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Teste de Português 7º Ano

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A Par e Passo 7 Teste 1 Versao A B 23 24
Português (Escola Básica e Secundária Fer)
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A Par e Passo 7 Teste 1 Versao A B 23 24
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
©Edições ASA | 2023-2024 – Carla Marques | Ana Paula Neves Página 1 
 
 
 
MATRIZ DO TESTE (VERSÃO A) 
 
Escola 
Matriz do teste n.o 1 – Português 7.o ano 
Data do teste Turma Duração do teste 
Unidade Texto narrativo / Texto não literário 
 
Domínios Conteúdos Estrutura / Tipologia de questões Cotação 
Oralidade 
(Compreensão 
do Oral) 
Crónica 
 
Itens de seleção 
- escolha múltipla 
 
 
12 
 
 
Leitura 
 
 
Reportagem / Texto expositivo 
- sentido global 
- assunto 
- significados 
- classes de palavras 
 
Itens de seleção 
- escolha múltipla 
- ordenação 
 
12 
Educação 
Literária 
Irmão Lobo, de Carla Maia 
de Almeida (excerto) 
- ideias principais 
- caracterização de personagens 
- identificação de recursos 
expressivos 
- interpretação 
 
Itens de seleção 
- escolha múltipla 
 
Itens de construção 
- resposta curta 
 
 
26 
Gramática 
Conjugação verbal 
Classes de palavras 
- verbos 
- advérbios e locuções adverbiais 
Funções sintáticas 
Itens de seleção 
- escolha múltipla 
- completamento 
- associação 
 
20 
Escrita 
Texto de opinião 
- respeito pelo tema e pelas marcas 
do género 
- estrutura do texto 
- construção de parágrafos 
- correção sintática e ortográfica 
 
Texto longo 
30 
 
 
 
 
 
O Professor ___________________________________________ Data _____________ 
 
 
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
©Edições ASA | 2023-2024 – Carla Marques | Ana Paula Neves Página 2 
 
 
 
 ESCOLA_______________________________________________ DATA ____/ ____/ 20___ 
 
NOME_____________________________________________________ Nº_____ TURMA______ 
 
 COMPREENSÃO DO ORAL – Texto A 
 
 Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir a notícia de 
umas filmagens da Disney feitas na Madeira. 
 
Link: 
https://sicnoticias.pt/cultura/2023-03-12-Star-Wars-o-que-se-sabe-
sobre-as-filmagens-na-Madeira--4e0fa2b2 
 
 
Antes de iniciares, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes e responde 
ao que é pedido. 
 
1. Para cada item, seleciona a opção que completa a frase, de acordo com o sentido do texto. 
 
1.1. A Disney está a fazer filmagens na Madeira para a saga 
 
 (A) Star Wars. 
 (B) Piratas das Caraíbas. 
 (C) Marvel. 
 
1.2. O local das filmagens está com acesso 
 
 (A) sem condicionamento, mas vigiado por seguranças. 
 (B) condicionado e vigiado por seguranças. 
 (C) fechado e vigiado por seguranças. 
 
1.3. Apesar de haver acordos de confidencialidade, 
 
 (A) é certo que se está a rodar uma série que irá para o streaming. 
 (B) acredita-se que se está a rodar uma série que irá para o streaming. 
 (C) soube-se que se está a rodar um filme que irá para o streaming. 
 
1.4. Perante a falta de informações concretas, os habitantes da Madeira divertem-se a 
 
 (A) visitar o local das filmagens, durante o fim de semana. 
 (B) rever os filmes da saga que está a ser filmada. 
 (C) criar memes com as personagens da série. 
 
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
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LEITURA – Texto B 
 
Da garagem de Walt à magia da Disney. Uma viagem de 100 anos 
 
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Foi em 1923 que Walt e Roy, dois irmãos norte-americanos, decidiram oficializar os 
desenhos que vinham sendo criados numa garagem em Chicago. Às portas de comemorar o 
centenário, fomos em busca de histórias que falem pela própria Disney. Estivemos à conversa com 
Sara e Luís, responsáveis pelo maior grupo de fãs em Portugal. 
 
