Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Camille Bialpina dos Santos – RGM: 33530645 
Jhonatan Santos Real – RGM: 32961391 
 
 
 
 
 
 
 
KING’S CROSS STATION 
Estratégias estruturais e espaciais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO 
2025 
 
 
Camille Bialpina dos Santos – RGM: 33530645 
Jhonatan Santos Real – RGM: 32961391 
 
 
 
 
 
 
 
 
KING’S CROSS STATION 
Estratégias estruturais e espaciais 
 
 
 
 
 
 
Relatório final, apresentado a 
Universidade Cidade São Paulo, 
como parte das exigências para 
obtenção da nota A1 na matéria 
Tecnologia da Construção Civil. 
 
Orientador: Professor Tiago Azzi Collet E Silva 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO 
2025 
 
 
Camille Bialpina dos Santos – RGM: 33530645 
Jhonatan Santos Real – RGM: 32961391 
 
 
 
KING’S CROSS STATION 
Estratégias estruturais e espaciais 
 
 
 
 
 
 
 
Relatório final, apresentado a 
Universidade Cidade São Paulo, como 
parte das exigências para obtenção da 
nota A1 na matéria Tecnologia da 
Construção Civil. 
 
São Paulo, 04 de junho de 2025 
 
 
 
EXAMINADOR 
 
 
__________________________________ 
Professor Tiago Azzi Collet E Silva 
Afiliações 
 
 
 
 
 
RESUMO 
 
Análise da estrutura do saguão oeste da King’s Cross Station, com ênfase na 
cobertura espacial em treliça plana. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sumário 
1. Introdução................................................................................1 
2. Análise Estrutural.....................................................................3 
3. Análise de Materiais.................................................................6 
4. Detalhe construtivo..................................................................8 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
KING’S CROSS STATION 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
Segundo a Wikipedia, a King's 
Cross Station, localizada em 
Londres, Inglaterra, Reino Unido. 
Mais especificamente, fica no 
borough de Camden, área norte 
de Londres, próximo a 
intersecção das rodovias A501 e 
A5200, é um importante ícone 
cultural e econômico da cidade. 
Projetada originalmente por 
Lewis Cubitt e inaugurada em 
1852 (imagem 1), a estação 
passou por uma grande reforma 
entre 2005 e 2012, liderada pelos arquitetos da John McAslan + Partners. A 
requalificação incluiu a restauração da fachada histórica e a construção de um 
novo saguão oeste, considerado o maior vão livre estrutural dentre as estações 
na Europa. Conforme descrito no site ArchDaily, "a transformação da King's 
Cross Station é uma lição de fusão de três operações arquitetônicas complexas: 
requalificação, restauração e ampliação" . 
As fases da requalificação incluíram: 
1. Planejamento e projeto (2001-2005): Desenvolvimento do plano de 
requalificação. 
2. Demolição e preparação do local (2005-2006): Remoção de estruturas 
existentes. 
3. Construção do novo saguão oeste (2006-2010): Criação do novo espaço 
principal. 
4. Reforma da fachada histórica, finalização e abertura (2008-2012): 
Restauração da fachada original de Lewis Cubitt, conclusão das obras e abertura 
do público. 
Essas fases permitiram que a estação fosse reformada de forma eficiente e 
minimizando os impactos nos passageiros. 
 
 
 
 
Figure 1 - Estação Kings Cross em Londres, conforme destaque no 
Illustrated London News em 1852. (Wikipedia) 
Imagem 1 - Estação Kings Cross em Londres, conforme destaque 
no Illustrated London News em 1852. (Wikipedia) 
2 
 
Com uma rica história e importância 
cultural, a King's Cross Station é 
famosa por sua conexão com a 
literatura, especialmente na série de 
livros "Harry Potter" de J.K. Rowling, 
que apresenta a plataforma 9 ¾ 
(imagens 2 e 3). Além disso, a 
estação é um importante hub de 
transporte, conectando Londres ao 
resto do Reino Unido e à Europa, e 
passou por um processo de 
regeneração urbana, com a 
construção de novos edifícios 
comerciais e residenciais. 
Hoje, é um destino popular para 
turistas e um importante centro de 
transporte, contribuindo 
significativamente para a economia 
local. Sua arquitetura 
impressionante, sua importância 
histórica e sua conexão com a cultura 
popular a tornam um local 
emblemático de Londres. 
 
