área de atuação da VRP (setor), com equidistância de 5,0 em 5,0 m das curvas 
de nível para escala maior ou igual a 1:2000 (ou equidistância de 1,0 em 1,0 m 
para escala menor que 1:2000) arruamento, cotas altimétricas do local onde é 
instalada a VRP e dos pontos críticos do setor (ponto mais baixo, mais alto e 
mais distante), e as pressões previstas nestes pontos. 
6.4. Distrito de medição e controle (DMC) 
É utilizado em manobras operacionais e no controle de perdas de água. Deve ser 
projetado conforme a ABNT NBR 12218, acrescidos dos seguintes critérios: 
• o DMC deve ser dividido em setores de manobra/microzona de manobra; 
• deve-se garantir a qualidade da água em todos os trechos de rede, evitando-se 
a formação de “pontas secas” (pontos sem a circulação da água), tais como, 
caps ou válvulas fechadas; 
• pode-se, ainda, realizar o fechamento temporário de uma área da rede de 
distribuição, através do fechamento de válvulas limítrofes, para obtenção de 
dados para estudo. Neste caso, essa área é denominada “DMC temporário”, 
devendo ser menor que o “DMC permanente.” 
6.5. Setor de manobra (microzona de manobra) 
A microzona de manobra deve ter suas válvulas mapeadas e em perfeitas condições de 
operação, deve permanecer totalmente aberta e deve garantir que nos casos de 
ocorrências em geral, seja executado o fechamento das válvulas com rapidez e haja 
envolvimento da menor área possível, afetando o menor número de clientes. 
Deve ser conforme a ABNT NBR 12218. 
Reprodução proibida - Download realizado em: 25/01/2024
 
Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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6.6. Dimensionamento hidráulico 
O sistema deve ser dimensionado de acordo com as etapas de implantação, 
considerando a estimativa populacional e de demandas, com utilização dos critérios da 
ABNT NBR 12218, além dos indicados nesta Norma. 
O dimensionamento hidráulico deve compreender a definição das vazões de projeto por 
zona e a verificação hidráulica das partes do sistema existente, que forem de interesse 
para o sistema a ser projetado. 
O projeto deve indicar o método de cálculo utilizado, com apresentação da planta 
(esquema hidráulico) e planilhas necessárias para análise das informações utilizadas e 
resultados obtidos. 
As ligações de grandes consumidores devem ser consideradas como vazão de ponta, 
apresentando tabela de vazões, quando for o caso. 
A perda de carga máxima deve ser de 10m/km. 
A perda de carga distribuída deve ser calculada considerando o efeito do 
envelhecimento do material das tubulações. 
Os coeficientes de rugosidade adotados para o cálculo da perda de carga devem ser 
extraídos de fontes confiáveis, com indicação da fonte. De forma geral, podem ser 
utilizados os valores abaixo indicados (estimativa para 20 anos de uso): 
• PE: conforme valores da Tabela 1. 
Tabela 1 – Coeficientes de rugosidade para tubos em PE. 
Método Valores 
Fórmula Universal 
para DE  200: k = 10.10 – 6 m 
para DE > 200: k = 25.10 – 6 m 
Hazen-Williams C = 150 
 
