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MONITORIA MCM 1
REVISÃO N2
MONITOR: Paulo Victor
REVISANDO...REVISANDO...
Os Operadores Booleanos atuam como palavras que informam ao sistema de busca como
combinar os descritores de sua pesquisa.
Geralmente usa-se o "AND" para
localizar estudos sobre os dois
termos (intersecção),
restringindo o número de
resultados e recuperando
resultados que contenham
ambos os termos;
OPERADORES BOOLEANOSOPERADORES BOOLEANOS
Recuperando-se artigos que
abordem um ou outro termo e
amplia o número de textos
selecionados. 
EXEMPLO: A pesquisa coração "OR"
pulmão encontra itens que contêm
coração ou pulmão, e também
inclui na pesquisa se ambos
estiverem presentes.
Exclui itens que contenham o
termo especificado. 
EXEMPLO: Uma pesquisa
coração "NOT" pulmão encontra
itens que contêm coração, mas
não contêm pulmão.
AND (E): OR (OU): NOT (NÃO): 
ABNT X VANCOUVERABNT X VANCOUVER
CITAÇÃOCITAÇÃO
As citações ABNT devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada: autor-data ou numérico. Qualquer
que seja o sistema adotado, este deve ser seguido constantemente ao longo de todo o trabalho.
ABNTABNT
AUTOR-DATA
As citações se darão pelo sobrenome do autor,
pela instituição responsável ou título, quando
incluídas na sentença.
NUMÉRICO
Cada fonte citada recebe um número sequencial,
que é mantido ao longo do texto e corresponde à
ordem em que as fontes são mencionadas. O
número da página deve ser indicado após o
número da fonte no texto.
ATENÇÃO!! CUIDADO PARA NÃO
CONFUNDIR O SISTEMA NUMÉRICO ABNT
COM A NORMA VANCOUVER!! SEMPRE
OLHE O FORMATO DA REFERÂNCIA PARA
TER CERTEZA!θ
_
ー
ー _
ー
->sobrenome _
ー _θ
θ
De acordo com Pissulin et al. (2018), a presença da síndrome
da apneia obstrutiva do sono (SAOS) pode alterar a
percepção dos sintomas respiratórios e a qualidade de vida
em pacientes com DPOC.
A presença da síndrome da apneia obstrutiva do sono
(SAOS) pode alterar a percepção dos sintomas respiratórios
e a qualidade de vida em pacientes com DPOC (Pissulin et
al., 2018). 
De acordo com Pissulin et al. (2018), a presença da síndrome
da apneia obstrutiva do sono (SAOS) pode alterar a
percepção dos sintomas respiratórios e a qualidade de vida
em pacientes com DPOC.
2
A presença da síndrome da apneia obstrutiva do sono
(SAOS) pode alterar a percepção dos sintomas respiratórios
e a qualidade de vida em pacientes com DPOC . 2
A colocação do ano é opcional e a expressão “et al”
não é apresentada em itálico.
N° de identificação da referência
ABNT X VANCOUVERABNT X VANCOUVER
EXEMPLO: CITAÇÃO INDIRETAEXEMPLO: CITAÇÃO INDIRETA
Citação indireta é quando se parafraseia ou resume o conteúdo de uma fonte sem usar as palavras exatas do autor, mas
ainda assim se referindo às ideias originais.
Citação direta se caracteriza pela transcrição textual de parte da obra do autor consultado. Transcreve com exatidão as
palavras do autor citado.
Com menos de três linhas:
Com mais de três linhas:
ABNT X VANCOUVERABNT X VANCOUVER
EXEMPLO: CITAÇÃO DIRETAEXEMPLO: CITAÇÃO DIRETA
Citações diretas ABNT é
obrigatória a menção da
paginação após a
indicação do ano.
A citação vai estar entre aspas e vai haver
a presença do número identificador da
referência.
PRESENÇA DE ASPAS!!
Recuo de 4cm, espaçamento simples e
fonte em tamanho 10
ー θ _
diretto
_
_β
_
-
θ
_ @ _
_ _
oauta
As referências devem ser alinhadas a esquerda do texto, espaçamento
simples e separada das outras com espaçamento duplo;
Usar número no início da referência, seguindo a ordem de aparição;
As referências não seguirão ordem alfabética, mas sim ordem de
citação;
AUTORES: Sobrenome e somente a letra inicial do sobrenome é
maiúscula, seguida das iniciais dos nomes abreviados. Até 6 autores,
todos os autores deverão ser citados, separados por vírgula. Se tiver
mais de 6 autores, citar todos os seis primeiros seguidos da expressão
"et al.";
Os elementos explicativos (cited e available from) são em inglês, pois é
uma norma de divulgação internacional;
As referências devem estar em espaço simples, alinhadas à
margem esquerda do texto e separadas entre si por uma
linha em branco de espaço simples. 
