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II Encontro Nacional da Rede Alfredo de Carvalho Florianópolis, de 15 a 17 de abril de 2004 GT História do Jornalismo Coordenação: Prof. Dra. Marialva Barbosa (UFF) Gazeta de Alagoas: 70 anos de história� Lídia Ramires / UFAL� Rossana Gaia / CEFET-AL e UFAL� Resumo: O objetivo desta pesquisa é iniciar estudo introdutório do mapeamento de parte das pesquisas desenvolvidas no curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), na habilitação de Jornalismo, sobre o jornal Gazeta de Alagoas, o mais antigo impresso alagoano. Esta é uma forma de rastrear as temáticas propostas pelos alunos em seus trabalhos de conclusão de curso (TCC). Em fevereiro de 2004 o citado jornal fará 70 anos de atividades ininterruptas e o curso ingressa em seu 25º ano de existência. Palavras-chave: Jornalismo impresso – Gazeta de Alagoas – pesquisa midiática – Análise do Discurso Criado em 1979, o curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Alagoas (a partir de agora COS/UFAL) tem desempenhado, nos últimos 25 anos, um papel significativo na formação intelectual das gerações posteriores de jornalistas que atuam no estado. As aulas começaram a ser ministradas no segundo semestre do mesmo ano e o reconhecimento aconteceu com o Decreto nº 327, de 7 de maio de 1986, publicado no Diário Oficial da União em 8 de maio do mesmo ano. O primeiro TCC foi defendido no COS/UFAL em 1983 e até a data atual várias pesquisas midiáticas ali realizadas buscaram trazer contribuições sobre a análise do jornal Gazeta de Alagoas, o mais antigo do Estado, e que completa, em fevereiro deste ano, 70 anos de atividades ininterruptas. O corpus da nossa pesquisa portanto são TCCs disponíveis na Hemeroteca do COS/UFAL� e que possuem como tema central o jornal Gazeta de Alagoas, defendidos pelos concluintes da habilitação em Jornalismo, entre os anos de 1997 a 2003. É preciso registrar que a pesquisa midiática passa a existir de forma sistemática em Alagoas a partir das contribuições ofertadas pelo curso�. Dentre as pesquisas analisadas, destaca-se o inventário de TCC em Comunicação Social na UFAL, de Márcia Maria Buarque Arruda, que reúne informações bibliográficas e um breve resumo dos projetos defendidos no sistema de créditos, entre 1983 e 1997. Graças ao inventário é possível verificar que, em 1983, apenas um trabalho foi defendido. No projeto intitulado “Nas páginas policiais de Alagoas”, Zélia Pereira Cavalcanti faz a análise dos fatos policiais registrados no jornalismo impresso alagoano. O trabalho foi orientado pelo prof. Almir Guilhermino da Silva e é o marco inicial da pesquisa midiática no Departamento de Comunicação Social. Pequeno histórico da Gazeta A referência que os trabalhos de conclusão fazem ao jornal Gazeta de Alagoas se deve sobretudo ao fato de ser o jornal mais antigo em circulação no Estado. Fundada pelo jornalista Luiz Magalhães da Silveira, em 25 de fevereiro de 1934�, a empresa pertence à família Collor de Mello desde 1952, quando Arnon de Mello foi governador (SANT’ANA, 1987). O jornal alinhava-se politicamente com a oposição, mas, ao ser incorporado ao patrimônio familiar do novo governador, perdeu sua “pátina de liberal”, deixando de ter no governo o alvo das suas críticas. (CONTI, 1999). Conforme registra GAIA (2003): [...]a Gazeta de Alagoas introduziu o teletipo, radiofoto, telefoto e telex na imprensa alagoana. Essa marca de pioneirismo continua quando a segunda geração assume o comando das empresas (Pedro Collor e Fernando Collor de Mello, com eventual participação de Ana Luíza Collor) e o jornal continua sendo um dos mais modernos do Nordeste. A Gazeta foi pioneira na modernização em Alagoas, tendo sido o primeiro jornal a ser impresso a cores e em off-set, a ser acessado pela Internet e a informatizar a redação. Esses