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RESISTÊNCIA DO CORPO À INFECÇÃO I 
 
Nossos corpos são expostos continuamente a bactérias, vírus, fungos e parasitas capazes 
de produzir anormalidades graves nas funções fisiológicas ou até mesmo morte. Para 
combater infecções e agentes tóxicos, nossos corpos têm um sistema formado pelos 
leucócitos (glóbulos brancos) e células teciduais derivadas dos leucócitos. Essas células 
atuam em conjunto e de duas formas para impedir a doença: 
 
1. Destruição das bactérias e vírus for fagocitose e; 
2. Formação de anticorpos e linfócitos sensibilizados que destroem ou inativam 
invasores. 
 
Leucócitos (glóbulos brancos) 
Unidades móveis formadas pela medula óssea (granulócitos, monócitos e alguns 
linfócitos) e tecido linfático (linfócitos e plasmócitos). Interessantemente, os glóbulos 
brancos em sua maioria, são especificamente transportados para áreas de infecção e 
inflamação graves, promovendo a rápida e potente defesa contra agentes infecciosos. 
 
Características gerais dos leucócitos 
Tipos de glóbulos brancos 
Seis tipos de glóbulos brancos podem ser encontrados no sangue: 
1. Neutrófilos polimorfonucleares 
2. Eosinófilos polimorfonucleares 
3. Basófilos polimorfonucleares 
4. Monócitos 
5. Linfócitos 
6. Plasmócitos 
 
As células polimorfonucleares, têm aparência granular, e por esse motivo são chamados 
granulócitos. (células nº 7, 10 e 12). 
 
Granulócitos e monócitos protegem o corpo contra micro-organismos invasores por 
fagocitose ou liberação de substâncias antimicrobianas ou inflamatórias que ajudam a 
destruir o organismo agressor. Os linfócitos e os plasmócitos atuam principalmente em 
conexão com o sistema imune. 
 
Concentrações dos diferentes glóbulos brancos no sangue 
O ser humano adulto tem cerca de 7.000 leucócitos por microlitro de sangue, que se 
dividem da seguinte forma: 
 
 
 
 
Gênese dos leucócitos 
 
Além das células comprometidas para formar as hemácias, são formadas duas grandes 
linhagens de leucócitos, as linhagens mielocítica e linfocítica. O lado esquerdo da figura 
34-1 mostra a linhagem mielocítica, começando com o mieloblasto; o lado direito mostra 
a linhagem linfocítica, iniciando com o linfoblasto. 
 
 
Os granulócitos e os monócitos só são formados na medula óssea, enquanto linfócitos e 
plasmócitos são produzidos nos tecidos linfogênicos. Leucócitos ficam armazenados na 
medula até que sejam necessários. Nesse momento, vários fatores provocam a liberação 
dos leucócitos. Os linfócitos são armazenados nos tecidos linfoides, exceto por pequeno 
número que está sendo transportado pelo sangue. 
 
 
Tempo de vida dos leucócitos 
Após a liberação os granulócitos duram ˜4 a 8 horas na circulação, e acima de 4 a 5 dias 
nos tecidos onde são necessários. Sua vida é encurtada em situações de infecções graves, 
pois se dirigem para a área infectada para exercerem sua função, sendo destruídos. 
Monócitos têm de 10 a 20 horas na corrente sanguínea, e ao atravessarem os capilares e 
se transformarem em macrófagos teciduais, podem durar meses, a menos que sejam 
utilizados na fagocitose. Os linfócitos têm sobrevida que varia de semanas a meses, 
dependendo da necessidade pelo corpo dessas células. 
 
Neutrófilos e macrófagos defendem contra as infecções 
Os neutrófilos e os macrófagos teciduais atacam e destroem as bactérias, vírus e outros 
agentes invasores. 
• Neutrófilos: células maduras que podem atacar e destruir bactérias, mesmo no 
sangue circulante. 
• Macrófagos: começam a vida como monócitos sanguíneos com pouca 
capacidade de combater infecções, e ao entrarem no tecido se tornam macrófagos 
maduros capazes de combater infecções. 
 
