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Código Verificador:
Código de Autenticação:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE
Reitoria
RUA CORONEL WALTER KRAMER, Nº 363, PARQUE SANTO ANTONIO, CAMPOS DOS GOYTACAZES / RJ, CEP 28080-
565
Fone: (22) 2737-5600
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2025
Aprova a Regulamentação Disciplinar Discente do Instituto Federal Fluminense.
O PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE -O PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE -
IFFLUMINENSEIFFLUMINENSE, no uso das atribuições legais que lhe conferem a Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, a Portaria MEC nº 645,
de 17 de agosto de 2021 e o Decreto Presidencial de 08 de abril de 2024, publicado no DOU de 09 de abril de 2024, e tendo em
vista a 6ª reunião extraordinária do Conselho Superior do Ins tuto Federal Fluminense, realizada em 27 de novembro de
2025, resolve:
Art. 1º A Regulamentação Disciplinar Discente do Instituto Federal Fluminense fica aprovada conforme o anexo a esta Resolução.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
VICTOR BARBOSA SARAIVA
Presidente do Conselho Superior
Documentos Anexados:Documentos Anexados:
Anexo #1.Anexo #1. REGULAMENTAÇÃO DISCIPLINAR DISCENTE DO IFFLUMINENSE (anexado em 08/12/2025 17:54:44)
Documento assinado eletronicamente por:
Victor Barbosa SaraivaVictor Barbosa Saraiva, REITOR(A) - CD0001 - IFFLUREITOR(A) - CD0001 - IFFLU, INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSEINSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE , em 09/12/2025 18:05:06.
Este documento foi emi do pelo SUAP em 08/12/2025. Para comprovar sua auten cidade, faça a leitura do QRCode ao lado ou acesse
https://suap.iff.edu.br/autenticar-documento/ e forneça os dados abaixo:
707324
c36b1e6c0c
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 1 de 59
REGULAMENTAÇÃO DISCIPLINAR DISCENTE DO IFFLUMINENSE 
 
CAPÍTULO I 
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
Art. 1º O presente documento estabelece os direitos e deveres, bem como, as 
medidas disciplinares para todos os estudantes matriculados em cursos 
regulares, programas, disciplinas isoladas ou inscritos em atividades de ensino, 
pesquisa, extensão e inovação do Instituto Federal de Educação, Ciência e 
Tecnologia Fluminense - IFFluminense, quaisquer que sejam suas formas e 
duração, em todos os níveis e modalidades de ensino, nos diversos espaços 
institucionais ou fora dele quando em atividades ligadas ao instituto ou à sua 
representação. 
Art. 2º A Regulamentação Disciplinar Discente do IFFluminense é regido pelos 
seguintes princípios: 
I - o respeito, como ato de reconhecer e valorizar a dignidade e a diversidade 
humana; 
II - a responsabilidade, como capacidade de consciência sobre as 
consequências advindas de seus atos voluntários antes de agir; e 
III - a solidariedade, como mecanismo de cooperação para a preservação das 
relações, dos seres e dos espaços que nos rodeiam, num movimento em que 
cuidamos uns dos outros. 
Art. 3º A Regulamentação Disciplinar Discente do IFFluminense, cujo o foco é a 
ação pedagógica, que deve ser considerada segundo duas perspectivas: 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 2 de 59
I - a orientação, integração e valorização dos estudantes sujeitos à ação 
disciplinar; e 
II - a garantia dos direitos à educação e em que sejam asseguradas as 
condições e o ambiente adequado indispensáveis à formação. 
Art. 4º A Regulamentação Disciplinar Discente do IFFluminense tem por 
finalidade contribuir com a formação do educando, o bom desenvolvimento 
das atividades pedagógicas e atividades complementares, assim como o 
cumprimento efetivo do Regimento Geral e da Regulamentação Didático-
Pedagógica do IFFluminense, estabelecido os seguintes objetivos: 
I - estabelecer parâmetros de boa convivência que visam a emancipação do 
discente, orientado para a participação responsável e a construção do 
conhecimento; 
II - fortalecer as relações interpessoais, baseados no respeito, tolerância, 
convivência democrática e na construção de uma cultura de paz; 
III - manter o ambiente propício para o desenvolvimento das atividades 
acadêmicas e da aprendizagem; e 
IV - garantir a conservação do patrimônio público. 
Art. 5º A Regulamentação Disciplinar Discente do IFFluminense visa à 
consecução dos objetivos educacionais em harmonia com o que estabelece: 
I - o art. 53. da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do 
Adolescente); 
II - a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação Nacional); 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 3 de 59
III - a Lei nº 9.784 , de 29 de janeiro de 1999 (Lei do Processo Administrativo 
Federal); e 
IV - a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, além dos princípios 
constitucionais aplicáveis à Administração. 
 
CAPÍTULO II 
DA CONSTITUIÇÃO DO CORPO DISCENTE 
Art. 6º O corpo discente é constituído de todos estudantes regularmente 
matriculados em cursos ofertados pelo IFFluminense. 
Parágrafo único. Constituem também parte deste grupo os estudantes dos 
cursos oferecidos em regime de parceria com outras instituições e os 
servidores matriculados nos diversos cursos e programas oferecidos pela 
Instituição. 
 
CAPÍTULO III 
DOS DIREITOS DOS INTEGRANTES DO CORPO DISCENTE 
Art. 7º São direitos dos integrantes do corpo discente, além daqueles que lhe 
são outorgados por legislação própria: 
I - receber educação de qualidade que promova o seu desenvolvimento 
humano, intelectual e profissional; 
II - ter o estudante ou seu responsável legal ciência da existência da 
Regulamentação Didático-Pedagógica, da Regulamentação Disciplinar 
Discente do IFFluminense ou regulamentações equivalentes dos campi e da 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 4 de 59
Reitoria, que estejam vigentes, no início do primeiro semestre letivo, sendo - 
lhe informado sobre a importância destes documentos e das formas de acessá-
lo; 
III - receber educação de acordo com os princípios constitucionais e legislação 
em vigor, tendo acesso a todos os recursos pedagógicos disponíveis que sejam 
facilitadores do processo de ensino-aprendizagem; 
IV - ser tratado por todos com respeito e em igualdade de condições, sem 
qualquer tipo de discriminação; 
V - promover e organizar eventos no IFFluminense com a devida autorização 
das equipes gestoras dos respectivos campi e de acordo com diretrizes, 
normas e regulamentos existentes; 
VI - participar de viagens, visitas técnicas e atividades de campo, desde que de 
acordo com as normas e regulamentos existentes; 
VII - representar o IFFluminense em atividades externas de cunho artísticos, 
culturais, esportivas, científicas e extensionistas, entre outras; 
VIII - buscar a equipe gestora por meio Diretoria de Ensino ou a Diretoria de 
Políticas Estudantis ou setores equivalentes do seu respectivo campus, no caso 
de se sentir lesado por quaisquer atos ou decisões administrativas ou 
pedagógicas, tendo o direito a receber informações sobre as providências 
adotadas; 
IX - frequentar as dependências do IFFluminense, observando as normas e os 
regulamentos para o seu adequado uso e conforme a sua destinação; 
X - ter acesso a informações a respeito das atividades desenvolvidas no 
IFFluminense, assim como, dos procedimentos adotados, normas, 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 5 de 59
regulamentos vigentes e modalidades de bolsas e auxílios acadêmicos e de 
assistência estudantil ofertados em seu respectivo campus; 
XI - tomar ciência de qualquer processo disciplinar no qual esteja envolvido, na 
presença de representante legal, no caso de menor de dezoito anos, tendo 
garantido amplo direito de defesa; 
XII - participar dos processos eleitorais do IFFluminense, votando ou sendo 
votado, de acordo com a natureza de cada processo eleitoral; 
XIII - participar das atividades________________________________________________________________ 
________________________________________________________________
________________________________________________________________
________________________________________________________________
________________________________________________________________ 
________________________________________________________________ 
________________________________________________________________
________________________________________________________________
________________________________________________________________ 
_______________________, ____ de _______________ de 20____. 
 