Em ordem alfabética 
Separação de títulos e subtítulos por dois pontos
AUTORES: Quando houver até três autores, todos devem
ser indicados. Quando houver quatro ou mais autores
sugere-se indicar apenas o primeiro, seguido da expressão
et al. (em itálico)
FORMATO:
SOBRENOME, Nome. Título do trabalho. Título da revista
(Destacado e abreviado). Local de publicação, volume, número,
páginas, Ano. DOI. Disponível em. Acesso em:
ABNT X VANCOUVERABNT X VANCOUVER
_ _
_
θ_ _
ー
_
← _
ー ー
_
_
PISSULIN, F. D. M. et al. The triad of obstructive sleep apnea syndrome, COPD, and obesity: sensitivity of sleep scales and respiratory
questionnaires. J Bras Pneumol, v. 44, n. 3, p. 202-206, mai.-jun. 2018. DOI: 10.1590/S1806-37562016000000308. Disponível em:
. Acesso em: 06 abr. 2024.
ABNT X VANCOUVERABNT X VANCOUVER
A ética é um campo amplo que engloba
princípios e valores morais que orientam o
comportamento humano em diversas áreas
da vida.
Envolve questões de certo e errado, justiça,
dever e responsabilidade.
Não está limitada a um domínio específico; é
aplicável em todas as esferas da atividade
humana.
ÉTICA X BIOÉTICAÉTICA X BIOÉTICA
Ramo específico da ética focado em questões
relacionadas à vida, saúde e biologia.
Aborda dilemas éticos específicos em
contextos médicos, científicos e tecnológicos.
Temas incluem início e fim da vida,
experimentação em seres humanos,
manipulação genética, transplantes de
órgãos, entre outros.
ÉTICAÉTICA BIOÉTICABIOÉTICA
ー ←
-0
〜
ー _
00
_
_ _
_
_
DIGNIDADE HUMANA:
Respeito incondicional pela dignidade de cada
indivíduo.
Base para a proteção dos direitos humanos.
 NÃO DISCRIMINAÇÃO:
Igualdade de tratamento para todos,
independentemente de raça, gênero, religião
ou origem.
Garante justiça e equidade.
AUTONOMIA:
Respeito à vontade e decisões informadas
dos indivíduos.
Inclui consentimento livre e esclarecido.
ÉTICA X BIOÉTICAÉTICA X BIOÉTICA
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS
AUTONOMIA:
Respeito à vontade do paciente.
Considera exceções, como risco de morte ou
incapacidade de decisão.
BENEFICÊNCIA:
Máximo benefício com menor prejuízo.
Escolha de tratamentos seguros.
NÃO-MALEFICÊNCIA:
Evitar danos intencionais.
Minimizar efeitos adversos.
JUSTIÇA:
Acesso justo ao atendimento.
Igualdade no tratamento.
ÉTICAÉTICA BIOÉTICABIOÉTICA
_
_ debet,
e
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_ θ
⼀
∞
φ
고
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ー
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COLETA DE DADOSCOLETA DE DADOS
A escolha do instrumento de coleta depende: 
- dos objetivos que se pretendem alcançar com a pesquisa;
- das questões de pesquisa previamente elaboradas;
- do perfil dos pesquisados; 
- das características da pesquisa e do objeto a ser estudado; 
- do método e da técnica mais adequados para o uso do instrumento.
FONTES PRIMÁRIAS DE COLETA: São coletados diretamente dos sujeitos da pesquisa. Exemplo:
questionários, roteiros de entrevista, roteiro de observação, diários de campo);
FONTES SECUNDÁRIAS DE COLETA: Os dados já estão sistematizados e podem servir para o
esclarecimento do problema de pesquisa. Exemplo: Datasus.
QUESTIONÁRIOQUESTIONÁRIO
ROTEIRO DE ENTREVISTASROTEIRO DE ENTREVISTAS
ROTEIRO DE OBSERVAÇÃOROTEIRO DE OBSERVAÇÃO
ROTEIRO DE CAMPOROTEIRO DE CAMPO
AULA 1: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL EAULA 1: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E
MEDICINAMEDICINA
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MEDICINAINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MEDICINA
IA
Inteligência Artificial (IA) é a capacidade de
um computador de realizar tarefas que
normalmente requerem inteligência humana. 
APRENDIZADO DE MÁQUINA
Aprendizado de Máquina é uma área da IA que
permite que os computadores aprendam a partir
de dados sem serem explicitamente programados
para cada tarefa. Em vez disso, os computadores
usam algoritmos que podem identificar padrões
nos dados e fazer previsões ou decisões com base
nesses padrões.
