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SEMINÁRIO 
ANÁLISE 
DE RISCO 
Armando Augusto Martins Campos 
Mestre em Sistemas de Gestão; Engenheiro Mecânico, Engenheiro de Segurança do 
Trabalho; especialização em Seguridad Integral na Fundación Mapfre da Espanha; 
docente de Cursos de Engenharia de Segurança das seguintes Instituições: 
UFF/RJ, PUC/PR Campus Curitiba, Católica/SC - Campus Joinville, Católica/SC - 
Campus Jaraguá do Sul; Faculdades Mackenzie/SP; Mentor 
do curso à distância ―Introdução a Sistemas Integrados de Gestão‖ do SENAC/SP; 
Sócio Diretor da ADMC Serviços de Consultoria; Articulista da Revista Proteção com 
a coluna sobre ―CIPA‖; Docente do Programa Qualificar da Proteção Eventos, com 
174 cursos ministrados em 14 anos; Mentor e Facilitador dos: Seminário NTEP/FAP 
e Seminário NR 12 da Proteção Eventos; em 2010 recebeu a Comenda de Honra ao 
Mérito de Segurança e Saúde no Trabalho pela ANIMASEG; Representante da Força 
Sindical no GTT, na elaboração do texto da Norma Regulamentadora 33 sobre 
―Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados‖; e autor dos livros 
"CIPA uma nova Abordagem" (19ª. Edição – 2012); e ―Prevenção e Controle de Risco 
em Máquinas, Equipamentos e Instalações‖ (5ª. Edição – 2011) pela Editora SENAC/SP 
e pelas publicações "Segurança do Trabalho com Máquinas, Ferramentas e 
Equipamentos" (1998) e ―Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA‖ (2002) 
pelo SENAC/SP, do "Manual prático para trabalho em Espaço Confinado" (2003) e do 
―Guia para Trabalhos em Espaço Confinado‖ (2ª. Edição 2009). 
Contatos: www.armandocampos.com – aamcsst@uol.com.br – 
twitter.com/armandomcampos 
http://www.armandocampos.com/
mailto:aamcsst@uol.com.br
Da perspectiva técnica, esse 
acidente, embora 
ninguém o tenha desejado, 
possui uma probabilidade 
estatística que está dentro 
da probabilidade prevista 
para esse tipo de acidente. 
 
 Chauncy Starr, 
Comentando sobre o acidente 
na usina nuclear de Three 
Mile Island, citado em Science 
for people 
INTRODUÇÃO 
Identifique o perigo 
Avaliação de riscos e tomada de decisão para os controles 
Decidir qual o dano e como que ele pode ser provocado 
Registrar as descobertas e implementar os controles 
Faça a revisão da sua avaliação e atualize sempre que necessário 
TRÊS TIPOS DE RISCO 
Risco 
Virtual 
Percebido 
Diretamente 
 
Percebido 
Pela 
Ciência 
 
Fonte: John Adams 
RISCO 
A ESCADA 
HUMANA - 
TECNOLÓGICA 
Figura 1: Escada Humano – 
Tecnológica. Fonte: Vicente 
(2005:75) 
 
Fonte: Valdenise Schmitt 
(Homens e Máquinas) 
Recompensa 
Acidentes 
Perigo 
Percebido 
Propensão para 
assumir risco 
Balanço do 
Comportamento 
O TERMOSTATO DO RISCO 
Fonte: John Adams 
Figure : "A bottom loop model" Fonte: Risk, Freedom and Responsibility 
 John Adams 
PREVIDÊNCIA SOCIAL - 2004 
ART. 377. CONSIDERA-SE RISCO OCUPACIONAL A PROBABILIDADE 
DE CONSUMAÇÃO DE UM DANO À SAÚDE OU À INTEGRIDADE 
FÍSICA DO TRABALHADOR, EM FUNÇÃO DA SUA EXPOSIÇÃO A 
FATORES DE RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO. 
 