Um inocente e banal convite para jantar parte de Luís para a namorada, Sara. Parece estranho 
o restaurante estar quase vazio, mas deve fazer parte, afinal, é dia de semana. O jantar decorre 
como tantos outros ao longo de sete anos de namoro. Até que, com a sobremesa, vem algo mais. 
As luzes apagam-se. O que será? Ouve-se “Can you feel the love tonight”, música do filme original 
do Rei Leão e que tem a versão portuguesa com o título “Esta noite o amor chegou”. E chegou 
mesmo. Assim que as primeiras notas se fazem ouvir, um holofote incide sobre Sara, que nem 
uma superestrela a atuar num grande palco. Entretanto, Luís já se ajoelhou. A voz de Elton John 
continua a fazer-se ouvir. Até que surge a esperada pergunta: “Queres casar comigo?”. 
Poderíamos estar a descrever o argumento de um filme da Disney. Mas ainda que as referências 
à marca de entretenimento estejam lá (e em muitos mais pontos da vida de Sara e Luís), trata-se 
da vida real. Este foi um dos momentos “mágicos” do casal que provam que a Disney não é só 
(nem sobretudo, mas já lá iremos) para crianças. 
Comecemos por contextualizar Sara Pedro e Luís Pinto. São eles os responsáveis pelo maior 
grupo de fãs da Disney em Portugal. Na rede social Facebook, o grupo já caminha para os 23 mil 
membros. O gosto pela animação do renomado Walt, tal como a grande parte das crianças, 
começou desde cedo. Mas o “fanatismo” surgiu muito mais tarde, já em adultos. Antes do já 
descrito pedido de casamento ao som de Rei Leão, houve também disfarces de Carnaval, os 
primeiros bonecos comprados para a coleçãoe, claro, o primeiro filme em casal. Era 2008 e 
estreava no cinema a longa-metragem de animação Wall-E. Com poucos meses de namoro, a ida 
ao cinema foi dos primeiros encontros do casal. No mês seguinte, em setembro, era o aniversário 
de Sara, a quem Luís ofereceu uma “Eva”, um peluche da personagem feminina do filme, o qual 
ainda hoje permanece guardado, entre a coleção que se foi avolumando. 
A vida do casal, por todas as referências e momentos criados a partir ou inspirados na magia 
da Disney dariam, por si só, um filme. E o grande momento, como se de um argumento pensado 
ao detalhe se tratasse, foi o casamento. Houve um castelo a três dimensões, construído pelos 
dois, houve um topo do bolo inspirado na Cinderela, um porta-alianças que era um coche de 
princesas. Poderíamos ficar a enumerar todos os detalhes – até ao ponto em que não houve ramo 
de flores atirado, mas antes um sapo (de peluche) que, do avesso, se tornava um príncipe. Com 
tudo isto, a pergunta que poderá surgir – mas que Pedro e Sara garantem que nunca surgiu – é: 
não será demasiado infantil? Envergando uma camisola do Mickey e da Minnie enquanto 
conversa com a Notícias Magazine, Sara Pedro chega-se à frente e responde: “A magia da Disney 
é exatamente essa. Os filmes, as séries e todo o entretenimento não ser pensados para as 
crianças, mas antes para todos. Há espaço para uma criança de cinco anos, mas há sobretudo 
espaço para um adulto de 40, por momentos, sentir que tem cinco outra vez”. 
 
Sara Sofia Gonçalves, Notícias Magazine, de 08.10.2023, pp. 32-33. 
 
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
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1. Numera os tópicos de 1 a 5, de acordo com a ordem pela qual o autor organiza as ideias ao 
longo do texto. 
O primeiro tópico já se encontra numerado. 
 
 Referência a alguns presentes 
 Apresentação dos entrevistados 
 Possibilidade de presença da Disney em todas as idades 
1 Descrição do pedido de casamento 
 Presença da Disney no casamento 
 
2. Assinala com X, nos itens 2.1. a 2.3., a opção que completa cada afirmação, de acordo com o 
texto. 
2.1. A palavra “Entretanto” (linha 11) é usada para indicar que o Luís se ajoelhou 
 (A) depois de o holofote incidir sobre a Sara. 
 (B) antes de o holofote incidir sobre a Sara. 
 (C) ao mesmo tempo que o holofote incidiu sobre a Sara. 
 (D) porque o holofote incidiu sobre a Sara. 
 
2.2. A palavra “maior” (linha 4) pertence à classe do 
 (A) nome. 
 (B) adjetivo. 
 (C) advérbio. 
 (D) verbo. 
 
2.3. O exemplo da Sara e do Luís vem comprovar que 
 (A) há adultos muito infantis. 
 (B) o universo da animação é para todos. 
 (C) a Disney faz filmes sobretudo para adultos. 
 (D) a animação traz criatividade à vida. 
 
 
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
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EDUCAÇÃO LITERÁRIA – Texto C 
 
Lê o excerto de Irmão Lobo, de Carla Maia de Almeida. 
 
Bolota é uma menina de 8 anos que conta a história da sua família. A sua imaginação é 
tão fértil que a leva a dar nomes criativos aos que a rodeiam: o pai é o Alce Negro; a mãe é a 
Blanche; a irmã a Miss Kitty; o cão é o Malik. 
 