são dados não ignorados por grande parte dos jovens pesquisadores, porém muitos limitam suas informações a fontes da própria empresa e que eventualmente podem resultar em problemas do ponto de vista do detalhamento de datas, já que são introduzidos temas intrigantes (como a queda de vendas e de faturamento, por exemplo) sem provas suficientes e necessárias a uma pesquisa, ainda que para iniciantes. Nota-se em algumas pesquisas o registro fatos relevantes sem o apoio de referências bibliográficas, no que resulta a necessidade de construção de um “habitus” da prática de pesquisa que trabalhe a dinâmica existente entre a citação de fontes (seja nos jornais ou em entrevistas realizadas com jornalistas) e a comprovação dos fatos na pesquisa acadêmica. Esta evidência contudo não desqualifica o mérito investigativo das propostas, como verificamos em SANTOS e MEDEIROS (1997,31). As autoras detalham dados importantes sobre a maquinaria da Gazeta de Alagoas, em 1952, quando a empresa foi assumida por Arnon de Mello. Elas especificam que o empresário tomou a iniciativa de substituir a impressora plana manual pela automática Europa AA que, em pouco tempo, foi substituída por uma rotoplana Goss, que ficou até o início da década de 1970, quando o superintendente era o jornalista Fernando Collor de Mello que providenciou a instalação da mesma fábrica com três unidades e mais a dobradeira Comunity. Para SANTOS e MEDEIROS (1997, 31) identifica-se nesta empresa o “início de uma seqüência de idéias pioneiras no Estado, com a [...] impressão em off-set”. Em janeiro de 1989 foi implantado o sistema de policromia, que permite a impressão de fotos em cores e, segundo a pesquisa, atitude pioneira na região nordeste. A partir de 2 de fevereiro de 1997, conforme registram as autoras, o matutino passou a circular com o projeto gráfico reformulado, que incluiu: mudanças no alinhamento de textos e títulos, fotos e outros recursos de imagens. A Gazeta de Alagoas é citada também como pioneira na inclusão de mulheres em sua redação. CORREIA (1998) recupera, através de depoimentos de jornalistas das décadas de 50 e 60 as primeiras jornalistas em Alagoas. No depoimento de Arlene Miranda�, primeira mulher a participar como colaboradora e, posteriormente, repórter, é relembrado o tratamento editorial da Gazeta de Alagoas em matérias voltadas para o público feminino. Os assuntos abordados eram direcionados a prendas domésticas (educação, moda, literatura, culinária, dicas de beleza, conselhos, etc.), matérias frias direcionadas para o público feminino, incentivando o poder de compra; sendo a mulher tratada como mera consumidora. A linha editorial da Gazeta de Alagoas não impediu que, ao iniciar suas atividades na reportagem, Arlene Miranda tenha produzido uma matéria sobre o “cabaré” Mangueira Palace, casa de prostituição localizada em Maceió. A matéria, de pauta incomum nas páginas dos jornais locais chamou ainda mais atenção por ter sido redigida por uma mulher, para o constrangimento do pai de Arlene, o então deputado Otacílio Cavalcanti. Da censura do regime militar à informatização: Mudanças no jornalismo impresso alagoano Uma pesquisa realizada pela aluna PEREIRA (1997) registra que no período dos governos militares a censura era coordenada pela Polícia Federal que determinava o que devia ou não sair no jornal do dia seguinte. Um dos informantes da pesquisadora revelou que havia também colegas de redação que, sendo informantes da polícia, costumavam estimular os demais a tecer críticas ao governo. Para garantir uma análise ampliada o corpus da pesquisa foi composto por uma mostra de jornais nos 21 anos de Regime Militar (1964-1985), sendo selecionado três meses de cada um dos anos considerados como mais críticos do período. A autora selecionou os anos 1964, 1968, 1973 e 1985, sendo que em 