 
 
Imagem 3 - Turistas na plataforma 9 3/4, no embarque 
oeste 
Imagem 2 - Filme ''Harry Potter e a Pedra Filosofal'', 2001 
3 
 
ANÁLISE ESTRUTURAL 
 
Saguão Oeste 
 
O saguão oeste, exibido na imagem 4, é um marco da arquitetura 
contemporânea aplicada ao patrimônio ferroviário. Sua estrutura expressiva e 
funcional exemplifica a interseção entre engenharia de precisão, estética 
arquitetônica e sustentabilidade ambiental, características centrais em projetos 
urbanos de grande escala no século XXI. 
A cobertura é sustentada por uma estrutura espacial 
tridimensional composta por um arranjo de treliças 
planas interligadas , formando uma malha reticulada 
de grande eficiência (imagem 5). Essa estrutura 
espacial permite a distribuição das cargas em 
múltiplas direções, garantindo estabilidade e rigidez 
ao conjunto, mesmo com os grandes vãos livres que 
caracterizam o projeto. A solução por treliças planas 
interconectadas confere leveza e ao mesmo tempo 
resistência à cobertura, sendo especialmente 
adequada a edifícios de uso público com 
alta demanda de circulação. 
Imagem 4 - Saguão de embarque noturno da estação ferroviária 
de Kings Cross, 13 de abri de 2012. (Alamy) 
 
Imagem 5 – Modelo isométrico da cobertura do 
saguão (Structural Studio) 
4 
 
Imagem 7 – Planta baixa do saguão oeste (ArchDaily) 
Imagem 6 – Cobertura treliçada do saguão oeste, sem cobertura. (DETAIL.de) 
5 
 
O suporte da cobertura é reforçado por uma 
estrutura de aço sofisticada, composta por 16 
colunas metálicas em forma de árvore, que 
suportam até 600 toneladas (imagem 8), 
irradiando a partir de um funil central. Essas 
colunas ramificadas não apenas cumprem uma 
função estrutural — distribuindo uniformemente as 
cargas e resistindo a ações de vento e peso da 
cobertura — como também desempenham um 
papel arquitetônico fundamental, funcionando 
como elementos escultóricos que reforçam a 
identidade visual do espaço. Sua forma orgânica 
suaviza a monumentalidade do vão e integra de 
forma harmoniosa a engenharia com o ambiente 
interno. 
Para permitir que os diversos elementos da 
estrutura se encontrem com precisão e transmitam 
corretamente os esforços, conforme descrito pela 
Structural Studio, foram utilizados nós fundidos 
em aço, também conhecidos como nós metálicos 
moldados por fundição (imagem 9) . Esses nós 
funcionam como conectores tridimensionais 
altamente resistentes, unindo as hastes da treliça 
espacial com controle preciso da orientação e da 
carga de cada membro. 
Diferentemente de conexões 
tradicionais soldadas ou parafusadas com perfis simples, os 
nós fundidos são produzidos por meio de modelagem 
paramétrica e prototipagem digital, sendo depois fundidos 
com aço líquido em moldes sob medida. Esse processo 
permite a criação de peças com geometria complexa e sem 
juntas visíveis, contribuindo para a fluidez formal da 
estrutura e eliminando concentrações de tensão indesejadas. 
Imagem 8 - Esquema estrutural das 
colunas (ArchDaily) 
Imagem 9 – Nós fundidos de aço 
(Structural Studio) 
 
Imagem 10 – Coluna metálica em 
forma de Árvore (ArchDaily) 
6 
 
 
ANÁLISE DE MATERIAIS 
 
1. Aço Estrutural (Perfis Tubulares e Chapas) 
O principal material utilizado na estrutura é o aço estrutural, devido à sua 
elevada resistência mecânica, versatilidade na conformação e capacidade de 
vencer grandes vãos com leveza visual. 
• Perfis tubulares de aço formam os elementos lineares da treliça, 
garantindo rigidez e leveza. 
• O aço permitiu a criação de geometrias complexas e curvas suaves, 
integradas por meio de conexões tridimensionais sofisticadas.• Sua alta resistência à tração é essencial para absorver cargas 
permanentes e variáveis (vento, neve, uso humano). 
 