____________________________ 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 56 de 59
Assinatura do discente 
___________________________________________________________ 
Assinatura do representante ou responsável legal (Para discentes menores de 
18 anos) 
 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 57 de 59
 
ANEXO IX 
TERMO DE ENCERRAMENTO E ARQUIVAMENTO DE PROCESSO 
Ao dia XXX do mês de XXXX do ano de XXXX, na condição de Presidente da 
Comissão Disciplinar, designado pela Portaria nº XXXX, lavrei o presente Termo 
de Encerramento do(s) volume(s) do Processo Disciplinar de nº xxxxx.xxxxxx, 
devido ao(s) discente (s)_________________________________________, ter: 
( ) cumprido a medida disciplinar 
_________________________________________ e, por isso, ter tido a 
medida registrada em sua ficha estudantil. 
( ) tido a medida disciplinar suspensa e, por isso, ter tido a medida retirada da 
sua ficha estudantil. 
__________________________________________ 
Presidente da Comissão Disciplinar 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 58 de 59
Documento Digitalizado Público
REGULAMENTAÇÃO DISCIPLINAR DISCENTE DO IFFLUMINENSE
Assunto: REGULAMENTAÇÃO DISCIPLINAR DISCENTE DO IFFLUMINENSE
Assinado por: -
Tipo do Documento: Documento
Situação: Finalizado
Nível de Acesso: Público
Tipo do Conferência: Documento Original
Cópia de documento digital impresso por Mayra Veiga (2161086) em 12 de Dezembro de 2025 às 16:28.
REGULAMENTAÇÃO DISCIPLINAR DISCENTE DO IFFLUMINENSE | Página 1 de 1RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 59 de 59de órgãos de representação estudantil, votando 
ou sendo votado; 
XIV - participar de comissões e conselhos, representando o corpo discente, 
sempre que os Regimentos admitirem expressamente a participação 
estudantil; 
XV - apresentar sugestões para a melhoria dos recursos humanos, materiais e 
do processo ensino-aprendizagem, observando as instâncias competentes; 
XVI - tomar conhecimento, através do Sistema Acadêmico ou equivalente, da 
frequência e dos rendimentos obtidos em cada componente curricular, 
segundo os prazos estabelecidos na Regulamentação Didático-Pedagógica do 
IFFluminense; 
XVII - usufruir dos serviços de Assistência Estudantil disponíveis, de acordo com 
os critérios estabelecidos no Programa de Assistência Estudantil do 
IFFluminense ou normativa(s) equivalente(s), nos respectivos certames que 
regem o processo de concessão dos benefícios e demais regulamentações 
internas e externas que estejam em vigor; 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 6 de 59
XVIII - requerer segunda chamada em razão de sua ausência a atividades 
escolares, obedecendo às normas estabelecidas pela Regulamentação 
Didático-Pedagógica do IFFluminense; e 
XIX - participar do processo de escolha de Dirigentes da Instituição, tais como: 
Reitor, Diretor-Geral de seu campus e Coordenador de Curso no qual esteja 
regularmente matriculado. 
§ 1º Para as atividades externas previstas no inciso VII do caput: 
I - os estudantes menores de dezoito anos, representados e assistidos ou 
maiores tutelados, deverão possuir autorização escrita dos pais ou 
representante legal; e 
II - os estudantes de qualquer idade, dependentes ou parcialmente 
dependentes, que necessitam de atendimentos especializados ou específicos, 
deverão possuir autorização escrita dos pais ou representante legal e deverão 
estar acompanhados de um servidor designado. 
§ 2º A participação em colegiados e conselhos instituídos pelo IFFluminense, 
quando determinado em seus regimentos, constitui atividade de relevância 
pública prioritária. 
Art. 8º Os estudantes com deficiência e transtornos globais do 
desenvolvimento, altas habilidades ou superdotação terão direito a 
atendimento educacional especializado, conforme disposto na legislação: 
I - Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 ( Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa 
com Deficiência - Estatuto da Pessoa com Deficiência); 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 7 de 59
II - Lei n° 12.764, de 27 de dezembro de 2012 ( Política Nacional de Proteção 
dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista- Lei Berenice 
Piana); 
III - Decreto n° 7.611, de 17 de novembro de 2011 (dispõe sobre a educação 
especial e o atendimento educacional especializado); e 
IV - Nota Técnica n° 04/2014/ MEC/SECADI/DPEE de 23 de janeiro de 2014 e 
suas atualizações; e 
V - Legislações e atos normativos que venham a substituir os citados nos 
incisos de I a IV ou legislações correlatas que venham a ter vigência após a 
publicação deste regulamento. 
Art. 9º Nos casos amparados pela Lei n° 6.202, de 17 de abril de 1975 e pelo 
Decreto-Lei n° 1.044, de 21 de outubro de 1969, suas atualizações ou 
legislação correlata que venha substituí-la ou a ter vigência após a publicação 
deste regulamento, o campus ao qual o estudante encontra-se matriculado 
disponibilizará o Regime de Exercício Domiciliar ou Hospitalar, conforme 
estabelecido na Regulamentação Didático-Pedagógica do IFFluminense. 
Art. 10. Os discentes matriculados e servindo em Órgão de Formação de 
Reserva, que seja obrigado a faltar a suas atividades civis, por força de 
exercício ou manobras, terá suas faltas abonadas para todos os efeitos, 
conforme o art.60, § 4°, da Lei n° 4.375, de 17 de agosto de 1964 ( Lei do 
Serviço Militar – com a redação dada pelo Decreto-lei Nº 715/1969). 
Parágrafo único. As ausências deverão ser justificadas pela autoridade militar, 
conforme estabelecido pelo Decreto n° 57.654, de 20 de janeiro de 1966.art. 
195, § 4°, 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 8 de 59
Art. 11. Os discentes matriculados que se encontram em situação formalizada 
de trabalho, poderão solicitar a condição de estudante-trabalhador junto ao 
Registro Acadêmico, por meio de requerimento próprio e documentação 
comprobatória, cabendo à Coordenação de Curso a análise e parecer da 
solicitação, conforme estabelecido na Regulamentação Didático-Pedagógica do 
IFFluminense. 
 
CAPÍTULO IV 
DOS DEVERES DOS INTEGRANTES DO CORPO DISCENTE 
Art. 12. São deveres dos integrantes do corpo discente: 
I - conhecer e cumprir a Regulamentação Disciplinar Discente do IFFluminense 
e outras normativas disciplinares existentes no campus onde se encontra 
matriculado; 
II - tratar respeitosamente os colegas, servidores e qualquer outra pessoa na 
instituição, ou fora dela quando em atividades institucionais, sem preconceito 
ou discriminação de qualquer espécie; 
III - manter silêncio nas proximidades de qualquer dependência do 
IFFluminense onde estejam sendo realizadas atividades administrativas, de 
ensino, pesquisa e extensão que o exijam, a fim de preservar a qualidade das 
atividades desenvolvidas; 
IV - participar das atividades, seguindo as orientações pedagógicas, 
objetivando o aproveitamento significativo do processo. O discente só poderá 
se ausentar, em caso de necessidade, com a autorização do professor ou do 
responsável pelas atividades; 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 9 de 59
V - comparecer, quando convocado, às reuniões de órgãos colegiados, 
diretoria, departamentos e coordenações; 
VI - conhecer e cumprir as normas previstas para utilização dos ambientes 
educativos (laboratórios, bibliotecas, refeitórios entre outros) e equipamentos 
da Instituição, colaborando para a conservação, higiene, prevenção de 
acidentes e manutenção dos ambientes e do patrimônio do IFFluminense; 
VII - Responsabilizar-se pelo seu material acadêmico e pertences particulares; 
VIII - indenizar ao erário, diretamente ou por seus responsáveis legais, 
conforme Lei n° 8.069, de 13 de julho de 1990 e Lei n° 7.209, de 11 de julho de 
1984 os prejuízos por danos ao patrimônio do IFFluminense, quando tais danos 
forem causados intencionalmente ou por condutas inadequadas, desde que 
apurada e identificada a responsabilidade, sem prejuízo de outras medidas 
educativas disciplinares, administrativas ou judiciais cabíveis; 
IX - apresentar-se devidamente uniformizado, quando exigido, nas atividades 
de ensino, pesquisa e extensão, na Instituição e fora dela, quando em 
atividades em que o estudante estiver representando o IFFluminense; 
X - utilizar de forma apropriada, nas dependências do IFFluminense, o 
instrumento oficial de identificação estudantil; e 
XI - apresentar-se às atividades escolares com assiduidade e pontualidade. 
§ 1º Cada campus, conforme suas especificidades, poderá estabelecer as 
normas referentes à tolerância para o atraso dos discentes às atividades 
acadêmicas, observando absoluta prioridade à garantia da inclusão do 
estudante no processo ensino-aprendizagem e, considerando as situações de 
excepcionalidade. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 10 de 59
§ 2º Caberá à Direção-Geral de cada campus divulgar as normas de utilização 
dos ambientes educativos da Instituição. 
§ 3º O IFFluminense não se responsabiliza pelo ressarcimento de pertences 
particulares perdidos, danificados ou furtados em suas dependências. 
§ 4º Na hipótese prevista no inciso VIII do caput: 
I - os prejuízos causados pelo estudante ao patrimônio de terceiros deverão ser 
apurados pelos órgãos competentes, que, por sua vez, adotarão as medidas 
legais cabíveis; e 
II - caberá a cada campus promover ações de conscientização e prevenção de 
más condutas em relação aos bens públicos e privados. 
§ 5º Para fins do disposto no inciso IX do caput: 
I - a obrigatoriedade ou não do uso de uniforme, bem como sua composiçãopara as diferentes atividades pedagógicas, deverá ser definida por norma 
específica de cada campus; e 
II - para as aulas práticas, visitas técnicas e estágios, o vestuário necessário ao 
atendimento às normas de segurança deverá ser especificado por cada curso. 
 