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Quando vivíamos numa casa com jardim, podíamos sentir a Terra a estremecer por baixo 
de nós. 
Aprendi na escola que as placas tectónicas estão sempre em movimento, dando origem a 
montanhas, sismos e vulcões por todo o planeta. Li uma vez que a superfície da Terra se pode 
mover até doze centímetros por ano − tanto quanto eu cresci ultimamente. Evito pensar nisso 
quando estou a estudar para um teste importante, porque é difícil concentrar-me no meu futuro 
se começo a imaginar o chão a fugir-me debaixo dos pés. 
Uma das memórias que tenho da nossa antiga casa, quando ainda era miúda, é a de ouvir 
a relva a palpitar e a fazer-me cócegas nas pernas e nos braços. Atribuía isso aos poderes das 
formigas e outros bichos que construíam cidades subterrâneas sem o nosso conhecimento. 
Era profundamente influenciada pela minha vida enciclopédica. 
Lembro-me também de um dia de verão em que uma vespa me picou e chorei como uma 
Madalena. Desatei num berreiro que deixou o Malik nervoso e o pôs a ganir e a correr em 
círculos no jardim, para desespero de toda a família. 
− O diabo do cão! Cala-te, Malik! 
− Vais de castigo p'rà casota! Ai vais, vais! 
Foi a Miss Kitty quem pôs ordem na situação e conseguiu calar toda a gente: 
− Deixem o animal em paz, é a fala dele! 
Voltaram a concentrar-se na picadela da vespa. Alce Negro insistiu em pôr uma das novas 
moedas de euro em cima do vulcão cor-de-rosa que rompia a pele do meu joelho inchado. 
− A minha avó atava um escudo com um lenço e era remédio santo contra as vespas − 
contou-nos. 
Garantiu que a moeda não só me faria bem como daria sorte, ideia que a Blanche classificou 
como mais um dos seus “acessos de pensamento mágico”. 
− Que parvoíce. Um bocado de álcool e isso passa. 
Chorei ainda mais, ao toque do algodão da Blanche. 
Não só a grande medicina de Alce Negro falhou, como a moeda não trouxe sorte, porque 
dali a pouco tempo tivemos de mudar de casa. 
Em quinze dias, a Blanche limpou, arrumou e empacotou as nossas vidas. A coleção de 
discos de vinil do pai. O serviço de chá Old Country Roses que as tias lhes tinham dado pelo 
casamento. A guitarra elétrica do Fóssil e o candeeiro com o Rato Mickey da Miss Kitty. 
Deitou fora a minha roupa de bebé, decretando que estava demasiado gasta e que ninguém 
iria nascer na família nos próximos tempos: 
− Quem são os loucos que vão querer pôr crianças neste mundo? 
O pai e o Fóssil ajudavam-na, enquanto a Miss Kitty tomava conta de mim. Isto é, tolerava- 
-me no quarto dela, bufando e revirando os olhos como uma gata enjoada. 
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
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Quando a casa ficou transformada num labirinto de sacos e caixotes, vieram os homens das 
mudanças e levaram tudo em duas horas, sob as ordens implacáveis da Blanche: 
− Despachem-se, não estou a pagar esta fortuna para andarem a pastar. 
A grande preocupação de Alce Negro não era o dinheiro, mas que os vizinhos não nos 
vissem. Parecia que estávamos a fugir de alguma coisa ou que a mobília era roubada. Não sei 
como, conseguiu fazer com que essa e outras mudanças acontecessem sempre à noite, como se 
fossemos uma família de foras da lei. Com um cartaz pregado na porta, a dizer: “Procuram-se, 
vivos ou mortos. Recompensa: um milhão de dólares. Tratar com o xerife.” 
 
Carla Maia de Almeida, Irmão Lobo, Planeta Tangerina, 2013, pp. 35-37. 
 
 
 
1. Explica por que razão a narradora refere que a sua antiga casa tinha um jardim, tendoem 
conta as situações referidas no primeiro e segundo parágrafos. 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
 
2. Seleciona com um X a opção que completa a frase, de acordo com o texto. 
Quando Alce Negro diz que a solução da avó era “remédio santo” (linha 21), pretende afirmar 
que 
 
 (A) se tratava de um remédio usado em cerimónias religiosas. 
 (B) era um remédio que curava imediatamente as pessoas. 
 (C) se tratava de um tratamento aconselhado por um santo. 
 (D) era um tratamento que levava as pessoas a serem santas. 
 
3. Apresenta a opinião de Blanche relativamente à personalidade de Alce Negro, com base na 
reação descrita nas linhas 23 e 24. 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
 
4. Caracteriza a personagem Blanche, tendo em consideração o seu comportamento em 
diferentes situações. Considera as linhas 25, 29 a 34 e 37 a 39. 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
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5. Assinala com X, nos itens 5.1. a 5.3., a opção que completa cada afirmação, de acordo com o 
sentido do texto. 
 
5.1. A comparação presente em “tanto quanto eu” (linha 5) põe em destaque 
 (A) o sentimento de orgulho da narradora. 
 (B) o interesse da narradora pelas placas tectónicas. 
 (C) a desatenção constante da narradora. 
 (D) a cultura da narradora, que lê muito. 
 
5.2. Na expressão “vulcão cor-de-rosa” (linha 20) recorre-se a uma 
 (A) comparação. 
 (B) enumeração. 
 (C) metáfora. 
 (D) personificação. 
 
5.3. A passagem que melhor comprova a importância das aparências para o Alce Negro 
encontra-se na(s) linha(s) 
 (A) 21. 
 (B) 23. 
 (C) 40-41. 
 (D) 43-44. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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GRAMÁTICA 
 
1. Associa os verbos sublinhados nas frases da coluna A à sua subclasse na coluna B. 
Coluna A Coluna B 
a) “tanto quanto eu cresci ultimamente.” (linha 5) 
b) “Atribuía isso aos poderes das formigas e outros 
bichos” (linhas 9-10) 
c) “Era profundamente influenciada pela minha 
vida enciclopédica.” (linha 11) 
d) “O pai e o Fóssil ajudavam-na” (linha 35) 
1) Verbo principal transitivo direto 
2) Verbo principal transitivo direto 
e indireto 
3) Verbo principal intransitivo 
4) Verbo auxiliar 
 
2. Completa as frases, conjugando os verbos nos tempos indicados. 
a) As mudanças _______________ (ser, pretérito mais-que-perfeito composto, do 
indicativo) sempre momentos um pouco estranhos. 
b) Durante as mudanças, nós _______________ (parecer, pretérito imperfeito simples, do 
indicativo) uma família de bandidos. 
c) Malik _______________ (ladrar, condicional simples) sempre que alguém gritasse. 
 
3. Assinala com X, nos itens 3.1. e 3.2., a opção que completa cada afirmação. 
3.1. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função de predicativo do sujeito é 
 (A) Blanche estava demasiado atarefada. 
 (B) Blanche tornou-se muito prestativa. 
 (C) Blanche permaneceu sentada. 
 (D) Blanche calou-se durante algum tempo. 
 
3.2. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função sintática de complemento 
indireto é 
 (A) A narradora tem uma imaginação muito fértil. 
 (B) As mudanças trazem sempre complicações. 
 (C) A narradora contou-nos um episódio interessante. 
 (D) Os homens das mudanças colocaram os caixotes na carrinha. 
 
