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FILOSOFIA E DIREITOS 
HUMANOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Olá, caro (a) aluno (a)! 
A filosofia é uma disciplina que se preocupa em questionar e refletir 
sobre a natureza da existência humana e a busca por um entendimento mais 
profundo sobre questões éticas, morais e políticas. 
Os direitos humanos, por sua vez, são um conjunto de princípios e 
normas que visam proteger a dignidade e liberdade de todos os seres 
humanos, independentemente de sua origem, etnia, religião ou posição 
social. A filosofia tem sido uma importante fonte de reflexão sobre os 
fundamentos e implicações dos direitos humanos, ajudando a desenvolver 
teorias e argumentos que justificam sua importância e relevância para a 
sociedade. 
Além disso, a filosofia também tem contribuído para a discussão sobre 
as violações dos direitos humanos, as condições necessárias para sua 
proteção e as formas de garantir sua aplicação em diferentes contextos 
políticos e culturais. 
 
Bons estudos! 
 
 
 
 
 
 
 
AULA 8 – 
DIREITOS 
 HUMANOS. 
 
 
 
 
 
8 OS DIREITOS HUMANOS NA ERA DAS REVOLUÇÕES SOCIALISTAS: A 
CONQUISTA DOS DIREITOS SOCIAIS. 
Para iniciar nossa aula sobre direitos humanos e filosofia, apresentaremos, o 
que se tem chamado de ciclos históricos dos direitos humanos. Com esse termo, tem-
se em vista os diferentes períodos em que ocorreram avanços significativos na 
concepção, reconhecimento e proteção dos direitos fundamentais das pessoas. Esses 
ciclos são influenciados por mudanças sociais, políticas e culturais ao longo do tempo, 
sendo discutidos de diversas maneiras no campo da filosofia e outras ciências 
humanas. Trataremos deste assunto, a partir do livro Direitos Humanos, de Marcos 
Mondaini, publicado em 2020. 
Segundo Mondaini (2020), o primeiro ciclo de afirmação dos direitos humanos 
na história mundial tem sua origem no decorrer dos séculos XVII e XVIII, vinculada a 
uma série de fatores de natureza diversa, intimamente relacionados no curso do 
processo histórico de desenvolvimento da modernidade. Esse ciclo reflete a 
progressiva constituição de uma nova sociedade, radicalmente diversa daquela 
dominante na Idade Média. Assim, segundo o autor: 
(...) uma sociedade urbana, industrial e capitalista vai ocupando o posto de 
uma sociedade rural, agrícola e feudal que, até então, se imaginava eterna e 
natural, tão eterna e natural quanto a exploração econômica e a dominação 
política exercida pela aristocracia sobre o conjunto de plebeus" (MONDAINI, 
2020, p. 27). 
Esse ciclo emerge no final do século XVIII e início do século XIX, durante a era 
das revoluções, incluindo a Revolução Americana e a Revolução Francesa. Ele se 
concentrou na afirmação dos direitos individuais, como a liberdade de expressão, a 
igualdade perante a lei, o direito à propriedade e a participação política. Esses direitos 
foram consagrados em documentos como a Declaração de Independência dos 
Estados Unidos e a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Compreende-
se, portanto, que o primeiro ciclo é aquele da constituição dos diversos Direitos Civis 
e Políticos e da luta pela sua implementação. Nesse sentido, podemos dizer que não 
saímos do primeiro ciclo, já que, ainda hoje, alguns direitos ainda não estão 
consolidados, apesar de seu reconhecimento enquanto valor humano fundamental. 
Como aponta Mondaini (2020), podemos identificar um segundo ciclo de 
afirmação dos direitos humanos na história mundial relacionado ao desenvolvimento 
 