1964 a autora investigou um mês a mais (janeiro a abril) com vistas a enfatizar a diferença do jornal antes e depois do golpe. No total, foram investigadas 390 edições totalizando 30% do total de jornais veiculados nos quatro anos propostos na pesquisa. Outra pesquisa realizada no mesmo ano, produzidapor SANTOS e MEDEIROS (1997), busca investigar esta mídia no seu aspecto de modernidade, centrando o foco na informatização do jornalismo impresso alagoano. O jornal Gazeta de Alagoas foi escolhido, segundo as autoras, por ser o mais antigo em circulação e exercer maior influência junto ao público leitor. Outro jornal que integra o corpus da pesquisa citada é a Tribuna de Alagoas, por ser a mídia impressa mais recente e que já chegou informatizada ao mercado. A pesquisa divide a Gazeta em três momentos: a fase anterior à informatização (de 24/02/1934 a 24/02/1995), a fase informatizada (de 25/02/1995 a 01/031997) e a fase de implantação do projeto gráfico (iniciada em 02/03/1997). Na primeira fase o trabalho gráfico do jornal era feito manualmente, com recursos artesanais e as matérias eram distribuídas nas páginas em blocos. Isso muda na segunda fase, por conta dos recursos permitidos pela informatização do processo editorial e na terceira fase essas possibilidades são ainda mais exploradas com diversos recursos gráficos. Algumas pesquisas, como a de PEIXOTO (1999, 33-4) retratam uma experiência pessoal do pesquisador no mercado, sem o distanciamento normalmente esperado nas investigações de cunho científico, com destaque para uma narrativa em primeira pessoa, conforme destacamos abaixo: A cada instante a revisão de texto tem se apresentado de uma forma muitas vezes desafiadora: mudar um título de primeira não é fácil para uma iniciante no jornalismo, mas ousei mudar e deu certo.E assim vou seguindo aprendendo que o jornalismo se faz no batente, sofrendo, encucando-se [sic!], aborrecendo-se, mas vibrando a cada texto limpo, enxuto, claro. Num resultado quase perfeito [...]. Na época revisora do jornal que investiga, a autora defende a tese de que o revisor é figura essencial nas redações. Mais do que isso, em seu TCC a autora sobrepõe a atividade de revisão, o que nos parece questionável do ponto de vista da complexidade que a atividade jornalística encerra, às demais. Diz a autora que “a atividade do jornalista revisor é uma das mais importantes e imprescindíveis no jornalismo, uma vez que esse profissional é o agente responsável pelo controle de qualidade feitos nos textos impressos” (PEIXOTO, 1999, 36). Para sustentar a tese, a autora silencia sobre a relevância da função do repórter que sai às ruas e coleta as informações, sendo também o responsável pela produção do texto, bem como do editor, a quem cabe uma série de decisões técnicas e políticas, em cada edição. O silêncio, segundo ORLANDI (1992, 14) é fundante porque atravessa as palavras e “indica que o sentido pode sempre ser outro ou ainda que aquilo que é o mais importante nunca se diz”. O que verificamos aqui foi um apagamento de funções caras ao jornalismo. Um dos trabalhos que tenta observar analiticamente a relação entre mídia e política, saindo da análise mais morfológica ou empresarial, é o produzido por SOUZA e CARVALHO (1997,6). Segundo as autoras, o objetivo da pesquisa, que analisa as principais matérias sobre a crise política que culminou no afastamento do governador Divaldo Suruagy do cargo, é esclarecer “a relação imprensa e poder, denunciando as arbitrariedades praticadas pelos meios de comunicação e a manipulação da informação, a fim de atender a interesses particulares. A mídia alagoana sempre foi dependente das verbas do poder público já que os anunciantes do setor privado são poucos”. Aqui, como em outras pesquisas, as autoras afirmam um dado intrigante, mas sem comprovar a hipótese. Não