CAPÍTULO V 
 DAS FALTAS DISCIPLINARES 
Art. 13. Consideram-se Faltas Disciplinares passíveis de aplicação de medidas 
disciplinares, todas as condutas que contrariem as disposições da 
Regulamentação Disciplinar Discente ou documento equivalente e demais 
normativas do IFFluminense, incluindo normativas internas dos campi, assim 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 11 de 59
como, práticas que contrariem a legislação brasileira em vigor, mesmo que não 
citadas neste documento ou que venham a ser instituídas após a publicação da 
presente normativa. 
Art. 14. Para fins de procedimentos administrativos e aplicação de medidas 
disciplinares, as faltas disciplinares são classificadas como leves, médias, graves 
e gravíssimas, conforme o seu teor ofensivo e eventuais danos causados. 
Art. 15. São consideradas faltas disciplinares leves os seguintes 
comportamentos e condutas: 
I - provocar ou participar de movimentos que venham a causar tumulto nas 
dependências da Instituição ou quando a estiver representando; 
II - perturbar aulas, atividades práticas, trabalhos escolares, prejudicando o 
rendimento com atitudes indevidas; 
III - descumprir as normativas internas e de segurança no que se refere à 
utilização das dependências dos campi do IFFluminense; 
IV - ausentar-se da sala de aula sem a autorização do docente; 
V - utilizar equipamentos eletrônicos de qualquer espécie que não estejam 
relacionados às atividades didáticas sem a devida permissão do servidor 
responsável pela atividade; 
VI - negar-se a se apresentar quando solicitado por qualquer setor da 
Instituição; e 
VII - não cumprir os deveres previstos no art. 12. 
Parágrafo único. O disposto no inciso V do caput também se aplica aos 
estudantes dos cursos desenvolvidos em articulação com as etapas da 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 12 de 59
educação básica, em qualquer espaço escolar em que estas estiverem 
ocorrendo, nos termos da Lei n° 15.100, de 13 de janeiro de 2025 e suas 
regulamentações. 
Art. 16. São consideradas faltas disciplinares média, os seguintes 
comportamentos e condutas: 
I - utilizar-se de meios fraudulentos para obter resultados favoráveis nas 
avaliações ou para auferir frequência; 
II - organizar qualquer forma de arrecadação em dinheiro, distribuir impressos, 
divulgar folhetos, fazer publicação em imprensa falada, escrita ou 
televisionada em nome da Instituição sem autorização expressa da Direção-
Geral do campus ou autoridade equivalente ou superior da instituição; 
III - impedir a entrada de colegas às aulas ou instigá-los a participar de faltas 
coletivas, excetuando-se casos de paralisação devidamente aprovada em 
assembleia estudantil; 
IV - praticar agiotagem, jogos de azar ou apostas nas dependências da 
Instituição e locais de realização de atividades acadêmicas; 
V - praticar atividades comerciais e propaganda, excetuando-se os casos 
devidamente autorizados pela Direção-Geral do campus ou autoridade 
equivalente ou superior da instituição; 
VI - fazer uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, inclusive os 
dispositivos eletrônicos para fumar ou similares, ou qualquer outro produto 
fumígeno, derivado ou não do tabaco, no interior da instituição; 
VII - frequentar ou permanecer nas dependências do campus fora do horário 
de expediente da unidade sem a devida autorização; 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 13 de 59
VIII - entrar nas dependências da Instituição por vias inadequadas; 
IX - comprometer de forma pejorativa a imagem e integridade da Instituição e 
dos membros da Comunidade Escolar; e 
X - deixar de cumprir os compromissos em que representa a Instituição, sem 
justificar-se. 
Art. 17. São consideradas faltas disciplinares grave, os seguintes 
comportamentos e condutas: 
I - desrespeitar, ofender, provocar com palavras, atos ou gestos, utilizando-se 
de qualquer meio de comunicação, incluindo as práticas de bullying e 
cyberbullying, aos colegas, docentes, demais servidores ou qualquer outra 
pessoa que esteja nas dependências da Instituição ou que a represente; 
II - proferir palavras de baixo calão, gesticular, escrever ou fazer desenhos 
pornográficos nas dependências da Instituição ou quando em missão de 
representação desta; 
III - causar danos de qualquer natureza ao patrimônio da Instituição; 
IV - realizar manifestações afetivas de foro íntimo, que firam o decoro 
pertinente ao ambiente acadêmico, nas dependências da Instituição ou 
quando estiver em missão de representação; 
V - violar as políticas institucionais no que se refere ao uso do telefone, da 
Internet e Intranet nos campi do IFFluminense, acessando-os, por exemplo, 
para violação da segurança ou privacidade, ou para acesso a conteúdo ilícito, 
não permitido ou inadequado; e 
VI - Divulgar, compartilhar, usufruir, dentro ou fora do ambiente acadêmico do 
IFFluminense, todo e qualquer avanço, descoberta, conhecimento adquirido 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 14 de 59
através de projetos de pesquisa antes que se faça o seu depósito de pedido de 
registro de patente ou modelo de utilidade; 
Art. 18. São consideradas faltas disciplinares gravíssimas, os seguintes 
comportamentos e condutas: 
I - agredir fisicamente ou praticar atos de injúria, calúnia, difamação ou 
discriminação contra qualquer membro da Comunidade Escolar ou visitante; 
II - participar de atos que coloquem em risco a integridade física própria ou de 
terceiros nas dependências da Instituição ou em missão de representação 
desta; 
III - participar de atos de vandalismo nas dependências da Instituição ou onde 
estiver em missão de representação desta; 
IV - aplicar trote ou atividades vexatórias a outros estudantes sob qualquer 
pretexto; 
V - apresentar-se à Instituição ou representá-la alcoolizado ou sob efeito de 
qualquer substância entorpecente, alucinógena ou excitante; 
VI - introduzir, portar, ingerir, permitir ou facilitar a entrada, nas dependências 
da Instituição, de bebidas alcoólicas, qualquer substância tóxica, entorpecente, 
alucinógena ou excitante, armas, materiais inflamáveis, explosivos de qualquer 
natureza, ou qualquer pessoa ou objeto que represente perigo para si e para a 
Comunidade Escolar; 
VII - perseguir, caçar, aprisionar, ferir ou matar sem a devida autorização da 
autoridade competente ou praticar qualquer tipo de abuso contra animais; 
VIII - praticar ato sexual nas dependências da Instituição; 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 15 de 59
IX - participar de ações, eventos e organizações que visam ferir direitos 
humanos ou que ensejem transgressão das normas ou da legislação brasileira 
na Instituição ou incitar outrem a fazê-lo; 
X - soltar fogos de artifício, rojões, bombinhas ou qualquer tipo de artefato que 
cause explosão ou que possa provocar risco de lesão corporal para si ou para 
as outras pessoas nas dependências da Instituição ou em representação desta; 
XI - usar, banhar-se ou pescar em praias, rios, lagos, cachoeiras ou piscinas nas 
áreas dos campi ou em suas proximidades, em horário escolar, sem 
autorização da instituição e, em caso de menores de dezoito anos, 
representados e assistidos ou maiores tutelados, acrescida de autorização dos 
pais ou responsáveis; 
XII - alterar ou deturpar o teor de documentos e canais de comunicação oficiais 
da Instituição; 
XIII - retirar de qualquer ambiente ou apropriar-se, sem a devida autorização, 
de documentos, livros, equipamentos ou bens pertencentes ao patrimônio 
público ou a terceiros; 
XIV - furtar ou roubar, para si ou para outrem, coisa ou produto da Instituição 
ou de outrem; e 
XV - praticar assédio sexual contraoutros estudantes, ou contra docentes, 
servidores (efetivos ou terceirizados) dentro da Instituição ou no âmbito de 
qualquer atividade escolar. 
Parágrafo único. Atividades de ambientação de novos estudantes serão 
permitidas quando promoverem o acolhimento dos discentes ingressantes, 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 16 de 59
devidamente autorizadas pelo IFFluminense e de acordo com a legislação 
vigente. 
Art. 19. Serão consideradas faltas disciplinares, passíveis de aplicação de 
medidas disciplinares, comportamentos não descritos anteriormente, mas que 
se configurem de forma similar ou equivalente e aqueles que contrariem a 
legislação brasileira, sobretudo que viole: 
I - a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988; 
II - a Lei n° 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do 
Adolescente); 
III - a Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação Nacional ); ou 
IV - o Decreto-Lei n° 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal). 
Parágrafo único. O discente que, de qualquer modo, concorrer para a prática 
de quaisquer das infrações contidas neste regulamento, incidirá nas 
penalidades a esta cominadas, na medida de sua culpabilidade. Se a 
participação for de menor importância, a penalidade disciplinar poderá sofrer 
abrandamento. 
Art. 20. A aplicação de medidas disciplinares não isenta a responsabilidade de 
comunicação às autoridades policiais, Conselho Tutelar, Ministério Público ou 
outras autoridades competentes sobre condutas e práticas que se configurem 
como ato infracional, crime ou que violem a legislação ou ainda que 
representem risco para si e para a coletividade. 
§ 1º Caso algum servidor ou outro estudante ou qualquer pessoa da 
comunidade acadêmica ou comunidade externa tome conhecimento de fato 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 17 de 59
ou ocorrência que configure ato infracional, crime ou que violem a legislação, 
ou ainda, que representem risco para si e para a coletividade, deverá informar 
imediatamente para a Direção-Geral do campus, seu substituto ou membro da 
equipe gestora presente na instituição, identificando, se souber, o suposto 
autor. 
§ 2º O Diretor-Geral, seu substituto ou membro da equipe gestora deverá 
comunicar o fato ou ocorrência às autoridades competentes por meio de ofício 
ou registro de ocorrência. 
§ 3º Caso o fato ou ocorrência transcorra durante realização de atividade 
externa, a comunicação deverá ser realizada pelo(s) servidor(es) 
responsável(eis) pela atividade. 
§ 4º Caso o fato ou ocorrência transcorra em outra unidade do IFFluminense, 
que não seja um campus ou campus avançado, a comunicação da ocorrência 
será realizada pelo ocupante de cargo superior de gestão da unidade ou seu 
substituto. 
CAPÍTULO VI 
DAS MEDIDAS DISCIPLINARES 
Art. 21. Os discentes que cometerem faltas disciplinares estarão sujeitos às 
seguintes medidas disciplinares: 
I - advertência verbal; 
II - advertência por escrito; e 
III - instauração de Processo Disciplinar para apuração e aplicação de medidas 
disciplinares cabíveis. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 18 de 59
§ 1º O Processo Disciplinar poderá resultar em medidas disciplinares, de forma 
progressiva, conforme a gravidade da falta disciplinar, tais como: 
I - realização de atividades sociopedagógicas supervisionadas; 
II - suspensão das atividades letivas por tempo determinado; 
III - suspensão temporária ou perda da moradia estudantil ou alojamento (nos 
campi em que há esse tipo de serviço); 
IV - suspensão temporária ou perda de bolsas por mérito acadêmico ou de 
cargo de representação estudantil junto à instituição ou atividades de 
representação da instituição; e 
V - transferência compulsória ou desligamento de matrícula. 
§ 2º A Comissão Disciplinar deverá propor medidas disciplinares que preze 
pela garantia do processo de ensino-aprendizagem e que considere a 
legislação, especialmente, no que se refere a Lei n° 8.069, de 13 de julho de 
1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA); 
§ 3º O Processo Disciplinar poderá resultar, em situação de extrema gravidade 
ou de recorrência de faltas graves e gravíssimas, considerando o contexto e 
histórico disciplinar e acadêmico do estudante, na indicação de desligamento 
de matrícula, que obedecerá aos procedimentos estabelecidos no art. 47, 
caput, inciso V. 
§ 4º A Comissão Disciplinar poderá propor medidas disciplinares associadas e 
cumulativas e não necessariamente na ordem em que estão dispostas nessa 
regulamentação, a fim de buscar pela melhor reparação ao dano causado. 
§ 5º A Comissão Disciplinar, visando melhor resultado do processo 
pedagógico e proteção aos estudantes envolvidos, poderá solicitar colaboração 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 19 de 59
para profissional da equipe sociopedagógica no encaminhamento de 
estudantes para a rede de proteção social e de serviços públicos, 
especialmente, às de saúde e assistência social. 
§ 6º Após apuração da ocorrência pelo Processo Disciplinar, caso se constate 
existência de condutas e práticas que se configurem como ato infracional, 
crime ou que violem a legislação ou ainda que representem risco para si e para 
a coletividade, não identificadas anteriormente, a Comissão Disciplinar deverá 
comunicar ao Diretor-Geral do campus ou ao gestor superior da unidade para 
que se realize a comunicação às autoridades competentes. 
 