4. Identifica o advérbio ou a locução adverbial presente em cada frase. 
a) “podíamos sentir a Terra a estremecer por baixo de nós.” (linhas 1-2) 
b) “Era profundamente influenciada pela minha vida enciclopédica.” (linha 11) 
c) “decretando que estava demasiado gasta” (linha 32) 
 
 
 
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ESCRITA 
 
1. As histórias que lemos ou os filmes a que assistimos contribuem para a nossa criatividade. 
 
Do teu ponto de vista, consideras que esta afirmação é verdadeira? 
 
Escreve um texto de opinião bem estruturado, com um mínimo de 150 e um máximo de 200 
palavras, em que defendas a tua perspetiva sobre a importância dos livros e dos filmes para 
a nossa criatividade. 
 
O teu texto deve integrar: 
– uma introdução, na qual contextualizes o tema e apresentes o teu ponto de vista; 
– um desenvolvimento, em que apresentes dois argumentos com os respetivos exemplos; 
– uma conclusão, com a síntese do que deixaste exposto. 
 
 
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FIM 
 
 
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COTAÇÃO DO TESTE 
 
Grupo 
Item 
Total 
Cotação (em pontos) 
Compreensão 
do Oral 
1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 
 
 
3 3 3 3 12 
Leitura 
1. 2.1. 2.2. 2.3. 
 
 
3 3 3 3 12 
Educação 
Literária 
1. 2. 3. 4. 5.1. 5.2. 5.3. 
3 3 5 6 3 3 3 26 
Gramática 
1. 2 3.1. 3.2. 4. 
 
 
4 
(4 x 1) 
6 
(3 x 2) 
2 
 
2 
 
6 
(3 x 2) 
20 
Escrita Item único 30 
 
Total 100 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 PROPOSTAS DE CORREÇÃO 
 
COMPREENSÃO DO ORAL 
1.1. (A) 
1.2. (B) 
1.3. (B) 
1.4. (C) 
 
LEITURA 
1. 3, 2, 5, 1, 4 
2.1. (C) 
2.2. (B) 
2.3. (B) 
 
EDUCAÇÃO LITERÁRIA 
1. A narradora refere que a casa tinha jardim, porque isso permite compreender a razão pela qual ela podia sentir 
tremer o chão, o que se devia à proximidade entre a casa e a terra, tal como refere no primeiro parágrafo. Por ter 
jardim podia também aí ouvir a relva palpitar, o que descreve no segundo parágrafo. 
2. (B) 
3. Blanche considera que Alce Negro é um sonhador, uma pessoa pouco prática e afastada da realidade. Por isso ela 
diz que ele tem “acessos de pensamento mágico” (linha 24). 
4. Blanche é uma personagem muito objetiva e pouco sonhadora, tal como se observa na forma como ela procura 
resolver a situação da picada de vespa. Por outro lado, é uma personagem também muito despachada, organizada 
e com sentido prático. Isso fica claro na forma como organiza os caixotes para a mudança de casa e como abdica 
de coisas que já não são necessárias. Tem também espírito de liderança tal como se observa na forma como trata 
as pessoas encarregadas de fazer o transporte para a nova casa. 
5.1. (A) 
5.2. (C) 
5.3. (C) 
 
 
GRAMÁTICA 
1. a) – 3); b) – 2); c) – 4); d) – 1) 
2. a) tinham sido; b) parecíamos; c) ladraria 
3.1. (D) 
3.2. (C) 
4. a) por baixo de; b) profundamente; d) demasiado 
 
ESCRITA 
 ESCRITA 
As histórias e os filmes representam histórias, reais ou imaginadas, e, do meu ponto de vista, podem 
efetivamente, contribuir para desenvolver a nossa criatividade. 
Em primeiro lugar, os livros e os filmes, ao criarem um mundo de fantasia, com as suas histórias de heróis e 
aventuras, possibilitam que a nossa imaginação se abra a outras realidades, permitindo-nos criar os nossos próprios 
mundos imaginários. Isso acontece, por exemplo, às crianças, quando assistem a um filme ou ouvem ou leem uma 
história, que são levadas a brincar, imitando essas histórias e esses mundos de fantasia. 
Em segundo lugar, os filmes e os livros permitem, também, que fiquemos mais atentos à realidade que nos 
envolve e aos seus problemas e que, consequentemente, procuremos soluções criativas para os resolvermos. Se 
lermos, por exemplo, um livro que aborde problemas com o meio ambiente, esse tema pode motivar a nossa atenção 
para o que nos rodeia e para a tentativa de melhorar o mundo onde vivemos. 
Em conclusão, quer os livros que lemos quer os filmes a que assistimos são uma fonte inesgotável de ideias, 
soluções, aventuras que podem levar a que a nossa imaginação e a nossa criatividade se desenvolvam com mais 
facilidade. 
 (198 palavras) 
 
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MATRIZ DO TESTE (VERSÃO B) 
 
Escola 
Matriz do teste n.o 1 – Português 7.o ano 
Data do teste Turma Duração do teste 
Unidade Texto narrativo / Texto não literário 
 
Domínios Conteúdos Estrutura / Tipologia de questões Cotação 
Oralidade 
(Compreensão 
do Oral) 
Crónica 
 
Itens de seleção 
- escolha múltipla 
 
 
12 
 
 
Leitura 
 
 
Reportagem / Texto expositivo 
- sentido global 
- assunto 
- significados 
- classes de palavras 
 
Itens de seleção 
- escolha múltipla 
- ordenação 
 
12 
Educação 
Literária 
Irmão Lobo, de Carla Maia 
de Almeida (excerto) 
- ideias principais 
- caracterização de personagens 
- identificação de recursos 
expressivos 
- interpretação 
 