 
do pensamento socialista e às lutas implementadas pela recém-nascida classe 
trabalhadora industrial, no contexto de desenvolvimento do capitalismo e da revolução 
industrial. 
No seu âmago, a orientar toda a sua movimentação histórica, há uma profunda 
crítica à lógica que guiava o novo sistema socioeconômico capitalista, isto é, um 
sistema que para se manter vivo necessitava da “socialização da produção”, por um 
lado, e da “concentração do produzido”, por outro. 
Em outras palavras, desde seu início, na passagem do século XVIII ao XIX, o 
capitalismo precisou que todos trabalhassem ou pelo menos que todos procurassem 
trabalho na mesma medida em que precisava limitar ao máximo a capacidade de 
consumo destes trabalhadores, dando forma, assim, a uma sociedade na qual muitos 
produziam as riquezas, mas poucos, muito poucos, tinham o direito de consumi-las. 
Com isso, o capitalismo revelava-se por inteiro como um modo de produção 
que sabe construir a riqueza, mas que não sabe ou não quer distribuí-la de forma 
equânime, um modo de produção que recria incessantemente a desigualdade social. 
Ou seja, o capitalismo se desnuda como uma civilização fundada na exploração da 
força de trabalho alheia, incapaz de realizar por si só o sonho de uma sociedade 
igualitária (MONDAINI, 2020). 
Guiado pelo objetivo central da transformação dessa iníqua realidade, o 
movimento socialista passará a se impor progressivamente no decorrer do século XIX, 
em particular a partir de 1848, com a chamada “Primavera dos Povos”, uma onda 
revolucionária que varreu o continente europeu revelando os primórdios de uma nova 
espécie de antagonismo de classes, a saber, o que colocava frente a frente burguesia 
e operariado, empresário e trabalhador (MONDAINI, 2020). 
Não restam dúvidas de que foi o filósofo alemão Karl Marx o grande 
responsável pelo desvendamento da natureza injusta do sistema capitalista, tendo 
sido ele também, por meio de suas teorias, o pensador que mais influenciou os 
movimentos de orientação socialista no decorrer dos séculos XIX e XX. 
Sob sua inspiração direta ou indireta, boa parte da história das revoluções 
socialistas acontecidas nos séculos XIX e XX foi escrita. Da experiência fracassada 
da Comuna de Paris, em 1871, até os três grandes processos revolucionários 
vitoriosos ocorridos na Rússia, em 1917, na China, em 1949, e em Cuba, em 1959, 
passando pelas derrotas das Revoluções na Alemanha e na Hungria, em 1919, as 
 
 
ideias revolucionárias marxistas sempre estiveram presentes a orientar as vanguardas 
socialistas com a utopia de uma nova sociedade sem exploradores nem explorados, 
sem opressores nem oprimidos (MONDAINI, 2020). 
Logo que vitoriosas, as novas nações socialistas implementaram medidas que 
reconheciam os direitos sociais como direitos fundamentais de todos os indivíduos. 
Assim, rapidamente, o acesso à educação, aos serviços de saúde, à previdência e 
assistência social, além da proteção ao trabalho, tornou-se responsabilidade do poder 
público, passando a estar sob a rígida tutela do Estado (MONDAINI, 2020). 
Ademais, depois que metade do mundo havia se tornado socialista, no pós-
Segunda Guerra Mundial, o Ocidente capitalista deu-se conta velozmente da 
necessidade de se autorreformar, mediante a concessão de direitos e garantias 
sociais às classes trabalhadoras, a fim de que se evitasse a eclosão de revoluções 
socialistas dentro das suas fronteiras, tal era a força de atração exercida pela 
propaganda revolucionária sobre as camadas subalternas da sociedade. 
No entanto, como que a comprovar as contradições existentes na história em 
geral e particularmente na história do desenvolvimento dos direitos humanos, nos 
países em que o socialismo foi realmente construído a preocupação com a realização 
da igualdade social conviveu tragicamente com a instauração de regimes políticos 
despóticos, profundamente marcados pelo desrespeito aos direitos civis e políticos, 
assumindo como regra de ação sucessivos atentados contra as liberdades individuais 
e coletivas (MONDAINI, 2020). 
Em suma, a conquista dos direitos sociais nos países do socialismo real teve 
como corolário o aniquilamento dos direitos e garantias civis e políticos anteriormente 
conquistados. Em contrapartida, no mundo capitalista desenvolvido, não sem a 
existência de fortes tensões, os três tipos dedireito conseguiram se manter de pé, não 
obstante o clima pesado da Guerra Fria, sob a forma do Estado de Bem-Estar Social. 
De todo modo, um fato parece ser inquestionável nesse segundo ciclo de 
afirmação dos direitos humanos, decorrente do reconhecimento dos direitos sociais: 
sua expansão generalizada por todas as partes do planeta. Uma universalização 
diretamente proporcional à forma também universal pela qual o capitalismo se abateu 
sobre o mundo inteiro. 
Terceiro Ciclo - Direitos Humanos como Direitos Universais: Esse ciclo surge 
após a Segunda Guerra Mundial, com a adoção da Declaração Universal dos Direitos 
 