§ 1º OS FATORES DE RISCOS OCUPACIONAIS, CONFORME 
CLASSIFICAÇÃO ADOTADA PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE, SE 
SUBDIVIDEM EM: 
 
I - AMBIENTAIS, QUE CONSISTEM NAQUELES DECORRENTES DA 
EXPOSIÇÃO A AGENTES QUÍMICOS, FÍSICOS OU BIOLÓGICOS OU À 
ASSOCIAÇÃO DESSES AGENTES, NOS TERMOS DA NORMA 
REGULAMENTADORA Nº 09, DO MTE; 
 
II - ERGONÔMICOS E PSICOSSOCIAIS, QUE CONSISTEM NAQUELES 
DEFINIDOS NOS TERMOS DA NR 17, DO MTE; 
 
III - MECÂNICOS E DE ACIDENTES, EM ESPECIAL, OS TRATADOS 
NAS NR 16, NR 18 E NR 29, TODAS DO MTE. 
IN 03/2005: RISCOS 
OCUPACIONAIS - INSS 
CONTEXTUALIZANDO 
Hierarquia de 
Controles 
Grau de dependência 
do controle para 
reduzir o risco 
Risco inerente 
ao perigo 
básico 
Pior consequência 
que pode acontecer 
Critici-
dade 
A Metodologia pode ser estendida para avaliar a criticidade com base no 
benefício cumulativo das medidas de controle para múltiplos perigos 
GERENCIANDO RISCOS - CONTROLES CRÍTICOS 
AVALIAÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE DA CRITICIDADE 
INTEGRANDO AS MEDIDAS DE CONTROLE PARA O SMS 
 
GERENCIAMENTO : 
 PROGRAMA DE REDUÇÃO DE RISCO 
 
PROJETO PADRÃO E DOCUMENTAÇÃO: 
 RETENÇÃO DE MEMÓRIA CORPORATIVA 
 PRESERVANDO A INTENÇÃO DO 
 PROJETO DURANTE AS MODIFICAÇÕES 
 
PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO: 
 COMO MEDIDAS DE CONTROLE 
 INTERFACE COM AS MEDIDAS DE CONTROLE 
 
OS PADRÕES DE DESEMPENHO: 
 ROTINAS DE TESTE 
 REGIME DAS INSPECÇÕES 
 OS PROGRAMAS DE CAPACITAÇÃO 
 GESTÃO DE SISTEMAS DE AUDITORIAS 
Fonte: DNV Managing risk 
EVENTO ADVERSO: 
qualquer ocorrência de natureza indesejável relacionada 
direta ou indiretamente ao trabalho, incluindo: 
 
ACIDENTE DE TRABALHO: 
ocorrência que resulta em dano à saúde ou integridade 
física de trabalhadores ou de indivíduos do público. 
Exemplo: andaime cai sobre a perna de um 
trabalhador que sofre fratura da tíbia. 
 
INCIDENTE: 
ocorrência que sem ter resultado em danos à saúde ou 
integridade física de pessoas tinha potencial para 
causar tais agravos. 
Exemplo: andaime cai próximo a um trabalhador que 
consegue sair a tempo e não sofre lesão. 
 
CIRCUNSTÂNCIA INDESEJADA: 
condição, ou um conjunto de condições, com potencial de 
gerar acidentes ou incidentes. 
Exemplo: trabalhar em andaime fixado inadequadamente (instável). 
Fonte: 
Ildeberto 
Muniz de 
Almeida (2009) 
SAT – Seguro Acidente do trabalho 
ATÉ 2009 EMPRESA PAGA O SAT 
 
Após paga o RAT – Riscos do Ambiente 
de Trabalho 
A PARTIR DE JANEIRO DE 2010 
 
EMPRESA PAGA O RAT Ajustado 
 
RAT ajustado = RAT X FAP 
 Riscos do Ambiente 
de Trabalho - RAT 
FAP – FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO 
 
"Art. 202-A. As alíquotas constantes nos incisos I a III do art. 202 serão reduzidas em 
até cinqüenta por cento ou aumentadas em até cem por cento, em razão do 
desempenho da empresa em relação à sua respectiva atividade, aferido pelo 
Fator Acidentário de Prevenção - FAP. 
 