• PVC: k = 0,1 mm (Fórmula Universal) e C = 130 (Hazen-Willians); 
• FoFo revestidos com cimento: k = 1,0 mm (Fórmulas Universal) e C = 105 
(Hazen-Willians). 
Obs.: no caso da utilização de tubulações existentes no sistema a ser projetado, é conveniente 
que os coeficientes de rugosidade sejam determinados em campo. 
Para redes de distribuição cujo material selecionado para a tubulação seja o PE, o 
projeto deve estar conforme prescrito na NTS 189. 
6.7. Disposições construtivas 
As disposições construtivas para a implantação das redes de distribuição de água 
devem seguir o disposto na ABNT NBR 12218, além das exigências da prefeitura do 
município, e outras concessionárias (rodovias, redes de gás, telefonia, ferrovia) onde a 
obra é implantada, além dos critérios descritos nesta Norma. 
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Norma Técnica Sabesp Vigente 
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REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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6.7.1. Recobrimento 
O recobrimento mínimo da tubulação para obras executadas em Vala a Céu Aberto 
(VCA) deve atender aos valores definidos na ABNT NBR 17015 e para obras em Método 
Não Destrutivo (MND) com tubulação de PE conforme a NTS 189. 
6.7.2. Escoramento 
O escoramento de valas é um serviço frequentemente utilizado em obras, que envolvam 
escavações para evitar desmoronamentos e sinistros, assim como manter estáveis os 
taludes. É de fundamental importância, para promover medidas de segurança relativas 
à proteção dos trabalhadores e pessoas que transitam no entorno, evitando o 
fechamento da vala e consequentes acidentes. 
Conforme a NR 18, o escoramento é obrigatório para valas com profundidade a partir 
de 1,25 m. 
É conveniente utilizar os padrões indicados na ABNT NBR 17015. 
Deve ser apresentado projeto de escoramento contendo: 
• definição do tipo de escoramento adequado para cada trecho; 
• larguras e profundidade da vala a ser escorada; 
• detalhamento e especificação de materiais; 
• características técnicas de resistência da madeira a ser utilizada (madeiras 
duras, resistentes à umidade, peroba, maçaranduba, angelim, canafístula); 
• comprimento de ficha; 
• processo de esgotamento a ser adotado; 
• cálculo das pressões máximas sobre o escoramento; 
• preparo mais adequado a ser aplicado ao fundo da vala. 
Para evitar sobrecarga no escoramento, o material escavado deve ser colocado a uma 
distância mínima conforme determinado em projeto. 
O cálculo das pressões máximas sobre o escoramento a céu aberto pode ser feito por 
meio de qualquer método de cálculo devidamente consagrado pela técnica, devendo a 
memória de cálculo acompanhar o projeto. 
O projeto deve considerar as características mecânicas da tubulação, físicas e 
mecânicas do solo, bem como o nível do lençol freático. 
6.8. Componentes e acessórios da rede 
As redes de distribuição devem possuir componentes e acessórios que possibilitem a 
gestão da pressão, vazão e ar na rede, além da delimitação dos distritos de controle, 
estabelecimento de pontos para desinfecção, descarga e teste de estanqueidade da 
rede. 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase:Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA – ELABORAÇÃO DE PROJETOS NTS0024 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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6.8.1. Válvula de manobra 
As válvulas de manobra devem ser conforme a ABNT NBR 12218 e conter dispositivos 
de proteção para a válvula, conforme Anexo A ou orientação da unidade de negócio da 
Sabesp. 
Adotar tubo guia para válvulas de manobra com no mínimo DN 200. 
6.8.2. Válvula de descarga 
Devem ser previstas descargas nos pontos baixos de cada setor de manobra das redes 
de distribuição e conforme a ABNT NBR 12218. 
As descargas devem ser projetadas utilizando-se caixas de concreto, PI/PV em tubos 
de concreto conforme NTS 044 ou PI/PV em material plástico conforme NTS 234, 
incluindo rebaixo para drenagem ou esgotamento por intermédio de bombas. Em locais 
onde seja possível, o dreno deve ser direcionado aos sistemas de água pluviais. 
As descargas em tubos de polietileno devem ser conforme modelos da NTS 189. 
6.8.3. VRP 
Quando for estritamente necessária para ajustes das zonas de pressão podem ser 
utilizadas VRP ou TRP. 
A VRP deve ser projetada de tal forma que opere com a vazão mínima de início do plano 
e a vazão máxima de final de plano. Deve ser apresentado o memorial descritivo com o 
dimensionamento da VRP. 
Prever by-pass para os serviços de manutenção. 
A especificação da VRP deve seguir a NTS 299. 
Todas as conexões utilizadas para a montagem do conjunto VRP devem ser em ferro 
fundido e flangeados. 
A VRP pode ser substituída pela TRP a critério da unidade da Sabesp, considerando as 
condições locais e objetivando a geração de energia. 
6.8.4. Válvula Ventosa 
Devem ser previstas ventosas nos pontos altos da tubulação e cavaletes de travessias 
e demais pontos previstos na ABNT NBR 12218 e NTS 021, conforme perfil do terreno. 
Para especificação da válvula deve-se observar a NTS 322. 
A Unidade da Sabesp pode indicar pontos onde seja necessária a instalação de 
ventosas, em função das especificidades operacionais. 
6.8.5. Macromedidores de vazão e pressão 
Os macromedidores permitem a apuração da vazão de um determinado setor. 
Para uma gestão mais apropriada das perdas de água, o projeto deve prever a 
instalação de medidores de vazão fixos (macromedidores), estrategicamente 
posicionados de acordo com a setorização DMC e VRP. 
O projeto dos macromedidores de vazão e pressão deve atender a ABNT NBR 12218. 
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O tipo de macromedidor adotado depende do material e DN da rede e local de 
instalação. De maneira geral, as especificações devem seguir a NTS 066 ou NTS 068. 
Deve ser previsto ponto de calibração, preferencialmente à montante do macromedidor, 
composto por PV com tampão DN 900 para instalação de TAP pela Sabesp. Devem ser 
obedecidas as distâncias mínimas das singularidades, referentes ao DN da tubulação, 
de 20 DN à montante e 10 DN à jusante do TAP. As singularidades a montante e a 
