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SEMINÁRIO ANÁLISE DE RISCO Armando Augusto Martins Campos Mestre em Sistemas de Gestão; Engenheiro Mecânico, Engenheiro de Segurança do Trabalho; especialização em Seguridad Integral na Fundación Mapfre da Espanha; docente de Cursos de Engenharia de Segurança das seguintes Instituições: UFF/RJ, PUC/PR Campus Curitiba, Católica/SC - Campus Joinville, Católica/SC - Campus Jaraguá do Sul; Faculdades Mackenzie/SP; Mentor do curso à distância ―Introdução a Sistemas Integrados de Gestão‖ do SENAC/SP; Sócio Diretor da ADMC Serviços de Consultoria; Articulista da Revista Proteção com a coluna sobre ―CIPA‖; Docente do Programa Qualificar da Proteção Eventos, com 174 cursos ministrados em 14 anos; Mentor e Facilitador dos: Seminário NTEP/FAP e Seminário NR 12 da Proteção Eventos; em 2010 recebeu a Comenda de Honra ao Mérito de Segurança e Saúde no Trabalho pela ANIMASEG; Representante da Força Sindical no GTT, na elaboração do texto da Norma Regulamentadora 33 sobre ―Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados‖; e autor dos livros "CIPA uma nova Abordagem" (19ª. Edição – 2012); e ―Prevenção e Controle de Risco em Máquinas, Equipamentos e Instalações‖ (5ª. Edição – 2011) pela Editora SENAC/SP e pelas publicações "Segurança do Trabalho com Máquinas, Ferramentas e Equipamentos" (1998) e ―Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA‖ (2002) pelo SENAC/SP, do "Manual prático para trabalho em Espaço Confinado" (2003) e do ―Guia para Trabalhos em Espaço Confinado‖ (2ª. Edição 2009). Contatos: www.armandocampos.com – aamcsst@uol.com.br – twitter.com/armandomcampos http://www.armandocampos.com/ mailto:aamcsst@uol.com.br Da perspectiva técnica, esse acidente, embora ninguém o tenha desejado, possui uma probabilidade estatística que está dentro da probabilidade prevista para esse tipo de acidente. Chauncy Starr, Comentando sobre o acidente na usina nuclear de Three Mile Island, citado em Science for people INTRODUÇÃO Identifique o perigo Avaliação de riscos e tomada de decisão para os controles Decidir qual o dano e como que ele pode ser provocado Registrar as descobertas e implementar os controles Faça a revisão da sua avaliação e atualize sempre que necessário TRÊS TIPOS DE RISCO Risco Virtual Percebido Diretamente Percebido Pela Ciência Fonte: John Adams RISCO A ESCADA HUMANA - TECNOLÓGICA Figura 1: Escada Humano – Tecnológica. Fonte: Vicente (2005:75) Fonte: Valdenise Schmitt (Homens e Máquinas) Recompensa Acidentes Perigo Percebido Propensão para assumir risco Balanço do Comportamento O TERMOSTATO DO RISCO Fonte: John Adams Figure : "A bottom loop model" Fonte: Risk, Freedom and Responsibility John Adams PREVIDÊNCIA SOCIAL - 2004 ART. 377. CONSIDERA-SE RISCO OCUPACIONAL A PROBABILIDADE DE CONSUMAÇÃO DE UM DANO À SAÚDE OU À INTEGRIDADE FÍSICA DO TRABALHADOR, EM FUNÇÃO DA SUA EXPOSIÇÃO A FATORES DE RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO. § 1º OS FATORES DE RISCOS OCUPACIONAIS, CONFORME CLASSIFICAÇÃO ADOTADA PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE, SE SUBDIVIDEM EM: I - AMBIENTAIS, QUE CONSISTEM NAQUELES DECORRENTES DA EXPOSIÇÃO A AGENTES QUÍMICOS, FÍSICOS OU BIOLÓGICOS OU À ASSOCIAÇÃO DESSES AGENTES, NOS TERMOS DA NORMA REGULAMENTADORA Nº 09, DO MTE; II - ERGONÔMICOS E PSICOSSOCIAIS, QUE CONSISTEM NAQUELES DEFINIDOS NOS TERMOS DA NR 17, DO MTE; III - MECÂNICOS E DE ACIDENTES, EM ESPECIAL, OS TRATADOS NAS NR 16, NR 18 E NR 29, TODAS DO MTE. IN 03/2005: RISCOS OCUPACIONAIS - INSS CONTEXTUALIZANDO Hierarquia de Controles Grau de dependência do controle para reduzir o risco Risco inerente ao perigo básico Pior consequência que pode acontecer Critici- dade A Metodologia pode ser estendida para avaliar a criticidade com base no benefício cumulativo das medidas de controle para múltiplos perigos GERENCIANDO RISCOS - CONTROLES CRÍTICOS AVALIAÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE DA CRITICIDADE INTEGRANDO AS MEDIDAS DE CONTROLE PARA O SMS GERENCIAMENTO : PROGRAMA DE REDUÇÃO DE RISCO PROJETO PADRÃO E DOCUMENTAÇÃO: RETENÇÃO DE MEMÓRIA CORPORATIVA PRESERVANDO A INTENÇÃO DO PROJETO DURANTE AS MODIFICAÇÕES PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO: COMO MEDIDAS DE CONTROLE INTERFACE COM AS MEDIDAS DE CONTROLE OS PADRÕES DE DESEMPENHO: ROTINAS DE TESTE REGIME DAS INSPECÇÕES OS PROGRAMAS DE CAPACITAÇÃO GESTÃO DE SISTEMAS DE AUDITORIAS Fonte: DNV Managing risk EVENTO ADVERSO: qualquer ocorrência de natureza indesejável relacionada direta ou indiretamente ao trabalho, incluindo: ACIDENTE DE TRABALHO: ocorrência que resulta em dano à saúde ou integridade física de trabalhadores ou de indivíduos do público. Exemplo: andaime cai sobre a perna de um trabalhador que sofre fratura da tíbia. INCIDENTE: ocorrência que sem ter resultado em danos à saúde ou integridade física de pessoas tinha potencial para causar tais agravos. Exemplo: andaime cai próximo a um trabalhador que consegue sair a tempo e não sofre lesão. CIRCUNSTÂNCIA INDESEJADA: condição, ou um conjunto de condições, com potencial de gerar acidentes ou incidentes. Exemplo: trabalhar em andaime fixado inadequadamente (instável). Fonte: Ildeberto Muniz de Almeida (2009) SAT – Seguro Acidente do trabalho ATÉ 2009 EMPRESA PAGA O SAT Após paga o RAT – Riscos do Ambiente de Trabalho A PARTIR DE JANEIRO DE 2010 EMPRESA PAGA O RAT Ajustado RAT ajustado = RAT X FAP Riscos do Ambiente de Trabalho - RAT FAP – FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO "Art. 202-A. As alíquotas constantes nos incisos I a III do art. 202 serão reduzidas em até cinqüenta por cento ou aumentadas em até cem por cento, em razão do desempenho da empresa em relação à sua respectiva atividade, aferido pelo Fator Acidentário de Prevenção - FAP. § 1o O FAP consiste num multiplicador variável num intervalo contínuo de cinqüenta centésimos (0,50) a dois inteiros (2,00), desprezando-se as demais casas decimais, a ser aplicado à respectiva alíquota. Alíquota REQUISITOS DAS NORMAS REGULAMENTADORAS (Redação dada pela Portaria SIT n.º 199, de 17/01/11) 3.1 Embargo e interdição são medidas de urgência, adotadas a partir da constatação de situação de trabalho que caracterize risco grave e iminente ao trabalhador. 3.1.1 Considera-se grave e iminente risco toda condição ou situação de trabalho que possa causar acidente ou doença relacionada ao trabalho com lesão grave à integridade física do trabalhador. 3.2 A interdição implica a paralisação total ou parcial do estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento. 3.3 O embargo implica a paralisação total ou parcial da obra. 3.3.1 Considera-se obra todo e qualquer serviço de engenharia de construção, montagem, instalação, manutenção ou reforma. 3.4 Durante a vigência da interdição ou do embargo, podem ser desenvolvidas atividades necessárias à correção da situação de grave e iminente risco, desde que adotadas medidas de proteção adequadas dos Trabalhadores envolvidos. 3.5 Durante a paralisação decorrente da imposição de interdição ou embargo, os empregados devem receber os salários como se estivessem em efetivo exercício. NR 3 – EMBARGO OU INTERDIÇÃO 10.2.1 EM TODAS AS INTERVENÇÕES EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DEVEM SER ADOTADAS MEDIDAS PREVENTIVAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO E DE OUTROS RISCOS ADICIONAIS, MEDIANTE TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCO, DE FORMA A GARANTIR A SEGURANÇA E A SAÚDE NO TRABALHO. Ttriangle d'avertissement du danger électrique NR 10 – ELETRICIDADE ANÁLISE DE RISCOS 11. Influências Externas: variáveis que devem ser consideradasna definição e seleção de medidas de proteção para segurança das pessoas e desempenho dos componentes da instalação. 23. Riscos Adicionais: todos os demais grupos ou fatores de risco, além dos elétricos, específicos de cada ambiente ou processos de Trabalho que, direta ou indiretamente, possam afetar a segurança e a saúde no trabalho. 18. Perigo: situação ou condição de risco com probabilidade de causar lesão física ou dano à saúde das pessoas por ausência de medidas de controle. 22. Risco: capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde das pessoas. 28. Trabalho em Proximidade: trabalho durante o qual o trabalhador pode entrar na zona controlada, ainda que seja com uma parte do seu corpo ou com extensões condutoras, representadas por materiais, ferramentas ou equipamentos que manipule. NR 10 – ELETRICIDADE GLOSSÁRIO Figura 1: Distâncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre ENTORNO INFLUÊNCIAS EXTERNAS INSTALAÇÃO ATIVIDADE WARDROBE – NR 10 MEDIDAS DE CONTROLE Fonte: Aguinaldo Bizzo e Armando Campos NR 12 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (PRINCÍPIOS) NR 12 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (SISTEMAS DE SEGURANÇA) 12.39. Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos: a) ter categoria de segurança conforme prévia análise de riscos prevista nas normas técnicas oficiais vigentes; b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado; c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados; d) instalação de modo que não possam ser neutralizados ou burlados; e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, monitoramento, de acordo com a categoria de segurança requerida, exceto para dispositivos de segurança exclusivamente mecânicos; e f) paralisação dos movimentos perigosos e demais riscos quando ocorrerem falhas ou situações anormais de trabalho. Prazo 18 meses –máquinas novas Prazo 30 meses –máquinas usadas NR 12 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (CATEGORIA DE RISCOS) NR 12 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (RISCOS ADICIONAIS) 20.10 Análise de Riscos 20.10.1 Nas instalações classes I, II e III, o empregador deve elaborar e documentar as análises de riscos das operações que envolvam processo ou processamento nas atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e de líquidos combustíveis. 20.10.2 As análises de riscos da instalação devem ser estruturadas com base em metodologias apropriadas, escolhidas em função dos propósitos da análise, das características e complexidade da instalação. 20.10.2.1 As análises de riscos devem ser coordenadas por profissional habilitado. 20.10.2.2 As análises de riscos devem ser elaboradas por equipe multidisciplinar, com conhecimento na aplicação das metodologias, dos riscos e da instalação, com participação de, no mínimo, um trabalhador com experiência na instalação, ou em parte desta, que é objeto da análise. 20.10.3 Nas instalações classe I, deve ser elaborada Análise Preliminar de Perigos/Riscos (APP/APR). 20.10.4 Nas instalações classes II e III, devem ser utilizadas metodologias de análise definidas pelo profissional habilitado, devendo a escolha levar em consideração os riscos, as características e complexidade da instalação. 20.10.4.1 O profissional habilitado deve fundamentar tecnicamente e registrar na própria análise a escolha da metodologia utilizada. NR 20: INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS (Análise de Riscos) NR 20: INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS (Análise de Riscos – Plano de Emergência) NR 20 (Portaria 308 – 29/02/2012) Foco na gestão de segurança e saúde frente aos riscos decorrentes das atividades com líquidos inflamáveis e combustíveis. Fonte: Ricardo Rodrigues Serpa Articulação entre análise de risco e PPRA – coerência, compatibilidade, harmonização no reconhecimento e consideração dos riscos comuns aos dois documentos. Emissões fugitivas – Liberações de gás ou vapor inflamável que ocorrem de maneira contínua ou intermitente durante as operações normais dos equipamentos. Incluem liberações em selos ou gaxetas de bombas, engaxetamento de válvulas, vedações de flanges, selos de compressores, drenos de processos. Riscos psicossociais – Influência na saúde mental dos trabalhadores, provocada pelas tensões da vida diária, pressão do trabalho e outros fatores adversos. NR 20: INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS (Glossário) Figura: http://www3.braskem. com.br/upload/rao/2010/pt/ controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html http://www3.braskem.com.br/upload/rao/2010/pt/controle-de-emissoes.html Metodologias de análises de risco – Constitui-se em um conjunto de métodos e técnicas que, aplicados a operações que envolvam processo ou processamento, identificam os cenários hipotéticos de ocorrências indesejadas (acidentes), as possibilidades de danos, efeitos e consequências. Exemplos de algumas metodologias: a) Análise Preliminar de Perigos/Riscos (APP/APR); b) ″What-if (E SE)″; c) Análise de Riscos e Operabilidade (HAZOP); d) Análise de Modos e Efeitos de Falhas (FMEA/FMECA); e) Análise por Árvore de Falhas (AAF); f) Análise por Árvore de Eventos (AAE); g) Análise Quantitativa de Riscos (AQR). NR 20: INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS (Metodologias de Análise de Riscos) 22.3.7 Cabe à empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira elaborar e implementar o Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR, contemplando os aspectos desta Norma, incluindo, no mínimo, os relacionados a: a) riscos físicos, químicos e biológicos; b) atmosferas explosivas; c) deficiências de oxigênio; d) ventilação; e) proteção respiratória, de acordo com a Instrução Normativa n.