§ 1o O FAP consiste num multiplicador variável num intervalo contínuo de cinqüenta 
centésimos (0,50) a dois inteiros (2,00), desprezando-se as demais casas decimais, a 
ser aplicado à respectiva alíquota. 
Alíquota 
REQUISITOS 
DAS NORMAS 
REGULAMENTADORAS 
(Redação dada pela Portaria SIT n.º 199, de 17/01/11) 
3.1 Embargo e interdição são medidas de urgência, 
adotadas a partir da constatação de situação de trabalho 
que caracterize risco grave e iminente ao trabalhador. 
3.1.1 Considera-se grave e iminente risco toda condição 
ou situação de trabalho que possa causar acidente ou 
doença relacionada ao trabalho com lesão grave à 
integridade física do trabalhador. 
3.2 A interdição implica a paralisação total ou parcial do 
estabelecimento, setor de serviço, máquina ou 
equipamento. 
3.3 O embargo implica a paralisação total ou parcial da obra. 
3.3.1 Considera-se obra todo e qualquer serviço de 
engenharia de construção, montagem, instalação, 
manutenção ou reforma. 
3.4 Durante a vigência da interdição ou do embargo, 
podem ser desenvolvidas atividades necessárias à 
correção da situação de grave e iminente risco, desde 
que adotadas medidas de proteção adequadas dos 
Trabalhadores envolvidos. 
3.5 Durante a paralisação decorrente da imposição de 
interdição ou embargo, os empregados devem receber os 
salários como se estivessem em efetivo exercício. 
NR 3 – EMBARGO OU INTERDIÇÃO 
10.2.1 EM TODAS AS INTERVENÇÕES 
EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
DEVEM SER ADOTADAS 
MEDIDAS PREVENTIVAS DE 
CONTROLE DO RISCO 
ELÉTRICO E DE OUTROS 
RISCOS ADICIONAIS, 
MEDIANTE TÉCNICAS DE 
ANÁLISE DE RISCO, DE 
FORMA A GARANTIR A 
SEGURANÇA E A SAÚDE 
NO TRABALHO. 
Ttriangle d'avertissement 
du danger électrique 
NR 10 – ELETRICIDADE 
ANÁLISE DE RISCOS 
11. Influências Externas: 
variáveis que devem ser consideradasna definição e seleção 
de medidas de proteção para segurança das pessoas e 
desempenho dos componentes da instalação. 
 
23. Riscos Adicionais: 
todos os demais grupos ou fatores de risco, além dos 
elétricos, específicos de cada ambiente ou processos de 
Trabalho que, direta ou indiretamente, possam afetar a 
segurança e a saúde no trabalho. 
 
18. Perigo: 
situação ou condição de risco com probabilidade de 
causar lesão física ou dano à saúde das pessoas por 
ausência de medidas de controle. 
 
22. Risco: 
capacidade de uma grandeza com potencial para causar 
lesões ou danos à saúde das pessoas. 
 
28. Trabalho em Proximidade: 
trabalho durante o qual o trabalhador pode entrar na zona controlada, ainda que seja 
com uma parte do seu corpo ou com extensões condutoras, representadas por materiais, 
ferramentas ou equipamentos que manipule. 
NR 10 – ELETRICIDADE 
GLOSSÁRIO 
Figura 1: Distâncias no ar que 
delimitam radialmente as zonas 
de risco, controlada e livre 
ENTORNO 
INFLUÊNCIAS 
EXTERNAS 
INSTALAÇÃO ATIVIDADE 
WARDROBE – NR 10 
MEDIDAS DE CONTROLE 
Fonte: Aguinaldo Bizzo e Armando Campos 
NR 12 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 
(PRINCÍPIOS) 
NR 12 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 
(SISTEMAS DE SEGURANÇA) 
12.39. Os sistemas de segurança devem ser 
selecionados e instalados de 
modo a atender aos seguintes requisitos: 
 