CAPÍTULO VII 
DA APLICAÇÃO DAS MEDIDAS E DO PROCESSO DISCIPLINAR 
Art. 22. As medidas disciplinares deverão ser aplicadas considerando as 
consequências presentes e futuras da falta disciplinar e a gravidade da 
conduta. 
Art. 23. As medidas disciplinares são aplicáveis a todos os integrantes do 
corpo discente do IFFluminense. 
Art. 24. Na aplicação de medidas disciplinares será considerada a gravidade da 
falta disciplinar cometida, sem obedecer necessariamente à sequência prevista 
no art. 21, à vista dos seguintes elementos: 
I - histórico disciplinar do estudante; 
II - ação intencional, deliberada ou involuntária; e 
III - circunstância em que ocorreu o fato. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 20 de 59
Art. 25. A aplicação da medida disciplinar será anotada no formulário de 
ocorrência disciplinar (modelo no Anexo I), e anotada na ficha do estudante, 
sempre que possível em sistema digital oficial, de maneira que possam ser 
consultadas pelos servidores do IFFluminense. 
Art. 26. O formulário de ocorrência disciplinar (modelo no Anexo I) deverá ser 
assinado pelo servidor responsável pela aplicação da medida e pelo(s) 
estudante(s) envolvidos e, em caso de estudantes menores de dezoito anos, 
representados e assistidos ou maiores tutelados, comunicada aos responsáveis 
legais. 
Art. 27. Deve-se evitar que servidores técnicos que atuam com acolhimento e 
atendimento psicossocial e programas de assistência ao estudante em 
vulnerabilidade, pela natureza do seu trabalho, participem da Comissão 
Disciplinar e sejam responsáveis pela aplicação de medidas disciplinares para 
evitar conflitos e consequentes perdas no trabalho realizado. 
§ 1º Os servidores de que trata o caput poderão atuar em conjunto com a 
Comissão Disciplinar e outros profissionais da instituição na realização de 
ações educativas e de prevenção no que se refere a temas correlatos com esta 
regulamentação, como: 
I - prevenção à violência, ao bullying, ao cyberbullying e ao assédio; 
II - uso de tabaco; 
III - uso de substância psicoativas; 
IV - respeito à diversidade; 
V - inclusão; 
VI - direitos humanos; 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 21 de 59
VII - orientações em saúde; e 
 VIII - entre outros. 
§ 2º Os servidores de que trata o caput poderão atuar em situações que 
requeiram orientações psicossociais, sociopedagógicas, encaminhamentos 
para a rede de serviços, conforme cada situação e o cargo do profissional.Art. 28. Na aplicação da medida disciplinar deverão ser considerados: 
I - circunstâncias agravantes: 
a) reincidência em faltas da mesma natureza ou de natureza distinta; 
b) cometimento de falta por discente que se serve de anonimato ou de nome 
fictício ou suposto; e 
c) utilização de violência ou grave ameaça para coagir terceiros a praticarem 
faltas disciplinares; 
II - circunstâncias atenuantes: 
a) ter bom rendimento escolar ou relacionamento comprometido com a 
Instituição; 
b) ter realizado atividades relevantes e notórias para a Instituição; 
c) ser primário no cometimento de falta disciplinar; 
d) cometer falta disciplinar por motivo de força maior; 
e) ter confessado espontaneamente a autoria da falta disciplinar; e 
f) ter abrandado as consequências da falta disciplinar, ou ter, antes do fim do 
processo, reparado o dano. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 22 de 59
Art. 29. No cometimento de faltas disciplinares com sanções diversas, 
prevalecerá aquela com medida disciplinar mais grave ao discente. 
Seção I 
Da Advertência Verbal 
Art. 30. A advertência verbal será aplicada preferencialmente no caso de 
inobservância ao disposto no art. 15 ou condutas equivalentes e de menor 
potencial ofensivo. 
Art. 31. A medida disciplinar de Advertência Verbal poderá ser aplicada por 
qualquer servidor que presencie o cometimento da falta disciplinar ou que 
dela tenha conhecimento, preferencialmente, no ato do cometimento da falta 
disciplinar. 
§ 1º A advertência verbal também poderá ser aplicada pela coordenação do 
curso, coordenação pedagógica ou acadêmica ou equivalente, pelo diretor de 
ensino ou servidores de setor designado pelo campus. 
§ 2º Caso algum servidor ou outro estudante ou qualquer pessoa da 
comunidade acadêmica ou comunidade externa tome conhecimento de falta 
disciplinar compatível com a medida disciplinar de advertência verbal, poderá 
comunicá-la à coordenação do curso, à coordenação pedagógica ou acadêmica 
ou equivalente, ao diretor de ensino ou a servidores de setor designado pelo 
campus. 
§ 3º O servidor que aplicar a advertência verbal deverá preencher o 
formulário de ocorrência disciplinar (modelo no Anexo I), colher assinatura do 
estudante ou dos estudantes que cometeram a falta disciplinar e, quando se 
tratar de menores de dezoitos anos, representados e assistidos ou maiores 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 23 de 59
tutelados, dar ciência e colher assinatura do responsável legal e, 
posteriormente, enviar à Comissão Disciplinar para registro na ficha do 
estudante. 
§ 4º Caberá recurso contra a medida de advertência verbal para a Comissão 
Disciplinar, no prazo de três dias letivos após a ciência do interessado. 
§ 5º A Comissão Disciplinar terá o prazo de cinco dias letivos, prorrogável por 
mais cinco dias letivos, para analisar a solicitação e se manifestar sobre o 
recurso. 
§ 6º A análise do recurso pode resultar nas seguintes decisões: 
I - recurso indeferido; ou 
II - recurso deferido com suspensão da medida disciplinar, sendo retirado seu 
registro da ficha do estudante. 
§ 7º Os recursos deferidos podem ter abrangência total ou parcial sobre os 
envolvidos na falta disciplinar, conforme análise da Comissão Disciplinar. 
$ 8º Ao receber o formulário de ocorrência disciplinar e analisar o histórico 
disciplinar do(s) estudante(s) envolvido(s) ou receber novas informações por 
meio do recebimento de recursos ou por meio de novos relatos, a Comissão 
Disciplinar poderá discordar da aplicação da medida de advertência verbal e 
propor a instauração de processo disciplinar, o qual deverá seguir os 
procedimentos indicados na Seção III deste documento, para melhor apuração 
da ocorrência e aplicação de medidas disciplinares adequadas. 
 