º 1, de 11/04/94, da SSST; f) investigação e análise de acidentes do trabalho; g) ergonomia e organização do trabalho; h) riscos decorrentes do trabalho em altura, em profundidade e em espaços confinados; i) riscos decorrentes da utilização de energia elétrica, máquinas, equipamentos, veículos e trabalhos manuais; j) equipamentos de proteção individual de uso obrigatório, observando-se no mínimo o constante na NR n.º 6. l) estabilidade do maciço; m) plano de emergência e n) outros resultantes de modificações e introduções de novas tecnologias. NR 22: MINERAÇÃO 26.2.2.2 A rotulagem preventiva deve conter os seguintes elementos: a) identificação e composição do produto químico; b) pictograma(s) de perigo; c) palavra de advertência; d) frase(s) de perigo (Frase H); e) frase(s) de precaução (Frase P); f) informações suplementares. NR 26: SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA NR 26: SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 26.2.4 Os trabalhadores devem receber treinamento: a) para compreender a rotulagem preventiva e a ficha com dados de segurança do produto químico. b) sobre os perigos, riscos, medidas preventivas para o uso seguro e procedimentos para atuação em situações de emergência com o produto químico. NR 26: SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA NR 33: ESPAÇO CONFINADO (ANÁLISE DE RISCO) 33.3.4.3 O NÚMERO DE TRABALHADORES ENVOLVIDOS NA EXECUÇÃODOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS DEVE SER DETERMINADO CONFORME A ANÁLISE DE RISCO. 33.3.4.4 É VEDADA A REALIZAÇÃO DE QUALQUER TRABALHO EM ESPAÇOS CONFINADOS DE FORMA INDIVIDUALIZADA OU ISOLADA. Análise Preliminar de Risco (APR): avaliação inicial dos riscos potenciais, suas causas, conseqüências e medidas de controle. Permissão de Entrada e Trabalho (PET): documento escrito contendo o conjunto de medidas de controle visando à entrada e desenvolvimento de trabalho seguro, além de medidas de emergência e resgate em espaços confinados. Responsável Técnico: profissional habilitado para identificar os espaços confinados existentes na empresa e elaborar as medidas técnicas de prevenção, administrativas, pessoais e de emergência e resgate. Risco Grave e Iminente: Qualquer condição que possa causar acidente de trabalho ou doença profissional com lesão grave à integridade física do trabalhador. NR 33: ESPAÇO CONFINADO (Glossário) ENTORNO GEOMETRIA CONTIDO ATIVIDADE WARDROBE – NR 33 MEDIDAS DE CONTROLE Fonte: Aguinaldo Bizzo e Armando Campos 34.4.3 A Análise Preliminar de Risco - APR consiste na avaliação inicial dos riscos potenciais suas causas, conseqüências e medidas de controle, efetuada por equipe técnica multidisciplinar e coordenada por profissional de segurança e saúde no trabalho ou, na inexistência deste, o responsável pelo cumprimento desta Norma, devendo ser assinada por todos participantes. NR 34: INDÚSTRIA NAVAL Análise Preliminar de Risco - APR: avaliação inicial dos riscos potenciais, suas causas, conseqüências e medidas de controle. Área controlada: área submetida às regras especiais de proteção e segurança, sob supervisão de profissional com conhecimento para prevenir a disseminação de contaminação radioativa e limitar a amplitude das exposições potenciais. Permissão de Trabalho - PT: documento escrito contendo conjunto de medidas de controle visando o desenvolvimento de trabalho seguro, além de medidas de emergência e resgate. NR 34: INDÚSTRIA NAVAL (Glossário) 35.2.1 Cabe ao empregador: a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma; b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT; c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura; d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis; e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas; f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle; NR 35: TRABALHO EM ALTURA Análise de Risco - AR: avaliação dos riscos potenciais, suas causas, consequências e medidas de controle. Influências Externas: variáveis que devem ser consideradas na definição e seleção das medidas de proteção, para segurança das pessoas, cujo controle não é possível implementar de forma antecipada Riscos adicionais: todos os demais grupos ou fatores de risco, além dos existentes no trabalho em altura, específicos de cada ambiente ou atividade que, direta ou indiretamente, possam afetar a segurança e a saúde no trabalho. NR 35: TRABALHO EM ALTURA (Glossário) REFERENCIAIS DE GESTÃO UNE 81905 – 1997 UNE 81 905:1997 EX - Prevención de riesgos laborales. Guía para la implantación de un sistema de gestión de la prevención de riesgos laborales (S.G.P.R.L.) OSHA 1910.119 Process safety management of highly hazardous chemicals. OSHA - PSM Diagram of Block Flow Fonte: OSHA 1910.119 App B Título: Consistent Process Safety Management with Operational Safety Tool Autores Guilherme Maia, Paulo Miranda, Nigel Atkinson 332 km 130 Paulinia – SP, Brasil Syngenta Proteção de Cultivos Ltda – Paulínia/SP; São Paulo – SP, Brasil Syngenta Crop Protection AG Schwarzwaldallee 215 Basel – Switzerland Trabalho apresentado: 3º. CCPS Latin American Process Safety Conference Buenos Aires – Argentina, 2011 As Diretrizes foram preparadas utilizando uma abordagem ampla, envolvendo a OIT e seus constituintes tripartites e outras partes interessadas. Foram também definidas por princípios de segurança e saúde no trabalho internacionalmente acordados, estabelecidos em padrões internacionais de trabalho pertinentes. Conseqüentemente, elas constituem um instrumento único e poderoso para o desenvolvimento de uma cultura de segurança sustentável dentro e fora das empresas. Trabalhadores, organizações, ambiente e sistemas de segurança e saúde, todos serão beneficiados. NBR 18801 PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE RISCO ADAPTADO DA AS/NZS 4360/1999 Fonte: Marcelo David Davis Jose Roberto de Souza Blaschek Definir: Objetivos e estratégia Riscos Técnicos Escopo do Trabalho Planejar para: Cumprir metas Local dos Riscos Técnicos Feedback: Garantia Lições Aprendidas Implementar: O Planejamento Ações p/ o Gerenciamento de Riscos Núcleo, Interação e Garantia de processos de Produção ISO 20815 1. Garantia dos requisitos de produção 2. Planejamento de garantia da produção 3. Projeto e manufatura para a Garantia da Produção 4. Garantia da Produção 5. Análise e Risco da Confiabilidade 6. Verificação e Validação 7. Projeto de Gerenciamento de Risco 8. Qualificação e Teste 9. Análise de dados e Acompanhamento de desempenho 10. Gerenciamento da Mudança de Fornecimento 11. Gerenciamento da Mudança 12. Aprendizado organizacional Eventos Catastróficos Típicos: ⎯ terremotos; ⎯ fogo e explosões; ⎯ blowouts; ⎯ sabotagem; ⎯ colapso estrutural; ⎯ major problems with casing or wellheads; ⎯ ruptura de tubulação subida ou exportação ⎯ cargas em quedas com potencial de grandes danos ⎯ outros eventos ou combinação de eventos com potencial de danos de grande porte. ISO 20815 FERRAMENTAS DE ANÁLISE DE RISCO (fortemente aplicável) (Não aplicável) (Aplicável) OUTRAS REFERÊNCIAS API 770, A Manager’s Guide to Reducing Human Errors Improving Human Performance in the Process Industries, March 2001 BS 5760-2, Reliability of systems, equipment and components — Guide to the assessment of reliability IEC 61025, Fault tree analysis (FTA) IEC 60300-3-9, Dependability management — Part 3: Application guide — Section 9: Risk Analysis of technological systems IEC 60812, Analysis techniques for system reliability – Procedures for Failure Mode And Effect Analysis (FMEA) IEC 61882, Hazard and operability studies (HAZOP studies) – Application guide IEC 62198:2001, Project Risk Management. Application Guidelines ISO 14224 3, Petroleum, petrochemical and natural gas industries — Collection and exchange of reliability and maintenance data for equipment Na modernidade avançada, a produção social de riqueza é sistematicamente acompanhada da produção social de riscos. O sonho na sociedade de classes é que todos querem e devem ter uma fatia do bolo. A utopia da sociedade do risco é que todos sejam poupados do envenamento Ulrich Beck, Risk Society ADMC CONSULTORIA FONE: 91 – 30334988 e 82201992 FONE: 11 – 91426465 WWW.ARMANDOCAMPOS.COM