a) ter categoria de segurança conforme prévia análise de 
riscos prevista nas normas técnicas oficiais vigentes; 
b) estar sob a responsabilidade técnica de 
profissional legalmente habilitado; 
c) possuir conformidade técnica com o sistema de 
comando a que são integrados; 
d) instalação de modo que não possam ser neutralizados 
ou burlados; 
e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, 
monitoramento, de acordo com a categoria de segurança 
requerida, exceto para dispositivos de segurança 
exclusivamente mecânicos; e 
f) paralisação dos movimentos perigosos e demais 
riscos quando ocorrerem falhas ou situações anormais de trabalho. 
 
Prazo 18 meses –máquinas novas 
Prazo 30 meses –máquinas usadas 
NR 12 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 
(CATEGORIA DE RISCOS) 
NR 12 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 
(RISCOS ADICIONAIS) 
20.10 Análise de Riscos 
20.10.1 Nas instalações classes I, II e III, o empregador deve elaborar 
e documentar as análises de riscos das operações que envolvam 
processo ou processamento nas atividades de extração, produção, 
armazenamento, transferência, manuseio e 
manipulação de inflamáveis e de líquidos combustíveis. 
20.10.2 As análises de riscos da instalação devem ser estruturadas 
com base em metodologias apropriadas, escolhidas em 
função dos propósitos da análise, das características e complexidade da instalação. 
20.10.2.1 As análises de riscos devem ser coordenadas por profissional habilitado. 
20.10.2.2 As análises de riscos devem ser elaboradas por equipe multidisciplinar, 
com conhecimento na aplicação das metodologias, dos riscos e da instalação, com 
participação de, no mínimo, um trabalhador com experiência na instalação, ou 
em parte desta, que é objeto da análise. 
20.10.3 Nas instalações classe I, deve ser elaborada Análise 
Preliminar de Perigos/Riscos (APP/APR). 
20.10.4 Nas instalações classes II e III, devem ser utilizadas 
metodologias de análise definidas pelo profissional habilitado, 
devendo a escolha levar em consideração os riscos, as 
características e complexidade da instalação. 
20.10.4.1 O profissional habilitado deve fundamentar tecnicamente 
e registrar na própria análise a escolha da metodologia utilizada. 
NR 20: INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS 
(Análise de Riscos) 
NR 20: INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS 
(Análise de Riscos – Plano de Emergência) 
NR 20 
(Portaria 308 – 
29/02/2012) 
 
Foco na gestão 
de segurança e 
saúde frente 
aos riscos 
decorrentes 
das atividades 
com líquidos 
inflamáveis e 
combustíveis. 
 
 
 
 
 
Fonte: Ricardo 
Rodrigues 
Serpa 
Articulação entre análise de risco e PPRA – 
coerência, compatibilidade, harmonização no reconhecimento e consideração dos 
riscos comuns aos dois documentos. 
 
Emissões fugitivas – 
Liberações de gás ou vapor inflamável que ocorrem de maneira contínua ou intermitente 
durante as operações normais dos equipamentos. Incluem liberações em selos ou 
gaxetas de bombas, engaxetamento de válvulas, vedações de flanges, selos de 
compressores, drenos de processos. 
 