 
Humanos (1948) pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Esse documento 
representa um marco importante, pois estabelece um conjunto abrangente de direitos 
e liberdades aplicáveis a todas as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, 
raça, gênero, religião ou qualquer outra condição. O terceiro ciclo busca a 
universalidade e a indivisibilidade dos direitos humanos, incluindo tanto os direitos 
civis e políticos quanto os direitos econômicos, sociais e culturais. 
Quarto Ciclo - Direitos Humanos como Desenvolvimento Sustentável: Esse 
ciclo está em curso e busca uma abordagem mais holística dos direitos humanos, 
considerando seu papel no desenvolvimento sustentável. Envolve a interconexão 
entre direitos humanos, meio ambiente, igualdade de gênero, governança e outros 
temas relevantes para a promoção da dignidade humana e a proteção do planeta. 
Esse ciclo também reconhece a importância dos direitos das gerações futuras e a 
necessidade de abordar desafios globais, como as mudanças climáticas. 
8.1 Definição dos direitos humanos: características, fundamentos e 
perspectivas contemporâneas. 
De acordo com o livro "Direitos Humanos" de Fabiano Melo (2016), há uma 
abordagem descritiva da teoria geral dos direitos humanos, que engloba as 
características, fundamentos e atributos que constituem a estrutura conceitual 
contemporânea desses direitos. Essa concepção surgiu principalmente após a 
internacionalização dos direitos humanos na esteira da Segunda Guerra Mundial, por 
meio de declarações e convenções nos sistemas globais e regionais de direitos 
humanos. Além disso, esses direitos foram oficializados e estabelecidos pelas ordens 
jurídicas democráticas na segunda metade do século passado. 
Conforme Oliveira (2016), a definição dos direitos humanos não é singular. 
Essa expressão é multifacetada, podendo ser ampla, ambígua, flexível e sujeita a 
variações conceituais de cunho filosófico, histórico, social, cultural, político e até 
linguístico. O ponto de partida do intérprete (seja ele um filósofo, jurista, sociólogo, 
etc.) desempenha um papel crucial na proposição de definições ou conceituações dos 
direitos humanos. Portanto, é importante ressaltar que a tarefa de definir os direitos 
humanos pode resultar em uma falta de clareza e imprecisão, o que pode levar a 
resultados insatisfatórios. 
Segundo Alfonso Campuzano (1988), a questão dos direitos humanos é 
 