Itens de seleção 
- escolha múltipla 
 
Itens de construção 
- resposta curta 
 
 
26 
Gramática 
Conjugação verbal 
Classes de palavras 
- verbos 
- advérbios e locuções adverbiais 
Funções sintáticas 
Itens de seleção 
- escolha múltipla 
- completamento 
 
20 
Escrita 
Texto de opinião 
- respeito pelo tema e pelas marcas 
do género 
- estrutura do texto 
- construção de parágrafos 
- correção sintática e ortográfica 
 
Texto longo 
30 
 
 
 
 
 
O Professor ___________________________________________ Data _____________ 
 
 
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
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 ESCOLA_______________________________________________ DATA ____/ ____/ 20___ 
 
NOME_____________________________________________________ Nº_____ TURMA______ 
 
 COMPREENSÃO DO ORAL – Texto A 
 
 Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir a notícia de 
umas filmagens da Disney feitas na Madeira. 
 
Link: 
https://sicnoticias.pt/cultura/2023-03-12-Star-Wars-o-que-se-sabe-
sobre-as-filmagens-na-Madeira--4e0fa2b2 
 
 
Antes de iniciares, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes e responde 
ao que é pedido. 
 
1. Para cada item, seleciona a opção que completa a frase, de acordo com o sentido do texto. 
 
1.1. A Disney está a fazer filmagens na Madeira para a saga 
 
 (A) Star Wars. 
 (B) Piratas das Caraíbas. 
 (C) Marvel. 
 
1.2. O local das filmagens está com acesso 
 
 (A) sem condicionamento, mas vigiado por seguranças. 
 (B) condicionado e vigiado por seguranças. 
 (C) fechado e vigiado por seguranças. 
 
1.3. Apesar de haver acordos de confidencialidade, 
 
 (A) é certo que se está a rodar uma série que irá para o streaming. 
 (B) acredita-se que se está a rodar uma série que irá para o streaming. 
 (C) coloca-se a hipótese que se está a rodar um filme que irá para o streaming. 
 
1.4. Perante a falta de informações concretas, os habitantes da Madeira divertem-se a 
 
 (A) visitar o local das filmagens, durante o fim de semana. 
 (B) rever os filmes da saga que está a ser filmada. 
 (C) criar memes com as personagens da série. 
 
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LEITURA – Texto B 
 
Da garagem de Walt à magia da Disney. Uma viagem de 100 anos 
 
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Foi em 1923 que Walt e Roy, dois irmãos norte-americanos, decidiram oficializar os 
desenhos que vinham sendo criados numa garagem em Chicago. Às portas de comemorar o 
centenário, fomos em busca de histórias que falem pela própria Disney. Estivemos à conversa com 
Sara e Luís, responsáveis pelo maior grupo de fãs em Portugal. 
 
Um inocente e banal convite para jantar parte de Luís para a namorada, Sara. Parece estranho 
o restaurante estar quase vazio, mas deve fazer parte, afinal, é dia de semana. O jantar decorre 
como tantos outros ao longo de sete anos de namoro. Até que, com a sobremesa, vem algo mais. 
As luzes apagam-se. O que será? Ouve-se “Can you feel the love tonight”, música do filme original 
do Rei Leão e que tem a versão portuguesa com o título “Esta noite o amor chegou”. E chegou 
mesmo. Assim que as primeiras notas se fazem ouvir, um holofote incide sobre Sara, que nem 
uma superestrela a atuar num grande palco. Entretanto, Luís já se ajoelhou. A voz de Elton John 
continua a fazer-se ouvir. Até que surge a esperada pergunta: “Queres casar comigo?”. 
Poderíamos estar a descrever o argumento de um filme da Disney. Mas ainda que as referências 
à marca de entretenimento estejam lá (e em muitos mais pontos da vida de Sara e Luís), trata-se 
da vida real. Este foi um dos momentos “mágicos” do casal que provam que a Disney não é só 
(nem sobretudo, mas já lá iremos) para crianças. 
Comecemos por contextualizar Sara Pedro e Luís Pinto. São eles os responsáveis pelo maior 
grupo de fãs da Disney em Portugal. Na rede social Facebook, o grupo já caminha para os 23 mil 
membros. O gosto pela animação do renomado Walt, tal como a grande parte das crianças, 
começou desde cedo. Mas o “fanatismo” surgiu muito mais tarde, já em adultos. Antes do já 
descrito pedido de casamento ao som de Rei Leão, houve também disfarces de Carnaval, os 
primeiros bonecos comprados para a coleção e, claro, o primeiro filme em casal. Era 2008 e 
estreava no cinema a longa-metragem de animação Wall-E. Com poucos meses de namoro, a ida 
ao cinema foi dos primeiros encontros do casal. No mês seguinte, em setembro, era o aniversário 
de Sara, a quem Luís ofereceu uma “Eva”, um peluche da personagem feminina do filme, o qual 
ainda hoje permanece guardado, entre a coleção que se foi avolumando. 
A vida do casal, por todas as referências e momentos criados a partir ou inspirados na magia 
da Disney dariam, por si só, um filme. E o grande momento, como se de um argumento pensado 
ao detalhe se tratasse, foi o casamento. Houve um castelo a três dimensões, construído pelos 
dois, houve um topo do bolo inspirado na Cinderela, um porta-alianças que era um coche de 
princesas. Poderíamos ficar a enumerar todos os detalhes – até ao ponto em que não houve ramo 
de flores atirado, mas antes um sapo (de peluche) que, do avesso, se tornava um príncipe. Com 
tudo isto, a pergunta que poderá surgir – mas que Pedro e Sara garantem que nunca surgiu – é: 
não será demasiado infantil? Envergando uma camisola do Mickey e da Minnie enquanto 
conversa com a Notícias Magazine, Sara Pedro chega-se à frente e responde: “A magia da Disney 
é exatamente essa. Os filmes, as séries e todo o entretenimento não ser pensados para as 
crianças, mas antes para todos. Há espaço para uma criança de cinco anos, mas há sobretudo 
espaço para um adulto de 40, por momentos, sentir que tem cinco outra vez”. 
 