Riscos psicossociais – 
Influência na saúde mental 
dos trabalhadores, 
provocada pelas tensões da 
vida diária, pressão do 
trabalho e outros fatores 
adversos. 
NR 20: INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS 
(Glossário) 
Figura: http://www3.braskem. 
com.br/upload/rao/2010/pt/ 
controle-de-emissoes.html 
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html
Metodologias de análises de risco – 
Constitui-se em um conjunto de métodos e 
técnicas que, aplicados a operações que 
envolvam processo ou processamento, 
identificam os cenários hipotéticos de 
ocorrências indesejadas (acidentes), as 
possibilidades de danos, efeitos e consequências. 
 
Exemplos de algumas metodologias: 
a) Análise Preliminar de Perigos/Riscos (APP/APR); 
b) ″What-if (E SE)″; 
c) Análise de Riscos e Operabilidade (HAZOP); 
d) Análise de Modos e Efeitos de Falhas 
(FMEA/FMECA); 
e) Análise por Árvore de Falhas (AAF); 
f) Análise por Árvore de Eventos (AAE); 
g) Análise Quantitativa de Riscos (AQR). 
NR 20: INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS 
(Metodologias de Análise de Riscos) 
22.3.7 Cabe à empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira elaborar e 
implementar o Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR, contemplando 
os aspectos desta Norma, incluindo, no mínimo, os relacionados a: 
 
a) riscos físicos, químicos e biológicos; 
b) atmosferas explosivas; 
c) deficiências de oxigênio; 
d) ventilação; 
e) proteção respiratória, de acordo com a Instrução 
Normativa n.º 1, de 11/04/94, da SSST; 
f) investigação e análise de acidentes do trabalho; 
g) ergonomia e organização do trabalho; 
h) riscos decorrentes do trabalho em altura, em 
profundidade e em espaços confinados; 
i) riscos decorrentes da utilização de energia elétrica, 
máquinas, equipamentos, veículos e trabalhos manuais; 
j) equipamentos de proteção individual de uso obrigatório, 
observando-se no mínimo o constante na NR n.º 6. 
l) estabilidade do maciço; 
m) plano de emergência e 
n) outros resultantes de modificações e introduções de novas tecnologias. 
NR 22: MINERAÇÃO 
26.2.2.2 A rotulagem preventiva deve 
conter os seguintes elementos: 
 
a) identificação e composição do 
produto químico; 
 
b) pictograma(s) de perigo; 
 
c) palavra de advertência; 
 
d) frase(s) de perigo (Frase H); 
 
e) frase(s) de precaução (Frase P); 
 
f) informações suplementares. 
NR 26: SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 
NR 26: SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 
26.2.4 Os trabalhadores devem receber treinamento: 
 
a) para compreender a rotulagem preventiva e a ficha com dados de 
segurança do produto químico. 
 
b) sobre os perigos, riscos, medidas preventivas para o uso seguro e 
procedimentos para atuação em situações de emergência com o produto 
químico. 
NR 26: SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 
NR 33: ESPAÇO CONFINADO 
(ANÁLISE DE RISCO) 
33.3.4.3 O NÚMERO DE TRABALHADORES 
ENVOLVIDOS NA EXECUÇÃODOS 
TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS 
DEVE SER DETERMINADO CONFORME 
A ANÁLISE DE RISCO. 
 
 
33.3.4.4 É VEDADA A REALIZAÇÃO DE 
QUALQUER TRABALHO EM ESPAÇOS 
CONFINADOS DE FORMA 
INDIVIDUALIZADA OU ISOLADA. 
Análise Preliminar de Risco (APR): 
avaliação inicial dos riscos potenciais, suas 
causas, conseqüências e medidas de controle. 
 
Permissão de Entrada e Trabalho (PET): 
documento escrito contendo o conjunto de medidas 
de controle visando à entrada e desenvolvimento de 
trabalho seguro, além de medidas de emergência e 
resgate em espaços confinados. 
 
Responsável Técnico: 
profissional habilitado para identificar os 
espaços confinados existentes na empresa 
e elaborar as medidas técnicas de prevenção, 
administrativas, pessoais e de emergência e 
resgate. 
 