Os leucócitos entram nos espaços teciduais por diapedese, atraídos por quimiotaxia 
Neutrófilos e monócitos podem se espremer através dos poros dos capilares sanguíneos 
por diapedese. Essas células são atraídas por substâncias químicas nos tecidos 
inflamados, processo denominado quimiotaxia. 
As substâncias quimiotáxicas incluem: 
● Toxinas bacterianas e virais; 
● Produtos degenerativos dos tecidos inflamados; 
● Produtos das reações do “complexo do complemento” nos tecidos inflamados, e; 
● Produtos da coagulação sanguínea na área inflamada. 
 
A [substancias quimiotáxicas] e maior próximo a sua fonte, gerando um movimento 
unidirecional dos leucócitos. Esse fenômeno atinge distância de ~100µm, 
substancialmente maior do que a distância entre tecido e capilar (reticuloendotelial (monocítico-macrofágico). 
 
Sistema reticuloendotelial em diferentes tecidos corporais 
Macrófagos teciduais na pele e nos tecidos subcutâneos (histiócitos) 
Quando a infecção se inicia na pele lesada ou no tecido subcutâneo e a inflamação local 
se instala, os macrófagos teciduais locais podem se dividir in situ e formar novos 
macrófagos. 
 
Macrófagos nos linfonodos 
Partículas que penetram nos tecidos que não forem localmente destruídas, entram na linfa 
e drenam para os linfonodos, onde são capturadas por macrófagos teciduais. A linfa entra 
através da cápsula do linfonodo pelos vasos linfáticos aferentes, seguindo pelos seios 
medulares do linfonodo, e, por fim, saindo pelo hilo, pelos linfáticos eferentes que, 
eventualmente, se escoam para o sangue venoso. 
 
 
Grande número de macrófagos reveste os seios dos linfonodos, e se muitas partículas 
penetram nos seios pela linfa, os macrófagos fagocitam essas partículas e impedem sua 
disseminação geral por todo o corpo. 
 
Macrófagos alveolares nos pulmões 
Grande número de macrófagos teciduais está presente como componentes integrais das 
paredes alveolares, que podem fagocitar partículas que ficam retidas nos alvéolos. Os 
macrófagos podem digerir essas partículas e liberar os produtos dessa digestão na linfa. 
Se a partícula não for digerível (tuberculose, poeira de sílica e carbono), os macrófagos 
formarão a cápsula de “célula gigante” ao redor da partícula até que ela possa ser 
dissolvida lentamente. 
 
Macrófagos (células de kupffer) nos sinusoides do fígado 
Os sinusoides do fígado são revestidos por macrófagos residuais chamados células de 
kupffer, que formam um sistema de filtragem de partículas tão eficaz que quase nenhuma 
bactéria do trato gastrointestinal passa do sangue porta para a circulação sistêmica. 
 
 
 
Macrófagos do baço e da medula óssea 
Se o organismo invasor penetrar na circulação, o baço e a medula apresentam macrófagos 
retidos na malha reticular, e quando os invasores entram em contato com esses 
macrófagos, são fagocitados. O baço é similar aos linfonodos, exceto pelo fato de que 
sangue, em vez de linfa, flui pelos espaços teciduais do órgão. Uma pequena artéria entra 
na polpa esplênica, terminando como pequenos capilares extremamente porosos que 
permitem que todo o sangue passe dos capilares para os cordões da polpa vermelha. A 
seguir, o sangue se espreme pela rede trabecular para retornar à circulação através das 
paredes endoteliais dos seios venosos. As trabéculas da polpa vermelha e os seios venosos 
são revestidos por grande número de macrófagos que fagocitam detritos indesejáveis. 
 
 
 
Inflamação: o papel dos neutrófilos e macrófagos 
Inflamação 
Quando ocorre lesão tecidual causada por bactérias, traumas, agentes químicos, calor, 
etc., substâncias são liberadas pelos tecidos danificados, ocasionando graves alterações 
secundárias nos tecidos não lesionados ao redor (inflamação). 
 