jusante de medidores devem seguir as normas técnicas estabelecidas pelos fabricantes. 
A calibração do macromedidor em campo deve ser conforme a NTS 280. 
6.8.6. Caixas para instalação de VRP e/ou macromedidor 
O projeto da caixa para instalação da VRP e/ou macromedidor e do abrigo para 
telemetria devem seguir os padrões utilizados nos Desenhos Padrão da Sabesp. 
A caixa para instalação da VRP e/ou macromedidor deve conter, no mínimo, as 
seguintes características: 
• largura mínima (livre) interna de 1,60m; 
• altura mínima (livre) interna de 2,00m; 
• o menor espaço entre as tubulações e a parede da caixa deve ser de, no mínimo, 
0,40 m; 
• poço de esgotamento nas medidas 0,40 x 0,40 x 0,40 m, localizado no canto da 
caixa. 
O sistema de drenagem pode apresentar características diferentes em função do solo, 
e lençol freático. 
O posicionamento das caixas deve ser estudado com cuidado, verificando se há espaço 
suficiente para sua execução nos pontos em que foram locados. 
O projeto estrutural das caixas e blocos de ancoragem deve conter memorial de cálculo 
e desenhos, elaborados conforme a NTS 018. 
Para elaboração de projetos podem ser utilizados como referência os Desenhos Padrão 
Sabesp da série 0100-500-EST e 9000-023-B, considerando as condições (hidráulicas, 
suporte do solo, etc.) do local da instalação da Caixa. 
As caixas instaladas em locais fechados (áreas de ETA, centros de reservação, etc) 
devem ser preferencialmente abertas e conter guarda corpo conforme NTS 282. 
6.8.7. Sistema de proteção contra incêndio por meio de hidrantes urbanos 
O projeto de instalação de hidrantes para proteção contra incêndios deve estar conforme 
a ABNT NBR 12218 e instruções do corpo de bombeiros e legislações pertinentes. 
6.8.8. Estação elevatória de água (Booster) 
Os projetos devem seguir as disposições contidas ABNT NBR 12214, NTS 018, NTS 
020 e atender as especificidades do local ou município. 
Deve ser apresentado projeto de urbanização da área incluindo: fechamento, acesso, 
estacionamento, iluminação, drenagem superficial, entrada de energia, etc. 
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Os conjuntos motobomba devem ter rotação até 1.800 rpm. Para valores acima do 
especificado, devem ser justificados. 
Devem ser previstos, no mínimo, 02 conjuntos, sendo um como reserva. 
Dependendo das características da área de projeto, e a critério da unidade da Sabesp 
local, pode ser utilizada estação de bombeamento instalada em container metálico, com 
revestimento termo acústico. 
A estação elevatória deve ser automatizada, com opção para operação manual. 
6.8.9. Projeto elétrico e de automação 
O projeto elétrico e de automação devem seguir os padrões das normas gerais NTS 
018, NTS 255 e NTS 266 e acervo de normas NTS com requisitos para condições 
específicas de painéis de comando e quadros elétricos, conforme manual orientador de 
quadros elétricos da Sabesp, normas da ABNT e NRs vigentes. 
Deve-se avaliar a necessidade de estudo de proteção catódica. 
6.8.10. Desinfecção 
Para os serviços de desinfecção, deve ser apresentada uma planta geral com os 
seguintes itens: 
• pontos para a desinfecção da rede de água, conforme ABNT NBR 10156, 
devendo um dos pontos ser próximo da interligação principal da rede; 
• roteiro para a lavagem e desinfecção contendo todas as válvulas para o 
direcionamento da lavagem e descarregamento da rede por meio de descargas, 
preferencialmente próximos a dispositivos de drenagem urbana (ex: bocas de 
lobo). 
6.8.11. Teste de estanqueidade 
O teste de estanqueidade submete a rede instalada a pressões de teste conforme 
especificado na ABNT NBR 9650, e tem como objetivo verificar se a rede executada 
não apresenta vazamentos. 
Para a execução do teste, é necessária a previsão de válvulas intermediárias no projeto 
executivo da rede. O distanciamento entre as válvulas deve considerar o diâmetro e o 
perfil topográfico da rede, além dos demais requisitos estabelecidos na ABNT NBR 
9650. 
6.9. Ligações prediaisde drenagem, etc.); 
• indicação dos equipamentos urbanos (postes, árvores, caixas, etc.); 
• indicação de lotes com ocupação notável de uso (indústria, escola, hospital, 
etc.). 
7.2.2. Campo inferior dos desenhos 
Apresentação detalhada do perfil longitudinal da rede, em correspondência com a planta 
de traçado do campo superior, concordando com as direções e sentidos, reprodução do 
nivelamento topográfico do greide das vias ao longo da linha de centro da tubulação 
projetada, contendo as seguintes informações: 
• linhas horizontais, com indicação das cotas inteiras; 
• estaqueamento de todos os pontos de deflexão (H ou V); 
• diâmetros em milímetro; 
• material e classe de pressão; 
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• extensão, em metro, dos trechos entre deflexões; 
• extensão acumulada; 
• cotas do terreno e da rede de distribuição; 
• interferências, indicando a natureza (água, esgoto, telefonia, etc.), dimensão, 
material e a posição; 
• tipo de pavimentação; 
• tipo de escoramento; 
• método construtivo; 
• nome da via (logradouro); 
• perfil geológico; 
• tipo de embasamento. 
7.2.3. Interligações 
Devem ser apresentados os detalhes das interligações contendo: 
• croqui de situação da interligação; 
• planta e perfil com detalhamento das peças; 
• lista de material. 
Quando aplicável, podem ser apresentadas diversas interligações padronizadas em 
uma mesma planta, em formato A1. Esses padrões de interligações podem ser 
consultados no manual orientador para projetos de substituição de redes da Sabesp 
conforme descrito na NTS 189. 
7.2.4. Equipamentos e Peças especiais 
Devem ser apresentados os detalhes de implantação de equipamentos e peças 
especiais como válvulas de manobra, descarga, válvulas redutoras de pressão, 
conexões especiais, ventosas, hidrante, etc, contendo: 
• croqui de localização do detalhe; 
• planta e perfil com detalhamento das peças e caixas de abrigo; 
• lista de material. 
7.2.5. Remanejamento de interferências 
Caso seja necessário, devem ser apresentados os desenhos detalhados do projeto de 
remanejamento, consultando, antecipadamente, as concessionárias/partes envolvidas. 
 