Risco Grave e Iminente: 
Qualquer condição que possa causar acidente 
de trabalho ou doença profissional com lesão 
grave à integridade física do trabalhador. 
NR 33: ESPAÇO CONFINADO 
(Glossário) 
ENTORNO GEOMETRIA CONTIDO ATIVIDADE 
WARDROBE – NR 33 
MEDIDAS DE CONTROLE 
Fonte: Aguinaldo Bizzo e Armando Campos 
34.4.3 A Análise Preliminar de Risco - APR 
consiste na avaliação inicial dos 
riscos potenciais suas causas, 
conseqüências e medidas de 
controle, efetuada por equipe 
técnica multidisciplinar e 
coordenada por profissional de 
segurança e saúde no trabalho 
ou, na inexistência deste, o 
responsável pelo cumprimento 
desta Norma, devendo ser 
assinada por todos participantes. 
 
NR 34: INDÚSTRIA NAVAL 
Análise Preliminar de Risco - APR: 
avaliação inicial dos riscos potenciais, suas 
causas, conseqüências e medidas de 
controle. 
 
Área controlada: 
área submetida às regras especiais de 
proteção e segurança, sob supervisão 
de profissional com conhecimento para 
prevenir a disseminação de contaminação 
radioativa e limitar a amplitude das 
exposições potenciais. 
 
Permissão de Trabalho - PT: 
documento escrito contendo conjunto de medidas 
de controle visando o desenvolvimento de trabalho 
seguro, além de medidas de emergência e resgate. 
NR 34: INDÚSTRIA NAVAL 
(Glossário) 
35.2.1 Cabe ao empregador: 
a) garantir a implementação das medidas de 
proteção estabelecidas nesta Norma; 
b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR 
e, quando aplicável, a emissão da Permissão de 
Trabalho - PT; 
c) desenvolver procedimento operacional para as 
atividades rotineiras de trabalho em altura; 
d) assegurar a realização de avaliação prévia das 
condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, 
planejamento e implementação das ações e das medidas 
complementares de segurança aplicáveis; 
e) adotar as providências necessárias para acompanhar o 
cumprimento das medidas de proteção 
estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas; 
f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas 
sobre os riscos e as medidas de controle; 
NR 35: TRABALHO EM ALTURA 
Análise de Risco - AR: 
avaliação dos riscos potenciais, suas 
causas, consequências e medidas de 
controle. 
 
Influências Externas: 
variáveis que devem ser consideradas na 
definição e seleção das medidas de 
proteção, para segurança das pessoas, 
cujo controle não é possível implementar 
de forma antecipada 
 
Riscos adicionais: 
todos os demais grupos ou fatores de risco, 
além dos existentes no trabalho em altura, 
específicos de cada ambiente ou atividade 
que, direta ou indiretamente, possam afetar 
a segurança e a saúde no trabalho. 
NR 35: TRABALHO EM ALTURA 
(Glossário) 
REFERENCIAIS 
DE GESTÃO 
UNE 81905 – 1997 
UNE 81 905:1997 EX - Prevención de riesgos laborales. Guía para la implantación 
de un sistema de gestión de la prevención de riesgos laborales (S.G.P.R.L.) 
OSHA 1910.119 Process safety management of highly hazardous chemicals. 
OSHA - PSM 
Diagram of Block Flow 
Fonte: OSHA 1910.119 App B 
Título: Consistent Process Safety Management with Operational Safety Tool 
Autores Guilherme Maia, Paulo Miranda, Nigel Atkinson 
332 km 130 Paulinia – SP, Brasil 
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda – Paulínia/SP; São Paulo – SP, Brasil 
Syngenta Crop Protection AG Schwarzwaldallee 215 Basel – Switzerland 
Trabalho apresentado: 
3º. CCPS Latin American 
Process Safety 
Conference 
 