A inflamação se caracteriza por: 
1. Vasodilatação dos vasos sanguíneos locais com aumento do fluxo sanguíneo 
local; 
2. Aumento da permeabilidade dos capilares permitindo a saída de líquido para os 
espaços intersticiais; 
3. Coagulação do líquido nos espaços intersticiais devido à quantidade aumentada 
de fibrinogênio e outras proteínas que saíram dos capilares; 
4. Migração de grande quantidade de granulócitos e monócitos para os tecidos e; 
5. Dilatação das células teciduais. 
 
Alguns dos produtos teciduais causadores dessas reações incluem: 
● Histamina; 
● Bradicinina; 
● Serotonina; 
● Prostaglandinas; 
● Produtos da coagulação sanguínea e; 
● Linfocinas liberadas pelas células t sensibilizadas. 
 
Essas substâncias ativam o sistema macrofágico levando os macrófagos a devorar os 
tecidos destruídos e por vezes, também lesionam as células teciduais ainda vivas. 
 
 
 
 
Efeito de “emparedamento” da inflamação 
Um dos primeiros resultados da inflamação é o “emparedamento” da área lesada 
isolando-a dos outros tecidos por meio do bloqueio dos espaços teciduais e vasos 
linfáticos por coágulos de fibrinogênio. Esse processo de isolamento retarda a 
disseminação de bactérias ou de produtos tóxicos. A intensidade do processo inflamatório 
é, em geral, proporcional ao grau da lesão tecidual. Ex: estafilococos liberam toxinas 
extremamente destrutivas aos tecidos, enquanto estreptococos não causam destruição tão 
intensa. Portanto, estreptococos têm maior chance de se disseminar pelo corpo e de causar 
morte do que os estafilococos, mesmo que os estafilococos sejam muito mais destrutivos 
para os tecidos. 
 
Respostas dos macrófagos e neutrófilos durante a inflamação 
Os macrófagos teciduais: primeira linha de defesa 
Minutos após o início da inflamação, os macrófagos estão presentes nos tecidos 
específicos, iniciando imediatamente suas ações fagocíticas. Quando ativados pela 
infecção e/ou inflamação, o primeiro efeito é o rápido aumento do tamanho dessas células. 
A seguir, macrófagos previamente sésseis passam a ser móveis, formando a primeira linha 
de defesa contra as infecções durante a primeira hora. 
 
Invasão por neutrófilos: segunda linha de defesa 
Aproximadamente 1 hora após o início da inflamação, neutrófilos invadem a área 
inflamada a partir do sangue. Essa invasão é causada por citocinas inflamatórias (e.g., 
TNF-α e IL-1) e outros produtos dos tecidos inflamados de seguinte forma: 
 
1. Aumentam a expressão de moléculas de aderência (e.g., seletinas e molécula de 
aderência intracelular 1 (ICAM-1), na superfície de células endoteliais em 
capilares e vênulas. Essas moléculas reagem com integrinas nos neutrófilos, 
fazendo-os aderir nas paredes dos capilares e vênulas da área inflamada 
(marginação). 
 
 
 
2. Afrouxam as fixações intercelulares entre as células endoteliais dos capilares e 
vênulas, permitindo aberturas grandes o suficiente para que os neutrófilos 
rastejem diretamente do sangue para os espaços teciduais por diapedese. 
 
3. Causam a quimiotaxia dos neutrófilos para os tecidos lesados. 
Algumas horas após o início do dano tecidual, a área fica bem suprida de neutrófilos, que 
por serem células maduras, iniciam imediatamente suas funções. 
 
Aumento agudo no número de neutrófilos no sangue — “neutrofilia” 
Horas após inflamação grave, o número de neutrófilos no sangue aumenta de 4 a 5x, 
fenômeno chamado neutrofilia. Isso ocorre devido a produtos da inflamação que caem no 
sangue e são transportados para a medula, onde atuam mobilizando os neutrófilos 
armazenados. 
 