 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 24 de 59
Seção II 
Da Advertência Por Escrito 
Art. 32. A advertência por escrito será aplicada preferencialmente no caso de 
reincidência em falta disciplinar que tenha ensejado na aplicação de 
advertência verbal e na inobservância ao disposto no art.16. 
Art. 33. A advertência por escrito deverá ser aplicada pela coordenação do 
curso, coordenação pedagógica ou acadêmica ou equivalente, pelo diretor de 
ensino ou servidores de setor designado pelo campus. 
§ 1º Caso algum servidor ou outro estudante ou qualquer pessoa da 
comunidade acadêmica ou comunidade externa tome conhecimento de falta 
disciplinar compatível com a medida disciplinar de advertência por escrito 
deverá comunicá-la à coordenação do curso, à coordenação pedagógica ou 
acadêmica ou equivalente, ao diretor de ensino ou a servidores de setor 
designado pelo campus. 
§ 2º O servidor que aplicar a advertência por escrito deverá preencher o 
formulário de ocorrência disciplinar (modelo no Anexo I), colher assinatura do 
estudante ou dos estudantes que cometeram a falta disciplinar e, quando se 
tratar de menores de dezoitos anos, representados e assistidos ou maiores 
tutelados, dar ciência e colher assinatura do responsável legal e, 
posteriormente, enviar à Comissão Disciplinar para registro na ficha do 
estudante. 
§ 3º Caberá recurso contra a medida de advertência por escrito para a 
Comissão Disciplinar, no prazo de três dias letivos após a ciência do 
interessado. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 25 de 59
§ 4º A Comissão Disciplinar terá o prazo de cinco dias letivos, prorrogável por 
mais cinco dias letivos, para analisar a solicitação e se manifestar sobre o 
recurso. 
§ 5º A análise do recurso pode resultar nas seguintes decisões: 
I - recurso indeferido; 
II - recurso deferido com alteração da medida disciplinar; e 
III - recurso deferido com suspensão da medida disciplinar, sendo retirado seu 
registro da ficha do estudante. 
§ 6º Os recursos deferidos podem ter abrangência total ou parcial sobre os 
envolvidos na falta disciplinar, conforme análise da Comissão Disciplinar. 
§ 7º Ao receber o formulário de ocorrência disciplinar e analisar o histórico 
disciplinar do(s) estudante(s) envolvido(s) ou receber novas informações por 
meio do recebimento de recursos ou por meio de novos relatos, a Comissão 
Disciplinar poderá discordar da aplicação da medida de advertência por escrito 
e propor a instauração de processo disciplinar, o qual deverá seguir os 
procedimentos indicados na Seção III deste documento, para melhor apuração 
da ocorrência e aplicação de medidas disciplinares adequadas. 
 