Buenos Aires – 
Argentina, 2011 
As Diretrizes foram preparadas utilizando 
uma abordagem ampla, envolvendo a OIT e 
seus constituintes tripartites e outras partes 
interessadas. Foram também definidas por 
princípios de segurança e saúde no trabalho 
internacionalmente acordados, 
estabelecidos em padrões internacionais de 
trabalho pertinentes. Conseqüentemente, 
elas constituem um instrumento único 
e poderoso para o desenvolvimento de uma 
cultura de segurança sustentável dentro e 
fora das empresas. Trabalhadores, 
organizações, ambiente e sistemas de 
segurança e saúde, todos serão 
beneficiados. 
NBR 18801 
PROCESSO DE 
AVALIAÇÃO DE 
RISCO ADAPTADO 
DA AS/NZS 4360/1999 
Fonte: 
Marcelo David Davis 
Jose Roberto de Souza Blaschek 
Definir: 
Objetivos e estratégia 
Riscos Técnicos 
Escopo do Trabalho 
Planejar para: 
Cumprir metas 
Local dos Riscos 
Técnicos 
Feedback: 
Garantia 
Lições Aprendidas 
Implementar: 
O Planejamento 
Ações p/ o Gerenciamento 
de Riscos 
Núcleo, Interação e 
Garantia de 
processos de 
Produção 
ISO 20815 
1. Garantia dos requisitos 
de produção 
2. Planejamento de garantia 
da produção 
3. Projeto e manufatura 
para a Garantia da 
Produção 
4. Garantia da Produção 
5. Análise e Risco da 
Confiabilidade 
6. Verificação e Validação 
7. Projeto de 
Gerenciamento de Risco 
8. Qualificação e Teste 
9. Análise de dados e 
Acompanhamento de 
desempenho 
10. Gerenciamento da 
Mudança de Fornecimento 
11. Gerenciamento da 
Mudança 
12. Aprendizado 
organizacional 
Eventos Catastróficos Típicos: 
 
⎯ terremotos; 
⎯ fogo e explosões; 
⎯ blowouts; 
⎯ sabotagem; 
⎯ colapso estrutural; 
⎯ major problems with casing or 
 wellheads; 
 
⎯ ruptura de tubulação subida ou exportação 
 
⎯ cargas em quedas com potencial de 
 grandes danos 
 
⎯ outros eventos ou combinação de eventos com 
 potencial de danos de grande porte. 
ISO 20815 
FERRAMENTAS 
DE ANÁLISE 
DE RISCO 
(fortemente aplicável) 
(Não aplicável) 
(Aplicável) 
OUTRAS REFERÊNCIAS 
API 770, A Manager’s Guide to Reducing Human Errors Improving Human 
Performance in the Process Industries, March 2001 
 
BS 5760-2, Reliability of systems, equipment and components — Guide to 
the assessment of reliability 
 
IEC 61025, Fault tree analysis (FTA) 
 
IEC 60300-3-9, Dependability management — Part 3: Application guide — 
Section 9: Risk Analysis of technological systems 
 
IEC 60812, Analysis techniques for system reliability – Procedures for Failure 
Mode And Effect Analysis (FMEA) 
 
IEC 61882, Hazard and operability studies (HAZOP studies) – Application guide 
 
IEC 62198:2001, Project Risk Management. Application Guidelines 
 
ISO 14224 3, Petroleum, petrochemical and natural gas industries — 
Collection and exchange of reliability and maintenance data for equipment 
Na modernidade avançada, a produção 
social de riqueza é sistematicamente 
acompanhada da produção 
social de riscos. 
 
O sonho na sociedade de classes é 
que todos querem e devem ter uma 
fatia do bolo. A utopia da sociedade 
do risco é que todos sejam 
poupados do envenamento 
 
 Ulrich Beck, Risk Society 
ADMC CONSULTORIA 
 
FONE: 91 – 30334988 e 82201992 
FONE: 11 – 91426465 
 
WWW.ARMANDOCAMPOS.COM

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