1. APRENDIZADO SUPERVISIONADO
O computador é treinado com um conjuntode dados que inclui as
respostas corretas. Ele aprende a mapear uma entrada (como
uma imagem) para uma saída (como a identificação do que está
na imagem).
2. APRENDIZADO NÃO SUPERVISIONADO
O computador recebe um conjunto de dados sem respostas
corretas e tenta encontrar padrões ou grupos dentro dos dados
por conta própria.
3. APRENDIZADO POR REFORÇO
O computador aprende através de tentativa e erro. Ele recebe
recompensas ou punições com base nas ações que realiza e
aprende a maximizar suas recompensas ao longo do tempo.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MEDICINAINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MEDICINA
DEEP LEARNING
Aprendizado Profundo (Deep Learning) é uma subárea do aprendizado de máquina que utiliza redes neurais artificiais com várias
camadas (daí o termo "profundo") para analisar dados. Essas redes são inspiradas na estrutura do cérebro humano e são capazes de
aprender e representar dados de maneira muito complexa.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MEDICINAINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MEDICINA
REDE NEURAL
Método de inteligência artificial que ensina computadores a processar dados
de uma forma inspirada pelo cérebro humano. 
Exemplo: Imagine que você está tentando ensinar um computador a
reconhecer se uma imagem contém um gato ou não. Para fazer isso, você
usa uma rede neural, que é como um grande conjunto de “neurônios”
artificiais conectados.
CAMADAS
Camada de Entrada: Recebe as informações iniciais. No caso de
imagens, isso pode ser os pixels da imagem.
1.
Camadas Ocultas: Processam as informações. Elas analisam os dados e
procuram padrões. Cada camada oculta pode descobrir algo diferente,
como bordas, formas, ou texturas.
2.
Camada de Saída: Produz o resultado final. Por exemplo, diz se a
imagem tem um gato ou não.
3.
ÉTICA X IA X SAÚDEÉTICA X IA X SAÚDE
A OMS busca orientar governos e entidades
internacionais no uso da IA na saúde.
Identificação de seis princípios-chave para a
regulação dos sistemas de IA na saúde, baseados
em princípios éticos, bioética e regulação atual.
Princípios:
Autonomia1.
Não-maleficência/Beneficência2.
Transparência3.
Responsabilidade4.
Equidade5.
Responsividade/Sustentabilidade6.
1.Proteção da Autonomia Humana
Seres humanos devem manter controle sobre sistemas de
saúde e decisões médicas.
Proteção dos dados dos pacientes e consentimento
informado são essenciais.
LGPD (lei de proteção de dados) Sem consentimento,
profissionais de saúde não devem acessar dados dos
pacientes. A lei garante a regulamentação do tratamento dos
dados pessoais, a privacidade dos indivíduos e a segurança de
suas informações pessoais e sensíveis, inclusive em
estabelecimentos médicos
2.Promoção do Bem-Estar e Segurança Humana
Tecnologias de IA devem atender a requisitos regulatórios.
Medidas de controle e melhoria contínua são necessárias.
Reconhecimento de que a IA não é infalível e a precisão do
sistema deve ser conhecida.
ÉTICA X IA X SAÚDEÉTICA X IA X SAÚDE
3.Garantia de Transparência e Explicabilidade
Detalhes sobre o projeto e implantação da IA devem ser documentados e acessíveis.
A IA deve explicar os dados de entrada mais importantes que influenciaram suas decisões.
4. Promoção de Responsabilidade e Prestação de Contas 
Garantir que a IA seja usada em condições adequadas e por profissionais capacitados. 
Profissionais de saúde devem ser responsabilizados pelos danos causados pela IA. 
5.Garantia de Inclusão e Equidade Acesso 
 IA deve ser projetada para acesso amplo e equitativo, sem discriminação. 
Reconhecimento de que IA pode refletir preconceitos presentes nos dados de treino. 
6.Promoção de IA Responsiva e Sustentável 
Projetar sistemas para minimizar impactos ambientais e aumentar eficiência energética. 
Capacitação para profissionais de saúde se adaptarem ao uso da IA e mitigação de possíveis perdas de emprego
devido à automação.
AULA 2: TIPOS DE CONHECIMENTOSAULA 2: TIPOS DE CONHECIMENTOS
TIPOS DE CONHECIMENTOSTIPOS DE CONHECIMENTOS
O conhecimento popular: Conjunto de informações, crenças
e práticas passadas de geração em geração dentro de uma
cultura ou comunidade.
Experiência cotidiana
Observação do mundo
Compartilhado informalmente e muitas vezes sem base
científica.
Exemplos de Conhecimento Popular
Ditados Populares1.
Exemplo: "Água mole em pedra dura, tanto bate até
que fura."
Remédios Caseiros Tradicionais2.
Uso de plantas medicinais e métodos antigos para
tratar doenças e promover a saúde.