Sara Sofia Gonçalves, Notícias Magazine, de 08.10.2023, pp. 32-33. 
 
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1. Numera os tópicos de 1 a 5, de acordo com a ordem pela qual o autor organiza as ideias ao 
longo do texto. 
O primeiro tópico já se encontra numerado. 
 
 Referência a alguns presentes 
 Apresentação dos entrevistados 
 Possibilidade de presença da Disney em todas as idades 
1 Descrição do pedido de casamento 
 Presença da Disney no casamento 
 
2. Assinala com X, nos itens 2.1. a 2.3., a opção que completa cada afirmação, de acordo com o 
texto. 
2.1. A palavra “Entretanto” (linha 11) é usada para indicar que o Luís se ajoelhou 
 (A) depois de o holofote incidir sobre a Sara. 
 (B) antes de o holofote incidir sobre a Sara. 
 (C) ao mesmo tempo que o holofote incidiu sobre a Sara. 
 (D) porque o holofote incidiu sobre a Sara. 
 
2.2. A palavra “maior” (linha 4) pertence à classe do 
 (A) nome. 
 (B) adjetivo. 
 (C) advérbio. 
 (D) verbo. 
 
2.3. O exemplo da Sara e do Luís vem comprovar que 
 (A) há adultos muito infantis. 
 (B) o universo da animação é para todos. 
 (C) a Disney faz filmes sobretudo para adultos. 
 (D) a animação traz criatividade à vida. 
 
 
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EDUCAÇÃO LITERÁRIA – Texto C 
 
Lê o excerto de Irmão Lobo, de Carla Maia de Almeida. 
 
Bolota é uma menina de 8 anos que conta a história da sua família. A sua imaginação é 
tão fértil que a leva a dar nomes criativos aos que a rodeiam: o pai é o Alce Negro; a mãe é a 
Blanche; a irmã a Miss Kitty; o cão é o Malik. 
 
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Quando vivíamos numa casa com jardim, podíamos sentir a Terra a estremecer por baixo 
de nós. 
Aprendi na escola que as placas tectónicas estão sempre em movimento, dando origem a 
montanhas, sismos e vulcões por todo o planeta. Li uma vez que a superfície da Terra se pode 
mover até doze centímetros por ano − tanto quanto eu cresci ultimamente. Evito pensar nisso 
quando estou a estudar para um teste importante, porque é difícil concentrar-me no meu futuro 
se começo a imaginar o chão a fugir-me debaixo dos pés. 
Uma das memórias que tenho da nossa antiga casa, quando ainda era miúda, é a de ouvir 
a relva a palpitar e a fazer-me cócegas nas pernas e nos braços. Atribuía isso aos poderes das 
formigas e outros bichos que construíam cidades subterrâneas sem o nosso conhecimento. 
Era profundamente influenciada pela minha vida enciclopédica. 
Lembro-me também de um dia de verão em que uma vespa me picou e chorei como uma 
Madalena. Desatei num berreiro que deixou o Malik nervoso e o pôs a ganir e a correr em 
círculos no jardim, para desespero de toda a família. 
− O diabo do cão! Cala-te, Malik! 
− Vais de castigo p'rà casota! Ai vais, vais! 
Foi a Miss Kitty quem pôs ordem na situação e conseguiu calar toda a gente: 
− Deixem o animal em paz, é a fala dele! 
Voltaram a concentrar-se na picadela da vespa. Alce Negro insistiu em pôr uma das novas 
moedas de euro em cima do vulcão cor-de-rosa que rompia a pele do meu joelho inchado. 
− A minha avó atava um escudo com um lenço e era remédio santo contra as vespas − 
contou-nos. 
Garantiu que a moeda não só me faria bem como daria sorte, ideia que a Blanche classificou 
como mais um dos seus “acessos de pensamento mágico”. 
− Que parvoíce. Um bocado de álcool e isso passa. 
Chorei ainda mais, ao toque do algodão da Blanche. 
Não só a grande medicina de Alce Negro falhou, como a moeda não trouxe sorte, porque 
dali a pouco tempo tivemos de mudarde casa. 
Em quinze dias, a Blanche limpou, arrumou e empacotou as nossas vidas. A coleção de 
discos de vinil do pai. O serviço de chá Old Country Roses que as tias lhes tinham dado pelo 
casamento. A guitarra elétrica do Fóssil e o candeeiro com o Rato Mickey da Miss Kitty. 
Deitou fora a minha roupa de bebé, decretando que estava demasiado gasta e que ninguém 
iria nascer na família nos próximos tempos: 
− Quem são os loucos que vão querer pôr crianças neste mundo? 
O pai e o Fóssil ajudavam-na, enquanto a Miss Kitty tomava conta de mim. Isto é, tolerava- 
-me no quarto dela, bufando e revirando os olhos como uma gata enjoada. 
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Quando a casa ficou transformada num labirinto de sacos e caixotes, vieram os homens das 
mudanças e levaram tudo em duas horas, sob as ordens implacáveis da Blanche: 
− Despachem-se, não estou a pagar esta fortuna para andarem a pastar. 
A grande preocupação de Alce Negro não era o dinheiro, mas que os vizinhos não nos 
vissem. Parecia que estávamos a fugir de alguma coisa ou que a mobília era roubada. Não sei 
como, conseguiu fazer com que essa e outras mudanças acontecessem sempre à noite, como se 
fossemos uma família de foras da lei. Com um cartaz pregado na porta, a dizer: “Procuram-se, 
vivos ou mortos. Recompensa: um milhão de dólares. Tratar com o xerife.” 
 