Segunda invasão de macrófagos: terceira linha de defesa 
O número de monócitos circulantes e estocados na medula óssea é muito baixo, de modo 
que seu aumento no tecido inflamado é mais lento comparado ao de neutrófilos. Além 
disso, após a invasão do tecido inflamado, os monócitos necessitam de >8h para 
amadurecerem, adquirindo a capacidade completa para a fagocitose. Dessa forma, após 
dias ou semanas, os macrófagos conseguem dominar a área inflamada, produzindo muitos 
novos monócitos pela medula óssea. 
 
Aumento da produção de granulócitos e de monócitos: quarta linha de defesa 
A produção muito aumentada de granulócitos e monócitos resulta da estimulação das 
células progenitoras granulocíticas e monocíticas da medula. Leva entre 3 e 4 dias para 
que os granulócitos e monócitos recém-formados atinjam o estágio de deixar a medula 
óssea. Se o estímulo do tecido inflamado for mantido, a medula pode continuar a produzir 
essas células, em quantidades enormes durante meses ou anos, com intensidade 20 a 50 
vezes a normal. 
 
Controle por feedback das respostas dos macrófagose neutrófilos 
Os principais fatores que controlam a resposta dos macrófagos a inflamação são formados 
pelas células de macrófagos ativados nos tecidos inflamados e, em menores quantidades, 
por outras células teciduais inflamadas. Esses fatores são: 
 
• Fator de necrose tumoral(TNF); 
• Interleucina 1 (IL-1); 
• Fator estimulante de colônias de granulócitos-monócitos (GM-CSF) - estimula a 
produção de granulócitos e de monócitos; 
• Fator estimulante de colônias de granulócitos (G-CSF) estimulam a produção de 
granulócitos; 
• Fator estimulante de colônias de monócitos (M-CSF) estimulam a produção de 
monócitos. 
• 
A combinação de TNF, IL-1 e fatores estimulantes de colônias gera potente mecanismo 
de feedback, que começa com a inflamação do tecido e prossegue para a formação de 
grande número de leucócitos defensivos que ajudam a remover a causa da inflamação. 
 
Formação de pus 
Ao fagocitar muitas bactérias e tecido necrosado, os fagócitos eventualmente morrem. A 
mistura de tecido necrótico, neutrófilos e macrófagos mortos e liquido tecidual é 
denominada pus. Depois que a infecção foi suprimida, as células mortas e o tecido 
necrótico no pus passam por autólise, e os produtos finais são absorvidos pelos tecidos 
circundantes e pela linfa até que a maior parte dos resíduos da lesão tecidual tenha sido 
eliminada. 
Eosinófilos 
Constituem ~2% dos leucócitos do sangue, são fagócitos fracos e comparados aos 
neutrófilos não dão proteção significativa contra os tipos usuais de infecção. Produzidos 
em grande escala em infecções parasitárias, se prendem aos parasitas (muito grandes para 
serem fagocitados) por moléculas especiais de superfície e liberam substâncias que 
destroem os parasitas. As substancias liberadas são: 
 
1. Enzimas hidrolíticas (lisossomos modificados) de seus grânulos; 
2. Formas altamente reativas de oxigênio, especialmente letais para os parasitas e; 
3. Grânulos de polipeptídeo altamente larvicida (proteína básica principal). 
 
Eosinófilos têm propensão de se concentrarem nos tecidos em que ocorrem reações 
alérgicas (tecidos peribrônquicos na asma, e pele após reações alérgicas cutâneas), 
fagocitando e destruindo complexos alérgeno-anticorpo para impedir a disseminação 
excessiva do processo inflamatório local. 
 
 
Basófilos 
São semelhantes aos mastócitos situados do lado de fora de muitos capilares. Mastócitos 
e basófilos liberam heparina no sangue, impedindo a coagulação. Têm um papel 
importante em reações alérgicas, pois o anticorpo imunoglobulina E (IgE) ao se ligar ao 
antígeno, tende a se prender aos mastócitos e basófilos, rompendo-os. Ao se romperem, 
mastócitos e basófilos liberam histamina, bradicinina, serotonina, heparina, substância de 
reação lenta da anafilaxia e enzimas lisossômicas, causando reações vasculares teciduais 
locais responsáveis por manifestações alérgicas. 
 