Superstições e Crendices3.
Exemplo: Evitar passar embaixo de escadas para não
ter má sorte.
Características
Tem um valor pessoal ou subjetivo
Depende do quanto a pessoa conhece sobre o
assunto. 
Não segue um método ou sistema científico 
Baseia-se na experiência pessoal e intuição.
Relaciona-se ao que se pode perceber e
experimentar no dia a dia.
Pode estar errado ou não ser preciso.
CONHECIMENTO POPULARCONHECIMENTO POPULAR
_
_ _
ー
_
TIPOS DE CONHECIMENTOSTIPOS DE CONHECIMENTOS
O conhecimento filosófico não se baseia na
experimentação empírica. Em vez disso, ele se
fundamenta em hipóteses derivadas da experiência e do
raciocínio lógico.
Exemplos: Reflexão sobre a Vida Após a Morte
Características
Consiste em hipóteses que não podem ser submetidas à
observação empírica.
Composto por um conjunto de enunciados logicamente
correlacionados.
Visa uma representação coerente da realidade
estudada, tentando compreendê-la em sua totalidade.
Postulados e hipóteses filosóficas não são submetidos
ao teste experimental decisivo
Método Filosófico vs. Método Científico:
Método Científico: Baseia-se na experimentação, análise de
fatos concretos e observação empírica. Fragmenta e delimita
o objeto de pesquisa para obter conclusões específicas.
Método Filosófico: Utiliza a razão pura e o processo
dedutivo, precedendo a experiência e focando na coerência
lógica. Procura responder às grandes indagações do espírito
humano e formular uma visão abrangente do universo.
CONHECIMENTO FILOSÓFICOCONHECIMENTO FILOSÓFICO
TIPOS DE CONHECIMENTOSTIPOS DE CONHECIMENTOS
Baseia-se em doutrinas sagradas e
proposições reveladas pelo sobrenatural. 
Diferente do conhecimento científico, pois
não pode ser verificado empiricamente. 
Requer uma atitude de fé e a aceitação das
verdades reveladas como a fonte da verdade.
Características
Baseia-se em doutrinas sagradas que são
consideradas valiosas e inspiradoras.
Oferece uma visão sistemática do mundo,
interpretada como resultado do ato de um
criador divino. Essas crenças não podem ser
verificadas empiricamente.
As verdades reveladas são consideradas
infalíveis e indiscutíveis porque provêm de uma
divindade.
CONHECIMENTO RELIGIOSOCONHECIMENTO RELIGIOSO
TIPOS DE CONHECIMENTOSTIPOS DE CONHECIMENTOS
O conhecimento científico é um tipo de
entendimento que lida com fatos,
baseando-se na veracidade ou falsidade
dessas proposições através da experiência. 
É caracterizado por ser sistemático,
verificável, falível e aproximadamente
exato.
Características
Suas proposições ou hipóteses têm sua veracidade ou
falsidade conhecida através da experiência, não apenas por
meio da razão.
Baseado em fatos existentes e comprovados.
O conhecimento é ordenado logicamente em um sistema de
ideias, formando teorias coerentes e interligadas.
Situações e hipóteses que podem ser comprovadas ou
refutadas através de experimentação e observação.
Não é definitivo, absoluto ou final; é sujeito a mudanças e
atualizações conforme novas proposições e técnicas se
desenvolvem.
CONHECIMENTO CIENTÍFICOCONHECIMENTO CIENTÍFICO
MÉTODOS CIENTÍFICOSMÉTODOS CIENTÍFICOS
Método Indutivo
Definição: Observação de fatos ou fenômenos particulares
para chegar a uma conclusão geral.
Processo:
Observação sistemática de dados.1.
Generalização a partir das relações verificadas entre os
fatos observados.
2.
Extrapolação dos casos particulares para uma
conclusão geral.
3.
Exemplo:
Um cientista observa repetidamente que a
temperatura de ebulição da água é sempre 100 °C. Ele
generaliza que o ponto de ebulição da água é sempre
100 °C.
Método Dedutivo
Definição: Parte de premissas verdadeiraspara chegar a
uma conclusão específica.
Processo:
Começa com premissas gerais.1.
Extrai conclusões específicas a partir dessas premissas.2.
Características: Não acrescenta informações novas, apenas
aplica o raciocínio lógico.
Exemplo:
Premissa 1: Os suspeitos do crime estavam na sala entre
as 13h e 14h.
Premissa 2: João não estava na sala entre as 13h e 14h.
Conclusão: Logo, João não é um dos suspeitos do crime.
MÉTODOS CIENTÍFICOSMÉTODOS CIENTÍFICOS
 Método hipotético-dedutivo
Definição: Combina elementos do indutivo e do dedutivo.
Começa com hipóteses que são testadas por meio de
experimentos ou observações.