 
particularmente complexa e difícil de abordar do ponto de vista teórico, devido à 
ambiguidade conceitual e ao amplo desacordo em relação aos seus fundamentos e 
alcance. Tanto é assim que Norberto Bobbio (2016) chegou a afirmar que o desafio 
fundamental em relação aos direitos humanos não reside em justificá-los, mas sim em 
protegê-los. Não exploraremos a complexidade dessa questão devido à natureza 
objetiva do conteúdo apresentado, que se trata da definição dos direitos humanos. 
No que diz respeito à definição de direitos humanos, duas características estão 
presentes na maioria das abordagens. Em primeiro lugar, esses direitos são 
fundamentados na dignidade da pessoa humana. Em segundo lugar, eles surgiram 
historicamente como uma resposta ao poder estatal, embora atualmente 
reconheçamos sua proteção em todas as esferas, tanto públicas quanto privadas. 
Os direitos humanos são definidos pelas Nações Unidas como garantias 
jurídicas universais que visam proteger tanto indivíduos quanto grupos contra ações 
ou omissões dos governos que possam violar a dignidade humana (TAVARES, 2012). 
Conforme a definição fornecida por Ramos (2016), os direitos humanos podem ser 
caracterizados como um conjunto essencial de direitos indispensáveis para assegurar 
uma existência fundamentada nos princípios da liberdade e da dignidade humana. 
Conforme a concepção de Dallari (1987), os direitos humanos são uma 
expressão concisa para referir-se aos direitos fundamentais da pessoa humana. 
Esses direitos são considerados fundamentais, uma vez que a ausência deles impede 
a existência plena, o desenvolvimento e a participação plena na vida humana. 
Por sua vez, o jurista espanhol Antonio-Enrique Pérez Luño conceitua os 
direitos humanos como: 
"o conjunto de faculdades e instituições que, em cada momento histórico, 
concretizam as demandas de dignidade, liberdade e igualdade humanas, que 
devem ser reconhecidas positivamente pelos sistemas jurídicos em nível 
nacional e internacional" (LUÑO, p. 50, 2005). 
Em resumo, os direitos humanos são resultados do processo histórico de 
valorização da dignidade da pessoa humana, baseados nos princípios de liberdade, 
igualdade e solidariedade, em uma abordagem integral e interdependente. Esses 
direitos garantem as condições de sobrevivência e oferecem a possibilidade 
emancipatória para a realização plena dos projetos de vida individual e, em última 
instância, coletiva (OLIVEIRA, 2016). 
 
 
 
8.2 Direitos e garantias fundamentais. 
De acordo com Moraes (2021), o conjunto institucionalizado de direitos e 
garantias do ser humano que tem por finalidade básica o respeito a sua dignidade, 
por meio de sua proteção contra o arbítrio do poder estatal, e o estabelecimento de 
condições mínimas de vida e desenvolvimento da personalidade humana pode ser 
definido como direitos humanos fundamentais. 
Os direitos e garantias dos direitos humanos referem-se às proteções e 
prerrogativas fundamentais reconhecidas a todas as pessoas, independentemente de 
sua nacionalidade, raça, gênero, religião ou outras características. Esses direitos são 
considerados universais, inalienáveis e indivisíveis, e visam assegurar a dignidade, 
liberdade, igualdade e bem-estar das pessoas. De acordo com a Unesco (1978), os 
direitos humanos fundamentais têm uma dupla função. Por um lado, eles representam 
uma proteção institucionalizada dos direitos individuais contra os abusos de poder 
perpetrados pelos órgãos estatais. Por outro lado, esses direitos estabelecem normas 
para garantir condições de vida e desenvolvimento adequadas para a pessoa 
humana. 
Segundo Tobeñas (1976), os direitos humanos podem ser definidos como os 
direitos fundamentais da pessoa humana, considerando tanto o aspecto individual 
quanto o comunitário. Esses direitos correspondem à natureza da pessoa humana, 
que é essencialmente corpórea, espiritual e social. Devem ser reconhecidos e 
respeitados por todo poder e autoridade, incluindo as normas jurídicas positivas, 
embora possam ceder em seu exercício diante das necessidades do bem comum. 
Os direitos humanos abrangem uma ampla gama de áreas, incluindo direitos 
civis e políticos, direitos econômicos, sociais e culturais, bem como direitos coletivos 
e de solidariedade. Alguns exemplos de direitos humanos incluem o direito à vida, à 
liberdade de expressão, à igualdade perante a lei, à privacidade, à educação, à saúde, 
ao trabalho digno e à participação política. 
É relevante destacar que os direitos humanos fundamentais estão intimamente 
ligados à preservação da não interferência do Estado na esfera individual e à 
consagração da dignidade humana. Esses direitos possuem um reconhecimento 
universal pela maioria dos Estados, seja em nível constitucional, infraconstitucional ou 
no âmbito do direito consuetudinário, bem como por meio de tratados e convençõesinternacionais (MORAES, 2021). 
 