2. Nós Fundidos em Aço 
As junções entre os diversos elementos da estrutura espacial são feitas por nós 
fundidos em aço, produzidos sob medida. Esses nós tridimensionais foram 
projetados para distribuir os esforços de maneira eficiente entre os múltiplos 
elementos que convergem nas interseções da treliça e das colunas. 
• Os nós foram fundidos a partir de modelos digitais paramétricos, 
garantindo precisão milimétrica. 
• A fundição evita soldas múltiplas ou parafusamentos excessivos, 
reduzindo pontos de fragilidade e conferindo continuidade visual e 
estrutural à forma. 
 
 
3. Colunas Metálicas Ramificadas (Árvores Estruturais) 
7 
 
Um dos elementos mais icônicos da estrutura são as colunas metálicas 
ramificadas, que sustentam a treliça no centro do saguão. Elas também são 
feitas em aço tubular, com cada ramificação unida ao nó fundido no topo. 
• A forma em “árvore” distribui eficientemente as cargas da cobertura para 
a base. 
• Além da função estrutural, essas colunas reforçam a identidade visual do 
espaço, funcionando como esculturas estruturais. 
 
4. Cobertura Translúcida (Painéis de Vidro e Policarbonato) 
Embora o foco seja estrutural, vale citar que parte dos vãos da treliça é 
preenchida com painéis de vidro laminado e/ou policarbonato, conectados a 
uma subestrutura metálica leve. Esses materiais permitem a entrada de luz 
natural sem comprometer a estabilidade estrutural da cobertura, como 
demonstra a imagem 11. 
• Os materiais de vedação foram selecionados por sua leveza, 
durabilidade e compatibilidade com o aço da treliça. 
• Os elementos de suporte secundário também são metálicos, geralmente 
em alumínio extrudado. 
 
 
 
 
 
Imagem 11 – 3D do saguão Oeste, mostrando a entrada de luz natural pelas áreas que são 
cobertas pelos painéis de vidro. (inhabitat) 
8 
 
DETALHE CONSTRUTIVO 
 
Coluna central 
 
A coluna central da estrutura do saguão oeste, exibida na imagem 12, é 
composta por ramificações tubulares metálicas que se abrem para formar a base 
da estrutura espacial da cobertura. Esse sistema é constituído por perfis 
tubulares de aço de seção circular, soldados ou conectados por nós fundidos 
que distribuem os esforços para a treliça tridimensional da cobertura (imagem 
13). 
Cada tubo ascendente se une suavemente 
a outros em pontos de interseção 
controlados, que servem como nós 
estruturais, permitindo a dispersão das 
cargas verticais e horizontais da cobertura 
para o solo. A base dessa “árvore” repousa 
diretamente no solo do átrio, e os seus 
múltiplos apoios criam estabilidade, 
reduzindo o vão livre necessário entre 
pilares. 
Imagem 12 – Coluna central treliçada em formato de árvore (Signum) 
Imagem 13 – Esquema dos detalhes construtivos das 
conexões metálicas (Structural Studio) 
9 
 
Essa solução estrutural está totalmente alinhada ao partido arquitetônico do projeto, 
que buscava: 
• Criar um espaço fluido, livre de obstruções visuais, remetendo à ideia 
de leveza e transparência. 
• Valorizar a conexão entre o antigo e o novo, destacando a fachada 
histórica da estação que se mantém visível através da estrutura leve e 
translúcida. 
• Usar a própria estrutura como linguagem estética, integrando forma e 
função. 
O uso da forma de “árvore” permite que o ponto de apoio se concentre no centro 
do átrio, abrindo o restante do espaço para circulação de pedestres, acesso às 
plataformas e iluminação natural. Além disso, a geometria orgânica contrasta 
com a rigidez da fachada vitoriana da estação original, marcando o diálogo entre 
o passado e a contemporaneidade. 
 
Imagem 15 – Elevação posterior da estrutura treliçada (ArchDaily) 
Imagem 14 – Corte lateral (ArchD

Mais conteúdos dessa disciplina