Processo:
Identificação do problema.
Formulação de hipóteses.
Teste e falseamento das hipóteses para corrigir erros.
Objetivo: Buscar uma conclusão científica verdadeira,
considerando colaborações futuras de outros pesquisadores.
Exemplo:
Um pesquisador formula a hipótese de que uma nova
droga pode curar uma doença. Ele realiza experimentos
para testar essa hipótese e verifica se os resultados
confirmam ou refutam a hipótese inicial.
Método Dialético
Definição: Enfatiza discussão, argumentação e provocação. É
usado em pesquisas sociais para interpretar fenômenos sociais
qualitativamente.
Características:
Uso da discussão e da argumentação.
Foco nas contradições inerentes aos fenômenos.
Reciprocidade e relação entre conceitos.
Construção e reconstrução contínua das ideias analisadas.
Exemplo:
Pesquisadores utilizam o método dialético para entender as
mudanças sociais em uma comunidade, discutindo e
argumentando sobre diferentes pontos de vista e as
contradições observadas.
.
AULA 3: PESQUISA QUANTITATVA,AULA 3: PESQUISA QUANTITATVA,
QUALITATIVA E MISTAQUALITATIVA E MISTA
QUANTITATIVAQUANTITATIVA
Quantificar problemas e gerar dados numéricos que podem ser transformados em estatísticas
utilizáveis. 
Coletar e analisar dados numéricos e em medir a escala, gama, ou frequência de fenômenos.
CARACTERÍSTICAS:
• Coleta de dados numéricos através de técnicas estruturadas como questionários e pesquisas; 
• Uso de métodos estatísticos para analisar os dados; 
• Foco na medição e análise de relações causais entre variáveis; 
• Uso de experimentos controlados e observações estruturadas
→ estates
、
epidemio
pesquisa
ー
_
_
ー
ー
TIPOS DE PESQUISA QUANTITATIVATIPOS DE PESQUISA QUANTITATIVA
Estudo Seccional (ou transversal)
Usado para determinar a prevalência de uma
condição ou doença em um determinado
momento. Ele fornece uma “fotografia” da
população em um ponto específico no tempo. 
Exemplo:
Os cientistas podem realizar uma pesquisa
para ver quantas pessoas em uma cidade
estão atualmente com diabetes.
Estudo de Intervenção
Usado para avaliar a eficácia de uma intervenção ou
tratamento. Por exemplo, um estudo para avaliar a
eficácia de uma nova vacina, quantificando a taxa de
resposta imunológica em um grande grupo de
participantes. 
Exemplo:
Em um estudo de um novo medicamento para
diabetes, metade dos participantes recebe o
medicamento e a outra metade recebe um placebo.
Os pesquisadores então comparam os níveis de
açúcar no sangue entre os dois grupos.
 
ー _
TIPOS DE PESQUISA QUANTITATIVATIPOS DE PESQUISA QUANTITATIVA
Estudo de Coorte
Acompanha um grupo de indivíduos ao longo do
tempo para determinar a incidência de uma condição
ou doença. 
Exemplo:
Os pesquisadores podem seguir um grupo de
fumantes e não fumantes por 20 anos para ver
quantos desenvolvem câncer de pulmão.
Estudo de Caso-controle
Usado para determinar os fatores de risco para
uma condição ou doença. Ele compara indivíduos
que têm a condição (casos) com aqueles que não
têm (controles) para identificar diferenças nas
exposições. 
Exemplo:
Os cientistas podem comparar um grupo de
pessoas com câncer de pulmão a um grupo
sem câncer de pulmão para ver quantos de
cada grupo eram fumantes.
TIPOS DE PESQUISA QUANTITATIVATIPOS DE PESQUISA QUANTITATIVA
Estudo Ecológico
Analisa a relação entre variáveis em nível de grupo ou população. Ele pode ser usado para estudar a
relação entre exposições ambientais e desfechos de saúde.
Exemplo:
Um estudo pode comparar várias cidades, analisando a relação entre os níveis de poluição do ar e
a prevalência de doenças respiratórias em cada cidade. As cidades com maior poluição podem
mostrar taxas mais altas de doenças respiratórias, sugerindo uma possível correlação.
QUALITATIVAQUALITATIVA
Entender e interpretar fenômenos sociais e de saúde a partir das experiências e perspectivas dos
indivíduos. 
Ela se concentra em aspectos subjetivos, como sentimentos, opiniões, motivações e
comportamentos.
CARACTERÍSTICAS:
• Coleta de dados não numéricos, como entrevistas, observações e análise de texto; 
• Foco na compreensão das experiências humanas, interpretações e interações; 
• Ênfase na exploração de processos, significados e conceitos; 
• Flexibilidade no design da pesquisa para permitir a descoberta de novos insights (NOVAS
PERCEPÇÕES) durante o processo de pesquisa;
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Usada para examinar um caso específico em profundidade,
seja um indivíduo ou uma situação particular. O objetivo é
obter uma compreensão detalhada do caso a partir de várias
perspectivas.