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8. RESUMO DO PROJETO 
Deve ser apresentado um resumo do projeto, consistindo de uma descrição objetiva e 
resumida de todo o sistema e seus componentes, compreendendo texto e desenhos e 
ressaltando as seguintes informações básicas: 
• horizonte de projeto e etapas de implantação, com respectiva população 
atendida e número de ligações previstas; 
• regiões a serem beneficiadas e setorizações; 
• vazão de projeto e extensão de rede por diâmetro e material; 
• travessias e faixas de servidão; 
• obras especiais, como "booster", válvulas redutoras de pressão, etc; 
• custo de empreendimento e índices característicos (custo por habitante, 
extensão de rede por ligação, habitantes por ligação, etc.). 
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ANEXO A – DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO PARA VÁLVULA 
 
 
 
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Título: Número e Versão: 
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Redes de distribuição de água – Elaboração de projetos 
 
 
Considerações finais: 
 
A presente Norma é titularidade exclusiva da Companhia de Saneamento Básico do 
Estado de São Paulo – Sabesp, de aplicação interna na Sabesp, devendo ser usada 
pelos seus fornecedores de bens e serviços, conveniados ou similares conforme as 
condições estabelecidas em Licitação, Contrato, Convênio ou similar. A utilização desta 
Norma por outras empresas/entidades/órgãos governamentais e pessoas físicas é de 
responsabilidade exclusiva dos próprios usuários. 
Esta Norma técnica pode ser revisada ou cancelada sempre que a Sabesp julgar 
necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados ao Departamento de Acervo 
e Normalização Técnica da Sabesp (nts@sabesp.com.br). 
 