Seção III 
Do Processo Disciplinar 
Art. 34. O Processo Disciplinar será instaurado, preferencialmente, no caso de 
reincidência em falta disciplinar que tenha ensejado na aplicação de 
advertência por escrito e na inobservância ao disposto no art.17 e art.18. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 26 de 59
Art. 35. O Processo Disciplinar será conduzido pela Comissão Disciplinar 
instituída em cada campus, que será responsável pela apuração dos fatos, 
análise da falta disciplinar, formulação de relatório e parecer sobre a medida a 
ser aplicada. 
Art. 36. A coordenação do curso, coordenação pedagógica ou acadêmica ou 
equivalente, o diretor de ensino, os servidores de setor designado pelo campus 
ou membro da Comissão Disciplinar, ao tomar conhecimento de falta 
disciplinar compatível com a instauração de Processo Disciplinar, deverá 
preencher o formulário de ocorrência disciplinar (modelo no anexo I), colher 
assinatura do(s) estudante(s) envolvido(s) na falta disciplinar e, quando se 
tratar de menores de dezoito anos, representados e assistidos ou maiores 
tutelados, dar ciência e colher assinatura do responsável legal e, 
posteriormente, enviar à Comissão Disciplinar para instauração do Processo 
Disciplinar. 
Art 37. Caso algum servidor ou outro estudante ou qualquer pessoa da 
comunidade acadêmica ou comunidade externa tome conhecimento de falta 
disciplinar compatível com a instauração de Processo Disciplinar deverácomunicá-la à coordenação do curso, à coordenação pedagógica ou acadêmica 
ou equivalente, ao diretor de ensino ou a servidores de setor designado pelo 
campus ou diretamente à membro da Comissão Disciplinar. 
Art. 38. O processo disciplinar será devidamente instruído e se desenvolverá 
nas seguintes etapas: 
I - registro de ocorrência por meio do formulário de ocorrência disciplinar 
(modelo no Anexo I); 
II - encaminhamento da ocorrência para a Comissão Disciplinar; 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 27 de 59
III - reunião da Comissão Disciplinar para análise da ocorrência e instauração 
do processo no SUAP; 
IV - ata ou registro de reunião dos trabalhos da Comissão Disciplinar; 
V - defesa dos envolvidos, por escrito ou por meio de declaração verbal a ser 
registrada e assinada; 
VI - relatório de conclusão, em que constará as informações da ocorrência, as 
alegações dos envolvidos, a descrição das provas, se houver, a tipificação das 
faltas disciplinares cometidas, conforme esta regulamentação; 
VII - parecer, indicando as medidas disciplinares a serem aplicadas para cada 
envolvido; 
VIII - recurso, caso o estudante ou seu representante legal discorde da medida 
inicialmente aplicada; e 
IX - termo de encerramento, em que conste o cumprimento da medida ou 
arquivamento do processo. 
Art. 39. À Comissão Disciplinar compete registrar documentos, ouvir pessoas, 
colher informações, apresentar relatórios e pareceres, aplicar as medidas ou, 
quando for o caso, encaminhar o processo à autoridade do campus a quem 
cabe decidir sobre a aplicação de medidas disciplinares. 
Parágrafo Único. As declarações prestadas oralmente durante a reunião da 
Comissão Disciplinar serão registradas por escrito e assinadas pelos 
declarantes. 
Art. 40. Após instauração de processo de apuração de faltas graves ou 
gravíssimas, em caso de violência ou grave ameaça a pessoa(s), nos processos 
de competência da Comissão Disciplinar, a referida Comissão poderá 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 28 de 59
recomendar o afastamento cautelar do estudante envolvido, pelo prazo 
máximo de duração da apuração, previsto neste regulamento. A decisão pelo 
cabimento ou não do afastamento deverá ser tomada pela Direção-Geral do 
Campus ou da unidade, ouvida previamente a Pró-reitoria de Políticas 
Estudantis (PROPE). 
Art. 41. Não poderão atuar em Processo Disciplinar membros da Comissão 
Disciplinar consanguíneos ou afins dos envolvidos na falta disciplinar naquele 
processo, sendo substituído por membro suplente da Comissão. 
Art. 42. O prazo para a conclusão do processo disciplinar não excederá vinte 
dias letivos, contados da data da ata ou registro da primeira reunião dos 
trabalhos da Comissão Disciplinar para apuração de cada ocorrência, podendo 
ser solicitada a prorrogação, a critério da comissão, desde que justificado. 
Art. 43. O discente e, quando se tratar de menores de dezoito anos, 
representados e assistidos ou maiores tutelados, o seu responsável legal, será 
comunicado oficialmente pelo presidente da Comissão Disciplinar para 
apresentar esclarecimentos por escrito ou comparecer em local, data e horário 
marcados no prazo de três dias letivos, assegurando-lhe acesso ao processo na 
Instituição. 
Art. 44. Quando se tratar de menores de dezoito anos, representados e 
assistidos ou maiores tutelados, a defesa por escrito deverá estar assinada 
pelo responsável ou representante legal e, em caso de coleta de declaração, o 
estudante poderá estar acompanhado pelo responsável ou representante 
legal. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 29 de 59
Art. 45. A Comissão Disciplinar poderá negar pedidos, de quaisquer partes, 
considerados impertinentes ou de nenhum interesse para o esclarecimento 
dos fatos, desde que devidamente fundamentados. 
Art. 46. No processo disciplinar deve ser assegurada ampla defesa aos 
discentes, com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. 
Art. 47. Do Processo Disciplinar poderá resultar: 
I - arquivamento do processo, quando não ficar evidente o envolvimento do(s) 
estudante(s) na falta disciplinar; e 
II - aplicação da medida disciplinar. 
Art. 48. Dentre as medidas disciplinares resultantes do Processo Disciplinar, 
poderão ser aplicadas de forma isoladas ou associadas, as seguintes medidas: 
I - realização de Atividades Sociopedagógicas Supervisionadas: 
a) medida disciplinar de realização de atividade sociopedagógica 
supervisionada deverá ser aplicada pela Comissão Disciplinar, que determinará 
o tipo da atividade, a carga horária, o prazo para realização e, se for o caso, o 
acompanhamento de servidores da área pedagógica ou setor equivalente; 
b) são consideradas atividades sociopedagógicas reuniões com os responsáveis 
legais, desenvolvimento de atividades pedagógicas, participação em eventos 
ou projetos do IFFluminense de caráter formativo, internos ou externos, 
projetos sociais, dentre outros, preferencialmente contextualizados com a falta 
disciplinar realizada pelo discente; 
c) decorrido o prazo para cumprimento da atividade sociopedagógica, o 
estudante deverá apresentar relatório escrito ou verbal, conforme a 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 30 de 59
determinação da Comissão Disciplinar, sobre a realização da atividade, que 
encerrará a medida disciplinar e fará seu registro na ficha do estudante; 
d) o estudante poderá solicitar à Comissão Disciplinar, por escrito, uma única 
vez, de forma justificada, a prorrogação de prazo para cumprimento da 
atividade sociopedagógica, que poderá ou não ser acatada; 
e) o descumprimento da atividade sociopedagógica por parte do discente ou 
sua realização de forma insatisfatória acarretará na substituição desta por 
medida disciplinar de maior grau de gravidade; e 
f) a Comissão Disciplinar ou o Diretor-Geral, conforme o caso, dará ciência da 
aplicação da medida ao estudante envolvido(s) e, quando se tratar de menores 
de dezoito anos, representados e assistidos ou maiores tutelados, ao seu 
responsável legal, colhendo as suas assinaturas na Notificação de Aplicação de 
Medida Disciplinar; 
II - suspensão das atividades letivas por tempo determinado: 
a) a medida disciplinar de suspensão das atividades letivas será aplicada pela 
Comissão Disciplinar, que determinará a quantidade de dias e o prazo de início 
e fim da medida; 
b) a medida de suspensão de atividades letivas não excederá a dez dias letivos 
consecutivos; 
c) a medida de suspensão de atividades letivas deve ser, sempre que possível, 
evitada e substituída por medidas ou associação de medidas disciplinares que 
não ocasione interferência no processo ensino-aprendizagem; 
d) a medida disciplinar de suspensão, no que diz respeito ao quantitativo de 
dias letivos, será analisada caso a caso, dependendo do histórico que antecede 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 31 de 59
o caso e a gravidade das consequências, adotando-se como referência o 
seguinte: 
1. para recorrência de falta média, até três dias letivos; 
2. para falta grave, até cinco dias letivos; e 
3. para recorrência de falta grave ou para falta gravíssima, entre cinco e dez 
dias letivos; 
e) o discente que cumprir medida disciplinar de suspensão de atividades letivas 
têm o direito à realização das atividades avaliativas aplicadas no período em 
que esteve afastado das atividades letivas; 
f) em caso de medida disciplinar de suspensão não será computada a 
frequência na Instituição no período em que o discente estiver afastado; 
g) durante o período de suspensão de atividades letivas, a critério da Comissão 
Disciplinar, o discente deverá comparecer ao campus para realização de 
atividades sociopedagógicas extraclasse; e 
h) a Comissão Disciplinar dará ciência da aplicação da medida ao(s) 
estudante(s) envolvido(s) e, quando se tratar de menores de dezoito anos, 
representados e assistidos ou maiores tutelados, ao seu responsável legal,colhendo as suas assinaturas na Notificação de Aplicação de Medida 
Disciplinar; 
III - suspensão temporária ou perda da moradia estudantil ou alojamento: 
a) o campus ou unidade que oferece o benefício de moradia estudantil ou 
alojamento aos estudantes deverá instituir normativa interna, estabelecendo 
direitos, deveres e responsabilidades; e 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 32 de 59
b) a medida de suspensão temporária ou perda da moradia estudantil ou 
alojamento será aplicada pela Comissão Disciplinar, considerando as 
normativas internas de cada campus, observados a gravidade da falta 
disciplinar e os princípios e normativas deste Regulamento. 
IV - suspensão temporária ou perda de bolsas por mérito acadêmico ou de 
cargo de representação estudantil junto à instituição ou atividades de 
representação da instituição: 
a) a medida de suspensão temporária ou perda de bolsas por mérito 
acadêmico ou de cargo de representação estudantil junto à instituição ou 
atividades de representação da instituição será indicada pela Comissão 
Disciplinar e aplicada pelo Diretor-Geral do campus; 
b) as bolsas por mérito acadêmico e as atividades de representação do 
estudante junto ao IFFluminense ou mediante missões ou instituições externas 
vincula, necessariamente, o estudante à imagem da instituição, o que justifica 
a descontinuidade da representação; 
c) antes de aplicar a medida prevista no caput, a Comissão Disciplinar deverá 
ouvir o(s) responsável(is) pela coordenação do projeto ao qual o estudante 
esteja vinculado para avaliar os impactos que a medida pode causar no 
andamento do trabalho e evitar maiores prejuízos para a instituição; 
d) a indicação dessa medida deve considerar o grau de comprometimento que 
a falta disciplinar impõe sobre a imagem da instituição e o eventual prejuízo 
que o desligamento do estudante de tal representação pode causar para a 
instituição; e 
e) o Diretor-Geral do campus dará ciência da aplicação da medida ao(s) 
estudante(s) envolvido(s) e, quando se tratar de menores de dezoito anos, 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 33 de 59
representados e assistidos ou maiores tutelados, ao seu responsável legal, 
colhendo as suas assinaturas na Notificação de Aplicação de Medida 
Disciplinar; 
V - transferência compulsória ou desligamento de matrícula: 
a) a medida de transferência compulsória e de desligamento de matrícula 
serão indicadas pela Comissão Disciplinar e aplicada pelo Diretor-Geral do 
campus, que deverá encaminhar o processo para apreciação e manifestação da 
Procuradoria Federal e só tomará a decisão sobre a aplicação da medida após 
manifestação desta; 
b) as medidas disciplinares de transferência compulsória ou de desligamento 
de matrícula serão indicadas em situação de extrema gravidade ou de 
recorrência de faltas graves e gravíssimas, considerando o contexto e histórico 
disciplinar e acadêmico do estudante; 
c) as medidas de transferência compulsória ou desligamento de matrícula 
devem ser evitadas e indicadas após esgotadas as medidas de caráter 
sociopedagógico e os encaminhamentos para a rede de serviços, 
especialmente, os de saúde e de assistência social; 
d) a transferência compulsória ocorrerá de um campus do IFFluminense para o 
outro, em curso de mesma modalidade que tenha disponibilidade de vaga, não 
sendo garantida a vaga no mesmo curso da matrícula original do estudante 
nem em curso do mesmo eixo, sendo garantida apenas a manutenção da 
matrícula na instituição; 
e) caso o estudante seja transferido para curso diferente da sua matrícula 
original, deverá cumprir os componentes curriculares específicos do novo 
curso mesmo que isso gere prejuízo no tempo para conclusão do curso; 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 34 de 59
f) em caso de transferência compulsória, a instituição prestará apoio nos 
procedimentos para a sua efetivação; 
g) o discente que tiver o desligamento de matrícula somente poderá 
reingressar na Instituição mediante classificação em novo Processo Seletivo; e 
h) o Diretor-Geral do campus dará ciência da aplicação da medida ao(s) 
estudante(s) envolvido(s) e, quando se tratar de menores de dezoito anos, 
representados e assistidos ou maiores tutelados, ao seu responsável legal, 
colhendo as suas assinaturas na Notificação de Aplicação de Medida 
Disciplinar. 
Art. 49. É assegurado ao discente o direito de acompanhar o processo 
pessoalmente ou por intermédio de seu representante legal, sendo garantida 
ampla defesa. 
Art. 50. Além das medidas disciplinares previstas nesta Seção, a Comissão 
Disciplinar poderá propor aplicação de medidas mais brandas, como 
advertência verbal ou por escrito, conforme entendimento após a análise do 
caso. 
Art. 51. Caberá recurso, por escrito, contra as medidas aplicadas ou indicadas 
pela Comissão Disciplinar para o Diretor-Geral do campus, no prazo de três 
dias letivos após a ciência do interessado. 
§ 1º Ao receber os recursos contra as medidas aplicadas por meio do 
Processo Disciplinar, o Diretor-Geral deverá reunir a Comissão Disciplinar para 
deliberar e responder ao recurso. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 35 de 59
§ 2º Após o recebimento do recurso, a sua análise e resposta deve ocorrer em 
até cinco dias letivos, podendo este prazo ser prorrogado por mais cinco dias 
letivos. 
§ 3º A análise do recurso pode resultar nas seguintes decisões: 
I - recurso indeferido; 
II - recurso deferido com alteração da medida disciplinar; e 
III - recurso deferido com suspensão da medida disciplinar e arquivamento do 
processo, sendo retirado o registro da ficha do estudante. 
§ 4º Os recursos deferidos podem ter abrangência total ou parcial sobre os 
envolvidos na falta disciplinar, conforme análise da Comissão Disciplinar. 
 