há detalhamento sobre quem anuncia, por exemplo nesse período, quais os valores provenientes dos setores privado e público, de forma que se confirme a idéia. O corpus do trabalho é composto pelas edições dos três jornais diários alagoanos (Gazeta de Alagoas, O Jornal e Tribuna de Alagoas), no período de 12 a 18 de julho de 1997. Já na pesquisa de ALBUQUERQUE (1997), cujo objetivo seria analisar o colunismo social na mídia alagoana, através de uma análise crítico-comparativa dos colunistas sociais de Alagoas, identificamos, entretanto, que o texto se detém a uma descrição do estilo de redação de cada colunista e dos critérios de notícia para cada um. Dentre os depoimentos relatados pela autora está o de Maria Cândida Palmeira, colunista social da Gazeta de Alagoas, que afirma que a escolha do que é publicado é pessoal. Segundo ALBUQUERQUE (1997, p.16), na coluna de Maria Cândida aparecem Pessoas que ao seu critério trazem curiosidade e que fazem parte do mundo onde a luxúria (sic), o bem estar social e a realização profissional se manifestam diante da realidade, são foco de suas publicações. A análise crítica da pesquisa limita-se ao juízo de valor expresso pelos colunistas e à escolha das personagens públicas que serão divulgadas, sem que, através de embasamento teórico, analise-se as publicações sob critérios jornalísticos, como se evidencia na afirmação: “[...] esse tipo (gênero colunismo) caracteriza-se como o espelho das elites, que não conseguem encobrir sua sanha consumista e a veiculam nos jornais, como grandes feitos” (ALBUQUERQUE, 1997, 24). Pesquisas mais recentes, como a de PEREIRA DA SILVA (2001)�, mostram que tipos de novos encaminhamentos podem ter a pesquisa midiática em Alagoas, ao indicar um aparato teórico midiático consistente, reforçado por consultas aos jornais nas duas principais hemerotecas de Alagoas: do Arquivo Público de Alagoas e do Instituto Histórico de Alagoas. Este autor não somente traz dados originais sobre a história da morfologia dos principais jornais alagoanos, dentre os quais destacamos a Gazeta de Alagoas, para atender aos objetivos desta pesquisa, como também denuncia as dificuldades para coleta de dados, já que: Relíquias do passado estão agonizando silenciosamente nos museus de Maceió. A morte de peculiaridades mais cotidianas da história de Alagoas, contidas nos jornais e periódicos seculares, estão literalmente se desintegrando com a ação do tempo. Um processo de pulverização histórica endossada pela omissão do poder público. A amnésia jornalística é o mais novo fenômeno do enfraquecimento cultural de um estado que parece caminhar a passos largos para a aniquilação de um passado cada vez mais ofuscado.� Em sua pesquisa, Sivaldo Pereira, busca entender as mudanças ocorridas nas primeiras páginas da Gazeta com o uso do recurso da foto colorida, a partir de 1989, ano em que foi implantado o sistema de policromia na empresa (SANTOS e MEDEIROS, 1997, 31), o que altera toda a morfologia, em relação às décadas anteriores. O mérito desta pesquisa está no fato de não somente especificar as mudanças morfológicas dos jornais impressos, mas igualmente retratar as principais mudanças sócio-históricas ocorridas em cada período, contextualizando os dados teóricos. Conclusões Esta pesquisa introdutória buscou traçar uma análise panorâmica sobre as pesquisas realizadas no Curso de Comunicação Social da UFAL, na habilitação de Jornalismo. Futuramente, temos a intenção de imprimir continuidade a este estudo, com base na análise do discurso, que tente pormenorizar os modos de entender a Gazeta de Alagoas, através do olhar dos graduandos. A convocação das teorias da Análise do Discurso de linha francesa para pesquisas midiáticas é reforçada após esta análise dos trabalhos de conclusão e evidencia a necessidade de trazer o debate sobre a