 
 
Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo 
Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente – T 
Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação– TX 
Departamento de Acervo e Normalização Técnica – TXA 
 
Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900 - Pinheiros. 
São Paulo - SP - Brasil 
E-MAIL: nts@sabesp.com.br 
 
 
- Palavras-chave: rede de água, distribuição de água, projeto. 
 
- 20 páginas.de drenagem, etc.); 
• indicação dos equipamentos urbanos (postes, árvores, caixas, etc.); 
• indicação de lotes com ocupação notável de uso (indústria, escola, hospital, 
etc.). 
7.2.2. Campo inferior dos desenhos 
Apresentação detalhada do perfil longitudinal da rede, em correspondência com a planta 
de traçado do campo superior, concordando com as direções e sentidos, reprodução do 
nivelamento topográfico do greide das vias ao longo da linha de centro da tubulação 
projetada, contendo as seguintes informações: 
• linhas horizontais, com indicação das cotas inteiras; 
• estaqueamento de todos os pontos de deflexão (H ou V); 
• diâmetros em milímetro; 
• material e classe de pressão; 
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• extensão, em metro, dos trechos entre deflexões; 
• extensão acumulada; 
• cotas do terreno e da rede de distribuição; 
• interferências, indicando a natureza (água, esgoto, telefonia, etc.), dimensão, 
material e a posição; 
• tipo de pavimentação; 
• tipo de escoramento; 
• método construtivo; 
• nome da via (logradouro); 
• perfil geológico; 
• tipo de embasamento. 
7.2.3. Interligações 
Devem ser apresentados os detalhes das interligações contendo: 
• croqui de situação da interligação; 
• planta e perfil com detalhamento das peças; 
• lista de material. 
Quando aplicável, podem ser apresentadas diversas interligações padronizadas em 
uma mesma planta, em formato A1. Esses padrões de interligações podem ser 
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conforme descrito na NTS 189. 
7.2.4. Equipamentos e Peças especiais 
Devem ser apresentados os detalhes de implantação de equipamentos e peças 
especiais como válvulas de manobra, descarga, válvulas redutoras de pressão, 
conexões especiais, ventosas, hidrante, etc, contendo: 
• croqui de localização do detalhe; 
• planta e perfil com detalhamento das peças e caixas de abrigo; 
• lista de material. 
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8. RESUMO DO PROJETO 
Deve ser apresentado um resumo do projeto, consistindo de uma descrição objetiva e 
resumida de todo o sistema e seus componentes, compreendendo texto e desenhos e 
ressaltando as seguintes informações básicas: 
• horizonte de projeto e etapas de implantação, com respectiva população 
atendida e número de ligações previstas; 
• regiões a serem beneficiadas e setorizações; 
• vazão de projeto e extensão de rede por diâmetro e material; 
• travessias e faixas de servidão; 
• obras especiais, como "booster", válvulas redutoras de pressão, etc; 
• custo de empreendimento e índices característicos (custo por habitante, 
extensão de rede por ligação, habitantes por ligação, etc.). 
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ANEXO A – DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO PARA VÁLVULA 
 
 
 
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Redes de distribuição de água – Elaboração de projetos 
 
 
Considerações finais: 
 
A presente Norma é titularidade exclusiva da Companhia de Saneamento Básico do 
Estado de São Paulo – Sabesp, de aplicação interna na Sabesp, devendo ser usada 
pelos seus fornecedores de bens e serviços, conveniados ou similares conforme as 
condições estabelecidas em Licitação, Contrato, Convênio ou similar. A utilização desta 
Norma por outras empresas/entidades/órgãos governamentais e pessoas físicas é de 
responsabilidade exclusiva dos próprios usuários. 
Esta Norma técnica pode ser revisada ou cancelada sempre que a Sabesp julgar 
necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados ao Departamento de Acervo 
e Normalização Técnica da Sabesp (nts@sabesp.com.br). 
 
 
 
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E-MAIL: nts@sabesp.com.br 
 
 
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