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Estudo Dirigido – Revisão de Anatomia da Cabeça e ATM Responda às questões abaixo. Ao final, confira suas respostas com o gabarito. Parte I – Questões Objetivas e Discursivas 1. Descreva as principais estruturas anatômicas que compõem a ATM. 2. Qual é o tipo de articulação da ATM e quais os movimentos principais que ela permite? 3. O esfenóide possui um acidente ósseo muito importante onde se aloja a hipófise. Qual é esse acidente? 4. A maxila participa de diversas formações da face. Cite 3 estruturas anatômicas ou forames presentes na maxila. 5. O que é o forame magno e qual sua importância clínica? 6. Cite dois acidentes ósseos importantes do osso occipital. 7. A mandíbula apresenta forames de relevância clínica. Quais são eles e o que passa por cada um? 8. O osso zigomático articula-se com quais ossos da face e do crânio? 9. Diferencie as porções intrapetrosa e extrapetrosa do nervo facial, mencionando pelo menos um ramo colateral de cada. 10. O músculo masseter e o músculo pterigoide medial possuem função semelhante. Qual é ela? 11. O músculo pterigoide lateral é fundamental para um movimento específico da mandíbula. Qual movimento é esse? 12. O nervo trigêmeo (V par craniano) possui três ramos principais. Quais são eles e quais áreas sensoriais cada um inerva? 13. Sobre o nervo facial (VII par craniano): a) Qual sua principal função motora? b) Qual estrutura glandular recebe fibras parassimpáticas desse nervo? 14. Quais músculos estão relacionados ao processo estiloide? 15. Cite as principais funções da língua e qual nervo está envolvido na sua movimentação. Parte II – Casos Clínicos Caso 1: Um paciente chega ao consultório relatando dor e estalos na abertura da boca. A dor piora ao mastigar alimentos duros. - Qual a provável estrutura envolvida? - Qual músculo pode estar em hiperatividade nesse quadro? Caso 2: Um paciente sofreu um trauma na região parotídea e evoluiu com paralisia no hemiface direito. - Qual nervo foi provavelmente lesionado? - Quais funções estarão comprometidas? Caso 3: Um indivíduo relata perda de sensibilidade na região da arcada dentária superior direita. - Qual ramo do nervo trigêmeo está envolvido? - Por qual forame esse ramo emerge? Caso 4: Durante uma cirurgia de acesso à hipófise, o neurocirurgião precisa atravessar um osso importante da base do crânio. - Qual é esse osso e qual estrutura intracraniana abriga a hipófise? Caso 5: Paciente apresenta dificuldade para deglutir e movimentar a língua lateralmente. - Qual nervo pode estar comprometido? - Quais funções estarão prejudicadas? Gabarito Parte I 1. Disco articular, côndilo da mandíbula, fossa mandibular do temporal, cápsula articular, ligamentos. 2. Sinovial do tipo gínglimo modificada; permite rotação, translação, abertura, fechamento, lateralidade. 3. Sela túrcica. 4. Forame infraorbital, seio maxilar, processo palatino. 5. Abertura no osso occipital por onde passa a medula espinhal e vasos importantes. 6. Protuberância occipital externa e côndilos occipitais. 7. Forame mandibular (nervo alveolar inferior) e forame mentual (nervo mentual). 8. Frontal, maxila, temporal e esfenóide. 9. Intrapetrosa: nervo petroso maior (lacrimal). Extrapetrosa: ramos temporais, zigomáticos, bucais, mandibular marginal, cervical. 10. Elevação da mandíbula (fechamento da boca). 11. Protrusão da mandíbula. 12. Oftálmico (V1) – sensibilidade da testa e olho; Maxilar (V2) – região maxilar e dentes superiores; Mandibular (V3) – região mandibular, dentes inferiores e motricidade mastigatória. 13. a) Movimentação da mímica facial. b) Glândula lacrimal e glândulas salivares (submandibular e sublingual). 14. Estilohioideo, estilofaríngeo, estiloglosso. 15. Funções: mastigação, deglutição, fala, paladar; nervo hipoglosso (XII). Parte II Caso 1: ATM; masseter/pterigoide lateral. Caso 2: Nervo facial (VII); motricidade da mímica, secreção salivar/lacrimal e gustação 2/3 anteriores da língua. Caso 3: Nervo maxilar (V2); forame redondo. Caso 4: Esfenóide; sela túrcica. Caso 5: Nervo hipoglosso (XII); fala e deglutição. Parte I – Questões Objetivas e Discursivas Parte II – Casos Clínicos