 
Leucopenia 
Ocorre quando a medula óssea produz poucos leucócitos, deixando o corpo desprotegido 
contra bactérias e outros agentes que possam vir a invadir os tecidos, inclusive aqueles 
que já estavam presentem no organismo, porém vivendo em simbiose. Na leucopenia 
aguda surgem ulcerações na boca e cólon, bem como infecções respiratórias graves. As 
bactérias podem invadir o sangue e causar a morte em menos de uma semana. A 
leucopenia pode ocorrer por aplasia medular induzia por agentes como raios X ou por 
raios gama, benzeno, antraceno, cloranfenicol, tiouracil e hipnóticos barbitúricos. 
Pacientes tratados com transfusão e antibióticos desenvolvem uma nova medula após 
semanas ou meses, restabelecendo as concentrações de células sanguíneas. 
 
 
Leucemia 
A produção descontrolada de leucócitos anormais pode ser causada por mutação 
cancerígena de célula mielógena ou linfógena. Quanto mais indiferenciada a célula, mais 
aguda é a leucemia, na maioria das vezes levando à morte em alguns meses por não serem 
funcionais para fornecer proteção contra infecções, se não tratada. Com algumas das 
células mais diferenciadas, o processo pode ser crônico, algumas vezes com 
desenvolvimento lento de 10 a 20 anos. 
 
• Leucemia linfocítica: Provocadas pela produção cancerosa de células linfoides, 
começando, na maioria dos casos, em linfonodo ou em outro tecido linfocítico e 
se disseminando para outras áreas do corpo. 
• Leucemia mielogênica: Se inicia pela produção cancerosa de células mielógenas 
jovens na medula óssea e se dissemina por todo o corpo, de modo que leucócitos 
são produzidos em vários tecidos extramedulares — sobretudo nos linfonodos, no 
baço e no fígado. 
O processo canceroso ocasionalmente produz células parcialmente diferenciadas, 
resultando no que pode ser chamado leucemia neutrofílica, eosinofílica, basofílica ou 
monocítica. 
 
 
Efeitos da leucemia sobre o corpo 
1. O primeiro efeito da leucemia é o crescimento metastático das células leucêmicas 
em áreas anormais do corpo, podendo invadir o osso circundante, causando dor e 
tornando-o mais propenso a fraturas. 
 
2. Disseminação para o baço, linfonodos, fígado e regiões vasculares, 
desenvolvendo infecções, anemia e tendência a sangramentos por ausência de 
plaquetas. Efeito decorrente da substituição das células linfoides normais por 
células não funcionais. 
 
3. Uso excessivo de substratos metabólicos pelas células cancerosas em crescimento, 
depletando a energia e nutrientes do paciente, fortalecendo os tecidos leucêmicos 
enquanto debilita o tecido saudável, levando a morte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercícios 
 
1. O que são leucócitos e qual sua origem? 
 
2. Quais os tipos de leucócitos? 
 
3. Qual o tempo de vida dos leucócitos? 
 
4. Qual a diferença entre neutrófilos e macrófagos? 
 
5. O que é fagocitose e como esse processo ocorre? 
 
6. O que acontece com os patógenos fagocitados? 
 
7. O que é o sistema reticuloendotelial e em quais locais ele atua? 
 
8. O que caracteriza o processo inflamatório? 
 
9. Quais produtos teciduais casam inflamação? 
 
10. O que é o efeito de emparedamento e qual sua importância? 
 
11. Explique cada uma das linhas de defesa contra infecções. 
 
12. O que são eosinófilos e como eles atuam? 
 
13. O que são basófilos e como eles atuam? 
 
14. Qual a diferença entre leucopenia e leucemia? 
 
15. Quais os tipos de leucemia? 
 
16. Quais os efeitos da leucemia no organismo?

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