Carla Maia de Almeida, Irmão Lobo, Planeta Tangerina, 2013, pp. 35-37. 
 
 
 
1. Explica o que fazia a narradora no seu jardim, tendo em conta o segundo parágrafo. 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
 
2. Seleciona com um X a opção que completa a frase, de acordo com o texto. 
Quando Alce Negro diz que a solução da avó era “remédio santo” (linha 21), pretende afirmar 
que 
 
 (A) se tratava de um remédio usado em cerimónias religiosas. 
 (B) era um remédio que curava imediatamente as pessoas. 
 (C) se tratava de um tratamento aconselhado por um santo. 
 (D) era um tratamento que levava as pessoas a serem santas. 
 
3. Percebemos que Blanche não concorda com a solução apresentada pelo Alce Negro para o 
problema da narradora, com base na reação descrita nas linhas 23 e 24. 
Na tua opinião, o que pensará Blanche do Alce Negro? É uma pessoa prática ou é um 
sonhador? Justifica. 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
 
4. Caracteriza a personagem Blanche, tendo em consideração o seu comportamento em 
diferentes situações. Considera as linhas 29 a 34. 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
___________________________________________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
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5. Assinala com X, nos itens 5.1. a 5.3., a opção que completa cada afirmação, de acordo com o 
sentido do texto. 
 
5.1. A comparação presente em “tanto quanto eu” (linha 5) põe em destaque 
 (A) o sentimento de orgulho da narradora. 
 (B) o interesse da narradora pelas placas tectónicas. 
 (C) a desatenção constante da narradora. 
 (D) a cultura da narradora, que lê muito. 
 
5.2. Na expressão “vulcão cor-de-rosa” (linha 20) recorre-se a uma 
 (A) comparação. 
 (B) enumeração. 
 (C) metáfora. 
 (D) personificação. 
 
5.3. A passagem que melhor comprova a importância das aparências para o Alce Negro 
encontra-se na(s) linha(s) 
 (A) 21. 
 (B) 23. 
 (C) 40-41. 
 (D) 43-44. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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GRAMÁTICA 
 
1. Associa os verbos sublinhados nas frases da coluna A à sua subclasse na coluna B. 
 
 
 
 
 
 
Coluna A Coluna B 
a) “tanto quanto eu cresci ultimamente.” (linha 5) 
b) “Atribuía isso aos poderes das formigas e outros 
bichos” (linhas 9-10) 
c) “Era profundamente influenciada pela minha 
vida enciclopédica.” (linha 11) 
d) “O pai e o Fóssil ajudavam-na” (linha 35) 
1) Verbo principal transitivo direto 
2) Verbo principal transitivo direto 
e indireto 
3) Verbo principal intransitivo 
4) Verbo auxiliar 
 
2. Completa as frases, selecionando a forma verbal que corresponde aos tempos indicados. 
a) As mudanças têm sido / tinham sido (ser, pretérito mais-que-perfeito composto, do 
indicativo) sempre momentos um pouco estranhos. 
b) Durante as mudanças, nós parecíamos / parecemos (parecer, pretérito imperfeito 
simples, do indicativo) uma família de bandidos. 
c) Malik ladrara / ladraria (ladrar, condicional simples) sempre que alguém gritasse. 
 
3. Assinala com X, nos itens 3.1. e 3.2., a opção que completa cada afirmação. 
3.1. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função 
de predicativo do sujeito é 
 (A) Blanche estava demasiado atarefada. 
 (B) Blanche tornou-se muito prestativa. 
 (C) Blanche permaneceu sentada. 
 (D) Blanche calou-se durante algum tempo. 
 
3.2. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função 
sintática de complemento indireto é 
 (A) A narradora tem uma imaginação muito fértil. 
 (B) As mudanças trazem sempre complicações. 
 (C) A narradora contou-nos um episódio interessante. 
 (D) Os homens das mudanças colocaram os caixotes na carrinha. 
 
Ajuda: 
*Verbo principal transitivo direto: verbo + complemento direto. Ex. Eles arrumaram as malas. 
* Verbo principal transitivo direto e indireto: verbo + compl. direto + compl. Indireto. Ex. Ela mostrou as malas 
aos senhores da mudança. 
* Verbo principal intransitivo: verbo que não pede complementos. Ex. Eles chegaram. 
* Verbo auxiliar: vem antes do verbo principal. Ex. Eles tinham arrumado as malas. 
 
Ajuda: 
Os verbos copulativos (exigem 
predicativo do sujeito). 
Exs.: ser, estar, ficar, parecer, 
permanecer, continuar, andar, tornar-se, 
revelar-se… 
Ajuda: 
O complemento indireto 
pode ser substituído pelo 
pronome -lhe(s). 
Ex. Falou ao Pedro. 
 Falou-lhe. 
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4. Identifica o advérbio ou a locução adverbial presente em cada frase. 
a)“podíamos sentir a Terra a estremecer por baixo de nós.” (linhas 1-2) 
b) “Era profundamente influenciada pela minha vida enciclopédica.” (linha 11) 
c) “decretando que estava demasiado gasta” (linha 32) 
 
 
 
 
Ajuda: 
Alguns advérbios e as locuções adverbiais podem apresentar valores de tempo, lugar, 
quantidade, modo... 
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ESCRITA 
 
1. As histórias que lemos ou os filmes a que assistimos contribuem para a nossa criatividade. 
 
Do teu ponto de vista, consideras que esta afirmação é verdadeira? 
 