Características dos Estudos de Caso
Relatos de caso são baseados na observação clínica
colhida durante a prática médica, cirúrgica ou
laboratorial.
Fornecem informações sobre doenças novas, raras,
com apresentações incomuns, métodos de
diagnóstico e efeitos de diferentes estratégias
terapêuticas.
Permitem a detecção de inovações e formulação de
hipóteses para avaliações clínicas futuras.
ESTUDO DE CASO
Possuem uma estrutura flexível, tempo de publicação mais
curto, custo de realização baixo e integração entre a área
acadêmica e a clínico-hospitalar.
4. Limitações:
Generalização: Não permitem generalizações ou
extrapolações.
Determinação da Causalidade: Baixa evidência científica e
dificuldade na determinação da causalidade.
Subjetividade: Subjetividade, possível perda ou veracidade
questionável da informação e problemas de
confidencialidade.
Estrutura do Relato de Caso
Título1.
Resumo2.
Palavras-chave3.
Introdução4.
Informação do paciente5.
Achados clínicos6.
Cronologia dos fatos7.
Avaliação diagnóstica8.
Intervenção terapêutica9.
Acompanhamento e resultados clínicos10.
Discussão11.
Conclusão12.
Perspectiva do paciente13.
Consentimento informado14.
Referências15.
Tabelas e figuras16.
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
ESTUDO DE CASO
Vieses em Estudos de Caso
Viés de Memória: Detalhes do caso podem ser esquecidos
ou mal lembrados, levando a uma representação imprecisa.
Esses vieses podem afetar a validade e a confiabilidade dos
estudos de caso, por isso é crucial que os pesquisadores estejam
cientes desses vieses e tomem medidas para minimizá-los.
DESCRIÇÃO
DO CASO
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Usada para estudar culturas e grupos sociais ao longo do tempo. Os
pesquisadores se inserem na cultura ou grupo que estão estudando,
observando e interagindo com os participantes para entender suas
normas, comportamentos e interações sociais.
Características da Pesquisa Etnográfica
Abordagem Qualitativa:1.
Focada em entender o universo social, os significados e as
experiências dos sujeitos.
Utiliza métodos qualitativos para captar as nuances e
complexidades das interações humanas.
Variedade de Temas:2.
Cada vez mais utilizada para estudar uma variedade de temas na
área da saúde, como:
Funcionamento e avaliação do sistema sanitário.
Investigação epidemiológica.
Pesquisa científica de laboratório.
Pesquisa biotecnológica.
Pesquisa genética.
3. Pressupostos Teórico-Conceituais:
Etnocentrismo: A tendência de ver o mundo
através da lente de sua própria cultura, que os
pesquisadores buscam evitar.
Relativismo Cultural: A compreensão de que
as crenças e práticas culturais devem ser
entendidas em seu próprio contexto, sem
julgamentos.
Cultura: Conjunto de normas, valores e
práticas que definem avida de um grupo.
PESQUISA ETNOGRÁFICA
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Conceitos importantes
Observação participante: técnica de coleta de dados na qual o pesquisador se envolve ativamente na comunidade
ou grupo que está estudando. Essa imersão permite que o pesquisador obtenha uma compreensão profunda das
práticas, comportamentos e interações sociais do grupo.
Observação não participante: o pesquisador observa os indivíduos ou grupos sem se envolver diretamente
em suas atividades. O pesquisador mantém uma posição de distanciamento, apenas registrando o que vê.
Análise reflexiva: o processo em que o pesquisador analisa seus próprios pensamentos, sentimentos e
comportamentos em relação ao estudo. Isso inclui uma reflexão contínua sobre as experiências de campo, as
interações com os participantes e os próprios preconceitos e suposições do pesquisador.
Pesquisa imersiva: envolve o mergulho profundo do pesquisador no ambiente de estudo por um período
prolongado. Isso pode incluir viver com os participantes, adotar suas rotinas e participar de suas atividades
diárias para entender melhor sua perspectiva.
PESQUISA ETNOGRÁFICA
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
5. Contribuições para a Saúde:
Aprofunda a compreensão dos contextos culturais que influenciam a saúde e os comportamentos
de saúde.
Ajuda na elaboração de políticas de saúde mais eficazes e culturalmente sensíveis.
Exemplo Prático
Imagine um pesquisador que deseja entender como uma comunidade rural aborda a prevenção de doenças.
