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EXEMPLO 2 POP
P.O.P. – Procedimento Operacional Padrão
Diretor Geral do Laboratório: Rosana Aparecida Nicolau
Técnicos Assistentes: Cauê Machado Bueno David Silva Rafael Paulo Henrique Betti Siqueira Samantha Regina Rúbio Vítor Torres Freire
Laboratório: 202 (Bromatologia/Metrologia)
Ano III (3ª Revisão)
Próxima revisão: 2012
ESCOLA TÉCNICA “LAURO GOMES”
ÍNDICE 
Disposições Gerais Funções e Layout do laboratório Calibração das Vidrarias Pipeta volumétrica Bureta Balão volumétrico Balão volumétrico em relação à bureta Sugestões à Curto prazo à Médio prazo à Longo prazo Disposições finais 
Calibração de Pipeta Volumétrica
 Dados: Temperatura ambiente: 17° C 
Massa do erlenmeyer vazio: 48,117 g 
Densidade da água a 17°C: 0,998774 g/cm³ 
Tolerância de desvio para pipetas de 10 mL: 0,02 mL 
Procedimento: - Determinar a massa do erlenmeyer a ser utilizado; - Preparar uma pipeta volumétrica de 10 mL, anexando uma pêra de segurança e ambientá-la com o líquido de referência (no caso a água destilada); - Colocar em um béquer previamente limpo mais de 100 mL água destilada; - Retirar com o auxilio da pipeta volumétrica 10 mL e transferir para o erlenmeyer; - Anotar a massa do erlenmeyer com o volume de água transferido com a pipeta; - Retirar a água do erlenmeyer e secá-lo; - Repetir o experimento por 10 (dez) vezes; Prosseguir com os cálculos, utilizando uma tabela para correções. 
Tabela de resultados: Erlenmeyer c/ água Xi Fi xi.fi xi.fi/d |xi-x|fi |xi-x|²fi 1 58,078 9,961 1 9,961 9,97322 0,214166 0,045867075556 2 58,299 10,182 1 10,182 10,19449 0,007104 0,000050466816 3 58,426 10,309 1 10,309 10,32165 0,134264 0,018026821696 4 58,294 10,177 1 10,177 10,18949 0,002104 0,000004426816 5 58,350 10,233 1 10,233 10,24556 0,058174 0,003384214276 6 58,212 10,095 1 10,095 10,10739 0,079996 0,006399360016 7 58,434 10,317 1 10,317 10,32966 0,142274 0,020241891076 8 58,269 10,152 1 10,152 10,16446 0,022926 0,000525601476 9 58,256 10,139 1 10,139 10,15144 0,035946 0,001292114916 10 58,301 10,184 1 10,184 10,19650 0,009114 0,000083064996 ∑ 10 101,87386 0,706068 0,095875037640 Dm = 0,706068/10 = 0,0706068 S² = 0,095875037640/9 = 0,01065278196 S = √0,01065278196 = 0,10321231496289577943592911764615 = 0,1 Interpretação dos resultados: O valor encontrado (0,1 mL) foge do limite de tolerância (0,02 mL), no entanto, como a diferença também é mínima não é necessária a substituição do material, mas sim a indicação da recalibração: 10 mL  0,1 mL. 
Calibração de Bureta 
Massa do béquer vazio: 67,855 g 
Densidade da água a 19°C: 0,998405 g/cm3 
Tolerância para buretas de 25 mL: 0,03 mL 
Procedimento: - Zere normalmente uma bureta com água destilada em equilíbrio térmico, verificando se não há bolhas de ar e se não há gotas aderidas na ponta. Depois de 10 minutos verifique se houve variação desse volume. - Lentamente, retire 5 mL da bureta em um recipiente previamente pesado. Pese o conjunto novamente. - Sem descartar os volumes, repita a operação de 5 em 5 mL até obter um volume de 25 mL, sempre anotando as massas. - Subtraia a massa do recipiente da massa do conjunto, obtendo a massa de água, use a tabela de densidade e descubra o volume real da água escoada. - Determine o desvio padrão da bureta. 
Calibração de balão volumétrico em relação a uma pipeta volumétrica 
Dados: Tolerância para balões de 100 mL: 0,08 
Temperatura ambiente: 29°C 
Densidade da água: 0,997538 g/cm3 
Massa do balão volumétrico: 78,847 g 
Massa do balão volumétrico com água: 178,773 g 
Massa de água: 99,926 g 
Desvio padrão do balão volumétrico: 0,07 mL 
Procedimento: - Cuidadosamente transfira 10 alíquotas de 10 mL para um balão de 100 mL, verificando se há a passagem do menisco (conjunto descalibrado). Resultados: Volume de água: 100,172 mL Volume esperado: 100,000 mL Desvio: 0,172 mL Considerando o desvio padrão calculado para a pipeta volumétrica sendo 0,105 : 0,172 - 0,105 = 0,067 Interpretação dos resultados: Calibração em conformidade. 
Sugestões à Curto Prazo:  Trocar as cadeiras das mesas por banquetas menores e mais apropriadas, que ocupem menos espaço quando estiverem para fora das mesas;  Instituir nos grupos o consenso de manter o chão livre de bolsas e mochilas, o que potencializa o risco de acidentes;  Instituir nos grupos o consenso de evitar abrir e fechar a porta do laboratório e as janelas quando houver pesagens ocorrendo, já que o vento que entra pode afetar as leituras. Do mesmo modo, verificar se a estufa está realmente vedada ao se fechá-la, para evitar a perda de calor; Sugestões à Médio Prazo:  Abrir uma forma de escape adequada para a água utilizada na auto-clave, o que exige uma pequena reformulação na planta do laboratório, como a adição de canos e tubulações.  Adicionar mais tomadas pelo laboratório, o que exigirá mais obras, mas que ainda assim facilitarão o andamento das operações no laboratório, pois permite a instalação de mais equipamentos (especialmente a geladeira recentemente adquirida, que não funciona devidamente pela falta de instalações elétricas).  Aquisição de mais vidrarias e outros objetos de uso comum como cadinhos, pipetas de Pasteur e béqueres de tamanhos variados, o que evitará o uso por turmas de outros turnos, assim, cada grupo tem a possibilidade de efetuar a sua prática sem atrapalhar a de outrem. 
Sugestões à Longo Prazo:  Uma das principais mudanças que podem ser providenciadas apenas à longo prazo é modificação de todo o sistema de gás do laboratório para um mais seguro e confiável. Essa mudança visa também aumentar a dimensão das pias que ficam entre cada mesa, facilitando o uso para os diversos grupos.  Seria interessante também se houvesse apenas 6 grupos. Para tal, cada integrante do sétimo grupo seria direcionado para cada um dos outros grupos, isso vai aumentar o contingente de cada grupo, mas aumentará o espaço útil do laboratório. Com a adição de mais uma pessoa no grupo, outras mudanças seriam necessárias como o aumento das mesas e do espaço entre elas.  Outra mudança mais complexa seria, por exemplo, a implantação de um sistema de ar condicionado. Embora muito caro, ele traz benefícios aos alunos tais como controle da temperatura interna, maior estabilidade das vidrarias e equipamentos nas análises, maior confiabilidade dos cálculos obtidos, etc.  A substituição dos tacos do laboratório por um piso adequado também seria de extrema valia pois nas condições atuais existe grande acúmulo de sujeira, microorganismos, chance de acidentes, geração de estática perto da balança etc.