articulação entre discurso, história e ideologia. Nesse sentido, a crítica que aqui formulamos é no sentido de contribuir para pesquisas futuras. Abordar publicações e análises sobre o noticiário de uma empresa jornalística, sem nos determos, ainda que brevemente, às implicações históricas que isso acarreta, pode gerar comprometimentos teóricos. Como afirma ORLANDI (1996,54), o texto na perspectiva discursiva não é uma unidade fechada, “tem relação com outros textos (existentes, possíveis ou imaginários), com suas condições de produção (os sujeitos e a situação), com o que chamamos de exterioridade constitutiva(o interdiscurso: a memória do dizer)”. A perspectiva da Análise do Discurso possibilita ao teórico da comunicação uma análise mais acurada que permite uma reflexão a partir das pistas lingüísticas, mas também das pistas silenciadas. A posição que PÊCHEUX (2002, 57) evoca para a AD é a de que “se possa detectar os momentos de interpretações enquanto atos que surgem como tomadas de posição. Reconhecidas como tais, isto é, como efeitos de identificação assumidos e não negados”. Isto significa, buscar a compreensão dos sentidos também nos silenciamentos (ORLANDI, 1992). Prescindir desta abordagem, reduzindo as análises apenas a citação de fatos históricos e depoimentos, reduz a possibilidade de entendermos o funcionamento discursivo e a produção de sentido nas pesquisa midiáticas. Um dos problemas identificados nos TCC é um expressivo número de dados, sobretudos aqueles relativos à história de fundação do jornal, sem citação de fontes, o que resulta em equívocos históricos. Há um número limitado de títulos disponíveis sobre a Gazeta de Alagoas, o que obriga os pesquisadores que decidem enveredar pela temática a ter um contato com os mesmos. Um dos trabalhos mais relevantes e pioneiros é o de SANT’ANA (1987), mas citamos ainda o de CAVALCANTE (1993), bem como CONTI (1999). O que os alunos atuais do curso e egressos ainda não perceberam é que, nos últimos 25 anos, o próprio COS/UFAL tem garantido uma produção sistemática que já pode servir como referencial em futuras investigações, prática que tentamos iniciar com esta pesquisa. 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O objetivo do evento é pensar a "História do Ensino de Jornalismo e das Profissões Midiáticas no Brasil". � Jornalista, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) na área de análise do discurso, bolsista do CNPq. � Jornalista, professora do CEFET-AL, mestre em Educação (UFPB), doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) na área de análise do discurso. E-mail: rogaia@uol.com.br � Identificamos a existência de alguns trabalhos relevantes como o do jornalista Joaldo Cavalcante sobre as tiragens dos jornais diários de Alagoas, mas que não estão no acervo da instituição. Segundo apuramos, durante alguns anos a hemeroteca não tinha um controle rigoroso dos empréstimos realizados e muitos dos trabalhos lá depositados foram extraviados do acervo. � Não desconsideramos aqui as contribuições ofertadas por gerações anteriores e já identificadas por MARQUES DE MELO (2003), apenas ressaltamos a importância do COS/UFAL na construção de uma regularidade investigativa sobre as mídias em Alagoas. � Identificamos um TCC que cita a data de fundação como 24 de janeiro de 1934, o que configura um equívoco. � No livro Perfis há o registro feito pela própria MIRANDA (1991) sobre as peculiaridades do cotidiano como repórter da Gazeta de Alagoas. � Agradecemos ao pesquisador Sivaldo Pereira pelo envio do TCC, não disponível na hemeroteca do COS/UFAL. � Esta citação é o trecho introdutório da matéria “História que morre”, em anexo no TCC e assinado por Sivaldo Pereira no jornal Tribuna de Alagoas de 27 de maio de 2001. Há uma referência sobre o impacto e a importância deste TCC em GAIA (2001).