Ele se muda para a comunidade, participa das reuniões locais, conversa com os moradores e observa suas
práticas diárias. Ao fazer isso, ele coleta dados ricos sobre as crenças e práticas de saúde da comunidade,
permitindo-lhe fazer recomendações informadas sobre intervenções de saúde que respeitem e incorporem
as tradições locais.
PESQUISA ETNOGRÁFICA
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Baseia-se na análise e interpretação de documentos escritos,
impressos, digitais, audiovisuais, entre outros, com o objetivo
de investigar um determinado tema ou problema de pesquisa
na área da saúde.
Fontes Primárias e Secundárias
Fontes Primárias: Documentos originais criados na época
em que o evento ocorreu.
Fontes Secundárias: Interpretações e análises baseadas
em fontes primárias.
Métodos Sistemáticos e Rigorosos
 Isso garante que a pesquisa seja confiável e que os resultados
sejam válidos.
Organização e Interpretação das Informações
Uma vez que as informações são coletadas, elas precisam
ser organizadas e interpretadas. Isso envolve a
identificação de padrões, temas ou conceitos emergentes.
Estabelecimento de Relações e Conexões
Isso pode envolver a comparação de informações de
diferentes documentos ou a identificação de tendências ao
longo do tempo.
PESQUISA DOCUMENTAL
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Características
Dados Obtidos de Forma Indireta: Utiliza documentos que ainda não receberam tratamento analítico e
publicação.
Análise Documental de Cunho Historiográfico: Metodologia de análise documental com uma
abordagem historiográfica.
Natureza Retrospectiva: Baseia-se em fontes produzidas no passado, trabalhando com informações
registradas anteriormente.
Interpretação e Análise Crítica dos Documentos: É fundamental identificar informações relevantes,
estabelecer relações entre os diferentes documentos e contextualizar as fontes dentro do objeto de
estudo.
Necessidade de Corroboração das Informações: Como os documentos podem conter erros, omissões
ou interpretações tendenciosas, é essencial consultar múltiplas fontes para validar as informações
encontradas.
PESQUISA DOCUMENTAL
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Envolve ativamente os participantes em todas as etapas do processo de
pesquisa. Isso inclui a identificação do problema, o desenvolvimento da
pesquisa, a coleta e análise dos dados, e a implementação de ações
baseadas nos resultados.
Características
Participação Ativa: Todos os envolvidos participam ativamente na
investigação e na tomada de decisões.
Inovação e Dinamismo: É uma abordagem inovadora e dinâmica que
incentiva a reflexão e a intervenção.
Empoderamento: Promove o empoderamento dos trabalhadores da
saúde e usuários, permitindo que se tornem agentes ativos na
melhoria da prática assistencial.
Desafios na Condução: A realização de oficinas e a avaliação das
intervenções podem ser desafios para os participantes.
Ampla Aplicabilidade: Aplicável em várias áreas, como atenção
primária à saúde, promovendo uma reflexão coletiva sobre práticas de
serviços específicos.
Aplicações na Área da Saúde
Usado na atenção primária, por meio de reflexão coletiva, os
participantes buscam melhorar suas práticas e promover
mudanças significativas no sistema de saúde.
Importância na Pesquisa Participativa
A pesquisa-ação é um componente essencial da pesquisa
participativa, permitindo que o conhecimento seja construído
e transferido para a prática diária em ambientes
multiprofissionais e multidisciplinares.
PESQUISA-AÇÃO 
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Características
Participação e Colaboração: Essenciais tanto na educação quanto no mundo empresarial, promovendo
aprendizado e melhorias no trabalho.
Ciclo de Planejamento, Ação, Observação e Reflexão: Favorece o desenvolvimento de um ciclo contínuo
de melhoria, incentivando a reflexão sobre práticas e promovendo maior empenho pessoal e profissional.
Mudança Social e Resolução de Problemas: Visa promover mudanças significativas na sociedade,
buscando soluções para problemas reais.
PESQUISA-AÇÃO
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
PESQUISA-AÇÃO: ETAPAS
AVALIZAÇÃO DOS
RESULTADOS
OBSERVAÇÃO
REVISAR A PRÁTICA
COLETAR E ORGANIZAR
DADOS
PLANEJAMENTOS
AÇÃO
IMPLEMENTAÇÃO
MONITORAMENTO
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Pesquisa Fenomenológica:
Usada para entender a
experiência vivida dos
indivíduos em relação a um
fenômeno específico. O
objetivo é entender como os
indivíduos percebem,
descrevem, sentem e
interpretam suas experiências. 
Pesquisa Grounded Theory
(Teoria Fundamentada): Usada
para desenvolver teorias que são
fundamentadas nos dados
coletados durante o estudo. O
objetivo é construir uma teoria que
explique um processo, ação ou
interação.
Pesquisa Narrativa: Usada para
coletar e estudar histórias pessoais
dos indivíduos. As histórias são
analisadas para entender como os
indivíduos experienciam o mundo
ao seu redor. 