 
De acordo com Moraes (2021), a previsão dos direitos humanos ocupa uma 
posição de destaque em termos de interpretação em relação aos demais direitos 
estabelecidos no sistema jurídico. Esses direitos possuem várias características 
distintivas, tais como imprescritibilidade, inalienabilidade, irrenunciabilidade, 
inviolabilidade, universalidade, efetividade, interdependência e complementaridade. A 
Tabela abaixo define esses conceitos definidos por Moraes (2021): 
 
Tabela 01 - Características e abrangência dos direitos humanos no direito 
Imprescritibilidade Os direitos humanos fundamentais são imprescritíveis, ou 
seja, não são perdidos com o passar do tempo. 
Inalienabilidade Os direitos humanos fundamentais são inalienáveis, não 
podendo ser transferidos ou negociados. 
Irrenunciabilidade Os direitos humanos fundamentais são irrenunciáveis e não 
podem ser renunciados. 
Inviolabilidade Os direitos humanos fundamentais são invioláveis e não 
podem ser desrespeitados por leis ou ações das autoridades, 
acarretando responsabilização civil, administrativa e criminal. 
Universalidade Os direitos humanos fundamentais têm uma abrangência 
universal, aplicando-se a todos os indivíduos, 
independentemente de nacionalidade, sexo, raça, religião ou 
convicção política-filosófica. 
Efetividade É dever do Estado garantir a efetivação dos direitos humanos 
fundamentais, utilizando mecanismos coercitivos, pois a 
mera declaração abstrata não é suficiente de acordo com a 
Constituição Federal. 
Interdependência As diversas previsões constitucionais sobre direitos humanos 
fundamentais possuem interdependências, como a ligação 
entre liberdade de locomoção e a garantia do habeas corpus, 
bem como a previsão de prisão apenas por flagrante delito 
ou por ordem de autoridade judicial competente. 
Complementaridade Os direitos humanos fundamentais devem ser interpretados 
de forma complementar, em conjunto, a fim de alcançar os 
 
 
objetivos estabelecidos pelo legislador constituinte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
BOBBIO, Norberto. A Era dos Direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992. p. 24. 
 
CAMPUZANO, Afonso de Julis. Los Derechos en la era del capitalismo 
internacional. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1988. 
 
CAMPUZANO, Afonso de Julis. Los Derechos en la era del capitalismo internacional. 
Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1988. 
 
DALLARI, Dalmo de Abreu. Direitos humanos e cidadania. São Paulo: Moderna, 
1987. 
 
LUÑO, Antonio Enrique PÉREZ. Derechos Humanos, Estado de Derecho y 
Constitución. 9. ed. Madrid: Editorial Tecnos, 2005. 
 
MONDAINI, Marco. Direitos Humanos. São Paulo: Grupo Almedina (Portugal), 
2020. 
 
MORAES, Alexandre de. Direitos Humanos Fundamentais. São Paulo: Atlas, 2021. 
 
OLIVEIRA, Fabiano Melo Gonçalves de. Direitos humanos. São Paulo: MÉTODO, 
2016. 
 
RAMOS, André de Carvalho. Teoria Geral dos Direitos Humanos na Ordem 
Internacional. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. p. 32. 
 
TAVARES, Raquel. Direitos Humanos - De onde vêm, o que são e para que 
servem? Lisboa: INCM, 2012. 
 
TOBEÑAS, José Castan. Los derechos del hombre. Madri: Reus, 1976. 
 
UNESCO. Les dimensions internationales des droits de l’homme. 1978.

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