Escreve um texto de opinião bem estruturado, com um mínimo de 100 e um máximo de 200 
palavras, em que defendas a tua perspetiva sobre a importância dos livros e dos filmes para 
a nossa criatividade. 
 
O teu texto deve integrar: 
– uma introdução, na qual contextualizes o tema e apresentes o teu ponto de vista; 
– um desenvolvimento, em que apresentes dois argumentos com os respetivos exemplos; 
– uma conclusão, com a síntese do que deixaste exposto. 
 
 
As histórias e os filmes (refere o tipo de histórias que presentam) ____________________ 
_____________________________. Do meu ponto de vista, (indica se concordas ou não com a 
afirmação) ___________________________________________________________________. 
 Em primeiro lugar, (refere uma razão que prove que os livros e os filmes desenvolvem a 
nossa criatividade) _____________________________________________________________ 
_____________________________________________________________________________ 
_____________________________________________________________________________. 
Por exemplo, (dá um exemplo relacionado com a razão apresentada) _____________________ 
_____________________________________________________________________________ 
_____________________________________________________________________________. 
Em segundo lugar, (refere uma outra razão que prove que os livros e os filmes 
desenvolvem a nossa criatividade) _________________________________________________ 
_____________________________________________________________________________ 
_____________________________________________________________________________. 
Por exemplo, (dá um exemplo relacionado com a razão apresentada) _____________________ 
_____________________________________________________________________________ 
_____________________________________________________________________________. 
Em conclusão, (repete a tua posição por outras palavras) ________________________ 
_____________________________________________________________________________ 
_____________________________________________________________________________. 
FIM 
 
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
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COTAÇÃO DO TESTE 
 
Grupo 
Item 
Total 
Cotação (em pontos) 
Compreensão 
do Oral 
1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 
 
 
3 3 3 3 12 
Leitura 
1. 2.1. 2.2. 2.3. 
 
 
3 3 3 3 12 
Educação 
Literária 
1. 2. 3. 4. 5.1. 5.2. 5.3. 
3 3 5 6 3 3 3 26 
Gramática 
1. 2 3.1. 3.2. 4. 
 
 
4 
(4 x 1) 
6 
(3 x 2) 
2 
 
2 
 
6 
(3 x 2) 
20 
Escrita Item único 30 
 
Total 100 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Descarregado por Beatriz Nunes (beatriznunes2021n@gmail.com)
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 PORTUGUÊS 7.º ANO – OUTUBRO 
©Edições ASA | 2023-2024 – Carla Marques | Ana Paula Neves Página 12 
 
 
 PROPOSTAS DE CORREÇÃO 
 
COMPREENSÃO DO ORAL 
1.1. (A) 
1.2. (B) 
1.3. (B) 
1.4. (C) 
 
LEITURA 
1. 3, 2, 5, 1, 4 
2.1. (C) 
2.2. (B) 
2.3. (B) 
 
EDUCAÇÃO LITERÁRIA 
1. No seu jardim, a narradora ouvia a relva palpitar. 
2. (B) 
3. Blanche considera que Alce Negro é um sonhador, uma pessoa pouco prática e afastada da realidade. Por isso ela 
diz que ele tem “acessos de pensamento mágico” (linha 24). 
4. Blanche é uma personagem muito despachada, organizada e com sentido prático. Isso fica claro na forma como 
organiza os caixotes para a mudança de casa e como abdica de coisas que já não são necessárias. 
5.1. (A) 
5.2. (C) 
5.3. (C) 
 
 
GRAMÁTICA 
1. a) – 3); b) – 2); c) – 4); d) – 1) 
2. a) tinham sido; b) parecíamos; c) ladraria 
3.1. (D) 
3.2. (C) 
4. a) por baixo de; b) profundamente; d) demasiado 
 
ESCRITA 
As histórias e os filmes representam histórias, reais ou imaginadas. Do meu ponto de vista, podem 
efetivamente, contribuir para desenvolver a nossa criatividade. 
Em primeiro lugar, os livros e os filmes, ao criarem um mundo de fantasia, com as suas histórias de heróis e 
aventuras, possibilitam que a nossa imaginação se abra a outras realidades, permitindo-nos criar os nossos próprios 
mundos imaginários. Isso acontece, por exemplo, às crianças, quando assistem a um filme ou ouvem ou leem uma 
história, que são levadas a brincar, imitando essas histórias e esses mundos de fantasia. 
Em segundo lugar, os filmes e os livros permitem, também, que fiquemos mais atentos à realidade que nos 
envolve e aos seus problemas e que, consequentemente, procuremos soluções criativas para os resolvermos. Se 
lermos, por exemplo, um livro que aborde problemas com o meio ambiente, esse tema pode motivar a nossa atenção 
para o que nos rodeia e para a tentativa de melhorar o mundo onde vivemos. 
Em conclusão, quer os livros que lemos quer os filmes a que assistimos são uma fonte inesgotável de ideias, 
soluções, aventuras que podem levar a que a nossa imaginação e a nossa criatividade se desenvolvam com mais 
facilidade. 
 (173 palavras) 
 
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