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Relatos de experiência são descrições detalhadas de vivências profissionais e
acadêmicas, relatadas de forma narrativa.
Propósitos:
Compartilhar práticas bem-sucedidas.
Refletir sobre a prática médica e suas implicações.
Proporcionar aprendizado a partir de experiências reais.
Estrutura
Introdução1.
Contextualização2.
Descrição da Experiência3.
Análise e Discussão4.
Conclusão5.
Metodologia
Coleta de Dados:
Anotações e diários de campo.
Entrevistas e Questionários: Coleta de percepções e feedback dos
participantes e beneficiários.
Análise dos Dados:
Qualitativa: Análise de conteúdo para identificar temas e padrões.
Reflexiva: Reflexão pessoal e em grupo sobre as experiências vivenciadas.
Características Específicas
Projetos voltados para atender necessidades específicas de
comunidades.
Envolvimento direto com a população atendida.
Transferência do conhecimento acadêmico para a prática
comunitária.
Envolvimento de estudantes e profissionais em atividades
práticas.
Colaboração entre diferentes áreas da saúde (medicina,
enfermagem, odontologia, etc.).
Abordagem holística e integral do cuidado à saúde.
Avaliação do impacto das ações na melhoria da saúde e
qualidade de vida da comunidade.
Relatos sobre mudanças observadas na saúde da população
atendida.
RELATOS DE EXPERIÊNCIA
TIPOS DE PESQUISA QUALITATIVATIPOS DE PESQUISA QUALITATIVA
Como MonitorarProjetos de Extensão
Escala Likert:
A Escala Likert é uma escala de classificação usada para representar as
opiniões ou atitudes de indivíduos em relação a uma determinada
questão ou declaração.
Composta por uma série de afirmações ou perguntas, cada uma seguida
de uma escala que geralmente possui cinco ou sete pontos, variando de
"discordo totalmente" a "concordo totalmente".
Desenvolvida por Rensis Likert em 1932, é conhecida pela sua
simplicidade e eficácia.
RELATOS DE EXPERIÊNCIA
Proposta de Instrumento para Avaliação do Projeto de Extensão
(Anexo A):
Respostas utilizando escala Likert:
1 - Discordo sempre.
2 - Discordo na maioria das vezes.
3 - Às vezes concordo, às vezes discordo.
4 - Concordo na maioria das vezes.
5 - Concordo sempre.
Perguntas para Avaliar a Percepção:
Aplicação da escala Likert para avaliar a percepção dos
envolvidos, da população e dos profissionais da assistência.
MISTAMISTA
A pesquisa mista combina elementos de pesquisa qualitativa e quantitativa para tirar proveito das
forças de ambos. Ela permite uma compreensão mais completa de um problema de pesquisa do
que o uso de um único método
CARACTERÍSTICAS:
• Coleta e análise de ambos os dados, quantitativos e qualitativos; 
• Uso de procedimentos rigorosos na condução da pesquisa quantitativa e qualitativa; 
• Integração ou combinação dos achados oriundos dos resultados quantitativos e qualitativos;
• Flexibilidade para adaptar a metodologia conforme necessário ao longo do processo de
pesquisa.
TIPOS DE PESQUISA MISTATIPOS DE PESQUISA MISTA
Estratégia exploratória sequencial
Este tipo de estudo misto começa com a coleta e
análise de dados qualitativos, seguidos pela
coleta e análise de dados quantitativos. O
objetivo é usar os dados quantitativos para testar
ou validar as descobertas qualitativas. 
Exploratória: início qualitativo, depois
quantitativo
Estratégia explanatória sequencial
Este tipo de estudo misto começa com a coleta e
análise de dados quantitativos, seguidos pela coleta
e análise de dados qualitativos. O objetivo é usar os
dados qualitativos para explicar ou elaborar os
resultados quantitativos. 
ExplaNatória: início quaNtativo, depois
qualitativos
 
TIPOS DE PESQUISA MISTATIPOS DE PESQUISA MISTA
Estratégia de métodos mistos
Este tipo de estudo misto envolve a coleta e
análise de ambos os dados, quantitativos e
qualitativos, utiliza rigorosos procedimentos na
condução da pesquisa quantitativa e qualitativa,
há integração ou combinação dos achados
oriundos dos resultados quantitativos e
qualitativos, desenvolvem-se procedimentos
nos quais ocorre a coleta, análise e integração
dos dados.
Estratégia transformativa sequencial
Este tipo de estudo misto envolve a coleta e análise
de dados quantitativos e qualitativos
simultaneamente, mas com ênfase em um dos
métodos. O objetivo é integrar os dados quantitativos
e qualitativos para fornecer uma compreensão mais
completa do problema de pesquisa. 
 
FIMFIM

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