CAPÍTULO VIII 
DA COMISSÃO DISCIPLINAR 
Art. 52. Em cada campus será composta uma Comissão Disciplinar que será 
nomeada pela Direção-Geral do campus, via Ordem de Serviço ou Portaria, e 
será composta minimamente por: 
I - um membro da equipe gestora, preferencialmente, um representante da 
coordenação de curso, coordenação pedagógica ou acadêmica ou equivalente 
ou direção de ensino; 
II - dois docentes; e 
III - dois técnicos administrativos. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 36 de 59
§ 1º Haverá um suplente para o representante da equipe gestora, um suplente 
docente e um suplente técnico administrativo. 
§ 2º A critério do campus poderá haver acréscimo no número de membros da 
comissão desde que se respeite a proporcionalidade entre os segmentos. 
§ 3º A composição da Comissão Disciplinar terá vigência por um ano, podendo 
ser prorrogada por mais um e, sempre que possível, os membros da comissão 
deverão ser renovados. 
§ 4º Na portaria de nomeação da Comissão Disciplinar, o Diretor Geral deverá 
indicar o servidor que exercerá a função de presidente da comissão. 
Art. 53. A Comissão Disciplinar deverá ser convocada pelo seu presidente 
sempre que o mesmo receber ocorrência a respeito de falta disciplinar do 
discente, ou quando se fizer necessário. 
Art. 54. A Comissão Disciplinar poderá convocar qualquer membro da 
comunidade do IFFluminense para prestar esclarecimentos sobre a falta 
disciplinar objeto do processo disciplinar em andamento ou ouvir sobre demais 
aspectos da vida acadêmica do estudante. 
Parágrafo único. Os técnicos que trabalham com acolhimento, 
acompanhamento e assistência aos estudantes, como psicólogos, assistentes 
sociais, pedagogos e outros, que compõem a equipe multidisciplinar do 
campus, poderão ser consultados pela Comissão Disciplinar para auxiliar na 
análise da situação, tendo resguardado o sigilo profissional, e restrito a 
informações pertinentes ao caso. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 37 de 59
Art. 55. Cabe à Comissão Disciplinar buscar a comprovação da existência dos 
fatos ou de seus autores, bem como dos graus de responsabilidadena falta 
disciplinar. 
Art. 56. Baseada nos fatos, a Comissão Disciplinar aplicará ou indicará a 
medida disciplinar condizente com a falta e o histórico de ocorrências do 
estudante. 
Art. 57. A Comissão Disciplinar exercerá suas atividades com independência e 
imparcialidade, assegurando o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido 
pelo interesse da administração. 
 
CAPÍTULO IX 
DAS AÇÕES EDUCATIVAS E DE PREVENÇÃO 
Art. 58. A Comissão Disciplinar em conjunto com as equipes da área 
pedagógica, de políticas estudantis ou equivalente e a equipe multidisciplinar 
deverão realizar ações educativas e de prevenção de maneira a contribuir com 
a formação cidadã dos estudantes e construir uma cultura de paz no ambiente 
escolar. 
§ 1º As ações educativas e de prevenção devem abordar temas como combate 
à violência, ao bullying e ao cyberbullying, uso de tabaco, uso de substância 
psicoativas, respeito à diversidade, inclusão, direitos humanos, orientações em 
saúde, entre outros. 
§ 2º As ações educativas e de prevenção devem prever a participação de 
estudantes na sua elaboração e execução, buscando a integração e o trabalho 
colaborativo entre gestores, profissionais da educação e estudantes. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 38 de 59
CAPÍTULO X 
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 
Art. 59. Cada campus poderá criar normativas internas para a melhor 
aplicação desta regulamentação, conforme a organização e estrutura do 
campus, e instituirá normativas para o uso de ambientes que possuam 
especificidades, tais como laboratórios, micródromo, refeitório, moradia 
estudantil ou alojamento (nos campi que dispõem desse serviço), respeitando 
o estabelecido nesta regulamentação e a legislação brasileira. 
Art. 60. A aplicação das ações previstas neste documento para casos de atos 
infracionais previstos em lei, não exclui a responsabilização civil ou penal do 
discente infrator, ou, quando se tratar de estudante absoluta ou relativamente 
incapaz, do seu responsável legal. 
Art. 61. Este documento se aplica a todos os campi e demais unidades do 
IFFluminense. 
Parágrafo único. As situações de falta disciplinar discente ocorridas no Pólo de 
Inovação ou por estudantes vinculados diretamente ao Centro de Referência 
em Tecnologia, Informação e Comunicação na Educação ou outra unidade do 
IFFluminense que não tenha a estrutura organizacional de um campus ou 
campus avançado, o papel do Diretor-Geral para os fins estabelecidos neste 
regulamento será exercido pelo Diretor da Unidade ou cargo equivalente. 
Art. 62. Nenhum membro do corpo discente poderá eximir-se do 
cumprimento das normas dispostas neste regulamento alegando desconhecê-
las. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 39 de 59
Art. 63. O presente documento entrará em vigor na data de sua aprovação 
pelo Conselho Superior do IFFluminense. 
Art. 64. Este documento passará por um processo de revisão após dois anos 
de sua aprovação no Conselho Superior do IFFluminense. 
Art. 65. Os casos omissos referentes às faltas disciplinares e suas respectivas 
medidas serão analisados e solucionados pela Comissão Disciplinar juntamente 
com a Direção-Geral do campus. 
Art. 66. Os casos omissos referentes a outros aspectos dessa regulamentação 
serão resolvidos pela Direção-Geral de cada campus em conjunto com a 
Comissão Disciplinar, podendo levar a situação para análise e decisão ao seu 
respectivo Conselho de Campus. 
 
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ANEXO I 
FORMULÁRIO DE OCORRÊNCIA DISCIPLINAR 
Discente: 
Curso: 
Ingresso: 
Telefones: ( ) ( ) 
Pai: 
Telefones: ( ) ( ) 
Mãe: 
Telefones: ( ) ( ) 
 
Discente (s) envolvido (s): 
 
Data da falta disciplinar: 
Artigo(s), parágrafo(s), inciso(s) ou alínea(s) infringidos(as): 
 
 
 
Verificação de reincidências: 
( ) Não existe reincidência ( ) Existe reincidência 
 
Descrição da ocorrência: (descrever objetivamente, circunstâncias, o (s) 
envolvido (s), relato de presentes e anexos, quando possível). 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 41 de 59
 
 
 
 
 
 
Falta Disciplinar: Conforme Capítulo XXX da Resolução CONSUP nº XXXX 
 
 
 
 
Medida Disciplinar: Conforme Capítulo XXX da Resolução CONSUP nº XXXX 
( ) Advertência Verbal 
( ) Advertência Por /escrito 
( ) Encaminhamento para Comissão Disciplinar para instauração de Processo 
Disciplinar. 
 
 
Considerando a Regulamentação Disciplinar Discente, Resolução nº xx/2025, 
encaminha-se à Comissão Disciplinar Discente do campus ......... o registro da 
ocorrência acima para averiguação ou demais providências cabíveis. 
RESOLUÇÃO CONSUP/IFFLU N° 352 | Página 42 de 59
Local e data. 
 
 
Assinatura do(s) reclamante (s) - se houver: 
 
 
Assinatura do (s) reclamado (s): 
 
 
Assinatura do responsável pelo registro da ocorrência e aplicação ou 
encaminhamento da medida disciplinar: 
 
 
Assinatura do responsável legal, em caso de estudantes menores de 18 anos, 
representados e assistidos ou maiores tutelados: 
 
 
 
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ANEXO II 
ATA DE REUNIÃO DA COMISSÃO DISCIPLINAR DISCENTE 
Aos ___________ dias do mês de ______________ do ano de dois mil 
e________________, às __________ horas, no _________________ (indicar o 
local ou plataforma em que ocorreu a reunião da Comissão), reuniram-se os 
servidores _________________, ___________________, _________________ 
e ___________________, respectivamente Presidente e membros da 
Comissão Disciplinar, designados pelo Diretor do Campus ___________, por 
meio da Portaria nº _______, de _________ de ____________ de 20__. para 
apurar os fatos do Processo Disciplinar Discente de nº _______________. 
Iniciados os trabalhos, foram deliberadas as seguintes providências: 
a) Notificar os envolvidos no processo disciplinar; 
b) Convocar para prestar declarações (suposto autor e testemunhas, se 
houver); 
c) Realizar reuniões para coleta de declarações; 
d) Realizar reunião da comissão para elaboração do relatório conclusivo; 
e) Notificar os envolvidos no processo sobre decisão deliberada; 
f) Aguardar o prazo para apresentação de recurso do discente acerca da 
decisão deliberada; 
g) Realizar demais encaminhamentos referentes ao fluxo de apresentação ou 
não de recurso. 
h) (outras). 
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A Comissão Disciplinar Discente se reunirá no dia ____ de __________de 
20_______, no __________________ (informar local) , às ______ horas. 
Nada mais havendo a ser tratado, foi lavrada a presente ata, que será assinada 
pelo Presidente e pelos demais membros da Comissão Disciplinar. 
....................................................... 
Presidente da Comissão 
...................................................... 
Relator da Comissão 
 
Membros da Comissão: 
 
 
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ANEXO III 
NOTIFICAÇÃO DE ABERTURA DE PROCESSO DISCIPLINAR E CONVOCAÇÃO 
PARA APRESENTAÇÃO DE DEFESA 
Processo nº: 
Ao (À) Discente: 
Na qualidade de Presidente da Comissão de Processo Disciplinar designada 
pela Portaria nº XX, de XX de XXX de XX, do Campus __________, venho 
NOTIFICÁ-LO que à prática de infração à Regulamentação Disciplinar Discente 
do IFFluminense, Resolução CONSUP nº XX/XX, conforme consta o art. ..(inserir 
o termo de artigo)...,, foi imputada a abertura de processo disciplinar, que terá 
como etapas ____________________ sendo-lhe facultado acompanhá-lo, por 
si ou procurador legalmente constituído, todos os atos e diligências a serem 
praticados, nos termos do inciso LV, do Art. 5º, da Constituição Federal. 
O discente poderá juntar provas e indicar elementos de prova de que dispuser 
no prazo de 03 (três) dias, contados do recebimento desta notificação. Nesta 
mesma oportunidade, CONVOCO o discente supracitado para: 
( ) comparecer no dia XX de XXX de 20XX, às XXhs xxmin, na sededos trabalhos 
da presente Comissão, localizada no Prédio da XXX campus XXX para prestar 
esclarecimento, concernente a fatos envolvendo XXXXXXXXXX, em 
conformidade com os autos do Processo nº XXXX.XXXXX/XXXX-XX. Neste caso, 
o estudante poderá estar acompanhado do responsável ou representante 
legal. 
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( ) apresentar esclarecimentos por escrito, entregue à comissão disciplinar por 
meio _______________, assinada pelo estudante e, se este for menor de 18 
anos, representados e assistidos ou maiores tutelados, assinado pelo 
representante ou responsável legal. 
Atenciosamente, 
Cidade, ___ de _______ de _______. 
_________________________________________________ 
Presidente da Comissão Disciplinar Discente 
Ciente: 
_____________________________ 
Discente 
 ______________________________ 
representante ou responsável legal 
 
 
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ANEXO IV 
CONVOCAÇÃO PARA DECLARAÇÃO DE TESTEMUNHA 
 
Na qualidade de Presidente da Comissão de Processo Disciplinar Discente 
designada pela Portaria nº 0000, de 00 de 000000 de 0000, do campus 
______________ , venho CONVOCÁ-LO para comparecer no dia XX de XXXXX 
de 20XX, às XXhsxxmin, na sede dos trabalhos da presente Comissão, 
localizada no Prédio da XXX Campus XXX para, na condição de testemunha 
arrolada por esta Comissão Disciplinar, prestar esclarecimento, concernente a 
fatos envolvendo XXXXXXXXXXXXX, em conformidade com os autos do 
Processo Administrativo nº XXXXX.XXXXX/X-XX. 
Atenciosamente, 
Cidade, ___ de _______ de _______. 
____________________________________________ 
Presidente da Comissão Disciplinar Discente 
_________________________________________ 
Nome completo e assinatura da testemunha 
 
 
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ANEXO V 
TERMO DE DECLARAÇÃO 
Aos ...... dias do mês de ............ do ano de ......, às ...... horas, no ........................ 
(indicar local), situada no ........................ (endereço), presentes os Srs. 
........................, ........................ e ........................, respectivamente Presidente e 
membros da Comissão Disciplinar instaurado pela Portaria nº ......, de ...... (dia) 
de ............ (mês) de ...... (ano), compareceu para prestar esclarecimentos, na 
qualidade de_______________ (suposto autor ou testemunha), o Sr.(a) 
.................................................., matrícula nº .........., curso ......................, 
Carteira de Identidade nº ............, CPF nº ............, residente e domiciliado à 
................................. (endereço), sobre os fatos referidos no processo 
disciplinar acima questionado respondeu que ... 
(Observação: é recomendável que a comissão processante solicite, para 
conferência, a apresentação do documento de identidade do discente ou 
servidor que está sendo ouvido ou outro documento pessoal com foto). 
Nada mais havendo, deu-se por encerrado o presente ato, que será assinado 
por mim, XXXXX, e pelos demais presentes. 
_______________________________ 
Presidente da Comissão 
_______________________________ 
Discente 
_______________________________ 
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Relator 
_______________________________ 
Membro da comissão 
_______________________________ 
Membro da Comissão 
_______________________________ 
Membro da Comissão 
 
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ANEXO VI 
RELATÓRIO COM PARECER CONCLUSIVO DA COMISSÃO DISCIPLINAR 
 
Ref. Processo nº / . 
Da: Comissão Disciplinar/ Portaria nº 0000/0000. 
 
A Comissão Disciplinar designada pela Portaria nº 0000/0000, de 00 de 0000 
de 0000 DO IFFluminense Campus XXXX, vem apresentar o Relatório 
Conclusivo de seus trabalhos. 
1 - Da instauração 
Vieram os fatos ao conhecimento desta Comissão Disciplinar por meio do 
Formulário de ocorrência no dia XX de xxxxxxx de xxxxxxx e o processo 
instaurado sob nº xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 
 
2 - Da instrução 
Do que foi possível a esta Comissão apurar, verifica-se: 
I) que ........................... (relatar, com precisão e sem comentários, os 
acontecimentos); 
II) que ........................................................................................ (idem); 
III) que ....................................................................................... (idem). 
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3 - Da defesa 
Das defesas acostadas nos autos, cumpre fazer os seguintes comentários, para 
efeito, principalmente, de confrontá-las com o que se contém no capítulo 
anterior, tal como se vê abaixo: 
I) discente .......................................... (nome do indiciado e comentários); 
II) discente......................................... (idem). 
 
4 - Conclusões 
Definida a situação de cada um dos autores da falta disciplinar, concluímos: 
I - quanto ao infrator : ....................... (nome do discente e matrícula): 
a) que praticou ............... (tecer os comentários cabíveis precisando a culpa ou 
a inocência), tendo violado portanto a Resolução do CONSUP xx de xxxx de 
xxxxxx, que dispõe da Regulamentação Disciplinar Discente, infringindo o Art. 
.......... (citar também eventuais atenuantes e agravantes); 
b) que ........................................................................ (idem); 
c) que ........................................................................ (idem); 
Este é o relatório. 
........ de ....................... de 20...... 
 
________________________________ 
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(Nome e assinatura) Presidente 
_________________________________ 
(Nome e assinatura) Secretário Membro 
___________________________________ 
(Nome e assinatura) Membro 
__________________________________ 
(Nome e assinatura) Membro 
 
 
 
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ANEXO VII 
NOTIFICAÇÃO DE APLICAÇÃO DE MEDIDA DISCIPLINAR 
 
Referente ao Processo de nº: ____________________ 
Após apurações realizadas e a juntada dos respectivos documentos ao 
processo, conduzido pela Comissão Disciplinar, é atribuída a responsabilidade 
pela prática das irregularidades que se seguem: 
1. (descrever O FATO COMETIDO PELO DISCENTE) 
Por essa razão configurou-se o cometimento da(s) falta(s) disciplinar(es) 
prevista(s) no(s) Art. XXX, XXX da Regulamentação Disciplinar Discente, 
Resolução CONSUP nº XX/XXXX. 
Tendo sido, assim, coletados os dados suficientes para que a Comissão 
Disciplinar formasse sua convicção sobre os fatos em apuração, acham-se os 
autos em condições de obter decisão, que deverá ser aplicada a medida 
disciplinar:_______________________________________________________ 
________________________________________________________________ 
 
Cidade, XXX, de XXXX de XXXX. 
__________________________ 
Assinatura do Presidente da Comissão Disciplinar 
__________________________ 
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Assinatura do Diretor-Geral do campus 
_________________________ 
Assinatura do discente 
_________________________ 
Assinatura do representante ou responsável legal 
(Para discentes menores de 18 anos) 
 
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ANEXO VIII 
FORMULÁRIO DE INTERPOSIÇÃO DE RECURSO DO DISCENTE ACERCA DA 
DELIBERAÇÃO DA COMISSÃO DISCIPLINAR 
Eu, _____________________________________, discente do curso 
de___________________________________ do IFFluminense - Campus 
________________ com matrícula de nº_______________, portador do CPF 
__________________, apresento recurso referente a decisão da Comissão 
Disciplinar referente ao Processo de nº ______________________. 
Para fundamentar essa contestação, esclareço que 
________________________________________________________________
________________________________________________________________

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